domingo, 8 de setembro de 2013

As profecias do apocalipse se cumprindo de maneira supreendente

Veja com atenção essa matéria de Michelson Borges

Apocalipse 13 na capa das semanais

Deu na revista Veja desta semana: “Em 2008, candidato à presidência, Barack Obama apostava no ‘soft power’ e defendia que os EUA encerrassem as guerras no Iraque e no Afeganistão e acabassem com a máquina de grampos ilegais criada por Bush. Hoje, à frente da nação mais poderosa do mundo, Obama defende tanto a espionagem de países amigos como ataques à Síria e expõe ao mundo os dilemas da águia.” O governo de Obama pode ter mudado em relação a suas propostas iniciais, mas tem algo que nunca muda: as profecias bíblicas. Apocalipse 13 é claro em afirmar por meio de símbolos que a segunda besta começaria sua história agindo como cordeiro (calcada nos ideais de liberdade e paz), mas, finalmente, acabaria falando como dragão (de modo opressor, perseguidor, identificada com o mal). Assim como a primeira besta religiosa, a segunda besta política visa sempre aos seus interesses de poder. As duas finalmente se unirão (e estão muito mais unidas hoje do que no passado) para impor um dia que é símbolo da autoridade humana e aponta para a antiga adoração do Sol, ou seja, adoração de algo criado em oposição à adoração do Criador, que estabeleceu o sábado como memorial dessa criação (Êxodo 20:8-11). O criacionismo, o ECOmenismo, o ecumenismo, o terrorismo e outros temas apropriados para a engenharia social e a manipulação das massas, todos eles se inserem nesse contexto profético e favorecem a criação e a manutenção do “instinto de rebanho”. E qualquer um que resolver marchar em direção oposta será visto como inimigo da paz e da ordem.
A revista IstoÉ desta semana dá informações sobre a máquina de espionagem norte-americana: “A cerca de 2,5 mil quilômetros do Recife (PE), numa região inóspita do Atlântico Sul, existe uma pequena ilha de colonização britânica chamada Ascensão. É lá que os agentes de Barack Obama captam aproximadamente dois milhões de mensagens por hora. São basicamente conversas telefônicas, troca de e-mails e posts em redes sociais. É dessa pequena ilha que os técnicos da NSA, uma das agências de inteligência dos Estados Unidos, vêm bisbilhotando as conversas da presidenta Dilma Rousseff e de alguns de seus ministros mais próximos, segundo especialistas ouvidos por IstoÉ na última semana. A ilha de Ascensão tem apenas 91 quilômetros quadrados e seria irrelevante se não estivesse numa posição estratégica, a meio caminho dos continentes africano e sul-americano. Ao lado de belas praias, sua superfície abriga poderosas estações de interceptação de sinais (Singint), que se erguem como imensas bolas brancas. Elas integram um avançado sistema de inteligência que monitora em tempo real todas as comunicações de Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela e fazem parte de um projeto conhecido como Echelon, que envolve, além dos Estados Unidos, Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Canadá.” Percebe o tamanho das garras do dragão?

“Há um alto grau de probabilidade de que a NSA já tenha entrado não apenas no sistema de comunicações da presidenta, mas em todos os sistemas nacionais críticos”, alerta o consultor em segurança Salvador Ghelfi Raza, que já trabalhou para o governo de Barack Obama.
Segundo IstoÉ, “muitas vezes empresas americanas ligadas à telefonia e à internet são acionadas para informações complementares. Com acesso à rede, por um técnico autorizado, é possível captar todo o tráfego de dados, sejam arquivos de vídeo, sejam fotos, trocas de mensagens ou chamadas de voz sobre IP”.
Os agentes norte-americanos que espionam um incontável número de informações podem facilmente “filtrar” aquilo que lhes interessa. Quem duvida de que, no futuro, além de espionar atividades terroristas, com esse sistema eles possam bisbilhotar a vida de outras personas non gratas a fim de tomar as devidas medidas contra elas – impedi-las de comprar e vender, por exemplo? (Ap 13:17).
“Foi a partir de 11 de setembro de 2011, com George W. Bush e o início da guerra ao terror, que a Casa Branca determinou uma modernização completa da base de Ascensão. Desembarcaram na pequena ilha voos regulares com supercomputadores, novas estações de monitoramento e uma vasta gama de equipamentos de ponta. O contingente de agentes da NSA cresceu cinco vezes e foi acompanhado por esforços britânicos no mesmo sentido. Ao assumir em 2009, Barack Obama determinou uma revisão completa da política de cyberdefesa, que ele classificou como ‘o mais sério desafio econômico e de segurança nacional’ que os EUA deveriam enfrentar como nação. Para o democrata, era necessário promover um salto tecnológico e estratégico em toda a infraestrutura de comunicações e informação. Logo ele nomeou um comitê executivo, integrado por representantes governamentais e do setor empresarial, e um coordenador, o cyberczar, com livre acesso a seu gabinete e com quem passou a despachar diariamente. Hoje, a NSA é a agência principal do sistema de inteligência americano. Abaixo dela estão outras 18, inclusive a velha CIA. Embora muitos acreditem que o Echelon seja coisa do passado, a verdade é que ele foi atualizado e sua plataforma de operação digital é a base da atual defesa cibernética, que não respeita limites na realização de seus objetivos estratégicos, políticos e comerciais.”
Por um bom tempo o Echelon foi tido como lenda ou teoria conspiratória. Agora se sabe que é tudo verdade. Será que o Haarp não se trata de algo parecido? (Confira aqui.)
O fato é que estão aí toda a estrutura e todas as condições para o desfecho de Apocalipse 13. Basta ter um olho nos fatos e outro nas profecias.
Michelson Borges

Dica de leitura: para entender melhor esse cenário profético do tempo do fim, leia O Grande Conflito, de Ellen White, e Apocalipse 13, de Marvin Moore.


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