sábado, 30 de novembro de 2013

Recompensas e Castigos

Ellen White 

Então, dirá o Rei aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Mat. 25:34.

O Salvador apresenta diante de nós a cena do juízo final, quando for dada a recompensa aos que estiverem à Sua direita, e a sentença da condenação aos que estiverem à Sua esquerda. Os justos são representados como desejando saber o que fizeram para serem tão liberalmente recompensados. Tiveram a permanente presença de Cristo em seu coração; estiveram imbuídos de Seu Espírito, sem esforço consciente de sua parte; serviram a Cristo na pessoa de Seus santos, e obtiveram assim a segura recompensa. Mas não tiveram em vista a recompensa que haveriam de receber, e a expectativa a esse respeito não fizera parte do intuito que motivara seu serviço. O que eles efetuaram foi feito por amor a Cristo e aos semelhantes, e Cristo Se identifica com a humanidade sofredora, e considera todos os atos realizados por simpatia, compaixão e amor para com os homens, como sendo feitos a Sua própria Pessoa. ...
Num sentido secundário, devemos todos ter respeito para com a recompensa do galardão. Mas conquanto apreciemos a promessa da bênção, devemos ter perfeita confiança em Jesus Cristo, crendo que Ele fará o que é direito e nos dará a recompensa segundo as nossas obras. O dom de Deus é a vida eterna, mas Jesus não quer que estejamos tão ansiosos quanto à recompensa, como quanto a podermos fazer a vontade de Deus porque isto é de direito, sem tomar em consideração todo ganho. ...
Os que mais abundante recompensa vão receber serão os que unem à sua atividade e zelo, bondosa e terna piedade para com os pobres, os órfãos, os oprimidos e os aflitos. ...
Há, ao nosso redor, os que têm um espírito manso e humilde, o espírito de Cristo, que fazem muitas coisas pequenas para ajudar os que os rodeiam, e que não pensam nisso esses ficarão afinal surpresos, ao verificarem que Cristo percebeu a palavra bondosa dita aos desanimados, e tomou nota das menores dádivas dadas para aliviar os pobres, e que custaram ao doador alguma abnegação. O Senhor pesa o espírito, e em conformidade com ele recompensa, e o puro, humilde, infantil espírito de amor, torna a oferta preciosa a Sua vista. Review and Herald, 3 de julho de 1894.

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