domingo, 23 de março de 2014

Conexão Direta com Deus

Fonte - http://www.adventist.org/pt/espiritualidade/oracao/

A oração é o simples ato de conversar com Deus, o Criador do Universo. Pode ser em voz alta ou em pensamento, em momentos especiais ou comuns, durante as atividades diárias ou antes de dormir. Como Seus filhos, temos o privilégio de usufruir da conexão direta com o Pai. Nessa ligação, não há mensagem de correio de voz, nem chamada em espera.

Alguns podem ver a oração como um monólogo, ou pior ainda, uma conversa conosco mesmos. Estudos, porém, têm mostrado que ela não somente melhora a nossa qualidade de vida (1), mas realmente tem o poder de curar. Cientistas dizem que as interações com Deus através da oração nos dão a capacidade de administrar melhor nossas emoções negativas (2) e reduzir a nossa agressividade para com os outros (3).
Segundo os pesquisadores Marek Jantos e Hosen Kiat (4), "[A oração] deve ser reconhecida como um recurso importante para lidar com a dor e doenças, melhorando a saúde e o bem estar geral do ser humano." A Bíblia promete que, quando orarmos, vamos experimentar "a paz de Deus, que excede todo o entendimento (Filipenses 4:7). "
Mas os Adventistas do Sétimo Dia não oram apenas por sua saúde e pelo seu bem estar. Segundo a escritora Ellen White, "A oração é o abrir do coração a Deus como a um amigo."
É o que alimenta e desenvolve a nossa relação com Ele, e quando tomamos tempo para falar diretamente com Deus, descobrimos que Ele toma tempo para nos responder e transformar nossa vida com Seu amor.

[1] Universidade de Cincinnati, “Integrative Medicine, Spirituality Improves Outcomes in Urban Adolescents With Asthma,” 14 de Abril de 2011.
[2] Shane Sharp, “How does prayer help manage emotions” em Psicologia Social Trimestral, Dezembro de 2010.
[3] Ryan Bremner, “Pray for those who mistreat you: effects of prayer on anger and aggression” no Comunicado de Personalidade e Psicologia Social, 18 de Março de 2011.
[4] Marek Jantos and Hosen Kiat, “Prayer as medicine: how much have we learned?” no Medical Journal of Australia, 2007.

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