quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Comeremos da Árvore da Vida




No meio da sua praça e de uma e da outra banda do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações. Apoc. 22:2.

Do trono provinha um rio puro de água, e de cada lado do rio estava a árvore da vida. ... Seu fruto era esplêndido; tinha o aspecto de ouro, de mistura com prata. Primeiros Escrito, pág. 17.
O fruto da árvore da vida no jardim do Éden possuía virtude sobrenatural. Comer dele era viver para sempre. Seu fruto era o antídoto da morte. Suas folhas eram para o sustento da vida e da imortalidade. Medicina e Salvação, pág. 233.
Depois da entrada do pecado o Cultivador celestial transplantou a árvore da vida para o Paraíso celestial. Testimonies, vol. 8, pág. 288.
Os santos remidos, que aqui houverem amado a Deus e observado os Seus mandamentos, entrarão pelas portas da cidade, e terão direito à árvore da vida. Dela comerão livremente, como nossos primeiros pais, antes da queda. As folhas daquela árvore frondosa e imortal será para a cura das nações. Todos os seus ais terão desaparecido. Nunca mais sofrerão doença, tristeza ou morte, pois foram curados pelas folhas da árvore da vida. Jesus, então, verá o trabalho da Sua alma e ficará satisfeito, quando os remidos que estiveram sujeitos à tristeza, aos trabalhos e aflições, que gemeram sob a maldição, se reunirem ao redor da árvore da vida, para comer o seu fruto imortal, a que nossos primeiros pais perderam todo o direito, quando transgrediram os mandamentos de Deus. Não haverá perigo de jamais perderem novamente o direito à árvore da vida, pois aquele que tentou nossos primeiros pais a pecar será destruído pela segunda morte. The Youth's Instructor, outubro de 1852.
Na árvore da vida havia belíssimo fruto, do qual os santos poderiam participar livremente. ... A linguagem mais exaltada não consegue descrever a glória do Céu, ou as profundidades incomparáveis do amor de um Salvador. Primeiros Escritos, pág. 289.


Ellen White
Minha Consagração Hoje - 1989 Pag 355

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