domingo, 22 de fevereiro de 2015

Ao clarão da cruz



Ao clarão da cruz, 15 de Fevereiro

Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Hebreus 12:2. 

A cruz fala de vida, e não de morte, àquele que crê em Jesus. Dai as boas-vindas aos preciosos raios doadores de vida que resplandecem da cruz do Calvário. Estendei as mãos em busca da bênção, crede na bênção. ... Não andeis à sombra da cruz. Não deis expressão a lágrimas, a lamentos e tristezas, mas animai vosso espírito a ter esperança e alegria. A cruz aponta para cima, para um Salvador vivo, que é vosso advogado, e pleiteia em vosso favor. ... Quando vos sentis em densas sombras, é porque Satanás se interpôs entre vós e os brilhantes raios do Sol da Justiça. ... Tenho na verdade estado à sombra da cruz. Não é coisa comum, para mim, ser subjugada, e sofrer tanta depressão de espírito como tenho sofrido nos últimos meses. Não quero ser achada tendo em pouca conta minha alma, desprezando, assim, meu Salvador. Eu não posso ensinar que Jesus ressurgiu da tumba, e que subiu ao Céu e vive para fazer intercessão por nós perante o Pai, a menos que eu ponha em prática meus ensinos, e creia nEle e na salvação por Ele provida, lançando sobre Jesus minha vida desamparada, em busca [50] de Sua graça, Sua justiça, paz e amor. Devo confiar nEle, independentemente das modificações de meu ambiente emotivo. Devo anunciar as virtudes dAquele que me chamou das trevas para Sua maravilhosa luz. Meu coração tem de estar firmado em Cristo, meu Salvador, contemplando Seu amor e misericordiosa bondade. Não devo confiar nEle de quando em quando, mas sempre, para que possa manifestar os resultados de permanecer nEle, que me comprou com Seu precioso sangue. Temos de aprender a crer nas promessas, a ter uma fé permanente, de modo que as possamos tomar como a segura Palavra de Deus. ... Vivamos à luz da cruz do Calvário. Não nos demoremos por mais tempo nas sombras, queixando-nos de nossas tristezas, pois isso tãosomente intensifica nossa dificuldade. Não nos esqueçamos jamais, mesmo quando andando no vale, de que Cristo está conosco tanto quando ali andamos confiantemente, como quando nos achamos no topo da montanha. — Manuscrito 61, 1895.

Ellen White
Nos Lugares Celestiais - MM 1967 Pag. 108

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