segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015



Um amigo nas cortes celestes, 8 de Fevereiro 

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a Sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para [42] uma herança incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos Céus para vós. 1 Pedro 1:3, 4. 

Haverá qualquer razão para que esta viva esperança não nos dê, nos nossos dias, tanta confiança e alegria como deu aos discípulos na igreja primitiva? Cristo não Se acha encerrado no túmulo novo de José. Ele ressurgiu e subiu ao alto, e nós devemos pôr em ação a nossa fé, para que o mundo veja que temos uma viva esperança. ... Nossa esperança não é destituída de alicerce; não é corruptível nossa herança. Não é objeto de mera imaginação. — The Review and Herald, 6 de Agosto de 1889. Lemos na Bíblia acerca da ressurreição de Cristo dentre os mortos; mas, agimos como crendo nisso? Cremos que Jesus é um Salvador vivo, que Ele não está mais no túmulo novo de José, com a grande pedra à entrada, mas sim que ressurgiu dos mortos, e subiu ao alto, para levar cativo o cativeiro e dar dons aos homens? Ele ali está para pleitear nossos casos nos tribunais do Céu. Lá está Ele porque precisamos de um amigo no tribunal do Céu, Alguém que seja nosso advogado e intercessor. Regozijemo-nos, pois, com o fato. Temos todas as razões para louvar a Deus. Muitos julgam sua condição religiosa pelas suas emoções; estas, porém, não são critério seguro. Nossa vida cristã não depende de nossos sentimentos, mas de nos apoiarmos devidamente no alto. Temos de crer nas palavras de Deus justamente como Ele as pronunciou; temos de tomar a Cristo em Sua palavra, crer que Ele veio para representar o Pai, e que o Pai, como representado em Cristo é nosso amigo, e não deseja que pereçamos, pois do contrário nunca teria dado Seu Filho para morrer como sacrifício nosso. A cruz do Calvário é, a cada um de nós, um penhor eterno de que Deus quer que sejamos felizes, não só na vida futura, mas já nesta vida. — The Review and Herald, 8 de Março de 1892. A morte de Cristo traz sobre o que rejeita Sua misericórdia a ira e os juízos de Deus, sem mistura de misericórdia. Esta é a ira do Cordeiro. Mas a morte de Cristo é esperança e vida eterna a todos os que O recebem e nEle crêem. — Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, 139.

Ellen White
Nos Lugares Celestiais - MM 1967 Pag 94

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