segunda-feira, 8 de junho de 2015

Mexer em vespeiro às vezes é necessário.

Direito de não concordar
Mexer em vespeiro às vezes é necessário.
Já postei no blog um assunto meio polêmico sobre a homossexualidade, as diferentes orientações sexuais e como o cristão deve lidar com elas. Se você não lembra, leia aqui antes.
Esse post já tem quase 2 anos e, após a Parada Gay em São Paulo no último domingo, ao ver uma imagem, quis escrever de novo sobre o assunto. O tema de 2015 para a parada foi: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me!”
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Procurei na internet e vi um pequeno texto, falando sobre o tema, que diz ter  “o intuito de resgatar a alegria da população LGBT e celebrar as diferentes identidades, orientações sexuais e o respeito à diversidade”. É isso aí. Sabe o que eu, cristã, acho disso? ACHO CERTINHO! Vejo a causa em prol do respeito como algo primordial em nossos dias. Não é a primeira vez, e com certeza não será a última. Elementos religiosos são inseridos na manifestação LGBT como uma forma de criticar e afrontar as pessoas que não concordam com as práticas do mundo LGBT. Como no primeiro post sobre o assunto, peço a você, leia até o final.
Mas e a incoerência de pedir por respeito e agredir a religião dos outros? Onde fica? Quer dizer que qualquer pessoa religiosa que não concorda com a prática homossexual deve ser insultado, taxado de estúpido, quadrado, preconceituoso, intolerante?
desrespeito
Nem um nem outro. Sei que muitos gays não concordam com o uso de imagens religiosas, não estou generalizando, isso sim seria preconceito. “Sou homossexual e não apoio o que acontece nas paradas gay, pois o objetivo era lutar pelos seus direitos, e não se tornar essa baderna”, disse uma garota nas redes sociais, e vários concordaram com ela. “Sou gay e exijo respeito do próximo, porém dessa maneira só ficaremos conhecido pela falta de respeito e como uma aberração, e não é dessa maneira que vamos acabar com a homofobia”, disse um rapaz. Foi questionado também o uso de dinheiro público em um evento que incentiva o preconceito religioso. No carro de trio elétrico que carregava o transexual crucificado, era exibido o patrocínio da Caixa, Prefeitura de São Paulo, Governo Federal e Petrobras.
Não vou entrar no mérito do tema, de ter nascido assim, ter crescido assim… isso já foi no outro post. Hoje o objetivo é fazer a mesma reivindicação do tema da parada gay 2015, mas agora para mim, uma cristã. Então com o pedido de uma pessoa que discorda, eu peço: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me!”
Mas como lutar por respeito desrespeitando?
por Naysa Rabelo –
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