quarta-feira, 10 de junho de 2015

Ousar ser diferente,


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Ousar ser diferente, 9 de Junho

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 1 João 2:15. 

Os que alegam conhecer a verdade e compreender a grande obra que deve ser feita neste tempo, devem consagrar-se a Deus, alma, corpo e espírito. No coração, no vestuário, na linguagem, em todos os aspectos, devem estar separados das modas e práticas do mundo. Devem ser um povo especial e santo. Não é seu vestuário que os torna povo especial (peculiar, diz a Bíblia inglesa, em Tito 2:14); mas, por serem um povo especial e santo, não podem ter os sinais de semelhança com o mundo. 
Como um povo, devemos preparar o caminho do Senhor. Cada partícula de habilidade que Deus nos concedeu, deve ser posta em uso, no preparo de um povo segundo o modelo de Deus, segundo Seu molde espiritual, povo que subsista neste grande dia da preparação de Deus. ... Muitos que supõem que irão ao Céu são cegados pelo mundo. Suas idéias quanto ao que constitui a educação e disciplina religiosas são vagas, apoiando-se apenas em probabilidades. Muitos há que não têm uma esperança inteligente, e correm grave risco de praticar exatamente as coisas que Jesus ensinou não deverem fazer, em comer, beber e vestir-se, prendendo-se ao mundo de várias maneiras. Têm eles de aprender ainda as sérias lições, tão necessárias ao crescimento na espiritualidade, de sair do mundo e ser separados. Seu coração é dividido, a mente carnal clama por conformidade e semelhança com o mundo em tantas maneiras, que mal se distingue a linha de separação do mundo. Dinheiro, o dinheiro de Deus, é despendido para se fazerem notados segundo os costumes do mundo; a experiência religiosa é contaminada de mundanidade, e a prova do discipulado — a semelhança com Cristo em abnegação e em levar a cruz — não é discernível pelo mundo ou pelo universo celeste. — Manuscrito 8, 1894. 
A questão a ser acertada é: “Estamos dispostos a separar-nos do mundo, para que possamos nos tornar filhos de Deus?” Isso não é obra de um momento, ou de um dia; não é conseguido pelo simples prostrar-se junto ao altar da família e ali oferecer serviço de lábios. ... É obra de toda a vida. O amor a Deus tem de ser um princípio vivo, dirigindo todos os atos, palavras e pensamentos. — The Review and Herald, 23 de Outubro de 1888.

Ellen White
Nos Lugares Celestiais Pag. 346

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