segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Não há lugar para o desânimo

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Não há lugar para o desânimo, 28deAgosto

Dando graças ao Pai, que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz. Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor. Colossences1:12,13.

Quanto conteúdo tem esta linguagem! Se tentásseis medi-la, acharíeis que nessas palavras há imensuráveis profundezas de sen- tido. Estamos agora sendo habilitados para morar nas mansões que Cristo foi preparar para os que O amam. “Ele nos tirou da potestade das trevas.” Se isto é verdade, que desculpa tem os então para falar de desânimo, incredulidade e dúvida, cingindo-nos de trevas como de um manto? ... Se eu olhasse às nuvens negras — às perturbações e perplexidades que me vêm em meu trabalho — não teria tempo para fazer qualquer outra coisa. Mas sei que há luz e glória para além das nuvens. Pela fé alcanço, através das trevas, a glória. Por vezes sou chamada a passar por perplexidades financeiras. Faço tudo que posso, e quando o Senhor vê que é melhor que eu tenha dinheiro, Ele me envia.
Quanto mais falardes em fé, tanto mais fé tereis. Quanto mais demorardes no desânimo, falando aos outros de vossas provas, e ampliando-as, para atrair a simpatia que anelais, tanto mais desânimo se provas tereis. Porque chorar por aquilo que não podeis evitar? ... Estamos nos preparando para a promoção, da escola deste mundo, na qual estamos formando o caráter para a futura vida imortal, para o curso superior, a escola do Céu. Mas o homem não deve confiar em suas forças finitas, na luta contra a dificuldade. Com fé, deve ele olhar para Deus,crendo que todos os recursos do Céu estão ao seu dispor, a fim de o ajudar a vencer. Milhares de milhares e miríades de miríades de anjos celestiais estão servindo aos que hão de herdar a salvação. Deus está nos convidando a fechar as janelas da alma no sentido da Terra, e abri-las rumo do Céu, para que Ele possa inundar nosso coração com a glória que resplandece da entrada do Céu. — Manuscrito 102, 1901.

Ellen White
Nos Lugares Celestiais Pag. 500

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