quarta-feira, 14 de outubro de 2015

DESVIE-SE DO MAL

DESVIE-SE DO MAL



O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro. Prov. 14:16
Um jovem casado assediado por muitas mulheres recebeu o conselho sábio de seu  padrão, um homem cristão e experiente: “Não dê atenção a essas damas”   O jovem respondeu com ironia:  “Há muita sabedoria em números”, referindo-se ao livro bíblico de Números.  “É possível – disse o patrão – Mas com certeza há mais sabedoria no Êxodo.”


O provérbio de hoje apresenta uma advertência: fuja do mal.  Não complique a sua vida.  Evite a tentação.  O primeiro pecado do mundo aconteceu porque Eva achou que podia “administrar” a tentação.  Sua segurança estava em conservar-se longe da árvore. Você conhece o fim da história.
Pessoas sábias jamais correm riscos desnecessários. Não querem saber quão perto podem chegar do precipício.  O insensato rejeita os conselhos, encoleriza-se quando alguém tenta mostrar-lhe o perigo.   Sente-se seguro e acha que nada tem a aprender.
Séculos atrás o apóstolo Paulo estabeleceu um princípio de segurança espiritual.  “Aquele que pensa estar firme, cuidado para não cair”. As grandes derrotas da vida não acontecem quando estamos em guarda, mas quando, confiados em nossas vitórias passadas achamos que estamos seguros e abaixamos a guarda.
Aconteceu com Belsazar em Babilônia. Seu império parecia invencível.  Seus inimigos estavam dominados e dedicou-se a viver em clima de festa. Foi uma noite de festa que se transformou em tragédia porque o exército medo-persa  invadiu e destruiu babilônia.
Aconteceu com Golias. O que poderia fazer um garoto, com uma funda e cinco pedrinhas?  Abaixou a guarda. Num segundo,  o gigante jazia derrotado no chão.  
Fuja do mal. Seja sábio.  Pare hoje mesmo de brincar com o perigo.  Não abaixe a guarda.  Não sinta segurança nas suas próprias forças.  Isso pode ser fatal.
Que Deus lhe dê um dia maravilhoso e não esqueça que “o sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro”.
 Autor. Alejandro Bullón
Luís Carlos Fonseca

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