domingo, 1 de novembro de 2015

Uma só família


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Uma só família, 8 de Outubro

Quem Te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o Teu nome? Porque só Tu és santo; por isso, todas as nações virão e se prostrarão diante de Ti, porque os Teus juízos são manifestos. Apocalipse 15:4. 

Deseja Cristo que reconheçamos que nossos interesses são os mesmos. Um divino Salvador morreu por todos, a fim de que todos pudessem nEle encontrar sua origem divina. Em Cristo Jesus somos um. Pelo pronunciamento de um só nome, “Nosso Pai”, somos erguidos à mesma categoria. Tornamo-nos membros da família real, filhos do celeste Rei. Seus princípios de verdade ligam coração a coração, sejam ricos ou pobres, altos ou baixos.
Quando o Espírito Santo toca o espírito humano, todas as pequeninas queixas e acusações entre o homem e seu semelhante são removidas. Os brilhantes raios do Sol da Justiça resplandecerão nas câmaras da mente e do coração. 

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Em nosso culto a Deus não haverá distinção entre ricos e pobres, brancos e negros. Todo preconceito se dissipará. Quando nos aproximamos de Deus, fá-lo-emos como uma só família. Aqui somos peregrinos e estrangeiros, rumo de uma pátria melhor, a celestial. Lá todo o orgulho, toda acusação, toda ilusão, terão para sempre terminado. Todo impedimento terá sido posto de lado, e “como é O veremos”. 1 João 3:2. Lá nossos cânticos entoarão o tema inspirador, e louvor e ação de graças ascenderão a Deus. Pode nossa casa de oração ser muito humilde, mas nem por isso será menos reconhecida por Deus. Se adorarmos em espírito e verdade, e na beleza da santidade, ser-nos-á como a própria porta do Céu. Ao repetirem-se as lições das maravilhosas obras de Deus, e ao ser a gratidão da alma expressa em oração e cânticos, anjos do Céu entoarão o coro, unindo-se-nos em louvor e ação de graças a Deus. Esses cultos forçam à retirada o poder de Satanás. Afugentam as murmurações e queixas, e Satanás perde terreno. 
Deus nos ensina que devemos reunir-nos em Sua casa, para cultivarmos os atributos do perfeito amor. Isto tornará os habitantes da Terra aptos para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam, e onde, de sábado em sábado, de uma Lua nova a outra, se reunirão no santuário, para se unirem em entoar cânticos mais sublimes, em ação de graças e louvor Àquele que está assentado sobre o trono e ao Cordeiro, para sempre e sempre. — The Review and Herald, 24 de Outubro de 1899. 

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