quinta-feira, 21 de abril de 2016

Requisitos para o serviço cristão eficiente - Parte 06

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Apresentar as credenciais divinas —

Deus pode servir-se de cada pessoa na proporção exata em que Lhe é possível pôr o Seu Espírito no templo da alma. A obra que aceita, é aquela que Lhe reflete a imagem. Seus seguidores devem apresentar, como credenciais perante o mundo, as indeléveis características de Seus princípios
imortais. — Testemunhos Seletos 3:146.
O nome de Cristo devia ser a senha, a insígnia, o laço de união, a autoridade para sua norma de prosseguimento e a fonte de seu sucesso. Nada devia ser reconhecido em Seu reino que não trouxesse Seu nome e inscrição. — Atos dos Apóstolos, 28.
 
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Homens de um minuto
 
Sede fiéis homens de um minuto, para anunciar os louvores daquele que vos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz. — The Review and Herald, 24 de Janeiro de 1893. 
Os servos de Deus devem ser homens de ação, sempre prontos para se moverem tão depressa quanto Sua providência abre o caminho. Qualquer demora de sua parte, dá tempo para Satanás agir afim de os derrotar. —Patriarcas e Profetas, 423.
O povo de Deus, observador dos mandamentos, deve estar sempre pronto para o serviço. — Testemunhos Seletos 3:251. 
Os que são realmente representantes de Cristo, trabalham para o bem dos outros. Deleitam-se em fazer avançar a causa de Deus, na pátria e no estrangeiro. São vistos e ouvidos na reunião de oração, e sente-se sua influência. Procuram suprir o lugar do ministro, cujos serviços não conseguem. Não procuram exaltar-se, nem receber honra por fazerem uma grande obra, mas trabalham humilde, mansa e fielmente, fazendo pequenos recados ou realizando obra maior, se necessário, porque Cristo tanto fez por eles. — The Review and Herald, 6 de Setembro de 1881
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Corajoso e verdadeiro
O que a igreja necessita nestes dias de perigo é de um exército de obreiros que, como Paulo, se tenham educado para utilidade, que tenham uma profunda experiência nas coisas de Deus, e que sejam cheios de fervor e zelo. Necessita-se de homens santificados e abnegados; homens que não se esquivem a provas e responsabilidades; homens que sejam corajosos e verdadeiros homens em cujo coração Cristo está formado “a esperança da glória” (Colossences 1:27), e que com lábios tocados com santo fogo “preguem a Palavra”. Por falta de tais obreiros a causa de Deus definha, e erros fatais, como mortal veneno, pervertem a moral e consomem as esperanças de grande parte da raça humana. — Atos dos Apóstolos, 507. 
Mediante trabalho intensivo, em meio de oposição, perigo, perda e sofrimento humano, deve ser levada avante a obra de salvar almas. 
Em certa batalha, quando um dos regimentos das forças atacantes estava sendo repelido pelas hostes inimigas, o porta-bandeira permaneceu firme em campo, enquanto as forças recuavam. O comandante gritou-lhe para trazer de volta o pavilhão, mas sua resposta foi: “Traga os homens para junto da bandeira!” 
Esse é o trabalho que se apresenta a todo porta-bandeira: congregar os homens em torno do estandarte. 
O Senhor convida à inteira consagração. Sabemos todos que ânimo e a energia para eles mesmos alcançarem a norma, e levar a fazer o mesmo os que se lhes acham ligados. — Testimonies for the Church 9:45, 46.
Deus não pode usar homens que, em tempos de perigo, quando a força, a coragem e a influência de todos são necessárias, temem tomar uma firme posição pelo direito. Ele chama a homens para que se empenhem fielmente na batalha contra o erro, guerreando contra principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as forças espirituais da maldade nos lugares celestiais. 
A tais é que Ele dirigirá as palavras: “Bem está, bom e fiel servo”. Mateus 25:23. — Profetas e Reis, 142. 
Deus chama homens como Elias, Natã e João Batista — homens que levarão fielmente Sua mensagem sem considerar as conseqüências; que corajosamente falarão a verdade, ainda que isso importe no sacrifício de tudo que possuem. — Profetas e Reis, 142
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Essa expressão designava originalmente os soldados da guerra da independência dos Estados Unidos, que se comprometiam a estar prontos para a batalha no minuto seguinte à sua convocação.

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