terça-feira, 31 de maio de 2016

O guia completo para vencer o estresse e as preocupações

O guia completo para vencer o estresse e as preocupações 

Fonte - http://www.maisrelevante.com.br

Como vencer estresse

INTRODUÇÃO


O lavador de vagões de uma empresa ferroviária, por descuido, ficou preso dentro de um vagão frigorífico. Depois de uma curta viagem de aproximadamente 30 KM, foi encontrado morto. Mas pouco antes de morrer escreveu o seguinte bilhete: “o frio aumenta, temo que ninguém virá em meu socorro. Estou me congelando lentamente.Sinto que não mais terei forças para escrever.” O certo é que ele não morreu pela ação do frio, pois o motor estava desligado. O stress do medo o matou.
A – Para que tenhamos saúde mental e alegria  no ambiente da família é necessário saber como enfrentar vitoriosamente as preocupações

A – E. G. White, em seu livro A Ciência do Bom Viver, pág. 241, diz:
 “O estado da mente atua muito mais na saúde do que muitos julgam. Muitas doenças sofridas pelos homens são resultados de depressão mental. Desgosto, ansiedade, descontentamento, remorso, culpa, desconfiança, todos tendem a consumir as forças vitais, e a convidar a decadência e a morte”.

B – Um estudo de 15.000 pacientes tratados de desarranjos digestivos na Clínica Mayo (Bueno Aires) permitiu descobrir que quatro de cada cinco não tinham uma base física para suas enfermidades do estômago. 

O medo, a preocupação, o ódio, um egoísmo supremo e a incapacidade para ajustar-se ao mundo das realidades eram em boa parte as causas de suas enfermidades e suas úlceras de estômago.

C – Por sua parte, o Dr. Montagne afirma que as úlceras do estômago não vêm do que se come. Vêm daquilo que está comendo a gente.

D – Dr. Harward, psiquiatra de West Sussex, descobriu que de 69 operados de apendicite, 16 eram sadios! A ansiedade e angústia mental dos pacientes havia provocado sintomas semelhantes aos que a enfermidade provoca realmente.

E – A cientista sueca Ulia H. Olin, especialista em demografia das Nações Unidas, disse: “a tensão nervosa causada nas grandes cidades diminui a fertilidade humana precisamente como sucede com os animais”.

F – O Dr. Candey Robinson fez um estudo de 50 enfermos que se queixavam de náuseas ou dor de estômago, e em apenas seis tinha uma causa fisiológica concreta desses sintomas. Também disse que 92% dos casos de colite muco-membranosa e de espasmos no cólon, são produzidos por desgostos.

G – É interessante conhecer a influência que exercem as emoções nos casos de asma:

1 – Marcelo I. Fayard cita em seu livro A Chave da Felicidade e a saúde mental, vários casos interessantes.

Um cavalheiro tinha ataques invariavelmente às 17 horas. Um dia o trabalho absorveu-o tanto que não se conscientizou do transcurso do tempo até  às 19 horas. Não teve o ataque às 17, mas quando olhou as horas, sofreu o ataque.
Provavelmente o caso mais extremo é o caso de uma senhora, a quem o pólen das rosas produzia ataques alérgicos. Certo dia, ao fazer uma visita, observou que na sala havia um grande ramalhete de rosas. Naturalmente, veio-lhe um violento desmaio. Enquanto explicava o efeito tremendo que lhe produzia o pólen das flores, aproximou-se delas e, surpreendida, descobriu que eram artificiais.

H – Dentes:

Dr. Carnegie cita um informe do Dr. Willian I. L. Mogonigle apresentado ante a Associação Dental Norte-Americana com as seguintes palavras: 
“As emoções desagradáveis causadas pelas preocupações, o medo, o enfado... podem transformar o equilíbrio do cálcio no organismo e originar cáries.”

Referiu-se a um paciente que teve uma dentadura perfeita, até que se começou a preocupar com a repentina enfermidade de sua esposa. Durante as três semanas que ela esteve internada num hospital, ele teve nove cáries. Essas cáries eram causadas pela preocupação. (D. Carnegie, Como Suprimir las Preocupaciones, p. 37)

Enquanto não saibamos que fazer com nossas preocupações, não importa o ramo de atividades em que nos desempenhamos, estaremos encurtando nossa vida, ou no melhor dos casos, amargando-a sem necessidade alguma.
Deixaremos de enumerar os efeitos físicos das preocupações, pois não é esse o objetivo deste capítulo.

II – A AÇÃO AJUDA:


A – Para vencer as preocupações, temos que pôr em ação um plano. A atividade faz bem.

B – Pode ajudar-nos a reflexionar o que aconteceu a certo agricultor.

1 – Havia um cavalo velho que caiu em um poço. Como o animal não lhe servia mais, e vendo que tinha água até os joelhos e não dispunha de meios para tirá-lo, se lhe ocorreu que o usaria como recheio para tapar o poço. De maneira que arregaçou as mangas, tomou sua pá e começou a puxar a terra. A idéia não causou graça para o cavalo. O animal não queria morrer, assim que, à medida que a terra ia cobrindo suas patas, ia pisando os torrões que caíam. Assim se foi enchendo o poço até que o cavalo pode sair e marchar para o canto de sua “querência”.

2 – Você e eu cremos ser mais inteligentes que um cavalo, e sem dúvida que é assim. Mas neste caso temos que admitir a instintiva sabedoria com a qual atuou aquele animal. Não permitiu que as contigências pouco gratas da vida o esmagassem. Pôs-se em movimento para resolver suas dificuldades e se saiu bem.

3 – E. G. White disse: “Devemos ser amos das circunstâncias e não escravos dela.” E eu estou de acordo com esse pensamento. Não permitamos que as dificuldades se nos vão acumulando, sejamos nós que orientemos as coisas, tomemos as rédeas e avancemos.
C – Colocar-nos em ação é bom, alivia, mas não é tudo:
Se até aqui, estando ativo, não obtive êxito razoável ao que pude aspirar, é porque não apontei na direção correta.
Tem que descobrir o plano que dê certo.
1 – Eu poderia citar psicólogos, ateus, e de outras correntes de pensamento. Mas o melhor método para vencer as preocupações vem do maior de todos os Professores que está em S. Mateus 6:25-34 (p., NT) “Não vos inquieteis com o dia de amanhã”. Vivamos um dia de cada vez. Não queremos dizer com isto que temos que ser desagradecidos com o passado, nem imprevisíveis com respeito ao futuro.

- Tagore disse: “Se choras por haver perdido o sol, as lágrimas te impedirão de ver as estrelas”.

2 – Desejamos fazer ressaltar o fato de que o ontem é flor murcha que já cumpriu seu dever, e o futuro é um botão sem abrir que não poderemos desfrutar e de cuja beleza e formosura devemos cuidar.

3 – Todos nós concordamos que não é possível colher o trigo antes que haja sido semeado; que se tornaria sem lógica pensar em descer do ônibus antes de haver subido nele; que não teria sentido procurar dar a volta à esquina antes de encontrá-la; que não teria finalidade procurar subir uma montanha, antes de alcançá-la.

4 – Por que então querer resolver hoje os problemas que nos corresponderá resolver amanhã, ou carregar no presente com as dificuldades que pertencem ao futuro?
D – Se a noiva escuta dos lábios de seu pretendente a proposta de casamento e pensa em quantos pratos terá que lavar até cumprir 40 anos de casada, tenho certeza que até a mais corajosa desmaiaria. Mas não é problema se cada dia lavar pratos correspondentes a esse dia, e isso pode fazê-lo.

1 – Assim também, Deus nosso Senhor, nos dá a vida de um dia de cada vez, para que em cada jornada nos defrontemos com as contingências que ela nos traz.

2 – Querer viver o futuro seria como querer roubar a Deus uma vida que ainda não nos pertence e que ignoramos se alguma vez nos corresponderia viver.
E – Um consciencioso estudo da vida nos permitirá descobrir que de cada um de dez problemas que avistamos no horizonte de nossa vida, sete desaparecerão antes que cheguemos a eles, um será resolvido somente amanhã, outro não tem solução; um, só um, nos compete resolver hoje, e a esse dedicar-nos.

F – Quando nosso Senhor disse: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados, basta cada dia o seu próprio mal”, queria tirar de sobre nossos ombros esses 90% de carga fictícia que levamos e que esgotam energias a tal ponto de tornar defeituosa a solução de nossas dificuldades reais, ou pelo menos muito mais dificultosa.

III – COLABOREMOS COM O INEVITÁVEL - SEM SOLUÇÃO!

Ser diferente

A – Quando não é possível mudar as coisas, recordemos que ao menos podemos mudar nossa atitude com respeito a elas.

1 – Certa moça sentia-se infeliz pelas contínuas discórdias que havia em seu lar. Um dia ela foi vista muito contente, refletindo paz interior.

Alguém perguntou:

- Como vão as coisas em seu lar?
- Como sempre - respondeu a jovem - mas agora, eu sou diferente. 
B – Com respeito aos problemas insolúveis ou situações inevitáveis, devemos ser diferentes do normal das pessoas, e até, talvez da maneira como temos sido até aqui.

1 – Milton dizia que “não é uma desdita ser cego e sim não ser capaz de suportar a cegueira”.

- Para que chorar angústias e lutar por algo inevitável?  Por que não tomar pacientemente a cruz a ti destinada, e ser feliz com esta cruz?

2 – O grande psicólogo prático William James nos disse: 
“Aceita que seja assim. A aceitação do que tem sucedido é o primeiro passo para superar as conseqüências de qualquer desgraça”.
C – Elsie MacCormick opinava que “quando deixamos de lutar pelo inevitável deixamos em liberdade uma energia que nos permite criar uma vida mais rica”.

D – Os psicólogos têm muita fé neste princípio maravilhoso. O maravilhoso é saber que já o tinha exposto pelo nosso Senhor nas palavras do Sermão do Monte e que já citamos anteriormente. Depois de falar da confiança com a qual deveríamos enfrentar a vida Jesus disse: 
“Qual de vós por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” S. Mateus 6:27.

1 – Se com o preocupar-se uma pessoa pudesse crescer alguns centímetros, muitos viveriam com um complexo a menos, não é verdade?

2 – Mas também é certo que o complexo desapareceria se estivessem dispostos a aceitar - que é mais resignar-se - o inevitável.
Tenhamos fé em Deus:

1 – Salmos 46:10 diz: “Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus”.

2 – Por 40 anos, os filhos de Israel recebiam sua porção de maná no deserto, os vestidos não se gastaram:

3 – Davi disse no Salmo 37:25 “Fui moço, e já agora sou velho, porém jamais vi o justo desamparado nem sua descendência a mendigar o pão”.

4 – Nenhum cachorro perdeu o sono pensando se teria ossos amanhã.

5 – Nenhum esquilo morreu de ansiedade ao pensar no rigor do inverno.

ILUSTRAÇÃO


A – O  exemplo de um soldado que foi aprisionado durante a segunda guerra mundial pode nos ajudar. Foi encerrado numa cela semelhante a uma masmorra, mas durante todo cativeiro ele se manteve com um semblante alegre. Assobiava e cantava, a tal ponto que parecia sentir mais feliz do que os captores. Um dia o guardião perguntou-lhe o porquê de sua atitude e esta foi sua resposta: 
“Olhe aquela janela lá em cima. Quando olho para fora, posso ver o céu azul. Não há razão para desesperar-me enquanto continue estando ali.”

B – Ao ler parte do parágrafo das Sagradas Escrituras que já transcrevemos, sentir-nos-íamos inclinados a pensar que de certa forma é assim. O Senhor ensinou:

¨ Mateus 6:26 (p., NT) “Olhai as aves do céu”...
¨ Mateus 6:28 (p., NT) “Olhai os lírios”...
¨ Mateus 6:33 (p., NT) “Buscais, pois, em primeiro lugar o seu reino e a  sua justiça”.

C – O secretário de Oliver Cronwell teve que aprender esta lição. Foi enviado a Europa para uma missão importante. Deveria passar a noite num povoado da costa, para dormir. A preocupação o corroía e empurrava-o a dar voltas repetidas vezes em sua cama. 

De acordo ao velho costume, um servente dormia em seu quarto, e a verdade é que o fazia bem profundamente. Este fato o deixou ainda mais nervoso de maneira que terminou por despertá-lo. O servo, então, perguntou por que seu amo não podia descansar.

- Tenho medo que minha embaixada não saia bem - respondeu. Criando um pouco mais de confiança o servo voltou a falar:

- Senhor, posso tomar a liberdade de fazer-lhe uma pergunta ou duas?

- Claro que sim - concedeu o embaixador.

- Governava Deus o mundo antes que nós tivéssemos nascido? - perguntou timidamente o servo.

- Naturalmente.

- E Ele continuará fazendo-o depois de havermos morrido, senhor?

- Sem dúvida que sim.

- Então, meu amo - disse com mais segurança - por que não deixa que Ele governe agora também?

Poucos minutos depois ambos dormiam profundamente.
D –  O estudante preocupa-se com sua carreira e profissão.

- A mãe preocupa-se com o futuro dos filhos.

- O pai preocupa-se com o casamento e a formação do lar.

- O ancião preocupa-se com a sua saúde.
E – O apóstolo S. Pedro, que sem dúvida haverá estado entre os que escutaram os ensinamentos que, naquele dia, o Mestre partilhou na montanha, aconselha-nos: 
“Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós”. I S. Pedro 5:7.

G – Amigo, por que você também não faz esta prova? Você verá como os problemas que o preocupam neste momento diminuirão instantaneamente desde o momento em que você focalizar sua fé,  não importa se ela é pequena e fraca, no Todo Poderoso do universo.

ILUSTRAÇÃO


E agora encerremos esta conferência com a lição que nos conta um relato oriental. Aconteceu num desses reinos antigos.

Certo rei sentia-se aborrecido com um dos seus súditos e desejava eliminá-lo. No entanto, este cumpria com tanta fidelidade e eficiência suas responsabilidades que o monarca não encontrava uma forma para terminar com ele e ao mesmo tempo manter as aparências.

Um dia, apresentou-se-lhe a oportunidade esperada. Outro rei presenteou-lhe com uma magnífica coroa de ouro com a parte da frente preparada para colocar ali a inscrição que desejasse. Chamou o súdito, mostrou-lhe a coroa e ordenou-lhe:

- Você terá que encontrar a palavra que gravarei na coroa. Mas tem que ser uma palavra especial. Uma palavra que quando me encontrar deprimido, preocupado, mergulhado na angústia, levante meus ânimos e me leve ao plano da normalidade, e que quando me encontrar demasiado eufórico, chame-me à reflexão e me coloque novamente no plano da normalidade. 

Você terá tempo até amanhã para isso. Se até então não encontrar essa palavra, morrerá imperdoavelmente.

O pobre homem sentiu uma corrente gelada correr por sua coluna vertebral, seu rosto se enchia de um suor frio e as pernas lhe tremiam. Pensou em sua esposa, que ficaria desamparada, em seus filhos que tanto necessitavam dele; na injustiça da ordem e no inapelável que resultavam as palavras pronunciadas por um soberano, e em quem sabe quantas coisas mais...

Aquela tarde regressou à sua casa um pouco mais cedo que de costume. A esposa notou preocupação angustiosa que estava passando e interessou-se em saber o que acontecia.

Mas, por que preocupá-la também com algo que aparentemente não tinha solução? Negou-se em falar várias vezes, mas diante de cada negativa redobrava mais e mais sua determinação em saber o que estava acontecendo.

- O que acontece é que você não me quer mais, por isso não me confia mais os seus problemas.

- Minha querida, como você quer que eu lhe confiar meus problemas se não os tenho? - explicava o esposo.

- Como que não os tem se nem sequer quis jantar? É o que disse, já não me quer mais...!

Queridos amigos, vocês sabem como são as esposas, quando querem inteirar de alguma coisa, não é verdade? Pois finalmente aconteceu o que havia proposto. Foi pouco depois de deitar-se para dormir. O atribulado esposo deu tantas voltas na cama que não pode dormir e acabou contando a sua companheira o que havia acontecido.

Por isso é que estou preocupado, meu amor. Amanhã, na primeira hora do dia, o rei pedirá que lhe diga qual é essa palavra capaz de levantá-lo do poço de suas preocupações e fazê-lo sentir-se normal, e ao mesmo tempo com poder para fazê-lo descer dos cumes de sua euforia. E eu não sei qual é a palavra.

É por isso que está preocupado? - replicou a esposa. Mas, isso é muito simples! Eu sei qual é a palavra.

Pois diga-me: assim poderei dormir em paz!

Ah, não! Para que você aprenda a lição por não haver me dito antes, somente lhe direi amanhã bem cedinho.

De nada valeram as petições e mesmo as ameaças do esposo. A esposa voltou-se para o outro lado e logo depois, dormia tranquilamente. Os primeiros raios de sol encontraram o súdito daquele rei sem haver conciliado o sono. Apenas despertou sua mulher, quis conhecer a palavra exigida pelo monarca, mas ela disse:

- Depois do desjejum.

Esse foi o desjejum mais amargo que havia servido em toda sua vida, em troca a esposa tomou-o cheio de otimismo.

Finalmente, quando estava despedindo-se para ir rumo ao palácio, a esposa consentiu em dizer qual era essa palavra tão especial. O súdito sentiu que a alma lhe volvia ao corpo. Respirou como se todo o ar do mundo não fosse suficiente para encher seus pulmões e soltou um grande suspiro de alívio. Então exclamou:

- Mas claro, como não se me tinha ocorrido antes!

E foi satisfeito rumo ao palácio.

Sentado no trono, o monarca saboreava com antecipação o que cria que seria seu triunfo. Quando viu aparecer o súdito, perguntou-lhe maliciosamente:

- Você se lembrou da minha incumbência? Já tem essa palavra que quando me encontrar mergulhado no desânimo, nas preocupações e, talvez, no desespero, levante-me o ânimo como para levar-me à linha da normalidade, e que quando me encontrar exageradamente otimista, eufórico, pensando em tocar nas nuvens com minhas mãos, me faça descer ao plano da normalidade?

- Sim, majestade - respondeu serenamente o servo.

- Pois bem, diga-me

- Majestade, a palavra capaz de produzir os efeitos que você deseja é: Passará.

CONCLUSÃO


1 – Vivamos com plena fé em Deus.

2 – Um dia de cada vez.

3 – Aceitando o inevitável.

4 – Recordando que todo problema, por mais angustioso que seja, passará.

5 – Então desaparecerão as preocupações e poderemos desfrutar a paz dAquele que “Tem cuidado de nós”.!

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