quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A proclamação do segundo advento


Despertar as pessoas para a preparação — 
Vivemos na terminação da história da Terra. ... Está-se cumprindo a profecia. Logo virá Cristo com poder e grande glória. Não temos tempo a perder. Ressoe a mensagem com ferventes palavras de advertência. Por toda parte devemos persuadir os homens a arrepender-se e fugir da ira vindoura. Têm eles almas para salvar ou perder. 

Não haja indiferença neste assunto
Chama o Senhor obreiros que estejam cheios de ardente e decidido propósito. Dizei às pessoas que instem a tempo e fora de tempo. Com as palavras da vida nos lábios, ide dizer a homens e mulheres que está às portas o fim de todas as coisas. Conservemos a alma no amor de Deus. O brado de advertência deve ser dado. A verdade não deve enlanguescer-nos nos lábios. Devemos despertar as pessoas para que façam preparação imediata, porque pouco imaginamos o que está perante nós. Minha convicção está tão forte quanto sempre esteve de que estamos vivendo no último remanescente de tempo. Apresente cada instrutor uma porta aberta perante todos quantos, arrependendo-se de seus pecados, queiram ir a Jesus. — Carta 105, 1903. 

Proclamai-o em todas as terras — 
Fui instruída para apresentar palavras de advertência aos nossos irmãos e irmãs que estão em perigo de perder de vista a obra especial para esse tempo. ... Em cada país devemos proclamar a segunda vinda de Cristo, na linguagem [218] do revelador, que proclama: “Eis que vem com as nuvens, e todo o olho O verá.” — Testimonies for the Church 8:116 (1904). Chegou o tempo em que a mensagem da breve vinda de Cristo há de ressoar em todo o mundo. — Testimonies for the Church 9:24 (1909). 

A mensagem “o Senhor vem” — 
O Senhor vem. Erguei a cabeça e regozijai-vos. Oh! gostaríamos de pensar que os que escutam as boas novas, que proclamam o amor de Jesus, estivessem repletos de gozo inefável e glorioso. Esta é a boa, a alegre nova que deve eletrizar cada alma, que deve ser repetida em nossos lares, e proferida àqueles com quem nos encontramos nas ruas. Que nova mais jubilosa pode ser transmitida!... A voz do vigia fiel precisa ser ouvida agora ao longo de toda a fileira: “Vem a manhã, e também a noite.” Deve a trombeta dar sonido certo, pois estamos no grande dia de preparação do Senhor. — Carta 55, 1886. 

Não há tempo a perder — 
Fazei ressoar um alarme. Dizei às pessoas que o dia do Senhor está perto, e apressa-se grandemente. Ninguém fique sem ser advertido. Poderíamos haver estado no lugar das pobres almas que jazem em erro. Em conformidade com a verdade que recebemos antes das outras pessoas, somos-lhes devedores de lha comunicar. Não temos tempo a perder. As potestades das trevas estão agindo com energia intensa e, com passos furtivos, Satanás está avançando para apanhar os que agora dormem, como o lobo apanha sua presa. Temos advertências para transmitir agora, um trabalho que agora podemos fazer, mas logo será mais difícil do que imaginamos. ... A vinda do Senhor está mais próxima do que quando aceitamos a fé. O grande conflito aproxima-se de seu fim. Toda notícia de calamidade em mar ou terra é um testemunho de que o fim de todas as coisas está próximo. Guerras e rumores de guerras declaram-no. Haverá um só cristão cuja pulsação não se acelere ao prever os acontecimentos que se iniciam perante nós? O Senhor vem. Ouvimos os passos de um Deus que Se aproxima, ao vir Ele punir o mundo por sua iniqüidade. Temos que preparar-Lhe o caminho mediante o desempenho de nossa parte em preparar um povo para esse grande dia. — The Review and Herald, 12 de Novembro de 1914. 

O poder vital precisa acompanhar a mensagem — 
O poder vital precisa acompanhar a mensagem do segundo aparecimento de Cristo. Não devemos descansar sem que vejamos muitas almas convertidas para a bendita esperança da volta do Senhor. No tempo dos apóstolos a mensagem que proclamavam realizou um trabalho genuíno, desviando almas dos ídolos para servirem ao Deus vivo. O trabalho a ser feito hoje é justamente tão real quanto o foi aquele, Pregar as verdades características e a verdade, exatamente a mesma; apenas devemos proclamar a mensagem com tanto maior diligência quanto está mais próxima a vinda do Senhor. A mensagem para este tempo é positiva, simples, e da mais profunda importância. Precisamos agir como homens e mulheres que nela crêem. Esperar, vigiar, trabalhar, orar, advertir o mundo — este é o nosso trabalho. Todo o Céu está em atividade, empenhado em preparar-se para o dia da vingança de Deus, o dia do libertamento de Sião. O tempo de tardança está quase findo. Os peregrinos e estrangeiros que há tanto tempo estiveram em busca de um país melhor já quase chegaram a sua casa. Sinto como se devesse gritar bem alto: Rumo ao lar! Rapidamente nos estamos aproximando do tempo em que Cristo virá ajuntar para Si os Seus remidos. — The Review and Herald, 13 de Novembro de 1913. 

Todos os sermões à luz da vinda de Cristo — 
As verdades da profecia estão entrelaçadas e, ao estudarmo-las, formam elas um belo conjunto de verdades cristãs práticas. Todos os sermões que proferirmos devem revelar claramente que estamos esperando a vinda do Filho de Deus, e por ela trabalhando e orando. Sua vinda é a nossa esperança. Esta esperança deve estar vinculada com todas as nossas palavras e atos, com todos os nossos relacionamentos e amizades. — Carta 150, 1902. 

A chave da história —
 A compreensão da esperança da segunda vinda de Cristo é a chave que abre toda a história futura e explica todas as lições do futuro. — Carta 218, 1906. 

O efeito da pregação do segundo advento — 
A segunda vinda do Filho do homem deve ser o tema maravilhoso a ser mantido perante o público. Este assunto não deve ser omitido de nossos sermões. As realidades eternas devem ser conservadas em mente, e as atrações do mundo aparecerão tais como são, inteiramente inúteis como vaidades. Que haveremos de fazer com as vaidades do mundo, seus louvores, suas riquezas, suas honras e seus prazeres? Somos peregrinos e estrangeiros que aguardamos a bem-aventurada esperança, o glorioso aparecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e por ele ansiamos e oramos. Se cremos isto e o introduzimos em nossa vida prática, que ação vigorosa não inspirará essa fé e esperança; que fervente amor mútuo; que vida esmerada e santa para a glória de Deus; e no respeito que manifestarmos pela recompensa do galardão, que fronteiras nítidas de demarcação serão comprovadas entre nós e o mundo! — Manuscrito 39, 1893. 

Mantende-a perante o público — 
A verdade de que Cristo vem deve ser mantida perante toda mente. — Carta 131, 1900. 

Precaução contra expressões que estabeleçam datas — 
Deus pôs sob o Seu domínio os tempos e as estações. E por que nos não concedeu Deus esse conhecimento? Porque se no-lo concedesse, não faríamos dele uso correto. Desse conhecimento resultaria um estado de coisas tal entre nosso povo que retardaria grandemente a obra de Deus na preparação de um povo que subsista no grande dia que está para vir. Não nos devemos absorver com especulações relativas aos tempos e estações que Deus não revelou. Jesus mandou que os discípulos “vigiassem”, mas não por um tempo determinado. Seus seguidores devem estar na situação de quem espera as ordens do seu comandante; devem vigiar, esperar, orar e trabalhar à medida que se aproxima o tempo da vinda do Senhor; mas ninguém poderá predizer justamente quando chegará esse tempo, porque “daquele dia e hora ninguém sabe”. Não podereis dizer que Ele virá daqui a um ano, ou dois, ou cinco anos, nem deveis postergar a Sua vinda com declarar que não se dará antes de dez ou vinte anos. ... Não nos é dado saber o tempo definido, nem do derramamento do Espírito Santo, nem da vinda de Cristo. — The Review and Herald, 22 de Março de 1892.

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