domingo, 8 de janeiro de 2017

Quem estão certo, os pastores de hoje, ou os do passado?

Lendo o acervo da Revista Adventista, encontrei o texto abaixo.
O mesmo trata da preocupação de um leitor sobre a música Rock. O redator da revista lhe deu a resposta a seguir. Como hoje Rock, e outras baladas estão se tornando comum, no cancioneiro popular cristão, no que eu chamo de MPA, (música popular adventista) fica a pergunta:
Quem esta errado, os pastores do passado, ou os atuais, que apoia e até divulgam tais músicas, e ou promovem cantores de gosto duvidoso, que saem pelas igrejas fazendo Turner, e divulgando os tais Cds/ Dvds?

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Músicas Não Recomendáveis 

Adventista batizado e conhecedor das nossas doutrinas, e que se revela grande apreciador de músicas populares, de músicas de "jazz" e, ultimamente, com especialidade o "rock'n roll", chegando a adquirir discos de tais músicas, gastando precioso tempo em ouvi-las e convidando irmãos a apreciá-las, pode ter cargo de direção na igreja? — C. A. 

Que pena! Que gosto estragado! Que ausência de cultura artística — a não falar em comezinha cultura religiosa! Esse "adventista" deve quanto antes dar, a toda essa escória, o fim que Moisés deu ao bezerro de ouro dos israelitas idolatras, junto ao Sinai (Êxodo 32). Tal irmão não merece cargo nenhum na igreja. Deve ser solicitado a mudar de atitude. Apresentem-se-lhe alguns dos muitos trechos do Espírito de Profecia sobre o assunto, como por exemplo o capítulo 97 de Mensagens aos Jovens 

("Mau Emprego da Música"), págs. 293 e 294. 

Há certa vaidade curiosa, que os homens têm a tendência de cultivar : é a de pretender achar bonito, artístico e estético tudo que seja moderno ou que venha de rodas presumidamente cultas, de círculos da chamada alta ' sociedade. 
A pintura modernista, por exemplo, só permite que se descubra o sentido de seus quadros quando têm legenda bem explícita, ou cicerone muito imaginoso. No entanto, pessoas supinamente vaidosas, para darem aos outros impressão de muito cultas e entendidas, embasbacam-se diante de uma dessas telas esdrúxulas e ininteligíveis e a elas queimam o incenso das mais estapafúrdias exclamações a que a gíria, também moderna, deu foros de vernaculidade. Isso, mesmo que não descubram o sentido que a fantasia do pintor atribui à sua obra de arte! 
Essa mesma vaidade estulta entendem alguns dever manifestar para com a música mais corrente da época. Será possível que uma pessoa de bom gosto artístico descubra melodia, edificação e encanto numa sucessão de ruídos desconexos, ou de sons esganiçados, sensuais e arrítmicos, que arranham, que batem, que raspam, e rasgam, e contundem, e ferem, e enervam, e atordoam, e exasperam, e alucinam?! 
O "rock and roll", então, em S. Paulo foi até caso de polícia. E é desoladoramente triste ouvir que haja membro da igreja de gosto tão deturpado e consciência tão adormecida que aprecie semelhantes aberrações!  

( grifos acrescentados )

Fonte - Revista Adventista. Agosto 1957 Pag. 30

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