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domingo, 6 de setembro de 2026

Nacionalização do Regime Alimentar

 

Nacionalização do Regime Alimentar

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TANTO a Bíblia como os Testemunhos não são tratados metafísicos, meros devocionários, ou escritos que só tratem de coisas de interesse eterno. É bem certo que esses temas aí se encontram em abundância, e são, não há dúvida, os mais necessários ao homem, em sua dolorosa peregrinação terrestre. Mas a Bíblia e os Testemunhos interessam-se também nas coisas que concernem à vida passageira que nos toca por sorte neste mundo.

Assim é que, por exemplo, o próprio Jesus, na oração mais formosa e mais concisa e completa que possa existir, ensinou-nos a pedir "o pão nosso de cada dia." E nos Testemunhos a irmã White discorre muito sobre as nossas necessidades materiais, a ponto de dizer, por exemplo, que num pão bem preparado e bem assado existe mais religião do que num sermão.

De maneira que as necessidades temporais, quando não prejudiquem a conduta espiritual, podem e devem fazer parte de nossas cogitações. É próprio orarmos pelo pão material, e trabalharmos arduamente para que não falte em nossa mesa, e o possamos repartir com os pobres que nos rodeiam.

"Pão" não é só o que fazemos de farinha ou fubá. É tudo que comemos para nosso sustento. É nossa mesa, nossa alimentação. E aqui há ainda entre nós grande obra a realizar. Desaconselhamos, com justa razão, os alimentos cárneos, as más combinações, os pratos por demais complicados. Na ânsia de aperfeiçoarmos nosso cardápio, recorremos muitas vezes (ou julgamos que deveríamos recorrer) a pratos exóticos, caríssimos, fora do alcance da quase totalidade dos membros e dos obreiros.

Assim é que vemos em nossas publicações e ouvimos em reuniões e aulas sobre o magno assunto, instruções e receitas em que figuram ingredientes os mais raros entre nós, frutas as mais inalcançáveis por nossa bolsa. Uma nossa revista, dedicada especialmente aos obreiros, recomenda, entre outras coisas menos exóticas, por exemplo, "cerejas com pêssegos em fatias... Molho de maçãs nas passas de uvas ou frutas secas retalhadas, com tâmaras... Ameixas ou outra fruta seca. Maçãs assadas são sempre benquistas nos desjejuns, e também o molho de maçãs... Não é sempre necessário servir cereal cozido em tijela com leite ou nata; procure, para variar, servi-lo com nozes moídas ou retalhadas, fazendo pequenos pastéis que se deixam tostar no forno... Se você é amigo de açúcar nas sopas de cereais, experimente usar passas, tâmaras ou outras frutas..." (O Ministério Adventista, nov. e dez. de 1959.)

Tudo muito bonito, e sem dúvida muito gostoso. Muito apropriado, também, para outro hemisfério, que não o nosso. Mas existirá entre todos os nossos leitores algum felizardo que consiga outra coisa que não "ver com os olhos e lamber com a testa" essas iguarias?

Em umas aulas, aliás muito interessantes e úteis, ministradas sobre a arte culinária em uma de nossas grandes igrejas, distribuiu-se um cardápio-modelo, para uma semana. Muito bonito, também esse. Pratos excelentes. Mas... as maçãs não perdoavam um dia sequer. Lá estava: maçã, maçã, maçã, maçã, maçã, maçã, maçã — sete vezes.

Ora, tudo isso, acreditamos, não é resultado de pedantismo, ou desse malfadado esnobismo que leva, por exemplo, as quitandas de centro de cidades grandes a exibirem as mais caras frutas estrangeiras, e se envergonharem de vender mamão, banana ou manga. Deve ser apenas ausência de maiores conhecimentos de nutricionismo, ou melhor, carência de vozes autorizadas para nos instruir e orientar. Não é, também, que nos faltem autoridades capazes disso. Tão atarefados se encontram, porém, nossos médicos e nutricionistas na solução de problemas talvez mais importantes e mais urgentes, que ainda não tiveram tempo de se dedicar ao estudo do problema alimentar nosso, adventista e brasileiro.

Certo, ninguém negará que temos, neste abençoado Brasil, recursos iguais, se não superiores aos de outros países, em matéria de artigos de alimentação capazes de satisfazer a todos os requisitos da nutrição suficiente, racional e sadia.

A um leigo no assunto, falece conhecimento e autoridade para recomendar se substitua a maçã pela banana, a cereja pela jabuticaba ou a tâmara pelo mamão. Mas há de haver, em nosso mercado, gêneros e frutas mais que adaptados a substituir todos os gêneros e frutas estrangeiros.

Nozes européias? — E os nossos cocos, de tantas espécies? nossa castanha do Pará, nossa castanha de caju, nosso pinhão, nosso humilde e desprezado amendoim?

Maçãs, cerejas, ameixas, tâmaras, passas? — E as nossas bananas (dezenas de espécies), mamão, abacate, manga, laranja, abacaxi, melancia, melão, jabuticaba, goiaba, pitanga, genipapo, mangaba, marmelo, romã, tangerina, fruta-pão, fruta de conde, sapota, jambo, graviola, caju, lima, carambola, amora, ingá, jaca, assai, maracujá, caqui, tamarindo, cambucá, abio, ubaia, araçá, pitomba, grumixama, guabiroba, jatobá?

Sim, vivemos num país abençoado, em que medram nativas, ervas ricas de vitaminas como o caruru, a serralha, a beldroega e a azedinha —

Revista Adventista. - Julho 1960 - Pg. 1

sábado, 5 de setembro de 2026

Religião Positiva

 

Religião Positiva

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ESTAVA um obreiro em visita a um casal de interessados, quando entra na sala a mãe da senhora. Após a troca de cumprimentos, observa ela:

- Os senhores são muito estreitos: para ingressar em sua igreja não se pode usar uma jóia, um brinco, uma vaidadezinha qualquer... Os senhores tolhem a liberdade da gente!

- Ah! respondeu o obreiro; a senhora se aproxima da religião pelo lado negativo. Temos de considerá-la pelo ângulo positivo. A religião não são proibições, restrições. Em vez de dizer: "A religião me proíbe fumar, beber, dançar", digamos: Graças à minha religião, libertei-me dos vícios. Já não tenho prazer em fumar, beber, dançar. Estou livre desses embaraços e despesas." Temos de ver nessas chamadas proibições, bênçãos e privilégios. A religião é liberdade, e não escravidão...

Ignoramos se a ligeira observação do obreiro, naquele dia, teve alguma influência sobre a atitude mental da distinta senhora. O que sabemos é que poucos meses depois èsse mesmo obreiro teve a satisfação de ministrar o batismo àquela senhora, já livre das incômodas peias de suas dantes acariciadas "vaidades inocentes". E é de ver-se a alegria que, apesar da tremenda oposição que sofre, se lhe estampa no rosto, nos gestos e palavras!

E assim é. O povo, em geral, tem idéia muito acanhada da religião, e especialmente da fé adventista. Os do mundo a têm, e entre nós mesmos, há os que participam, em ponto menor, dessa idéia tacanha e perigosa.

É que os crentes se dividem em dois grupos, que assim se podem definir: os que são melhorados, aperfeiçoados, transformados pela verdade que abraçaram, e os que não permitem que tal se dê, preferindo deixar-se enlear ainda pela sedução dos chamados prazeres. São os saudosistas do Egito. Como a mulher de Ló, olham ainda para o que tiveram de deixar atrás. Quais israelitas murmuros, têm e nutrem saudades do que o Egito do pecado lhes proporcionava. A verdade não se apoderou dêles. Possuem a verdade, mas esta não os possui. Não foram por ela tomados, transformados. Não se entregaram incondicionalmente a el. Fazem reservas mentais - às vezes numerosas...

Nos olhos, nos gestos, no coração, lobriga-se-lhes a queixa tácita: "Que pena! Quanta coisa tive que deixar, para me tornar adventista! Podia haver menos rigor... Aquêle cigarrinho perfumado... o delicioso cálice de vinho do Porto... e o cinema ali da esquina... e os rodopios no salão de baile..." 

Revista Adventista - Agosto 1960 - Pg. 1

Como Devemos Orar

 

Como Devemos Orar

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HÉLIO CRUZ

MUITAS pessoas consideram a oração um S.O.S., pedindo a Deus alguma coisa de que necessitam numa emergência. Quando não sabem mais o que fazer, dizem: "Acho que agora só nos resta orar."

A oração, entretanto, deve ser como a respiração — uma resposta diária ao nosso Pai celestial que nos deu a vida. Bàsicamente, há cinco coisas que devemos fazer em nossas orações:

* Louvar a Deus. Como o poder de Deus é infinito, nossa admiração e nosso respeito por Ele devem ser irrestritos. Por conseguinte, nosso sentimento em relação a Sua Pessoa tem um nome reservado para Êle sòmente: Adoração. A prece de adoração começa com um simples reconhecimento do que Deus é, e passa à meditação sobre Sua misteriosa grandeza e Seu cuidado para conosco.

* Pedir Perdão. Mais do que qualquer Pai terreno, Deus tem tido trabalho para fazer-nos compreender que Ele está disposto a nos perdoar. Podemos apresentar-Lhe, portanto, os nossos pecados, pois sabemos que Seu amor e Sua acolhida nos esperam. "Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo." I S. João 2:1. Com esta base, não nos entregaremos ao desespêro de nos vermos como realmente somos.

* Dar Graças. Nós, cristãos, salientamos a ação de graças pela redenção do mundo através de Jesus Cristo, mas agradecemos a Deus por outras coisas também. Há o fato de simplesmente estarmos aqui neste mundo, e o fato de Deus o manter em funcionamento. Nós Lhe agradecemos pelos bons momentos, pela boa alimentação, por nos livrar de cair em tentação etc. Este tipo de oração aumenta, na verdade, nossa alegria, porque nos torna mais sensíveis às boas coisas da vida, intensifica nossa apreciação e nos ajuda a sermos mais modestos e amáveis. Essa não é, porém, a razão principal da oração; a motivação certa para ela é ceder a Deus o que Lhe é devido


Revista Adventista - Janeiro 1970 - Pg. 14

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Mensagem de advertência final.

 Mensagem de advertência final.

                Ao mundo e à igreja.


1.             Promessas

·     Voltarei. -  João 14: 1-3

·     Estarei convosco todos os dias -  Mat. 28: 19, 20 

2.             Certezas

·     Quem crer em Jesus, não perece, mas tem a vida eterna. João 3:16.

·     Quem crer e for batizado será salvo. Marcos. 16: 15, 16 

3.             Urgência

·     Os Anjos tocam as trombetas. Apoc. 14; 6 e 7

·     Nosso dever é fazer nossa parte. Também devemos tocar a Trombeta e pregar a mensagem com zelo e fervor. Joel 2: 1 – 3

·     Tocar com urgência. Sofonias 1: 14 - 18

4.             Poder para essa cumprir Missão

·     Jesus prometeu o Espírito Santo. Atos 1: 8

·     No antigo testamento a promessa já havia sido feita. Joel. 2: 28, 29                                                    

5.             Que devemos fazer para receber o Espírito Santo?

·     Converter.  Joel 2: 12. 13

·      Jejuar. Joel 1: 14.

·     Buscar com fervor. Sofonias 2: 3

·     Congregar o povo e santificai a congregação, e chorar por santificação. Joel 2; 16, 17           

 Qual é nossa situação atual?

Deplorável Convicção Está Ganhando Terreno

Ellen White

“Está ganhando terreno no mundo a convicção de que os adventistas do sétimo dia estão dando à trombeta um sonido incerto, de que estão seguindo os caminhos dos mundanos. Há em... (Battle Creek e hoje na igreja atual) famílias que se estão separando de Deus, planejando contrato de casamento com os que nenhum amor têm a Deus, com os que levam vida frívola, os que nunca praticaram a abnegação, e não sabem por experiência o que significa ser colaboradores de Deus. 

Coisas estranhas estão sendo tramadas. Aspectos falsos do cristianismo estão sendo recebidos e ensinados, e que prendem a alma na falácia e engano. Os homens estão andando à luz das centelhas que eles mesmos acenderam.

Os que amam e temem a Deus não descerão ao nível do mundo, escolhendo a companhia dos vãos e levianos.

Não ficarão encantados com os homens e mulheres que não são convertidos. Eles testemunharão de Jesus e então Jesus os defenderá.  Test Para Ministros 1. Pag. 86, 87 

 O Preparo Para o Encontro

Test. Seletos. Vol. 1 - Pag. 23 

“Vi que não devemos retardar a vinda do Senhor. Disse o anjo: "Preparai-vos, preparai-vos para o que há de vir sobre a Terra. Correspondam vossas obras à fé que professais." Vi que a mente deve estar firme em Deus, e que nossa influência deve testemunhar de Deus e Sua verdade.

Não podemos honrar o Senhor quando somos descuidosos e indiferentes. Não O podemos glorificar quando estamos desalentados. Cumpre-nos ser sinceros para assegurar a salvação da própria alma, e para salvar a outros. Devemos dar a isto toda a importância, e tudo mais deve vir em segundo lugar.

Vi a beleza do Céu. Ouvi os anjos cantarem seus cânticos arrebatadores, rendendo louvor, honra e glória a Jesus. Pude então avaliar alguma coisa do assombroso amor do Filho de Deus. Ele abandonou toda a glória, toda a honra que tinha no Céu, e tão interessado estava em nossa salvação, que suportou paciente e mansamente toda a indignidade e desprezo que o homem sobre Ele pôde amontoar.

Foi ferido, machucado, moído; foi estendido na cruz do Calvário, e sofreu a mais angustiosa das mortes, para que da morte nos salvasse; para que fôssemos lavados em Seu sangue, e ressuscitados para viver com Ele nas mansões que está preparando para nós, e pudéssemos desfrutar a luz e a glória do Céu, ouvir os anjos cantarem, e com eles cantarmos também.

Vi que todo o Céu está interessado em nossa salvação; e seremos nós indiferentes? Seremos descuidosos, como se fosse coisa de pouca importância o sermos salvos ou perdidos? Menosprezaremos o sacrifício feito por nós? Alguns assim têm feito. Têm brincado com a misericórdia que lhes é oferecida, e o desagrado de Deus está sobre eles. 

O Espírito de Deus não será para sempre ofendido. Retirar-Se-á, caso seja ofendido por um pouco mais de tempo. 

Depois de ter sido feito tudo quanto Deus podia fazer para salvar os homens, caso eles mostrem por sua vida que menosprezam a oferecida misericórdia de Jesus, a morte será o quinhão deles. Será uma terrível morte; pois terão de sofrer a angústia sentida por Cristo, na cruz, a fim de adquirir para eles a redenção que recusaram. E compreenderão aí o que perderam - a vida eterna, a herança imortal. O grande sacrifício feito para salvar almas, mostra-nos o valor delas. Uma vez perdida a preciosa alma, está perdida para sempre”.

O Anjo com as Balanças

Vi um anjo com balanças na mão, pesando os pensamentos e interesses do povo de Deus, especialmente dos jovens. Num prato estavam os pensamentos e interesses que tendiam para o Céu; no outro achavam-se os que se inclinavam para a Terra. 

E nessa balança era lançada toda leitura de livros de histórias, pensamentos acerca do vestuário e exibição, vaidade, orgulho, etc. Oh! que momento solene! Os anjos de Deus em pé com balanças, pesando os pensamentos de Seus professos filhos - aqueles que pretendem estar mortos para o mundo e vivos para Deus! O prato cheio dos pensamentos da Terra, vaidade e orgulho, desceu rapidamente, e não obstante peso após peso rolou do prato.

O que continha os pensamentos e interesses que se voltavam para o Céu subiu ligeiro enquanto o outro descia e, oh! Quão leve estava ele! Posso relatar isso pelo que vi, mas nunca poderei dar a impressão solene e vívida gravada em minha mente, ao ver o anjo com a balança pesando os pensamentos e interesse do povo de Deus. Disse o anjo: "Podem esses entrar no Céu? Não, não, nunca. Diga-lhes que a esperança que agora possuem é vã, e a menos que se arrependam depressa e obtenham a salvação, hão de perecer."

Uma forma de piedade não salvará ninguém. Todos devem possuir profunda e viva experiência. Unicamente isto os salvará no tempo de angústia. Então será provada de que espécie é sua obra; e se ela for ouro, prata e pedras preciosas, eles serão ocultos na fortaleza do Senhor. Mas, se sua obra for madeira, feno ou palha, coisa alguma os poderá proteger do furor da ira de Jeová.

Dos jovens, bem como dos de mais idade, será exigida uma razão da esperança que têm. Mas a mente destinada por Deus para coisas melhores, formada para servi-Lo perfeitamente, tem-se fixado em coisas destituídas de senso, em vez de nos interesses eternos. A mente que é deixada a vaguear aqui e ali está tão apta a compreender a verdade, a prova bíblica da observância do sábado e o verdadeiro fundamento da esperança cristã, como a estudar a aparência, as maneiras, o vestuário, etc. E os que dão rédea solta à mente para divertir-se com histórias tolas e contos ociosos, alimentam a imaginação, mas o brilho da Palavra de Deus lhes fica eclipsado. A mente é desviada diretamente de Deus. É destruído o interesse em Sua preciosa Palavra.

Nosso Livro-Guia

Foi-nos dado um livro para nos guiar os pés através dos perigos deste mundo escuro, em direção ao Céu. Diz-nos como podemos escapar da ira de Deus, e conta-nos também os sofrimentos de Cristo por nós, o grande sacrifício feito a fim de sermos salvos e desfrutarmos para sempre a presença do Senhor. E se alguém estiver em falta afinal, tendo ouvido a verdade como tem ouvido nesta terra esclarecida, será sua própria culpa; será indesculpável. A Palavra de Deus diz-nos como nos podemos tornar cristãos perfeitos, e escapar às sete últimas pragas. Mas eles não tiveram nenhum interesse em verificar isto. Outras coisas lhes distraíam a mente, acariciaram ídolos, e a santa Palavra de Deus foi negligenciada e desprezada. Por professos cristãos Deus foi considerado de pouca importância, e quando Sua santa Palavra os julgar no derradeiro dia, serão encontrados em falta.

Essa Palavra que eles negligenciaram por tolos livros de histórias, (hoje: jogos, desenhos, filmes novelas etc.) lhes servirá de prova para a existência. Ela é a norma; seus motivos, palavras e obras, e a maneira por que empregam o tempo, serão todos comparados com a Palavra de Deus escrita; e se estiverem em falta então, seus casos estarão decididos para sempre

Nosso Único Modelo

Vi que muitos se comparam entre eles mesmos, e comparam sua vida com a de outros. Não deve ser assim. Ninguém, senão Cristo, nos é dado como exemplo. Ele é nosso verdadeiro modelo, e todos devem esforçar-se por imitá-Lo. Ou somos coobreiros de Cristo, ou coobreiros do inimigo. Ou ajuntamos com Cristo, ou espalhamos.  Ou somos cristãos decididos, de todo o coração, ou nada somos. Diz Cristo: "Oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da Minha boca." Apoc. 3:15 e 16.

Vi que muitos, mal sabem ainda o que seja abnegação ou sacrifício, ou o que seja sofrer por amor da verdade. Mas ninguém entrará no Céu sem fazer algum sacrifício. 

Cumpre cultivar o espírito de abnegação e sacrifício. Alguns não se sacrificaram a si mesmos, a seu corpo, sobre o altar de Deus. Condescendem com o temperamento caprichoso, impulsivo, satisfazem os próprios apetites e cuidam dos próprios interesses egoístas, sem consideração para com a causa de Deus. Os que estiverem dispostos a fazer qualquer sacrifício pela vida eterna, tê-la-ão; e vale a pena que soframos por sua causa, que por ela crucifiquemos o próprio eu, e sacrifiquemos todo ídolo.

O excelente peso eterno de glória absorve tudo, e eclipsa todo prazer terreno. -Testemunhos Seletos. Vol. 1. Págs 23 – 26


Conclusão

1.             Jesus nos deu promessas e certezas

· Salvação Gratuita e Voltará para nos buscar

·     Pede urgência

·     Prometeu poder do Espírito Santo

2.             Para receber este poder devemos:

·     Nos converter

·     Jejuar

·     Buscar com fervor. Os Pastores, anciãos e o povo em geral

·     Congregar o povo na igreja

·  Nossa situação não é boa. 

    Mas poderemos mudar

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