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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Papa Francisco convoca os evangélicos para Sinodo Anual



A única igreja que sempre pregou, que haveria uma união de igrejas diferentes (ecumenismo) união essa, liderada pelo Papa, foi a igreja adventista do sétimo dia; e essa união resultaria em perda da liberdade religiosa e perseguição a quem não aceitasse
Os evangélicos não acreditavam e diziam que essa união nunca aconteceria; diziam que os protestantes não abandonariam os princípios da Reforma, para se juntar, outra vez, ao catolicismo
Diziam ainda, que esse discurso, de união de igrejas e ecumenismo, era paranoia dos adventistas, por causa da doutrina do sábado
O tempo passou, e ficou provado que os adventistas estavam certos. O ecumenismo esta chegando a passos largos, e os evangélicos, estão vibrando. Estão aceitando com mais fervor, do que se imaginava. Não estão apenas aceitando, estão promovendo.
logo, Logo, em nome da família, do meio ambiente, da ecologia, da economia mundial, ou seja lá do que for; os católicos, protestantes, e espíritas, estarão de mãos dadas, e quem ficar de fora dessa tríplice aliança, será perseguido
Cumprir-se-á o que, Ellen White escreveu, e os adventistas pregam há mais de cem anos

"Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência." (O Grande Conflito, p. 588).

Veja a matéria a seguir
CIDADE DO VATICANO, 22 ago 2016 / 05:52 (CNA)

.- O Papa Francisco, através do Secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, enviou um telegrama para os valdenses e metodistas Igrejas chamadas para o Sínodo anual eles estão celebrando nestes dias, nos quais pretende que as diferenças entre católicos e ambas as confissões "não impede que encontrar formas de colaboração no campo da evangelização".

Além disso, a mensagem que o Papa deseja colaborar "a serviço dos pobres, dos doentes e migrantes e o cuidado da criação".

Francisco "é executado a sua cordial saudação" e assegurou os participantes no Sínodo "uma particular lembrança na oração e invoco do Senhor o dom de andar com sinceridade de coração para a plena comunhão para testemunhar em efetivamente Cristo a toda a humanidade vai juntos para enfrentar os homens e mulheres de hoje para transmitir o coração do Evangelho ".

"O Papa invoca o Espírito Santo para nos ajudar a viver esta comunhão que precede cada contraste e nos dar misericórdia e paz do Senhor", ele conclui.

O Santo Padre visitou a Igreja Valdense na cidade italiana de Turim, em 23 de Junho de 2015. A Igreja Metodista e da Igreja Valdense são duas igrejas protestantes ou evangélicos.

Fonte - A Ultima advertencia 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Igrejas se unem para promover “avivamento final”

Desde criança, que eu ouço falar de ecumenismo, união das igrejas, falsos reavivamentos, união do catolicismo com o protestantismo e desse com o espiritismo. Dizia-se que esse, ou esses, movimentos, culminaria com perseguição religiosa aos que deles discordassem
Lá na roça, onde morávamos, os irmãos simples, de pouca escolaridade, mais muitos dedicados à leitura da Bíblia e dos escritos de Ellen White, afirmavam categoricamente. "Haverá no futuro a união das igrejas, todas as igrejas protestantes se submeterão à supremacia do Papa, e lhes obedecerão cegamente, e quem se recusar, será perseguido e até mortos". Eu ouvia e ficava com medo. Porem, me consolava com o pensamento que essas coisas não iriam acontecer no meu tempo; seria para um futuro distante.
Hoje vejo o ecumenismo caminhando a passos largos. O que nossos pregadores lá da roça pregavam está se cumprindo ao pé da letra, as igrejas estão se unindo, e os evangélicos, estão se convertendo ao catolicismo.
Errado esta eu, em achar que essas coisas não aconteceriam no meu tempo. 
O ecumenismo esta aí, e a perseguição virá no rastro do mesmo. Quem viver verá

Veja a matéria abaixo, do Jornalista e escritor, Michelson Borges


Igrejas se unem para promover “avivamento final” 


Contrafação que antecede o fim
O movimento mundial conhecido como “nova reforma apostólica” é liderado por Peter Wagner. Há muitos anos, ele e pregadores como Cindy Jacobs (que já esteve no Brasil) vêm anunciando que a igreja necessitaria de uma mudança na sua maneira de agir como uma preparação para a segunda vinda de Jesus. Um desses “sinais” seria uma restauração do ministério apostólico. A revista Charisma, maior publicação pentecostal do mundo, deu destaque nesta semana para uma série de profecias que os membros desse movimento estão divulgando desde o início do ano. São dez palavras proféticas vindas de líderes de diferentes países, mas todas com a mesma mensagem básica. Catherine Brown e Marshall Cross (Escócia), Alice Cresswell (Inglaterra) e sete outros líderes norte-americanos (incluindo Wagner e Jacobs) reuniram suas revelações em um documento.

“O Senhor confirma que a igreja como um todo viverá um novo tempo e, consequentemente, precisa edificar sobre o fundamento apostólico e profético apresentado em Efésios 2:20”, diz o material compilado pelo pastor Thomas Harry. Eles afirmam que essa é a direção do Espírito Santo que deve ser comunicada à igreja global.

“Certamente, trata-se de uma das palavras mais importantes para a igreja em muitos anos”, afirma Harry, que lidera a Igreja do Evangelho Pleno de Falkirk, na Escócia. Através do relato de uma série de sonhos, visões e revelações, os dez profetas citados por ele estabelecem que no ano que vem ocorrerão sinais inegáveis disso. [Sim, e no ano que vem, também, será realizado um megaencontro de várias igrejas nos EUA, com a participação do papa Francisco.]

“A maioria de nós percebe que há um grande mover de Deus chegando e o Senhor quer garantir que estamos com as nossas bases prontas para isso... Acredito que será a maior mudança na Igreja desde a Reforma”, escreveu Thomas.

Segundo a Charisma, existem mais de 40 “promessas proféticas” que foram reveladas desde novembro de 2014 e que apontam para mesma coisa. Seria o avivamento final, que se espalharia por toda a Terra.

O Brasil possui ministérios ligados a esse movimento mundial. Por aqui, foi formado o Conselho Apostólico Brasileiro, mas não há nada no site oficial da entidade sobre o assunto.

O pastor Augustus Nicodemus Lopes escreveu sobre o crescimento desse movimento apostólico, que no Brasil já reúne centenas de apóstolos. Segundo ele, “os adeptos desse movimento acreditam que ele seja um complemento necessário, ainda que tardio, à Reforma do século 16, a qual teria deixado inacabado o restabelecimento, na igreja, dos dons espirituais mencionados na Bíblia”.

Mas sua conclusão é que seus ensinamentos são “estranhos ao cristianismo histórico” e carecem de embasamento bíblico, estando frequentemente baseados apenas em experiências pessoais.


Nota: Concordo com o pastor Nicodemus e vou além: a verdadeira Reforma sempre foi fundamentada na Palavra de Deus, no estudo profundo e racional dela, não em experiências de transe místico como as verificadas em igrejas pentecostais (se quiser estudar o que a Bíblia diz sobre o tal “dom de línguas”, clique aqui). Não é estranho que pessoas que dizem ter contato direto com Deus por meio do Espírito Santo não tenham sido avisadas pelo mesmo Espírito Santo que inspirou as Escrituras que o sábado é o dia do Senhor; que certos alimentos e bebidas devem ser evitados, pois poluem o templo do Espírito Santo e embotam o discernimento; que o ser humano não tem uma alma fantasmagórica e imortal dentro dele; etc.? Reconheço que há nessas igrejas muitas pessoas sinceras que amam a Deus de todo o coração. Mas a verdadeira reforma e o verdadeiro reavivamento só poderão ocorrer se forem calcados na Palavra de Deus. Os realmente sinceros compreenderão isso e tomarão sua decisão.

A verdade é que esse “reavivamento” emotivo é um dos eventos que antecedem a volta de Jesus, sendo uma contrafação do verdadeiro reavivamento. Note o que escreveu Ellen White há mais de cem anos: “Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão” (O Grande conflito, p. 464).

E escreveu também: “Em muitos dos reavivamentos ocorridos durante o último meio século, têm estado a operar, em maior ou menor grau, as mesmas influências que se manifestarão em movimentos mais extensos no futuro. Há um reavivamento apenas emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para desviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza desses movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. E, pela regra que o próprio Cristo deu – ‘por seus frutos os conhecereis’ (Mt 7:16) – é evidente que esses movimentos não são obra do Espírito de Deus (Reavivamento e Seus Resultados, p. 10). [MB]

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O ecumenismo de Francisco

O cerco esta se fechando. O que temíamos a anos, hoje vemos se cumprindo aos nosso olhos. Lembro-me que quando criança, la na roça, no interior do Maranhão, estudávamos as profecias, e os pregadores afirmavam: "Haverá  um tempo em que todas as religiões irão se unir, e quando isto acontecer, virá a perseguição religiosa". Nós, crianças, ficávamos com medo desse tempo que viria; mas nos consolava, a ideia, que não veríamos esse tempo, que estas coisas se dariam muito tempo depois de nós.

Hoje é o assunto do momento. Parece que o Papa Francisco, esta realmente disposto, a cumprir todas as profecias relativas ao ecumenismo, decreto dominical, e implantação do sinal da besta obrigatório. 
Pelo menos, em se tratando de Ecumenismo, o papa esta disposto que isso aconteça a qualquer custo
Pode até não ser ele, mas duvido que venha outro papa com tanta vontade de cumprir as profecias quanto este

Veja a matéria a seguir, publicada na Revista Adventista


O ecumenismo de Francisco

Em sua visita a Cuba e aos Estados Unidos, papa investe na aproximação com diversos grupos religiosos
O-ecumenismo-de-Francisco---creditos-da-imagem-Flickr“Eu cá, não perco ocasião de religião. Aproveito de todas. Bebo água de todo rio… Uma só para mim é pouca, talvez não me chegue… Tudo me quieta, me suspende. Qualquer sombrinha me refresca”. A fala de um dos personagens de Guimarães Rosa, no livro Grande Sertão: Veredas, levou-me a refletir sobre uma questão relacionada ao acontecimento que agitou os últimos dias: a visita do papa Francisco a Cuba e aos Estados Unidos e sua postura em relação ao sincretismo e pluralismo religioso.
O pontificado de Francisco tem chamado a atenção pela constante aproximação de diversas denominações religiosas, bem como pelo engajamento com a política e a comunidade científica. Sua popularidade cresce à medida em que aumenta a apreensão mundial em face de problemas de diversas ordens: abalos na economia, crises políticas, mudança climática, etc. Quem tem acompanhado a trajetória de Jorge Mario Bergoglio na liderança do Vaticano seguramente atentou para seus constantes apelos por unidade entre os povos.
Segundo artigo do jornalista João Fellet para a BBC Brasil, cinco pontos se destacam na visita do pontífice argentino a Cuba: (1) reaproximação desse país com os Estados Unidos; (2) as condições das prisões cubanas e o alto índice da população carcerária; (3) abertura econômica; (4) abertura política e (5) o sincretismo religioso. Este quinto item chamou minha atenção. João Fellet destaca o ponto de vista de Austen Ivereigh, um biógrafo de Francisco, segundo o qual o papa atual tem a visão de que é preciso procurar Deus na fé das pessoas, ainda que ela não seja propriamente a católica.
Essa postura ecumênica me trouxe à memória diversos fatos recentes relacionados ao papa Francisco, tais como sua visita histórica à igreja valdense, em Turim (Itália), e os constantes contatos com os evangélicos, fato que levou o portal Gospel Prime à surpreendente declaração: “Perto do aniversário de 500 anos de Reforma Protestante (em 2017), que dividiu os dois grupos, parece que evangélicos e católicos estão experimentando uma aproximação sem precedentes”.
Não menos notável é a crescente interação entre o Vaticano e o maior império da atualidade. Conforme noticiou o portal Rádio Vaticano, a chegada do pontífice ao solo americano foi marcada por forte emoção. No entanto, o que mais chamou minha atenção é o “ambiente familiar” na recepção. O presidente Obama estava acompanhado da esposa, as duas filhas e a sogra. Para usar as palavras do próprio portal, “como fato bastante incomum, também o vice-presidente Joe Biden e família [ênfase acrescentada] presenciaram a chegada do Papa. Por razões de segurança, é raro que as duas máximas autoridades do país compareçam simultaneamente em um evento público”. A importância desse evento é bastante clara: pela primeira vez na história, um chefe do Vaticano discursa no Congresso Americano.
A ênfase na família é algo bastante visível no pontificado de Francisco, bem como a sugestão de que o domingo se torne um dia internacional de descanso. Com o aumento da crise econômica e o crescimento do índice de desemprego em várias partes do mundo, naturalmente se sentirá a necessidade de mais trabalho e um dia comum de repouso. As coisas estão convergindo para o domingo como esse dia.
Associado a tudo isto está o diálogo com a comunidade científica. Conforme manchete de uma notícia recente do portal telegraph.co.uk, “cientistas se voltam para o papa Francisco e religiões do mundo a fim de salvar o planeta”. Se existe algo com que posso concordar nessa declaração é que o mundo realmente precisa ser salvo, porém não pelo tipo de salvação proposto pela ciência, ou a política, ou a economia, ou qualquer outro campo de conhecimento humano. “Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4:12). De fato, Deus salvará não este planeta, mas as pessoas que nele habitam. Aquelas que, à semelhança de tantos heróis do passado, serão leiais a Deus e perseverantes até o fim (Mt 10:22).
O mais curioso em tudo isto é perceber que, há mais de cem anos, Deus revelou que as coisas caminhariam na direção em que estão caminhando na atualidade. Na edição de maio de 1851 da Review and Herald, o jovem John N. Andrews, com base em Apocalipse 13:11-18, afirmou que os Estados Unidos da América, com apenas 75 anos de independência, se tornariam uma superpotência mundial (ver o livroProfecias Surpreendentes, de Herbert Douglass). A escritora Ellen G. White “ampliou de maneira enfática essa moldura bíblica com detalhes que nenhum ser humano poderia ter imaginado em seus dias” (ibid). Ela afirmou: “Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo” (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 151).
Não sabemos quando se cumprirá cada detalhe da profecia, mas podemos estar seguros de que o mundo caminha velozmente para sua derrocada final. [Créditos da imagem: Flickr]
ADENILTON TAVARES é mestre em Ciências da Religião e professor de grego e Novo Testamento na Faculdade de Teologia da Bahia
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Papa Francisco convoca todos para uma única religião

Papa Francisco convoca todos para uma única religião

Tudo pelo "bem comum"
Durante seu discurso pregado na Praça de São Pedro, onde marcou os 50 anos da declaração Nostra Aetate, que significa o marco das relações da Igreja Romana com todas as religiões, o sumo pontífice disse que já é chegada a hora de todas as religiões se unirem a favor de um bem geral da sociedade e lutar juntas contra a fome, a miséria, o aquecimento global e a violência gerada nas guerras. No discurso proferido na quarta-feira (28), o líder da Igreja Católica relatou que a única religião deveria ser servir ao próximo. O papa Francisco citou que a Nostra Aetate possibilitou uma mudança de relações com o judaísmo, tornando a antiga troca de acusações em uma convivência respeitosa, harmoniosa e frutífera. “Indiferença e oposição tornaram-se colaboração e benevolência. De inimigos e estranhos, nos tornamos amigos e irmãos. O Concílio traçou o caminho: ‘sim’ ao redescobrimento das raízes hebraicas do cristianismo; ‘não’ a toda forma de antissemitismo e condenação de toda injúria, discriminação e perseguição que derivam”, relatou o pontífice.

Depois de ter citado o exemplo, o papa Francisco disse que um melhor relacionamento entres as religiões do mundo possibilitará o trabalho em conjunto para combater os problemas que afetam a humanidade, e que a divergência de crenças tem que ser deixada de lado em prol do amor. “O mundo olha para os pedindo respostas mais efetivas em inúmeros casos como a paz, a fome, a miséria, a crise ambiental, a violência e a corrupção”, disse Francisco.

O papa ainda disse que precisa se abrir um diálogo aberto e respeitoso com o islamismo, a fim de evitar práticas terroristas cometidas pela minoria absoluta que se fecha ao extremismo.

Segundo informações da revista Exame, ao final da audiência, Francisco pediu aos presentes uma prece silenciosa, “conforme sua própria tradição religiosa”, e aos representantes de outras tradições cristãs pediu orações para que sejamos “mais irmãos” e mais dispostos a servir “aos mais necessitados”.

(UOL, via Portal Padom)

Nota: O discurso é muito bonito e conciliador. Quem não quer a união e o fim dos maiores problemas do mundo? O grande perigo está na ideia de que, para promover o amor, devemos deixar de lado a “divergência de crença”. O Vaticano estaria disposto a abandonar o uso de imagens nas igrejas? Estaria disposto a eliminar a crença na intercessão de Maria e na dos santos, que contraria a intercessão única de Jesus? Estaria disposto a abrir mão de sua crença na imortalidade da alma humana? E o que dizer da ideia de que seres humanos possam perdoar pecados? E quanto ao dia de descanso? Concordaria em voltar ao sábado bíblico, abrindo mão do domingo histórico? Duvido muito... Então não se pode falar em abandono de divergência de crenças, quando essa concessão somente deverá ser feita por aqueles que decidirem se unir ao papa. E ai dos que não concordarem! [MB]

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Obama elogia atitude do papa e apela aos líderes mundiais

Obama elogia atitude do papa e apela aos líderes mundiais

Apoiador do papa
A propósito da divulgação da encíclica papal Laudato Si, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, publicou a seguinte nota no site oficial da Casa Branca:
“Congratulo-me com Sua Santidade o papa Francisco pela encíclica, e admiro profundamente a decisão do papa em tratar sobre o tema – de forma clara, poderosa e com a autoridade moral completa de sua posição – pela ação com respeito à mudança climática global. Como o papa Francisco tão eloquentemente afirmou nesta manhã [ontem], temos uma profunda responsabilidade de proteger nossos filhos e os filhos dos nossos filhos dos impactos nocivos das alterações climáticas. Acredito que os Estados Unidos devem ser um líder nesse esforço, e que por isso estou comprometido a tomar ações ousadas no país e no exterior para reduzir a poluição por carbono, para ampliar a energia limpa e a eficiência energética, para garantir a resistência em comunidades vulneráveis e para encorajar a gestão responsável dos nossos recursos naturais. Temos também que proteger os pobres no mundo, que têm feito o mínimo para contribuir com esta crise iminente e são os que mais estão perdendo. Estou ansioso para discutir essas questões com o papa Francisco quando ele visitar a Casa Branca em setembro. E enquanto nos preparamos para as negociações climáticas globais em Paris, em dezembro, é minha esperança que todos os líderes mundiais – e todos os filhos de Deus – reflitam sobre o chamado do papa Francisco a se unirem para cuidar de nossa casa comum.”

Nota: É muito interessante ver esses dois poderes – o Vaticano (papa) e os EUA – liderando os esforços para salvar o mundo das consequências do aquecimento global. E mais interessante ainda é ver o presidente dos EUA sugerindo que “o mundo inteiro se maravilhe” diante de Francisco... (está na hora de darmos atenção redobrada ao capítulo 13 do livro do Apocalipse). [MB]

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Evento histórico: papa falará no Congresso dos EUA

Julio Severo
Pela primeira vez na história dos EUA, um papa falará no Congresso, convidado pelo republicano John Boehner e pela democrata Nancy Pelosi.
Quando falar aos legisladores americanos em 24 de setembro, o Papa Francisco se dirigirá a um Congresso que é 31 por cento católico, bem acima dos 22 por cento de toda a população americana, de acordo com uma pesquisa divulgada no mês passado pela entidade apartidária Centro de Pesquisas Pew. Boehner e Pelosi são ambos católicos.
“Sentimo-nos honrados que o Santo Padre tenha aceitado nosso convite e certamente esperamos receber a mensagem dele em favor do povo americano,” disse Boehner, o republicano mais poderoso na Câmara dos Deputados dos EUA.
“Vamos ouvi-lo nos desafiar a viver nossos valores, a proteger os pobres e os necessitados e a promover a paz,” disse Pelosi, a democrata mais poderosa na Câmara dos Deputados dos EUA.
Francisco, um jesuíta argentino e o primeiro papa no Hemisfério Ocidental, tem feito com que o principal alicerce de seu papado seja exortar as nações ricas a “ajudar os pobres.”
De acordo com a Associated Press, ele planeja usar sua viagem aos EUA para incentivar os líderes mundiais a adotar medidas ousadas para refrear o aquecimento global. Ele também planeja lançar uma encíclica sobre mudança climática, que ele diz é em grande parte provocada pelo homem.
“Ele tem um histórico de desafiar as pessoas,” disse Mathew Schmalz, um professor de estudos religiosos na Faculdade da Santa Cruz em Worcester, Massachusetts.
Ainda que muitos republicanos não vão gostar do que Francisco dirá sobre aquecimento global, é certo que muitos democratas não gostarão de algumas das opiniões de Francisco também.
Ele condena o aborto e o uso da contracepção artificial, e chama o casamento entre um homem e uma mulher como “coluna fundamental” da sociedade. Contudo, diferente do Papa João Paulo 2º, ele não tem dado destaque a essas questões. Seu foco tem sido combater a pobreza.
Obama disse que está ansioso para dar as boas-vindas ao papa nos EUA.
“Como muitas pessoas no mundo inteiro, eu tenho sido tocado pela chamada dele de dar ajuda aos que sofrem, e mostrar justiça, misericórdia e compaixão aos mais vulneráveis,” disse Obama.
A sinceridade de Obama é um problema. Seu governo e vida política estão cheios de ativismo pró-aborto — uma ameaça séria aos mais vulneráveis dos vulneráveis.
Os EUA precisam de líderes cristãos para desafiá-los diretamente a se arrepender e abandonar seus maus caminhos. Francisco estará à altura dessa responsabilidade? Não é impossível fazer isso.
No Café-da-Manhã de Oração Nacional de 1994 com o presidente Bill Clinton, Madre Teresa sem rodeios condenou o aborto legal nos EUA e tratou suas vítimas inocentes como as mais indefesas e vulneráveis na sociedade americana.
Ela desafiou Clinton e as autoridades americanas a protegerem essas vítimas.
Esse foi o último café-da-manhã dela com Clinton.
É duvidoso que o Papa Francisco imitará o corajoso discurso pró-vida dela. Numa visita papal de 2013 ao Brasil, quando a presidente socialista Dilma Rousseff estava considerando legalizar o aborto — o que ela fez —, Francisco nunca mencionou os termos aborto e matança de crianças para ela.
O Papa João Paulo 2º, um verdadeiro apóstolo pró-vida, teria merecido a honra de falar no Congresso dos EUA. Certamente, ele focaria em questões pró-vida, como fez Madre Teresa.
Mas o que esperar de Francisco? Os meios de comunicação dos EUA têm certeza, e estão contentes, que ele focará no aquecimento global e “combate à pobreza.” Aliás, ele e Obama estão agora numa aliança contra o aquecimento global.
O que esperar dos católicos americanos que convidaram Francisco? As posturas socialistas de Nancy Pelosi representam bem os democratas, inclusive Obama: pró-aborto, pró-homossexualidade, pró-cultura da morte.
O que esperar de John Boehner? De acordo como o jornal Daily Beast, Boehner disse: “Não lutaremos contra o casamento gay.” Basicamente, ele teria dito que o Partido Republicano não mais obstruirá o avanço do “casamento” gay.
Que oposição “bonita”! Os democratas e outros socialistas avançam seus males socialistas, e os republicanos “corteses” os deixam ir em frente.
A cortesia católica mútua deles está agora trazendo Francisco, um papa que não é proeminente (como eram João Paulo 2º e Madre Teresa) nas questões pró-vida, mas muito proeminente e louvado, inclusive por revistas homossexuais, por sua “tolerância” — até mesmo pelo islamismo. No ano passado ele disse que “é errado igualar o islamismo com violência.”
Seja como for, a cortesia de Boehner para com o “casamento” homossexual é preocupante.
De acordo com Scott Lively, “A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o ‘insulto final’ a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio do qual só Noé e sua família sobreviveram.” Então, se os republicanos não têm disposição de combater o “casamento” homossexual, para que serve seu partido?
Até mesmo a Rússia, criticada e condenada por democratas e republicanos, por ativistas homossexuais e direitistas, por Pelosi e Boehner, por Obama e McCain, tem conseguido resistir ao “casamento” homossexual e a outros males socialistas. Se o Partido Republicano é incapaz de fazer isso, para que serve?
Alguns católicos no Brasil estão se regozijando que os EUA são “mais católicos” hoje. Pelo menos o Congresso é mais católico do que toda a população americana
Eles se regozijam que pela primeira vez na história dos EUA, um papa falará no Congresso dos EUA, convidado por dois católicos proeminentes: John Boehner e Nancy Pelosi.
Se um número mais elevado de católicos é motivo suficiente para um senso de vitória, eles deveriam se regozijar com o Supremo Tribunal dos EUA, que começou 200 anos atrás com protestantes, mas hoje todos os seus membros cristãos são católicos. O Supremo Tribunal não é mais protestante, mas é mais pró-aborto e pró-sodomia do que nunca.
Então, existe razão para se regozijar pela democrata Pelosi e sua obsessão pró-aborto e pró-homossexualidade?
Existe razão para se regozijar pelo republicano Boehner e sua indisposição de combater o “casamento” homossexual e outros males socialistas?
Existe razão para se regozijar por um papa focado no aquecimento global e muito louvado pelos esquerdistas do mundo inteiro?
O catolicismo deles salvará os EUA?
Se um número mais elevado de católicos fosse sinal de esperança, o Brasil, a maior nação católica do mundo, seria o país mais conservador e antimarxista do mundo. Não. A Teologia da Libertação marxista tem quase onipresença entre os católicos brasileiros, como é quase onipresença entre os católicos da América Latina.
De acordo com uma reportagem recente da BBC em espanhol e português de Jaime Gonzalez, os conservadores americanos veem Francisco como marxista e ambientalista radical. Nenhuma surpresa: ele é da América Latina. O fato é que a reportagem da BBC estava defendendo-o contra os conservadores dos EUA!
O catolicismo socialista do papa não é diferente do catolicismo brasileiro. Então, é bem natural que Pelosi, uma socialista católica, o convidasse. Entretanto, se os conservadores americanos o veem como marxista, por que Boehner, o mais poderoso republicano na Câmara dos Deputados, o quer falando no Congresso? Isso só faz sentido se entendermos que o republicano católico não quer lutar contra o “casamento” homossexual. Será que ele, junto com Pelosi e o papa, está considerando lutar contra o aquecimento global também?
A propósito, nunca me regozijei que Obama, Clinton e outros presidentes esquerdistas americanos fossem protestantes.
O protestantismo esquerdista deles é parte dos problemas que os EUA têm hoje assim como o catolicismo esquerdista é parte dos problemas do Brasil.
Que os olhos do Papa Francisco e do Congresso dos EUA algum dia sejam abertos para enxergar esses problemas.
Com informações da Associated Press e The Daily Beast.
Versão em inglês deste artigo: Landmark Event: Pope Will Address U.S. Congress

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