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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Chorar ou Alegrar-se?

Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos. Jer. 8:20.

Insto com os membros de nossas igrejas para que não menosprezem o cumprimento dos sinais dos tempos, que dizem tão claramente que o fim está perto. Oh! Quantos que não cuidaram da salvação de sua alma logo farão a amarga lamentação: "Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos"!
Oxalá nos lembrássemos de que é semana de julgamento para nós, e que nossos casos estão pendentes! Agora é o tempo de vigiar e orar, de afastar toda condescendência própria, todo orgulho, todo egoísmo. Os preciosos momentos que por muitos são agora mais do que desperdiçados deveriam ser passados em meditação e oração. Muitos dos que professam guardar os mandamentos de Deus estão seguindo a inclinação em lugar do dever. Assim como se encontram agora, são indignos da vida eterna. Desejo dizer a tais pessoas descuidosas e indiferentes: Vossos pensamentos vãos, vossas palavras indelicadas, vossos atos egoístas estão registrados no livro do Céu. Os anjos que se achavam presentes na orgia idólatra de Belsazar acham-se em pé ao vosso lado ao desonrardes vosso Redentor. Eles retiram-se com tristeza, desgostosos de que assim O estejais crucificando novamente, e expondo-O à ignomínia. ...
No dia da coroação de Cristo Ele não reconhecerá como Seu quem quer que apresentar mancha ou ruga ou coisa semelhante. Mas aos Seus fiéis dará Ele coroas de glória imortal. Os que não queriam que Ele reinasse sobre eles vê-Lo-ão rodeado pelo exército dos remidos, cada um dos quais conduz o sinal: O Senhor Justiça Nossa. Eles verão coroada com um diadema de glória a fronte outrora coroada de espinhos.
Naquele dia os remidos resplandecerão na glória do Pai e do Filho. Tocando harpas de ouro, os anjos celestiais saudarão o Rei e aqueles que são os troféus de Sua vitória - os que se lavaram e branquearam no sangue do Cordeiro. Um cântico de vitória ecoará, enchendo todo o Céu. Cristo venceu. Entra nas cortes celestes acompanhado de Seus redimidos, as testemunhas de que Sua missão de sofrimentos e sacrifícios não foi em vão. Review and Herald, 24 de novembro de 1904.

Ellen White
Do livro Maranata, O Senhor Vem MM 1977 Pag 37

Orações Intercessórias

Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a Terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por Meu Pai, que está nos Céus. Mat. 18:19.
Lembro-me de quando havia em Battle Creek os que sentiam responsabilidade pelos não-convertidos, e pelos que se achavam em trevas e não viam nenhuma luz; então eram marcadas reuniões de oração para que pudessem fazer da força de Deus a sua força. Em todos os casos os seres celestiais cooperavam com tais esforços, e almas eram salvas. Manuscrito 32, 1893.
Se há na igreja grande número de membros, convém que se organizem em pequenos grupos a fim de trabalhar, não somente pelos membros da própria igreja, mas também pelos incrédulos. Se num lugar houver apenas dois ou três que conheçam a verdade, organizem-se num grupo de obreiros. Mantenham indissolúvel seu laço de união, apegando-se uns aos outros com amor e unidade, animando-se mutuamente para avançar, adquirindo cada qual ânimo e força do auxílio dos outros. Manifestem eles paciência e longanimidade cristãs, não proferindo palavras precipitadas, mas empregando o talento da palavra para edificar-se uns aos outros na mais santa fé. Trabalhe com amor cristão pelos que se acham fora do redil. ... Ao trabalharem e orarem em nome de Cristo, seu número aumentará. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 84 e 85.
Há uma obra missionária a ser efetuada, e ouvimos o pretexto: Enquanto há tanto pecado e tanta necessidade de trabalho em nosso próprio país, por que manifestar tamanho zelo por países estrangeiros? Respondo: Nosso campo é o mundo. ... O Salvador ordenou que Seus discípulos iniciassem sua obra em Jerusalém, prosseguindo então por toda a Judéia e Samaria, e até os confins da Terra. Apenas uma pequena proporção do povo aceitava a doutrina; mas os mensageiros levavam a mensagem rapidamente de um lugar a outro, percorrendo um país após o outro, erguendo o estandarte do evangelho em todos os adjacentes e remotos lugares da Terra. Houve, porém, uma obra preparatória. Dizia a promessa do Salvador: "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas." Atos 1:8. Os que não seguirem sua própria vontade e desejos, mas buscarem o conselho do Senhor, não serão estudantes rudes, pois o Senhor os instruirá. Carta 42a, 1893.

Ellen White

Maranata, O Senhor Vem MM 1977 36

Uma suposta liberdade

A Palavra do Senhor, em Oséias 4:1-3 e 6 revela uma realidade atual entre aqueles que professam ser seguidores de Cristo: Estamos sendo destruídos por falta de conhecimento.
Muitos, mesmo conhecedores da sagrada inspiração, desprezam as admoestações apresentadas a todos os filhos de Deus através dos textos sagrados e, infelizmente, sem perceber a dureza do seu coração, baseiam-se em seu conhecimento bíblico e ostentam com grande orgulho uma suposta liberdade apresentada em João 8:32 (“e conhecereis a verdade e ela vos libertará”). Acreditam realmente que vivem um processo de libertação por conhecerem a palavra do Senhor.
Tivessem mesmo tanto conhecimento, perceberiam que o inimigo da alma não se levantou contra o Altíssimo por falta de conhecimento da verdade, mas sim, como nos diz João 8:44, por não se firmar nela.
Precisamos estudar a Bíblia, mas só conhecimento não basta! Temos que nos firmar na VERDADE. Unir teoria e prática. Esta é a verdadeira libertação.
Por Sandro José Alves.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Aflições por Todos os Lados

Buscai o Senhor, vós todos os mansos da Terra, que cumpris o Seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura, lograreis esconder-vos no dia da ira do Senhor. Sof. 2:3.
Quão terrível é achar-se junto ao esquife de alguém que rejeitou os apelos da misericórdia divina! Quão terrível dizer: Aqui está uma existência perdida! Aqui está alguém que poderia haver atingido a mais elevada norma, e alcançado a vida imortal, mas entregou sua vida a Satanás, ficou enlaçado pelas vãs filosofias dos homens, e tornou-se um brinquedo do maligno! A esperança do cristão é como uma âncora para alma, segura e firme, e penetra para além do véu, onde Cristo, o Precursor, entrou por nós. Temos uma obra individual a fazer em preparar-nos para os grandes acontecimentos que se acham diante de nós.
A juventude deve buscar mais fervorosamente a Deus. Aproxima-se a tempestade, e precisamos aprontar-nos para sua fúria mediante arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo. O Senhor Se levantará para sacudir terrivelmente a Terra. Veremos aflições por todos os lados. Milhares de navios serão arremessados para as profundezas do mar. Esquadras se submergirão, sendo sacrificados milhões de vidas humanas. Irromperão inesperadamente incêndios que nenhum esforço humano será capaz de extinguir. Os palácios da Terra serão varridos pela fúria das chamas. Tornar-se-ão mais e mais freqüentes os desastres de estrada de ferro; confusão, colisões e morte sem um momento de advertência ocorrerão nas grandes vias de comunicação. O fim está perto, a graça está a terminar. Oh! busquemos a Deus enquanto Se pode achar, invoquemo-Lo enquanto está perto! Diz o profeta: "Buscai o Senhor, vós todos os mansos da Terra, que pondes por obra o Seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura sereis escondidos no dia da ira do Senhor." Sof. 2:3. Mensagens aos Jovens, págs. 89 e 90.

Ellen White

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 pag 35

Bênçãos Para os Vigilantes


Bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que Ele há de cingir-Se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-Se, os servirá. Luc. 12:37.
Deus sempre tem dado aos homens advertência dos juízos por vir. Aqueles que tiveram fé na mensagem por Ele enviada para seu tempo, e agiram segundo sua fé, em obediência aos Seus mandamentos, escaparam aos juízos que caíram sobre os desobedientes e incrédulos. A Noé veio a palavra: "Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de Mim." Gên. 7:1. Noé obedeceu, e foi salvo. A Ló foi enviada a mensagem: "Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade." Gên. 19:14. Ló colocou-se sob a guarda dos mensageiros celestes, e foi salvo. Assim os discípulos de Cristo tiveram aviso da destruição de Jerusalém. Os que estavam alerta quanto ao sinal da próxima ruína, e fugiram da cidade, escaparam à destruição. Assim agora estamos dando aviso da segunda vinda de Cristo e da destruição impendente sobre o mundo. Os que ouvirem a advertência, serão salvos.
Como não sabemos o tempo exato de Sua vinda, somos advertidos a vigiar. "Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando!" Luc. 12:37 e 42. Os que vigiam, à espera da vinda do Senhor, não aguardam em ociosa expectativa. A expectação da vinda do Senhor fará os homens temerem-nO, bem como aos Seus juízos contra a transgressão. Deve despertá-los para o grande pecado de Lhe rejeitar os oferecimentos de misericórdia. Os que aguardam o Senhor, purificam a alma pela obediência da verdade. Com a vigilante espera, combinam ativo serviço. Como sabem que o Senhor está às portas, seu zelo é avivado para cooperar com as forças divinas para salvação de almas. Estes são os sábios e fiéis servos que dão "o sustento a seu tempo" à casa do Senhor. Estão declarando a verdade especialmente aplicável a este tempo. Como Enoque, Noé, Abraão e Moisés, cada um declarou a verdade para seu tempo, assim hão de os servos de Cristo agora dar a especial advertência para sua geração. O Desejado de Todas as Nações, pág. 634.

Ellen White

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 pag 34

Reflexão Sobre a Tragédia em Santa Maria

 Rogério Sena


  No mundo existem acontecimentos que marcam muito a vida das pessoas e a própria história da civilização, os desastres naturais, são naturais devido ao excesso de degradação, e seguem a lógica natural de causa e efeito, essas calamidades provocadas pelo próprio homem têm como vítima maior ele mesmo, e no irônico sistema de vida da maioria dos humanos a morte nada mais é do que o clímax de um longo processo de autodestruição, irônico por que esse fim é alcançado ao tempo em que julgam estar aproveitando da vida o máximo possível.
 
A juventude se entrega ao hedonismo (culto ao prazer) imergindo nas farras, festas, bebidas e drogas como se isso fosse desfrutar da felicidade, vemos isso mais notadamente nesse período do carnaval, evento que maciçamente só apresenta prejuízos à sociedade como um todo e às pessoas individualmente como expus noutro post.
  Na tragédia de santa Maria havia mais de mil pessoas presentes no clube para um evento de morte, e o que deveria ser um show pirotécnico virou um filme de terror real, foram mais de 230 mortos, qualquer um dos que estavam ali podia ter morrido, no entanto morreram esses, por que esses morreram e os outros escaparam? A vida e a morte têm questões irrespondíveis, na verdade todo ser humano é réu de morte, procura-se entender por que uns morrem de uma forma e outros não, no fim, todos morrem.
  Só que o ambiente da farra e do divertimento profano é um lugar errado pra se viver e pior ainda pra se morrer, pessoas selam sua sorte final alheias a Deus, e só pelo fato de já viverem assim, alheias a Deus, é uma realidade mais do que trágica.
  Penso em como era a rotina em cidades antigas como Sodoma e Pompeia que foram destruídas em um contexto assim de alienação a Deus, e o que são as cidades de hoje? Será que perdem em moralidade para essas mencionadas? Será que esses mortos de santa Maria eram mais culpados que os outros jovens que vivem na ilusão do prazer irresponsável nas boates, carnavais e ‘divertimentos’ da vida? Na verdade se não se arrependerem todos terão fim idêntico, mas pior do que morreram, é viverem e morrerem dessa forma

Fonte RSMarcas

Concílio Ministerial da UCOB reúne cerca de 300 pastores no interior de Goiás






Regularmente, a Igreja Adventista do Sétimo Dia promove encontros entre seus pastores com o objetivo de motivar, treinar e preparar mais e melhor seus líderes para o trabalho nos templos e na comunidade. Do dia 25 a 29 de janeiro a sede administrativa da Igreja no Centro-Oeste (UCOB) reuniu, em um concílio ministerial, todos os seus pastores no Instituto Adventista Brasil Central (IABC).

Cerca de 300 pastores compareceram ao evento para assistirem palestras sobre liderança eclesiástica, implantação de Pequenos Grupos e comunhão espiritual. Além desses, outro tema muito discutido foi a missão da Igreja Adventista, que deve ser vivida por seus líderes e membros.

Convidados especiais

Entre os convidados especiais para o encontro estava o pastor Ángel Rodriguez, doutor em Teologia e diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica (BRI), com sede nos Estados Unidos. Também palestrou o pastor Erton Khöler, presidente da Igreja Adventista em toda a América do Sul.

O evento também contou com a presença do pastor Berndt Wolter, professor do curso de Teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, e diretor do Núcleo de Missões e Crescimento de Igreja (NUMCI).

A programação ainda contou com a participação do cantor Luiz Cláudio, que apresentou mensagens musicais especiais.

Testemunhos

No entanto, não somente treinamentos foram ministrados. Os pastores tiveram a oportunidade de presenciar cinco batismos como testemunho público do amor a Deus.

Outro ponto marcante do concílio foi a participação de jovens que participaram do projeto Missão Total. A iniciativa prevê que jovens sejam missionários no interior do Brasil, doando para isso um ano de sua vida para o trabalho em prol do próximo.

No último dia de reuniões o pastor Luís Gonçalves, líder do departamento de evangelismo da Igreja Adventista na América do Sul, compartilhou com os participantes inúmeros testemunhos de pessoas que tiveram a vida transformada após conhecerem o amor de Cristo.

 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Religiosos procuram consolar familiares dos 231 universitários mortos em incêndio

Consternação e dor marcaram o sepultamento, hoje, dos 231 universitários mortos em incêndio, no domingo de madrugada, da boate Kiss, de Santa Maria (a 286 Km de Porto Alegre). Missas, cultos, celebrações ecumênicas estão sendo oficiados em todo o país em memória das vítimas e de seus familiares.
Só em Santa Maria, cidade universitária com uma população de 262 mil moradores, foram enterrados, hoje, 90 jovens. Outros enterros ocorreram em Itaqui, Ijui, Passo Fundo, Erechim, Chapada, cidades do Noroeste do Rio Grande do Sul e em quatro cidades do oeste de Santa Catarinal, locais de procedência dos 120 rapazes e 111 meninas, a maioria entre 17 e 25 anos de idade, que estudavam na Universidade Federal de Santa Maria. Outros 75 jovens estão internados em estado crítico em hospitais da cidade e da capital.
"Lamentamos e choramos com vocês a perda de seus queridos jovens que, no vigor de sua juventude, foram surpreendidos pela fatalidade do acidente", disse o presidente do Colégio Episcopal da Igreja Metodista do Brasil, bispo Adonias Pereira do Lago. "Nossa solidariedade em Jesus nos permite sentir a dor que está em vocês. Contem com nossas orações e apoio", agregou o bispo, também em nome do Colégio Centenário, de Santa Maria.
O pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Nestor Paulo Friedrich, lembrou, em mensagem de solidariedade aos familiares das vítimas, o canto e oração do Kyrie Eleison nos cultos, expressão bíblica que eleva a Deus o clamor de indivíduos e grupos de pessoas que passam por situação de dor insuportável.
"Enquanto comunidade cristã, clamamos e perguntamos: Senhor, tem compaixão! Senhor, por quê? Ainda assim, em meio à dor e às lágrimas, manifestamos nossa palavra de solidariedade às famílias enlutadas e as encorajamos a confiar na presença consoladora e fortalecedora do Deus Criador", expressou Friedrich.
O bispo auxiliar de Porto Alegre, dom Jaime Spengler, destinou mensagem aos familiares dos jovens falecidos: “Somos atingidos por sentimentos de dor e tristeza. Dor pela vida de tantos jovens; tristeza pelas famílias e amigos desses jovens. Por quê? Resta-nos neste instante o silêncio respeitoso; e, sobretudo, a prece solidária”.
O que importa nesse instante de luto, manifestou o editor do site Púlpito Cristão, Antognoni Misael, "é apenas se permitir a se sentir o mais humano possível. Fica a dor e a tarefa de chorar com essas famílias. Orar por cada parente. E rogar a Deus pelos que estão hospitalizados. Que Deus refrigere cada coração despedaçado", pediu.
Em nota ao seu colega de Santa Maria, arcebispo dom Hélio Adelar Rupert, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, informou que jovens cariocas realizaram vigília na catedral, ontem, quando rezaram pelos falecidos, familiares e amigos das vítimas.
O incêndio, segundo informações da polícia, começou por volta das 2h30 da madrugada de domingo, 27, durante apresentação da banda Gurizada Fandagueira, que utilizou sinalizadores no show pirotécnico que programara. Faíscas teriam atingido o teto da boate Kiss, forrado de espuma do isolamento acústico, iniciando o fogo, que se espalhou pelo prédio em minutos.
Universitários dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e de dois cursos técnicos reuniram-se na boate para a festa "Agromerados".
O cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, pediu ao clero de sua Arquidiocese que celebrem missas em intenção das vítimas do incêndio. O prelado solidarizou-se com os familiares dos jovens vitimados. Disse que “a tristeza aumenta com a constatação de que a tragédia foi consequência de uma série de erros e omissões, certamente evitáveis, se tivessem sido observadas as normas de segurança prescritas”.
A bispa metodista Marisa de Freitas Ferreira arrolou, entre os motivos de oração, o clamor para que o poder público fiscalize locais de eventos e que os líderes políticos sejam sensíveis e utilizem de forma responsável e justo os recursos dos impostos pagos pela população.
A presidente da República, Dilma Rousseff, antecipou a volta do Chile, onde participava da Cúpula das Américas, e se dirigiu a Santa Maria, onde visitou hospital e o ginásio esportivo onde as famílias aguardavam os corpos de seus filhos e filhas queridos.
A tragédia de Santa Maria foi o segundo incêndio ocorrido no Brasil com o maior número de mortes. O maior incêndio em terras brasileiras ocorreu em 17 de dezembro de 1961, quando um trapezista disparou chamas contra a lona do Gran Circo Americano, onde trabalhava. Morreram 503 pessoas em Niterói, Rio de Janeiro.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Cinco razões para aceitar os escritos de Ellen White


Publiquei dia 14 de dezembro de 2012, uma matéria de Douglas Reis, do site Questão de Confiança, que trata da inspiração profética. De maneira simples e despojada, o autor apresenta as razões de sua confiança nos escritos inspirados de Ellen White.
Para chamar a atenção dos leitores, o autor usou um titulo polêmico. 5 RAZÕES PARA REJEITAR OS ESCRITOS DE ELLEN WHITE. Eu entendi que um  título assim, chamaria mais a atenção dos leitores, por esse motivo o autor da matéria Douglas Reis o usou. Os defensores da inspiração profética, ao ler um título assim, na certa iriam lê-lo, mesmo que fosse para refutar a matéria. E os descrentes de Ellen White com certeza também iriam lê-lo, para buscar embasamento para sua(deles) incredulidade. Assim todos leriam a matéria. Eu mesmo,li achando que fosse um ataque aos escritos inspirados, mas ao contrário, a matéria é tão elucidativa, que resolvi publicá-la em meu blog
Logo que a matéria foi publicada, uma leitora do meu blog, sem ler a materia, ficou chocada com o título, e por e-mail, me questionou por que eu, pastor adventista, rejeitava os escritos de Ellen White. Respondi-lhe que lesse a mesma, que ela saberia o porquê. Ela leu, escreveu-me agradecida pois a mesma, pois foi importante para fundamentar sua fé no Espirito da Profecia.
 O tempo passou. Um dia encontrei-me com um colega de um campo onde eu já trabalhei, ele após os cumprimentos formais, perguntou-me o que eu havia publicado de tão sério, em meu blog que causou frisson, entre os colegas. Diziam que eu havia enlouquecido, disse até que com a tal matéria, eu havia dado um tiro no pé. 

A princípio fiquei sem entender, pois não me lembro de nenhuma heresia que houvesse publicado. pensei até, que fosse algo sobre algumas músicas estravagantes que estão sendo cantadas em nossas igrejas, refíro-me a música gospel, porém a matéria sobre música, que escrevi,  é do começo ao fim, embasada no Espirito de Profecia.
Só mais tarde é que me veio a lembrança o artigo de Douglar Reis com seu título polêmico. Entendi. Alguem deve ter lido o título, e sem ler a matéria fez julgamento do autor. Não é justo. Não se julga o conteúdo de um artigo, pelo título. Assim como não deve julgar o caráter de uma pessoa, pela roupa que veste.
Nem eu, nem Douglas Reis, somos hereges. Cremos na inspiração profética, cremos que Ellen White foi verdadeiramente profeta, tanto quanto os profetas bíblicos do passado. 
Para que não haja dúvidas, torno a publicar a mesma matéria, logo a seguir, agora com o título modificado.



Cinco razões para aceitar os escritos de Ellen White



Do Blog Questão de Confiança




Os adventistas acreditam na permanência dos dons espirituais (1 Co 12:4-7; 13:8-10) e compreendem que o dom de profecia é vigente entre o povo de Deus (1 Co 13:8; 14:5; Jl 2:28), constituindo-se um poderoso instrumento orientador. Reconhecem ainda que Ellen G. White (doravante, EGW), uma das pioneiras e mentoras do movimento, recebeu o dom de profecia, empregado ao longo de seu ministério de praticamente 70 anos. Uma análise do que EGW escreveu com os ensinamentos bíblicos revelaria a harmonia entre eles e sua coerência.


Entrementes, desde sua própria época até à contemporaneidade, EGW sofre críticas das mais diversas. Mesmo entre os professos adventistas, há aqueles que, velada ou abertamente, por ignorância ou decisão racional (ista), têm encontrado dificuldades de crer em seus escritos. Nesse espaço, refletiremos sobre algumas das motivações para isso. 


Possivelmente, existiriam tantas motivações quanto há críticas. Para facilitar nossa reflexão, condensamos e categorizamos os fatores que levam à descrença e apresentamos algumas podenderações. Cremos que mesmo os não-adventistas, quer simpatizantes com o movimento ou seus ardorosos opositores, poderão se beneficiar dessas reflexões, uma vez que se encontram em posição distante o suficiente para avaliar os argumentos e tirar suas conclusões.


Benefício maior terão os adventistas que, caso concordem com a posição oficial da denominação, poderão (1) reconhecer as dificuldades de seus companheiros de jornada, (2) analisar os riscos que sua fé corre e (3) encontrar argumentos para continuar crendo; caso se sintam inclinados a descrer da autoridade profética de Ellen White, terão oportunidade de (1) reconhecer suas dúvidas, (2) refletir sobre suas motivações para descrer e (3) honestamente tomar um posicionamento claro, em face da natureza do adventismo (falaremos sobre esse ponto adiante).


Como esse texto é um ensaio popular e não um trabalho acadêmico, tomamos algumas liberdades. Uma delas, visível desde as primeiras linhas, é a abordagem despojada, o que facilitará um maior número de leitores a que tenham acesso à argumentação. Visamos a apresentação do assunto em linhas gerais, sem gastar tempo com detalhes técnicos, que podem ser encontrados em muitos recentes trabalhos de pesquisa. Ao mesmo tempo, optamos por uma linguagem mais amena, para que ninguém se sinta ofendido, embora, em alguns momentos, a veemência na defesa de alguns pontos seja requerida. Mas nunca o fazemos para magoar ou causar polêmica per si. Sinceramente, objetivamos apresentar a "fé que uma vez por todas foi entregue aos santos" (Jd 3) e admoestar àqueles que estejam ensinando "outra doutrina", sempre com "com consciência boa, e de fé, sem hipocrisia" (1 Tm 1:3,5).


Feitas as considerações preliminares, passo à apresentação dos motivos mais frequentes para a rejeição dos escritos de EGW entre os adventistas:


1. Os escritos de EGW representam apenas a “luz menor”; devemos manter nossa fé na Bíblia: Os adventistas liberais na década de 1970s (e antes), apegaram-se à declaração da autora para justificar um rebaixamento de seus escritos, como se eles fossem inspirados em grau menor, em relação à Bíblia. Outro caso famoso: para justificar a disparidade de suas próprias opiniões com as de EGW, o teólogo adventista Desdemond Ford argumentou que ela teria apenas autoridade pastoral. De fato, seria correto conceber que EGW recebeu inspiração menor se comparada a dos profetas bíblicos? É precária a argumentação, porque teríamos de admitir que a Inspiração é um fenômeno gradual, coisa estranha à Bíblia (2 Tm 3:15; note a expressão: "Toda escritura é inspirada", afirmando que os escritos inspirados são de mesma natureza, a despeito de seus enfoques e gêneros literários distintos). Os autores bíblicos sempre se consideraram inspirados, porque reconheciam a atuação do Espírito em suas mentes, embora não explecitem ou detalhem o modus operandi do fenômeno. Há escritos inspirados ou não inspirados; nada como mais ou menos inspirados. A expressão "luz menor" vem sendo entendida pela maioria dos teólogos adventistas em seu aspecto funcional: assim, a luz menor possuiria aplicação mais restrita, ou seja, esclarecer, demonstrar e aplicar conceitos mais gerais, encontrados na "luz maior", a Bíblia. Ainda assim,  na prática, quando alguns alegam pejorativamente que os escritos de EGW são apenas a "luz menor", pressupõem um conflito insuperável entre eles e as Escrituras, ou pelo menos, a sua maneira de compreendê-las;


2. Os escritos de EGW contradizem a Bíblia, apresentando detalhes ausentes do texto sagrado: Na década de 1990s, Steven Daily escreveu sobre como deveria ser o adventismo voltado para a próxima geração. Um dos pontos sensíveis é resolver as tensões entre a Bíblia e os escritos de EGW decidindo-se por ficar sempre ao lado do primeiro livro. Para Daily as tensões não apenas são reais, mas insolúveis. Portanto, resta-nos descartar qualquer coisa proveniente da autora da qual se suspeite (mesmo que minimamente) contradizer a Bíblia. Porém, a proposta ignora que se dois tipos de escrito, admitidamente inspirados, mostram-se contraditórios, então ou a própria inspiração é questionável ou, ao menos, um deles não poderia ser considerado inspirado. Nesse sentido, vale o conselho de Paulo em 1 Ts 5:19-21, sobre avaliar as profecias, que alguns tomam desavisadamente como se o cristão devesse experimentar de tudo e "reter o que é bom". O contexto limita o exame à manifestações proféticas, que devem ser avaliadas conforme sua conformidade total às demais escrituras. Cf.: Is 8:19-20, 1 Jo4:1. Tudo indica que Daily já fez a escolha dele em favor da última opção. Claro que se trata de um falso dilema contrapor os testemunhos às Escrituras. Mesmo porque, se EGW repetisse exatamente as mesmas orientações encontradas na Bíblia, não precisaríamos em absoluto do que ela escreveu! A Verdade é progressiva (2 Pe 1:19). Em seu discurso profético (Mt 24), Jesus tomou vários pontos dos escritos de Daniel e outros profetas vétero-testamentários. Por seu turno, Paulo reelaborou os conceitos do discurso de Cristo e ainda encontramos ampliações dele no livro de Apocalipse. É natural que o profeta posterior expanda seus antecessores. O próprio Jesus criticou a prática de valorizar profetas passados em detrimento dos contemporâneos (Mt 23:29-30), ao passo que cada  profeta é o teste para a devoção obediente de sua geração (v. 34-35). Em parte, essa confusão se estabelece devido a falsos conceitos relacionados às influências da cultura sobre os escritos de EGW;
3. Os escritos de EGW representam a visão particular da autora, uma senhora vitoriana que viveu num contexto de evangelicalismo tradicional: a compreensão do contexto cultural em que viveu determinado profeta sempre é útil para compreensão de sua mensagem. Infelizmente, a Alta Crítica dos séculos XVIII e XIX eliminou o fator sobrenatural da Inspiração, creditando a matéria bíblica apenas ao elemento humano. As Escrituras deixaram de ser a Palavra inspirada por Deus para se tornar a palavra de homens místicos. Não se tratava do que Deus dizia, mas do que diziam acerca dEle. O método histórico-crítico, com seus pressupostos naturalistas, ainda sobrevive e, infelizmente, influencia teólogos adventistas, que o adotam integralmente ou de forma adaptada. Como não poderia deixar de ser, a consequência natural é estender essa compreensão aos escritos de EGW, limitando-os ao seu próprio cercado histórico bem delimitado. Quando se parte dessas pressuposições, tanto a Bíblia quanto os testemunhos têm pouco a dizer para o homem do século XXI. Pode-se extrair um princípio aqui ou acolá, mas a maioria das diretrizes estariam "contaminadas" por uma cultura tão distante da nossa que seria ilógico adotá-la por meio de seus princípios. Daí teríamos espaço (na melhor das hipóteses) para o existencialismo cristão, o qual talvez ecoe na abordagem meramente devocional dada aos escritos de EGW, ou na conclusão de que o que ela escreveu não passe de "conselhos", nada que chegue a ser normativo. Obviamente, não há fundamento bíblico para limitar um escrito inspirado à sua cultura. Não estamos negando a influência cultural sobre indivíduos. Mesmo Deus Se sujeitou em diversas ocasiões à cultura humana, como quando Se revelou aos profetos judeus ou encarnou na Palestina do I século. Porém, Deus é um Ser real, e de uma realidade que transcende a cultura. Sua revelação, embora se expresse dentro de culturas particulares, é fruto da obra do Espírito Santo, que de fato falou a indivíduos em dado tempo e espaço (1 Pe 2:20-21). Em conexão com a prática de datar os escritos de EGW, está a acusação de que eles representam um estágio anterior do evangelicalismo, marcado por legalismo e severidade;


4. Os escritos de EGW representam um cristianismo legalista: As normas de conduta, vestuário, namoro, alimentação e vida cristã encontradas na pena de EGW parecem severas, exageradas e antiquadas. Como sustentá-las? Algumas até parecem suficientemente constrangedoras para admití-las em público! Ainda assim, por seu compromisso com doutrinas bíblicas, tais quais a observância dos dez mandamentos e o respeito às leis dietéticas, os adventistas são taxados naturalmente de legalistas pelos evangélicos em geral. Seriam, então, as Escrituras, fonte de legalismo? Em verdade, temos de entender que o liberalismo teológico e a própria liberdade irrestrita advogada pela pós-modernidade favorecem o entendimento de que o indivíduo deve criar suas próprias regras. Quaisquer normas para além disso seriam absurdas - mesmo as que Deus tenha a transmitir. Temos de nos lembrar que mesmo o apóstolo Paulo, o autor do NT que mais lutou contra práticas legalistas, defendeu que os cristãos foram salvos para as "boas obras" (Ef 2:8-10), investindo praticamente em cada fim das epístolas que escrevia sobre necessidade de observar normas específicas de conduta, chegando ao ponto de dizer o que deveria ocupar nosso pensamento (Fl 4:8)! Para justificar a rejeição de porções específicas dos escritos de EGW, muitos adventistas alegam que seriam seções não inspiradas, fruto ou de plágio de autores de sua época ou mesmo de interpolações e acréscimos feitos pelos editores e depositários de seus escritos;


5. Os escritos de EGW são resultado de plágio e constantes adulterações por parte dos depositários de seu patrimônio literário: Desde a publicação de The White Lie, de Walter Rea, acusações ad hominem se multiplicam contra EGW, principalmente a de plagiadora. Possivelmente, D.M. Canright, o primeiro grande apóstata do adventismo, seja o autor dessa acusação, que se sofisticou ao longo do tempo. De fato, EGW recorre a expressões e material de autores de sua época. Isso diminuiria a inspiração de seus escritos? É mister lembrarmos que até os autores bíblicos recorrem a citações de escritores de sua época: Paulo cita o poeta Arato, em sua obra Os fenômenos (At 17:28) e Judas cita o livro apócrifo de Enoque (Jd 14-15). A Inspiração pode selecionar materiais e usá-los conforme seus propósitos. Lucas mesmo admite ter escrito seu evangelho não por meio de visões ou aparições de anjos, porém baseado em "acurada investigação", entrevistando "testemunhas oculares" - nem por isso, admitir-se-ia que seu evangelho fosse menos inspirado! Quanto às acusações contra os depositários, os documentos do patrimônio EGW estão abertos à consulta e atualmente, quanta coisa digitalizada, fica mais fácil para qualquer pessoa averiguar os escritos originais. Geralmente, quem se sente contrariado pela Revelação, costuma reagir acusando adulteração dos originais, semelhante à senhora anti-trinariana que encontrei que acusava os tradutores da Bíblia de torcerem o texto de Mt 28:18-20 (ainda que não haja vairantes textuais do texto e todos os manuscritos suportem a tradução encontrada em nossas versões bíblicas atuais).
Diante de tudo o que expusemos, resta uma decisão. Ou descrermos ou crermos. Evidente que isso tem de ser ponderado e, com espírito de oração, a pessoa sentir que Deus a guia em uma decisão racional. Não é por coincidência que muitas críticas feitas aos escritos de EGW possam ser voltadas contra as Escrituras e vice-versa. A natureza da Revelação é uma só. Se eu encontrasse motivos para descrer da EGW, teria de agir de forma lógica e coerente, rejeitando igualmente a matéria bíblica. Entretanto, Deus tem me conduzido à aceitação de tudo o que Ele inspirou e revelou. Acredito ainda que ser adventista sem aceitar a autoridade profética de EGW em questões como adoração, alimentação, conduta pessoal ou qualquer área da vida cristã é não ser autenticamente adventista. Melhor seria adotar outra confissão cristã. Sei que se trata de uma decisão particular. Porém há um efeito dominó: quem rejeita os escritos de EGW, logo passará a descrer de outros aspectos da fé adventista (o juízo pré-advento se iniciando em 1844, o sábado, a reforma de saúde, etc). Até que ponto seria possível ser adventista sem crer nessas coisas?

"Assim Como foi nos Dias de Noé"

Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do homem. Luc. 17:26.
Foi-me mostrado que existe em nosso mundo um terrível estado de coisas. O anjo da misericórdia está dobrando as asas, prestes a partir. ...
A lei de Deus é invalidada. Vemos e ouvimos de confusão e perplexidade, privação e fome, terremotos e inundações; terríveis atrocidades serão cometidas por homens; a paixão, não a razão, exerce o domínio. A ira de Deus incide sobre os habitantes do mundo, que rapidamente se estão tornando tão corruptos como eram os habitantes de Sodoma e Gomorra. Incêndios e inundações já estão destruindo milhares de vidas e as propriedades que têm sido acumuladas egoistamente pela opressão dos pobres. O Senhor logo abreviará a Sua obra e porá fim ao pecado. Oh! que as cenas que me foram apresentadas das iniqüidades praticadas nestes últimos dias, possam causar profunda impressão na mente do professo povo de Deus!
Assim como foi nos dias de Noé, será também quando Se manifestar o Filho do homem. O Senhor está removendo Suas restrições da Terra, e logo haverá morte e destruição, aumento de crime, e cruéis e perversas maquinações contra os ricos que se exaltaram em detrimento dos pobres. Os que estão sem a proteção de Deus não encontrarão segurança em nenhum lugar ou posição. Agentes humanos estão sendo treinados, e estão usando sua capacidade inventiva para pôr em atuação os mais poderosos artefatos para ferir e matar.
Meus irmãos e irmãs, ... faço um apelo para vós. ... A vida de muitos é demasiado delicada e afetada. Nada sabem a respeito de sofrer aflições como bons soldados de Cristo. São empecilhos à obra de salvar pessoas. ... Pensam que são cristãos, mas não sabem o que significa a vida cristã prática. Que significa ser cristão? Significa ser semelhante a Cristo. ...
Cooperai com Deus trabalhando em harmonia com Ele. Expeli do templo da alma tudo o que assume a forma de um ídolo. Agora é o tempo de Deus, e Seu tempo é vosso tempo. Combatei o bom combate da fé, recusando pensar ou falar em incredulidade. O mundo tem de ouvir a última mensagem de advertência. Testimonies, vol. 8, págs. 49, 50, 52 e 53.

Maranata, O Senhor Vem MM 1977 pag. 135

Brésil : plus de 200 morts dans l'incendie d'une discothèque

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La façade du Kiss, ravagée par les flammes
La façade du Kiss, ravagée par les flammes Crédits photo : AGENCIA RBS/AFP

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Le sinistre s'est déclenché lors d'une soirée étudiante à Santa Maria, dans le sud du pays. De nombreuses victimes sont mortes asphyxiées ou piétinées par une foule paniquée.

La soirée étudiante a tourné au drame. Dans la nuit de samedi à dimanche, un incendie s'est déclaré dans une boîte de nuit brésilienne, créant un mouvement de panique parmi les personnes présentes. La police brésilienne a revu dimanche le bilan à la baisse, à 232 morts contre 245 auparavant, parmi lesquels 120 hommes et 112 femmes. La plupart des victimes, qui sont décédées asphyxiées ou piétinées, étaient à peine âgées d'une vingtaine d'années. 131 personnes ont par ailleurs été blessées.
Le sinistre s'est déclaré à 2 heures du matin à Santa-Alegre (sud du pays) dans la discothèque Kiss, prisée pour ses soirées étudiantes. D'après des témoins, le chanteur d'un groupe qui se produisait sur scène a allumé un petit feu de Bengale, mais des étincelles ont atteint la mousse d'isolement du plafond acoustique de la discothèque. Le feu s'est propagé en quelques secondes et n'a pu être maîtrisé que cinq heures plus tard.


Crédits photo : Germano Roratto/AFP
Les clients de la discothèque, qui selon les sources étaient entre 500 à 2000, ont paniqué à la vue des flammes. La majorité des victimes ont chuté lors des bousculades, et ont été piétinées par une foule incontrôlable. D'autres ont succombé à l'inhalation de fumées toxiques.

«Ceux qui étaient au fond de la discothèque sont restés piégés»

«Les barrières métalliques utilisées pour organiser les files d'attente ont bloqué l'évacuation. Les gens s'entrechoquaient, tombaient. J'ai aidé à enlever les barrières. Les pompiers aussi s'intoxiquaient avec la fumée», témoigne un jeune dentiste. «Une fille est morte dans mes bras. J'ai senti son cœur s'arrêter de battre. Je n'avais vu cela qu'au cinéma», a poursuivi le jeune homme, cité par le journal Correio do Povo. «Nous n'avons pas réussi à utiliser la sortie de secours. Ceux qui étaient au fond de la discothèque sont restés piégés».
«Ça a été l'horreur. J'ai perdu un ami très proche. Les sorties de secours étaient insuffisantes ; c'était la panique, j'ai perdu de vue mon ami dans la confusion», a déclaré à la TV Band News un survivant. Les familles des jeunes présents à la soirée se sont précipitées vers la discothèque, en quête de nouvelles de leurs proches.
La présidente du Brésil, Dilma Roussef, a annulé un déplacement au Chili où elle devait participer à un sommet Amérique latine-Union européenne, pour se rendre sur les lieux du drame. «Je voudrais dire à la population de Santa Maria que, dans ce moment de tristesse, nous sommes avec vous», a-t-elle déclaré, réprimant des larmes, devant les médias.

Incêndios e outros Sinais em Terra e Mar

Sinais em Terra e Mar

O grande dia do Senhor está perto, está perto, e se apressa muito a voz do dia do Senhor; amargamente clamará ali o homem poderoso. Sof. 1:14.
Estamos perto da consumação dos tempos. Foi-me mostrado que os juízos retributivos de Deus já estão caindo sobre a Terra. O Senhor nos advertiu quanto aos acontecimentos que estão prestes a ocorrer. ...
Os que beberem da mesma fonte de bênçãos hão de unir-se entre si. A verdade, habitando no coração dos crentes, há de conduzir a uma abençoada e feliz unificação. Deste modo a oração de Cristo, pedindo que Seus discípulos fossem um como Ele o é com o Pai, será atendida. Por essa unidade espiritual, toda alma verdadeiramente convertida há de suspirar.
Entre os ímpios, porém, há de prevalecer uma harmonia ilusória que só em parte encobrirá a perpétua discórdia. Achar-se-ão unidos na sua oposição à vontade e à verdade divina, mas quanto ao mais estarão divididos pelo ódio, dissimulação, inveja e contenda mortal. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 11 e 13.
O Senhor está retirando da Terra Suas restrições e breve haverá morte e destruição, crescente criminalidade, e cruéis e maus intentos contra os ricos, os quais se exaltaram contra os pobres. Os que estão sem a proteção de Deus não encontrarão segurança em lugar nenhum nem em posição alguma. Os agentes humanos estão-se preparando e usando sua faculdade inventiva para fazer funcionar o mais poderoso aparelhamento para ferir e matar. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 285 e 286.
O Senhor Se levantará para sacudir terrivelmente a Terra. Veremos aflições por todos os lados. Milhares de navios serão arremessados para as profundezas do mar. Esquadras se submergirão, sendo sacrificados milhões de vidas humanas. Irromperão inesperadamente incêndios que nenhum esforço humano será capaz de extinguir. Os palácios da Terra serão varridos pela fúria das chamas. Tornar-se-ão mais e mais freqüentes os desastres de estrada de ferro; confusão, colisões e morte sem um momento de advertência ocorrerão nas grandes vias de comunicação. O fim está perto, a graça está a terminar. Oh! busquemos a Deus enquanto Se pode achar, invoquemo-Lo enquanto está perto! Mensagens aos Jovens, págs. 89 e 90.

Ellen White, do livro,  A Fé Pela Qual eu Vivo, MM 1959 pag.343

Rosane de Oliveira, sobre incêndio em boate de Santa Maria: "Um pesadelo"

Quem tem filhos adolescentes não dorme um sono tranquilo enquanto não chegam das festas

Rosane de Oliveira
Quando fui acordada com o telefonema da colega Rosane Tremea, informando do incêndio na boate de Santa Maria, achei que estava tendo um pesadelo. O sinal ruim do celular me impedia de entender direito o que ela dizia. Entendi que eram 35 mortos e fiquei catatônica.

Quando refiz a ligação, e finalmente entendi a extensão da tragédia (no momento eram 135)  e soube das circunstâncias, perdi as pernas e fiquei alguns segundos sem ação, repetindo, "meu Deus, meu Deus, que horror". E lembrei do incêndio naquela boate de Buenos Aires em que morreram mais de uma centena de jovens.

Veja tambémConfira imagens do local onde aconteceu a tragédia
Confira a lista de feridos em incêndio em boate em Santa MariaTragédia em Santa Maria cancela rodada do Gauchão
Minha filha de 17 anos me deu abraço longo e confortador. Faltava o abraço de Eduardo, 21 anos, um baladeiro da idade das vitimas. Ele não quis vir para o sítio porque tinha uma festa. Precisava ouvir a voz dele antes de poder escrever qualquer coisa. Liguei para meu filho, ouvi que estava em casa dormindo, e fiquei a pensar em todos os pais e mães de jovens de Santa Maria e região.

Quem tem filhos adolescentes não dorme um sono tranquilo enquanto seus filhos não chegam das festas. E sofre com o drama de pais que perdem um da mesma idade, com os mesmos sonhos e projetos de vida semelhantes. Como era uma festa de universitários, sinto-me ainda mais próxima deste drama. Quando são 180, como em Santa Maria, faltam palavras. Não há o que dizer a título de consolo.

Meu marido, que é de Julio de Castilhos e estudou na UFSM, passou a monitorar as redes sociais em busca de informações sobre os filhos dos amigos e parentes. O silêncio de uma estudante jornalismo sempre presente no Twitter o deixou preocupado. E passou a repassar mentalmente a lista de amigos que têm filhos da idade dos nossos.

Ouvi a entrevista da diretora do Hospital Universitário, que está com o filho na CTI, e admirei seu profissionalismo. É preciso muita força para continuar ajudando os feridos.

Enquanto escrevo, são 180 corpos já recolhidos, e um número desconhecido de pessoas mortas nos hospitais. A contabilidade macabra passará de 200.

Nunca houve, em meus 30 anos de jornalismo, uma tragédia assim no Rio Grande do Sul. Que eu lembre, nem no Brasil. O mais parecido foram acidentes aéreos. O mais próximo, o da TAM, porque o avião saíra do Rio Grande do Sul.

Fonte http://zerohora.clicrbs.com.br/

sábado, 26 de janeiro de 2013

Presunçosa, Negligente Demora

Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha. Apoc. 16:15.
O mau servo diz em seu coração: "O meu Senhor tarde virá." Não diz que Cristo não virá. Não zomba da idéia de Sua segunda vinda. Mas, em seu coração e por suas ações e palavras declara que a vinda do Senhor demora. Afasta da mente dos outros a convicção de que o Senhor presto virá. Sua influência leva os homens a uma presunçosa, negligente demora. ... Mistura-se com o mundo. ... É uma assimilação terrível. É colhido no laço juntamente com o mundo. ...
"E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei." Apoc. 3:3. O advento de Cristo surpreenderá os falsos mestres. Eles estão dizendo: "Paz e segurança." Como os sacerdotes e mestres antes da queda de Jerusalém, assim esperam eles que a igreja goze de prosperidade e glória terrenas. Os sinais dos tempos, eles interpretam como prognóstico dessas coisas. Mas, que diz a Palavra inspirada? - "Então lhes sobrevirá repentina destruição." I Tess. 5:3. Como um laço virá o dia de Deus sobre toda a Terra, sobre todos os que fazem deste mundo sua pátria. ...
O mundo, cheio de rixas, repleto de ímpios prazeres, acha-se adormecido, adormecido em segurança carnal. Os homens estão dilatando a vinda do Senhor. Riem das advertências. Ouve-se a soberba jactância: "Todas as coisas continuam como desde o princípio da criação." II Ped. 3:4. "O dia de amanhã será como este, e ainda maior e mais famoso." Isa. 56:12. Aprofundar-nos-emos no amor do prazer. Mas Cristo diz: "Eis que venho como ladrão." Apoc. 16:15. Ao mesmo tempo que o mundo está perguntando zombeteiramente: "Onde está a promessa da Sua vinda?" II Ped. 3:4. estão-se cumprindo os sinais. Enquanto eles gritam: "Paz e segurança", aproxima-se repentina destruição. Quando o escarnecedor, o rejeitador da verdade, se tem tornado presunçoso; quando a rotina do trabalho nos vários ramos de ganhar dinheiro é prosseguida sem consideração para com princípios; quando o estudante está ansiosamente buscando o conhecimento de tudo menos a Bíblia, Cristo vem como ladrão. O Desejado de Todas as Nações, pág. 635.

Maranata, O Senhor Vem MM 1977 pag 32

Lição da Esc. Sabatina N°5 - Criação e moralidade

 

Casa Publicadora Brasileira – Lição 512013




Sábado à tarde
Ano Bíblico: Êx 28, 29


VERSO PARA MEMORIZAR: “O Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2:16, 17).

Leituras da semana: Gn 2:16, 17; 1:26-28; Tg 3:9; At 17:26; Pv 14:31; Mt 5:44-48; Ap 20:11-13

As pessoas gostam de falar sobre “direitos humanos”. Desde a Magna Carta (1215) à Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) e às várias declarações das Nações Unidas, é promovida a ideia de que os seres humanos possuem certos direitos “inalienáveis”, direitos que ninguém pode, legitimamente, tirar de nós. Pelo menos teoricamente, eles são nossos em virtude de sermos humanos.

As perguntas permanecem: Quais são esses direitos? Como devemos determinar o que eles representam? Esses direitos podem mudar? Em caso afirmativo, de que forma? Por que devemos, como seres humanos, ter esses direitos?

Em alguns países, por exemplo, as mulheres não tinham “direito” de votar até o século 20 (algumas nações ainda negam esse direito). No entanto, como um governo pode conceder às pessoas algo que já é seu “direito inalienável”? São perguntas difíceis, e suas respostas estão inseparavelmente ligadas à questão das origens humanas, tema do estudo da lição desta semana.

Domingo
Ano Bíblico: Êx 30, 31

Nossa dependência do Criador


Gênesis 2:7 descreve Deus criando Adão e apresenta o homem como ser moral inteligente, não como animal. O texto não diz, mas é possível imaginar Deus usando as mãos para moldar o pó na forma e tamanho pretendidos. Poderíamos pensar que o grande Soberano do Universo não Se inclinaria para sujar as mãos na criação do homem, mas a Bíblia revela o Criador como Alguém intimamente envolvido com a criação. As Escrituras registram muitas ocasiões em que Deus, voluntariamente, interagiu com a criação material. Os exemplos incluem Êxodo 32:15, 16; Lucas 4:40 e João 9:6. Na verdade, a encarnação de Cristo na humanidade, processo pelo qual Ele interagiu no dia a dia com o mundo criado de maneira muito semelhante à nossa, refuta a noção de que Deus não podia Se abaixar para “sujar as mãos” entre a humanidade.

1. Que ordem Deus deu a Adão? O que está implícito nessa ordem? Gn 2:16, 17


Podemos perguntar: Que direito Deus tinha de criar regras para Adão e Eva? Compare essa situação com a de uma criança em uma família. Os pais proveem à criança um lar e satisfação de necessidades. Eles a amam e têm em mente os melhores interesses dela. Visto que eles têm maior experiência e sabedoria, se a criança aceitar suas orientações, será poupada de muito sofrimento. Algumas crianças acham difícil cumprir ordens, mas é universalmente reconhecido que, enquanto a criança é dependente dos pais, ela é obrigada a aceitar suas regras. De maneira semelhante, uma vez que somos sempre dependentes de nosso Pai celestial para a vida e suas necessidades, sempre é apropriado aceitar a orientação de Deus. Visto que Ele é o Deus de amor, podemos confiar que Ele sempre proverá o que precisamos para nosso bem.

2. Como o salmista expressa nossa dependência de Deus? Que obrigações essa dependência coloca automaticamente sobre nós, especialmente no que diz respeito à maneira pela qual tratamos os outros? Sl 95:6, 7; Sl 100

Segunda
Ano Bíblico: Êx 32, 33


À imagem de Deus


3. Que atributo especial foi dado apenas aos seres humanos? Gn 1:26-28


O que é exatamente a “imagem de Deus”? Essa questão tem gerado muita discussão e as opiniões variam. Mas os versos apresentam alguns indícios sobre a natureza da ideia. Primeiro, observe que, ter sido feito à imagem de Deus sugere que parecemos com Deus em determinados aspectos. Um aspecto importante da imagem de Deus é que Ele deu aos seres humanos o domínio sobre as outras criaturas. Como Deus é soberano sobre tudo, assim Ele designou aos seres humanos uma parte dessa soberania, dando-lhes domínio sobre os peixes, aves e animais terrestres.

Note igualmente que Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem” (Gn 1:26, itálico acrescentado), isto é, uma imagem envolvendo a pluralidade da Divindade. Então, Ele criou os seres humanos do sexo masculino e feminino. A imagem de Deus não se expressa plenamente em um indivíduo, mas no relacionamento. Assim como a Divindade se manifesta em três Pessoas em relacionamento, também a imagem de Deus nos seres humanos se expressa no relacionamento entre homem e mulher. A capacidade de formar relacionamentos faz parte da imagem de Deus. Relacionamentos implicam em responsabilidade e prestação de contas, o que significa moralidade. Por isso, exatamente nesse texto temos um forte indício de como a moralidade encontra seu fundamento na história da criação.

4. Como a ideia de que os seres humanos foram feitos “à imagem de Deus” está claramente relacionada com o conceito de moralidade? Gn 9:6; Tg 3:9


Os seres humanos têm lutado por milênios com a questão da moralidade. Mesmo antes de conhecermos o que é a correta moralidade, o fato de sermos seres morais levanta uma série de questões profundas. Por que, ao contrário dos besouros, pulgas e até mesmo chimpanzés, os seres humanos têm uma consciência moral, um conceito que distingue entre o certo e o errado? Como seres feitos essencialmente de matéria amoral (quarks, gluóns, elétrons e assim por diante) podem estar cientes de conceitos morais? A resposta pode ser encontrada nos primeiros capítulos da Bíblia, que revelam que os seres humanos são criaturas morais feitas “à imagem de Deus.”

Terça
Ano Bíblico: Êx 34–36


Feitos do mesmo sangue


Em Gênesis 2:23, Adão recebeu a tarefa de dar nome à sua esposa, a quem chamou Havah. Essa palavra está relacionada com o verbo hebraico hayah, que significa “viver” (os judeus, às vezes, usam uma expressão semelhante, lehayim [à vida!], usada quando se faz um brinde). A palavra hebraica para “Eva” (Havah) pode ser traduzida como “doadora de vida”. O nome de Eva representa o fato de que ela é a ancestral de todos os seres humanos. Somos todos uma família no sentido mais literal.

5. Como Paulo vincula a fraternidade de toda a humanidade com a criação? At 17:26; Mt 23:9

Estamos unidos no sentido de que todos nós descendemos de uma mulher, Eva, e de um homem, Adão. E Deus é o Pai de todos nós. Esse fato é a base da igualdade humana. Imagine como seriam diferentes as relações humanas se todas as pessoas reconhecessem essa verdade importante. Se já precisamos de uma prova de que somos realmente caídos, e de como o pecado nos prejudicou, temos isso no triste fato de que os seres humanos, muitas vezes, tratam uns aos outros de maneira pior do que algumas pessoas tratam os animais.

6. De que maneira o livro de Provérbios nos ajuda a entender a ligação entre a moralidade e o fato de que fomos criados por Deus? Pv 14:31; 22:2

Muitos fatores têm dividido a humanidade: política, nacionalidade, etnia, e, claro, economia. O fator econômico é, sem dúvida, um dos mais importantes (embora nunca na medida que Karl Marx previu: os trabalhadores do mundo nunca se uniram; em vez disso, lutaram uns contra os outros com base na sua nacionalidade). Hoje, como sempre, os pobres e os ricos frequentemente consideram uns aos outros com desconfiança e desprezo. Quantas vezes esses sentimentos têm levado à violência, e até mesmo à guerra! As causas da pobreza e a solução para ela são questões que ainda nos deixam perplexos (Mt 26:11), Mas uma coisa é certa na Palavra de Deus: ricos ou pobres, todos nós merecemos a dignidade que é nossa em virtude de nossas origens.

Anos atrás, depois que o darwinismo se tornou moda, alguns justificaram a exploração dos pobres pelos ricos com base no “darwinismo social”, com o seguinte raciocínio: Visto que, no mundo natural, o forte domina e explora os fracos, por que o mesmo princípio não deve ser aplicado na economia? Esse é outro exemplo de que uma compreensão correta das origens é fundamental para a compreensão da moralidade.

Quarta
Ano Bíblico: Êx 37, 38


O caráter do nosso Criador


Deus nos criou à Sua imagem, o que significa, entre outras coisas, que Ele desejou que tivéssemos um caráter parecido com o Seu. Isto é, devemos ser semelhantes a Ele, tanto quanto humanamente possível (note: ser como Deus não é a mesma coisa que aspirar a ser Deus, uma diferença crucial). Para ser como Deus, no sentido de refletir Seu caráter, devemos ter uma compreensão adequada do que é esse caráter.

7. O que Jesus ensinou sobre o caráter de Deus e também sobre o modo pelo qual devemos refletir esse caráter em nossa vida? Mt 5:44-48

8. O que a parábola do bom samaritano ensina sobre o caráter de Deus e como ele deve ser refletido na humanidade? Lc 10:29-37; Fp 2:1-8


A história contada por Jesus envolve dois homens de grupos diferentes e antagônicos. Mas Jesus mostrou que eles eram próximos. Cada um deles estava dentro da esfera de responsabilidade do outro, e Deus Se agradou quando as diferenças foram postas de lado e um tratou o outro com bondade e compaixão.

Que contraste é visto entre os princípios do reino de Deus e os princípios do governo de Satanás! Deus chama o forte a cuidar do fraco, enquanto os princípios de Satanás exigem a eliminação dos fracos pelos fortes. Deus criou um mundo de relacionamentos pacíficos, mas Satanás distorceu as coisas de modo tão completo que muitos consideram a sobrevivência do mais apto o padrão normal de conduta.
Se o processo perverso de seleção natural (em que os fortes dominam os fracos) tivesse sido o meio pelo qual viemos à existência, por que deveríamos agir de modo diferente? Se aceitarmos esse ponto de vista e promovermos nossos interesses, em detrimento dos menos “naturalmente selecionados”, deixaremos de seguir a Deus, e os princípios da natureza, da maneira que Ele ordenou.

De quais outras maneiras você percebe que a compreensão das nossas origens afeta nossos conceitos morais?

Quinta
Ano Bíblico: Êx 39, 40

Moralidade e responsabilidade


9. Examine o sermão de Paulo em Atenas (At 17:16-31). Siga a linha de raciocínio que ele usou, observando não somente o início, mas o fim do sermão. O que é tão importante na conclusão dessa mensagem, especialmente com relação à questão das origens e da moralidade?


O sermão de Paulo aos intelectuais de Atenas começou com a criação e terminou com o juízo. De acordo com Paulo, o Deus que fez o mundo e tudo que nele há estabeleceu um dia em que julgará o mundo. Ser dotado de moralidade implica responsabilidade, e todos nós seremos responsáveis pelos nossos atos e nossas palavras (Ec 12:14; Mt 12:36, 37).

10. Que ensinos bíblicos estão claramente ligados à moralidade? Ap 20:11-13; Mt 25:31-40


Todos os seres humanos enfrentarão o juízo. A diferença entre os dois grupos na parábola de Jesus é a maneira pela qual cada pessoa tratou os que estavam em necessidade. O Criador está interessado no modo pelo qual Suas criaturas humanas tratam os semelhantes, em especial os necessitados. Não há lugar no Céu para o princípio da seleção natural, que é contrária ao caráter do Deus da paz.

A Bíblia nos dá a certeza de que a justiça, tão escassa neste mundo, um dia será concedida pelo próprio Deus. Além disso, a ideia de juízo implica uma ordem moral: Por que Deus julgaria, e ainda mais, puniria, se não houvesse padrões morais pelos quais as pessoas pudessem ser julgadas?

Pense na realidade e certeza do juízo. Por que, então, o evangelho e a promessa de salvação em Cristo são tão importantes para que tenhamos segurança no juízo?

Sexta
Ano Bíblico: Lv 1–4

Estudo adicional


Os conceitos bíblicos de moralidade são inseparáveis dos conceitos bíblicos sobre as origens. Reconhecer Adão como o primeiro ser humano refuta a possibilidade de que quaisquer fósseis tivessem sido ancestrais de Adão ou de outros seres humanos. De onde, então, esses fósseis vieram? Existem várias outras possibilidades.

Primeira, os fósseis de humanoides (semelhantes aos seres humanos) podem ter formas de seres humanos com inteligência normal, mas com padrões de crescimento diferentes de qualquer ser humano moderno. Uma segunda possibilidade é que os fósseis podem ter sido degenerados, devido ao seu próprio estilo de vida, estresse ambiental ou outros fatores. Uma terceira possibilidade é que eles podem ter resultado de tentativas diretas de Satanás para corromper a criação de maneiras que não entendemos. Outra possibilidade é que eles não eram seres humanos, mas semelhantes na sua forma. Visto que não temos evidência direta para resolver a questão, é melhor evitar ser dogmáticos em nossas especulações. Os fósseis não vêm com etiquetas fixadas que dizem “Made in China [Feito na China] 500 milhões de anos atrás”. Nossa compreensão da história da Terra, que varia muito entre os cientistas, provê um sistema de referência dentro do qual interpretamos os fósseis, mas não temos prova de nossas interpretações.

Perguntas para reflexão
1. O que aconteceria se não houvesse um Criador que estabelecesse uma ordem moral sobre a humanidade? De onde viriam os conceitos morais?
2. Como nossa visão de criação influencia nossas opiniões sobre questões atuais como a eutanásia, clonagem, aborto, etc.?
3. Um cidadão local que dedicava seu tempo para guiar passeios no campo de concentração nazista de Dachau começava o roteiro falando sobre a teoria da evolução de Charles Darwin, sugerindo que a teoria de Darwin conduziu ao drama de Dachau e outros similares. Qual é a lógica óbvia dessa linha de raciocínio? De que maneiras ela poderia ser defeituosa?

Respostas sugestivas: 1. Eles não deveriam comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Se dela comessem, morreriam. A desobediência produz morte. 2. Devemos adorar ao Senhor porque Ele nos criou. Somos Suas ovelhas. Deus cuida de nós e nos sustenta. Devemos compartilhar a bondade e o cuidado do Criador. 3. Recebemos o domínio sobre o ambiente e as criaturas da Terra. 4. O homem, criado à imagem de Deus, não deveria matar nem derramar sangue de outros seres humanos, porque isso seria contrário ao caráter de Deus. 5. De um só, Deus fez toda a humanidade. Somos todos irmãos, filhos do mesmo Criador. 6. Quem oprime o pobre insulta o Criador, mas quem tem compaixão do necessitado honra o Senhor; Deus é o Criador do rico e do pobre. 7. Deus faz o Sol nascer sobre maus e bons, faz chover sobre justos e injustos. Devemos refletir a perfeição divina ao amar os inimigos e orar pelos que nos perseguem. 8. Deus teve compaixão dos feridos e sofredores. Ele enviou Jesus Cristo para resgatar a humanidade caída no pecado. Cristo foi um servo humilde. Devemos imitar Sua atitude. 9. Paulo começou elogiando e falando dos pontos em comum entre sua crença e a dos atenienses. Depois destacou o fato de que Deus é Criador, soberano sobre a criação e juiz de todos. Deus oferece a todos a oportunidade de arrependimento. 10. O juízo final. Nossas obras serão julgadas com base na lei e no caráter de Deus.

Voluntários do IAP auxiliam aldeia no Tocantins

Essa missão aconteceu nas aldeias dos indios Javaés, que ficam no municipio de Lagoa da Confusão Cidade do Tocantins e que faz parte do meu distrito pastoral. Não acompanhei essa missão, por que, se tratando de nativos, o responsável é o pastor Miraldo Fáh-Tanh que também é indio e o responsável pelo ministério ativo no estado.

 Ministério Nativo

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21/01/2013 - Publicado por Luzia Paula da MTo


[Ilha do Bananal, TO] A Escola de Missões do Instituto Adventista Paranaense (IAP) iniciou no último dia 5 de janeiro o projeto “Missão Javaés”, com ações sociais na área da saúde e pedagógica. Além disso, os voluntários também tiveram a oportunidade de levar a mensagem da cruz à comunidade indígena Boto Velho, localizada na Ilha do Bananal, TO. O projeto que reuniu um grupo de 12 voluntários foi idealizado pelo capelão do IAP, pastor Douglas Reis, em parceria com o Ministério Nativo do Tocantins. A expedição foi acompanhada pelo pastor local, Miraldo Fág Tanh.

Esse foi o primeiro contato de um grupo adventista com a atnia javaés. Houve atividades para crianças, tais como teatro, pintura, brincadeiras e contação de histórias bíblicas, pela doutora em Educação e Coordenadora de Novos Cursos na Faculdade Adventista Paranaense (FAP), Martha Balbé. Foram também oferecidos diversos serviços como orientação odontológica, aferimento de pressão e ações preventivas na área da saúde sob supervisão do enfermeiro Davisson Gonçalves, professor da FAP.

Além de prestar auxílio humanitário para as comunidades nativas, a iniciativa também visa ingressar os alunos do IAP no campo missionário, uma vez que em breve a instituição abrirá um curso de Teologia. A ação dos voluntários foi bem recebida pelos moradores e despertou o interesse dos adolescentes da aldeia pela Educação Adventista.

As atividades do grupo se estenderam o último domingo, dia 20 de Janeiro.

Do Site da UCOB

[Colaboração, Paloma Lopes]




sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O Reavivamento Falsificado

Ellen White

Sabe, porém, isto: Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.  II Tim. 3:1, 2 e 5.
Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão.
Em muitos dos avivamentos ocorridos durante o último meio século, têm estado a operar, em maior ou menor grau, as mesmas influências que se manifestarão em movimentos mais extensos no futuro. Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza destes movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. E, pela regra que o próprio Cristo deu - "Por seus frutos os conhecereis" (Mat. 7:16) - é evidente que esses movimentos não são obra do Espírito de Deus. O Grande Conflito, págs. 464 e 465.

Maranata, O Senhor Vem MM 1977 pag 31

A Igreja Não Cairá

Ellen Ellen

Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Mat. 16:18.
Aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, sentirão a ira do dragão e de seus exércitos. Satanás considera por súditos seus os habitantes do mundo; adquiriu domínio sobre as igrejas apóstatas; mas eis um pequeno grupo que resiste à sua supremacia. Se ele os pudesse desarraigar da Terra, completo seria seu triunfo. Como influenciava nas nações pagãs para destruírem Israel, assim, num próximo futuro, ele incitará as maléficas potências terrestres para destruir o povo de Deus. Serviço Cristão, pág. 157.
Sua única esperança está na misericórdia de Deus; sua única defesa será a oração. Profetas e Reis, pág. 588.
As duras experiências que o povo de Deus enfrentara nos dias de Ester não foram peculiares a esse tempo somente. O Revelador, olhando para os séculos no fim do tempo, declarou: "O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." Apoc. 12:17. Alguns que hoje estão vivendo na Terra verão cumpridas essas palavras. Profetas e Reis, pág. 605.
A ira de Satanás aumenta à medida em que o tempo se abrevia, e sua obra de engano e destruição atingirá o auge no tempo de angústia. O Grande Conflito, pág. 623.
Satanás realizará seus milagres para enganar; estabelecerá seu poder como supremo. A igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá. Ela permanece, ao passo que os pecadores de Sião serão lançados fora no joeiramento - a palha separada do trigo precioso. É esse um transe terrível, não obstante importa que tenha lugar. Ninguém senão os que venceram pelo sangue do Cordeiro e a palavra de seu testemunho será encontrado com os leais e fiéis, sem mácula nem ruga de pecado, sem engano em sua boca. Carta 55, 1886.
Deus declara que ainda que uma mãe possa esquecer-se de seu filho, "Eu, todavia, Me não esquecerei de ti" ... Deus pensa em Seus filhos com a mais terna solicitude e mantém um memorial escrito diante dEle, para que jamais possa esquecer-Se dos filhos dos quais cuida. Testimonies, vol. 4, págs. 329 e 330.

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 pag 31

Intolerância e Perseguição

Ellen White

Se Me perseguiram a Mim, também perseguirão a vós outros; se guardaram a Minha palavra, também guardarão a vossa. João 15:20.

A perseguição em suas várias modalidades é o desenvolvimento de um princípio que subsistirá enquanto existir Satanás e tiver o cristianismo poder vital. Ninguém poderá servir a Deus sem atrair contra si a oposição das hostes das trevas. Anjos maus o assaltarão, alarmados de que a sua influência lhes esteja arrebatando a presa. Homens maus, reprovados pelo seu exemplo, unir-se-ão àqueles, procurando separar de Deus tal pessoa, por meio de sedutoras tentações. Quando estas não surtem o efeito esperado, recorre-se ao poder compulsório para forçar a consciência.
Mas, enquanto Jesus permanece como intercessor do homem no santuário celestial, a influência repressora do Espírito Santo é sentida pelos governantes e pelo povo. Essa influência governa, ainda, até certo ponto, as leis do país. Não fossem estas, e a condição do mundo seria muito pior do que ora é. Conquanto muitos de nossos legisladores sejam ativos agentes de Satanás, Deus também tem os Seus instrumentos entre os principais homens da nação. O inimigo incita seus servos a que proponham medidas que estorvariam grandemente a obra de Deus; mas estadistas que temem o Senhor são influenciados por santos anjos para que se oponham a essas propostas, com argumentos irretorquíveis. Assim, um pequeno grupo de homens sustará poderosa corrente de males. A oposição dos inimigos da verdade será restringida a fim de que a mensagem do terceiro anjo possa efetuar a sua obra. Quando for dada a advertência final, prenderá a atenção das pessoas influentes por meio de quem o Senhor está agora a operar, e algumas delas a aceitarão, e manter-se-ão com o povo de Deus durante o tempo de angústia. ...
"E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque Ele vos dará ensinador de justiça, e fará descer a chuva, a temporã e a serôdia." Joel 2:23. "E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do Meu Espírito derramarei sobre toda a carne." "E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Atos 2:17 e 21.
A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início. O Grande Conflito, págs.610 e 611.

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 pag 29

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Primeiro Simpósio de Liberdade Religiosa em Guadalupe desperta engajamento cívico

Do site http://news.adventist.org/

Jan. 22, 2013 Pointe-à-Pitre, Guadeloupe
ANN staff
Líderes de relações públicas dos adventistas do sétimo dia proclararam o primeiro simpósio de liberdade religiosa da Igreja em Guadalupe como um modelo de engajamento cívico para regiões ao redor do mundo.

No início deste mês, cerca de 800 pessoas participaram de um simpósio de três dias nessa ilha do Caribe, com os líderes adventistas continuando a exortar os pastores e administradores locais a deliberadamente prosseguirem o diálogo com oficiais do governo e outros grupos religiosos.
Estavam presentes pastores, oficiais de igrejas locais e líderes do governo, incluindo a representante oficial mais graduada da Ilha, Victorin Lurel, presidente do Conselho Regional de Guadalupe. Guadalupe é um departamento da França.
"Cremos que um simpósio como este é um modelo para mais associações e uniões da Igreja Adventista se organizarem localmente", disse Ganoune Diop, diretor-associado do Departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa (PARL) na sede mundial da denominação.
"Queremos que as pessoas conheçam melhor quem são os adventistas do sétimo dia são e estejam cientes de suas contribuições para a comunidade", disse Diop, que também serve como elemento de ligação da Igreja com as Nações Unidas.
Roberto Herrera, diretor do PARL para a Divisão Inter-Americana, da denominação, disse que espera que o evento estimule mais compromisso em favor de todas as congregações para a compreensão da importância de promover a liberdade religiosa. É também uma oportunidade de promover o compromisso da Igreja com a educação, saúde e assistência humanitária, bem como capacitar as mulheres e crianças.
Guadalupe há muito tempo mantem um forte sentimento de liberdade religiosa, disse Max Laurent, presidente da Igreja Adventista da União das Antilhas e Guiana Francesas, que supervisiona Guadalupe. Um desafio, no entanto, é que os estudantes secundários adventistas periodicamente enfrentam problemas com aulas e exames realizados aos sábados, dia que os adventistas observam como dia de respouso bíblico.
Laurent disse que os líderes da Igreja em Guadalupe iriam continuar a dialogar com os líderes do governo e oficiais educacionais em nome de seus alunos.
A Igreja Adventista vai realizar uma celebração de liberdade religiosa no final deste ano na Martinica, de abrangência para toda a União.

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