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segunda-feira, 21 de agosto de 2023

O Pior Inimigo do Homem, e Como Vencê-lo

 O Pior Inimigo do Homem, e Como Vencê-lo

Ellen G. White 

"Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Gên. 3:15. A sentença divina pronunciada contra Satanás depois da queda do homem, foi também uma profecia, abrangendo todos os séculos até ao final do tempo, e prefigurando o grande conflito em que se empenhariam todas as raças dos homens que vivessem sobre a Terra.

Deus declara: "Porei inimizade." Esta inimizade não é entretida naturalmente. Quando o homem transgrediu a lei divina, sua natureza se tornou má, e ele ficou em harmonia com Satanás, e não em desacordo com ele. Não existe, por natureza, nenhuma inimizade entre o homem pecador e o originador do pecado. Ambos se tornaram malignos pela apostasia. O apóstata nunca está em sossego, exceto quando obtém simpatia e apoio, induzindo outros a lhe seguir o exemplo. Por este motivo os anjos decaídos e os homens ímpios se unem em desesperada união. Se Deus não Se houvesse interposto de maneira especial, Satanás e o homem teriam entrado em aliança contra o Céu; e, ao invés de alimentar inimizade contra Satanás, toda a família humana se teria unido em oposição a Deus.

Satanás tentou o homem a pecar, assim como fizera com que os anjos se rebelassem, para deste modo poder conseguir cooperação em sua luta contra o Céu. Nenhuma dissensão havia entre ele e os anjos caídos, no tocante a seu ódio a Cristo;


GC - Pag. 506 

ao passo que em todos os outros pontos havia discórdia, uniram-se firmemente na oposição à autoridade do Governador do Universo. Mas, quando Satanás ouviu a declaração de que existiria inimizade entre ele e a mulher, e entre a sua semente e a semente dela, compreendeu que seus esforços para depravar a natureza humana seriam interrompidos; que por algum meio o homem seria habilitado a resistir ao seu poder.

A inimizade de Satanás contra a raça humana é avivada pelo motivo de serem as criaturas humanas, mediante Cristo, objeto de amor e misericórdia de Deus. Ele se empenha em subverter o plano divino para a redenção do homem, desfigurando e corrompendo a obra de Suas mãos, para lançar desonra a Deus; deseja dar origem a pesares no Céu e encher a Terra de desgraças e desolação. E aponta para todo este mal como resultado da obra de Deus ao criar o homem.

É a graça que Cristo implanta na alma, que cria no homem a inimizade contra Satanás. Sem esta graça que converte, e este poder renovador, o homem continuaria cativo de Satanás, como servo sempre pronto a executar-lhe as ordens. Mas o novo princípio na alma cria o conflito onde até então houvera paz. O poder que Cristo comunica, habilita o homem a resistir ao tirano e usurpador. Quem quer que se ache a aborrecer o pecado em lugar de o amar, que resista a essas paixões que têm dominado interiormente e as vença, evidencia a operação de um princípio inteiramente de cima.

O antagonismo que existe entre o espírito de Cristo e o de Satanás, revelou-se na maneira mui flagrante com que o mundo recebeu a Jesus. Não foi tanto porque Ele aparecesse sem riquezas, pompas, ou grandiosidade mundanas, que os judeus foram levados a rejeitá-Lo. Viam-nO possuir poder que faria mais do que compensar a falta dessas vantagens exteriores. A pureza e santidade de Cristo, porém, valeram-Lhe o ódio dos ímpios. Sua vida de renúncia e impecável devotamento, era perpétua reprovação a um povo orgulhoso, sensual. Foi isto que provocou inimizade contra o Filho de Deus. Satanás e os anjos caídos uniram-se aos homens maus. Todas as energias da apostasia conspiraram contra o Campeão da verdade.

 

É manifesta em relação aos seguidores de Cristo, a mesma inimizade demonstrada para com o Mestre. Quem quer que veja o caráter repelente do pecado, e na força do alto resista à tentação, certamente suscitará a ira de Satanás e de seus súditos. Ódio aos puros princípios da verdade, e opróbrio e perseguição a seus defensores, existirão enquanto houver pecado e pecadores. Os seguidores de Cristo e os servos de Satanás não podem harmonizar-se. O agravo da cruz não cessou. "Todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições." II Tim. 3:12.

Sob a direção de Satanás os seus agentes estão constantemente a trabalhar a fim de estabelecer a sua autoridade e erigir o seu reino em oposição ao governo de Deus. Com esse fito, procuram enganar os seguidores de Cristo e desviá-los de sua fidelidade. Semelhantes a seu chefe, interpretam mal e pervertem as Escrituras para realizar seu objetivo. Assim como Satanás se esforçou para lançar a ignomínia sobre Deus, seus agentes procuram fazer mal ao povo do Senhor. O espírito que matou a Cristo impele os ímpios a destruir Seus seguidores. Tudo isto está prefigurado naquela primeira profecia: "Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente." E isto continuará até ao final do tempo.

Satanás conjuga todas as forças, e arremessa ao combate todo o seu poder. Por que não encontra ele maior resistência? Por que são os soldados de Cristo tão sonolentos e indiferentes? É porque entretêm tão pouca verdadeira comunhão com Cristo; porque se acham tão destituídos de Seu Espírito! O pecado não lhes é repelente e aborrecível, como era a seu Mestre. Não o enfrentam, como o fazia Cristo, com resistência decidida e resoluta. Não se compenetram do grandíssimo mal e malignidade do pecado, e estão cegos tanto a respeito do caráter como do poder do príncipe das trevas. Pouca inimizade há contra Satanás e suas obras, porque há tão grande ignorância a respeito de seu poder e maldade, e da grande extensão de sua luta contra Cristo e Sua igreja. Multidões estão iludidas neste ponto. Não sabem que seu inimigo é um poderoso general, que domina a mente dos anjos maus, e que com planos bem elaborados e hábeis artifícios, está a guerrear contra Cristo para impedir a salvação das almas. Entre os professos cristãos, e mesmo entre os ministros do evangelho, raramente se ouve uma referência a Satanás, exceto talvez uma menção ocasional, do púlpito. Não tomam em consideração as evidências de sua atividade e êxito contínuos; negligenciam os muitos avisos contra seus ardis; parecem ignorar-lhe a própria existência.

Enquanto os homens se acham em ignorância quanto aos seus estratagemas, este vigilante adversário se põe em seu caminho a cada momento. Intromete-se em cada compartimento do lar, em toda rua de nossas cidades, nas igrejas, nos conselhos nacionais, nos tribunais de justiça, confundindo, enganando, seduzindo, arruinando por toda parte a alma e o corpo de homens, mulheres e crianças, desmembrando famílias, semeando ódios, rivalidade, contenda, sedição, assassínio. E o mundo cristão parece olhar estas coisas como se Deus as tivesse designado, e elas devessem existir.

Satanás está continuamente procurando vencer o povo de Deus, derribando as barreiras que os separam do mundo. O antigo Israel foi enredado no pecado quando se aventurou a associação proibida com os gentios. De modo semelhante se transvia o Israel moderno. "O deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus." II Cor. 4:4. Todos os que não são decididos seguidores de Cristo, são servos de Satanás. No coração não regenerado há amor ao pecado e disposição para acariciá-lo e desculpá-lo. No coração renovado há ódio e decidida resistência ao pecado. Quando os cristãos escolhem a sociedade dos ímpios e incrédulos, expõem-se à tentação. Satanás esconde-se das vistas, e furtivamente estende sobre os olhos deles seu véu enganador. Não podem ver que tal companhia é calculada a fazer-lhes mal; e ao mesmo tempo em que constantemente vão assimilando o mundo, no que respeita ao caráter, palavras e ações, mais e mais cegos se tornam.

       A conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo. A familiaridade com o pecado inevitavelmente o fará parecer menos repelente. Aquele que prefere associar-se aos servos de Satanás, logo deixará de temer o senhor deles. Quando, no caminho do dever, somos levados à prova, como o foi Daniel na corte do rei, podemos estar certos de que Deus nos protegerá; mas se nos colocamos sob tentação, mais cedo ou mais tarde cairemos.

O tentador freqüentemente opera com muito êxito por meio daqueles de quem menos se suspeita estarem sob o seu domínio. Os possuidores de talento e educação são admirados e honrados, como se estas qualidades pudessem suprir a ausência do temor de Deus, ou torná-los dignos de Seu favor. O talento e a cultura, considerados em si mesmos, são dons de Deus; mas, quando se faz com que eles preencham o lugar da piedade, e quando, em vez de levar a alma mais para perto de Deus, a afastam dEle, tornam-se então em maldição e laço. Prevalece entre muitos a opinião de que tudo que se mostra como cortesia ou polidez, deve, em certo sentido, pertencer a Cristo. Nunca houve erro maior. Estas qualidades deveriam aformosear o caráter de todo crente, pois exerceriam influência poderosa em favor da verdadeira religião; mas devem ser consagradas a Deus, ou serão também um poder para o mal. Muito homem de intelecto culto e maneiras agradáveis, que se não rebaixaria ao que comumente é considerado um ato imoral, não passa de instrumento polido nas mãos de Satanás. O caráter insidioso, enganador de sua influência e exemplo torna-o inimigo mais perigoso da causa de Cristo do que os que são ignorantes e não têm cultura.

Mediante oração fervorosa e confiança em Deus, Salomão obteve a sabedoria que provocou o assombro e admiração do mundo. Quando, porém, se desviou da Fonte de sua força, e passou a confiar em si mesmo, caiu presa da tentação. Então as maravilhosas faculdades concedidas ao que foi o mais sábio dos reis, apenas o tornaram um agente mais eficaz do adversário das almas.

 

Conquanto Satanás procure constantemente cegar a mente dos cristãos para este fato, jamais se esqueçam eles de que não têm que lutar "contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." Efés. 6:12. Através dos séculos está a soar até ao nosso tempo o aviso inspirado: "Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar." I Ped. 5:8. "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo." Efés. 6:11.

Desde os dias de Adão até os nossos tempos, nosso grande inimigo tem estado a exercer seu poder de oprimir e destruir. Está hoje a preparar-se para sua última campanha contra a igreja. Todos os que procuram seguir a Jesus terão de batalhar contra este implacável adversário. Quanto mais aproximadamente o cristão imitar o Modelo divino, tanto mais certo fará de si um alvo para os ataques de Satanás. Todos os que estão ativamente empenhados na causa de Deus, procurando desvendar os enganos do maligno e apresentar a Cristo perante o povo, estarão habilitados a aderir ao testemunho de Paulo, no qual ele fala em servir ao Senhor com toda a humildade de espírito, com muitas lágrimas e tentações.

Satanás assaltou a Cristo com as suas mais cruéis e sutis tentações; foi, porém, repelido em cada conflito. Aquelas batalhas foram travadas em nosso favor; aquelas vitórias nos tornam possível vencer. Cristo dará força a todos os que a busquem. Sem o consentimento próprio, ninguém poderá ser vencido por Satanás. O tentador não tem poder para governar a vontade ou forçar a alma a pecar. Pode angustiar, mas não contaminar. Pode causar agonia, mas não o aviltamento. O fato de Cristo ter vencido deve incutir em Seus seguidores coragem para combater varonilmente na peleja contra o pecado e Satanás.


O Grande Conflito -Pags 505 - 510

terça-feira, 15 de agosto de 2023

O Período do Conflito Entre Cristo e Satanás Será de Quantos Anos?

 

 O Período do Conflito Entre Cristo e Satanás Será de Quantos Anos?

 

Qual o período do grande conflito? ... Seis Mil anos? ... Quase Seis Mil? ... Cerca de Seis Mil? .... Ou, aproximadamente Seis Mil anos?

Ou então. Seis mil e trinta anos, Seis mil e cinquenta...  Quantos? ...

Muito se tem discutido sobre o período do conflito entre Cristo e Satanás nesta terra. Todos sabemos que na terra, começou quando Satanás tentou os nossos primeiros pais, Adão e Eva, levando-os ao pecado, e a expulsão do Éden.

Todos sabemos também, que quando Jesus voltar, os salvos serão levados ao céu, e reinarão mil anos com Jesus, e satanás ficará preso aqui na terra, por mil anos.

Agora que estamos no final dos tempos, fica a pergunta:

Qual é o período desse conflito?

A maioria dos pastores dizem que não devemos mencionar qualquer período. Alguns ficam até nervosos se algum pregador insinua algum tempo aproximado para o final desse período

Ellen White escreveu, com todas as letras, que o tempo do reinado de satanás será de Seis Mil Anos. Porém a maioria dos pastores, dizem que não é bem assim. Que não é exatamente seis mil anos, dizem que é: “aproximadamente”, “talvez”, “cerca de”, “perto de”, ou...  Não importa o tempo. O importante é estarmos preparados para a hora que vier

Certo. Também concordo que devemos estar preparados para o momento da volta de jesus, venha Ele no tempo que vier; inclusive, por que não sabemos a hora da nossa morte. Hoje estamos vivos, e amanhã talvez não estejamos

Mas a pergunta continua.

O período do conflito serão quantos anos?

Ellen White responde:

1. No livro o Desejado de Todas as Nações, Ellen White, falando da tentação de Jesus no deserto, informa que Quatro Mil Anos haviam passado até aquela data

Vejam o texto:

"Satanás apontara o pecado de Adão como prova de que a lei de Deus era injusta, e não podia ser obedecida. Cristo devia redimir, em nossa humanidade, a falha de Adão. Quando este fora vencido pelo tentador, entretanto, não tinha sobre si nenhum dos efeitos do pecado. Encontrava-se na pujança da perfeita varonilidade, possuindo o pleno vigor da mente e do corpo. Achava-se circundado das glórias do Éden, e em comunicação diária com seres celestiais. Não assim quanto a Jesus, quando penetrou no deserto para medir-Se com Satanás. Por quatro mil anos estivera a raça a decrescer em forças físicas, vigor mental e moral; e Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação".

2. No Livro O Grande Conflito Ellen fala em Seis Mil Anos

"Chegará o estrondo até à extremidade da Terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, entrará em juízo com toda a carne; os ímpios entregará à espada." Jer. 25:31Seis mil anos esteve em andamento o grande conflito; o Filho de Deus e Seus mensageiros celestiais estavam em conflito com o poder do maligno, a fim de advertir, esclarecer e salvar os filhos dos homens. Agora todos fizeram sua decisão; os ímpios uniram-se completamente a Satanás em sua luta contra Deus. Chegado é o tempo para Deus reivindicar a autoridade de Sua lei que fora desprezada. Agora a controvérsia não é somente com Satanás, mas também com os homens. "O Senhor tem contenda com as nações"; "os ímpios entregará à espada".

O sinal de livramento foi posto sobre aqueles "que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem". Agora sai o anjo da morte, representado na visão de Ezequiel pelos homens com as armas destruidoras, aos quais é dada a ordem: "Matai velhos, mancebos, e virgens, e meninos, e mulheres, até exterminá-los; mas a todo homem que tiver o sinal não vos chegueis; e começai pelo Meu santuário." Diz o profeta: "E começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa." Ezeq. 9:1-6. A obra de destruição se inicia entre os que professaram ser os guardas espirituais do povo. Os falsos vigias são os primeiros a cair. Ninguém há de quem se compadecer ou a quem poupar. Homens, mulheres, donzelas e criancinhas perecem juntamente.

O profeta Isaías, vendo antecipadamente o tempo da queda de Satanás, exclama: "Como caíste do Céu, ó estrela da manhã, filha da alva! como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao Céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono. ... Serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo. Os que te virem te contemplarão, considerar-te-ão, e dirão: É este o varão que fazia estremecer a Terra, e que fazia tremer os reinos? Que punha o mundo como um deserto, e assolava as suas cidades? que a seus cativos não deixava ir soltos para suas casas?" Isa. 14:12-17.

Conclusão

4.000 anos do pecado até a tentação de Jesus no deserto

2,000 anos do deserto até o final do Conflito

Total 6.000 anos

Será que é isto mesmo?

Vejam o que ellen White escreveu

(Livro o Grande Conflito, Pag. 656)

 

Durante seis mil anos a obra de rebelião de Satanás tem feito "estremecer a Terra". Ele tornou "o mundo como um deserto", e destruiu "as suas cidades". E "a seus cativos não deixava ir soltos".

Durante seis mil anos o seu cárcere (o sepulcro) recebeu o povo de Deus, e ele os queria conservar cativos para sempre; mas Cristo quebrou os seus laços, pondo em liberdade os prisioneiros.

Mesmo os ímpios agora se acham colocados fora do poder de Satanás, e sozinho, com seus anjos maus, permanecerá ele a compenetrar-se dos efeitos da maldição que o pecado acarretou. Todos os reis das nações, todos eles jazem com honra cada um na sua casa [sepultura]. Mas tu és lançado da tua sepultura, como um renovo abominável. .... Com eles não te reunirás na sepultura; porque destruíste a tua terra e mataste o teu povo." Isa. 14:18-20.

O CG. Pagina 659 )

Vejam.

Ela não disse; “quase”, ou “cerca” ou ainda, “aproximadamente” 

Ela escreveu:  

Seis mil anosÉ assim que está escrito Seis mil anos. SEIS MIL ANOS.  Foi assim que ela escreveu 

Pergunta-se: 

Ellen White estava certa? ...  Ela foi inspirada por Deus, ao escrever, “Seis Mil anos”? 

Ou ela apenas imaginou esse período?

Foi ela influenciada por algum escritor, de algum livro que tenha lido no seu tempo, como alguns teólogos afirmam?

Se ela foi influenciada, se a teoria dos Seis mil anos, não é inspirada; como podemos acreditar que seus outros escritos  também são inspirados?

Até onde ela foi inspirada, ou, até onde foi apenas

influenciada pelas muitas leituras que fazia?

Perguntar não ofende espero.

Para que não haja dúvidas:

Eu, Manoel Barbosa da Silva, creio que Ellen White foi plenamente inspirada por Deus, e até que me provem o contrário, creio no que ela escreveu, como está escrito.  

Ultima pergunta:

Quando vai se completar esses Seis mil anos? 

- No ano 2027, ano que completa dois mil anos do Batismo de Jesus?

Por que Jesus, foi batizado no ano 27  d c, portanto a tentação foi logo em seguida no mesmo ano, 27 + 2.000 = 2027

- No ano 2030?

- Será depois de 2030?

- Será em 2050?

- Vai se completar algum dia?...

A conclusão fica por conta de cada um. 

Espero que os doutos teólogos, que venham a ler esse texto, tenham uma resposta convincente, e não venha me acusar de: "herege", "analfabeto Funcional" ou "irresponsável",  como ja vi alguns "figurões" da igreja  acusando outros, ou seja, os que acreditam na teoria dos 6.000 anos

 

 

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

O HORÓSCOPO E AS PROFECIAS

 

O  HORÓSCOPO  E  AS  PROFECIAS


INTRODUÇÃO


1. Há milhões de pessoas que por nada deste mundo tomariam uma decisão importante sem consultar antes as estrelas.

a)     Buscam direção nos horóscopos sobre o rumo que devem seguir em assuntos tão delicados e importantes como a profissão, o matrimônio e os negócios.

b)    Dizem que no exato momento em que nasce uma pessoa, forma-se no céu um mapa concernente à mesma, e que o segreda do êxito consistiria em descobrir esse plano e segui-lo. Crê em que o caráter e a destino de uma pessoa ficam determinados pela posição das astros no momento de seu nascimento.

2. Os homens de negócios deram-se conta desse interesse.

a)     O comércio oferece todo tipo de artigos com os signos do Zodíaco: guardanapos de papel, cortinas, lenços, talco, prendedores, etc., etc., e outras mil coisas que ostentam touros, escorpiões, peixes, leões, capricórnios e demais signos.

3. Por outro lado, para muitos, a astrologia é um bom negócio ao escrever sobre os signos.

a)     O mais conhecido dos astrólogos norte-americanos é Carrol Righter, que ganha um dinheirão. Este decano da astrologia escreve uma coluna diária para 306 jornais. É lido por 30 milhões de pessoas e considera-se que sua renda ou entradas anuais não baixam dos 300 mil dólares (Visión, 17-06-72).

b)    Talvez por isso (ou talvez não) 1.200 dos 1.750 jornais dos EE.UU. publicam horóscopos.

c)     Dizem que nesse pais há 10.000 astrólogos, tempo completo, e 175.000 mais que o fazem em momentos livres.

4. A cada momento fica-se sabendo de coisas bem curiosas, tal como ocorreu em Glendale, Califórnia, onde se publicou um livrinho preparado por um cabeleireiro, intitulado "o horóscopo astrológico de seu cachorro".

5. É curioso falar sobre o que pensam em outras latitudes, mas não esqueçamos que também em nossa terra se crê muito em astrologia.

6. Sem dúvida será bom que, antes de seguir desenvolvendo a conferência, explique-lhes qual será o delineamento da mesma:

a)     Em primeiro lugar, falarei um pouco acerca da astrologia: sua história, os fundamentos que se invocam.

b)    Depois veremos até que ponto um crente em Deus, pode aceitar ou não a vigência dos horóscopos.

c)     Assinalarei também uma fonte, muito digna de confiança, de profecias que nos permite entrar no futuro.


I. FAÇAMOS  UM  ESTUDO  IMPARCIAL  DA  ASTROLOGIA


1. Comecemos com a sua história:

a)     Teria surgido na Babilônia.

b)    Chegou ao ocidente pelo Egito, Grécia e Roma.

c)     Em Roma dos Césares, o mundo mediterrâneo foi conquistado pela astrologia.

d)    Durante a Idade Média, devido à proibição da igreja, ficou, poderíamos dizer, estacionada.

e)     No século XVI, aquele amigo e conselheiro de Catarina de Médicis chamado Michel de Notre Dame (Nostra Damus) (1503-1566) voltou a sacudir a imaginação com suas predições.

f)      Durante a era da razão ou do Iluminismo, sua falta de base científica demonstrável voltou a escurecê-la.

g)     Estranho é o seu ressurgimento nesta época de tanto adiantamento científico e tecnológico.

2. Quando uma pessoa analisa o tema, não se pode desfazer de algumas inquietudes:

a)     Além do cortante manifesto assinado por 186 cientistas norte-americanos, entre os quais figuram 18 galardoados com o Prêmio Nobel, negando a astrologia toda base ou fundamento científico (Sete Dias Ilustrados, 31/l0/ 1975), alguém pode pensar no que publicou a revista Eternity.

b)    (1) Por que diferentes astrólogos dão interpretações diversas a um mesmo quadro astrológico?

(1)    Por que os gêmeos idênticos, nascidos na mesma hora e sob o mesmo signo do Zodíaco, freqüentemente se tornam tão diferentes em sua personalidade e têm marcas opostas de caráter?

(2)    Por que as predições astrológicas não encontram apoia nos estudos estatísticos?

§  Segundo a astrologia, as pessoas que nascem sob determinados signos estão mais inclinadas para escolher certas profissões. Por exemplo, as crianças nascidas em Libra deveriam ter mais inclinação artística que as outras.

§  Contudo, um estudo realizado com 2.000 pintores famosos e músicos destacados demonstrou que tal não era o caso. (Eternity, outubro, 1970).

3. Creio que há um obstáculo maior mesmo para os que crêem na astrologia: o Zodíaco se divide em doze "casas" ou seções. A cada uma destas "casas" corresponde um signo diferente:

1)    Áries

2)    Touro

3)    Gêmeos

4)    Câncer

5)    Leão

6)    Virgem

7)    Libra

8)    Escorpião

9)    Sagitário

10)    Capricórnio

11)    Aquário

12)    Peixes

"O que se torna ridículo em todo este assunto é que a astrologia não se desenvolveu ao mesmo passo que a astronomia. Desde 150 A.C, quando se criou o atual sistema astrológico, o Zodíaco se moveu em uma "casa" completa, e este fato por si só inutiliza e destrói esta pseudo-ciência. Isto significa que todos os que crêem que nasceram sob o signo de Escorpião, realmente nasceram sob Sagitário. Portanto, a astrologia moderna não tem nada que ver com os planetas ou as estrelas reais, mas tão-somente com os astros fictícios." (Eternity, out. 70, citado por S. I. Collins, que apresenta o articulista como autoridade na matéria, em La Personalidad Triunfadora del Joven Moderno, p. 12.

4. Talvez a esta altura você esteja fazendo a mesma pergunta que estou fazendo a mim mesmo: Por que, então, as pessoas crêem nos signos astrológicos? Achei muito interessante a opinião publicada pelo Dr. Humberto Raúl Treiyer, a qual podemos resumir assim:

a)     As pessoas preferem pensar que a culpa não está nelas, mas nas estrelas.

       A astrologia proporciona uma fácil escapatória pessoal.

       A pessoa não seria culpada do que faz.

       Tudo estaria determinado pelos astros.

       A responsabilidade das ações individuais seria, então, extrapessoal, extra-humana e até extraterrestre.

       Encontra sulco a velha tendência para as desculpas que como humanos temos e que tão patéticas se mostram em Adão e Eva.

b)    O fracasso das religiões tradicionais que tem trazido grandes incertezas sobre a humanidade.

       E o homem, que é religioso por natureza, não pode viver sem crer em algo, mesmo que seja no ateísmo.

c)     O desejo de penetrar no futuro incerto.

       A astrologia promete revelá-lo.

       Promete a companhia das estrelas.

d)    "Certas pessoas crêem que por haver consultado acerca de seu futuro, já fizeram o quanto era necessário em favor de seu porvir. Custa muito menos trabalho dirigir-se a um astrólogo do que construir a sua própria sorte."

 

II. PODE UM CRENTE EM DEUS CRER NOS SIGNOS ASTROLÓGICOS?

 

Para responder esta pergunta devemos saber em que se baseia a astrologia; por que os antigos criam nela.

1. Os antigos, ao dar seus nomes aos planetas, criam que cada planeta tinha um deus diferente que influía sobre o planeta para que, por sua vez, este tivesse influência sobre as pessoas.

a)     Por isso criam na influência dos astros sobre as pessoas.

b)    Sem a mitologia, a astrologia carecia de sentido.

c)     Eles eram politeístas. Criam em muitos deuses.

2. Pode um cristão crer nisto e continuar sendo cristão? Em quantos deuses cremos?

a)     Nós os cristãos, pelo menos, não somos politeístas (não cremos em muitos deuses).

b)    Os hebreus, muçulmanos e outros, igualmente aos cristãos, crêem que há um só Deus verdadeiro.

3. Sendo que cremos em um só Deus verdadeiro, Criador do Universo, não aceitamos a idéia de que haja um deus diferente em cada planeta.

a)     Cremos que os planetas não pensam nem têm um deus em particular.

b)    Portanto não há nenhuma influência fora da relação da força da gravidade, que tenha a ver com o destino de uma pessoa.

c)     A ausência desses deuses em cada planeta reduz a teoria da relação de influências astrais a uma simples fábula.

4. O profeta bíblico Daniel viveu no próprio berço da astrologia: na Babilônia. Que nos diz a respeito?

a)     Ele sabia muito de astrologia, pois seus companheiros de palácio eram os maiores astrólogos do afundo. 

b)    Também conheceu o futuro, mas ele nos disse como obteve sua informação acerca do amanhã:

Daniel 2:19-23, 27, 28

c)     E a seguir revelou 2.500 anos de história que vão desde seus dias até os nossos. E não são predições ambíguas, como as que geralmente aparecem nos horóscopos, que não importa o que acontece, como se se cumprissem. As da Santa Bíblia são bem claras e exatas.

5. Qual é a opinião de Deus?

a) Segundo Deus, há consultas que estão demais.

Deuteronômio 18:9, 10-14; Isaías 47:13-14.

b) Mas ele tem interesse de introduzir-nos no futuro Amós 3:7.


III.  AS  PROFECIAS  LEGÍTMAS

 

1. Desde a antigüidade é aconselhado ao crente em Deus a buscar seu futuro no Senhor. Isaías 8:19

2. S. Pedro nos diz onde encontrar essa orientação por parte de Deus. 2 S. Pedro 1:19-21.

a)     Essa palavra profética é a Sagrada Bíblia.

b)    Diz S. Pedro que faremos bem em estar atentos a ela. 

c)     A razão é muito simples: Deus a inspirou; é Sua revelação para nós.

3. Creio que é digna de confiança.

a)     Tem umas 2.300 profecias.

b)    Até onde pude investigar, nenhuma delas falhou.

c)     Muitas delas estão em pleno cumprimento em nossos dias.

d)    Outras ainda se projetam para o futuro.

4. Não lhes parece que em vez de colocar nossa confiança nos astros mortos e inconscientes, deveríamos colocar nossa fé no Criador dos astros?

5. Por isso é que me animo a sugerir crer na Santa Bíblia de Deus que penetra no futuro.

a)     Com o mesmo entusiasmo e interesse, que lê em cada dia a página dos horóscopos, leiam a santa Bíblia.

 

6. Gostariam que em alguma destas noites analisássemos algumas destas interessantes profecias da Bíblia? Não percam o tema do sábado sobre As oito palavras que mudaram a história do mundo.

 

CONCLUSÃO:

Como conclusão, poderíamos dizer:

1.     Evidentemente a astrologia está muito generalizada em nossos dias.

2.     Respeitem as opiniões alheias. Porém, sendo que

a)     se baseiam em postulados politeístas pagãos;

b)    não têm base científica que se passa demonstrar;

c)     não têm aceitação no pensamento monoteísta cristão;

d)    e Deus não as aprova,

parece-me que faríamos bem em definir nossa posição diante dos horóscopos.

3.     Animo-me a dizer algo mais: Seria bom considerar o que S. Pedro diz em: 2 S. Pedro 1:19-21.

4.     Deus promete uma bênção para aquele que presta atenção às profecias de Apocalipse 1:3.

 

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