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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Bolsonaro e o Decreto Dominical. Irá ele perseguir igrejas?

 

                 Bolsonaro e o Decreto Dominical

Estamos presenciando hoje a maior manifestação política já ocorrida no Brasil. Nunca no Brasil houve manifestação tão grande. Nem nas Diretas JÁ, ou nos protestos pedindo a demissão da presidente Dilma, reuniu tanta gente. Recebi convites para ir a Brasília participar dessa imensa manifestação. Não fui. Preferir ficar em casa e ver tudo pela televisão e pelas redes sociais.

Enquanto estou aqui sentado em frente à minha televisão, vendo as multidões de pessoas em muitas cidades do Brasil, especialmente em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, veio-me uma preocupação, me perguntei: Se essa grande manifestação fosse a favor do meio ambiente, e em defesa do domingo verde ou domingo ecológico, qual seria a posição do nosso presidente, Jair Messias Bolsonaro? Apoiaria, ou não? ...  Será que um dia haverá no Brasil, mobilização tão grande em favor de uma causa diferente da política? Meio ambiente, por exemplo, ou outra pauta qualquer?

Partidos de esquerda

Quem me conhece sabe que sempre fui contra a todo e qualquer partido de esquerda. Porque?  A resposta é simples. Minha ojeriza aos partidos de esquerda, (PT, PSOL, PSB, PCB, PCdoB etc. etc.) é pelo simples motivo que todos esses partidos são comunistas.

E qual é o problema dos partidos comunistas, que me leva a ser contra eles?  O problema é que os partidos comunistas são os piores inimigos de Deus, da religião, das igrejas, e das famílias. Comunistas defendem ideologias diabólicas, e combatem todos os valores tradicionais, de origem judaico/cristã

Os comunistas defendem o aborto, a legalização das drogas, a pedofilia, o casamento homossexual, e a ideologia de gênero. Além de perseguir implacavelmente os cristãos. Em todos os países onde tomaram o poder, os comunistas fecharam igrejas, queimaram Bíblias e prenderam e mataram milhares de nossos irmãos adventistas, e irmãos de outras denominações, católicos e evangélicos. Por este motivo eu sou totalmente contra partidos esquerdistas.

E que tem o Bolsonaro com isto?  Que tem a ver Sete de setembro, com decreto dominical? O que é o decreto dominical?

Sinal da Besta

Qualquer estudante atento das escrituras sagradas, sabe que no livro do apocalipse esta profetizado que no futuro haverá uma perseguição implacável contra o povo de Deus que se recusar a receber o sinal da besta, “para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Apoc.13 16,17. Para alguns interpretes desatentos da Bíblia, esse sinal seria um chip, ou um cartão de crédito, ou mesmo essa vacina obrigatória que estão impondo às multidões, ou outra coisa qualquer. Porém a Bíblia é muita clara. O sinal da besta é algo oposto ao sinal de Deus. Faz distinção entre os seguidores de Deus e os seguidores da besta. É um sinal de fidelidade, de aceitação, de domínio. É um sinal que identifica de que lado você está.

Qual é o sinal de Deus?

A Bíblia não deixa dúvidas. O sinal de Deus é o sábado.

Certamente guardareis os meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica” Êxodo 31:13

Demais lhes dei também os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles; a fim de que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica” Ezequiel 20:12

E santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus” Ezequiel 20:20

Se o sinal de Deus é um dia de guarda, logo o sinal da besta tem que ser um dia de guarda também. Como o sábado é o sinal de Deus, fica claro que o sinal da besta é o domingo.

No capítulo 13 do apocalipse, menciona duas bestas. A besta que subiu do mar, e a besta que subiu da terra. Essas duas bestas são dois poderes políticos religiosos que oprimirão o povo de Deus. A besta do mar, é identificada com o romanismo, ou seja, o sistema católico romano que na idade média, massacrou os fiéis cristãos com a famigerada inquisição que matou milhares. E a besta que subiu da terra, representa os Estados Unidos, que se aliará ao romanismo e perseguirá a todos que não obedecerem às suas leis, decretos e normas, inclusive, a não aceitação da guarda do domingo. Estarão unidos em um só propósito. Roma e os Estados Unidos. O Papa e o presidente americano. Os dois maiores líderes mundiais estarão unidos e juntamente com os líderes de muitas nações, formarão um movimento mundial em prol da guarda do domingo. Esse dia será estabelecido em todo o mundo como dia de guarda. Esse é o decreto dominical

Jair Messias Bolsonaro

E o que tem o presidente Jair Bolsonaro a ver com isto? Nada. Onde que a bíblia faz qualquer referência a esse governante? Em lugar nenhum. Por que então ele é citado nesse texto? Explico.

Nunca na história do Brasil, um presidente foi tão caluniado como o presidente Jair Bolsonaro. As principais acusações contra ele são: machismo, racismo e homofobia. Ele também é acusado de destruir o meio ambiente, provocando a destruição da Amazônia pelas constantes queimadas. Mesmo assim, apesar da perseguição cerrada da esquerda contra ele, nunca um presidente teve tanto apoio quanto ele. O presidente Bolsonaro é mais do que amado. Ele é idolatrado. Os seus seguidores o veem como um deus, um ídolo, um mito, como é chamado.  

Jair Bolsonaro destruiu todas as acusações que lançaram contra ele. Diziam que ele é machista, e ele é dócil com as mulheres. É acusado de racista, e ao contrário, tem amigos negros, inclusive na família da esposa.  Dizem que é homofóbico, e até agora ninguém provou que ele tenha perseguido qualquer homossexual.

Meio ambiente

Quanto a acusação de que ele destrói o meio ambiente, incentivando queimadas na Amazônia, é outra falácia que tem se mostrado ser mentirosa. E para provar que ele defende com todo ardor o meio ambiente, que é amigo e defensor da ecologia, acredito eu, que Jair Bolsonaro, será um dos primeiros a assinar o decreto universal que instituirá o “domingo verde”, “o dia da ecologia” o dia de preservação do meio ambiente. Com isto, agradará seus milhões de seguidores devotos.

O Pastor, escritor e jornalista, Michelson Borges, usa um neologismo para definir o movimento em prol do meio ambiente. ECOmenismo. Uma espécie de ecumenismo ecológico. Ou seja: o Ecumenismo, pretende unir todas as religiões, e o ECOmenismo, unirá todas as nações em prol da ecologia.

Bolsonaro já vive em casa o ecumenismo. Ele é católico e a esposa é evangélica. Ele tem o apoio dos pastores dominguistas mais conhecidos e respeitados do Brasil. Entre eles, Silas Malafaia, Valdomiro Santiago, Claudio Duarte, entre outros. Ele é de natureza ecumênica, ele apoia toda e qualquer religião, ele é ECUmenista, para se tornar ECOmenista, não será difícil. Dificilmente ele iria ficar contra seus milhões de apoiadores, todos defensores do domingo, para apoiar os sabatistas que são minoria, e tidos como legalistas e fanáticos.

Eu votei em Jair Bolsonaro, e provavelmente votarei de novo. Quando da primeira eleição dele, eu deixei claro em um texto que escrevi no WhatsApp, que estava votando contra a esquerda. Para mim, se o candidato fosse Jair, Raimundo, José, Antônio ou chico, não importava, desde que não fosse comunista, teria meu voto. E assim o fiz.

Creio, porém, que o decreto dominical será uma realidade. E no Brasil, quem vai assinar o mesmo, será um político muito popular igual o Bolsonaro. Pode até não ser ele, pois ninguém sabe a data que esse decreto sairá. Caso aconteça até 2026, como alguns “especialistas” preveem, ele poderá ser quem vai assiná-lo.

Não estou marcando datas. Minha teoria se baseia na tal COP26, que muito se fala por aí, onde todos dizem ser um movimento em prol do meio ambiente, e da imposição do dia ecológico, o dia do “fique em casa”. Se o Bolsonaro for reeleito em 2022, e a tal Cop26 acontecer até 2026, (alguns dizem que será esse ano ainda) Jair Bolsonaro terá a chance de assinar essa lei aqui no Brasil.

Se ele, provavelmente irá assinar esse decreto, (não estou afirmando, é apenas uma hipótese. É proibido marcar datas) por que votar nele? Respondo.

A profecia irá se cumprir. Ele, ou outro qualquer, estará unido com os “reis da terra” para implantar esse sinal de submissão ao poder romano. Não há para onde fugir. Eu votei e voto nele, por que “dos males o menor”. Entre votar em um político que: “talvez, provavelmente, poderá ser, quem sabe”, trará perseguição ao fieis povo de Deus; e votar em políticos de um partido que já perseguiu, matou cristãos, fechou igrejas e continua perseguindo mundo afora, como fazem os comunistas, eu fico com o primeiro.

Porém reconheço e até tenho aconselhado alguns. O mais certo é não votar em ninguém. Anule seu voto

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Preparando-se Para a Crise da Lei Dominical

 Ellen White

Preparando-se Para a Crise da Lei Dominical

 

Tempos Turbulentos Estão Perante Nós

Não nos devemos colocar onde sejamos forçados a estar em íntima relação com os que não honram a Deus. ... Brevemente virá uma crise quanto à observância do domingo. ...

O grupo dominical está se fortalecendo em suas falsas pretensões, e isso significará opressão aos que decidem observar o sábado do Senhor. Devemos colocar-nos onde possamos observar o mandamento do sábado na sua plenitude. "Seis dias trabalharás", declara o Senhor, "e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra." Êxo. 20:9. E devemos ter o cuidado de não nos colocarmos no lugar em que se torne difícil a nós e nossos filhos guardarmos o sábado.

Se, pela providência divina, pudermos conseguir um lugar distante das cidades, o Senhor quer que o façamos. Tempos turbulentos estão diante de nós. Manuscrito 99, 1908.


Preparar-se Logo

Sempre que o poder de que os reis estão investidos se alia à bondade, é porque aquele que está em responsabilidade está sob as ordens divinas. Quando o poder se alia à impiedade, alia-se a agentes satânicos, e trabalhará para destruir os que são propriedade do Senhor. O mundo protestante criou um sábado idólatra no lugar em que devia estar o sábado do Senhor, e está andando nas pisadas do Papismo. Por essa razão, vejo a necessidade de o povo de Deus se mudar das cidades para campos retirados [lugares], onde possam cultivar a terra e produzir sua própria provisão. Assim poderão criar os filhos com hábitos simples e saudáveis. Vejo a necessidade de se apressarem para terem todas as coisas prontas para a crise. Carta 90, 1897.


Vida no Campo  30, 31

domingo, 28 de março de 2021

DECRETO DOMINICAL

 

Desde os primeiros adventistas sabatistas o decreto dominical é visto na escatologia adventista como um evento do fim do tempo. A partir da ideia da “marca da besta” e do “selo de Deus” no Apocalipse, entende-se que a lei dominical vai distinguir os que pertencem ao reino de Deus daqueles que optam pelo governo da besta.

A escolha de se obedecer à lei de Deus implicará a exposição a um estado de intolerância e perseguição momentânea. Por outro lado, a decisão de se filiar à besta terá consequências eternas. Essas questões estão bem claras nas visões proféticas de Daniel e Apocalipse.

As profecias e a lei de Deus
Em Apocalipse 13, duas metáforas proféticas representam a atuação do papado na Idade Média e nos Estados Unidos no tempo do fim. O entendimento dessas visões elucida a perspectiva dos pioneiros adventistas referente ao tal decreto.

Curiosamente, ambas as metáforas apocalípticas retomam símbolos de Daniel. A primeira besta de sete cabeças e dez chifres (Apocalipse 13:1) é construída a partir dos quatros animais: leão, urso, leopardo de quarto cabeças e o animal terrível de dez chifres (Daniel 7:3-7). A besta não só apresenta elementos desses animais, como suas sete cabeças são a soma das cabeças das quatro bestas de Daniel. Isso indica que João viu a besta como sendo um desdobramento do poder perseguidor já representado nesses animais figurativos dos impérios babilônico, persa, grego e romano.

Observa-se que as características humanas retratadas no tal “chifre pequeno” (Daniel 7:8) e na besta (Apocalipse 13:5-6) indicam que essas entidades incorporam tanto uma dimensão política quanto religiosa. De fato, o papado medieval era um poder político e religioso. É a religião que, ao manipular o poder político, leva esse poder a perseguir o povo de Deus, como se vê na visão da mulher “montada” na besta em Apocalipse 17. Em Daniel, o “chifre pequeno” faz guerra contra os “santos” (Daniel 7:21) e cuida em “mudar os tempos e a lei” (7:25).

Da mesma forma, a besta persegue os “santos” (Apocalipse 13:7), os quais guardam os “mandamentos de Deus” (14:12). Nota-se que a investida tanto do “chifre pequeno” quanto da “besta” contra os “santos” tem sua motivação na adesão deles à lei de Deus, naquele ponto em que essa lei implica uma diferença social: a prática do sábado. É importante lembrar que tanto o Império Romano quanto o papado medieval sustentaram uma lei dominical contrária à lei de Deus.

Apocalipse 13 e Daniel 8
Por outro lado, a besta de dois chifres parecendo cordeiro (Apocalipse 13:11) retoma o carneiro de Daniel 8. Os chifres indicam que os símbolos representam um poder resultante da união de duas entidades, e que são a princípio aliados do povo de Deus, mas depois são perseguidores. Os persas fizeram aliança com os medos e, assim, se formou o Império Persa. Com essa coalizão, Ciro conseguiu tomar a Babilônia de Belsazar (Daniel 5). Ele libertou os judeus e os permitiu voltar à sua terra (Isaías 44:28; 45:1-7) e gozar de liberdade civil e religiosa (Esdras 7:21-26). Porém, no tempo da rainha Ester, a Pérsia chegou a emitir um decreto de morte aos judeus (Ester 3:8-9). No Apocalipse, a região denominada como “terra” é lugar de proteção e guarida para a “mulher” após os 1.260 dias-anos (Apocalipse 12:1, 14-16). No entanto, nesta mesma “terra”, depois se levanta a besta de dois chifres para perseguir os que não têm a “marca da besta” (Apocalipse 13:11, 17).

Há um paralelismo entre Apocalipse capítulos 12 e 13, que elucida o antagonismo da besta de dois chifres aos que não têm a marca. Em Apocalipse 12, após a menção ao fato de a mulher achar guarida na “terra” após os 1.260 anos, é dito que o dragão investe contra ela e faz guerra aos seus descendentes “que guardam os mandamentos de Deus”. Em Apocalipse 13, após os 42 meses (1.260 dias) de atuação da besta (Apocalipse 13:5), ela é ferida de morte, e então retorna por meio da “imagem da besta” que impõe o boicote econômico e a perseguição aos que não têm a “marca da besta”. Isso indica que os que guardam os mandamentos de Deus são os mesmos que não têm a marca.

O surgimento da imagem da besta
A segunda visão de Apocalipse 13 pode ser dividida em duas fases. Inicialmente a besta “opera” sinais (v. 13), “seduz” as pessoas (v. 14) e comunica “fôlego” à imagem da besta (v. 15). Nesta fase inicial, ela é, portanto, um poder religioso, ou seja, atua como o “falso profeta” (Apocalipse 16:13; 19:20).

Após esse poder religioso comunicar fôlego ao que está morto no contexto, ou seja, a primeira besta, levanta-se a “imagem da besta”. De fato, a besta ferida de morte ressuscita, mas por meio da “imagem da besta”. Assim, nesta segunda fase da visão, a imagem “faz” morrer (v. 15), impõe uma marca (v. 16) e controla a economia (v. 17). Agora, trata-se, portanto, de um poder político: “um rei” (conforme Apocalipse 17:11; 19:20).

Ellen White, pioneira adventista, profetisa e escritora, explica a formação da imagem da besta a partir da aproximação dos poderes religioso e civil. “A imagem é feita pela besta de dois chifres [enquanto falso profeta], e é uma imagem à primeira besta.” Portanto, “a fim de formarem os Estados Unidos uma imagem da besta, o poder religioso deve a tal ponto dirigir o governo civil que a autoridade do estado também seja empregada pela igreja para realizar os seus próprios fins”[1]

Para ela, a “imagem da besta” representa “a forma de protestantismo apóstata que se desenvolverá quando as igrejas protestantes buscarem o auxílio do poder civil para imposição de seus dogmas”[2] Nessa linha, o poder religioso toma a iniciativa para a formação da imagem da besta, pois “no próprio ato de impor um dever religioso por meio do poder secular, formariam as igrejas mesmas uma imagem à besta”[3].

É importante frisar que o poder civil opressor da crise final, segundo Apocalipse 13:11-18, é denominado de “imagem da besta”. É essa entidade que impõe a marca, persegue e faz morrer. A primeira besta, de fato, retorna, mas somente por meio da sua imagem reproduzida na América protestante.

Nesse caso, o que João revela é que “a autoridade medieval da primeira besta novamente será exercida por meio da besta que surge da terra”. Além disso, está claro que “a segunda besta substituirá a primeira besta em poder e autoridade universais e agirá como o poder opressivo global do tempo do fim”.[4]

Desta forma, o conflito desencadeado no fim do tempo pela “imagem da besta” contra os fiéis de Deus tem sua motivação na guarda dos mandamentos. Ellen White afirma que “o último grande conflito entre a verdade e o erro não é senão a luta final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus”[5].

De fato, a investida de Satanás contra os mandamentos de Deus atravessa toda a história. Ao longo da história, portanto, identificamos marcas desse conflito entre a lei da besta (o poder imperial) e a lei de Deus. Ao longo da história tem havido um povo ou comunidade de fiéis que mantém a aliança com Deus e reivindica sua lei na terra, o principado usurpado por Satanás. O inimigo de Deus tenta firmar seu governo, anulando a lei de Deus na terra. No entanto, um remanescente fiel mantém viva a chama do decálogo divino.

Que evidências as Escrituras Sagradas e a história nos oferecem para essa batalha contra a lei de Deus? Esses eventos históricos servem como uma antecipação do que será a luta contra a lei de Deus no fim do tempo. Mas será possível que os regimes democráticos do atual estado de direito venham a assumir tal postura de intolerância aos que guardam a lei divina?

Lei dominical na história
Desde o antigo Egito, há evidências de que os impérios, em diversos momentos, perseguiram o povo de Deus por causa do sábado. A princípio, no antigo Egito, houve intolerância aos israelitas por causa da lei de Deus. Quando eram um povo autônomo, os filhos de Israel puderam guardar a lei de Deus livremente. No entanto, chegou um tempo em que eles estiveram sob a lei do estado egípcio. Nesse contexto, por determinação do Faraó, os israelitas foram privados do “descanso” sabático. O termo traduzido por “distrair” (Êxodo 5:5, ver ARA) é o verbo hebraico shabath.

No reino da Pérsia, onde muitos judeus permaneceram após o cativeiro babilônico, o oficial Hamã convenceu o rei Assuero a fazer um decreto contra os judeus. A motivação dele não deixa dúvidas: “Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos … Se bem parecer ao rei, decrete-se que sejam mortos” (Ester 3:8-9). Ante a manipulação de Hamã, Assuero “tirou da mão o seu anel, deu-o a Hamã”, o “adversário dos judeus” (Ester 3:10). Exceto o sábado, os demais mandamentos da lei de Deus não impunham distinção significativa entre os judeus e os povos da Pérsia. De fato, Ellen White afirma que o decreto de morte a ser expedido pela “imagem da besta” será “muito semelhante ao que Assuero promulgou contra os judeus” (Ellen White, Profetas e Reis, página 605).

Séculos depois, em 321 d.C., no Império Romano, foi emitido o Edito de Constantino: “Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol.” Durante a Idade Média, igualmente, prevaleceu a lei católica romana que ordenava “guardar domingos e festas”, o terceiro mandamento, em detrimento do sábado da lei de Deus (Êxodo 20:8-11).

Dia do Senhor
Na Idade Moderna, os protestantes ingleses foram os primeiros a promover a guarda do dia do Senhor. Isso resultou da tradução da Bíblia por William Tyndale (século 16). O reformador muito se impressionou com o tema da aliança, ao qual fez várias notas de margem no Pentateuco. Mais tarde, o estabelecimento da igreja pela coroa britânica levou os protestantes ingleses a enxergarem a si mesmos como os substitutos dos antigos israelitas, como herdeiros da Aliança.

Desta forma, as notas de Tyndale e a noção de um povo eleito levaram os protestantes ingleses à redescoberta do dia do Senhor como o sinal da Aliança. No início do século 17, o ministro anglicano Nicholas Bownd passou a ensinar que “profanar o sábado era profanar a Deus”.[6] Assim, os puritanos ingleses passaram a ensinar que “trabalhar no sábado era um pecado tão grave quanto matar ou cometer adultério”,[7] pois seria uma quebra da Aliança com Deus. O posterior retorno da coroa britânica ao catolicismo deixou os protestantes zelosos pela lei de Deus expostos à intolerância.

No entanto, a despeito de lerem o Pentateuco, os protestantes ingleses guardavam o dia do Senhor no primeiro dia da semana, e chamavam esse dia de “sábado”. Não demorou, porém, para que alguns concluíssem que o sábado de descanso devia ser guardado no sétimo dia. Os puritanos John Trask e sua esposa Dorothy começaram a guardar o sábado do sétimo dia já no início do século 17, razão pela qual foram perseguidos.

Em 19 de junho de 1618, Trask foi “sentenciado a ser chicoteado, ridicularizado, mutilado e condenado a prisão perpétua” acusado de “conspiração”. Ele era o líder de uma seita de separatistas que acreditavam que “o sábado do sétimo dia e a lei dietética mosaica continuavam em vigência para os cristãos.” Infelizmente, Trask se retratou e foi solto. Porém, sua esposa Dorothy “ficou presa por 25 anos por não desistir do sábado do sétimo dia”.[8]

Os puritanos zelosos do “sábado”, guardado no primeiro dia da semana, não puderam ter paz na Inglaterra sob influência posterior de Roma. Assim, eles desejavam uma terra onde pudessem manter os “mandamentos de Deus” sob proteção da lei civil. A colonização americana foi a saída para eles.

Em 1620, os puritanos chegaram “à América a fim de estabelecer uma nova Jerusalém que preservasse o sábado em sua integridade”.[9] Considerado o papel dos protestantes puritanos e sua motivação no desenvolvimento dos Estados Unidos, deve se assumir que “a guarda do santo dia de sábado é uma de suas poderosas pedras angulares”.[10] Sob esse ímpeto, as colônias puritanas, na América do Norte, logo desenvolveram uma “legislação dominical contra a profanação do dia do Senhor, com pesadas e graves penalidades para as violações”.[11]

A chamada Nova Inglaterra aprovou leis que proibiam “não só crimes sexuais, mas também blasfêmia, embriaguez, jogos de azar e violação da santidade do sábado”.[12] O sábado, porém, seguia observado por esses puritanos no primeiro dia da semana.

Em função disso, uma lei dominical a ser desenvolvida pelos países cristãos tem, portanto, claros precedentes e motivações históricas.

O domingo no horizonte global
Nas décadas recentes, movimentos pela guarda do domingo têm se fortalecido em vista das encíclicas papais sobre o assunto. A chamada European Sunday Alliance defende a guarda do domingo como caminho para renovação da família e da sociedade.[13] Por sua vez, a Lord’s Day Alliance, nos Estados Unidos, propõe que a guarda do domingo é compatível com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, pois os empregadores devem “honrar as necessidades dos trabalhadores por observâncias de fé oportunas, tratamento justo e descanso regenerativo”.[14]

Em maio de 1998, o papa João Paulo II lançou a encíclica Dies Domini (“Dia do Senhor”), na qual defende que a guarda do domingo é o meio para a “reforma social”, fortalecimento da família e restauração da igreja. Ele cita “a lei civil do Império Romano”, que reconheceu o “dia do sol”, para que todos nesse dia deixassem de trabalhar. No parágrafo 67, ele afirma que “é natural que os cristãos se esforcem para que, também nas circunstâncias específicas do nosso tempo, a legislação civil tenha em conta o seu dever de santificar o domingo.”[15]

Em 2017, o papa Francisco lançou a encíclica Laudato Si (Louvado sejas), em que defende que o ecossistema precisa de um descanso dominical. No parágrafo 71, ele embasa sua argumentação na lei divina sobre o “sábado”. Para ele, a necessidade do descanso da terra e de seus habitantes no domingo “está patente, por exemplo, na lei do Shabath”. Pois, “no sétimo dia, Deus descansou de todas as suas obras. Deus ordenou a Israel que cada sétimo dia devia ser celebrado como um dia de descanso, um Shabath (cf. Gênesis 2:2-3; Êxodo 16, 23; 20, 10)”.[16]

Evidentemente, os que defendem a lei dominical, tanto católicos quanto protestantes, afirmam que a mesma será coerente com o estado de liberdade mantido pela Carta dos Direitos Humanos. No entanto, o contexto de instabilidade e as atuais situações de emergência, em que a sobrevivência da humanidade é colocada em perspectiva, tal lei dificilmente manteria direitos de minorias contrárias. Em vista disso e das previsões proféticas, não há dúvida de que a lei dominical contribuirá para acirrar oposição e intolerância.

Nessa linha, Ellen White afirma que, no contexto da lei dominical, será feita “a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra pode ser atribuída em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhorará grandemente a moral da sociedade” (Ellen White, O Grande Conflito, 587).

Os Estados Unidos, como o poder civil representado pela “imagem da besta”, serão o primeiro país a aprovar essa lei. Mas, em decorrência de sua influência e poder sobre as demais nações, essa mesma lei se reproduzirá pelo mundo. “Quando os Estados Unidos, o país da liberdade religiosa, aliar-se ao papado, a fim de dominar as consciências e obrigar as pessoas a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo serão induzidos a imitar seu exemplo” (Ellen White, Eventos Finais, página 85).

Deve se observar que a guarda do domingo, por milhões de cristãos sinceros, não é em si a marca da besta. “A observância do domingo não é ainda o sinal da besta, e não o será até que saia o decreto” (Ellen White, Eventos Finais, página 224). Desta forma, é a lei dominical imposta que determina a condição da marca da besta. No contexto de Apocalipse 13 fica claro que a besta pretende, a exemplo de Nabucodonosor (Daniel 3:15), assumir o lugar de Deus.

Portanto, seguir a lei da besta e ter sua marca será uma condição para se viver na Terra e ter a proteção da lei do estado. Por outro lado, seguir a lei de Deus e ter o selo de Deus é a condição da cidadania celestial e da proteção divina. A escolha diante desse dilema definirá de fato uma filiação à besta ou a Deus.

Os guardadores do sábado devem ter em mente que a lei dominical, em nível mundial, é o último evento escatológico. Pois, “a substituição da lei de Deus pela dos homens, a exaltação, por autoridade meramente humana, do domingo, posto em lugar do sábado bíblico, é o último ato do drama. Quando essa substituição se tornar universal, Deus se revelará” (Ellen White, Testemunhos Seletos, volume 3, páginas 142 e 143).

Conclusão
A revelação profética, portanto, apresenta-se coberta de persuasão no tempo atual. De fato, o mundo caminha para um evento escatológico de grandes proporções em que a lealdade ao Deus criador será posta à prova. As profecias apontam para uma retomada da relação entre Igreja e Estado como caminho para a emergência de um novo e último estado de intolerância e perseguição religiosa.

Essa intolerância tende a se manifestar naquele mesmo ponto em que a lei de Deus se distingue da lei dos homens: o dia de descanso e culto, o dia em que se celebra o Deus criador como digno de adoração e fidelidade. A guarda desse dia marca uma relação entre criatura e Criador, é um elo entre Deus e sua criação (Gênesis 2:1-3). Portanto, como parte do esforço satânico contra Deus, o decreto pretende quebrar essa ligação.

O povo de Deus, no entanto, não deve temer as consequências de sua lealdade, pois a adesão ao selo de Deus garante a cidadania celestial e a proteção divina.

Vanderlei Dorneles (via ASN - Parte 1 / Parte 2)

Este artigo foi escrito originalmente para o e-book intitulado Eventos Finais, produzido pela editora Safeliz e disponível neste link.

Do Blog - https://megaphoneadv.blogspot.com/2021/03/decreto-dominical.html

terça-feira, 24 de novembro de 2020

A IGREJA ADVENTISTA ESTAVA CERTA, - "THE GREAT RESET", O PROJETO DIABÓLICO PARA MUDAR O MUNDO INTEIRO AVANÇA, TEM APOIO DO REINO UNIDO E JÁ FOI DEBATIDO NA AUSTRÁLIA.

 A igreja adventista estava certa

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, por muitos anos, foi chamada de alarmistas, pelas demais igrejas evangélicas, por que pregávamos que um dia, haveria uma lei universal, que perseguiria quem não aceitasse suas regras  e decretos, em especial o decreto de uma religião universal, onde todos deveria repousar em um mesmo dia da semana, o dia do Domingo

Diziam nossos opositores, que nunca iria acontecer isto, pois para um tal decreto dominical universal, seria necessario que todos as nações  se unissem e se tornasse uma só nação, um só reino. um só governante, e isto seria impossivel, nunca haverá um governante universal,  Diziam
Hoje, o assunto mais comentado, é o "The Great Reset", ou, O Grande Reinicio. Com o advento de um governo mundial. E esta governo mundial esta chegando, fala-se que provavelmente daqui a dois meses, ou seja, janeiro de 2021
a Igreja Adventista estava certa

leia a matéria a seguir. é longa, mais vale a pena. 

Atenção
O Blog, de onde eu copiei, a matéria não é de um pastor adventista, é de um bem conhecido jornalista


egunda-feira, novembro 23, 2020

"THE GREAT RESET", O PROJETO DIABÓLICO PARA MUDAR O MUNDO INTEIRO AVANÇA, TEM APOIO DO REINO UNIDO E JÁ FOI DEBATIDO NA AUSTRÁLIA.

Karl Schwab, o dono do Fórum Econômico Mundial e o Príncipe Charles, do Reino Unido. O Príncipe apoia esse projeto diabólico. 

A par do fato de que a população do planeta continua sendo assediada por toda sorte de tiranos e tiranetes no mundo inteiro por conta da peste do vírus chinês sabe-se que coisas muito piores podem acontecer e acontecerão pela ignorância de todos os povos da Terra. E essa ignorância é mantida na cara dura pelo aparelho midiático em nível global. Tanto é que o conteúdo desta postagem jamais aparecerá em veículos da mainstream media e as Big Tech do Vale do Silício fazem parte da trama já que os algoritmos diminuem drasticamente, senão eliminam, a veiculação de temas similares ao conteúdo desta postagem nas redes sociais.

De sorte que quando os povos da Terra descobrirem o que de fato está acontecendo aí será tarde demais. O alemão Claus Schwab, criador e dono do Fórum Econômico Mundial e os demais globalistas que lhe seguem já estarão impondo o tal "The Great Reset", ou seja, o desligamento total do mundo e seu religamento sob uma nova forma da vida social, política, econômica e cultural.

A coisa é tão poderosa que a Família Real do Império Britânico já aderiu ao esquema de herr Schwab, sendo interlocutor o Príncipe Charles, enquanto o atual premier do Reino Unido, Boris Johnson, até agora tido como conservador revelou-se um tranca-rua prendendo o povo britânico em sucessivos lockdowns sob a justificativa da ameaça da peste chinesa. 

De sorte que herr Schwab recebeu o apoio total do Príncipe Charles que, segundo consta, é um entusiasta do The Great Reset e o premiê Johnson, ao que tudo indica segue o Príncipe. Incrível essa história. Falta apenas que o Reino Unido anule o Brexit e volte às garras da União Européia fazendo tábula rasa do plebiscito que livrou os ingleses da ditadura dos engenheiros sociais da UE sediados em Bruxelas.

E o mais incrível de tudo isso é que os políticos de todos os partidos e de todos os países ditos democráticos parecem desconhecer o que deve suceder dentro do curto prazo. Não é à toa, por exemplo a fraude brutal ocorrida no pleito presidencial dos Estados Unidos. Tanto é que o desfecho dessa encrenca terminará na Suprema Corte dos Estados Unidos.

Juntando-se os cacos pode-se perceber claramente que está em marcha um projeto globalista daí o fato da turbulenta eleição norte-americana. Está na cara que o último bastião de resistência aos planos do Fórum de herr Schwab com o seu projeto da Grande Reinicialização do mundo é o Presidente Donald Trump.

Boris Johnson o controvertido premiê britânico

COISA PAVOROSA 

É inquietante e terrivelmente assustador que esse assunto do The Great Reset além de não ser pauta para a mainstream media também não é assunto de debate no meio político. O exemplo do que afirmo é o fato de que até onde meus olhos alcançam não vi nenhum parlamento, como exceção a Austrália, a debater essa ameaça da canalha globalista. 

Aqui no Brasil parece que só este modesto blog tem tocado no assunto. Não ouvi um pio dos políticos. Nem mesmo aqueles poucos no Congresso Nacional que apoiam o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. E, verdade seja dita, nem mesmo o próprio Presidente Bolsonaro tem feito menção a esse plano misterioso rotulado como The Great Reset. Levando em consideração o fato de que o Presidente Jair Bolsonaro alçou a Presidência do Brasil justamente por defender pautas conservadoras, seria interessante que se referisse a esse tema. 

Até agora só encontrei um debate parlamentar sobre o tema na Austrália. Faço portanto a transcrição de matéria do site Epoch Times na sua versão e português que publicou o caso da Austrália, onde a desgraça anunciada foi debatida pelos parlamentares daquele país. Como se vê no texto abaixo os partidos esquerdistas apoiam toda essa encrenca. Transcrevo logo após este prólogo e ao mesmo tempo dou os links de postagens que já escrevi sobre este assunto aqui no blog. Podem conferir AQUI e AQUI. Na sequência segue a transcrição da matéria do Epoch Time. Leiam que é muito importante:

AMEAÇA À LIBERDADE

Uma moção da líder do One Nation, Pauline Hanson, apelando ao governo australiano para boicotar a agenda do Grande Reinício (Great Reset) do Fórum Econômico Mundial (WEF) foi bloqueada no Senado em 11 de novembro.


Líderes internacionais poderosos querem tirar vantagem do caos econômico atual para “refazer as nações em todo o planeta, porque as populações desesperadas estão agora ‘mais receptivas a grandes visões de mudança'”, Justin Haskins, editor-chefe da StoppingSocialism.com e o diretor editorial do The Heartland Institute, escreveu em um artigo de opinião para o Epoch Times em julho.


Hanson disse que as políticas do Grande Reinício  destruiriam a economia da Austrália, “empurrariam as políticas socialistas e neomarxistas” para os australianos e “abririam o caminho para um grande governo controlador, a supressão da liberdade de expressão e a redução dos direitos de propriedade”.


A proposta foi derrotada por 2 a 37 após os políticos dos partidos Liberals e Nationals se aliarem ao Labor e aos Greens.


“É uma farsa absoluta que o governo australiano tenha se aliado aos globalistas do Fórum Econômico Mundial e sua agenda do Grande Reset contra os interesses dos australianos comuns”, disse Hanson ao Epoch Times em um comunicado.


“Este é um grupo de elites esquerdistas globais – bilionários, executivos e celebridades – que pensam que sabem melhor do que nós como governar nosso próprio país”, disse ela.


No entanto, a senadora liberal da Austrália do Sul, Anne Ruston, rejeitou “a noção de boicotar as discussões” sobre o Grande Reset.


Ela disse que o governo participa de uma variedade de fóruns internacionais destinados a aumentar a colaboração, mas não faria parte de nenhum acordo que não reflita os valores ou interesses da Austrália.


A senadora vitoriana dos Greens, Janet Rice, também se levantou para expressar oposição à moção e acusou Hanson de “correr com medo da Agenda 21, dos Illuminati e das cabalas sombrias que supostamente controlam o mundo”.

Rice descreveu a agenda do Grande Reinício como uma iniciativa modesta do WEF que visa a cooperação global para gerenciar as consequências diretas da pandemia COVID-19.


“A verdade é que, a menos que levemos esta pandemia a sério e cooperemos globalmente, morrer de coronavírus na verdade tem um impacto muito mais sério em suas liberdades individuais e econômicas”, disse Rice.


Mas o que Rice descreveu como uma iniciativa modesta, o Príncipe Charles – um forte defensor do Grande Reinício – descreveu como “uma chance de refazer as nações em todo o planeta”.


Para Hanson e outros, a agenda do Grande Reinício busca capitalizar sobre a pandemia para “derrubar vidas, impulsionar agendas de controle e interferir nos sistemas sociais de países em todo o mundo”.


“Este chamado é um lixo absoluto e devemos tomar uma posição para não ter nenhum papel nele, para proteger os australianos e nosso modo de vida”, disse Hanson.


O QUE É O "GREAT RESET"?

Em seu artigo, Justin Haskins escreveu que líderes globais, incluindo o príncipe Charles, se reuniram em uma reunião virtual realizada em junho para convocar uma Grande Restauração do capitalismo.


Haskins disse que muitos dos presentes na reunião apoiam a eliminação do atual sistema capitalista mundial e promoveram políticas socialistas – como impostos sobre a riqueza, programas semelhantes ao Grenn New Deal (Novo Acordo Verde) e garantias nacionais de empregos e receitas governamentais.


“Entre aqueles que falaram no evento ou expressaram seu apoio separadamente ao plano estavam Ma Jun, presidente do Comitê de Finanças Verdes da Sociedade Chinesa de Finanças e Bancos e membro do Comitê de Política Monetária do Banco Popular da China; António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas; líderes sindicais poderosos; ativistas de grupos como Greenpeace International; CEOs e presidentes de grandes corporações como BP, MasterCard e Microsoft; e funcionários do Fundo Monetário Internacional.


“Mas a pessoa que articulou com mais clareza a visão do Grande Reinício é Klaus Schwab, o chefe do Fórum Econômico Mundial e um dos mais fervorosos apoiadores do Reinício”, escreveu Haskins.


“Todos os países, dos Estados Unidos à China, devem participar, e todos os setores, de petróleo e gás a tecnologia, devem ser transformados”, escreveu Schwab em um artigo publicado no site do WEF. “Em suma, precisamos de um‘ Grande Reinício’ do capitalismo”.


Schwab também disse que “todos os aspectos de nossas sociedades e economias” devem ser “renovados”, “desde a educação até os contratos sociais e as condições de trabalho”.


Haskins escreveu que, por mais assustador que pareça, o pior ainda estava por vir.

No evento de junho, o WEF anunciou que a agenda do Grande Reinício seria o foco de seu próximo evento anual em Davos, agendado para janeiro de 2021.


“Na reunião de Davos, líderes empresariais poderosos, funcionários do governo, ativistas e acadêmicos promoverão o Grande Reinício e coordenarão uma campanha mundial massiva para promover sua agenda”,escreveu Askins. Para Haskins, a agenda do Grande Reinício é um “momento perigoso para a liberdade, tanto nos Estados Unidos quanto em todo o planeta”.

“Não apenas o governo usou a pandemia de COVID-19 para aumentar seu poder, como os líderes mundiais agora estão planejando expandi-la dramaticamente nos próximos anos por meio de suas reformas do Grande Reinício”, escreveu ele. “Se não pararmos este movimento radical em direção ao coletivismo e a dizimação do capitalismo, o movimento mundial pela liberdade pode nunca se recuperar.” Do site Epoch Times

Do Blog do Aluizio Amorim

domingo, 28 de junho de 2020

Haverá uma lei contra o sábado

Haverá uma lei contra o sábado

O Protestantismo e o Catolicismo Agirão de Comum Acordo

O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano. Então haverá uma lei contra o sábado da criação divina, e será nessa ocasião que Deus efetuará Sua "estranha obra" na Terra. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 910.
Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. ... E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo. Review and Herald, 1º de junho de 1886.
O pretenso mundo protestante formará uma confederação com o homem do pecado, e a igreja e o mundo estarão em corrupta harmonia. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 975.
O romanismo no Velho Mundo, e o protestantismo apóstata no Novo, adotarão uma conduta idêntica para com aqueles que honram todos os preceitos divinos. O Grande Conflito, págs. 615 e 616   /  Eventos finais Pág. 131

As Leis Dominicais Honram a Roma

Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apóie as instituições, a América protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a inflição de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável. ...
A imposição da guarda do domingo pelos protestantes é uma obrigatoriedade do culto ao papado. ...
No próprio ato de impor um dever religioso por meio do poder secular, formariam as igrejas mesmas uma imagem à besta; daí a obrigatoriedade da guarda do domingo nos Estados Unidos equivaler a impor a adoração à besta e à sua imagem.
O Grande Conflito, págs. 445, 448 e 449.
Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximoTestemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151.

Roma Recuperará a Supremacia Perdida

Ao aproximar-nos da última crise, é de vital importância que existam entre os servos do Senhor harmonia e união. O mundo está cheio de tempestade, guerra e contenda. Contudo, ao mando de um chefe - o poder papal - o povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa de Suas testemunhas. Essa união é cimentada pelo grande apóstata. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 171.
Leis impondo a observância do domingo como o sábado ocasionarão uma apostasia nacional dos princípios do republicanismo em que se baseia o governo. A religião do papado será aceita pelos governantes, e será invalidada a lei de Deus. Manuscript Releases, vol. 7, pág. 192.
É evidente que uma época de grandes trevas intelectuais tem sido favorável ao êxito do papado. Ainda será demonstrado que uma época de grande luz intelectual também é favorável ao seu êxito. Spirit of Prophecy, vol. 4, pág. 390.
No movimento ora em ação nos Estados Unidos a fim de conseguir para as instituições e usos da igreja o apoio do Estado, os protestantes estão a seguir as pegadas dos romanistas. Na verdade, mais que isto, estão abrindo a porta para o papado a fim de adquirir na América protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo. O Grande Conflito, pág. 573.

Uma Lei Dominical Nacional Significa Apostasia Nacional

A fim de se fazerem populares e conquistarem a simpatia do povo, os legisladores hão de ceder ao desejo deste, de obter leis dominicais. ...
Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à lei de Deus, a nação americana se divorciará por completo dos princípios da justiça. ...
Como a aproximação dos exércitos romanos foi um sinal para os discípulos da iminente destruição de Jerusalém, assim essa apostasia será para nós um sinal de que o limite da paciência de Deus está atingido. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 150 e 151.
Precisamos tomar a firme posição de que não reverenciaremos o primeiro dia da semana como o sábado, pois ele não é o dia que foi abençoado e santificado por Jeová, e reverenciando o domingo nós nos colocaríamos ao lado do grande enganador. ...
Quando for invalidada a lei de Deus e a apostasia se tornar um pecado nacional, o Senhor agirá em favor de Seu povo. Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 388.

O povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do Céu será escrito: "apostasia nacional". Review and Herald, 2 de maio de 1893.

A Apostasia Nacional Será Seguida de Ruína Nacional
Quando nossa nação [Estados Unidos], em suas assembléias legislativas, promulgar leis que restrinjam a consciência das pessoas quanto ao seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e exercendo poder opressor contra os que guardam o sábado do sétimo dia, a lei de Deus será, para todos os efeitos, invalidada em nosso país, e a apostasia nacional será seguida de ruína nacional. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 977.






quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O último presidente dos Estados Unidos?

Muito oportuna e esclarecedora a matéria do site Criacionismo, sobre a eleição do novo presidente dos Estados Unidos

Os alarmistas de plantão, sempre tem uma teoria, para cada cada novo presidente eleito nos Estados Unidos, ou a cada Papa eleito no Vaticano; sempre "Provando" que aquele presidente, ou Papa, é o ultimo e que o mesmo, ou os mesmos, trarão o decreto dominical, a perseguição, e o decreto de morte.

Falavam desde os tempos de George Bush, depois Bil Clinton, e por último o Obama, que cada um desses era o ultimo Presidente, a bola da vez agora é esse aí, o Trump.

Quantos aos Papas, no passado muitos provavam por A+B, que João Paulo Segundo, era o ultimo Papa. Diziam até que Ellen White havia profetizado ser ele o Papa que traria o decreto dominical.

Lembro-me de um irmão de igreja, que vendeu seus bens no entorno de Brasília, e mudou-se para o interior do Tocantins, para fugir do decreto dominical; pois havia lido um suposto "documento" que era apenas, uma cópia de cópia, de cópia, do tal decreto dominical, pretendia esse irmão, se esconder  da perseguição. Como nada aconteceu, depois de alguns meses, voltou para o seu lugar de origem

Depois de João Paulo segundo, foi a vez do Bento IV. Esse sim, diziam os alarmistas, será o último Papa. A prova cabal, é que ele é o chefe do "Santo Ofício" a organização que zela pelos dogmas da igreja. Foi um alvoroço. Debates, e artigos apócrifos, em jornalecos de segunda, "provavam" que Bento IV era o Papa derradeiro.

Bento IV saiu de cena e entrou o Francisco. Agora, dizem os alarmista, o mundo se acaba. Francisco, é o Oitavo Rei, o Papa ultimo, o papa que vai assinar o decreto e Trump, será o parceiro da empreitada. Os dois, Francisco e Trump, vão trazer os últimos acontecimentos. Com os dois virá o fim. com os dois o mundo se acaba. Assim que dizem os alarmistas, É assim que eles acreditam.... Então, tá. Quem viver, verá 

Veja a matéria abaixo do Site, Criacionismo

 

O último presidente dos Estados Unidos?

Será que é ele?
Com a eleição de Donald Trump (um republicano) à presidência dos Estados Unidos, muitos adventistas têm divulgado nas das redes sociais o antigo boato de que “Ellen White profetizou que a lei dominical se dará num governo republicano dos Estados Unidos”. Sobre essa questão, o Patrimônio Literário de Ellen G. White, o órgão oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável pelos escritos da autora, esclarece: “Partido ou nome do último presidente dos Estados Unidos: Relatos de que Ellen G. White indicou direta ou indiretamente o nome de família ou o partido político de quem seria o presidente dos Estados Unidos por ocasião das cenas finais da [história da] Terra, são pura ficção” (https://goo.gl/seGJoz).



Algumas pessoas têm citado este texto de Ellen White em defesa da teoria: “[...] quando, por influência dessa tríplice aliança, os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e REPUBLICANO, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo” (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 451).



Mas o texto dificilmente poderia ser mais claro. Ellen White se refere a uma FORMA de governo (a República), e não a um PARTIDO político (Partido Republicano). Os Estados Unidos foram fundados como uma nação protestante e republicana – o que, dentro do contexto, significa especialmente liberdade religiosa. Essa nação não deixou de ter um governo republicano mesmo durante o mandato de presidentes do Partido Democrata (e de outros). O sentido evidente do texto é confirmado numa declaração bastante semelhante encontrada no livro O Grande Conflito. Falando sobre o início da história dos Estados Unidos, Ellen White diz: “Foi também concedida liberdade de fé religiosa, sendo permitido a todo homem adorar a Deus segundo os ditames de sua consciência. REPUBLICANISMO e protestantismo tornaram-se os princípios fundamentais da nação [norte-americana]. Esses princípios são o segredo de seu poder e prosperidade” (p. 441). (Matheus Cardoso)

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