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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Aparece no céu o "rosto de Deus" depois de uma tempestade

 

Fonte - http://www.acontecercristiano.net/2014/07

 

Aparece no céu o "rosto de Deus" depois de uma tempestade

 

 

Inglaterra - Uma imagem impressionante tomada depois de uma tormenta chamou a atenção dos residentes do condado de Norfolk.

Durante as recentes condições meteorológicas turbulentas na região, as nuvens se abriram momentaneamente ao entardecer para revelar a imagem de um rosto, que muitos interpretaram como o rosto de Deus, segundo o site Daily Mail.

A foto foi tomada pelo diretor de finanças de uma empresa, Jeremy Fletcher, de 56 anos de idade, na costa Snettisham ao este do condado, em um grande estuário situado entre os condados de Norfolk e Lincolnshire

Fletcher estava morando na região por um período de três meses, devido ao seu trabalho, e tirou a foto durnte uma escursão ao largo da praia de snettisham. Sem dúvida, afirma que a imagem não representa necessariamente o rosto de Deus, até porque, afirma,  o rosto parece estar olhando a paisagem.

"Me dei conta que a imagem se parecia com o rosto de um homem com barba, assim tirei várias fotos com meu Telefone"

O rosto parecia esta olhando a orla. O comentário de muitos residentes era que o rosto parecia  de Deus, mas também poderia ser Sean Connery ou Karl Marx, disse Fletcher, que também disse não ser uma pessoa religiosa.

Norfolk é o quinto maior condado da inglaterra e tem uma população de 859.000 pessoas

Tradução de Manoel Barbosa da Silva

Tradução livre

Disse Jesus.

Haverá no sinais no sol, na lua e nas estralas, na terra angústia entre as nações, pelo bramido do mar e das ondas. Lucas 21:25

Veja a matéria original


Aparece en el cielo el "rostro de Dios" después de una tormenta



martes, 29 de julio de 2014 |
Inglaterra.- Una imagen impresionante tomada después de una tormenta llamó la atención de los residentes del condado de Norfolk,

Durante las recientes condiciones meteorológicas turbulentas en la región, las nubes se abrieron momentáneamente al atardecer para revelar la imagen de un rostro, que muchos interpretaron como el de Dios, según el sitio Daily Mail.

La foto fue tomada por el director de finanzas de una empresa, Jeremy Fletcher, de 56 años de edad, en la costa de Snettisham al oeste del condado en un gran estuario situado entre los condados de Norfolk y Lincolnshire.

Fletcher estaba viviendo en la región por un período de tres meses, debido a su trabajo, y tomó la foto durante una excursión a lo largo de la playa de Snettisham. Sin embargo, afirma que la imagen no representa necesariamente el rostro de Dios, aunque afirma que el rostro parece estar contemplando el paisaje.

"Me di cuenta que la imagen se parecía mucho a una cara de un hombre con barba, así que tomé varias fotos con mi teléfono. El rostro parecía estar mirando a la orilla. El comentario de muchos residentes era que se parecía a Dios, pero también podría ser Sean Connery o Karl Marx", dijo Fletcher, quien dijo que no era una persona religiosa.

Norfolk es el quinto condado más grande de Inglaterra y tiene una población de 859.000.

Más: http://www.acontecercristiano.net/2014/07/aparece-en-el-cielo-rostro-de-dios.html

8 dicas de como conversar com seus filhos sobre o sermão



 

Fonte - http://reforma21.org 

 

8 dicas de como conversar com seus filhos sobre o sermão


Eles se sentam ao seu lado e seus pés nem tocam o chão. Você está pensando “o que será, se é que há algo, desse sermão que está entrando na cabeça do meu filho?”. E ao pensar nisso você já decidiu que não vai abordar o assunto do sermão mais tarde. Mas não precisa ser assim.
Deixe-me apresentar a você a regra mais importante a respeito de conversar com seus filhos sobre o sermão: eles retém mais do que você imagina. A segunda regra mais importante é essa: eles entendem mais do que você pensa.
Leve a sério essas duas verdades e tome a decisão, como pai, de conversar com seus filhos sobre os sermões que vocês escutam. Estou escrevendo isso tanto como pregador quanto como pai de quatro garotos com menos de 11 anos. Eu falhei, sucedi e falhei de novo ao falar com meus filhos sobre Jesus. E ainda é um trabalho árduo, conforme eles crescem. Mas é um bom trabalho.
O centro do evangelho é Jesus nos conduzindo ao seu Pai amoroso. Na adoração, podemos fazer uma condução semelhante – podemos levar nossos filhos a Jesus. Não perca essa oportunidade.
1. Lembre-se do tema geral. Não importa se você faz anotações por escrito. Lembre-se do tema mais amplo que está sendo ensinado. Se seu pastor prega por 40 minutos, então tente fazer uma nota mental do que você conseguiu entender até os 20 primeiros. Não se sinta desencorajado se você não memorizar cada ponto; guarde tantos quantos você consiga.
2. Entenda o ponto principal. Cada passagem e cada sermão – não importa o que o seu pastor diga – tem um ponto principal. Agarre-o quando ele passar e não o deixe fugir. E, como palavra de precaução, todo pregador tem um dia ruim. Às vezes a estrutura do sermão parece um exemplar de arte abstrata. Se for o caso, faça o melhor que puder. Mas não deixe o pregador orar para encerrar sem ter em sua mente um ponto principal.
3. Como Jesus é o herói? Agora que você tem um resumo e um ponto principal, certifique-se de que você também tem Jesus. Como Jesus foi o herói do sermão? Crianças são egoístas incorrigíveis – assim como a maioria dos adultos. Certifique-se de que você tem um monte de coisas para falar sobre Jesus, não importa de qual livro da Bíblia o sermão veio, ou para onde o pregador levou o texto. Sem uma ênfase em Jesus, os pequenos santos da sua casa crescerão pensando que a Bíblia só fala a respeito deles mesmos.
4. Aborde seus filhos com perguntas abertas. Até aqui você já sabe o resumo e consegue se ater ao ponto principal. Você sabe também que vai falar muito sobre Jesus. Agora aborde seus filhos com qualquer tipo de pergunta que você possa imaginar… exceto as que podem ser respondidas com “sim” ou “não”. Alguns exemplos:
  • Questões “de dentro da história”: “O que você pensaria se fosse um soldado israelita e visse o grande Golias caminhando em direção ao pequeno Davi?”
  • Questões emotivas: “Se você fosse cego, como se sentiria se Jesus pusesse as mãos em seus olhos e os consertasse para que você pudesse enxergar?”
  • Questões direcionadas: “O jovem rico estava errado porque achava que poderia ganhar o favor de Deus. Por que é bobagem pensar que podemos conquistar o favor de Deus ao fazermos coisas boas?”
  • Questões de ação: “O que você faria se Jesus transformasse um furacão em uma brisa leve bem na sua frente?”
  • Questões de aplicação: “Se Jesus te perdoou, você acha que poderia perdoar o Joãozinho quando ele joga um carrinho na sua cabeça?”
  • Questões de imaginação: Você conhece seus filhos melhor que eu. Invente algumas perguntas.
5. Certifique-se de que o evangelho está claro. Jesus morreu por pecadores. Isso é muito simples e pode ficar muito complexo. Mas não importa qual for a passagem, não se atreva a ensinar moralismo aos seus filhos. Diga a eles que Jesus já fez tudo que foi necessário para que eles possam saber que Deus se regozija neles. Quando você disser a eles para fazerem algo, sentirem algo ou pensarem algo, mostre como essas coisas são motivadas pelo amor de Deus, não por medo, culpa ou orgulho.
6. Seja o primeiro a orar e confessar. Conversar com seus filhos sobre o sermão diz respeito tanto quanto a deixar que eles vejam o que você aprendeu quanto é ensiná-los sobre o que eles ouviram. Se o pregador está ajudando a congregação a diagnosticar um pecado, mostre a suas crianças o quanto isso te afetou. Você poderia dizer “Vocês sabem, às vezes o papai luta para não ficar com raiva, e é aí que eu percebo que preciso de Jesus”. E quando for a hora de orar, deixe que eles orem depois de você. Seja um modelo de como um cristão fala com Deus.
7. Percorra o caminho de migalhas. Seus filhos irão te mostrar o caminho. Vá com eles. Você descobrirá uma infinidade sobre o que eles pensam. E você pode acabar aproveitando a jornada inesperada por esse caminho.
8. Lembre-se das primeiras duas regras. Você pode ter cumprido todas as 7 dicas anteriores e ainda sentir como se fosse uma grande perda de tempo; como se nada tivesse entrado nas cabeças deles. É nesse ponto que você precisa se lembrar das duas primeiras regras:
  • Eles retém mais do que você imagina.
  • Eles entendem mais do que você pensa.
E eu te prometo isso: eles irão se lembrar desses momentos com você. Eles irão se esquecer de um monte de coisas, mas não irão esquecer das tardes de Domingo com o papai e a mamãe conversando sobre Jesus.

Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

A IGREJA E SEUS CRÍTICOS

A IGREJA E SEUS CRÍTICOS

Características pessoais dos pretensos porta-vozes da verdade

Vivemos nos dias finais da história humana, e Satanás está “cheio de grande cólera”, pois sabe que “pouco tempo lhe resta” (Apoc. 12:12). Em sua peleja final contra o povo remanescente que guarda “os mandamentos de Deus” e tem “o testemunho de Jesus” (Apoc. 12:17), o inimigo se vale de algumas pessoas dentre o próprio povo de Deus como seus mais eficazes agentes (ver Mat. 13:24- 30).

Pretendendo ser parte do povo de Deus e demonstrando zelo superior para com a verdade, esses agentes conseguem grande êxito em infiltrar na própria Igreja o mesmo espírito belicoso que sempre caracterizou “o acusador de nossos irmãos” (Apoc. 12:10).


Ao mesmo tempo em que Cristo nos admoesta a não julgarmos as motivações interiores das pessoas (Mat. 7:1), Ele também nos estimula a avaliar as características pessoais dos pretensos porta-vozes da verdade, a fim de não sermos por eles iludidos (Mat. 7:15-23).

ElIen G. White, em seu livro A Igreja Remanescente (CPB, 2000), págs. 29-43, nos adverte contra os acusadores da Igreja. Creio, portanto, ser oportuno considerarmos mais detidamente o perfil dos críticos e suas estratégias, para não sermos por eles enganados e para evitarmos que nossas congregações sejam por eles divididas.

Perfil dos críticos

Existem alguns críticos da Igreja que levam, pelo menos aparentemente, uma vida normal e sem maiores problemas pessoais. Seria inadmissível, portanto, atribuirmos o mesmo perfil a todos os críticos. Mas muitos deles, que conheci pessoalmente ou através de informações biográficas fornecidas por outras pessoas, revelam pelo menos algumas das seguintes características:

1. Desequilíbrio emocional.

Muitos críticos da Igreja parecem afetados, em maior ou menor grau, pelo assim chamado Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O comportamento deles se caracteriza por um forte impulso obsessivo- compulsivo à agressividade para com todos os que deles discordam. Todos os que a eles se opõem são considerados inimigos a serem combatidos em nome de Deus.

2. Frustrações pessoais.

Grande parte dos críticos é composta de pessoas frustradas por não terem conseguido determinado cargo de liderança ou certo reconhecimento público, ou ainda por terem sido destituídos de uma função de destaque social. Não conseguindo conviver com o “luto” pela perda, eles acabam projetando sobre outros a sua amargura pessoal.

3. Problemas morais e familiares.

Alguns dos críticos mais agressivos são pessoas emocionalmente desestruturadas por problemas morais, ou mesmo traumatizadas pela perda do cônjuge, quer por morte ou separação. Sem a estabilidade de uma família bem estruturada, a pessoa tende a exercer uma influência desestabilizadora sobre outros segmentos sociais, incluindo a própria Igreja.

4. Dificuldades financeiras.

Alguns dos críticos mais amargurados são pessoas que já tiveram estabilidade econômica, mas acabaram se desequilibrando financeiramente. Em muitos casos a pessoa incorre em infidelidade nos dízimos e ofertas. Não são poucos os que chegam mesmo a desviar os fundos da Igreja para seus interesses particulares, sob a alegação de corrupção no uso desses fundos por parte da denominação.

5. Problemas de auto-estima.

Conheço pessoas que foram maltratadas na infância ou que carregam alguma deficiência física ou emocional e que
buscam incessantemente algo para superar sua baixa auto-estima. Não conseguindo projetar-se positivamente na comunidade, elas recorrem à crítica como uma forma de superação. Não lhes sendo concedida a oportunidade de pregar, passam a criticar os outros pregadores que usam o púlpito.

6. Egocentrismo.

Praticamente todos os críticos são pessoas egocêntricas, que se colocam a si mesmas e suas idéias como o referencial para a espiritualidade dos demais. Aqueles que concordam com eles, são tidos como bons cristãos; aqueles de deles discordam, são considerados em estado de apostasia. Consideram suas próprias idéias as melhores, e seus julgamentos, os mais abalizados.

7. Individualismo e independência.

O egocentrismo dos críticos gera neles uma postura individualista e independente, que acaba por distanciá-los do pensamento coletivo da Igreja. Para eles, a liberdade de pensamento individual é bem mais importante que o conselho dos irmãos. Quem deles discorda é geralmente tido como retrógrado ou destituído do verdadeiro espírito democrático.

8. Espírito acusador.

Os críticos normalmente não se contentam apenas em discutir idéias e conceitos. Para conseguir o seu espaço, eles precisam acusar e rotular negativamente outras pessoas influentes. Com esse mecanismo de autodefesa, conseguem transferir sutilmente o foco da atenção de seus próprios problemas pessoais para os supostos problemas de outros.

9. Tendência generalizadora.

O ser humano já possui tendência natural à generalização, mas os críticos são mestres nessa área. O comportamento indevido de um líder da Igreja, ou de um pequeno grupo de líderes, é atribuído como característico de toda denominação” Consequentemente, os mais de 13 milhões de membros da Igreja ao redor do mundo são responsabilizados pelo comportamento de um ou mais indivíduos (cf. Ezeq. 18:20).

As características anteriores são frequentemente encontradas entre os críticos da Igreja, e nos ajudam a entender melhor o perfil deles. Mas elas, por si só, não conseguem explicar como pessoas com tais características conseguem atrair para si um número significativo de discípulos. Para isso, é importante considerarmos também algumas estratégias que os críticos usam para disseminar suas idéias.

Estratégias dos críticos

As estratégias usadas no processo de disseminação das críticas podem variar tanto quanto o próprio perfil dos críticos, mas entre as mais comuns destacam-se as seguintes:

1. Demonstração de profundo conhecimento da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White.

Numa época em que grande parte dos membros da Igreja carece de um conhecimento mais aprofundado da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White, os críticos aparecem como detentores exclusivos desse conhecimento. Uma vez reconhecidos como tais, eles não se inibem de super enfatizar o que lhes agrada nos escritos inspirados e, simplesmente desconsiderar o que não lhes interessa.

2. Manipulação psicossocial.

Uma das maneiras mais comuns de cativar os ouvintes é através da técnica de recitar publicamente grande número de textos bíblicos e dos escritos de Ellen White, previamente memorizados. Recitando textos que ninguém do auditório havia memorizado, os críticos conseguem vender a idéia de que eles possuem um conhecimento superior a todos os demais, e que esse conhecimento deve ser aceito como uma “nova luz” de origem divina.

3. Pretensa originalidade.

Muitos críticos desconhecem ou mesmo distorcem as raízes históricas de suas idéias, para deixar a impressão de que, finalmente, alguém honesto surgiu para restaurar a verdade em sua pureza bíblica e para revelar as falcatruas da denominação. Desta forma, os ouvintes menos esclarecidos não conseguirão identificar a pretensa “nova luz” como sendo simplesmente velhas distorções doutrinárias com as quais a Igreja já se deparou no passado.

4. Difamação da liderança da Igreja.

Não conseguindo o endosso da liderança da Igreja para seus postulados pessoais, os críticos passam, então, a difamá-la, na tentativa de conseguir adeptos que confiem mais neles que nos líderes da denominação. O apóstolo Pedro advertiu que nos últimos dias surgiriam pessoas atrevidas e arrogantes, que menosprezariam “qualquer governo” e difamariam as “autoridades superiores” (II Ped. 2:10).

5: Postura de “salvador da pátria”

Havendo minado a confiança na liderança da Igreja, os críticos estão em condições de ser reconhecidos como os únicos detentores da verdade e os autênticos líderes do povo de Deus. Desta forma eles finalmente conseguem assumir uma posição de liderança que jamais lhes seria confiada pela própria Igreja.

6. Síndrome de mártir.

Quando a Igreja decide aplicar a devida censura eclesiástica a esses críticos dissidentes, eles costumam fazer-se de vítimas do sistema eclesiástico, considerado por eles tão intolerante quanto o que perseguiu Martinho Lutero. Com essa comparação, conseguem mais simpatizantes ainda, pois existe uma tendência natural de justiça no ser humano, de defender instintivamente as “vítimas” (os que estão sendo censurados) e de punir os “agressores” (os que aplicam a censura).

7. Discurso autobiográfico.

Uma das estratégias mais comuns usadas, consciente ou inconscientemente, pelos críticos é de projetarem sobre a Igreja e sua liderança o seu próprio perfil anticristão e antiético. Pelo princípio do espelho, eles se vêem refletidos nos outros, e passam a acusá-los daquilo que eles mesmos são. Isto não passa de uma atitude de desespero, que os leva a projetar sobre os outros suas próprias frustrações pessoais.

8. Divisão nas igrejas.

Por mais atrativo e convincente que possa parecer o discurso de alguém, permanecem as indagações: Quais são os “frutos” da obra desse indivíduo (Mat. 7:20)? As suas palavras fortalecem a fé, o amor e a unidade dos crentes (João 17:21)? Mas, lamentavelmente, a obra desses críticos tem quase sempre deixado após si um forte espírito de contenda e um grande senso de superioridade pessoal, completamente antagônicos à religião de Cristo (ver Mat. 5:43-48).

Considerações adicionais

Muitos desses críticos até podem ser sinceros em suas alegações, mas sua obra de difamação não fortalece a fé e nem promove a unidade da Igreja. Ellen G. White admoesta que tais pessoas jamais entrarão no reino de Deus:

“Vi que alguns estão definhando espiritualmente. Têm vivido por algum tempo a observar se seus irmãos andam retamente — espreitando toda falta, para então os meter em dificuldades. E enquanto fazem isto, a mente não está em Deus, nem no Céu ou na verdade; mas simplesmente onde Satanás quer que esteja — nos outros. Seu coração é negligenciado; raramente essas pessoas vêem ou sentem as próprias faltas, pois têm tido bastante que fazer em vigiar as faltas dos demais, sem sequer olhar para si mesmos, ou examinar o próprio coração. O vestido, o chapéu ou o avental lhes prendem a atenção. Precisam falar a este e àquele, e isto basta para os ocupar por semanas. Vi que toda a religião de alguns pobres corações, consiste em observar a roupa e os atos dos outros, e em os criticar. A menos que se reformem, não haverá no Céu lugar para elas, pois achariam defeitos no próprio Senhor.” —Testemunhos Para a Igreja, vol. 1,pág. 145.

A Igreja sempre se deparou com críticos belicosos ao longo de sua história, e o número desses críticos se intensificará ainda mais à medida que nos aproximarmos do fim. Mas para a Igreja permanece a gloriosa promessa de Isaías 54:17: “Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor.”

Autor: Albert R. Timm, Ph.D, Reitor do SALT - Fonte: Revista Adventista, abril 2005

Luís Carlos Fonseca

Vida Social - Buscar a Companhia dos que Amam a Deus



Companheiro sou de todos os que Te temem e dos que guardam os Teus preceitos. Sal. 119:63.


Entre a associação dos seguidores de Cristo em busca de recreação cristã e as reuniões mundanas à procura do prazer e do divertimento, deve existir assinalado contraste. Em lugar de oração e da menção do nome de Jesus e das coisas sagradas, ouvir-se-ão dos lábios dos mundanos o riso néscio e a frívola conversação. A idéia é fruir um período de grande divertimento geral. Suas diversões começam em insensatez e terminam em vaidade. As nossas reuniões devem ser dirigidas de tal maneira, e nossa conduta aí deve ser tal que, ao voltarmos para casa, possamos ter uma consciência livre de ofensa para com Deus e o homem; a consciência de não havermos ferido ou, de algum modo, causado algum dano àqueles com quem estivemos em contato, ou exercido sobre eles qualquer influência nociva. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, págs. 336 e 337.
Somos daquela classe que crê ser nosso privilégio em cada dia de nossa vida glorificar a Deus na Terra; que não devemos viver neste mundo meramente para a nossa própria diversão, para meramente agradar-nos a nós mesmos. Aqui nos achamos para beneficiar a humanidade, e ser uma bênção para a sociedade. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 336.
Aqueles que verdadeiramente amam a Deus não cultivarão a sociedade daqueles que não amam a Jesus. Descobrirão que a sociedade e a conversação são alimento do caráter, que ao andar com aqueles que amam a Deus respirarão a atmosfera do Céu. Os cristãos exercerão amor e simpatia um sobre o outro. A coragem que um desperta no outro, a estima manifestada de um pelo outro, os auxílios, a instrução, os conselhos, as advertências ... que devem ser achados entre os seguidores de Cristo ajudá-los-ão na vida espiritual; pois a amizade cristã está de acordo com o plano de Deus. ... Terão terna consideração por todos... e atrairão aqueles que amam a Deus. Haverá amizade tal como não a conhece o mundo. Review and Herald, 27 de novembro de 1894.

Ellen White
 Minha Consagração Hoje - 1989 Pag 216
 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Papa pede perdão por perseguições dos católicos aos pentecostais

 

Papa pede perdão por perseguições dos católicos aos pentecostais

Francisco foi a Caserta para se reunir com pastor que é seu amigo.
A visita já foi qualificada como histórica.

Da EFE
O Papa Francisco abraça o pastor evangélico Giovanni Traettino em visita a igreja de Caserta, na Itália, nesta segunda-feira (28) (Foto: Carlo Hermann/AFP)O Papa Francisco abraça o pastor evangélico Giovanni Traettino em visita a igreja de Caserta, na Itália, nesta segunda-feira (28) (Foto: Carlo Hermann/AFP)
O Papa Francisco pediu nesta segunda-feira (28) perdão pelas perseguições cometidas pelos católicos aos pentecostais, durante viagem à cidade de Caserta (no sul da Itália) onde se reuniu com seu amigo e pastor evangélico Giovanni Traettino.
A visita já foi qualificada como histórica, pois é a primeira vez que um Papa viaja do Vaticano para se encontrar com um pastor protestante.
"Entre as pessoas que perseguiram os pentecostais também houve católicos: eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo", afirmou o pontífice.
Francisco esteve em Caserta, em 26 de julho, para celebrar uma missa em honra à padroeira Santa Ana diante de 200 mil católicos.
Desta vez Francisco retornou para se reunir com a comunidade de pentecostais da cidade ao norte de Nápoles e com 350 protestantes vindos de todas as partes do mundo. Ele pediu que os cristãos se unam na diversidade.
"O Espírito Santo cria diversidade na Igreja. A diversidade é bela, mas o próprio Espírito Santo também cria unidade, para que a Igreja esteja unida na diversidade: para usar uma palavra bonita, uma diversidade reconciliadora", assinalou.
O Papa Francisco cumprimenta mulher durante visita à Igreja Evangélica da Reconciliação em Caserta, na Itália, nesta segunda-feira (28) (Foto: Osservatore Romano/AFP)O Papa Francisco cumprimenta mulher durante visita à Igreja Evangélica da Reconciliação em Caserta, na Itália, nesta segunda-feira (28) (Foto: Osservatore Romano/AFP)
O Papa também pediu que os cristãos ajudem os mais fracos e os necessitados, e que caminhem ao lado de Deus.
"Não compreendo um cristão que está quieto, o cristão deve caminhar. Há cristãos que caminham ao lado de Jesus, mas em alguns momentos não caminham na presença de Jesus. Isto é porque são cristãos que confundem caminhar com andar, são errantes", ponderou.
Após o ato, que durou cerca de hora e meia, o Papa almoçou com a comunidade, divulgou a Santa Sé em comunicado.
Francisco saiu esta manhã de helicóptero da Cidade do Vaticano e aterrissou em Caserta às 10h15 (05h15 de Brasília), no heliporto da Escola de Suboficiais da Aeronáutica Militar italiana no Palácio Real de Caserta e seguiu de carro até a casa do pastor.
Após esta conversa privada, os dois religiosos foram de carro à igreja evangélica da reconciliação de Caserta, onde alguns fiéis curiosos aguardavam a chegada do papa.
Francisco os cumprimentou antes de entrar na igreja, onde a reunião aconteceu longe das câmeras.

Fonte - G1 Mundo

Nota de Esclarecimento: Página Oficial da IASD no Facebook

Nota de Esclarecimento: Página Oficial da IASD no Facebook

A Igreja Adventista do Sétimo Dia esclarece que foi vítima de um crime virtual e que sua página oficial em português no Facebook, foi invadida (roubada). Ou seja, as postagens que estão sendo feitas ali, desde a última segunda-feira à noite (dia 28 de julho), não acontecem por iniciativa das equipes de comunicação da Igreja Adventista (que administravam a conta) e são totalmente incompatíveis com a linha de ação e princípios que regem a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Contêm links maliciosos (spam).
O mesmo fato se deu com alguns perfis do Facebook da Rede Novo Tempo de Comunicação que também sofreu o mesmo tipo de crime.
A Igreja Adventista e a Rede Novo Tempo de Comunicação (instituição pertencente à Igreja Adventista) informam, ainda, que, desde o momento em que o crime ocorreu, não possuem mais controle sobre essas páginas.
O crime foi devidamente registrado junto às autoridades policiais e comunicado oficialmente ao Facebook e a expectativa é que, com a maior brevidade possível, tudo seja restabelecido à normalidade.
Reiteramos que a credibilidade dessas páginas é atestada pelo histórico de milhões de visualizações de seus conteúdos e que, portanto, é de nosso máximo interesse obter o controle das páginas tão logo seja possível.
Até que esta situação seja resolvida, pedimos sua ajuda para:
1 – Ore para que o problema seja resolvido.
2 – Não curta, comente ou compartilhe estas postagens impróprias.
3 – Não clique nos links da postagem.
4 – Marque a postagem como spam.
Agradecemos sua atenção e contamos com suas orações e compreensão.
Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/sala-de-imprensa/releases/nota-de-esclarecimento-pagina-oficial-da-iasd-facebook/

O Papado e a questão do domingo

 

O Papado e a questão do domingo

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Esta não é uma questão de calendário, nem uma pequena alteração por parte de uma tradição religiosa
Minha coluna se propõe a abordar assuntos relacionados a datas importantes. E nem sempre as datas precisam ser as tipicamente comemorativas presentes no calendário oficial. Às vezes, são datas em que atos importantes aconteceram. No último dia 5 de julho, o papa Francisco, chefe de Estado do Vaticano e líder supremo da maior igreja cristã do mundo, fez uma declaração significativa que merece reflexão aqui.
Francisco lamentou, enquanto estava no sul do Itália segundo reportagem da Folha Online, o abandono da tradição que veta o trabalho aos domingos. Conforme a Rádio Vaticana, veículo oficial do Vaticano, o papa afirmou: a pergunta é: a que é que queremos dar prioridade? O domingo livre do trabalho – excetuados os serviços necessários – está a afirmar que a prioridade não é o elemento econômico, mas o humano, o gratuito, as relações não comerciais mas sim familiares, amigáveis, para os crentes também a relação com Deus e com a comunidade. Chegou porventura o momento de nos perguntarmos se trabalhar ao domingo é uma verdadeira liberdade”.
A fala chama a atenção por algumas razões. Comentarei de maneira sucinta sobre o que foi dito;

Ponto 1

- É perceptível que o Vaticano tem demonstrado preocupação com a observância do domingo como dia sagrado há muito tempo. E essa preocupação tem se dado em um crescimento progressivo, ou seja, continua acontecendo e vem cercada por argumentação de diferentes formas ao longo dos séculos. Isso tudo apesar de a Bíblia Sagrada deixar, de maneira incontestável sob as perspectivas teológica, filosófica e lógica, que o sábado é o dia determinado por Deus para adoração especial e descanso do ser humano das rotinas semanais.
Os textos básicos do livro sagrado do cristianismo são conhecidos (Gênesis 2:1-3, Êxodo 20:8-11, Neemias 10:31, Isaías 58:13,14, Ezequiel 20:1,20, Marcos 2:27, entre outros) e cada um pode ler e estudá-los detalhadamente. Além disso, há farto material adicional que mostra que o domingo – na condição de Dia do Senhor ou dia especial de adoração – é uma teorização oriunda de um grupo de líderes religiosos. E fundamentada em interesses muito mais políticos do que religiosos dos primeiros séculos da era Cristã.
Sobre isso, há bons livros como Do sábado para o domingo, de Carlyle Hayne, e uma tese do teólogo já falecido Samuele Bachiochi, entre outros títulos que podem ser encontrados em uma busca mais precisa. Em 1998, o papa já falecido João Paulo II assinou o documento intitulado Carta Apostólica Dies Domini ao Episcopado, ao Clero e aos Fieis da Igreja Católica sobre a santificação do domingo. Nesse documento, as evidências apresentadas para justificar o domingo como dia do Senhor são frágeis sob o ponto de vista bíblico, embora sejam extensas as considerações a respeito do tema.

Ponto 2

- A mesma notícia da declaração do papa Francisco, veiculada por outros sites como o da Canção Nova, afirma que “Francisco também reafirmou a necessidade de ‘proteger’ a terra, um dos maiores desafios do tempo atual, para o Papa. Convertermo-nos a um desenvolvimento que saiba respeitar a natureza criada, pediu. Comentando a intervenção de uma operária, mãe de família, o Papa agradeceu o seu testemunho e o apelo por esta lançado a favor do trabalho e da família. Trata-se de procurar conciliar os tempos do trabalho com os tempos da família. É um ponto crítico, um ponto que nos permite discernir, avaliar a qualidade humana do sistema econômico em que nos encontramos. Neste contexto, Francisco também colocou a questão do trabalho dominical, que, segundo ele, não diz respeito apenas aos crentes, mas a todos, como escolha ética”.
A citação é longa, mas necessário reproduzi-la aqui. Conforme essa notícia, o domingo como dia santificado é apresentado pelo papa dentro do contexto de preservação da terra e da família. Parece ser um bom argumento para uma sociedade destruidora do meio ambiente e que tem valorizado pouco as relações familiares.
Só parece porque, na Bíblia, o sábado é apresentado como um dia especial de restauração das relações em que as pessoas devem deixar de lado seus interesses próprios, ajudar os outros e experimentar uma recriação em todos os âmbitos da vida com o Criador. Inclusive no aspecto familiar. O sábado está totalmente conectado com a criação divina de acordo com o Gênesis. O mesmo não pode ser dito sobre o domingo defendido pelo papa. Se há um dia especial para a família, falando da revelação bíblica, esse é o sábado.

Ponto 3

- A questão de preservação ambiental é bem importante mesmo. E vem desde o antigo Israel, quando Deus orientou sobre o cultivo consciente da terra. Davam tempo para que o solo descansasse (Levítico 25:1-7) antes mesmo de se estudar os conceitos de manutenção da terra para plantio. Não creio que santificar o domingo ou ressaltá-lo como pede o líder religioso é parte desse plano.
Se formos à Bíblia, veremos que cuidar da criação divina tem relação íntima com administrar aquilo que Ele estabeleceu. E o que o Senhor definiu desde o princípio? Está lá registrado: casamento entre homem e mulher, alimentação saudável, o sábado e o cuidado com animais e plantas. É isso que precisa ser preservado. O sábado está junto nesse grupo de bases instituídas por Deus na criação e nunca o domingo ou outros dias e instituições que hoje o conceito humanista eleva acima de qualquer coisa.
Essa questão do domingo definitivamente não é algo oculto como tantos documentos e trocas de correspondências entre os papas e líderes políticos que, segundo um documentário que vi, só têm seu acesso aberto ao público 75 anos depois da morte dos chefes da Igreja. O tema é abertamente apresentado pelo Vaticano e, ao mesmo tempo, a Bíblia é claríssima também sobre o posicionamento exatamente contrário.
Para mim, essa será uma questão crucial logo mais conforme entendo ao estudar detidamente profecias do Apocalipse e Daniel. Uma questão que vai além de trabalhar ou não em um dia ou consumir produtos. Mas uma questão de adoração. O Dia do Senhor está diretamente ligado ao Senhor no aspecto de reconhecimento Dele como Criador e Mantenedor. Não é um detalhe de calendário, nem uma pequena alteração por parte de uma tradição religiosa com fortíssima influência política e econômica. É algo bem mais profundo. Que merece ser objeto de estudo igualmente profundo.

Não Andar no Caminho dos Pecadores


Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés. Prov. 1:10 e 15.


Os divertimentos estão contribuindo para anular a operação do Espírito Santo, e o Senhor é ofendido. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 281.
Os superficiais no caráter e na experiência religiosa, são muito prontos em se reunir para zombarias e divertimentos, e sua influência atrai a outros. Por vezes rapazes e moças que estão se esforçando por ser cristãos segundo a Bíblia, são persuadidos a unir-se ao grupo. Não querendo que os julguem esquisitos, e naturalmente inclinados a seguir o exemplo dos outros, colocam-se sob a influência dos que nunca sentiram, talvez, o divino toque no espírito ou no coração. Houvessem eles consultado primeiramente a norma divina, para saber o que Cristo disse a respeito do fruto que deve ser produzido pela árvore cristã, e discerniriam que esses entretenimentos eram realmente banquetes preparados para impedir as almas de aceitar o convite para a ceia das bodas do Cordeiro.
Acontece por vezes que, freqüentando lugares de diversões, jovens cuidadosamente instruídos no caminho do Senhor são desencaminhados pelo brilho da influência humana, formando ligações com aqueles cuja educação e hábitos têm sido de caráter mundano. Unindo-se com pessoas destituídas do ornamento de um espírito semelhante ao de Cristo. Mensagens aos Jovens, págs. 388 e 389.
Sereis convidados a ir a lugares de diversões. ... Se fordes leais a Cristo então, não procurareis encontrar desculpas para não aceitar o convite, mas clara e modestamente declarareis que sois filhos de Deus, e vossos princípios não vos permitiriam estar num lugar, mesmo ocasional, onde não podeis convidar a presença de vosso Senhor. O Lar Adventista, pág. 519.
O Senhor deseja que Seu povo manifeste pela vida que vive a vantagem do cristianismo sobre a mundanidade; manifeste agir em plano mais elevado e santo. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 324.


Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989 Pag. 215

terça-feira, 29 de julho de 2014

Tragédia: seis jovens adventistas morrem afogados no Rio São Francisco

 

Fonte - http://leniojornalismo.blogspot.com.br/2014/07

 

Tragédia: seis jovens adventistas morrem afogados no Rio São Francisco

 
O incidente aconteceu na manhã deste domingo, 27 de julho no Rio São francisco em Serra do Ramalho, região oeste da Bahia. Segundo informações,  seis jovens da igreja Adventista do Sétimo Dia, estavam com familiares fazendo um pequenique na beira do rio, quando um deles jogou uma bola e a mesma caiu na água, um dos rapazes tentou apanhar a bola mais foi arrastado pela correnteza, outros rapazes se jogaram na água para tentar salvar o amigo, mais naão sabiam nadar e também foram arrastados. O pai ainda conseguiu salvar a filha e outros jovens de morrerem afogados.
 
Rogério Pereira Machado, Derilto Lima, Dieison Andrade, César Augusto, José Eures e o último identificado apenas como Ramon, moradores da Agrovila 20, morreram quando tentavam salvar um dos jovens que se afogava. Até agora só dois corpos foram encontrados.
 


O Corpo de Bombeiros e homens da marinha estão no local tentando encontrar as outras vítimas  com a ajuda de pescadores. Amigos e familiares também estão no local, distante oito quilômetros da sede do município. O prefeito de Serra do Ramalho, Deoclides Magalhães, decretou luto oficial de três dias.

No  final do mês de julho, seis jovens de Ipupiara que tentavam atravessar o Rio São Francisco, também morreram afogados em Morporá. Os jovens iam  participar dos festejos de São Pedro, com a tragédia a festa foi cancelada e o prefeito decretou luto oficial de três dias na cidade.
 
As vítimas foram; Vinícius Vale, Davidson Miranda, Gilmar Vale, Vinícius Oliveira Miranda, Breno Rodrigues Silva, e Anderson Almeida. A trágedia que aconteceu com os jovens de Ipupiara teve as mesma s características com a trágédia dos jovens adventistas, um dos rapazes começou a se afogar e os outros adolescentes entraram no rio para socorrê-lo.
As vítimas tinham entre 12 e 20 anos e moravam no distrito de Ibipetum, na zona rural de Ipupiara.
 

Por: Neuza Brizola.
 

Francisco é o primeiro papa a visitar uma igreja evangélica pentecostal

As profecias estão se cumprindo a passos largos. A Escritora inspirada, Ellen white, escreveu muito sobre os dias atuais, prevendo esses acontecimentos que agora estamos vendo.
quando ela escreveu, há cem anos no passado, foi duramente criticada, diziam que nunca um evangélico, estenderia a mão ao catolicismo. Hoje Vemos o Papa sendo recebido com honras em uma igreja evangélica

Veja a matéria

Francisco é o primeiro papa a visitar uma igreja evangélica pentecostal
 
 FOLHA
O papa Francisco tornou-se, nesta segunda-feira (28), o primeiro líder da Igreja Católica a fazer visita a uma igreja evangélica pentecostal -ramo do protestantismo considerado grande "competidor" dos católicos na disputa por novos fiéis no mundo.

Cesare Abate - Efe

Francisco viajou de helicóptero à cidade de Caserta, no sul da Itália, e foi à Igreja Evangélica da Reconciliação, cujo prédio ainda está em obras. O papa também se reuniu privadamente com o pastor evangélico Giovanni Traettino, amigo de longa data.

No sábado (26), o papa já tinha estado em Caserta para celebrar uma missa em honra à padroeira santa Ana, evento que reuniu aproximadamente 200 mil católicos.

Falando nesta segunda a cerca de 350 fiéis na igreja evangélica, o pontífice pediu desculpas pela perseguição católica aos pentecostais durante o regime fascista na Itália (1922-1943), quando a prática de sua fé era proibida.


"Entre os que perseguiam e denunciavam pentecostais, quase como se fossem pessoas loucas tentando destruir a raça [humana], havia também católicos", discursou.

"Eu sou o pastor dos católicos e peço o seu perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo Diabo", acrescentou o papa.

Francisco também citou o ineditismo da visita. "Alguém vai se surpreender: 'O papa foi visitar os evangélicos?". Mas ele foi ver seus irmãos."

O papa defendeu ainda a "unidade na diversidade" dentro do cristianismo. "O Espírito Santo cria diversidade na igreja. A diversidade é bela, mas o próprio Espírito Santo também cria unidade, para que a igreja esteja unida na diversidade: (...) uma diversidade reconciliadora."

Depois do ato, que durou cerca de uma hora e meia, o papa almoçou com a comunidade, divulgou a Santa Sé em comunicado.

Francisco aterrissou em Caserta às 10h15 (5h15 de Brasília), num heliporto no Palácio Real da cidade, após deixar a Cidade do Vaticano de helicóptero, pela manhã. Do palácio ele seguiu de carro até a casa do pastor Traettino.

Após a conversa privada, os dois religiosos foram de carro à igreja evangélica. Antes de entrar no templo, o papa cumprimentou fiéis católicos que aguardavam, curiosos, a sua chegada.

PEDIDOS DE PERDÃO

O protestantismo pentecostal é uma corrente surgida nos EUA, no início do século 20, com ênfase na experiência direta de Deus por meio dos dons do Espírito Santo, como os de curar e de falar línguas desconhecidas.

Antecessores de Francisco no papado, como João Paulo 2º, já haviam pedido perdão pela perseguição a protestantes históricos –ramo do cristianismo surgido com o cisma na Igreja Católica que caracterizou a Reforma na Europa, a partir do século 16.
Fonte - Folha 
 
Agora veja o texto de Ellen White:
O Protestantismo e o Catolicismo Agirão de Comum Acordo
O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano. Então haverá uma lei contra o sábado da criação divina, e será nessa ocasião que Deus efetuará Sua "estranha obra" na Terra. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 910.
Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. ... E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo. Review and Herald, 1º de junho de 1886.
O pretenso mundo protestante formará uma confederação com o homem do pecado, e a igreja e o mundo estarão em corrupta harmonia. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 975.
O romanismo no Velho Mundo, e o protestantismo apóstata no Novo, adotarão uma conduta idêntica para com aqueles que honram todos os preceitos divinos. O Grande Conflito, págs. 615 e 616.


A Igreja que Bajula o Rico

 

Fonte - Genizahvirtual

Antônio Carlos Costa

“Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, e trajes de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra; e disserdes ao pobre: Tu, fica ali em pé, ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés...". (Tiago 2: 1-3)

Tiago afirma que é possível tratamos o rico como se estivéssemos diante do anjo do Senhor: “… e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra…”. Thomas Manton nos chama a atenção, no seu comentário sobre o livro de Tiago, para o fato de a palavra grega para “tratardes com deferência" significar “olhar e observar com alguma admiração e especial reverência”.

Por quê essa admiração, culto e bajulação? O que pode levar o povo que diz conhecer “o Senhor da glória” a se deixar fascinar por um mortal? Os motivos são vários. A igreja pode, mencionando uns poucos exemplos, raciocinar da seguinte forma:

Primeiro, "estamos diante de alguém que chegou aonde chegou por ser um favorecido de Deus". É possível que a riqueza seja interpretada como demonstração da escolha divina. A igreja estaria, portanto, perante alguém digno de ser honrado em razão dos sinais exteriores da sua predestinação.

Segundo, “estamos diante de alguém que tem muito a nos ensinar, uma vez que jamais teria chegado aonde chegou se não fosse pela sua capacidade excepcional”. Por mais frágil que uma avaliação como essa possa ser, há uma tendência na maioria das pessoas de considerar o rico um grande talento.

Terceiro, “estamos diante de alguém que pode viabilizar nossos projetos, verdadeira resposta de Deus para as necessidades financeiras da igreja”. Um curto-circuito pode ocorrer na cabeça do líder que muito embora estimule o doente a procurar pela fé cura em Deus, demonstra completa incapacidade de usar essa mesma fé para fazer a obra de Deus, o que o leva a depender mais dos homens do que da providência divina.

Quarto, “estamos diante de alguém que faz parte do público alvo da igreja”. Pode acontecer de a igreja ter abraçado o mito de que há igreja que tem chamado exclusivo para o rico, e que é melhor trabalhar com grupos homogêneos quando se quer plantar igreja e fazê-la crescer. "Rico sente-se bem na presença de rico, e há pastor que não sabe pregar para o pobre!”, essa gente pode ser levada a pensar.

Quinto, “estamos diante de alguém que pode nos proporcionar prazeres que de outra forma não desfrutaríamos. Quem sabe não nos convida a fazer uma viagem ao exterior, ou nos chamar para passar dias na sua casa de praia, ou nos levar a botar os pés em restaurantes sofisticados?” É difícil entender como pessoas podem jogar seu tempo fora, privando-se da sua liberdade, sendo forçada a viver ao lado de gente oca, e tudo isso por tanto pouco. Ninguém pode dizer que o rico tem que ser necessariamente superficial e materialista, mas todos sabemos de pessoas que se privaram da sabedoria dos humildes a fim de andarem na companhia de quem só é rico na conta bancária.

Os motivos vão longe, não se resumem ao que acabou de ser exposto. Algumas dessas motivações, aparentemente, mais nobres do que outras. Mascaradas pelo disfarce da falsa virtude e compromisso espúrio com a causa de Deus. Ninguém tem energia moral para dizer de si para si mesmo que é canalha e usa a religião para ascender socialmente.

Amemos o rico. Consolemos o rico. Que o tratemos como irmão na fé quando ele se converter. O estimulemos à prática de boas obras. Sua riqueza pode gerar investimento em ciência e tecnologia, socorro ao pobre e financiamento da obra missionária. Mas, nada de subserviência e idolatria. Isso ofende a Deus, insulta ao pobre e destrói a alma do rico, que precisa sempre ser lembrado de que é um mortal, e que a maior prova de que foi salvo é a sua generosidade.

"Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida" (I Tm 6:17-19).

Antônio Carlos Costa é presidente do Rio de Paz e pastor da I.P. da Barra
Do perfil do AUTOR

Andar Pelo Caminho dos Bons


Para que andes pelo caminho dos bons e guardes as veredas dos justos. Prov. 2:20.


Há maneiras de recrear-se que são benéficas para a mente e o corpo. Um espírito iluminado e esclarecido achará, em fontes inocentes e instrutivas, meios abundantes de entretenimento e distração. A recreação ao ar livre e a contemplação das obras de Deus na natureza serão do mais alto benefício. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 335.
Enquanto procuramos recrear o espírito e revigorar o corpo, Deus requer que, a todo momento, ponhamos nossas faculdades ao serviço dos melhores propósitos. Podemos associar-nos, como fazemos hoje, aqui, e fazer tudo para a glória de Deus. Podemos e devemos conduzir nossas recreações de tal maneira que sejamos habilitados a desempenhar com mais êxito os deveres que se nos apresentam, e para que nossa influência seja mais benéfica sobre aqueles com quem nos associamos. Uma ocasião como esta deve ter por principal objetivo despertar-nos o ânimo, habilitando-nos a regressar a nossos lares melhores física e mentalmente e prontos para nos ocuparmos de novo na obra, com mais esperança e novo alento.
Cremos que é nosso privilégio glorificar a Deus todos os dias de nossa vida na Terra; que não devemos viver neste mundo simplesmente para nosso próprio divertimento, para nos agradar a nós mesmos. Estamos aqui para beneficiar a humanidade, para sermos uma bênção à sociedade. ...
Estamos aqui para contemplar as belezas da natureza. ... Ao contemplar as obras da natureza, devemos permitir que a mente se eleve a um nível superior, que se eleve a Deus, até o Criador do Universo, e então adorar ao que fez todas estas belas coisas para nosso benefício e felicidade. Testimonies, vol. 2, págs. 586-589.
Devemos ter períodos de descanso, períodos de recreação, períodos para contemplação. Manuscrito 60, 1894.


Ellen White
Minha Consagração Hoje MM 1989 Pag. 214

Deus nos dá o Bem - Diferença entre Divertimento e Recreação


Porque ao homem que é bom diante dEle, dá Deus sabedoria, e conhecimento, e alegria. Ecl. 2:26.

Não se podem tornar os jovens tão quietos e sérios como as pessoas de idade; a criança tão sóbria como o pai. Conquanto as diversões pecaminosas sejam condenadas, como devem ser, provejam os pais, os professores ou pessoas delas encarregadas, no lugar das mesmas, prazeres inocentes, que não mancham nem corrompem a moral.
(Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 335)

Há diferença entre recreação e divertimento. A recreação, na verdadeira acepção do termo - recriação - tende a fortalecer e construir. Afastando-nos de nossos cuidados e ocupações usuais, proporciona descanso ao espírito e ao corpo, e assim nos habilita a voltar com novo vigor ao sério trabalho da vida. O divertimento, por outro lado, é procurado com o fim de proporcionar prazer, e é muitas vezes levado ao excesso; absorve as energias que são necessárias para o trabalho útil, e desta maneira se revela um estorvo ao verdadeiro êxito da vida. (Educação, pág. 207)

Embora evitemos o falso e artificial... devemos proporcionar fontes de prazer que sejam puras e nobres e edificantes. (Fundamentos da Educação Cristã, pág. 320)


Nossos dias feriados não devem ser destinados a imitar os maus exemplos que o mundo proporciona. Não obstante, não devemos passá-los por alto. ...Nesses dias... proporcionai recreações que evitem estes entretenimentos perigosos. (Testimonies, vol. 1, pág. 514)


Nenhuma recreação apenas proveitosa a si mesmos se revelará uma bênção tão grande às crianças e jovens, como a que os faz úteis aos outros. (Educação, pág. 212)


Não seria correto de nossa parte observar feriados para Deus, quando poderíamos reviver em nosso espírito a lembrança de Seu trato conosco? ...
O mundo tem muitos feriados, e os homens ficam absorvidos com esportes, corridas de cavalos, jogos de azar, fumo e bebida. Mostram claramente sob que bandeira se acham. ... Não deveria o povo de Deus ter mais freqüentemente santas convocações em que agradecer a Deus Suas preciosas bênçãos? (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 343)


Ellen White

Minha Consagração Hoje - MM 1989 Pág. 213

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