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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Cristão e a Política Segundo Ellen White e os Adventistas

Fonte Site www.movimentodereforma.blogspot.com.br

Artigo produzido por Arthur L. White, neto de Ellen White

Os Adventistas do Sétimo Dia e a Votação
Nem Ellen G. White no Espírito de Profecia aconselha contra, nem a Associação Geral,  
pelos seus votos, tem negado aos adventistas do sétimo dia o privilégio de votarem. Porém consistentemente através dos anos, os líderes da igreja e Ellen G. White têm vez após vez apontado o perigo do nosso povo
envolver-se na política em si ou em controvérsia política. Guiados e admoestados pelo Espírito de Profecia, nós, adventistas do sétimo dia, encontramos o nosso caminho quando atravessamos os dias tensos das questões de escravidão, as perplexidades relacionadas com a opção local de licenciar a venda de licor, os problemas com relação à professa Emenda Cristã à Constituição Federal e a questão monetária. Isto nos dá o fundo histórico para termos uma imagem clara da nossa atitude denominacional sobre votação. 

Em 1856 o Pastor Uriah Smith declarou a posição dos adventistas que guardam o
sábado como sendo a de "neutralidade em política”, com a recusa por parte do nosso povo "em tomar parte na competição tão excitante como a que está agitando esta nação." Ao concluir o seu editorial ele declara as razões: 

"Para a pergunta – por que não usamos nosso voto e influência contra a tendência ao
mal de nosso tempo – respondemos que nossa visão da profecia nos leva à conclusão de que as coisas não ficarão melhores. [...] E sentimos a obrigação de empregar nossos esforços para preparar-nos e a outros para o grande e final evento que se aproxima de nós – a revelação do Filho do homem, no Céu, a destruição de todos os governos terrestres, o estabelecimento do glorioso, universal e eternal reino do Rei dos reis, e a redenção e libertação de todos os Seus súditos." (Review and Herald, 11 de setembro de 1856). 

De questões nacionais que parecia fútil ajustar, vamos três anos mais tarde a uma
situação local em Battle Creek. Então observamos os pioneiros encontrarem o caminho ao serem confrontados com sua responsabilidade como cidadãos da comunidade. Para nossa informação, vamos a um registro feito no diário de Ellen G. White em 1859: 

"Assisti à reunião ao anoitecer. Tivemos uma reunião franca, interessante: À hora de
terminar, a questão de votar foi considerada demoradamente. Tiago falou primeiro, depois o irmão Andrews, e foi por eles considerado melhor pôr sua influência a favor do direito e contra o erro. Acham ser justo votar a favor dos homens da temperança que ocupam lugares oficiais em nossa cidade em vez de, por seu silêncio, correrem o risco de verem os intemperantes ocuparem os postos. O irmão Hewett conta sua experiência de alguns dias antes, e acha que é direito dar o seu voto. O irmão Hart fala a favor. O irmão Lyon opõe-se. Ninguém mais faz objeção, mas o irmão Kellogg começa a achar que é direito. Há entre todos os irmãos sentimentos cordiais. Oh! que todos procedam no temor de Deus! 

"Homens favoráveis à intemperança estiveram no escritório hoje, exprimindo
lisonjeadoramente sua aprovação à atitude de observadores do sábado que não votavam, e exprimiram esperanças de que eles ficassem firmes a sua orientação e, como os quakers, não dessem seu voto. Satanás e seus anjos maus estão atarefados neste tempo, e ele tem obreiros na Terra. Oxalá seja ele decepcionado, é a minha oração." (Temperança, pp. 255 e 256). (itálicos acrescentados) 

Subseqüentemente, os adventistas do sétimo dia tinham bem claro seu dever de votar a
favor da proibição, ou da restrição do tráfico de bebidas alcoólicas. Uma referência sobre esse assunto, porém, foi apresentada em uma reunião campal em Des Moines, Iowa, no início de 1881. Um voto proposto foi apresentado aos delegados, dizendo: 

"Resolvido: Que expressemos nosso profundo interesse no movimento de temperança
ora em andamento neste Estado; e que instruamos todos os nossos pastores a usarem sua influência entre nossas igrejas e junto ao povo em geral para induzi-los a fazer todo esforço coerente, pelo trabalho individual e na urna eleitoral, em favor da emenda proibitória à Constituição, a qual os amigos da temperança estão procurando conseguir." (Review and Herald, 5 de junho de 1881). 

Alguns, porém, objetaram à cláusula que pedia ação à "urna eleitoral" e insistiam em
sua supressão. A Sra. White, que assistia à reunião campal, retirara-se, mas foi chamada a dar seu conselho. 

Escrevendo sobre isso naquele tempo, diz ela: "Preparei-me e achei que devia falar
sobre o assunto se nosso povo devia votar pela proibição. Disse-lhes: ‘Sim’, e falei por vinte minutos." (Carta 6, 1881). 

Na Review and Herald de 15 de outubro de 1914, um artigo reproduzido no livro
Obreiros Evangélicos, pp. 384-388, Ellen White enfatizou novamente a responsabilidade de cada cidadão exercer toda influência dentro do seu poder para refrear o tráfico de bebidas alcoólicas, incluindo seu voto: 

"Mesmo não sendo sábio nos envolvermos em questões políticas, ainda assim é nosso
privilégio tomar uma posição decidida sobre todas as questões relacionadas à reforma da temperança. Tenho dado muitas vezes a esse respeito um claro testemunho. Em um artigo publicado na Review de 8 de novembro de 1881, escrevi:

“‘Há uma causa para a paralisia moral da sociedade. Nossas leis apoiam um mal que
lhes está destruindo a própria base. Muitos lamentam o mal que sabem existir, mas se consideram livres de qualquer responsabilidade no assunto. Isso não pode ser. Todo indivíduo exerce uma influência na sociedade. Em nossa terra favorecida, todo eleitor tem de certo modo voz em decidir que espécie de leis hão de reger a nação. Não deviam sua influência e voto ser postos do lado da temperança e da virtude?

“Podemos apelar para os amigos da temperança, a fim de que promovam a união para o
conflito, e para procurar impedir a onda do mal que está desmoralizando o mundo; mas de que valem todos os nossos esforços, enquanto os negociantes de bebidas alcoólicas forem apoiados por lei? Deverá a maldição da intemperança permanecer para sempre como uma mancha sobre nossa terra? Há de ela assolar todos os anos, qual fogo devorador, milhares de lares felizes? 

“Falamos nos resultados, trememos em face deles, e cogitamos no que poderemos
fazer com esses terríveis resultados, ao passo que, muitas vezes, toleramos, e até sancionamos a causa dos mesmos. Os defensores da temperança deixam de cumprir todo o seu dever, a menos que exerçam sua influência, pela palavra e pelo exemplo - palavra, pena e voto em favor da proibição e abstinência total. É escusado pensar que Deus opere um milagre para efetuar essa reforma, afastando assim a necessidade de esforço de nossa parte. Nós mesmos precisamos de agarrar-nos com esse gigante inimigo, tendo como divisa: Não transigir, nem cessar nossos esforços até que a vitória seja alcançada.’” (Review and Herald, 15 de outubro de 1914; citado em Obreiros Evangélicos, pp. 387 e 388 e Temperança, pp. 253 e 254). (itálicos acrescentados)

A Responsabilidade do Cidadão em sua Comunidade

A verdade de Deus faz um homem ou uma mulher um bom cidadão. Em Atos dos
Apóstolos, p. 69, lemos: "Cumpre-nos reconhecer o governo humano como uma instituição designada por Deus, e ensinar obediência ao mesmo como um dever sagrado, dentro de sua legítima esfera.” 

Em uma afirmação já mencionada, Ellen White reconheceu que: "Todo indivíduo exerce
uma influência na sociedade. Em nossa terra favorecida, todo eleitor tem de certo modo voz em decidir que espécie de leis hão de reger a nação.” 

Mais algumas breves citações darão maior ênfase à responsabilidade do cidadão como
indivíduo: 

“Homens intemperantes não devem, por voto do povo, ser colocados em posições de
confiança.” (Signs of the Times, 8 de julho de 1880; citado em Temperança, p. 254). 

“Quantos desmerecem seu direito como cidadãos de uma república - comprados por um
copo de uísque para dar seu voto a algum candidato infame Como classe, os intemperantes não hesitarão em usar de engano, suborno, e mesmo violência contra os que recusam ilimitada licença ao apetite pervertido." (Review and Herald, 8 de novembro de 1881; citado em Temperança, p. 254). 

"Muitos emprestam sua influência ao grande destruidor, ajudando-o pela palavra e pelo
voto a destruir a imagem moral de Deus no homem, não pensando nas famílias que são degradadas por causa de um apetite pervertido para a bebida.” (Manuscrito 87, 1898; 
citado em Temperança, pp. 254 e 255). 

“E aqueles que, mediante seu voto, sancionam o comércio das bebidas alcoólicas ,
serão considerados responsáveis pela perversidade praticada pelos que se encontram sob a influência da bebida forte." (Carta 243 a, 1905; citado em Temperança, p. 255.) 

Votação em Eleições Nacionais

Por volta de 1860 a Igreja Adventista do Sétimo Dia estava crescendo e a organização
tomando forma. Ao se aproximarem as eleições nacionais, Tiago White viu claramente os danos que a disputa política podia causar à obra crescente, e escreveu: 

"O excitamento político de 1860 provavelmente continuará tão grande como tem sido
por muitos anos e nós devemos advertir nossos irmãos a não serem atraídos para ele. Nós não estamos preparados para provar a partir da Bíblia que seria errado para um crente na terceira mensagem [angélica] a seguir de tal forma a fazer disso sua profissão, e dar seu voto. Nós não recomendamos isso, nem nos opomos. Se um irmão decide votar, nós não o condenamos, e nós queremos a mesma liberdade para não o fazermos. 

"Mas nós acreditamos que aquele que entra no espírito da futura disputa, perde o
espírito da verdade presente e compromete sua própria alma." (Review and Herald, 21 de agosto de 1860). 

Fica claro que alguns adventistas do sétimo dia votaram nessa eleição pelo que Tiago
White escreveu no artigo intitulado “A Nação” que apareceu na Review and Herald de 12 de agosto de 1862. Tiago White comenta de uma forma que indica que não houve censura contra aqueles que votaram nas eleições de 1860: "Aqueles do nosso povo que votaram na última eleição presidencial, votaram a favor de Abraão Lincoln." Em 1865 a Associação Geral em sua terceira sessão, registrou a questão de adventistas do sétimo dia votarem. Sob o título "Votação" encontramos o seguinte voto: 

Resolvido, que em nosso julgamento, o ato de votar quando exercido em favor da
justiça, humanidade e do bem, torna-se correto e algumas vezes pode ser muito coerente; pois que a prática do voto que possa reforçar a causa de pecados como a intemperança, a rebelião e a escravidão, são considerados como altamente pecaminosa aos olhos do céu. Mas reprovamos qualquer participação no espírito de disputa partidária." (Review and Herald, 23 de maio de 1865). 

Poderíamos relatar aqui afirmações feitas por outros obreiros através dos anos subsequentes, mas todos seguiram a mesma linha, deixando claro que o indivíduo 
estava livre para seguir o seu julgamento na questão do voto. Entretanto, devia ter em mente ao dar seu voto, que carregaria uma parte da responsabilidade dos atos da pessoa para quem votou, admoestando também contra agitação ou disputa política. 

Conselho de Ellen G. White sobre Política

Mais frequentemente usado hoje, ao citar os conselhos de Ellen G. White que têm que
ver com política e votação, é a declaração que aparece em Fundamentos da Educação Cristã, pp. 475-484. Esta é somente uma das declarações escritas em meado e fins da década 1890 em um tempo em que alguns obreiros adventistas estavam profundamente preocupados com a questão monetária. Uma delas é encontrada agora no livro Testemunhos para Ministros, pp. 331-340, e esta foi escrita para a “Conferência Geral de 1897.” Nela a agitação dos nossos obreiros sobre a questão política da "mudança da moeda circulante” foi mencionada, e ela aconselhou que “não é empenhando-nos em polêmicas políticas, seja no púlpito ou fora dele” que agradamos a Deus. (Testemunhos para Ministros, p. 331.) 

"Surpreendi-me," diz ela, "ao ver homens que pretendem crer na verdade para este
tempo, todos entusiasmados com algumas questões - questões que se relacionavam com o Senhor Jesus e os interesses eternos? Não; mas pareciam estar maravilhosamente empolgados quanto ao dinheiro. Alguns pastores se distinguiam por entremear estes assuntos em seus discursos. Estavam entusiasticamente se envolvendo, tomando partidos quanto a estas questões, sobre as quais o Senhor não lhes deu a responsabilidade de nelas se empenhar.” (Testemunhos para Ministros, p. 332). 

Ela admoestou que, "Há nessa agitação justamente o que separa os que são da mesma
fé.” (Testemunhos para Ministros, p. 333.) E depois esclareceu que "os que têm andado humildemente diante de Deus, não se absorverão em advogar tanto um como o outro lado desta questão.” (p. 334). 

Nos conselhos escritos durante este período existem três pontos que se destacam:

1. Qualquer agitação política deve ser evitada, pois isto trará diferenças entre os
membros da igreja. 

2. Nossos ministros e professores devem manter silêncio sobre questões que não têm
relação com a mensagem do terceiro anjo, pois a agitação política seria um impedimento para que alguns de nossos obreiros alcançassem algumas pessoas que devem ouvir a mensagem. 

3. Se votarmos, “Mantenha sua votação para si. Não sinta como seu dever insistir para
que todos façam como você.” (Carta 4, 1898; citado em Mensagens Escolhidas, vol. 2, pp. 336 e 337). 

Finalmente chegamos ao estudo de um artigo, como publicado em Fundamentos da
Educação Cristã, intitulado "Testemunho Especial Acerca de Política." É uma carta endereçada "aos mestres e diretores de nossas escolas," escrita em 16 de junho de 1899. Recomendamos a leitura cuidadosa deste artigo. Em primeiro lugar, nota-se que não há proibição para o indivíduo que queira votar sem demonstrações públicas de sua opinião. O conselho é dirigido a obreiros adventistas do sétimo dia para que não usem sua influência em promoção de sentimentos políticos. 

"O Senhor quer que Seu povo enterre as questões políticas. Sobre esses assuntos, o silêncio é eloquência  [...] Não podemos, com segurança, votar por partidos políticos; 
pois não sabemos em quem votamos. Não podemos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político." (Fundamentos da Educação Cristã, p. 475). 

"Os que ocupam o lugar de educadores, de pastores, de colaboradores de Deus em
qualquer sentido, não têm batalhas a travar no mundo político. Sua cidadania se acha nos Céus. O Senhor pede-lhes que permaneçam como um povo separado e peculiar. Ele não quer que haja cismas no corpo de crentes. Seu povo tem de possuir os elementos de reconciliação. É porventura sua obra fazer inimigos no mundo político? - Não, não! Eles têm de permanecer como súditos do reino de Cristo, levando a bandeira em que se acha inscrito: ‘Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.’" (Fundamentos da Educação Cristã, pp. 478 e 479). 

Poderíamos resumir as advertências do artigo inteiro como segue:

1. A expressão de sentimentos políticos por parte dos nossos irmãos resultará em
divisão na igreja (p. 475). 

2. Não podemos, com segurança, votar por partidos políticos desconsiderando os
princípios dos homens nestes partidos (p. 475). 

3. Deve-se exercer cuidado em escolher o homem para quem damos o nosso voto, pois
quem vota torna-se participante com aquele colocado no posto, pelos seus atos enquanto estiver no posto (p. 475). 

4. Não devemos usar emblemas políticos (p. 476).

5. O dízimo não deve ser usado para pagar qualquer pessoa para fazer discursos sobre
questões políticas (p. 477). 

6. Nenhum muro de separação deve ser erigido entre os seres humanos (p. 479).

7. Nossos ministros e professores devem abster-se de trazer para dentro da igreja ou
escola idéias que levarão à contenda ou desordem (p. 483). 

Podemos muito bem concluir esta apresentação citando uma parte de um editorial que
apareceu na Review and Herald de 13 de setembro de 1928. F. M. Wilcox escreveu: 

“A Igreja e a Política”

“É o privilégio de cada indivíduo exercer o direito de voto. Ninguém tem autoridade para  
negar-lhe este privilégio. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não busca sentenciar aos seus membros como eles deveriam votar ou se eles não deveriam votar. Cada um tem a liberdade de ter seu próprio julgamento no temor do Senhor. Nos foi dito pela serva de Senhor que não deveríamos nos associar a partidos políticos, que não deveríamos debater questões políticas em nossas escolas ou instituições. Por outro lado, fomos instruídos pela mesma autoridade que quando certas questões morais, tais como proibições, estiverem envolvidas, os ‘que advogam a temperança fracassariam em cumprir seu papel a menos que exerçam sua influência por preceitos e exemplos – pela voz, pela caneta e pelo voto – em favor da [...] total abstinência”. Essa instrução não é obrigatória, ainda é deixado a cargo de cada um determinar por si mesmo o que deve fazer. 

“Enquanto um membro da igreja individualmente tem por direito, se assim o desejar, de
dar o seu voto, a igreja como tal deveria se manter inteiramente afastada da política. Uma coisa é que os membros da igreja votem, outra é esses mesmos membros, com suas posições na igreja, se esforçarem para influenciar meio políticos.” 

Patrimônio Literário Ellen G. White
Washington, D. C.
14 de agosto de 1952


Vida Cheia de Espírito - A Verdade É Revelada Pelos Profetas de Deus

Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o Seu segredo aos Seus servos, os profetas. Amós 3:7.

Antes que o pecado entrasse no mundo, Adão desfrutava plena comunhão com seu Criador. Desde, porém, que o homem se separou de Deus pela transgressão, a raça humana ficou sem esse alto privilégio. Pelo plano da redenção, entretanto, abriu-se um caminho mediante o qual os habitantes da Terra podem ainda ter ligação com o Céu. Deus Se tem comunicado com os homens mediante o Seu Espírito; e a luz divina tem sido comunicada ao mundo pelas revelações feitas a Seus servos escolhidos. "Homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo." II Ped. 1:21. ...
O Ser infinito, por meio de Seu Santo Espírito, derramou luz no entendimento e coração de Seus servos. Deu sonhos e visões, símbolos e figuras; e aqueles a quem a verdade foi assim revelada, concretizaram os pensamentos em linguagem humana. O Grande Conflito, pág. 7.
Em Sua providência o Senhor tem achado por bem ensinar e advertir o Seu povo por várias maneiras. Por meio de ordens diretas, por escritos sagrados, e pelo Espírito de Profecia lhes tem revelado a Sua vontade. Testimonies, vol. 4, págs. 12 e 13.
Nos tempos antigos, Deus falou aos homens pela boca de Seus profetas e apóstolos. Nestes dias Ele lhes fala por meio dos Testemunhos do Seu Espírito. Não houve ainda um tempo em que mais seriamente falasse ao Seu povo a respeito de Sua vontade e da conduta que este deve ter. Evangelismo, págs. 255 e 256.
De especial valor para a igreja de Deus sobre a Terra hoje - os guardas de Sua vinha - são as mensagens de consolo e admoestação dadas através dos profetas que tornaram claro Seu eterno propósito em favor da humanidade. Nos ensinos dos profetas, Seu amor pela raça caída e Seu plano para a sua salvação claramente são revelados. Profetas e Reis, pág. 15.

Ellen White

Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag. 40

Apocalipse: auxílio divino na hora certa

Apocalipse: auxílio divino
na hora certa - Parte 01
Dr. José Carlos Ramos
Janeiro, 2014
            O maior livro profético da Bíblia, o Apocalipse, foi escrito para orientar, estimular e fortalecer a Igreja em todos os tempos. De fato, desde que fundada por Jesus, ela se viu em meio às tormentas e enganos de um mundo hostil e ameaçador, inimigo do bem e de quantos se colocam do lado de Deus e de Sua vontade. Cristo advertiu Seus seguidores a que não se iludissem com a ideia de que não enfrentariam dificuldades no trajeto para o céu. O evangelho da prosperidade, pregado por algumas igrejas atuais, não condiz com as claras afirmações bíblicas, de que todos aqueles “que querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3:12), e de que “através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (At 14:22).
            Satanás, o rebelde inimigo de Deus e de Seu povo, tem empregado dois recursos básicos na tentativa de destruir a Igreja: a perseguição, motivada pelo preconceito e intolerância do mundo, e a disseminação do engano, para o quê ele forçaria a entrada nos domínios do cristianismo. E foi exatamente nesse contexto duplo de artifício satânico que o Apocalipse emergiu. O ano era 95AD, quando a Igreja enfrentava dois tipos de ameaça, uma interna, a adoção de conceitos pervertidos, e outra externa, a perseguição por parte do mundo. Naturalmente entendemos que a primeira, sutil e por isso perigosa, sempre resultou em maior dano espiritual. Consideremo-la inicialmente.
Ameaça interna
            No fim do I século, uma filosofia religiosa, grega de origem, conhecida como gnosticismo era difundida em todo o império romano. Sustentando múltipla expressão de pensamento e prática, o gnosticismo estava sendo, já por algum tempo, uma séria ameaça para a pureza doutrinária da fé cristã, com respeito principalmente à pessoa do Salvador, à natureza da criação divina, à natureza do ser humano, e à forma como este poderia ser redimido.
            Muitos na Igreja se sentiam atraídos por conjeturas que ofereciam uma lisonjeira perspectiva de superação dos obstáculos à posse plena da vida autêntica, disponível, segundo a filosofia, apenas àqueles que obtivessem o conhecimento dos mistérios divinos. Tal conhecimento, identificado como gnosis, era supostamente outorgado, é claro, àqueles que adotavam o gnosticismo. O cumprimento de certos rituais de iniciação conferia ao candidato o título de mystes, o que outorgava a obtenção progressiva de um conhecimento que, era crido, libertá-lo-ia e lhe daria uma condição superior de vida. Naturalmente as verdades do Evangelho eram distorcidas, e o pecador era acalentado num ilusório e fatal sentimento de segurança.
            Por esse tempo, alguns mestres cristãos deixavam transparecer suas tendências gnósticas. O gnosticismo tornara-se agora uma ameaça interna real. Entre esses mestres, destacava-se certo judeu cristão do Egito, formado em Alexandria, e que habilmente conseguiu revestir os ideais gnósticos com uma roupagem cristã. Chamava-se Cerinto e seus ensinos conspiravam contra a estabilidade da Igreja na Ásia Menor, particularmente Éfeso, o domicílio do apóstolo João em seus derradeiros anos.
            O que Cerinto ensinava? Como gnóstico, ele considerava a matéria essencialmente má. Deus não poderia ter criado diretamente o mundo, pois este é matéria, e Deus não Se relaciona com algo essencialmente mau. Deus, portanto, usara intermediários para criar. Um desses era Cristo, o qual não deveria ser confundido com Jesus, o vulto histórico que vivera na Palestina, e que, embora extraordinário, era um homem comum, filho natural de José e Maria. Cristo, entretanto, era espiritual, celestial e divino. Jesus e Cristo, portanto, eram distintos um do outro. Cristo se juntara a Jesus por ocasião do batismo, mas O abandonara pouco antes da cruz. Assim, a morte de Jesus não reunia qualquer valor salvífico. Ele fora apenas mais um mártir entre outros.
            Cerinto também ensinava uma escatologia antibíblica. Escatologia é a doutrina dos últimos acontecimentos, tanto para o ser humano individualmente, como para o mundo. Para o gnosticismo, a salvação começava para quem se apoderasse da gnosis. Tal aquisição contribuía para a libertação da alma, prisioneira que era de coisas ligadas à matéria. Todavia, a libertação plena e definitiva ocorria na morte. Para o gnóstico, o corpo era um cárcere, e quanto mais cedo a alma se livrasse dele, melhor. Portanto, a teoria da imortalidade da alma é de origem greco-pagã, e não é parte do cristianismo original.
            Em seu Evangelho e primeira Epístola, João combate frontalmente a dicotomia herética de Cerinto (tanto relativo ao homem como a Jesus) e outros enganos do gnosticismo. E no Apocalipse ele não deixa por menos. Já na abertura, João afirma que a revelação divina, o único meio de se obter a verdadeira gnosis, ou conhecimento, é feita por Jesus Cristo (1:1). Os dois termos indicam que apenas uma pessoa é pretendida. A designação completa, Jesus Cristo, aparece mais duas vezes neste capítulo, nos versos 2 e 5, o último contendo a declaração de que Ele é o “primogênito dos mortos” ou seja, Cristo positivamente morreu e ressuscitou. João não poderia ser mais claro. Ademais, é Este mesmo Jesus Cristo que em seguida apareceu em visão e lhe disse: “Estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos” (v. 18)
            Além disso, observamos que, em termos de literalidade, é o Filho da mulher que é arrebatado para o trono de Deus em 12:5, e que o sacrifício de Jesus é de fato salvifico, pois garante ao homem o triunfo sobre Satanás (v. 11). Este sacrifício é também condição sine qua non para que a revelação, sem a qual, repetimos, não é possível nenhum correto conhecimento de Deus, se torne efetiva (5:5, 9). Finalmente, é este sacrifício que nos coloca no reino eterno (7:14-17; 22:14). A posse da vida autêntica, portanto, não ocorre nas condições do gnosticismo.
            Que a matéria não é essencialmente má, ao contrário de como entendia Cerinto, e que Deus é o direto criador dela, se depreende das palavras de 4:11. Além disso, Deus recriará o mundo após colocar um ponto final na história do pecado (caps. 20 a 22). E com isto, João contradiz a escatologia gnóstica com uma grandiosa descrição dos verdadeiros eventos finais: Deus extirpará o pecado e trará de volta, agora mais plenamente, o mundo perfeito e imaculado de antes. E João contesta o engano gnóstico da imortalidade da alma reafirmando que os crentes mortos tomarão posse da vida eterna exclusivamente através da ressurreição quando Jesus voltar (20:6).
            E assim, justamente quando conceitos falsos ameaçavam, na Igreja, a unidade da fé e da esperança, Deus fez o Apocalipse emergir. O fim do primeiro século estava chegando. Por algum tempo a Igreja esperara o retorno de seu Senhor, e Ele não viera. O gnosticismo acenava com as glórias da salvação já e agora com a posse da gnosis, e com a perspectiva da ida para o céu logo após a morte. Cristo então retornaria para quê?
            A Igreja, portanto, estava carecendo uma vez mais do amparo da verdade para o fortalecimento da esperança adventista, isto é, a esperança na segunda vinda de Jesus, como algo plenamente genuíno e necessário. A isto o Apocalipse se prestou de forma singular.
            Hoje vivemos no século 21. Cristo ainda não retornou e igualmente somos bombardeados com todo tipo de ideias, todas tentando se impor como verdadeiras. Que fazer? Nossa única alternativa segura é volver a atenção ao que a Bíblia diz. Particularmente o Apocalipse revela o que está para acontecer. Simplesmente não precisamos ser enganados.  
           Continuaremos na próxima postagem.

Fonte - Clarim Profetico

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Vida Cheia de Espírito - Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Crenças dos Adventistas do Sétimo Dia - N° 09 - Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

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Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. 


Confira em sua Bíblia, se o que acreditamos esta errado e diga honestamente o que

Doutrina N° 09


Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.
Razões Bíblicas|S. João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15

Vida cheia de Espírito - Para a Unidade dos Santos

E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo. Efés. 4:11-13.

As estrelas do céu estão todas sujeitas a leis, cada uma influenciando a outra a fazer a vontade de Deus, prestando obediência comum à lei que lhes dirige a ação. E, para que a obra do Senhor possa avançar sadia e solidamente, Seu povo deve unir-se.
Os movimentos esporádicos, agitados, de alguns que pretendem ser cristãos, são bem representados pelo trabalho de cavalos fortes, mas não adestrados. Quando um puxa para a frente, outro puxa para trás, e à voz de seu guia, um se precipita para diante, e o outro fica imóvel. Se os homens não agirem em harmonia na grande e importante obra para este tempo, haverá confusão. ... Se os homens tomarem o jugo de Cristo, não poderão puxar cada um para o seu lado; puxarão com Cristo. ...
Para o profeta, a roda dentro de uma roda, a aparência de criaturas viventes com elas relacionadas, tudo parecia complicado e inexplicável. Mas a mão da infinita Sabedoria é vista entre as rodas, e ordem perfeita é o resultado da obra das mesmas. Cada roda, dirigida pela mão de Deus, opera em harmonia perfeita com cada uma das demais rodas. Obreiros Evangélicos, págs. 487-489.
Pela influência do Espírito os mais discordantes podem ser harmonizados. A abnegação deve unir o povo de Deus com laços firmes e ternos. Quando as energias dos membros da igreja se submetem ao controle do Espírito há uma força imensa na igreja, ajuntando de todas as fontes o bem, promovendo a instrução, o ensino e a disciplina própria. Assim é apresentada a Deus uma organização potente, através da qual Ele pode atuar para a conversão de pecadores. Assim o Céu e a Terra são ligados, e todos os agentes divinos cooperam com os instrumentos humanos. Signs of the Times, 19 de dezembro de 1906.

Ellen White

Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag. 38

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

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Blog do Pastor Manoel Barbosa Da Silva: Crenças dos Adventistas do Sétimo Dia - N° 08 - O ...: O s Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia ...

Crenças dos Adventistas do Sétimo Dia - N° 08 - O Grande Conflito


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Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. 




Confira em sua Bíblia, se o que acreditamos esta errado e diga honestamente o que

Doutrina N° 08

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.
Razões Bíblicas|Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9

O beijo foi só a preliminar... A orgia vai comer solta!

Hermes C. Fernandes.

Você com este artigo, poderá até perder alguns seguidores, como você mesmo falou; mas me permita perder alguns dos meus com você.
Desabafo como esse seu, precisa ter ampla divulgação. Matéria igual essa deveria ser copiada, imprimida e distribuída em todas as igrejas desse país.
A indecência que tomou conta da maioria das chamadas igrejas evangélicas atuais, esta pior por que beijo gay.
já não se fala mais em pecado. Não mais se fala em perdão. Para o céu ninguém mais sonha em ir morar. Cada um quer o céu por aqui mesmo. cada um busca nas igrejas, saúde, prosperidade financeira, e basta.
 Já não se faz apelo para conversão, apelo agora é só "traga dinheiro","traga dinheiro e tua vida vida vai prosperar". E os trouxas, na esperança de ficarem ricos, enchem a burras dos espertalhões com o vil metal.
Os vendedores de indulgencias financeiras,  já extrapolam os limites do ridículo, criando campanhas para tomar o dinheiro dos incautos
Ano passado, me apareceu por aqui, um tal "pastor" com uma tal campanha do sabão. Isso mesmo. Campanha do sabão. consistia em o freguês levar um pedaço de sabão para igreja, e ele, "pastor" iria ficar sete dias com aquele sabão em cima de uma montanha abençoando o dito sabão; e quando voltasse, aquele sabão "abençoado", iria limpar todas as macumbaria que por acaso tivesse na vida de quem o usasse. Esta rindo?.. Pois foi isso mesmo.
Não me contive e mandei aquele pilantra criar vergonha na cara e ir pregar o evangelho, ensinar a Bíblia ao povo  e deixar de enganar o povo sofrido e alienado
Tem hora que eu tenho vergonha de dizer que sou pastor e ser confundido com esses

Hermes C. Fernandes.

Permita-me, mais uma vez, publicar em meu blog, uma das tuas excelentes matérias.

A foto da nojo, mas faz parte da matéria. Fazer o que?..


O beijo foi só a preliminar... A orgia vai comer solta!

Fonte - http://www.hermesfernandes.com

Hermes C. Fernandes 




Por Hermes C. Fernandes

Quem não se escandalizaria com aquilo?  Dois homens barbados! Argh!!! Tive ânsia de vômito.
Por sorte, meus filhos não estavam na sala. Mas penso que milhares de famílias não tiveram a mesma sorte. Como explicar a um adolescente o que estava sendo veiculado pela TV a uma hora daquelas? 
Durante o tempo da ditadura militar, isso jamais teria aconteceria. Aqueles dois poderiam ter sido detidos. Mas a liberdade também nos trouxe esses efeitos colaterais indesejáveis. Em nome dela, ouve-se o que quer e o que não quer. É preferível isso à censura. 
Será que não sentiram nojo? E saber que ambos são chefes de família. Como puderam encarar os próprios filhos depois de protagonizaram algo tão deprimente?
Um deles tinha a minha admiração. Acompanho a sua trajetória desde o início. Sempre falou grosso. Era um típico machão. Quem o assistiu em outras épocas, não suporia que ele chegasse a este ponto. Mas dizem que o dinheiro compensa. Com a audiência alavancada, vende-se mais. Já o outro, parece não desfrutar da mesma reputação... dizem que já andou aprontando por aí...
Se foi apelativo? Ora bolas! O que poderia ser mais apelativo que aquilo?
Dois homens se expondo de maneira inescrupulosa! 
Apesar de potencialmente escandaloso, o fato acabou ofuscado por outra cena também protagonizada por dois homens. Dois atores héteros, com talento reconhecido nacionalmente, protagonizam o primeiro beijo gay masculino da TV aberta brasileira. Desde então, só se fala nisso pelas redes sociais. Ainda que o beijo tenha sido discreto e técnico, denotando mais carinho do que propriamente volúpia. Beijos semelhantes são dados entre os russos sem qualquer balbúrdia. Mesmo assim, o Brasil inteiro não fala de outra coisa. Os valores da família brasileira foram desafiados... Esperem até as eleições para ver o quanto esse beijo vai render...
Enquanto isso, num outro canal, dois pregadores barbados, um brasileiro e outro americano, protagonizam cenas que talvez não revirem nosso estômago, mas que, certamente, devem ter causado náuseas em Deus. Por bem menos que isso, Jesus ameaçou vomitar a igreja de Laudiceia. Tudo porque os laodicenses se achavam ricos, prósperos, mas não reconheciam sua profunda miséria espiritual.
O problema é que, não estamos acostumados a ver dois homens se pegarem pela TV, mas já nos acostumamos a ver as Escrituras sendo descaradamente torcidas para se pedir dinheiro em nome de Deus. Enquanto o americano afirmava que jamais aceitaria servir a um Deus que fizesse as pessoas pobres, o brasileiro acenava concordando, e, de vez em quando, exclamava "fala Jeová!" Depois de uma longa exposição, chegou a hora da facada. Se a pessoa quiser tornar-se próspera, terá que fazer negócio com Deus, uma tal de aliança financeira. "Ligue agora! Demorar é o mesmo que desobedecer!", ameaçava o mestre da sabedoria. 
É triste constatar o cumprimento da advertência apostólica: "Assim pois, por vossa causa, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios" (Rm.2:24). Pedro faz coro afirmando que entre nós haveria "falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E MUITOS SEGUIRÃO as suas dissoluções, e POR CAUSA DELES será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio" (2 Pe.2:1-3).
Quem poderia levar a sério uma igreja cuja a ética escoa pelo ralo do falso moralismo?
O que seria mais nojento do que ver um pastor brasileiro, de reputação notória, trazendo ao seu país um
americano que não tem credibilidade nem entre a sua gente, acusado de fazer uso do serviço de prostitutas, investigado por sonegação de impostos, para extorquir seu próprio povo? Seria como abrir a porteira do aprisco para que o lobo se sirva. Sinceramente, isso me enoja muito mais do que ver dois homens que nem sequer se professam cristãos dando um selinho em horário nobre.
Como já de costume, coamos mosquitos e fazemos gargarejo com dromedários. 
O que igualmente me enoja é ver celebridades do mundo gospel posando ao lado de candidatos, sabendo o quanto ganharam para induzir o rebanho a ceder seu voto, abrindo mão do exercício da livre cidadania. Votos são trocados por equipamento de som, laje, bancada nova, e às vezes, por um carro ou uma propriedade para igreja ou para o pastor. Num nível mais alto, negocia-se o apoio da membresia por concessão de TV e rádio. Para eles, o fim justifica os meios. Desde que resulte em glória para Deus e din-din para nós...
Eles estão beijando o diabo! E não é selinho! É beijo de língua, bem ao estilo desentupidor de pia. E não se enganem. Tudo isso são só as preliminares. A volúpia continua após a eleição, com cargos negociados, projetos de lei em benefício próprio, etc. 
Mas tudo bem! Desde que impeçam que projetos de lei como a PL 122 vinguem. Nojo!!! Eles estão se lixando para isso. Se tudo isso fosse sério, eles seriam mais coerentes e negariam seu apoio a candidatos que promovem a parada gay. Ridículos!!! Entrincheirar-se contra a comunidade LGBT tornou-se numa estratégia de campanha política. É só falar que pastores serão obrigados a celebrar casamentos gays, e se recusarem serão presos, e pronto. Os crentes piram...
Não sei o quanto vai me custar este artigo. Talvez perca mais meia dúzia de seguidores no facebook e no twitter. Mas, pelo menos, meu travesseiro será uma consciência tranquila.
Espero que se arrependam enquanto é tempo. Que quebrem o acordo feito com o diabo a quatro. Que parem de vender o rebanho como se fosse deles, lembrando-se de que um dia terão que  prestar contas tim-tim por tim-tim
Não custa relembrar:
"Cuidai por de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue." Atos 20:28 

"Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho." 1 Pedro 5:2-3

Vida cheia de Espírito - Para o Aperfeiçoamento dos Santos

E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo. Efés. 4:11-13.

Todos estes dons têm que ser exercidos. Todo obreiro fiel servirá tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos. ... Cada um tem alguma coisa para fazer. Toda pessoa que crê na verdade deve assumir o seu lugar, dizendo: "Eis-me aqui, envia-me a mim." Isa. 6:8. ... Dai a cada um alguma coisa para fazer em benefício de outros. Auxiliai todos a verem que como recebedores da graça de Cristo estão sob a obrigação de trabalhar para Ele. E sejam todos ensinados a trabalhar. Especialmente os novos conversos devem ser instruídos para tornarem-se coobreiros de Deus. Se forem postos a trabalhar, os desanimados logo esquecerão o seu desânimo; o fraco tornar-se-á forte, o ignorante inteligente, e todos serão preparados para apresentarem a verdade como é em Jesus. Acharão nEle um auxiliar infalível que prometeu salvar todos quantos a Ele se encaminharem.
Necessita-se da influência do Espírito Santo para que a obra possa ser devidamente equilibrada e avance firmemente em todos os seus aspectos. Testimonies, vol. 6, pág. 291.
A verdade para este tempo abrange todo o evangelho. Devidamente apresentada, ela operará no homem as próprias mudanças que manifestarão o poder da graça de Deus no coração. Conselhos Sobre Saúde, pág. 516.
Ele [Deus] nos diz que sejamos perfeitos como Ele o é - da mesma maneira. Cumpre-nos ser centros de luz e bênção para o nosso pequeno círculo, da mesma maneira que Ele o é para o Universo. Nada temos de nós mesmos, mas a luz de Seu amor resplandece sobre nós, e devemos refletir-lhe a glória. ... Podemos ser perfeitos em nossa esfera, da mesma maneira que Deus é perfeito na Sua. O Maior Discurso de Cristo, pág. 77.

Ellen White

Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag. 38

Crenças dos Adventistas do Sétimo dia - N° 07 - A Natureza do Homem


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Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. 

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Doutrina N° 07 - A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente.
Razões Bíblicas|Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8: Atos 17:24-28; Gên. 3; Salm. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Crenças dos Adventistas do Sétimo dia - N° 06 - A Criação


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Doutrina N° 06 -  A Criação
Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a glória de Deus.
Razões Bíblicas|Gen. 1; 2; Ex. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6, 9; 104; Heb. 11:3

Crenças dos Adventistas do Sétimo dia - Deus - N° 05 - O Espírito Santo


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Doutrina N°05 - Deus o Espírito Santo


Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade.
Razões Bíblicas|Gen. 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Cor. 3:18; Efé. 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13

Crenças dos Adventistas do Sétimo dia -N° - 04 - Deus O Filho

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Doutrina N° 04 -  Deus o Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.
Razões Bíblicas|João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; 2 Cor. 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; 1 Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3

Crenças dos Adventistas do Sétimo dia - N° - 03 - Deus Pai

 
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Doutrina N°03 - Deus Pai  

Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em constante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.
Razões Bíblicas|Gen. 1:1; Apoc. 4:11; 1 Cor. 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Tim. 1:17; Ex. 34:6, 7; John 14:9

Vida Cheia de Espírito - A Cada um é Dado um Dom

A graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo. Efés. 4:7.

Os talentos que Cristo confiou a Sua igreja representam especialmente os dons e bênçãos conferidos pelo Espírito Santo. "Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer." I Cor. 12:8-11. Nem todos os homens recebem os mesmos dons, porém a cada servo do Mestre é prometido algum dom do Espírito.
Antes de deixar os discípulos, Cristo "assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo". João 20:22. Depois disse: "Eis que sobre vós envio a promessa de Meu Pai." Luc. 24:49. ... "Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo" (Efés. 4:7), repartindo o Espírito particularmente "a cada um como quer". I Cor. 12:11. Estes dons já são nossos em Cristo, mas a posse real depende de nossa recepção do Espírito de Deus. Parábolas de Jesus, pág. 327.
Deus não requer de nós que façamos em nossa própria força a obra que temos para realizar. Proveu Ele assistência divina para todas as emergências, para as quais nossos recursos humanos são insuficientes. Dá o Espírito Santo para auxiliar em qualquer apuro, para fortalecer-nos a esperança e certeza, para nos iluminar a mente e purificar o coração. ... Não há limite para a utilidade de quem, pondo de parte o próprio eu, dá lugar à atuação do Espírito Santo no coração, e vive vida inteiramente consagrada a Deus. ... Cristo declarou que a divina influência do Espírito deveria estar com Seus seguidores até o fim. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 209 e 211.
Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag. 37

sábado, 1 de fevereiro de 2014

“Casamento” homossexual e os últimos dias

Fonte - juliosevero.blogspot.com.br

“Casamento”homossexual e os últimos dias

Antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o “casamento” homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse o Grande Dilúvio

Dr. Scott Lively e Kevin Abrams
De uma perspectiva bíblica a perversão sexual ritualizada e principalmente a homossexualidade ritualizada marcam a rebelião mais extrema contra Deus. A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio do qual só Noé e sua família sobreviveram. Em seu livro “Ancient Post-Flood History” (História Antiga da Época depois do Dilúvio), o teólogo Ken Johnson cita três proeminentes fontes rabínicas nessa questão:
O rabino Huna disse no nome do rabino Joseph: “A geração do Dilúvio só foi exterminada depois de escreverem documentos de casamento para a união de um homem com outro homem ou com um animal.” Gênesis Rabbah 26:4-5; Levítico Rabbah 23.9.
O rabino Hiyyah ensinou: “A passagem diz ‘Sou o Senhor, seu Deus’ duas vezes — Sou Aquele que castigou a geração do Dilúvio, e o povo de Sodoma e Gomorra, e o Egito; e no futuro castigarei aqueles que agirem como eles agiram. As gerações do Dilúvio eram reis, e foram eliminados da terra quando se encharcaram de pecado sexual.” Levítico Rabbah 23:9 (comentário sobre Levítico 18:3.)
E o que eles fizeram? Um homem se casou com outro homem, e uma mulher com outra mulher, e um homem se casou com uma mulher e sua filha, e uma mulher se casou com dois (homens). Portanto, se diz: “E vocês não andarão nos estatutos deles.” Sifra Acharei Mot, Parashaw 9:8 (comentário sobre Levítico 18:3.19)
Imediatamente depois do Dilúvio vemos que a semente da perversão homossexual sobreviveu na família humana por meio da linhagem de Cam. Em Gênesis 9, Noé caiu inconsciente depois beber vinho demais e enquanto ele estava assim sem condições de se mover Cam [ou melhor, Canaã, o filho de Cam] “viu [ou descobriu] sua nudez.” Esse termo “descobrir a nudez,” usado principalmente no livro de Levítico, é um eufemismo hebraico para relações sexuais.
Na Bíblia Novo Padrão Americano (New American Standard), a passagem diz:
Cam, o pai de Canaã, viu a nudez de seu pai… Quando Noé despertou de seu vinho, ele soube o que seu filho (neto) mais novo lhe havia feito. Então ele disse: ‘Maldito seja Canaã’ (Gênesis 9:22-25).
No livro “Call of the Torah” (Chamada da Torá), o rabino Elie Munk cita estudiosos de hebraico que também interpretam o estupro cometido por Canaã como “um ato de homossexualidade” — (Munk:220).
Portanto, como resultado de seu ataque sexual a seu avô, Canaã foi amaldiçoado por Noé e banido de sua presença. Canaã então toma posse do próprio território que mais tarde seria prometido aos descendentes de Abraão: a “Terra Prometida de Israel.”
O que é muito importante é que poucas gerações depois que Canaã foi banido, quatro cidades que seus descendentes haviam fundado, inclusive Sodoma e Gomorra, foram destruídas por Deus por causa da homossexualidade. A perversão sexual havia corrompido de forma tão profunda a sociedade que rivalizava com a apostasia que havia provocado o Grande Dilúvio. Todos os homens de Sodoma, tanto jovens quanto idosos, foram à casa de Ló, sobrinho de Abraão, com a intenção de estuprar os dois anjos enviados por Deus para julgar a cidade. A lascívia deles era tão insaciável que eles continuaram a alcançar sua meta vil mesmo depois de serem cegados pelos anjos. A destruição deles veio rapidamente em seguida (Gênesis 19:1-11).
Traduzido, com permissão, por Julio Severo do Capítulo Dois: “Homo-Occultism” (Homo-Ocultismo) do livro “The Pink Swastika,” do Dr. Scott Lively e Kevin Abrams.
Versão em inglês deste artigo: Homosexual “Marriage” and the Last Days
Versão em espanhol deste artigo: “Matrimonio” Homosexual y los Últimos Días
Fonte: www.juliosevero.com

Crenças dos Adventistas do Sétimo Dia - 2| A Trindade


Crenças dos Adventistas do Sétimo Dia -

Os adventistas consideram toda a Bíblia Sagrada como segura e única regra de fé e esperança. Suas doutrinas, portanto, seguem integralmente os ensinamentos bíblicos e nela estão fundamentados. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos.
   Doutrina N° 02 
 A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.
Razões Bíblicas|Deut. 6:4; Mat. 28:19; 2 Cor. 13:14; Efé. 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Tim. 1:17; Apoc.. 14:7

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