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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Adolescente tem a cabeça arrancada do corpo em janela de ônibus

 

 Fonte - http://leniojornalismo.blogspot.com.br/2014/07

 

Adolescente tem a cabeça arrancada do corpo em janela de ônibus

Uma adolescente de 14 anos, morreu decapitada na noite deste sábado, 05 de junho em Rio Branco-AC enquanto viajava de coletivo com a cabeça do lado de fora da janela. Maria Vitória, 14 anos, foi decapitada, na rua Vitória, Bairro Conquista, em Rio Branco, Acre. Segundo testemunhas, a adolescente tinha ido fazer uma apresentação de teatro numa Igreja, o acidente aconteceu na volta pra casa.

Segundo o site AC24, Maria Vitória entrou no ônibus e sentou na última cadeira do coletivo, ao colocar a cabeça para fora da janela, o motorista manobrou o ônibus para sair, neste momento o ônibus bateu a lateral no poste e a vítima teve a cabeça arrancada. A cabeça foi parar no meio da rua e o corpo ficou caído na cadeira dentro do ônibus.
Um acidente como este aconteceu na cidade do Prado alguns anos atrás, quando uma cruança que estava com a mãe numa excursão de uma Igreja também foi decapitado porque estava com a cabeça pra fora da janela e o ônibus passou próximo a um poste e a criança teve a cabeça separada do corpo.
Na hora da tragédia houve muita correria e o condutor do ônibus que não quis se identificar, ficou em estado de choque e depois foi encaminhado a Delegacia de Flagrantes para os devidos procedimentos, e em seguida foi liberado.

Acidente_in
Policiais Militares do 4º Batalhão e do BOPE estiveram no local e isolaram a área para o trabalho dos peritos criminais. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal – IML, para os devidos procedimento
 

Vida Social Cortesia Cristã


Como Eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. João 13:34.


O valor da cortesia é muito pouco apreciado. Muitos que são bondosos de coração não têm amabilidade nas maneiras. Muitos que se impõem ao respeito por sua sinceridade e correção, são lamentavelmente deficientes em simpatia. Esta falta prejudica sua própria felicidade, e afasta de seu serviço a outros. Muitas das mais agradáveis e valiosas experiências da vida são freqüentes vezes, por mera falta de lembrança, sacrificadas pelos descorteses. Educação, pág. 240.
As Santas Escrituras apresentam-nos marcantes exemplos do exercício da cortesia. Abraão foi um homem de Deus. Sempre que armava sua tenda imediatamente também construía um altar para sacrificar e convidar a Deus para habitar com ele. Abraão era um homem cortês. Sua vida não foi manchada pelo egoísmo, nem por qualquer condenável traço de caráter que fosse ofensivo à vista de Deus. Testemunhou sua conduta quando na questão da separação de Ló. Ainda que Ló fosse seu sobrinho, e muito mais novo, e a primeira escolha da terra pertencesse a Abraão, sua cortesia levou-o a declinar de seu direito e permitir que Ló escolhesse a parte da terra que parecia mais desejável. Ei-lo dando as boas-vindas aos três desconhecidos no calor do dia e apressando-se para suprir-lhes as necessidades. Observai-o empenhado numa transação comercial com os filhos de Hete, para comprar uma sepultura para Sara. Mesmo em sua aflição não se esqueceu de ser cortês. Inclinou-se diante deles ainda que fosse o nobre de Deus. Abraão sabia o que a genuína polidez significava, e qual o dever do homem para com o seu semelhante. Review and Herald, 8 de setembro de 1885.
Devemos esquecer-nos a nós mesmos, sempre ... atentos para observar oportunidades para animar outros, confortando-os em suas tristezas e aliviando-lhes as cargas por mostras de terna bondade e pequenos atos de amor. Essas atenciosas cortesias que, iniciando-se em nossa família, estendem-se até fora do círculo familiar, ajudam a tornar a soma da vida feliz. Mente, Caráter e Personalidade, vol. 1, págs. 85 e 86.


Ellen White 

Minha consagração Hoje - MM 1989 Pag. 192

domingo, 6 de julho de 2014

Papa Francisco defende fim do trabalho aos domingos

 

Fonte - http://megaphoneadv.blogspot.com.br/

 

Papa Francisco defende fim do trabalho aos domingos


O Papa Francisco lamentou o abandono da tradicional prática cristã de não trabalhar aos domingos, dizendo que isso tem um impacto negativo na família e nas amizades. O pontífice viajou no sábado para Molise, uma região rural no coração do sul da Itália onde o desemprego alto é crônico. Ao dizer que os pobres precisam de trabalho para poder ter dignidade, Francisco sustentou que a abertura de lojas e outros negócios aos domingos como uma forma de criar vagas de trabalho, entretanto, não é benéfica para a sociedade.

Francisco disse que a prioridade deveria ser "não econômica, mas humana", e que o foco tem de ser colocado nas relações familiares e de amizade, e não nas comerciais. "Talvez seja hora de nos perguntarmos se trabalhar aos domingos é liberdade verdadeira", afirmou. O Papa argumentou ainda que passar os domingos com a família e os amigos é um "código ético" tanto para fiéis como para os que não creem.
Francisco, 77 anos, parecia recuperado de uma série de doenças que o levou a cancelar diversos compromissos recentemente. Ele viajou a Molise de helicóptero para um dia repleto de atividades, incluindo um almoço com pobres e uma visita a uma prisão.
O pontífice demonstrava estar cheio de energia e sorria ao cumprimentar o público. O Vaticano descreveu os problemas de saúde como "moderados" e não deu mais detalhes. Numa fala de improviso, o Papa encorajou os pais a passarem mais tempo com seus filhos.
"Desperdicem tempo com as crianças", afirmou, acrescentando que gostaria de perguntar aos pais se eles "brincam com seus filhos".
Fonte: iG
Nota: O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.

Razões bíblicas: Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Hebreus 4:1- 11; Deuteronômio 5:12-15; Isaías 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Levítico 23:32; Marcos 2:27 e 28

Vida Social - Agradáveis São as Palavras Acertadas


Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. Prov. 25:11.


Quando em uma festa, Cristo dominava a conversação à mesa e dava muitas lições preciosas. E os que estavam presentes ouviam-nO: pois não havia Ele curado os seus doentes, confortado os tristes dentre eles, tomado nos braços os seus filhos, e os abençoado? Publicanos e pecadores eram atraídos a Ele, e quando falava, tinha a atenção deles sobre Si.
Cristo ensinou os Seus discípulos como conduzir-se quando em companhia de outros. Instruiu-os quanto aos deveres e obrigações da verdadeira vida social, que são as mesmas leis do reino de Deus. Ensinou-lhes pelo exemplo que ao assistir a qualquer reunião pública, não precisavam desejar dizer alguma coisa. Sua conversação diferia profunda e decididamente daquilo que tinha sido ouvido em festas no passado. Cada palavra que proferia era para os Seus ouvintes um cheiro de vida para vida. Falava com clareza e simplicidade. Suas palavras eram "como maçãs de ouro em salvas de prata". Prov. 25:11. Review and Herald, 2 de outubro de 1900.
Comunhão com Cristo - quão inexplicavelmente preciosa! Tal comunhão é nosso privilégio ter. ... Quando os primeiros discípulos ouviram as palavras de Cristo, sentiram necessidade dEle. Buscaram-nO, acharam-nO e seguiram-nO. Estavam com Ele em casa, à mesa, no culto ou em público. Como alunos com o mestre, recebiam diariamente de Seus lábios lições de santa verdade. Olhavam para Ele como os servos para seu amo. ... Serviam-nO alegremente, espontaneamente. ...
Grande importância, é ligada a nossas associações. Podemos formar muitas que são agradáveis e ajudam, mas nenhuma é tão preciosa como essa pela qual o homem finito é levado em comunhão com o infinito Deus. Quando assim unidos, as palavras de Cristo permanecem em nós. ... O resultado será um coração purificado, uma vida ponderada e um caráter sem defeito. Mas é tão-somente conhecendo a Cristo e a Ele nos associando, que nos podemos tornar semelhantes a Ele, o único Exemplo Irrepreensível. Signs of the Times, 10 de setembro de 1885.


Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989 Pag. 189

sábado, 5 de julho de 2014

“Separai-vos, diz o Senhor”

Separai-vos, diz o Senhor 
Texto: 2 Coríntios 6:14-7:1

Introdução
A. O problema da igreja em Corinto é que ela era muito, “Corinto”.
B. O que significa “separar-se” do mundo?
C.  Como isso é possível e quão importante é para nossa vida e destino?

I. Muitas vezes a separação não é agradável, mas muitas das vezes é necessária.

A. Não disfrutamos a separação da família (cf. Gênesis 2:24).
B. Algumas vezes a separação é essencial para a salvação (1 Coríntios 5:4-8).
C. A morte causa separação, mas todos nós devemos experimentá-la (Hebreus 9:27).

II. Devemos nos separar do mundo.

A. Pode ser difícil nos separar, mas seremos abençoados se o fizermos (Lucas 6:22-23).
B. Isto significa que devemos evitar as coisas que estimulam os desejos ilícitos da carne (Romanos 12:2; 1 Pedro 4:1-4).
C. A separação pode ter um preço alto (Filipenses 3:4-8).

III. Não nos separar do mundo, nos custará tudo.

A. Israel pagou um preço alto por não separar-se dos Cananeus (Números 25:1-3; 1 Reis 11:1-4; Esdras 9-10).
B. Não separar-se do mundo produz a separação de Deus (Isaías 59:1-3; Tiago 4:4).
C. Os que se aliançam com homens ímpios certamente compartirá seu castigo (Números 16:26-33; 1 Coríntios 5:7-13).

IV. É uma grande benção quando Deus nos separa como Seus filhos.

A. Deus separou a Israel em Gósen (Êxodo 8:22-23; 11:7).
B. Deus separou a igreja do mundo (1 Pedro 2:9-10).
C. A separação final acontecerá no dia do Juízo (Mateus 25:31-34).


Conclusão
“Ora, amados, visto que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus” (2 Coríntios 7:1).


Pr. Aldenir Araújo


Fonte - http://www.opregadorfiel.com.br/2014/07

Sermão - A fé de Abraão - Parte 5

 

Pr. Aldenir Araújo

 

Fonte - http://www.opregadorfiel.com.br/2014/07

 

A fé de Abraão - Parte 5

A fé de Abraão - Parte 5Texto: Gênesis 15:1-21

Introdução:  Nas noites de domingo temos meditado sobre um dos principais personagens da Bíblia, Abraão. Temos observado sua vida e sua fé. Hebreus 11:8 nos diz que Abraão seguiu o Senhor pela fé. Nós também somos instruídos a viver as nossas vidas pela fé.


Portanto, esta noite vamos continuar observando este grande exemplo de uma vida de fé.


Vimos na semana passada Abraão em um ponto alto em sua vida. Ele tinha acabado de liderar com sucesso o seu exército contra os quatro reis das cidades-estados e resgatado Ló, bem como todos os outros que haviam sido levados cativos de Sodoma. Ele foi capaz de recuperar todos os bens roubados e foi vitorioso em tudo. Não só foi capaz de vencer o inimigo no campo de batalha, mas também superou o ataque sutil de comprometer-se com o mundo.


No entanto, quando começamos o capítulo 15 , encontramos que o Senhor apareceu a Abraão e as primeiras palavras que disse foram estas: "Não temas”. A caminhada de fé não é sem lutas e dificuldades. Não é necessariamente uma estrada fácil para viajar, mas temos garantias de que não viajamos sozinhos nessa estrada. Deus está conosco em cada passo do caminho. Abraão teve preocupações e medos, mas Deus estava lá para tranquilizá-lo no meio desses medos.


Neste capítulo, vamos ver três áreas de preocupação na vida de Abraão, e vamos ver como é que Deus cuidou de cada uma delas. Ao considerarmos a vida de fé de Abraão, podemos encontrar encorajamento e força para viver pela fé no Deus que suprirá todas as nossas necessidades.


I. Ele estava preocupado com sua segurança. V. 1

 

A. Por que Abraão teve medo?
 
1. Nossas emoções podem "desmoronar" após um tempo de grande perigo e dificuldade.


2. Lembre-se de Elias, após a grande vitória no Monte Carmelo temia por sua vida!


3. Outro fator foi a possibilidade de que os quatro reis poderiam retornar com reforços e atacar o acampamento de Abraão.


4. Se Abraão fosse morto, o que aconteceria com a promessa de Deus?


B. Ouça a Deus.

 
1. "... a palavra do Senhor veio a Abrão...”.

 
a. Este é o primeiro lugar nas Escrituras onde encontramos estas palavras de encorajamento.


b. Elas aparecem ​​mais de 100 vezes no Velho Testamento.


c. A fé que vence o medo não é a fé em nossos sentimentos, mas a fé na Palavra de Deus.


2. “... não temas, Abrão...”.

 
a. Mais uma vez, este é o primeiro lugar na Escritura que encontramos estas palavras de segurança.


b. Deus o chama pelo nome.


c. O Deus que nomeia e numera todas as estrelas, também conhece os nossos nomes e se preocupa com as nossas necessidades.


3. "... Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande"

 
a. O remédio de Deus para o medo de Abraão era lembrá-lo de quem Ele era. Salmo 46:10a "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus"

 
b. O Deus "EU SOU" é perfeitamente adequado para o homem “Eu não sou".


c. Deus é o nosso escudo e nossa recompensa.


d. Ele é a nossa proteção e nossa provisão.


e. Abraão não precisava se preocupar em lutar outra batalha.


f. E ele não tinha que se arrepender por perder a riqueza que lhe ofereceu o rei de Sodoma, porque Deus iria recompensá-lo com muito mais. Salmo 84:11 "Porquanto o Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam na retidão".

 

II. Ele estava preocupado com o seu herdeiro. V. 2-6

 

A. Nós vemos Abraão perguntando. V. 2-3
 
1. Deus prometeu que seus descendentes seriam tão numerosos quanto o pó da terra.


2. Mas Abraão e Sara ainda não tinham filhos.


3. E se ele morresse, o único herdeiro seria seu servo Eliezer.


4. Abraão não estava apenas preocupado com si mesmo e sua esposa, embora eles quisessem filhos.


5. Ele estava preocupado sobre como Deus iria executar o Seu plano de salvação para o mundo inteiro.


6. Princípio para lembrar: "A vontade de Deus deve ser cumprida na maneira de Deus e no tempo de Deus"

 
B. Nós vemos Abraão olhando. V. 4-5

 
1. Deus deixou claro que Abraão seria o pai do futuro herdeiro.


2. Deus disse: “... aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro" Nenhum substituto seria aceitável.


3. Ele lhe disse para olhar para as estrelas e, assim como elas são inumeráveis​​, assim será a tua descendência.


4. Se Abraão olhasse para o pó ou para as estrelas, ele se lembraria da promessa de Deus.


C. Vemos Abraão crendo. V.6


 
1. As promessas não nos fazem nenhum bem a não ser que nós creiamos e agimos sobre elas.


2. Nós não somos salvos por fazer promessas a Deus, mas crendo em Suas promessas para nós!


3. Abraão mais tarde iria provar sua fé por suas obras, quando ele iria oferecer Isaque sobre o altar, mas agora a justiça foi dada a ele por Deus.


4. Gênesis 15:6 no Antigo Testamento é o equivalente de João 3:16. 


III. Ele estava preocupado com sua terra. V. 7-21

 

A. Abraão buscou segurança. V. 8-12
 
1. Deus afirmou a Abraão que ele iria possuir a terra.


2. Abraão pediu a Deus um sinal de segurança.


3. Ele estava confiante de que Deus lhe daria o filho prometido, mas a terra estava nas mãos de 10 nações pagãs.


4. Uma coisa era ser dono da terra, outra coisa era possuí-la e disfrutar dela.


5. Deus “faz uma aliança" com Abraão.


a. O costume era que duas pessoas caminhavam juntas pelas partes divididas do sacrifício.


b. Isso seria ligá-los a uma promessa, e em vigor estava dizendo que se não cumprisse sua palavra, mereciam o mesmo destino dos animais sacrificados.


c. Deus não permitiu que Abraão entrasse na aliança com ele.


d. Ele sozinho, passou através das peças do sacrifício.


e. Isso fez com que a aliança ligada só com Deus, fosse unilateral.


B. Os termos da aliança envolveu o plano de Deus para a nação, Abraão, e a terra. V. 13-21

 
1. O plano de Deus para a nação. (13-17)


a. A escravidão no Egito por cerca de 400 anos.


b. O juízo de Deus sobre o Egito.


c. O livramento de Deus ao Seu povo.


2. O plano de Deus para Abraão. (15)


a. Morte pacífica em uma "boa velhice”.


b. Isso foi aos 175 anos.


c. Abraão iria andar com Deus por cerca de 100 anos.


3. O plano de Deus para a terra. (18 -21)


a. A terra pertence aos descendentes de Abraão através de Isaque.


b. Até o momento, Israel nunca totalmente possuiu toda a terra.


c. No entanto, Jesus Cristo vai reinar por 1000 anos e todas as promessas de Deus para Israel serão cumpridas.





Conclusão:  Quando Abraão estava preocupado com ele mesmo, Deus lhe garantiu, dizendo: "EU SOU!" Quando ele estava preocupado com o seu herdeiro, ele ouviu Deus dizer: "EU VOU" Sua preocupação com a terra foi cumprida pela promessa de Deus: "EU TENHO DADO”.


Para você e eu, hoje, precisamos entender que Deus suprirá todas as nossas preocupações. Ele faz isso através de Seu Filho, Jesus Cristo.


(Filipenses 4:19) “Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus”.


(Gênesis 15:6) “E creu Abrão no Senhor, e o Senhor imputou-lhe isto como justiça”.


Abraão creu em Deus, não é? Ele vai atender todas as nossas necessidades. Ele nos dará força para a jornada e Ele cumprirá Suas promessas a nós.


Pr. Aldenir Araújo

FALTAM PREGADORES PROFUNDOS ENTRE OS ADVENTISTAS

Douglas Reis


Fonte - http://questaodeconfianca.blogspot.com.br/


FALTAM PREGADORES PROFUNDOS ENTRE OS ADVENTISTAS


Precisa-se de pregadores profundos. E ninguém está pensando necessariamente em eruditos, que, quando se expressam de forma acessível, são naturalmente bem vindos. Também não se busca pregadores que tratem apenas de temas incomuns, porque um tolo pode trazer a lume sua inabilidade ao apresentar um tema bíblico de forma desequilibrada; não é o tema, por mais inédito ou criativo que seja, que faz o bom pregador. Nenhum tópico dispensa uma apresentação coerente e cristocêntrica.
Precisa-se de um púlpito lúcido, vivo. Não apenas uma linguagem renovada, contudo de senso de propriedade. E, sobretudo, que fique evidente que o pregador estudou submissa e exaustivamente a Bíblia antes de se atrever a ocupar meia hora da atenção de tantas pessoas distintas.
Se o pregador for um bom contador de histórias, nos entreterá; se for eloquente, nos arrebatará; se for bem humorado, nos divertirá; se for lógico, nos convencerá; se for bíblico em sua abordagem, nos levará a uma transformação. Dá para entender por que tão poucos saem transformados após ouvirem sermões nas maiores congregações adventistas? Por não faltarem pregadores lógicos, espirituosos, eloquentes e com boas histórias!
Respeito à Bíblia vai mais além do uso de dois versos bíblicos, intercalados por uma miríade de “causos”. Espera-se que o contexto histórico e literário da passagem norteie a aplicação que se fará. Como no famoso poema de Drummond, que apresenta o poeta como aquele que luta com as palavras, o pregador deve lutar com o texto. Semelhante a Jacó, ele deve se agarrar ao texto, disposto a permanecer ali até receber sua benção.
Um sermão profundo é aquele que nos leva a pensar com clareza nas coisas reveladas que antes não entendíamos, sendo ele próprio fruto de uma reflexão espiritual significativa. Tristemente, tendemos a nivelar experiências espirituais com arroubos emocionais. Mas Deus nos fala pelas Escrituras e elas são base mais segura do que emoções voláteis.
Não consigo ver reavivamento e reforma sem que aconteça a renovação no púlpito adventista. De um modo geral, nosso estudo da Bíblia necessita de mais vigor e paixão. Aprender de Deus em Sua Palavra e aprender também com Ele, porque ao estudar a Bíblia Ele se faz presente pelo Espírito Santo.
Mais do que gente talentosa, Deus precisa de homens e mulheres espirituais, humildes e cheios de amor pela missão.
Estou cansado de ouvir artistas explicando versículos de forma pobre e levando suas audiências a uma experiência menor. As bandeiras do adventismo precisam ser erguidas com coragem e brandura, amor e precisão. Sem mensagens baseadas em sólida análise da Bíblia, fracassaremos. Ainda dá tempo de rever o quadro…

FALTAM PREGADORES PROFUNDOS ENTRE OS ADVENTISTAS


Precisa-se de pregadores profundos. E ninguém está pensando necessariamente em eruditos, que, quando se expressam de forma acessível, são naturalmente bem vindos. Também não se busca pregadores que tratem apenas de temas incomuns, porque um tolo pode trazer a lume sua inabilidade ao apresentar um tema bíblico de forma desequilibrada; não é o tema, por mais inédito ou criativo que seja, que faz o bom pregador. Nenhum tópico dispensa uma apresentação coerente e cristocêntrica.
Precisa-se de um púlpito lúcido, vivo. Não apenas uma linguagem renovada, contudo de senso de propriedade. E, sobretudo, que fique evidente que o pregador estudou submissa e exaustivamente a Bíblia antes de se atrever a ocupar meia hora da atenção de tantas pessoas distintas.
Se o pregador for um bom contador de histórias, nos entreterá; se for eloquente, nos arrebatará; se for bem humorado, nos divertirá; se for lógico, nos convencerá; se for bíblico em sua abordagem, nos levará a uma transformação. Dá para entender por que tão poucos saem transformados após ouvirem sermões nas maiores congregações adventistas? Por não faltarem pregadores lógicos, espirituosos, eloquentes e com boas histórias!
Respeito à Bíblia vai mais além do uso de dois versos bíblicos, intercalados por uma miríade de “causos”. Espera-se que o contexto histórico e literário da passagem norteie a aplicação que se fará. Como no famoso poema de Drummond, que apresenta o poeta como aquele que luta com as palavras, o pregador deve lutar com o texto. Semelhante a Jacó, ele deve se agarrar ao texto, disposto a permanecer ali até receber sua benção.
Um sermão profundo é aquele que nos leva a pensar com clareza nas coisas reveladas que antes não entendíamos, sendo ele próprio fruto de uma reflexão espiritual significativa. Tristemente, tendemos a nivelar experiências espirituais com arroubos emocionais. Mas Deus nos fala pelas Escrituras e elas são base mais segura do que emoções voláteis.
Não consigo ver reavivamento e reforma sem que aconteça a renovação no púlpito adventista. De um modo geral, nosso estudo da Bíblia necessita de mais vigor e paixão. Aprender de Deus em Sua Palavra e aprender também com Ele, porque ao estudar a Bíblia Ele se faz presente pelo Espírito Santo.
Mais do que gente talentosa, Deus precisa de homens e mulheres espirituais, humildes e cheios de amor pela missão.
Estou cansado de ouvir artistas explicando versículos de forma pobre e levando suas audiências a uma experiência menor. As bandeiras do adventismo precisam ser erguidas com coragem e brandura, amor e precisão. Sem mensagens baseadas em sólida análise da Bíblia, fracassaremos. Ainda dá tempo de rever o quadro…

FALTAM PREGADORES PROFUNDOS ENTRE OS ADVENTISTAS


Precisa-se de pregadores profundos. E ninguém está pensando necessariamente em eruditos, que, quando se expressam de forma acessível, são naturalmente bem vindos. Também não se busca pregadores que tratem apenas de temas incomuns, porque um tolo pode trazer a lume sua inabilidade ao apresentar um tema bíblico de forma desequilibrada; não é o tema, por mais inédito ou criativo que seja, que faz o bom pregador. Nenhum tópico dispensa uma apresentação coerente e cristocêntrica.
Precisa-se de um púlpito lúcido, vivo. Não apenas uma linguagem renovada, contudo de senso de propriedade. E, sobretudo, que fique evidente que o pregador estudou submissa e exaustivamente a Bíblia antes de se atrever a ocupar meia hora da atenção de tantas pessoas distintas.
Se o pregador for um bom contador de histórias, nos entreterá; se for eloquente, nos arrebatará; se for bem humorado, nos divertirá; se for lógico, nos convencerá; se for bíblico em sua abordagem, nos levará a uma transformação. Dá para entender por que tão poucos saem transformados após ouvirem sermões nas maiores congregações adventistas? Por não faltarem pregadores lógicos, espirituosos, eloquentes e com boas histórias!
Respeito à Bíblia vai mais além do uso de dois versos bíblicos, intercalados por uma miríade de “causos”. Espera-se que o contexto histórico e literário da passagem norteie a aplicação que se fará. Como no famoso poema de Drummond, que apresenta o poeta como aquele que luta com as palavras, o pregador deve lutar com o texto. Semelhante a Jacó, ele deve se agarrar ao texto, disposto a permanecer ali até receber sua benção.
Um sermão profundo é aquele que nos leva a pensar com clareza nas coisas reveladas que antes não entendíamos, sendo ele próprio fruto de uma reflexão espiritual significativa. Tristemente, tendemos a nivelar experiências espirituais com arroubos emocionais. Mas Deus nos fala pelas Escrituras e elas são base mais segura do que emoções voláteis.
Não consigo ver reavivamento e reforma sem que aconteça a renovação no púlpito adventista. De um modo geral, nosso estudo da Bíblia necessita de mais vigor e paixão. Aprender de Deus em Sua Palavra e aprender também com Ele, porque ao estudar a Bíblia Ele se faz presente pelo Espírito Santo.
Mais do que gente talentosa, Deus precisa de homens e mulheres espirituais, humildes e cheios de amor pela missão.
Estou cansado de ouvir artistas explicando versículos de forma pobre e levando suas audiências a uma experiência menor. As bandeiras do adventismo precisam ser erguidas com coragem e brandura, amor e precisão. Sem mensagens baseadas em sólida análise da Bíblia, fracassaremos. Ainda dá tempo de rever o quadro…

COMPRE AGORA O SEU ADVENTISMO PASTEURIZADO, ESTÁ EM PROMOÇÃO - parte 1

Douglas Reis

 

Fonte - http://questaodeconfianca.blogspot.com.br/2014/07

 

COMPRE AGORA O SEU ADVENTISMO PASTEURIZADO, ESTÁ EM PROMOÇÃO - parte 1



As igrejas cristãs são todas, sem exceção, parte da Babilônia mística (Ap 18). Os pioneiros adventistas esposavam essa convicção controversa. Ao surgir o movimento adventista sabatistas, os conceitos mileritas serviram como ponto de partida. E os mileritas criam que a rejeição do anúncio do retorno de Jesus tornava a cristandade parte de Babilônia (Ap 14:8). Os adventistas sabatistas mantiveram a ideia, mesmo quando, alguns anos após o desapontamento, a principal corrente de ex-mileritas projetava o cumprimento dos três anjos (Ap 14) para o passado ou futuro.
Resumo da ópera: o adventismo já nasceu em um contexto polêmico. Por alguns anos, os pioneiros creram que o convite da graça se estendia não a todos, porém somente aos mileritas (a teoria da porta fechada). Por esse motivo, os sabatistas dirigiam sua pregação aos mileritas somente.
Por outro lado, isso não significa que ele se isolaram em uma espécie de bolha teológica. Os adventistas não ignoravam completamente autores e teologias cristãs; eles faziam teologia em constante diálogo com tais fontes, em muitos casos, usando uma abordagem polêmica (termo usado quando um corrente cristã reivindica suas doutrinas reagindo contra uma ou mais correntes). A teologia do nascente movimento adventista era sólida e solidamente inserida na tradição do século XIX, ou seja, pertencia a uma bem arraigada tradição protestante.
Os hinos cantados por eles consistiam em coletâneas de hinos evangélicos populares, com acréscimos de hinos mileritas, muitos dos quais soariam atualmente como parte de um culto das igrejas pentecostais. Aliás, houve muito empenho, especialmente por parte do casal White, para conter manifestações fanáticas nas primeiras décadas do adventismo. Demoraria até se estabelecer um conceito de adoração mais ou menos homogêneo, embora persistisse a reminiscência de manifestações carismáticas (como na década de 1960, 1980 e a partir do meio da década de 1990). Isso não significou total desprezo por hinos tradicionais cristãos, quando eles não divergissem da fé adventista.
Porém, em suas linhas mestras, o clima do adventismo das décadas iniciais pode ser descrito com a palavra desconstrução: às vezes é preciso destruir as paredes para reformar uma casa. Logo, doutrinas como a trindade, por exemplo, sofriam questionamento de autores adventistas, especialmente devido à compreensão tradicional equivocada do assunto. De fato, os adventistas chegaram a crer na trindade fazendo um caminho inverso, que os levou aos fundamentos bíblicos, a partir dos quais atingiram nova compreensão sobre o assunto. Eles não eram bisonhos como os anti-trinitarianos atuais, os quais alegam não poderem crer na doutrina por não haver a palavra “trindade” em si nas Escrituras; ignoram que teologia de fato não leva em conta somente as palavras, mas as ideias contidas. A chave utilizada pelos adventistas sabatistas para crer ou rejeitar algo, ou chegar a uma compreensão diferente sobre determinado tema era a investigação bíblica.
Nem tudo são flores, porém. O que aconteceu para o adventismo hoje possuir uma acentuada dessemelhança em relação à perspectiva de seus pioneiros? Certamente, as mudanças não vieram de uma vez, nem foram causadas por um fator isolado. Talvez seja mais apropriado apresentar uma série de causas para as mutações dos genes do adventismo, sem que isso implique chegar a uma conclusão dramática de que tudo esteja irremediavelmente perdido. Afinal, se Deus suscitou essa obra, é certo que Ele continua à frente dela.
Alguns fatores, como a negligencia em áreas teológicas em detrimento do cumprimento da missão (até hoje não temos uma eclesiologia adventista bem definida, por exemplo), além da busca por parte de ministros e obreiros por formação teológica em nível de pós-graduação em seminários evangélicos contribuíram para que se abandonasse a ênfase em doutrinas distintivas. O processo se tornou mais evidente a partir da década de 1950. Naquele contexto, o adventismo se esforçava para ser aceito no seio do evangelicalismo, o que se percebe com o lançamento do livro Question on Doctrines (QD).
Fruto do diálogo entre representantes do movimento adventista e líderes evangélicos, o trabalho procurava conciliar as doutrinas adventistas com a tradicional versão norte-americana do cristianismo. A contribuição positiva de QD foi quebrar o preconceito em relação ao adventismo, fazendo com que ele perdesse a pecha de seita, além de esclarecer as doutrinas adventistas em face de equívocos e distorções. A contribuição negativa se deu com uma significativa mudança de ênfase nos aspectos distintivos da mensagem adventista, levando quase à conclusão que ele não pretendia nada de revolucionário ou novo, mas que, no fundo, era mais uma igreja protestante norte-americana, com uma ou outra doutrina sui generis.
Nas décadas seguintes, o adventismo se aproximou ainda mais dos círculos evangélicos, acarretando a crise sobre justificação pela fé, envolvendo Robert Brinsmead, Desmond Ford e outros. Finalmente, as implicações desta crise inicial geraram outra ainda mais severa, quando Ford atacou a doutrina da purificação do santuário celestial. Claramente, alguns círculos adventistas desenvolveram tamanha afinidade com o pensamento evangélico que uma revisão doutrinária parecia iminente. Embora a denominação se fortalecesse com a publicação de importantes obras reivindicando a posição adventista em assuntos como santuário celestial e interpretação profética (publicados por uma comissão especial, cuja sigla em inglês é DARCOM), dissensões e divisão de pensamento se agravaram entre os adventistas.
Entre os motivos que acirraram os novos conflitos no seio do adventismo, podemos mencionar:

•         Crescimento evangelístico desacompanhado de discipulado bíblico: os adventistas nasceram com uma missão. Organizaram-se em função de sua identidade, estabelecida a partir de um chamado profético (Ap 14:6-12). Entretanto, ao assimilar influências evangélicas, o evangelismo adventista foi deixando a compreensão profética para adotar uma versão popular de existencialismo cristão (até quando trata das profecias!). Essa pregação existencialista propõe uma visão reduzida da salvação, excluindo o estilo de vida, fator que sempre marcou a compreensão adventista. Aliado a isso, a falta de instrução bíblica acometeu o adventismo. Mesmo a produção de livros e revistas denominais (que na América do Sul é rigorosamente selecionada e apresenta uma qualidade superior em relação a outras realidades) passa longe de atingir um povo que não foi instruído a pensar biblicamente. Resultado: a denominação cresce exponencialmente em número de membros, todavia possui cada vez menos pessoas comprometidas com a missão e com os valores do estilo de vida adventista, o qual permanece questionado e relativizado;

•         Falta de posicionamento claro em questões referentes à identidade adventista: professores adventistas de teologia com acentuadas tendências liberais continuam lecionando em seminários adventistas de referência, quer na Europa, quer nos EUA. Eles gozam de total liberdade, influenciando jovens ministros e, por meio deles, congregações ao redor do mundo. Livros de tendência progressista são publicados por editoras adventistas e embora representam apenas a opinião de seus autores, ganham aura de legitimidade, como se possuíssem um selo de aprovação denominacional (não à toa, vivencia-se hoje uma crise editorial nas editoras adventistas da América do Norte). Assim, o adventismo tem se multifacetado, se dividindo e se tornado lento no cumprimento da missão profética para a qual foi levantado;
•         A aculturação em face do mundo contemporâneo: o desafio de evangelizar os centros urbanos, nos quais a esmagadora maioria da população mundial se concentra, vem levando pensadores e líderes adventistas a adotar métodos que aproximem o estilo de culto a padrões similares ao da cultura popular contemporânea. Além disso, a influência da quase onipresente mídia social molda os padrões de pensamento dos adventistas dentro de uma perspectiva secular, a qual não é combatida por modelos racionais bíblicos (Rm 12:1-2).



Diante deste quadro, ainda que brevemente esboçado, pode-se perceber os prementes desafios com os quais o adventismo se depara. O movimento que nasceu em meados do século XIX com tantas características peculiares, atravessa seu terceiro século de existência repleto de embates internos e bastante influenciado pela cultura ao redor, quer religiosa, quer secular. O que poderia resgatar dentro do adventismo seus propósitos originais? Obviamente o assunto preocupa líderes e pensadores do movimento. Cada adventista sério se preocupa com a diluição do movimento. O que fazer?

A segunda parte será postada amanhã

Vida social - A Verdadeira Delicadeza


Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda mansidão para com todos os homens. Tito 3:2.


A essência da verdadeira polidez é a consideração para com os outros. A educação essencial e duradoura é a que alarga a simpatia, favorece a afabilidade universal. Aquela pretensa cultura que não torna o jovem atencioso para com seus pais, fazendo-o apreciador de suas boas qualidades, indulgente para com seus defeitos, e útil às suas necessidades, e que o não torna ponderado e escrupuloso, generoso e útil aos jovens, idosos e infelizes, e também cortês para com todos - é um fracasso.
O verdadeiro requinte nos pensamentos e maneiras aprende-se melhor na escola do divino Mestre do que por qualquer observância de regras estabelecidas. Seu amor, penetrando no coração, dá ao caráter aquele contato purificador que o modela à semelhança do Seu. Esta educação comunica uma dignidade inspirada pelo Céu e um senso das verdadeiras conveniências. Proporciona uma doçura de índole e gentileza de maneiras que nunca poderão ser igualadas pelo verniz superficial dos costumes da sociedade.
A Bíblia recomenda a cortesia, e apresenta muitas ilustrações do espírito abnegado, das graças gentis, do temperamento cativante, que caracteriza a verdadeira polidez. Tais não são senão reflexos do caráter de Cristo. Toda ternura e cortesia verdadeiras no mundo mesmo entre os que não reconhecem o Seu nome, dEle procedem. E Ele deseja que estas características se reflitam perfeitamente nos Seus filhos. É Seu propósito que em nós os homens contemplem Sua beleza. Educação, págs. 241 e 242.
Oh! que suave e bela influência partia da vida diária de nosso Salvador! Que doçura exalava só de Sua presença! ... Aqueles em quem Cristo habita, serão circundados duma atmosfera divina. Suas brancas vestes de pureza exalarão o perfume do jardim do Senhor. Maior Discurso de Cristo, pág. 135.


Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989 Pag. 191

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Ordenação Feminina - Mulheres pastoras?

O texto não é meu. Não foi o pastor Manoel Barbosa quem escreveu a matéria a seguir, porém, como ja se discute a ordenação de mulheres para o ministério pastoral no meio adventista, resolvi publicar esta matéria do Pastor Aldenir Araujo, excelente escritor, autor de vários sermões publicado neste espaço. 

Para falar a verdade, nem mesmo sei qual a igreja que o pastor Aldenir pertence, porém eu o admiro como escritor e pregador.

Ao publicar seu artigo, não estou com isto, afirmando que concordo ou discordo dos seus argumentos, estou apenas abrindo espaço para discussão desse tema.   

E você, o que achas?... Deve ou não deve ter mulheres pastoras, na igreja adventista?...


 

Ordenação Feminina - Mulheres pastoras?

Ordenação Feminina - Mulheres pastoras?Em um clima social de completa igualdade em todas as coisas, o ensino bíblico de permitir que apenas os homens sejam pastores não é popular. Muitas organizações feministas denunciam esta posição como antiquada e chauvinista. Além disso, muitas igrejas cristãs adotaram o padrão social, "politicamente correto" e permitiram mulheres pastoras e presbíteras na igreja. Mas a questão é: isso é bíblico?
Minha resposta a esta pergunta é: "Não, as mulheres não devem ser pastoras" Muitos podem não gostar dessa resposta; mas é assim que creio uma representação exata do padrão bíblico. Você toma a decisão depois de ler este artigo.
Primeiro de tudo, as mulheres são insuficientemente apreciadas e subutilizadas na igreja. Há muitas mulheres talentosas que podem muito bem fazer um trabalho melhor na pregação e ensino do que muitos homens. No entanto, não é o talento o problema, mas a ordem e o chamado de Deus. O que a Bíblia diz? Não podemos ir a palavra de Deus com uma agenda social e ajustá-la as nossas necessidades. Em vez disso, temos de mudar e adaptar-se ao que ela diz.
No princípio, Deus criou os céus e a terra, o jardim do Éden, e Adão e Eva. Ele colocou Adão no jardim e deu-lhe autoridade para nomear todos os animais. Depois, Deus fez Eva como uma ajudante para Adão. Este é um conceito importante porque Paulo refere-se à ordem da criação em sua epístola a Timóteo, quando ele discute a relação entre homens e mulheres no contexto da igreja. Vamos dar uma olhada.
"Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão" (1 Timóteo 2:12-14).
Esta passagem tem várias áreas interessantes de discussão, mas para o nosso propósito, vamos focar em autoridade. No mínimo, há uma estrutura de autoridade estabelecida por Deus. A mulher não tem autoridade sobre o homem no contexto da igreja, mas isso não se estende para o mundo político / econômico. No Antigo Testamento, Debora era uma juíza em Israel sobre os homens.
Além disso, no Novo Testamento, Febe teve um papel importante na igreja de Cencréia (Romanos 16). Não há dúvida de que as mulheres apoiaram Paulo em muitas áreas e foram grandes auxiliares na igreja (Atos 2:17; 18:24-26; 21:8-9). Mas o que Paulo está falando em 1 Timóteo 2 é a relação entre homens e mulheres na estrutura da igreja - e não em um contexto social ou político.
Quando olhamos mais fundo nos ensinamentos de Paulo, vemos que o bispo / presbítero deve ser marido de uma só mulher (1 Timóteo 3:2), que administra bem a sua casa, e tem uma boa reputação (1 Timóteo 3:4 -5, 7). Os diáconos devem ser "homens de dignidade" (1 Timóteo 3:8).
Paulo, então, fala de mulheres no versículo 11 e sua obrigação de receber instrução. Em seguida, no versículo 12, Paulo diz: "Os diáconos sejam maridos de uma só mulher..." Mais uma vez, em Tito 1:5-7, diz Paulo, "Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem o que ainda não o está, e que em cada cidade estabelecesses anciãos, como já te mandei; alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, tendo filhos crentes que não sejam acusados de dissolução, nem sejam desobedientes. Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;" Note que Paulo faz um intercâmbio entre a palavra "presbítero" e "bispo".
Em cada caso, aquele que é um presbítero, diácono, bispo, ou ancião é instruído a ser do sexo masculino. Ele dever ser marido de uma só mulher, responsável, capaz de "exortar na sã doutrina e de refutar os que o contradizem" (Tito 1:9).
Nós não vemos nenhuma ordem para os bispos serem mulheres. Pelo contrário, ás mulheres ele disse que devem ser: "Da mesma sorte as mulheres sejam sérias, não maldizentes, temperantes, e fiéis em tudo" (1 Timóteo 3:11).
Por que é que os homens que são apontados como os bispos? É por causa da ordem criada por Deus que Paulo faz referência (Gênesis 1-2; 1 Timóteo 2:12-14). Isso não é meramente um costume social que caiu com o antigo Israel.
Além disso, no Antigo Testamento, em mais de 700 menções de sacerdotes, todos eram homens. Não há um único exemplo de uma sacerdotisa feminina. Isso é significativo porque os sacerdotes eram ordenados por Deus para realizar um oficio muito importante de ministrar os sacrifícios.
Este não era o trabalho das mulheres. Portanto, pelo que vejo em Gênesis 1-2 - 1 Timóteo 2, e Tito 1, a pessoa normal e adequada para exercer o cargo de presbítero / pastor deve ser homem.

E sobre Gálatas 3:28?

"Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gálatas 3:28).
Este versículo é frequentemente usado para apoiar a ideia de que as mulheres podem ocupar as funções de pastoras, porque não há homem nem mulher em Cristo. O argumento afirma que, se somos todos iguais, então as mulheres podem ser pastoras.
Infelizmente, aqueles que usam este versículo desta forma não conseguiram ler o contexto. O versículo 23 fala sobre estar sob a lei, “antes que viesse a fé" e como fomos levados mais perto de Jesus e nos tornamos filhos de Deus pela fé. Nós não estamos mais sob a lei, mas debaixo da graça e nós somos "prole, herdeiros de Abraão, segundo a promessa" (v. 29).
O ponto desta passagem é que todos nós somos salvos pela graça de Deus, segundo a promessa de Deus, e que não importa quem você é - judeu, grego, escravo, livre, homem, ou mulher. Todos são salvos da mesma maneira - pela graça. Nisto, não há homem nem mulher.
Este versículo não está falando sobre a estrutura da igreja. Ele está falando sobre salvação "em Cristo". Ele não pode ser usado para apoiar as mulheres como pastoras, porque não é isso o que está falando. Para saber mais sobre a estrutura e liderança da igreja, você precisa ir para as passagens que falam sobre isso: 1 Timóteo 2 e Tito 1.

Ser pastor ou presbítero é estar em posição de Autoridade

Deus é um Deus de ordem e equilíbrio. Ele estabeleceu a ordem no seio da família (Gênesis 3:16; 1 Coríntios 11.3; Efésios 5:22-33; Colossenses 3:18-21) na igreja (1 Timóteo 2:11-14. 1 Coríntios. 11:8-9). Mesmo dentro da Trindade, há uma ordem - uma hierarquia. O Pai enviou o Filho (João 6:38), e tanto o Pai e o Filho enviou o Espírito Santo (João 14:26, 15:26). Jesus disse: "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou" (João 6:38). É claro que Deus é um Deus de ordem e estrutura.
Na criação, Deus fez Adão primeiro e depois Eva para ser sua auxiliadora. Esta é a ordem da criação. É esta ordem que Paulo menciona em 1 Timóteo 2:11-14 quando ele fala de autoridade. Ser um pastor ou um presbítero é estar em posição de autoridade. Portanto, dentro da igreja, uma mulher ser uma pastora ou presbítera, ela estaria em posição de autoridade sobre os homens na igreja o que contradiz o que Paulo diz em 1 Timóteo 2:11-14.

Mas esse ensino não menospreza as mulheres?

Não, a liderança masculina não menospreza as mulheres. Jesus recebeu a sua autoridade de Deus, o Pai (Mateus 28:18). Ele foi enviado por Deus (João 6:38). Ele disse que o Pai era maior do que Ele (João 14:28). Será que isso menosprezou Jesus? Claro que não. As mulheres são de grande valor na igreja e precisam ser cada vez mais utilizadas de acordo com os dons que lhes foram dadas.
A submissão da esposa ao marido significa que ela é menos do que o marido, menos importante, ou menosprezada?
É claro que não. Não ter um lugar de liderança na igreja não significa que uma mulher é menosprezada, menos importante para Deus, ou inferior. Todos são iguais perante Deus quer seja judeu, gentio, livre, escravo, macho ou fêmea. Mas na igreja, Deus estabeleceu uma ordem, da mesma forma que estabeleceu uma ordem na família. A cadeia de comando é Jesus, o homem, a mulher e os filhos.

E as mulheres que dizem serem chamadas por Deus para serem pastoras?

Há mulheres pastoras por aí que amam suas congregações e afirmam que são chamadas por Deus para serem pastoras. Claro, eu não posso concordar com isso, considerando a análise prévia da posição bíblica. Em vez disso, eu acredito que elas usurparam a posição dos homens e está indo contra a norma da revelação bíblica. Além disso, aquelas que afirmam que são chamadas por Deus por causa do grande trabalho que estão fazendo e do talento ou o dom que receberam estão baseando sua teologia na experiência e não nas escrituras.
A questão é simples: elas estão se submetendo a palavra de Deus, ou elas estão tomando a palavra de Deus e submetendo aos seus desejos?

E sobre uma mulher missionária que estabelece uma igreja?

A Escritura estabelece a norma. Como cristãos, devemos aplicar o que aprendemos com a palavra para as situações em mão. Então, o que acontece com a situação em que uma mulher missionária converteu um grupo de pessoas, digamos, na selva em algum lugar, e lá estabeleceu uma igreja? Nessa igreja, ela é, então, como um pastor e tem autoridade sobre os homens na igreja? Ela não deve fazer isso?
Em primeiro lugar, ela não deveria estar lá sozinha. Ela deveria estar com o marido, ou, pelo menos, sob a supervisão de uma igreja na presença de outras mulheres e homens. O trabalho missionário não é um esforço solitário para ser manuseado por mulheres solteiras.
Em segundo lugar, se em algum conjunto altamente incomum de circunstâncias há uma mulher em uma situação solitária, é muito mais importante que a palavra de Deus seja pregada e o evangelho da salvação apregoado aos perdidos. Quer seja homem ou mulher, o evangelho deve ser pregado. No entanto, eu diria que, assim que houver homens maduros o suficiente para lidar com o presbitério, ela deveria, então, estabelecer a ordem correta da Igreja como revelada nas Escrituras e, assim, mostrar sua submissão a ele.

Isso também significa que as mulheres não devem usar joias?

"Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras. A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão. Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva". (1 Timóteo 2:9-13).
Alguns argumentam que, se formos proibir as mulheres de serem pastoras, então o contexto de 1 Timóteo 2:9-13 exige que as mulheres não façam tranças no cabelo, use ouro, ou roupas caras. Como ninguém quer colocar esse tipo de demanda em uma mulher (já que é cultural), então por que nós também exigimos que elas não sejam pastoras, uma vez que logicamente segue que era também uma admoestação baseada na cultura?
O problema aqui é multifacetado. Em primeiro lugar, a objeção ignora o que as escrituras ensinam claramente sobre o bispo ser o marido uma de só mulher. Em segundo lugar, não consegue resolver o problema real da liderança bíblica que reside no masculino. Em terceiro lugar, não tem exegese adequada a escritura em questão.
Em 1 Timóteo 2:9-13 Paulo nos diz que as mulheres devem se vestir modestamente. Ele usa o exemplo do então atual adorno como um exemplo do que não fazer. Esta é uma avaliação baseada culturalmente por Paulo. Observe que Paulo enfatiza as boas obras e a piedade como um qualificador (como faz Pedro, ver 1 Pedro 3:2). Esta não é uma declaração doutrinária ligada a qualquer coisa além de ser uma mulher de Deus, em aparência, bem como atitude.
No versículo 11, Paulo diz que a mulher deve receber instrução em silêncio. Note que a palavra, “heμsychia”, traduzida por "tranquilidade" em 1 Timóteo 2:11 e silencio no versículo 12, não significa silêncio completo ou não falar. É claramente usado em outro lugar (Atos 22:2; 2 Tessalonicenses 3:12) no sentido de "calmo, imperturbável, não rebelde" Uma palavra diferente (sigaoμ) significa "ficar em silêncio, para não dizer nada" (cf. Lucas 18:39; 1 Coríntios 14:34). Paulo está defendendo a ordem neste versículo.
Depois, no versículo 12-13, Paulo diz: "Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva". Note que Paulo relaciona diretamente a questão autoridade com a ordem criada. Ele não faz isso com o código de vestimenta da mulher. Portanto, o código de vestuário é cultural e a questão de autoridade é doutrinária uma vez que esta está ligada à ordem da criação e o código de vestimenta, e as questões de autoridade não.
Conclusão: A Palavra de Deus nos diz claramente que o bispo deve ser marido de uma só mulher. Uma mulher não pode qualificar-se para esta posição em virtude de ser mulher. Se alguém gosta ou não é irrelevante para o fato de que isso é o que a Bíblia ensina. 

Pr. Aldenir Araújo

A fé de Abraão - Parte 1



A fé de Abraão - Parte 1Texto: Romanos 4:20

(Romanos 4:20) contudo, à vista da promessa de Deus, não vacilou por incredulidade, antes foi fortalecido na fé, dando glória a Deus


Introdução:  

Não há dúvida de que Abraão é um personagem bíblico muito importante. A Bíblia nos diz muito sobre ele e nós queremos dar uma olhada mais de perto neste grande homem de fé. Sabemos que Abraão ocupa um lugar de particular importância, com todo o povo judeu. Eles se identificam com ele, como o pai de sua nação, e isso é verdade. Mas ele também ocupa um lugar importante com todos os que colocaram sua fé no Senhor Jesus Cristo.
(Romanos 4:16) Porquanto procede da fé o ser herdeiro, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós.
Veremos que Abraão não é apenas o pai da nação judaica, mas também o pai de todos os que têm fé em Deus. Hoje à noite nós queremos olhar especificamente a forma como a Bíblia associa Abraão com a fé.


I. Ele é o primeiro a ser associado com a fé

 

A. Eu não estou dizendo que ele foi o primeiro homem a exercer fé em Deus...

B. Mas ele é o primeiro revelado nas Escrituras associado com a fé em Deus.


1. (Gênesis 15:6) “E creu Abrão no Senhor, e o Senhor imputou-lhe isto como justiça”.
C. Nota concernente a este versículo:


1. Este versículo não sugere que Abraão era um homem justo.


2. O que este versículo diz é que Deus contou a fé de Abraão nEle como justiça.


3. Isto fala diretamente com a questão da justiça que é pela fé.


4. E isso é de extrema importância... especialmente à luz das multidões de pessoas que ensinam que os crentes do Antigo Testamento foram salvos por suas obras!


5. A salvação é e sempre foi "Pela graça, mediante a fé...”!

 

II. Ele é a chave para compreender a justificação.

 

A. Paulo nos ensina sobre esta importante doutrina.
 
1. Justificação é um termo legal que fala de nossa posição diante de Deus.


2. Nós não temos nenhuma posição com base em quem somos ou no que temos feito.


3. A única base para nossa justificação é a nossa fé no que Deus fez por nós através de Seu Filho, Jesus. (Romanos 4:1-5) Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, ao que trabalha não se lhe conta a recompensa como dádiva, mas sim como dívida; porém ao que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é contada como justiça.


B. Se não compreendermos essa verdade... existem consequências eternas.

 
1. Não há várias maneiras de uma pessoa ser justificada ou ter uma posição correta diante de Deus.


2. Há apenas um caminho... o caminho pelo qual Abraão foi justificado... o caminho para ser justificado é exercer fé no sangue derramado de Jesus Cristo. (Romanos 3:24) sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.


3. No entanto, se uma pessoa acredita que pode ser justificada diante de Deus por aquilo que "ela" fez ou fizeram... eles serão rejeitados por Deus! (Mateus 7:21-23 ) Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.


C. Observe a repreensão de Paulo aos crentes da Galácia.

 
1. Os judaizantes tinham entrado na doutrina da Igreja, mas, apesar de terem crido em Cristo...


2. Eles ainda tinham que guardar a lei judaica!


3. Paulo esclareceu isso para eles... e para nós hoje à noite!


4. Leia: Gálatas 3:1-11 


III. Ele é uma ilustração maravilhosa de viver pela fé

 

A. Hebreus 11 é chamado de o capítulo da "fé".

B. Ele começa com a fé de Abel no verso 4 e termina com os santos anônimos que foram martirizados por sua fé no verso 40.


C. O capítulo mostra como os servos de Deus alcançaram bom testemunho e agradaram a Deus pela fé.


D. Mais de um terço destes versos aborda a fé de Abraão.


E. Nas próximas semanas, vamos considerar o seu exemplo de vida pela fé. 


IV. Abraão é a figura central na explicação da fé e obras.

 

A. Tem havido um debate travado há séculos sobre a relação entre fé e obras.

B. Nós já vimos que Paulo usou Abraão como exemplo ao explicar a justificação pela fé sem as obras da justiça.


C. Agora, existem sempre dois lados do espectro.


1. Alguns têm oscilado o pêndulo para o extremo...


2. Estes são os defensores da "crença fácil"


3. Ainda que a salvação é pela graça por meio da fé, uma fé que é real é também uma fé que vai acompanhar a salvação genuína com obras. (Efésios 2:10) Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.


4. Assim, um cristão "não faz nada" não é realmente um cristão em absoluto! (Tiago 2:21-22 ) Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque? Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.


5. A lição que Abraão nos ensina aqui é que a fé que salva é sempre a fé que é acompanhada por obras!


6. A fé que é real é sempre a fé que vai mudar a maneira como um homem vive!


Conclusão: Somos ordenados a viver pela fé! É vital para nós entendermos o pai da fé... Abraão. Podemos aprender a base para nossa justificação, podemos aprender o lado prático de andar pela fé, e aprendemos a conexão entre nossa fé e nossas obras. Tentar entender a fé sem procurar entender a fé de Abraão é infrutífero.
Como está nossa fé hoje à noite? É real? É à base da nossa caminhada do dia a dia? Os outros conhecem a nossa fé? Vamos determinar serem pessoas de fé para a glória de Deus.


Pr. Aldenir Araújo

Fonte - http://www.opregadorfiel.com.br/2014/06/

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