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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

60 Fatos Bíblicos Concernentes ao Sétimo Dia

No livro “Sunday’s Coming! Eye-opening Evidence That These Are The Very Last Days” de G. Edward Reid, encontrei a partir da página 237 um  trecho sob o título “Cem Fatos Bíblicos Sobre a Questão do Sábado.”  De acordo com Reid ele os extraiu de um folheto publicado pela Review and Herald Publishing Association perto do ano 1885. Como achei interessante e útil decidí traduzi-los e coloca-los a seguir:

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1.      Depois de trabalhar os primeiros seis dias da semana criando esta terra, o grande Deus descansou no sétimo dia. (Gênesis 2:1-3)

2.      Isto selou aquele dia como o dia de descanso de Deus, ou o dia de sábado, e dia de sábado significa dia de descanso. Para ilustrar: Quando uma pessoa nasce em um determinado dia, esse dia se torna o dia de seu nascimento (aniversário). Então, quando Deus descansou no sétimo dia, aquele dia se tornou Seu descanso, ou o dia de sábado.

3.      Desta forma o sétimo dia deve sempre ser o dia de sábado de Deus. Você pode mudar o dia de seu aniversário do dia no qual você nasceu? Não. Nem você pode mudar o dia de descanso de Deus para um dia no qual Ele não descansou. Desta forma, o sétimo dia ainda permanece como o dia de sábado de Deus.

4.      O Criador abençoou o sétimo dia. (Gênesis 2:3)

5.      Ele santificou o sétimo dia. (Êxodo 20:11)

6.      Ele criou o dia de sábado no Jardim do Éden. (Gênesis 2:1 a 3)

7.      O sábado foi criado antes da queda; desta forma ele não é um símbolo; porque símbolos não foram introduzidos antes da queda do homem.

8.      Jesus disse que o sábado foi feito por causa do homem (Marcos 2:27); ou seja, para a raça humana, como a palavra homem é ilimitada; desta forma abrange tanto Gentios como Judeus.

9.      O sábado é um memorial da criação. (Êxodo 20:11; 31:17) Toda vez que descansamos no sétimo dia, como Deus fez na criação, comemoramos aquele grande evento.

10.   O sábado foi dado a Adão, o cabeça da raça humana. (Marcos 2:27; Gênesis 2:1 a 3)

11.   Desta forma, através dele, como nosso representante, para todas as nações. (Atos 17:26)

12.   Não é uma instituição Judaica; porquê o sábado foi criado 2.300 anos antes de existir um Judeu.

13.   A Bíblia nunca o chamou de sábado Judeu; mas sempre, “o sábado do Senhor teu Deus.” Os homens deviam ser cautelosos na maneira em estigmatizarem o santo dia de descanso de Deus.

14.   Referências evidentes são feitas ao sábado através de toda era patriarcal. (Gênesis 2:1 a 3; 8:10, 12; 29:27, 28, etc.)

15.   Era parte da lei de Deus antes do Sinai. (Êxodo 16:4, 27 a 29)

16.   Então Deus o colocou no coração de Sua lei moral. (Êxodo 20:1 a 17) Por que Deus o colocaria na lei se o sábado não fosse como os outros nove mandamentos, os quais todos admitem que são imutáveis?

17.   O sétimo dia, o sábado, foi ordenado pela voz do Deus vivo. (Deuteronômio 4:12 e 13)

18.   Então Ele escreveu o mandamento com Seu próprio dedo. (Êxodo 31:18)

19.   Ele o gravou na dura pedra, indicando sua natureza imutável. (Deuteronômio 5:22)

20.   Foi sagradamente preservado na arca no lugar santíssimo do tabernáculo. (Deuteronômio 10:1 a 5)

21.   Deus proibiu o trabalho no sábado, mesmo nos tempos maior necessidade. (Êxodo 34:21)

22.   Deus destruiu os Israelitas no deserto porque eles profanaram o sábado. (Ezequiel 20:12 e 13)

23.   É o sinal do Deus verdadeiro, através do qual nós podemos diferenciá-lo de outros deuses. (Ezequiel 20:20)

24.   Deus prometeu que Jerusalém permaneceria para sempre se os Judeus observassem o sábado. (Jeremias 17:24 e 25)

25.   Os Judeus foram levados cativos para Babilônia por quebrarem o mandamento do sábado. (Neemias 13:18)

26.   Ele destruiu Jerusalém por terem violado o mandamento do sábado. (Jeremias 17:27)

27.   Deus pronunciou uma benção especial para todos os Gentios que observassem o dia de sábado. (Isaías 56:6 e 7)

28.   Isto está na profecia que se refere a toda dispensação Cristã. (Veja Isaías 56.)

29.   Deus prometeu abençoar a todo homem que observar o dia de sábado. (Isaías 56:2)

30.   O Senhor requer de nós que chamemos o sábado de “deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrar...” (Isaías 58:13) Cuidado, todos aqueles que se deleitam em chamar o Sábado de “o velho sábado Judaico”, “julgo da escravidão”, etc.

31.   Depois do santo sábado ter sido pisado por “muitas gerações,” ele seria restaurado nos últimos dias. (Isaías 58: 12 e 13)

32.   Todos os santos profetas guardavam o sétimo dia.

33.   Quando o Filho do Homem veio, Ele guardou o sétimo dia toda Sua vida. (Lucas 4:16; João 15:10) Desta forma Ele seguiu o exemplo de Seu Pai na criação. Nós não estaríamos seguros em seguirmos o exemplo de ambos, o Pai e o Filho?

34.   O sétimo dia é o dia do Senhor. (Veja Apocalipse 1:10; Marcos 2:28; Isaías 58:13; Êxodo 20:10.)

35.   Jesus era o Senhor do sábado (Marcos 2:28); ele o amava e o protegia, da mesma maneira que o esposo protege a esposa.

36.   Jesus vindicou o sábado como, uma instituição misericordiosa, instituída para o bem do homem. (Marcos 2:23 a 28)

37.   Em lugar de abolir o sábado, Jesus cuidadosamente ensinou como deveria ser observado. (Mateus 12:1 a 13)

38.   Jesus ensinou Seus discípulos que Eles não deveriam fazer nada no sábado mas apenas o que era lícito. (Mateus 12:12)

39.   Jesus instruiu Seus apóstolos que o sábado deveria ser observado com muita oração, mesmo 40 anos após a Sua ressurreição. (Mateus 24:20)

40.   As santas mulheres que tinham estado com Jesus, cuidadosamente observaram o sábado depois de Sua morte. (Lucas 23:56)

41.   Trinta anos depois da ressurreição de Cristo, o Espírito Santo expressamente o chamou de “o dia de sábado.” (Atos 13:14)

42.   Paulo, o apóstolo dos Gentios, o chamou de “o dia de sábado” em 45 A.D. (Atos 13:27) Será que Paulo não sabia? Ou será que, acreditamos nos mestres  modernos que afirmam que o sábado cessou na ressurreição de Cristo?

43.   Lucas, o inspirado historiador Cristão, escrevendo depois de 62 A.D., o chama “dia de sábado.” (Atos 13:44)

44.   Os Gentios conversos o chamam de sábado. (Atos 13:42)

45.   No grande concílio Cristão, em 52 A.D., na presença dos apóstolos e milhares de discípulos, Tiago o chama de “o dia de sábado.” (Atos 15:21)

46.   Era costume ter encontros de oração naquele dia. (Atos 16:13)

47.   Paulo lia as Escrituras em reuniões públicas no dia de sábado. (Atos 17: 2 e 3)

48.   Era costume de Paulo pregar no dia de sábado. (Atos 17:2)

49.   Só no livro de Atos está registrado 84 reuniões no dia de sábado. (Veja Atos 13:14, 44; 16:13; 17:2; 18:4 e 11.)

50.   Nunca houve nenhuma disputa entre os Cristãos e os Judeus com respeito ao dia de sábado. Isto é prova de que os Cristãos continuaram observando o mesmo dia que os Judeus observavam.

51.   Em todas suas acusações contra Paulo, eles nunca o acusaram de não observar o dia de sábado. Por que não o acusaram? Porque Paulo guardava o dia de sábado.

52.   Mas o próprio Paulo expressamente declara que ele tinha guardado toda a lei. “Nenhum pecado cometi contra a lei dos Judeus, nem contra o templo, nem contra César.” (Atos 25:8) Como isto poderia ser verdade se ele não guardasse o dia de sábado?

53.   O sábado é mencionado no Novo Testamento 59 vezes, e sempre com respeito, usando o mesmo título que tinha no Velho Testamento, “o dia de sábado”.

54.   Nenhuma palavra é dita em qualquer parte do Novo Testamento sobre o sábado sendo abolido, liberado, mudado, ou qualquer coisa do gênero.

55.   Deus nunca deu permissão para qualquer homem trabalhar no dia de sábado. Com que autoridade, os homens utilizam o sétimo dia para um dia comum de trabalho?

56.   Nenhum Cristão do Novo Testamento, antes ou depois da ressurreição, realizou qualquer trabalho ordinário no sétimo dia. Ache um caso, e nós mudaremos nossa opinião. Por que deveriam os Cristãos modernos serem diferentes dos Cristãos da Bíblia?

57.   Não existe registro de que Deus tenha removido Sua bênção ou santificação do sétimo dia.

58.   Da mesma forma que o sábado foi observado no Éden antes da queda, assim também o sábado será observado eternamente na nova terra depois da restauração. (Isaías 66:22 e 23)

59.   O sétimo dia, o sábado, foi uma parte importante da lei de Deus, pois ele foi pronunciado pela própria boca de Deus, e foi escrito pelo próprio dedo de Deus sobre a tábuas de pedra no Monte Sinai. (Veja Êxodo 20.) Quando Jesus iniciou o Seu trabalho, Ele expressamente declarou que não tinha vindo para destruir a lei. “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas”.(Mateus 5:17)

60.   Jesus severamente condenou os Fariseus e hipócritas que pretendiam amar a Deus, enquanto ao mesmo tempo eles tornavam nulo um dos dez mandamentos por sua tradição. A guarda do domingo é somente tradição.


Nós apresentamos 60 fatos Bíblicos evidentes, concernentes ao sétimo dia. O que você fará com eles?


Do livro - CHEGOU A HORA

domingo, 1 de janeiro de 2017

Organização e Desenvolvimento


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Organização e Desenvolvimento

Faz já quarenta anos que foi introduzida a organização entre nós, como um povo. Fiz parte daqueles que tiveram experiência ao estabelecê-la desde o princípio. Conheço as dificuldades que tiveram de ser enfrentadas, os males que ela se destina a corrigir, e tenho notado sua influência em relação com o crescimento da causa. Na fase inicial da obra, Deus nos deu luz especial sobre este ponto, e esta luz, juntamente com as lições que a experiência nos ensinou, deveria ser tida em cuidadosa consideração.
Desde o início, nossa obra teve caráter empreendedor. Reduzido era o nosso número, e em sua maior parte procedente das classes pobres. Nossas idéias eram quase desconhecidas do mundo. Não tínhamos casas de culto, possuíamos poucas publicações, e reduzidíssimos recursos para levar avante a nossa obra. As ovelhas estavam esparsas pelas estradas e caminhos, nas cidades, aldeias e matas. Os mandamentos de Deus e a fé de Jesus eram a nossa mensagem.
Unidade de Fé e de Doutrina
Meu esposo, juntamente com os Pastores José Bates, Stephen Pierce, Hiram Edson, e outros que eram fervorosos, nobres e fiéis, estava entre os que, depois da passagem do tempo em 1844, buscaram a verdade como a um tesouro escondido.
Reuníamo-nos sentindo angústia de alma, a fim de orar para que fôssemos um na fé e doutrina; pois sabíamos que Cristo não está dividido. Cada vez tomávamos um ponto para assunto de nossa pesquisa. Abriam-se as Escrituras com sentimento de temor. Jejuávamos freqüentemente, a fim de pôr-nos em melhor disposição para compreender a verdade.

Se depois de fervorosa oração, não compreendíamos algum ponto, o discutíamos, e cada qual exprimia livremente sua opinião. De novo então nos curvávamos em oração, e ardentes súplicas ascendiam ao Céu para que Deus nos ajudasse a ver de uma mesma maneira, para que fôssemos um, como Cristo e o Pai são um. Muitas lágrimas eram derramadas.
Assim passávamos muitas horas. Algumas vezes passávamos a noite toda em solene busca das Escrituras, para compreender a verdade para o nosso tempo. Em algumas ocasiões o Espírito de Deus descia sobre mim, e porções difíceis eram esclarecidas pelo modo indicado por Deus, e havia então perfeita harmonia. Éramos todos de um mesmo pensamento e espírito.
Procurávamos muito ansiosamente que as Escrituras não fossem torcidas para adaptarem-se às opiniões de qualquer pessoa. Procurávamos fazer com que nossas divergências de opiniões fossem tão pequenas quanto possível, não insistindo nós sobre pontos que eram de menos importância, a respeito dos quais havia opiniões divergentes. A preocupação de toda alma, porém, era promover entre os irmãos uma condição que correspondesse à oração de Cristo para que Seus discípulos pudessem ser um, assim como o são Ele e o Pai.
Algumas vezes um ou dois irmãos obstinadamente se punham à opinião apresentada, e agiam de acordo com os sentimentos naturais do coração; quando, porém, essa disposição aparecia, suspendíamos nossas pesquisas e adiávamos a reunião, para que cada um tivesse a oportunidade de buscar a Deus em oração, e sem consulta com outrem estudasse o ponto de divergência, rogando luz do Céu. Com expressões de amizade nos despedíamos, para de novo reunirmo-nos tão breve quanto possível, para mais pesquisas. Por vezes o poder de Deus descia sobre nós de uma maneira assinalada, e, quando a clara luz revelava os pontos da verdade, chorávamos e
regozijávamo-nos juntamente. Amávamos a Jesus, e amávamo-nos uns aos outros.
O nosso número aumentava gradualmente. A semente lançada era regada por Deus, que a fazia crescer. A princípio reuníamo-nos para o culto e apresentávamos a verdade àqueles que vinham para ouvir, em casas particulares, em celeiros, bosques e edifícios escolares; não demorou muito tempo, porém, e pudemos construir humildes casas de oração. 

A Adoção da Ordem Eclesiástica
Aumentando o nosso número, tornou-se evidente que sem alguma forma de organização, haveria grande confusão, e a obra não seria levada avante com êxito. A organização era indispensável para prover a manutenção dos pastores, para levar a obra a novos campos, para proteger dos membros indignos tanto as igrejas como os pastores, para a conservação das propriedades da igreja, para a publicação da verdade pela imprensa, e para muitos outros fins.
Havia, no entanto, entre nosso povo um forte sentimento contrário à organização. Os adventistas do primeiro dia opunham-se à organização, e a maior parte dos adventistas do sétimo dia entretinham as mesmas idéias. Buscamos o Senhor em oração fervorosa para que pudéssemos compreender Sua vontade; e Seu Espírito nos iluminou, mostrando-nos que deveria haver ordem e perfeita disciplina na igreja, e era essencial a organização. Método e ordem manifestam-se em todas as obras de Deus, em todo o Universo. A ordem é a lei do Céu, e deveria ser a lei do povo de Deus sobre a Terra.
Tivemos uma árdua luta para estabelecer a organização. Apesar de o Senhor dar testemunho após testemunho a esse respeito, a oposição era forte, e teve de ser enfrentada repetidas vezes.

Sabíamos, porém, que o Senhor Deus de Israel nos estava dirigindo e guiando pela Sua providência. Empenhamo-nos na obra da organização, e uma evidente prosperidade acompanhou esse movimento progressista.
Como o desenvolvimento da obra nos impelisse a novos empreendimentos, dispusemo-nos a começá-los. O Senhor nos dirigiu o espírito para a importância da obra educativa. Vimos a necessidade de escolas, para que nossos filhos pudessem receber instrução isenta dos erros da falsa filosofia, e sua educação estivesse em harmonia com os princípios da Palavra de Deus. A necessidade de instituições de saúde fora-nos encarecida, para auxílio e instrução de nosso próprio povo, e como meio de beneficiar e esclarecer a outros. Este empreendimento foi também levado avante. Tudo isto era obra missionária da mais elevada espécie. 

Os Resultados do Esforço Conjunto
Nossa obra não era mantida por grandes donativos ou legados; pois poucos homens abastados tínhamos entre nós. Qual é o segredo de nossa prosperidade? Temo-nos movido sob as ordens do Príncipe de nossa salvação. Deus nos tem abençoado os esforços unidos. A verdade tem-se espalhado e florescido. Têm-se multiplicado as instituições. A semente de mostarda cresceu até tornar-se uma grande árvore. O sistema da organização alcançou êxito grandioso. Foi adotada a contribuição sistemática segundo o plano bíblico. O corpo foi "ligado pelo auxílio de todas as juntas". Efés. 4:16. Na medida do avanço feito, ficou provado ser eficiente o nosso sistema de organização.
Ninguém acaricie o pensamento de que podemos dispensar a organização. A construção dessa estrutura custou-nos muito estudo e orações, em que rogávamos, sabedoria e as quais sabemos que Deus ouviu. Foi edificada sob Sua

orientação, por meio de muito sacrifício e contrariedades. Nenhum de nossos irmãos esteja tão iludido que tente derribá-la, pois acarretaria assim um estado de coisas que nem é possível imaginar. Em nome do Senhor declaro-vos que ela há de ser firmemente estabelecida, robustecida e consolidada.
ocante à verdade bíblica, sem atender à opinião de seus irmãos, e justifica seu procedimento alegando que tem o direito de pensar livremente, impondo suas idéias então aos outros, como poderá cumprir a oração de Cristo? E se outro e outro ainda se levantam, cada qual afirmando seu direito de crer e falar o que lhe aprouver, sem atentar para a fé comum, onde estará aquela concórdia que existia entre Cristo e Seu Pai, e para cuja existência, entre Seus irmãos, Cristo orou?
Ao mando de Deus: "Ide", avançamos, quando as dificuldades a serem superadas faziam com que o avanço parecesse impossível. Sabemos quanto custou no passado executar os planos de Deus, que fizeram de nós o povo que somos. Portanto, cada um tenha o máximo cuidado para não conturbar a mente no tocante a estas coisas que Deus ordenou para a nossa prosperidade e êxito no progresso de Sua causa.
Os anjos trabalham harmoniosamente. Perfeita ordem caracteriza todos os seus movimentos. Quanto mais aproximadamente imitarmos a harmonia e ordem dos anjos, tanto maior êxito terão os esforços desses agentes celestiais em nosso favor. Se não virmos necessidade de ação harmônica, e formos desordenados, indisciplinados e desorganizados em nossa maneira de agir, os anjos que são perfeitamente organizados e se movem em perfeita ordem, não poderão com êxito trabalhar por nós. Afastar-se-ão pesarosos, pois não estão autorizados a abençoar a confusão, distração e desorganização. Todos os que desejarem a cooperação dos mensageiros celestiais, devem trabalhar em harmonia com eles. Os que receberam a unção do Céu, em todos os seus esforços incentivarão a ordem, a disciplina e unidade de ação, e então os anjos de Deus poderão cooperar com eles. Mas nunca, jamais esses mensageiros celestes sancionarão a irregularidade, a desorganização e a desordem. Todos estes males são o resultado dos esforços de Satanás para enfraquecer-nos as forças, destruir-nos a coragem e evitar a ação bem-sucedida.

Satanás bem sabe que o sucesso apenas pode acompanhar a ação ordenada e harmoniosa. Bem sabe que tudo que se relaciona com o Céu se acha em perfeita ordem, e sujeição e disciplina perfeita caracterizam os movimentos dos anjos. Ele estuda e faz esforços para levar os cristãos professos o mais longe possível da disposição ordenada por Deus; portanto, engana até o povo professo de Deus, e faz-lhes crer que a ordem e a disciplina são inimigas da espiritualidade; que a única segurança para eles consiste em seguir cada qual seu rumo e de maneira especial permanecer separado das corporações de cristãos que andam unidos, e trabalham para estabelecer a disciplina e harmonia de ação. Todos os esforços feitos para se estabelecer a ordem são considerados perigosos, tidos como uma restrição da legítima liberdade e, por isso, são temidos como se fossem um arremedo do papado. Estas dedicadas almas consideram virtude o jactar-se de sua liberdade de pensar e agir independentemente. Não atendem a nenhum parecer de outrem. Não se deixam ensinar por quem quer que seja. Foi-me mostrado que a obra especial de Satanás é introduzir os homens a crer que Deus lhes ordena agirem por si mesmos, e escolherem seu caminho, independentemente de seus irmãos. 

Responsabilidade Individual e Unidade Cristã
Deus está guiando um povo do mundo para a exaltada plataforma da verdade eterna - os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Disciplinará e habilitará Seu povo. Eles não estarão em divergência, um crendo uma coisa e outro tendo fé e opiniões inteiramente opostas, e movendo-se cada qual independentemente do conjunto. Pela diversidade dos dons e governos que Ele pôs em Sua igreja, todos alcançarão a unidade da fé. 
 Se alguém forma seu

Posto que tenhamos uma obra individual, e individual responsabilidade perante Deus, não devemos seguir nosso próprio critério independentemente, sem tomar em consideração as opiniões e sentimentos de nossos irmãos; pois tal proceder acarretaria a desordem na igreja. É dever dos pastores respeitarem o discernimento de seus irmãos; mas suas relações mútuas, assim como as doutrinas que ensinam, deveriam ser submetidas à prova da lei e do testemunho; se, então, os corações forem dóceis, não haverá divisão entre nós. Alguns se inclinam a ser desordenados, e apartam-se dos grandes marcos da fé; mas Deus está atuando em Seus pastores para que sejam um na doutrina e no espírito.
É necessário que nossa unidade hoje seja de caráter tal que resista à prova. ... Temos muitas lições para aprender e muitíssimas para desaprender. Tão-somente Deus e o Céu são infalíveis. Quem acha que nunca terá de abandonar uma opinião formada, e nunca terá ocasião de mudar de critério, será decepcionado. Enquanto nos apegarmos obstinadamente às nossas próprias idéias e opiniões, não poderemos ter a unidade pela qual Cristo orou.
Quando um irmão recebe nova luz sobre as Escrituras, deve expor francamente sua maneira de entender, e todo pastor

deve pesquisar as Escrituras com espírito de singeleza, a fim de ver se os pontos apresentados podem ser confirmados pela palavra inspirada. "E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade." II Tim. 2:24 e 25.
Que Coisas Deus Tem Feito!
Passando em revista a nossa história, percorrendo todos os passos de nosso progresso até ao estado atual, posso dizer: "Louvado seja Deus!" Quando vejo o que Deus tem executado, encho-me de admiração por Cristo, e de confiança nEle como dirigente. Nada temos a recear no futuro, a não ser que nos esqueçamos do caminho pelo qual Deus nos tem conduzido.
Somos agora um povo forte, se pomos nossa confiança no Senhor, pois estamos a tratar com as poderosas verdades da Palavra de Deus. Tudo temos que agradecer. Se andamos na luz, como resplandece ela sobre nós, procedente dos vivos oráculos divinos, teremos grandes responsabilidades, correspondentes à grande luz a nós conferida por Deus. Temos muitos deveres a cumprir, porque fomos feitos depositários da verdade sagrada, a ser dada ao mundo em toda a sua beleza e glória. Somos devedores a Deus por todas as regalias que Ele nos confiou para embelezarmos a verdade com a santidade de nosso caráter, e comunicarmos a mensagem de exortação, consolo, esperança e amor, àqueles que estão nas trevas do erro e pecado.
Graças a Deus pelo que já tem sido feito no sentido de prover aos nossos jovens recursos para a educação religiosa e intelectual. Muitos têm sido instruídos para desempenhar uma parte nos vários ramos da obra, não somente
na América do Norte mas nos campos estrangeiros. O prelo tem fornecido a literatura que difunde extensamente o conhecimento da verdade. Todos os donativos que, quais regatos, têm avolumado ao afluxo das contribuições, devem ser para nós justo motivo de gratidão a Deus.
Temos hoje um exército de jovens que, se for convenientemente dirigido e animado, muito poderá fazer. Necessitamos de que nossos filhos creiam a verdade. Desejamos que sejam abençoados por Deus. Queremos que desempenhem uma parte em bem organizados planos para auxiliarem outros jovens. Sejam eles de tal maneira preparados que possam corretamente representar a verdade, dando a razão da esperança que neles há, e honrando a Deus em qualquer ramo da obra para que estiverem habilitados! ...
Como discípulos de Cristo, temos o dever de difundir a luz que sabemos faltar ao mundo. Que o povo de Deus "enriqueça em boas obras, reparta de boa mente, e seja comunicável; que entesoure para si mesmo um bom fundamento para o futuro, para que possa alcançar a vida eterna". I Tim. 6:18 e 19.

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