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sábado, 5 de dezembro de 2020

ESTRELA DE NATAL,,, Aparecerá dia 21 dezembro 2020 ?

ESTRELA DE NATAL 

Do blog --- https://megaphoneadv.blogspot.com/2020/1

Um fenômeno que não acontece há 800 anos irá se repetir no dia 21 de dezembro de 2020 – Júpiter e Saturno se alinharão no céu e chegarão o mais próximo já visto um do outro. A formação criará um ponto de luz radiante que é conhecido como “estrela de Belém” ou “estrela do Natal”.

De acordo com o astrônomo Patrick Hartigan, pesquisador da Rice University, em entrevista a Forbes, o alinhamentos dos dois planetas é extremamente raro. “Ocorre uma vez a cada 20 anos ou mais, mas essa conjunção é excepcionalmente rara por causa de quão próximos os planetas parecerão estar um do outro”, disse.”Você teria que voltar até pouco antes do amanhecer de 4 de março de 1226 para ver um alinhamento visível desse no céu noturno”, completou.

De acordo com Patrick, Júpiter e Saturno vão chegar tão perto que os observadores da Terra podem achar que os dois irão colidir. O evento leva o nome de “A Grande Conjunção” e nessas circunstâncias só foi documentado durante a Idade Média. Apesar de estarem a unidades astronômicas de distância um do outro, os dois planetas parecerão ter apenas metade de uma lua os separando.

Os planetas estarão mais próximos no dia 21 de dezembro, mas a “Estrela do Natal” será visível de qualquer lugar da Terra por cerca de uma hora após o pôr do sol no hemisfério norte durante toda a quarta semana de dezembro.

Se você estiver observando com um telescópio, também poderá ver as maiores luas de Júpiter e Saturno orbitando-os naquela semana. A próxima chance só será em 15 de março de 2080, portanto não deixe de dar uma espiada na janela e mostrar a raridade para os pequenos! (UOL)

Há inúmeras especulações quanto ao que seria a “estrela de Belém” descrita na Bíblia em ligação com o nascimento de Cristo. A explicação para o fenômeno temos no magnífico comentário, inspirado, do Novo Testamento. Ellen G. White, em O Desejado de Todas as Nações, no capítulo 6, "Vimos a Sua Estrela", pp. 33 a 38 e A Verdade Sobre os Anjos, p. 161, faz o relato do que aconteceu naqueles dias. Vejamos alguns trechos: 
 
"Tendo nascido Jesus em Belém de Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está Aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a Sua estrela no Oriente, e viemos a adorá-Lo” (Mateus 2:1, 2).

Os magos do Oriente eram filósofos. Faziam parte de uma grande e influente classe que incluía homens de nobre nascimento, bem como muitos dos ricos e sábios de sua nação. Entre estes se achavam muitos que abusavam da credulidade do povo. Outros eram homens justos, que estudavam as indicações da Providência na natureza, sendo honrados por sua integridade e sabedoria. Desses eram os magos que foram em busca de Jesus.

Pelas Escrituras hebraicas, os magos tinham aprendido acerca da Estrela que deveria surgir de Jacó, e com ardente desejo esperavam a vinda dAquele que seria não somente a "Consolação de Israel" (Lucas 2:25), mas uma "luz para alumiar as nações" (Lucas 2:32), e "salvação até aos confins da Terra" (Atos 13:47).

Os sábios haviam estudado as profecias e sabiam que se achava às portas o tempo em que Cristo deveria vir. Achavam-se ansiosamente aguardando por algum notável sinal deste grande evento, para que pudessem encontrar-se entre os primeiros a dar as boas-vindas ao Rei celestial e adorá-Lo.

Estes sábios haviam contemplado os céus iluminados com a luz que irradiara dos mensageiros celestiais que anunciaram o nascimento de Cristo aos pastores de Israel. Depois que a multidão angélica retornara ao Céu, uma brilhante estrela aparecera. A aparência incomum da grande e luminosa estrela, que nunca antes haviam observado, pendente no Céu como que significando um sinal, atraiu a atenção dos magos, e o Espírito de Deus moveu-os a saírem à procura dAquele que viera do Céu para visitar o mundo caído. 
 
"Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino" (Mateus 2:9).

Não era uma estrela fixa, nem um planeta, e o fenômeno despertou o mais vivo interesse. Aquela estrela era um longínquo grupo de anjos resplandecentes, mas isso os sábios ignoravam. Tiveram, todavia, a impressão de que aquela estrela tinha para eles significado especial. Consultaram sacerdotes e filósofos, e examinaram os rolos dos antigos registros. A profecia de Balaão declarara:
 
“Uma Estrela procederá de Jacó e um cetro subirá de Israel" (Números 24:17).
 
Teria acaso sido enviada essa singular estrela como precursora do Prometido? Os magos acolheram com agrado a luz da verdade enviada pelo Céu; agora era sobre eles derramada em mais luminosos raios. Foram instruídos em sonhos a ir em busca do recém-nascido Príncipe.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

ESPÍRITO DE COMPETIÇÃO

Do Blog - https://megaphoneadv.blogspot.com/2020/12


Quando ouvimos a palavra “competição”, muitas vezes pensamos nas modalidades esportivas disputadas em ginásios ou estádios. Embora esse seja o exemplo mais comum, devemos dar um passo atrás para visualizar o quadro mais amplo. Ao fazer isso, não estamos sozinhos.


Ellen White abordou a questão da rivalidade nas quadras e campos. No contexto das corridas de bicicleta que invadiram a cidade de Battle Creek, Michigan (EUA), em sua época, ela comentou que havia um espírito de discórdia e disputa tal qual nos jogos com bola. Para ela, essa rivalidade era “uma ofensa a Deus” (Carta 23b, 1894).

No entanto, Ellen White escreveu com mais frequência a respeito de competição no contexto mais amplo da vida, indo muito além dos jogos esportivos. Várias vezes ela descreveu a competição como a luta humana pela supremacia e usou as palavras “concorrência” e “rivalidade” de maneira indissociável.

EXEMPLOS BÍBLICOS
Frequentemente a pioneira adventista citava as Escrituras quando falava sobre competição. Ela declarou que o desejo de exaltação própria de Lúcifer (Is 14:12) havia gerado conflito no Céu (O Desejado de Todas as Nações, p. 435). E observou que o espírito de rivalidade entre Jacó e Esaú (Gn 25:29-34; 27) resultou em engano e nos posteriores desentendimentos entre as irmãs Lia e Raquel, trazendo amargura para o lar de Jacó (Patriarcas e Profetas, p. 189 e 190).

A mensageira do Senhor também escreveu que Salomão se iludiu com a ideia de que era a imponência dos edifícios que dignificava “a obra de Deus”. Segundo ela, o rei de Israel quis seguir os padrões da época dele e competir com outras nações (Review and Herald, 18 de janeiro de 1906).

Cristo também enfrentou o espírito de rivalidade entre Seus discípulos, quando discutiram sobre quem seria o maior (Mt 18). O Mestre Se esforçou para mostrar para eles que a lógica da supremacia era comum nas sociedades daquele tempo, mas que o reino de Deus é diferente (Mc 10:35-45), pois se pauta pela disposição para o serviço (O Desejado de Todas as Nações, p. 432).

Em outro lugar, Ellen White fez referência à metáfora de Paulo, que comparou as corridas do 1º século com a vida cristã (1Co 9:24-27). O apóstolo apelou para que seus leitores seguissem o exemplo de compromisso e disciplina dos competidores, mas ressaltou que, na “corrida celestial”, a conquista de um não prejudica a dos outros; todos podem ganhar. É verdade também que há uma competição cósmica, na qual todos desempenhamos uma parte; porém, nossa luta não é contra outros seres humanos (Ef 6:12), e sim contra forças espirituais. Não é sem razão que uma das estratégias de Satanás no grande conflito entre o bem e o mal é “alimentar o espírito de rivalidade” (Review and Herald, 6 de agosto de 1901).

PERIGO NA ORGANIZAÇÃO ADVENTISTA
Ellen White abordou a competição e a rivalidade em vários contextos. Quando alguns membros de igreja começaram um hospital em Boulder, no Colorado (EUA), para competir com uma instituição que já estava estabelecida ali, ela declarou que aquelas pessoas estavam “fazendo a obra de Satanás” (Carta 262, 1907). 
 
Em outra ocasião, a pioneira disse que estava “doente, aflita e decepcionada” porque duas editoras estavam competindo entre seus periódicos e sobre quem publicava mais ilustrações em seus materiais (Manuscrito 2, 1902). Em seu livro Medicina e Salvação, Ellen White advertiu que as instituições da igreja não deveriam competir com instituições não denominacionais, fosse em “tamanho ou suntuosidade” (p. 158). 
 
RELACIONAMENTOS
Não era apenas a rivalidade institucional que a preocupava, mas a competição entre as pessoas. Para ela, conforme afirmou numa reunião em Oakland, na Califórnia (EUA), não deveria existir nenhuma “partícula de rivalidade” entre os funcionários da igreja (Carta 53, 1887).
 
Membros em geral também foram orientados pela profetisa nessa direção. Alguns adventistas estavam sendo muito competitivos nos negócios, mostrando interesse apenas no lucro e desonrando o testemunho que se espera do “povo peculiarmente leal a Deus” (Manuscrito 41, 1901). No âmbito familiar, ela também tinha suas preocupações: “O pecado de muitos pais é competir nas questões de vestuário e ostentação com seus vizinhos e membros da igreja” (Manuscrito 12, 1898). 
 
Segundo Ellen White, cultivar o espírito de competição resulta em desunião, conflito, desconfiança e ciúme. Na visão dela, a rivalidade era a maior fraqueza das igrejas (Carta 136, 1900), pois afetava a espiritualidade e o testemunho de todos aqueles que se envolviam com esse sentimento (Manuscrito 139, 1899; Testemunhos Para a Igreja, v. 7, p. 173). 
 
Tragicamente, quando há rivalidade, o Espírito Santo Se entristece, os anjos ministradores são afastados e o propósito de Deus é frustrado (Review and Herald, 6 de agosto de 1901). Por outro lado, a unidade desencadearia as bênçãos divinas (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 175). 
 
O MELHOR JEITO DE VIVER
Ainda que Ellen White tenha tratado dos riscos do espírito competitivo, sua ênfase estava na solução desse traço da natureza humana pecaminosa. Por isso, ela escreveu mais a respeito de cooperação, unidade e espírito de serviço altruísta do que sobre rivalidade (The Publishing Ministry, p. 158). 
 
De acordo com a profetisa, quando a primazia do eu é sublimada pela exaltação de Cristo, o ser humano transformado se esforça não para ganhar dos outros, mas para viver em harmonia com o próximo (Carta 152, 1899). 
 
O oposto ao espírito de competição é encontrado nos atributos do espírito de Cristo: humildade, graça e amor. O reino Dele é estabelecido por meio dessas armas (O Desejado de Todas as Nações, p. 439). Com Deus no centro, não há rivalidade, mas cooperação mútua (Carta 176, 1901).

John Wesley Taylor (via Revista Adventista)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Biden não é a vontade de Deus para os EUA, mas o que os americanos podem esperar se distanciando de Deus e da Bíblia?

Julio Severo

do Blog - http://juliosevero.blogspot.com/2020/11

Joe Biden foi uma escolha fácil para ativistas do aborto, do feminismo, do satanismo, do homossexualismo e do marxismo.


Donald Trump, embora não seja um exemplo de virtude moral, foi a única escolha para os evangélicos brancos, que votaram nele — alguns preocupados com ele usando seu governo para legalizar o homossexualismo no mundo inteiro. Outros evangélicos, muito preocupados com isso, preferiram não votar nem nele nem no ultra-esquerdista Biden.

Se Deus pudesse escolher um homem para dirigir a nação americana, nem Trump, e muito menos Biden, entrariam na lista.

Promover o aborto, o divórcio, o islamismo, o feminismo, o satanismo, o marxismo e o homossexualismo é a agenda de Satanás. Essa é a agenda de Biden.

Legalizar o homossexualismo no mundo inteiro, apoiar o divórcio e favorecer o islamismo sunita da Arábia Saudita também é a agenda de Satanás. Essa é a agenda de Trump.

Pelo fato de que o povo americano está hoje, de forma geral, muito longe da Bíblia, nenhum homem ideal pôde ser escolhido.

Com Biden, os EUA recebem, por sua própria escolha, um grande castigo e juízo de Deus. Com Trump, talvez um adiamento.

Biden e Trump também refletem o estado do Cristianismo nos EUA.

Biden é católico ultra-esquerdista. Mas nem de longe ele é uma ovelha negra no Catolicismo. A Igreja Católica dos EUA defende o esquerdismo. A maioria dos bispos católicos americanos são militantes esquerdistas.

Para piorar, os imigrantes da América Latina são majoritariamente católicos. Essa população de imigrantes incha os números católicos dos EUA, mas pouco ajuda o conservadorismo necessário para sustentar as bases da nação americana. A América Latina católica é berço da Teologia da Libertação, e quase todos os católicos latino-americanos carregam a influência dessa teologia marxista.

Trump nasceu em lar presbiteriano e passou boa parte de sua vida com seu nome em manchetes de escândalos sexuais em Nova Iorque. Seu cristianismo era raso e nominal. Embora ele seja muito mais aberto aos evangélicos do que Biden, sua abertura é limitada e uma verdadeira conversão a Cristo ainda não aconteceu. Por exemplo, ele não permite que os evangélicos citem versículos bíblicos contra o homossexualismo dentro da Casa Branca.

O que os apoiadores evangélicos de Trump fazem? Fecham a boca porque sabem que não há outra opção. Por sua vez, Trump pode dizer a eles que se eles não gostam de sua postura pró-homossexualismo, eles podem escolher Biden — que, é claro, eles nunca farão.

Se o povo americano hoje fosse um povo que amasse a Bíblia, a Casa Branca teria um homem que condenaria sem a menor dificuldade o aborto, o homossexualismo e o islamismo da Arábia Saudita, e faria tudo para deter esses males. Mas a Casa Branca não tem tal homem.

Com os EUA cada vez mais distantes de Deus e da Bíblia, se torna cada vez mais impossível ter esperança de que um dia tal homem ocupe a Casa Branca. Só pela misericórdia de Deus.

Os evangélicos americanos que amam a Deus fizeram e estão fazendo um trabalho incrível de oração e jejum por sua nação. Acabei de assistir a um vídeo de Lance Wallnau explicando como Deus alcançou Trump e quer usar a América. Se Deus agir favoravelmente, vai ser por amor a esse povo que o ama, não por uma nação e seus líderes políticos que blasfemam o nome de Deus por ideologia ou por péssimo testemunho cristão.

Versão em inglês deste artigo: Biden is not God’s will for the United States, but what can Americans expect by distancing themselves from God and the Bible?

Fonte: www.juliosevero.com 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

POR TRÁS DAS MÁSCARAS O MISTÉRIO: A ENIGMÁTICA INDÚSTRIA DA PANDEMIA DO VÍRUS COMUNISTA CHINÊS INVESTE PESADO. POR QUE SERÁ?

Por acaso acabei encontrando a foto acima no site The Times of Israel ilustrando uma matéria sobre o lançamento dessa máscara que promete bloquear 99,25% o contágio com vírus comunista chinês. Se cientistas estão se preocupando em aperfeiçoar máscaras, e isto envolve vultosos investimentos, chega-se a inelutável conclusão que essa peste foi lançada ao mundo para permanecer muito mais tempo que se imagina. Combina-se com o cabuloso e misterioso projeto denominado The Great Reset do Fórum Econômico Mundial que no seu texto de apresentação afirma que a pandemia do comunavírus abre uma janela de oportunidades para mudar o mundo, conforme postagem que escrevi aqui no blog e que pode ser acessada clicando AQUI.

Se cientistas estão pesquisando máscaras tidas como eficientes para evitar contágio viral tem de pesquisar quem está financiando. Aliás, tem de saber também quem está financiando o desenvolvimento de uma série de aparelhos de alta tecnologia que medem a temperatura das pessoas à distância, já em uso principalmente em shoppings e lojas de departamento. Se essas tecnologias já estão disponíveis é porque começaram a ser desenvolvidas muito antes da Organização Mundial da Saúde revelar ao mundo a pandemia. Como também é surpreendente a disponibilidade de toneladas de álcool gel e máscaras faciais que já estavam à disposição em farmácias e supermercados quando o lockdown obrigou as pessoas do mundo inteiro a permanecerem em casa. Aliás, revelei também aqui neste blog que em outubro do ano passado ocorreu em New York o tal "Evento 201" destinado a traçar diretrizes para o combate de pandemias globais! Pôxa! Que gente clarividente!!!

Voltando às máscaras que é o foco central desta postagem verifica-se que se cientistas estão em busca de máscara mais complexa para diminuir de fato o contágio do comunavírus é porque as máscaras atuais são ineficientes. Mas a obsessão dos tiranetes de plantão em obrigar o uso dessas máscaras estaria indo além do aspecto sanitário, ou seja, criar uma forma de repressão e tolher na marra a liberdade dos cidadãos. 

Este é portanto o foco desta postagem. E para tanto passo a transcrever como segue um texto muito bom postado pelo excelente site Mídia Sem Máscara. Trata-se de artigo de Scott Morefield publicado no conhecido site norte-americano Townhall com tradução para o português pelo site Mídia Sem Máscara. Transcrevo. Vale a pena ler:

A IMPOSIÇÃO DAS MÁSCARAS

E A "GRANDE MENTIRA"

A técnica de propaganda da “Grande Mentira”, expressão cunhada por Adolf Hitler, consiste em contar uma mentira colossal que as pessoas simplesmente não acreditariam que o emissor “teria o atrevimento de distorcer a verdade de forma tão infame”. Você sem dúvida já viu a adaptação mais famosa disso, que pode, ou não, ter sido dita por Joseph Goebbels, ex-ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels. Segue:


“Se você contar uma mentira grande o suficiente e continuar repetindo-a, as pessoas acabarão acreditando. A mentira só pode ser mantida enquanto o Estado puder proteger o povo das consequências políticas, econômicas e/ou militares da mentira. Assim, torna-se de vital importância para o Estado usar todo o seu puder para reprimir a dissidência, pois a verdade é o inimigo mortal da mentira e, portanto, por extensão, a verdade é o maior inimigo do Estado. ”


Hoje, felizmente, não temos um “Estado” todo-poderoso, pelo menos ainda não, mas temos o que chamarei de ‘Sistema’, uma mistura tóxica dos soberanos lordes filantropistas da Big Tech, “funcionários públicos” sedentos de poder, oficiais da saúde que odeiam a liberdade, e corporações amedrontadas que são intimidadas a submeter-se e a obrigar os outros a se submeterem a esse absurdo todo. E esse ‘Sistema’, por assim dizer, trabalha duro para reprimir a dissidência, a fim de reforçar sua própria (e nova) “Grande Mentira”: a de que “as máscaras são eficazes contra a disseminação do COVID-19.”


Alma alguma poderia prever tal coisa oito meses atrás, quando a ciência estabelecida riu da idéia de que um pedaço de pano no rosto poderia de algum modo diminuir a disseminação de um vírus nas vias respiratórias altamente contagioso. Todo mundo está ciente das extremas inversões de posicionamento de nossos lordes soberanos, do dia para a noite, quanto a imposição forçada do uso de máscaras sobre a população.


“Não há por que para andar por aí com uma máscara quando se está no meio de um surto”, disse o Dr. Anthony Fauci (foto) em março. “Usar uma máscara pode fazer as pessoas se sentirem um pouco melhor e pode até bloquear uma gota, mas não fornece a proteção perfeita que as pessoas pensam. E freqüentemente, existem consequências não intencionais; as pessoas ficam brincando com a máscara e continuam tocando o rosto. ”


É óbvio que o bom médico voltou atrás quanto a esse conselho, atribuindo-o, aparentemente, a uma escassez nacional de tecido capaz de ser tornar tapa-rosto, ou algo assim. Mas que parte de seu raciocínio inicial estava incorreto? Os cientistas nada sabiam sobre “gotas” em março? Aparentemente sim, pois Fauci abordou a questão em sua declaração. As “consequências não intencionais” que ele listou sumiram de repente assim que o uso de máscara para “impedir a propagação” tornou-se, literalmente, um culto religioso? As pessoas pararam de mexer nas máscaras e de tocar o rosto? Claro que não. Dada a quantidade de “manipulação” quase ininterrupta que vejo apenas em minhas próprias observações, é difícil imaginar qualquer ganho real na redução da tsmissão de gotículas não sendo mais do que compensada pela disseminação bacteriana e viral em superfícies.ran

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PANDEMIA SEM FIM ???

Com tantos lugares onde o uso e a aceitação das máscaras foi muito alto entrando agora em lockdown, não surpreende a ninguém que as declarações de meses atrás de nossos senhores soberanos – de que com mais de 80% da população usando máscaras a “pandemia” chegaria ao fim, ou seria drasticamente reduzida – estão caindo agora no total esquecimento?


Lembre-se de quando a Vanity Fair publicou, em maio, sobre um “convincente novo estudo” cujos autores alegaram ter fornecido “novas evidências para uma solução simples para nos ajudar a sair desse bloqueio apavorante”. Qual era a “solução”? “Se 80% dos americanos usassem máscaras, as infecções por COVID-19 despencariam.” Olha, o uso da máscara vai bem, está bem acima de 80%. Na verdade, dos estados que multam estabelecimentos pelo não uso das máscaras em suas dependências, chegam-me as informações de que o uso das máscaras está bem pertinho dos 100%. No entanto, com exceção de alguns poucos estados da região de New England que o vírus ainda não atingiu, os estados com um alto uso das máscaras não estão realmente indo nada melhor do que aqueles com baixo uso, e, em muitos casos, estão bem piores.


Da Itália à França, da República Tcheca ao Reino Unido, passando pelos estados dos EUA que amam máscaras e lockdowns, como Illinois, Nova Jersey, Wisconsin, Michigan e Califórnia, o vírus se espalha como um incêndio, por mais que os humanos transformem a si próprios e suas sociedades em biscoitos fritos tentando evitar tal coisa. Os dados estão bem diante dos olhos de qualquer um que se preocupe em vê-los, como aponta Tom Woods, do Mises Institute, neste vídeo poderoso que o YouTube se sentiu obrigado a excluir (como você sabe, para proteger a Grande Mentira).


A Califórnia, que impôs máscaras em todo o estado por meses, decidiu lidar com um pico de casos em novembro estendendo seu mandato de máscaras, apesar do fato de que nada, zero, na ciência, diz que o vírus se espalha no ar em qualquer extensão significativa. Os decretos das máscaras, não importa quão estritamente impostos e cumpridos, quase sempre são seguidos por tremendos picos de casos de Covid-19. E ainda assim, a resposta dos poderosos é sempre, sempre, SEMPRE, MAIS MÁSCARAS! Ah, e eles prosseguem com o lockdown, embora sem admitir que a idéia de mascarar todo mundo falhou completamente na contenção do vírus. Caso contrário, por que eles precisariam dos lockdowns? Sim, essa é apenas mais uma daquelas perguntas difíceis, e apenas uma Grande Mentira poderia começar a respondê-la.


Claro, quando os números de casos caem, e eles vão cair, independentemente de quão alta ou baixa seja a “adesão” às máscaras em uma determinada área, porque isso também é o que os vírus fazem quando uma certa soroprevalência é alcançada (sim, há problemas com os testes de PCR, mas o limiar de imunidade de rebanho certamente parece mais alto do que muitos de nós pensamos inicialmente). E aí então as máscaras receberão o “crédito” nas áreas onde foram muito usadas, e os lugares onde isso não aconteceu, mas os casos também caíram, serão ignorados.

Quer tenham boas intenções ou apenas queiram nos transformar em ovelhas sem rosto, capazes de obedecer até os comandos mais absurdos e destrutivos, a verdade é que é preciso uma mentira do tamanho do Monte Everest para sustentar continuamente um absurdo como esse e manter o povo acreditando nisso, apesar do que todos nós estamos vendo diante de nossos olhos. Para isso, precisam de uma “Grande Mentira”.

 

Publicado no Townhall.
Tradução: Editoria MSM

CRISE HUMANITÁRIA

 do site / - /  https://megaphoneadv.blogspot.com/2020/12

CRISE HUMANITÁRIA

A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que, em 2021, a crise humanitária no planeta terá um agravamento sem precedentes, atingindo um número recorde de 235 milhões de pessoas, o que exigirá um esforço inédito na história da organização.

A operação de resgate vai precisar de US$ 35 bilhões para sair ao socorro de um verdadeiro exército de famintos, destituídos e abandonados em locais como Síria, Venezuela, Paquistão, Haiti, Afeganistão, Iêmen, Colômbia, Ucrânia e outros países.

Se projeções do FMI, Banco Mundial e de outras instituições apontam para o início da recuperação da economia mundial em 2021, a ONU relembra que a crise de 2020 terá seu impacto prolongado entre os grupos mais vulneráveis e populações que já viviam em uma situação delicada.

Os dados apontam que o número de pessoas afetadas por crises humanitárias é 40% superior aos dados de 2020. O total é quase três vezes maior que em 2015. No total, 56 países precisarão de ajuda internacional, inclusive o Brasil, para lidar com os venezuelanos na região norte do país.

“Se todos aqueles que precisarem de ajuda humanitária no próximo ano vivessem num país, seria a quinta maior nação do mundo, com uma população de 235 milhões de habitantes”, diz a ONU, que espera implementar uma operação para alimentar e dar abrigo para 160 milhões de pessoas em 2021.

O provável cenário será decorrente da pandemia que já matou milhares de pessoas ao redor do planeta. Outra preocupação extra diz respeito à imunização em escala global. De acordo com a ONU, há um risco real de que a vacina contra o novo coronavírus chegue apenas para uma parcela rica do planeta e que milhões de pessoas ainda tenham de esperar meses ou anos para serem imunizados.
  
Convivendo com a crise
Tempos críticos não são “privilégios” desta geração. A história da humanidade está pontilhada de momentos conturbados e angustiantes, sobretudo na trajetória da igreja. Jesus, que enfrentou as crises mais difíceis, foi quem previu que, neste mundo, teríamos aflições (Jo 16:33). Os heróis da fé tiveram que aprender a lidar com as intempéries da vida. Paulo, por exemplo, declarou: “Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4:11-13, NVI).

As crises também fizeram parte da rotina dos pioneiros do adventismo. Numa época em que os pastores tinham que dividir o tempo entre a pregação do evangelho e o trabalho duro no campo, Tiago e Ellen White, como outros pioneiros, lutaram contra a pobreza, as terríveis privações, enfermidades e a perda de entes queridos. A situação financeira do casal era tão precária que, certa vez, ao remendar o casaco já remendado do esposo, Ellen afirmou que era difícil identificar o pano original das mangas (Vida e Ensinos, p. 116). Diante das dificuldades, ela chegou a questionar se Deus os havia abandonado, mas acabou concluindo que “os sofrimentos e as provações nos aproximam de Jesus” (Idem, p. 115).

Atitude certa
Sem dúvida, a melhor solução para enfrentar as crises da vida é apegar-se a Deus. Como mostram Lothar C. Hoch e Susana M. Rocca no livro Sofrimento, resiliência e fé: implicações para as relações de cuidado, a psicologia tem comprovado que a fé tem um papel fundamental na superação de dificuldades e experiências traumáticas.

No entanto, em meio ao turbilhão de uma crise, é normal que as pessoas tenham atitudes diferentes em relação à religião ou à espiritualidade. Há aqueles que, nos momentos de dificuldade, simplesmente abandonam a fé. Permitem que o desemprego, as contas atrasadas, a ameaça de despejo, as doenças ou os conflitos familiares os desanimem e os afastem de Deus e da igreja. As preocupações são tantas que a leitura da Bíblia e a oração são deixadas em segundo plano, quando não totalmente esquecidas.

No outro extremo, a segunda atitude é a daqueles que, quanto mais sofrem, mais se aproximam de Deus e das coisas espirituais. A pessoa que assume essa postura entende que sua única esperança está além deste mundo e que orações mais fervorosas, mais estudo da Bíblia e mais frequência à igreja poderão trazer bons resultados, seja na solução dos problemas ou em obter a força necessária para suportá-los.

A terceira atitude frente a momentos de crise é aquela em que a pessoa não abandona completamente a fé nem recorre a ela com maior intensidade, mas acaba adotando um comportamento intermediário, semelhante à mornidão da igreja de Laodiceia (Ap 3:14-18). Quem está nessa condição tem a consciência de que não pode viver sem Deus e sem a comunhão da igreja, por isso segue com suas práticas religiosas, mas de maneira mecânica, com o brilho ofuscado pelo excesso de preocupações.

Qual desses é o seu perfil? Como você tem reagido às provações da vida? Qual é o efeito da crise sobre sua fé?

Tempo de oportunidades
Na Bíblia, a crise e o sofrimento são comparados ao fogo que purifica o metal precioso de nossa fé (1Pe 1:6, 7; 4:12, 13; Rm 5:3-5; Hb 11:35-38; Tg 1:12). Ellen White escreveu que “as provações da vida são obreiras de Deus para remover de nosso caráter impurezas e arestas.” Segundo ela, só as pedras que o Mestre considera preciosas são submetidas ao desgastante processo de lapidação e polimento, para servirem “como colunas de um palácio” (O Maior Discurso de Cristo, p. 23, 24).

Thomas DeWitt Talmage, um dos grandes pregadores do século 19, resumiu de forma poética o resultado da crise na vida dos personagens bíblicos: “Quando Davi andava em fuga pelo deserto, ele estava sendo preparado para se tornar o suave cantor de Israel. A cova e a masmorra foram as melhores escolas em que José foi diplomado. O furacão que desmantelou a tenda de Jó e matou seus filhos preparou o homem de Uz para […] o magnífico poema que tem sido o encanto de todas as épocas. Não existe outro meio de extrair da palha o trigo, senão trilhando-a. Não há outro meio de purificar o ouro senão queimando-o” (One Thousand Best Gems, p.83).

Por mais difíceis e traumáticas que sejam, as crises podem ser encaradas como ocasiões de oportunidade de aprender, crescer e se fortalecer. As crises não duram para sempre, mas os frutos de decisões tomadas em tempos difíceis podem ser eternos. É preciso lembrar que, comparados à eternidade, nossos sofrimentos nesta vida são “leves e momentâneos”. Por isso, devemos fixar os olhos “não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno” (2Co 4:17, 18, NVI).
 
Concluímos com este pensamento de Ellen G. White: "Nunca permitais que Satanás vos desanime. O Senhor sempre nos está adestrando por meio de dificuldades. Sede perseverantes na oração. Entregai tudo a Deus em oração — vossas preocupações financeiras, vossas decepções, vossas alegrias, vossos temores" (Este dia com Deus, p. 16).
 
[Com informações de UOL e Revista Adventista]

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

José, Maria e Jesus. Deus não facilitou para José. Mas Ele lhe deu sonhos que salvaram seu casamento

 Julio Severo

José, Maria e Jesus. Deus não facilitou para José. Mas Ele lhe deu sonhos que salvaram seu casamento

O jeito correto de as pessoas casarem é nenhum sexo e nenhuma gravidez antes do casamento. Mas isso não aconteceu no caso de José — não por causa de suas decisões ou impulsos sexuais. A culpa não estava nele.
Sua noiva lhe disse que estava grávida. E ela disse que Deus fez isso com ela.
Com o conhecimento que ele tinha da Bíblia, não havia absolutamente nenhum caso de Deus fazendo isso com nenhuma mulher na Bíblia. Se José discutisse isso com os teólogos, eles lhe garantiriam: “Não há apoio na Bíblia para uma gravidez feita por Deus. Isso vai contra a Bíblia!”
O senso de justiça humana diria a José: “Sua noiva traiu você! Ela poderia ter escolhido deixar você para ter sexo com outro homem, mas ela escolheu fazer isso enquanto estava em noivado oficial com você! Traição!”
Qualquer outro homem, com esse senso de justiça, a deixaria e asseguraria que todos ficassem sabendo acerca da infidelidade e traição dela. Afinal, de um jeito ou de outro ele também estava sendo humilhado pela “traição” dela.
No entanto, a justiça de José não estava baseada em sentimentos humanos. Estava baseada na Bíblia, num Deus justo e misericordioso.
“Seu marido José era um homem honrado e não queria envergonhá-la publicamente. Por isso, ele decidiu quebrar o acordo de casamento com ela secretamente.” (Mateus 1:19 GWV)
“José se sentiu envergonhado, mas como era de espírito nobre, resolveu tratar o assunto com discrição, de modo que Maria não passasse por humilhação pública.” (Mateus 1:19 A Mensagem)
“Pelo fato de que ele era bondoso, justo e honrado, José queria poupar Maria de vergonha. Ele não desejava causar a ela mais humilhação do que o necessário.” (Mateus 1:19 The Voice)
Na mente de José, havia um pecado: Maria grávida fora do casamento por outro homem. Era direito moral dele trazer vergonha a ela pelo que ela fez contra ele e seu casamento. Mas ele escolheu misericórdia numa situação envolvendo pecado.
Naquele tempo, as mulheres poderiam ser apedrejadas por sexo fora do casamento.
O que o fez mudar de ideia? Algum forte conselho teológico? Nenhum conselho desse tipo estaria disponível, pois todos os teólogos concordariam em que Deus não estava envolvido em tal gravidez.
“Enquanto pensava no que fazer, ele teve um sonho, e no sonho o anjo de Deus falou: ‘José, filho de Davi, não tenha medo de se casar. Maria está grávida pelo Espírito Santo.’” (Mateus 1: 20 A Mensagem)
Quando a Palavra de Deus e seus intérpretes oficiais (os teólogos) parecem não ter uma resposta para tais situações dramáticas, Deus fala — em sonhos, em visões e outros meios poderosos, até mesmo uma voz. E Deus falou com José.
José não entendia por que só sua noiva foi escolhida para ficar grávida fora do casamento pelo Espírito Santo. Obviamente, ninguém mais acreditaria nisso, talvez até mesmo com a assistência de um sonho.
É claro que os seguidores de Jesus acreditariam, pois eles tinham contato com o mesmo Espírito Santo que havia engravidado Maria. Eles tinham sonhos, visões e dons sobrenaturais do Espírito Santo. Quando os teólogos não conseguem explicar o que Deus faz, o Espírito Santo explica. E muitas vezes Ele não explica por que e como, mas só que foi Deus.
Deus poderia ter enviado seu anjo a José para dizer: “Depois de seu casamento com Maria, quero que você viva em abstinência por alguns meses, pois o Espírito Santo a engravidará.”
Evidentemente, Maria também precisaria de um sonho ou visão para confirmar tal declaração humanamente ridícula. Tal plano (uma gravidez divina após o casamento) pouparia Maria e José de humilhação pública e facilitaria muito a manutenção de sua reputação sexual e religiosa.
Entretanto, Deus escolheu não poupar a ela ou a ele. Agora, isso era só entre Deus e os dois. Ninguém mais entenderia. Até os teólogos de sua época não entenderiam, pois não havia absolutamente nenhum apoio da Bíblia para isso.
Deus não facilitou para José e Maria. Se Ele os deixasse escolher se eles queriam ou não uma gravidez vergonhosa fora do casamento, eles responderiam NÃO. Eles pediriam a Deus um jeito não vergonhoso.
Mas a escolha total era dEle, e a única resposta deles deveria ser: aceitar Suas intervenções sobrenaturais, inclusive visitações de anjos e sonhos.
Quando eles não entendiam, eles deixavam Deus falar. E Ele falava. E eles escutavam.
No entanto, não existem sonhos teológicos. Eles são de Deus, não da teologia. Mais tarde, depois do nascimento de Jesus, José teve um sonho que o orientou a fugir para o Egito. (Veja Mateus 2:13) Ele fugiu com Maria e o menino Jesus e salvou Sua vida. Mas se ele tivesse consultado a Bíblia por direção e conselho literal sobre fugir para o Egito, ele nunca faria isso. Por que? Porque há muitas passagens na Bíblia em que Deus ordena não fugir para o Egito.
Então, numa tentativa de conciliar seu sonho pessoal com a Bíblia, José nunca fugiria para o Egito. É claro que seu caso estava profeticamente na Bíblia, mas não há evidência de que naquele tempo José entendia isso.
José tinha e aceitava sonhos não para produzir novas doutrinas, mas para salvar primeiro seu casamento e mais tarde seu filho.
Sonhos não são para produzir novas doutrinas centrais, mas para guiar homens e mulheres que creem na Bíblia como salvar suas vidas, casamentos, empregos e outras pessoas.
Se José tivesse dependido exclusivamente do ensino literal da Bíblia, que estava em silêncio sobre seu caso particular, ou nos intérpretes oficiais (teólogos) da Bíblia, ele teria deixado Maria.
Mas um sonho mudou a vida dele. Um sonho salvou o casamento dele. Um sonho ajudou a salvar o bebê Jesus. A estratégia de Deus é muitas vezes confrontar os inimigos. Davi, com a assistência de Deus, fez isso com Golias. Em contraste, Deus quis que José fugisse para uma nação sobre a qual Ele havia muitas vezes dito a Israel: Não fujam para lá!
Sonhos fazem grandes milagres quando o indivíduo que os recebe tem sua mente e coração cheios da Palavra de Deus.
Se ele fosse um descrente não teológico, José diria: “Deus salvou meu casamento de um problema que Ele mesmo provocou!” Ele acrescentaria: “Em vez de provocar problemas, Deus deveria ter me dado casas e riquezas.”
Se ele fosse um descrente teológico (um cessacionista moderno), ele teria rejeitado sonhos, visões e Maria e sua gravidez pelo Espírito Santo. Se uma mulher dissesse para um cessacionista que ela recebeu a visita de um anjo, ele a mandaria a um psiquiatra. Graças a Deus, José não era cessacionista!
Evidentemente, José teria adorado se Deus tivesse lhe dito: “Eu lhe darei um grande emprego governamental!” Afinal, Deus é poderoso e pode dar bênçãos ponderosas.
E se Maria fosse uma mulher moderna e o anjo tivesse lhe dado uma oportunidade de escolher entre um emprego de salário alto e uma gravidez, ela escolheria a primeira opção e ela e José pulariam de alegria!
Entretanto, não havia dança no caso de José, que não entendia o que estava acontecendo. Ele amava a Palavra de Deus. E ele respeitava os mestres da Palavra (os teólogos judeus). Mas todos eles não eram suficientes para explicar os eventos estranhos em sua vida, principalmente a gravidez muito estranha de sua esposa. Para atravessar seus momentos difíceis, ele escolheu dar preeminência ao Deus da Palavra e Seus sonhos.
O Deus que ajudou José com um sonho prometeu ajudar pessoas em nossos últimos dias com os mesmos recursos sobrenaturais:
“Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos.” (Atos 2:17 King James Atualizada)
“‘Nos últimos dias’, Deus diz: ‘Vou derramar meu Espírito sobre todo tipo de gente — Seus filhos vão profetizar, e também suas filhas. Seus jovens terão visões, seus velhos terão sonhos.’” (Atos 2:17 A Mensagem)
Com tais recursos, o impossível se torna possível e um Deus profético, com seus planos proféticos, se disponibiliza para salvar sua vida e casamento.
Sem sonhos, teria sido impossível José casar com Maria.
A caminhada de fé dele com sonhos de Deus é um exemplo para todos os que amam Jesus.

sábado, 28 de novembro de 2020

SERPENTES

Do Blog, -  https://megaphoneadv.blogspot.com/2020/08

SERPENTES

"Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?" (Mateus 23:33)

Chamar alguém de “serpente”, especialmente de “cascavel” ou “jararaca”, é sempre uma ofensa. No entanto, mesmo as cascavéis podem nos ensinar uma interessante lição.

Ao lutarem entre si, evitam picar-se mutuamente, pois não são imunes ao seu veneno e podem morrer. Sua luta consiste em tentar empurrar a rival para trás, sobre si mesma. As duas adversárias se encaram de frente, erguendo um terço de seu corpo acima do chão, bamboleando e se entrelaçando, uma forçando a outra como num braço-de-ferro. A mais forte derruba a adversária e a imobiliza com o peso de seu corpo por alguns segundos, e então a perdedora vai embora, sem ter sido picada.

Até as cascavéis, portanto, têm o seu código de honra e evitam matar-se. O homem, porém, criado um pouco menor do que os anjos é capaz de assassinar o semelhante. Quando permite que a ira o domine, pode agredir alguém fisicamente ou com palavras que destilam peçonha mortal, tornando-se não apenas inferior aos anjos, mas também aos animais.

A Palavra de Deus compara alguns tipos humanos a animais. Cristo certa vez Se referiu a Herodes como sendo uma raposa (Lc 13:31, 32). Chamou os escribas e fariseus de “raça de víboras”, repetindo os termos de João Batista (Mt 3:7; 23:33). Em outra ocasião, disse aos discípulos que os estava enviando “como ovelhas para o meio de lobos”. E recomendou-lhes que fossem “prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16). O próprio Cristo é comparado a um cordeiro (Is 53:7), e também a um leão (Ap 5:5).

Ao proferir as bênçãos proféticas sobre seus filhos, Jacó disse que Dã seria uma “serpente junto ao caminho” (Gn 49:17), indicando que essa tribo seria traiçoeira e astuta.

Em nosso jornadear para o reino de Deus encontraremos serpentes à beira do caminho, que tentarão amedrontar-nos, desviar-nos, fazer-nos desistir ou ferir-nos traiçoeiramente. Essas serpentes, sejam elas heresias, más companhias, drogas ou mundanismo em todas as suas formas, são todas filhas da “antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap 12:9). É preciso ter cuidado, mas se formos picados, há um antídoto eficaz:

“Os que foram picados por aquela velha serpente, o diabo, são convidados a olhar e viver [...] Olhai tão-somente a Jesus como vossa justiça e sacrifício. Ao serdes justificados pela fé, a mortal picada da serpente será curada” (Ellen G. White - Filhos e Filhas de Deus, p. 222).

Rubem M. Scheffel (via Com a Eternidade no Coração)

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