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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Sinais de que Cristo Voltará em Breve

 Sinais de que Cristo Voltará em Breve

Ellen White 

A Grande Profecia de Nosso Senhor

Cristo preveniu Seus discípulos da destruição de Jerusalém e dos sinais que ocorreriam antes da vinda do Filho do homem. Todo o capítulo vinte e quatro de Mateus é uma profecia a respeito dos acontecimentos que precederão esse evento, e a destruição de Jerusalém é usada para representar a última grande destruição do mundo pelo fogo. Manuscrito 77, 1899.

Cristo, no Monte das Oliveiras, enumerou os juízos terríveis que deviam preceder Sua volta: "E ouvireis de guerras e de rumores de guerras." "Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores." Mat. 24:6 e 7. Se bem que essas profecias tivessem tido cumprimento parcial na destruição de Jerusalém, aplicam-se mais diretamente aos últimos dias. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 351.

 

Sinais nos Céus

Ao fim da grande perseguição papal, declarou Cristo, o Sol se escureceria, e a Lua não daria sua luz. Em seguida, cairiam as estrelas do céu. E Ele diz: "Aprendei pois esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que Ele está próximo às portas." Mat. 24:32 e 33.

Cristo deu sinais de Sua vinda. Declara que podemos conhecer quando Ele está perto, às portas. Ele diz daqueles que vêem estas coisas: "Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam." Estes sinais apareceram. Agora sabemos com certeza que a vinda do Senhor está às portas. O Desejado de Todas as Nações, pág. 632.

Sinais na Terra

Declara Jesus: "E haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e na Terra angústia das nações." Luc. 21:25; Mat. 24:29; Mar. 13:24-26; Apoc. 6:12-17. Os que contemplam estes prenúncios de Sua vinda, devem saber que "está próximo, às portas". Mat. 24:33. O Grande Conflito, págs. 37 e 38.

As nações estão agitadas. Tempos de perplexidade se acham diante de nós. O coração dos homens está desmaiando de terror das coisas que sobrevirão ao mundo. Mas os que crêem em Deus ouvirão Sua voz em meio à tormenta, dizendo: "Sou Eu. Não temais." The Signs of the Times, 9 de outubro de 1901.

 

Estranha e momentosa história está sendo registrada nos livros do Céu - eventos que, segundo foi declarado, precederiam de perto o grande dia de Deus. Tudo no mundo está em agitação. Manuscript Releases, vol. 3, pág. 313.

Falsos Profetas

Como um dos sinais da destruição de Jerusalém, Cristo havia dito: "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos." Mat. 24:11. Ergueram-se falsos profetas, enganando o povo, e levando grande número ao deserto. Mágicos e exorcistas, pretendendo miraculoso poder, arrastaram o povo após si, às solidões das montanhas. Mas esta profecia foi dada também para os últimos dias. Este sinal é o indício do segundo advento. O Desejado de Todas as Nações, pág. 631.

Encontraremos falsas pretensões; erguer-se-ão falsos profetas; haverá falsos sonhos e visões falsas; pregai, porém, a Palavra, não vos desvieis da voz de Deus em Sua Palavra. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 49.

Têm-me sido mostrados muitos que pretenderão ser especialmente ensinados por Deus, e tentarão levar outros, e por erradas idéias de dever empreenderão uma obra que Deus nunca pôs sobre eles. O resultado será confusão. Busque cada um a Deus com mais fervor por si mesmo, para que possa compreender individualmente Sua vontade. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 72.

 

Uma Experiência com um Falso Profeta

Ontem à noite um jovem, estranho a todos nós, mas alegando ser um irmão de Vitória [Austrália], veio visitar-nos e disse que queria ver a Irmã White. Era de noite, e eu recusei vê-lo. Nós o convidamos, porém, a permanecer conosco durante a noite, e a tomar o desjejum. Após o nosso costumeiro culto matinal, ao estarmos prestes a nos dirigir a nossas várias ocupações, esse jovem se levantou, e com um gesto autoritário pediu que nos sentássemos. Ele disse: "Vocês têm hinários? Cantaremos um hino e então lhes transmitirei uma mensagem." Declarei: "Se tem uma mensagem, transmita-a sem demora, pois estamos com muita pressa de remeter a correspondência para a América, e não temos tempo a perder." Ele começou então a ler alguma coisa que havia escrito, declarando, entre outras coisas, que agora começou o julgamento dos vivos. ...

Eu prestei atenção enquanto ele prosseguia, e disse finalmente: "Meu irmão, você não está em perfeitas condições mentais. Exponha claramente como a sua mensagem se refere a nós. Por favor, nos diga isso imediatamente. Seu espírito está muito tenso e você compreende mal o seu trabalho. Grande parte do que disse está de acordo com a Bíblia e cremos em cada uma dessas palavras. Mas você se acha extremamente agitado. Por favor, declare o que tem para nós!"

Bom, ele disse que devíamos encaixotar as coisas e mudar-nos imediatamente para Battle Creek. Perguntei por que razão, e ele respondeu: "Para transmitir esta mensagem de que começou o julgamento dos vivos." Repliquei: "A obra que o Senhor nos deu para fazer ainda não está terminada. Quando nossa obra aqui estiver concluída, teremos certeza de que o Senhor nos fará saber que chegou a ocasião de nos mudarmos para Battle Creek, em vez de mostrar-lhe qual é o nosso dever." ... Deixei que o irmão Starr continuasse a falar com ele, enquanto eu reassumia o meu trabalho de escrever.

Ele disse ao irmão Starr que quando a Irmã White lhe falou tão bondosamente, mas com tanta autoridade, começou a ver que cometera um erro, e que as impressões que o haviam incitado tão vigorosamente não eram coerentes ou razoáveis. Embora nossa família seja grande, compondo-se de dez membros, além de três visitantes, decidimos deixar que este jovem fique conosco durante algum tempo. Não podemos permitir que vá ter com pessoas que o tratem asperamente e o condenem, nem desejamos que repita suas "revelações". Queremos que permaneça por um pouco de tempo onde possamos comunicar-nos com ele e, se for possível, conduzi-lo a caminhos seguros. Carta 66, 1894.

Glutonaria e Intemperança

A glutonaria e a intemperança constituem o fundamento da grande depravação moral em nosso mundo. Satanás está ciente disso, e tenta constantemente a homens e mulheres para que condescendam com a gula à custa da saúde e mesmo da própria vida. Comer, beber e vestir-se tornam-se o alvo da vida para o mundo. Tal estado de coisas existia antes do dilúvio. E este estado de dissipação é uma das marcantes evidências da breve terminação da história terrestre. Carta 34, 1875.

O quadro que a Inspiração nos deu do mundo antediluviano representa mui verdadeiramente a condição a que rapidamente a sociedade moderna caminha. Patriarcas e Profetas, pág. 102.

 

Sabemos que o Senhor virá muito em breve. O mundo está rapidamente se tornando como era nos dias de Noé. Ele se acha entregue à condescendência egoísta. O comer e o beber são levados a excessos. Os homens estão tomando as nocivas bebidas alcoólicas que os deixam transtornados. Carta 308, 1907.

Atos de Violência

Nos dias de Noé a esmagadora maioria se opunha à verdade, e se apaixonara por um conjunto de falsidades. A Terra estava cheia de violência. A guerra, o crime e o homicídio eram a ordem do dia. Assim será também antes da segunda vinda de Cristo. The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.090.

As uniões trabalhistas rapidamente se agitam e apelam à violência se suas reivindicações não são atendidas. Mais e mais claro está se tornando que os habitantes do mundo não estão em harmonia com Deus. Nenhuma teoria científica pode explicar a firme marcha de obreiros iníquos sob o comando de Satanás. Em toda multidão, anjos ímpios estão em operação, instando homens a cometer atos de violência. ...

A perversidade e crueldade dos homens alcançarão tal atitude que Deus Se revelará em Sua majestade. Muito em breve a impiedade do mundo terá atingido seu limite e, como nos dias de Noé, Deus derramará os Seus juízos. Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), pág. 328.

Os terríveis relatos que ouvimos de homicídios e roubos, de acidentes ferroviários e atos de violência, declaram que o fim de todas as coisas está próximo. Agora, agora mesmo, precisamos estar nos preparando para a segunda vinda do Senhor. Carta 308, 1907.

 

Guerras e Desastres

Aproxima-se a tempestade, e precisamos aprontar-nos para sua fúria mediante arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo. O Senhor Se levantará para sacudir terrrivelmente a Terra. Veremos aflições por todos os lados. Milhares de navios serão arremessados para as profundezas do mar. Esquadras se submergirão, sendo sacrificados milhões de vidas humanas. Irromperão inesperadamente incêndios que nenhum esforço humano será capaz de extinguir. Os palácios da Terra serão varridos pela fúria das chamas. Tornar-se-ão mais e mais freqüentes os desastres de estrada de ferro; confusão, colisões e morte sem um momento de advertência ocorrerão nas grandes vias de comunicação. O fim está perto, a graça está a terminar. Oh! busquemos a Deus enquanto Se pode achar, invoquemo-Lo enquanto está perto! Mensagens aos Jovens, págs. 89 e 90.

Nas últimas cenas da história terrestre, grassará a guerra. Haverá epidemias, pragas e fomes. As águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas pelo fogo e por inundações. Deveríamos estar nos preparando para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam. Maranata (Meditações Matinais, 1977), pág. 172.

Grandes Bolas de Fogo

Na última sexta-feira, pela manhã, pouco antes de acordar, uma cena muito impressionante me foi apresentada. Parecia que eu havia acordado, mas não estava em meu lar. Das janelas eu podia avistar um terrível incêndio.

 

Grandes bolas de fogo caíam sobre as casas e dessas bolas voavam flechas incandescentes em todas as direções. Era impossível apagar os fogos que se acendiam, e muitos lugares estavam sendo destruídos. O terror do povo era indescritível. Depois de algum tempo, acordei e vi que estava em casa. Evangelismo, pág. 29.

Vi uma imensa bola de fogo cair no meio de algumas lindas habitações, destruindo-as imediatamente. Ouvi alguns dizerem: "Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo." Outros, com acento de voz agoniante, diziam: "Os senhores sabiam! Por que, então, não nos disseram? Nós não sabíamos." Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 296.

Terremotos e Inundações

O inimigo atuou no passado e ainda está atuando. Ele desceu com grande poder, e o Espírito de Deus está-Se retirando da Terra. Deus tem retirado Sua mão. Só temos de olhar para Johnstown [Pensilvânia]. Ele não impediu que o diabo acabasse com a existência de toda essa cidade. E essas mesmas coisas aumentarão até o fim da história terrestre. Sermons and Talks, vol. 1, pág. 109.

A crosta terrestre será dilacerada pelas explosões dos elementos ocultos nas entranhas da Terra. Estes elementos, uma vez desprendidos, arrebatarão os tesouros dos que durante anos têm aumentado sua fortuna pela aquisição de grandes posses a preços de fome dos que estão ao seu serviço. E o mundo religioso também será terrivelmente abalado, pois o fim de todas as coisas está às portas. Manuscript Releases, vol. 3, pág. 208.

Chegou agora o tempo em que num momento podemos estar em terra sólida, e no outro momento pode ela estar fugindo de debaixo de nossos pés. Haverá terremotos onde menos se espera. Testemunhos Para Ministros, pág. 421.

Em incêndios, em inundações, em terremotos, na fúria das grandes profundezas, nas calamidades por mar e terra, é transmitida a advertência de que o Espírito de Deus não agirá para sempre com os homens. Manuscript Releases, vol. 3, pág. 315.

Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na Natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas. The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 946.

Crimes, Fomes e Epidemias

Satanás está trabalhando na atmosfera; envenena-a, e aí dependemos de Deus quanto à vida - nossa vida presente e eterna. E estando na posição em que nos encontramos, importa estarmos inteiramente alerta, totalmente devotados, de todo convertidos e consagrados a Deus. Mas parece que nos achamos como paralisados. Deus do Céu, desperta-nos! Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 52.

Deus não tem impedido que os poderes das trevas levem avante sua ímpia obra de poluir o ar, uma das fontes de vida e nutrição, com um veneno fatal. Não somente é afetada a vida vegetal, mas o homem sofre de epidemias. ... Essas coisas são o resultado de gotas das taças da ira de Deus que estão sendo borrifadas sobre a Terra, e constituem apenas débeis representações do que acontecerá no futuro próximo. Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 391.

As fomes aumentarão. Epidemias arrebatarão milhares de vidas. Perigos provenientes dos poderes de fora e de atuações satânicas por dentro estão por toda parte ao nosso redor, mas o poder moderador de Deus está sendo exercido atualmente. Manuscript Releases, vol. 19, pág. 382.

Foi-me mostrado que o Espírito do Senhor está-Se retirando da Terra. O poder mantenedor de Deus logo será recusado a todos os que continuam desrespeitando os Seus mandamentos. Os relatos de transações fraudulentas, homicídios e crimes de toda a espécie chegam até nós diariamente. A iniqüidade está-se tornando uma coisa tão comum que não ofende mais as suscetibilidades como em tempos passados. Carta 258, 1907.

O Desígnio de Deus nas Calamidades

O que significam as horríveis calamidades no mar - embarcações arremessadas para a eternidade sem aviso prévio?

 

O que significam os acidentes na terra - fogo consumindo as riquezas que homens acumularam, em grande parte pela opressão dos pobres? O Senhor não intervirá para proteger a propriedade daqueles que transgridem Sua lei, violam Seu concerto e calcam aos pés o Seu sábado, aceitando em seu lugar um dia de descanso espúrio.

As pragas de Deus já estão caindo sobre a Terra, arrebatando os edifícios mais suntuosos como por um sopro de fogo do Céu. Esses juízos não farão com que os cristãos professos caiam em si? Deus permite que sobrevenham para que o mundo se acautele, para que os pecadores temam e tremam diante dEle. Manuscript Releases, vol. 3, pág. 311.

Deus tem um propósito ao permitir que ocorram essas calamidades. Elas constituem um de Seus meios para chamar homens e mulheres à razão. Mediante atuações incomuns pela Natureza, Deus expressará a instrumentalidades humanas em dúvida o que Ele revela claramente em Sua Palavra. Manuscript Releases, vol. 19, pág. 279.

Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da Natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo. Profetas e Reis, pág. 277.

 

Os Eventos Futuros Estão nas Mãos do Senhor

O mundo não está sem um governante. O programa dos sucessos futuros está nas mãos do Senhor. A Majestade do Céu tem sob Sua direção o destino das nações e os negócios de Sua igreja. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 352.

Essas representações simbólicas [as serpentes ardentes no deserto] têm dupla finalidade. O povo de Deus não somente aprende delas que as forças físicas da Terra estão sob o controle do Criador, mas também que os movimentos religiosos das nações se acham sob o Seu domínio. Isto é especialmente verdade no tocante à imposição da observância do domingo. Manuscript Releases, vol. 19, pág. 281.

Na grande obra de finalização nos defrontaremos com perplexidades que não saberemos contornar, mas não nos esqueçamos de que as três grandes potestades do Céu estão atuando, que a divina mão está posta ao leme, e Deus fará cumprir os Seus desígnios. Evangelismo, pág. 65.

Assim como aquela complicação de semelhanças de rodas se achava sob a direção da mão que havia sob as asas dos querubins, o complicado jogo dos sucessos humanos acha-se sob a direção divina. Por entre as contendas e tumultos das nações, Aquele que Se assenta acima dos querubins ainda dirige os negócios da Terra. (Ver Ezeq. 1:4 e 26; Ezeq. 10:8; Dan. 4:17, 25 e 32.) Educação, pág. 178.

Nos anais da história humana, o desenvolvimento das nações, o nascimento e queda dos impérios, aparecem como que dependendo da vontade e proeza do homem; a configuração dos acontecimentos parece determinada em grande medida pelo seu poder, ambição ou capricho. Mas na Palavra de Deus a cortina é afastada, e podemos ver acima, para trás e pelos lados as partidas e contrapartidas do interesse, poder e paixões humanos - as instrumentalidades do Todo-misericordioso - executando paciente e silenciosamente os conselhos de Sua própria vontade. Profetas e Reis, págs. 499 e 500.

A Consideração do Céu Pelas Questões da Terra

Poupando a vida do primeiro homicida, Deus apresentou diante de todo o Universo uma lição que dizia respeito ao grande conflito. ... Foi o Seu intuito não somente abater a rebelião, mas demonstrar a todo o Universo a natureza da mesma. ... Os santos habitantes de outros mundos estavam a observar com o mais profundo interesse os acontecimentos que se desenrolavam na Terra. ...

Deus tem consigo a simpatia e aprovação do Universo inteiro, enquanto passo a passo Seu grande plano avança para o completo cumprimento. Patriarcas e Profetas, págs. 78 e 79.

O ato de Cristo ao morrer pela salvação do homem, não somente tornaria o Céu acessível à humanidade, mas perante todo o Universo justificaria a Deus e Seu Filho, em Seu trato com a rebelião de Satanás. Patriarcas e Profetas, pág. 69.

Todo o Universo está observando com inexprimível interesse as cenas finais da grande controvérsia entre o bem e o mal. Profetas e Reis, pág. 148.


Livro Eventos Finais, Pgs 18 - 30

sábado, 2 de dezembro de 2023

Características gerais da adoração e culto que agradam a Deus

 

Características gerais da adoração e culto que agradam a Deus

Veja alguns princípios baseados na Bíblia que orientam o tipo de adoração e culto a Deus que se espera dos seres humanos.


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Teólogo enumera pelo menos onze aspectos que caracterizam o conceito de adoração e culto, especialmente a partir do texto bíblico tanto no Antigo quanto no Novo testamentos. (Foto: Shutterstock)

O que é adoração/culto? Uma das definições diz que “’é a resposta positiva, submissa, obediente e integral do homem redimido à iniciativa de Deus de revelar seus atributos e ações, sobretudo de criação, redenção e providência.”[1] A seguir, eu gostaria de compartilhar algumas características e implicações gerais da adoração/culto que agrada a Deus:

1. A adoração/culto que agrada a Deus é fundamentada somente na Escritura, não apenas em uma parte dela, mas em toda a Bíblia (Lucas 24:27). Como o princípio Sola Scriptura constitui a primeira crença adventista do sétimo dia[2], nosso modelo de adoração/culto deve ser autorizado pela Bíblia, pois “as Escrituras Sagradas são a revelação infalível, suprema e repleta de autoridade de Sua vontade... o padrão de caráter, a prova da experiência, o revelador definitivo de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na história (Salmo 119:105; Provérbios 30:5, 6; Isaías 8:20; João 17:17; 1 Tessalonicenses 2:13; 2 Timóteo 3:16, 17; Hebreus 4:12; 2 Pedro 1:20, 21).”[3]

Na adoração e “culto cristão, Deus é o centro, não o ser humano.”[4] Além de Deus ser o Autor da vida e da nossa salvação (Gênesis 2:7; João 1:1-3; 3:16), “num culto tudo vem de Deus”[5], inclusive “a iniciativa do culto pertence a Deus” (Mateus 18:20).[6]

O princípio da Sola Scriptura envolve a suficiência da Bíblia para nos conceder sabedoria para salvação (2Timóteo 3:15). Todas as doutrinas e experiências devem ser testadas pelas Escrituras (Isaías 8:20; João 17:17; 2Timóteo 3:16, 17; Hebreus 4:12).[7] Isso inclui adoração/culto. Sola Scriptura também envolve a primazia da Bíblia sobre as culturas e tradições humanas (Mateus 15:3, 6; Colossenses 2:8); a ciência humana (1Timóteo 6:20); as emoções e faculdades mentais humanas (Gênesis 3:1-6) e a natureza (Gênesis 3:17, 18).[8]

Canale lembra que “entre os diversos projetos teológicos produzidos pelas igrejas cristãs não há nenhum que se baseie totalmente nas Escrituras do Antigo e Novo Testamentos”.[9] As doutrinas “imortalidade da alma”, “santificação do domingo”, “predestinação”, “uma vez salvo para sempre salvo”, “dicotomia entre o Antigo e Novo Testamentos”, “antinomianismo”, “sofrimento eterno” demonstram como projetos teológicos evangélicos foram influenciados e secularizados pela filosofia e tradições. Logo, “não é seguro tomar emprestado estilos litúrgicos de denominações evangélicas sem nenhuma crítica”.[10]

Centralização no sacrifício de Cristo

2. A adoração/culto que agrada a Deus é centrada no Cordeiro provido por Deus, e em Seu único e todo suficiente sacrifício na cruz. Isaque perguntou a Abraão: “Meu pai!...Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto” (Gênesis 22:7, 8). Cristo, o Cordeiro de Deus está no centro da adoração e culto em toda Escritura (Isaías 53:7; João 1:29; 1 Coríntios 5:7; Apocalipse 13:8). “Não há salvação em nenhum outro” (Atos 4:12), pois “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras” (1 Coríntios 15:3).

O sacrifício único e todo-suficiente de Cristo na cruz é “o centro de nossa esperança. Nele nos cumpre fixar a nossa fé.”[11] Segundo as Escrituras o sacrifício de Cristo não pode ser repetido, reproduzido ou refeito (Hebreus 9:27, 28; 10:10). Após Sua morte, o Senhor “foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1Coríntios 15:4; Lucas 24:46; Romanos 4:25). E após “quarenta dias” subiu ao Céu e “assentou-se à destra de Deus” (Atos 1:3; Hebreus 10:12).

Ministério intercessório de Cristo

3. Na adoração/culto que agrada a Deus, o adorador segue Jesus, o Cordeiro ao Santuário Celestial. Nos dias finais da história, os verdadeiros adoradores se distinguem dos que seguem a besta (Apocalipse 13:3, 4), como “seguidores do Cordeiro por onde quer que vá” (Apocalipse 14:4, 12).

Isso implica seguir pela fé a Cristo, o Cordeiro de Deus não somente à cruz, mas também ao santuário celestial, onde o Senhor ressuscitado ministra por nós como sumo sacerdote (Hebreus 8:1-3; 7:20-28; 4:16), e juiz (Daniel 7:9-22; 8:13, 14; João 5:22, 23; 2 Coríntios 5:10; Hebreus 9:27, 28; Apocalipse 14:6, 7).[12]

4. Na adoração/culto que agrada a Deus o adorador compreende a expiação como um processo bíblico histórico sequencial. Ou seja, temos expiação prometida, expiação provida, expiação aplicada e expiação realizada. Na fase da expiação prometida, o pecador exercia fé no futuro sacrifício histórico de Cristo na cruz, simbolizado e tipificado pelo sacrifício dos cordeiros (Gênesis 22:7-13; João 8:56; Êxodo 29:38, 39). Já na fase da expiação provida, Jesus, o Cordeiro de Deus (João 1:29), de fato morreu na cruz garantindo o perfeito sacrifício expiatório (1 Coríntios 5:7; 1 Pedro 1:18, 19; 3:18).

Embora “a morte vicária e expiatória de Cristo seja o âmago dessa expiação; abrange também o ministério de nosso Senhor como nosso sumo sacerdote celestial.”[13] Como no serviço simbólico diário, sacerdotes entravam no santuário terrestre oferecendo o sangue de sacrifícios em favor dos pecadores penitentes (Levíticos 4:13-20). Na fase chamada expiação aplicadaCristo, o perfeito Sumo Sacerdote, entrou no santuário celestial para aplicar por Sua intercessão contínua os méritos do Seu perfeito sacrifício em favor do suplicante (Romanos 3:26; 4:25; 8:34; Hebreus 8:1-6; 9:1-6, 24; 1João 2:1).[14]

Finalmente, a fase da expiação realizada iniciou quando o Senhor Jesus Cristo passou ao lugar santíssimo do mesmo santuário em 1844.[15] Como juiz e sumo sacerdote, Ele realiza a purificação/eliminação legal dos registros dos pecados do Seu povo (Levíticos 16; 23:26-30; Daniel 7:9, 10; 8:13, 14; Hebreus 9:23; Apocalipse 11:19; 14:7).[16] Nesta fase, o Senhor ainda intercede pelas pessoas (Hebreus 9:7; 1 João 2:1), mas logo o processo finalizará. Cristo voltará como Rei dos reis em glória e majestade a esta terra, a fim de estarmos para sempre com o Senhor (Hebreus 9:27, 28; Apocalipse 22:11, 12; 14:14; 1Tessalonicenses 4:16-17). Amém!

Adoração em verdade

5. A adoração/culto que agrada a Deus deve ser em Espírito e em verdade (João 4:23, 24). O verdadeiro culto “é fruto da operação do Espírito Santo. É pelo Espírito que toda prece sincera é ditada, e tal prece é aceitável a Deus.”[17] O Espírito Santo é o “Espírito da verdade”, e ao rogarmos por Sua direção, Ele nos guiará em “toda verdade” bíblica (João 16:13), capacitando-nos a aceitar os “princípios divinos”.[18] A verdadeira adoração não é emocionalismo e fanatismo. Implica no culto racional, uma adoração/culto “espiritual e inteligente”.[19]

Por outro lado, a verdadeira adoração/culto não é racionalismo e frio formalismo, pois, pela atuação do Espírito Santo, a Palavra de Deus alcança e transforma o coração (Salmo 119:11; 2Timóteo 3;16, 17). “Se Satanás não consegue prender as almas no gelo da indiferença, ele procurará impeli-las para o fogo do fanatismo.”[20] Logo, o adorador que agrada a Deus não perguntará “com que tipo de estilo de adoração posso ser feliz”, mas sim, “que farei Senhor” para ser renovado, transformado e experimentar “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”? (Atos 22:10; Romanos 12:2).

Ordem e decência

6. Na adoração/culto que agrada a Deus “tudo” é feito “com ordem e decência” (1Coríntios 14:40). A recomendação do apóstolo implica que na Casa de Deus devem existir “regulamentos quanto ao tempo, lugar e maneira de adorar.”[21] Isto inclui vestuário e música adequada. Temos de cuidar para não imitar o estilo de adoração/culto de denominações evangélicas com suas ‘excitações’, ‘exorcismos’, ‘danças’, ‘improvisações’, narrações de ‘sonhos’ e ‘visões’, ‘expressões físicas e espirituais’.[22]

“Alguns dançavam para cima e para baixo, cantando: "Glória, glória, glória, glória, glória” ...Toda manifestação de fanatismo desvia a mente da evidência da verdade - a própria Palavra.”[23] Enquanto, “adventistas frequentemente copiam seus “estilos de adoração” das denominações protestantes”[24] temos de “decidir se deveríamos continuar a adotar cada novo “estilo” de liturgia criado pelos evangélicos ou se deveríamos, ao invés disto, alicerçar a nossa liturgia no pensamento escriturístico.”[25]

Papel do ensino

7. Na adoração/culto que agrada a Deus a pregação/ensino ocupa lugar central. A pregação/ensino ocupou lugar central na Igreja apostólica (Atos 2:14-41; 3:12-26; Romanos 10:14, 15; 1 Coríntios 1:21; 1 Timóteo 4:13; 2 Timóteo 4:2). No século XVI, os reformadores restabeleceram a “centralidade da Palavra e da pregação nos cultos públicos.”[26] Por exemplo: “a pregação de Lutero, expondo as plenas verdades da Palavra de Deus, e depois a própria Palavra, posta nas mãos do povo comum” resultou em “pessoas de todas as classes com a Bíblia nas mãos, defendendo as doutrinas da Reforma.”[27]

E quanto aos pioneiros adventistas? “A ênfase no estudo da Bíblia e das profecias causou forte impacto sobre os guardadores do sábado, e seu estilo de adoração...Em certo sentido equilibrava o lado intelectual e emocional da adoração.”[28]

E como proteger a Igreja do emocionalismo/fanatismo? Dando primazia à pregação/ensino da Palavra de Deus.[29] Verdadeiros pastores “satisfazem-se com a simplicidade nos cultos...volvem sua atenção principalmente para o estudo da Palavra” (Grifo nosso).[30]

Adoração comunitária

8. A adoração/culto que agrada a Deus é comunitária, presencial e participativa.

No deserto, Israel acampava-se em torno do tabernáculo da tenda da congregação (Números 2:1; Êxodo 40:2, 32). A Igreja apostólica se tornou um modelo bíblico de comunidade reunida para adorar a Deus (Atos 1:12-15; 5:12; 6:2; 12:12; 13:1-3; 1 Coríntios 1:2; 1Tessalonicenses 1:1). Os primeiros cristãos “estavam todos reunidos” quando receberam o Espírito Santo (Atos 2:1), e como resultado das primeiras pregações “todos os que creram estavam juntos” (Atos 2:44).

Já na Idade Média, as igrejas valdenses “rejeitando a supremacia do papa e prelados, mantinham a Escritura Sagrada como a única autoridade suprema, infalível...o povo congregava-se, não em igrejas suntuosas ou grandes catedrais, mas à sombra das montanhas nos vales alpinos, ou, em tempo de perigo, em alguma fortaleza rochosa, a fim de escutar as palavras da verdade proferidas pelos servos de Cristo”.[31] O verdadeiro crente se alegra com a adoração comunitária e presencial. “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” (Salmo 122:1), e anela habitar “na casa do Senhor para todo o sempre” (Salmo 23:6). Portanto, “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10:25).

Nos reunimos para adorar e anunciar “a morte do Senhor, até que Ele venha” (1 Coríntios 11:26). Nos reunimos fim de “cultivar as qualidades do amor perfeito”, e sermos “habilitados para as moradas celestiais que Cristo foi preparar para os que O amam”.[32] A adoração que agrada a Deus, no entanto, é participativa.

A propósito, “o canto não deve ser sempre feito por uns poucos. O mais frequentemente possível, una-se toda a congregação”[33], pois “o canto é um ato de adoração tanto como a oração”.[34] Por outro lado, “o testemunho pessoal durante o culto é um meio poderoso de cativar a congregação na adoração”.[35]

Obediência à lei

9. A adoração/culto que agrada a Deus requer obediência pela fé em Cristo à santa Lei dos Dez Mandamentos (Deuteronômio 4:13; Provérbios 28:16; Mateus 5:17-27; Apocalipse 11:19; 14:12). O primeiro mandamento revela que há somente um Deus: “Eu Sou o Senhor teu Deus”, portanto: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:1, 2). Já o segundo mandamento explicitamente proíbe a manufatura, adoração/culto às imagens de escultura (Êxodo 20:4-6). As expressões “não as adorarás, nem lhes darás culto” são inseparáveis. A santificação do sábado do sétimo dia, conforme o quarto mandamento da Lei de Deus é para todos das nossas “portas para dentro” (Êxodo 20:8-11).

E, também, “assim diz o Senhor” a todos os habitantes do mundo que: “guardam os meus sábados, escolhem aquilo que me agrada e abraçam a minha aliança” (Isaías 56:4), porque “a minha casa será chamada Casa de oração para todos os povos”. “Precisamos nutrir e cultivar o espírito do verdadeiro culto, o espírito de devoção no dia santo do Senhor”.[36] A propósito, a guarda do domingo é vã tradição pagã eclesiástica.[37] Àqueles que invalidam a Palavra de Deus com tradições e falsos ensinos o Senhor declara: “em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:9).

Fidelidade a Deus

10. Na adoração/culto que agrada a Deus prazerosamente reconhecemos o Senhor como Criador, RedentorMantenedor, e a nós como Seus mordomos. Devolver dízimos honestos e ofertas de amor é um legítimo ato de adoração a Deus (Gênesis 14:20; 28:20-22; Levítico 27:30-32; Deuteronômio 16:17; Ageu 1:4-6; Malaquias 3:8-10; Mateus 23:23; 1Coríntios 4:1, 2; Hebreus 7:4-10). “Examine cada um regularmente sua renda, a qual é toda uma bênção de Deus, e ponha de parte o dízimo como um fundo separado, para ser sagradamente do Senhor. Esse fundo não deve em caso algum ser empregado em qualquer outro fim; unicamente para sustento do ministério do evangelho. Depois de separado o dízimo, sejam tirados donativos e ofertas, segundo a “prosperidade” que Deus lhe deu”.[38]

Compromisso com a missão

11. A adoração/culto que agrada a Deus resulta em compromisso e serviço na missão do Senhor. Como ocorreu com o profeta Isaías na Casa do Senhor, nós também contemplamos a santidade divina. Arrependidos, confessamos nossos pecados. Pela graça de Cristo somos perdoados, transformados e capacitados para a missão (Isaías 6:1-8).[39] "Entramos para adorar, saímos para servir."[40] Logo: “Deve ser feita a indagação: “O que estou fazendo, e qual é minha obra e missão neste tempo?”.[41]

Deus nos deu uma missão mundial: Mateus 24:14; 28:18-20; Marcos 16:15, 16; Atos 1:8; Apocalipse 14:6-12. “Não somente sobre o pastor ordenado repousa a responsabilidade de sair a cumprir esta missão. Todo que haja recebido a Cristo é chamado a trabalhar pela salvação de seus semelhantes.”[42] A propósito, a tríplice mensagem angélica é o derradeiro e solene convite a ser feito pelos membros da Igreja remanescente a cada habitante deste planeta, para adorar “Aquele que fez o Céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:6-12). “O capítulo dezoito do Apocalipse revela a importância de apresentar a verdade, não de maneira acanhada, mas com ousadia e autoridade.”[43]

Adoração e culto aceitáveis ao Senhor andam juntos e levam, portanto, cada adorador a uma ativa participação como missionários do Senhor.


Referências:

[1]PLENC, Daniel Oscar. El culto que agrada a Dios, 1ª ed. Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2007, p. 30. A seguir: PLENC.

[2]CANALE, Fernando. ¿Adventismo secular? 1ª ed. Lima: Universidad Peruana Unión, 2012, p. 32.

[3]Manual da igreja, 23ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022, p. 173.

[4]MORAES, Natanael B. P. “Sugestões teológicas à liturgia adventista” em Bases bíblicas da adoração, org. Emilson dos Reis, Rodrigo Follis e Felipe Carmo, 1ª ed., Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2015, p. 120. A seguir: Bases bíblicas da adoração.

[5]SILVA, Horne P. Culto e adoração, SP: Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, 1984, p. 7,

[6]Ibidem, p. 9.

[7]DAVIDSON, Richard M. “Interpretação Bíblica”, em Tratado de teologia adventista do sétimo dia1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 70. 

[8]Ibidem.

[9]CANALE, Fernando. “Completando la teología adventista: El proyecto teológico adventista y su impacto en la iglesia – Parte II”, DavarLogos 6.2 (2007): p. 129.

[10]_______. “Principios de Adoración”, Revista SAIT 1.1 (octubre 2011), p. 6.

[11]WHITE, Ellen G. O Desejado de Todas as Nações, 22ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 660. A seguir: O Desejado de Todas as Nações.

[12]Para um estudo sobre o sacerdócio de Jesus Cristo ler: HOLBROOK, Frank B. O sacerdócio expiatório de Jesus Cristo, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013.

[13]Questões de doutrina, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009, p. 257, 258.

[14]Quando o Senhor ressuscitado subiu ao Céu, não entrou no Lugar Santíssimo ou Santo dos Santos, mas no Lugar Santo do Santuário. A versão Almeida Corrigida assim traduz Hebreus 9:12: “nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”. Ver: Alwyn P. Salom, “Ta Hagia na Epístola aos Hebreus”, editado por HOLBROOK, Frank B. A luz de hebreus, 4ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2021, p. 267.

[15]Para um estudo mais detido sobre a data 1844, e a segunda fase do ministério de Cristo no Santuário Celestial, ler: MAXWELL, C. Mervyn, Uma nova era segundo as profecias de daniel, 2ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 203-278; GOLDSTEIN, Clifford. 1844, 7ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022; O grande conflito, p. 317-342; 409-450.

[16]Ver a Crença Fundamental sobre o Ministério de Cristo no Santuário Celestial: Nisto cremos, 10ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022, p. 391-415.

[17]O Desejado de Todas as Nações, p. 189.

[18]WHITE, Ellen G. Atos dos apóstolos, 9ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 140.

[19]“Comentário de Romanos 12:1”. Bíblia andrews, versão Almeida Revista e Atualizada, 2ª ed. da Sociedade Bíblica do Brasil, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2015, p. 1474.

[20]WHITE, Ellen G. Mente, caráter e personalidade, 5ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, v. 1, 2012, p. 38.

[21]WHITE, Ellen G. Testemunhos para a igreja, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, v. 5, 2013, p. 491. Ver também: Manual da igreja, p. 127-139.

[22]PLENC, p. 43.

[23]WHITE, Ellen G. Mensagens escolhidas, 3ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, v. 3, 2012, p. 372.

[24]CANALE, Fernando. “Principios de Adoración”, Revista SAIT 1.1 (octubre 2011), p. 3. 

[25]Ibidem.

[26]A igreja: adoração, ministério e autoridade, p. 39.

[27]O grande conflito, p. 195.

[28]A igreja: adoração, ministério e autoridade, p. 73.

[29]Bases bíblicas da adoração, p. 121.

[30]WHITE, Ellen G. Evangelismo, 3ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 502. A seguir: Evangelismo.

[31]O grande conflito, p. 68.

[32]WHITE, Ellen G. Fé pela qual eu vivo, MM 1959, p. 37.

[33]Evangelismo, p. 507.

[34]WHITE, Ellen G. 9ª ed. Educação, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 168.

[35]A igreja: adoração, ministério e autoridade, p. 194.

[36]WHITE, Ellen G. A fé pela qual eu vivo, MM 1959, p. 35.

[37]BACCHIOCCHI, Samuele. Crenças populares: o que as pessoas acreditam e o que a Bíblia realmente diz, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2016, p. 187-235.

[38]WHITE, Ellen G. Conselhos sobre a escola sabatina, 7ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 130.

[39]_______. Profetas e reis, 8ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 303-310.

[40]PLENC, p. 23.

[41]WHITE, Ellen G. Eventos finais, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 44.

[42]_______. A fé pela qual eu vivo, MM 1959, p. 359.

[43]Evangelismo, p. 230.

Wilson Borba

Wilson Borba

Sola Scriptura

As doutrinas bíblicas explicadas de uma forma simples e prática para o viver cristão.

Bacharel em Teologia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus São Paulo. Possui mestrado e doutorado na mesma área pelo Unasp, campus Engenheiro Coelho, e pela Universidade Peruana Unión (UPeU). Ao longo de seu ministério foi pastor distrital, diretor de departamentos, professor e diretor de seminários de Teologia da Igreja Adventista na América do Sul. Atualmente serve como pastor distrital no interior de São Paulo.

O Povo de Deus Guarda os Seus Mandamentos

 Ellen White


O Povo de Deus Guarda os Seus Mandamentos

Deus tem na Terra uma igreja que está erguendo a lei pisada a pés, e apresentando aos homens o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. ...

No mundo só existe uma igreja que presentemente se acha na brecha, tapando o muro e restaurando os lugares assolados. ...

Sejam todos cuidadosos para não clamarem contra o único povo que está cumprindo a descrição dada do povo remanescente, que guarda os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus. ... Deus tem um povo distinto, uma igreja na Terra, inferior a nenhuma outra, mas a todas superior em suas facilidades para ensinar a verdade, para vindicar a Lei de Deus. ... Meu irmão, se estais ensinando que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é Babilônia, estais errado. Testemunhos Para Ministros, págs. 50, 58 e 59.

 

Eles Têm o Testemunho de Jesus

À proporção que se avizinha o fim e há um contínuo crescimento da obra, que tem por objetivo transmitir ao mundo a última advertência, vai-se tornando mais importante para os que abraçaram a verdade, possuir uma compreensão clara tanto da natureza como da influência dos Testemunhos que Deus, em Sua providência, vinculou à obra da terceira mensagem angélica desde a sua origem. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 270.

Os homens poderão apresentar um ardil após o outro, e o inimigo procurará desviar as almas da verdade, mas todos os que crêem que o Senhor tem falado por intermédio da irmã White, e lhe tem dado uma mensagem, estarão livres dos muitos enganos que surgirão nestes últimos dias. Mensagens Escolhidas, vol. 3, págs. 83 e 84.

Haverá pessoas que pretenderão ter visões. Quando Deus vos der claro testemunho de que a visão é dEle, podeis aceitá-la, mas não aceiteis sob nenhum outro testemunho; pois o povo vai ser mais e mais desencaminhado em países estrangeiros e na América. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 72.


Os Seus Marcos: as Doutrinas Bíblicas

O passar do tempo em 1844 foi um período de grandes acontecimentos, expondo ao nosso admirado olhar a purificação do santuário que ocorre no Céu, e tendo clara relação com o povo de Deus na Terra, e com as mensagens do primeiro, do segundo e do terceiro anjo, desfraldando o estandarte em que havia a inscrição: "Os mandamentos de Deus e a fé de Jesus." Um dos marcos desta mensagem era o templo de Deus, visto no Céu por Seu povo que ama a verdade, e a arca, que contém a lei de Deus. A luz do sábado do quarto mandamento lançava os seus fortes raios no caminho dos transgressores da lei de Deus. A não-imortalidade dos ímpios é um marco antigo. Não consigo lembrar-me de alguma outra coisa que possa ser colocado na categoria dos velhos marcos. Counsels to Writers and Editors, págs. 30 e 31.


Do Livro Eventos Finais 43 - 45

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