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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A Ressurreição Especial

Ellen White

Muitos dos que dormem no pó da Terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Dan. 12:2.

Foi à meia-noite que Deus preferiu livrar o Seu povo. Estando os ímpios a fazer zombarias em redor deles, subitamente apareceu o Sol, resplandecendo em sua força e a Lua ficou imóvel. ... Nuvens negras e pesadas subiam e batiam umas nas outras. Havia, porém, um lugar claro, de uma glória fixa, donde veio a voz de Deus, semelhante a muitas águas, abalando os céus e a Terra. Houve um grande terremoto. As sepulturas se abriram e os que haviam morrido na fé da mensagem do terceiro anjo, guardando o sábado, saíram de seus leitos de pó, glorificados, para ouvir o concerto de paz que Deus deveria fazer com os que tinham guardado a Sua lei. Primeiros Escritos, pág. 285.
Os que dormem em Jesus serão chamados de seu cárcere para uma vitória gloriosa, e sairão para receber uma gloriosa imortalidade. ... Ele ressurgiu, caros amigos, e em vosso desalento podeis saber... que Jesus está ao vosso lado para vos dar a paz.
Sei de que estou falando. Experimentei o tempo em que me parecia estarem as ondas me submergindo; naquela ocasião senti que meu Salvador me era precioso. Quando meu filho mais velho me foi levado foi muito grande meu pesar, mas Jesus veio ao meu lado e senti a Sua paz. Chegou-me aos lábios a taça da consolação.
E então foi levado aquele que por trinta e seis anos estivera junto a mim. ... Havíamos labutado juntos, lado a lado, no ministério, mas tivemos que juntar as mãos do lutador e depô-lo a descansar na tumba silenciosa. De novo minha tristeza me pareceu grande demais, mas veio após a taça da consolação. Jesus me é precioso. Ele andou ao meu lado... e andará ao lado vosso. Quando nossos amigos descem à sepultura, eles não nos parecem belos. Pode ser que levemos ao descanso nosso pai ou nossa mãe: quando ressurgirem, as rugas terão todas desaparecido, mas serão eles mesmos, e os reconheceremos. ...
Precisamos estar preparados para ir ao encontro desses queridos amigos, quando reviverem, na manhã da ressurreição. ... Não deveremos apegar-nos à esperança que nos é proposta no evangelho, de que seremos semelhantes a Ele, e como Ele é O veremos? Manuscrito 80, 1886.

Maranata, O Senhor Vem. - MM 1977 Pag. 279

domingo, 29 de setembro de 2013

O noticiário de 2063

Fonte  - http://cpfg.blogspot.com.br

Considerando a tendência de aumento na expectativa de vida, existem boas possibilidades de que uma pessoa de minha idade, nascida nos anos 70, viva mais uns 50 anos. No entanto, fico a pensar nas condições do nosso planeta na segunda metade do século XXI. Será que o mundo dará algum gosto para as pessoas quererem viver tanto?

Com tantas variáveis incidindo sobre as tendências sociais, políticas, econômicas, científicas, tecnológicas e culturais, qualquer projeção do cenário global para daqui cinco décadas será pura fantasia. Temos, a meu ver, um número bem grande de probabilidades. Imaginando um futuro pessimista, mas que deixe muitos de nós vivos para conferirmos os resultados de ações e omissões praticadas, imaginei esta fictícia apresentação de um noticiário da TV do ano de 2063:

Às nove e meia da noite de uma sexta-feira de setembro, um homem octagenário chega em seu apartamento de vinte metros quadrados no sexto andar do subsolo de um prédio na cidade grande cujas prestações do programa habitacional ainda pagava. Após ter trabalhado onze horas, ele precisaria acordar bem cedo no dia seguinte para dar continuidade ao serviço na empresa onde era empregado. A única distração que tinha era o telejornal.

Através de um gesto feito no sensor da residência, ligado ao computador único do apertamento, a telinha inteligente de TV é automaticamente ligada exibindo o fechamento da cômica novela das oito. Pega então uma bebida na geladeira e senta exausto no seu sofá cama.

Começa o noticiário e os dois apresentadores surgem em três dimensões como se estivessem dentro da casa. Ou melhor, como se o telespectador fosse sugado para o interior da TV. Começam então a falar:

- Brasília, 28 de setembro. O Congresso Nacional reunindo-se extraordinariamente aprova mais uma mudança no Estatuto da Terceira Idade. Passam a ser considerados idosos os cidadãos com 110 anos.

- Houve manifestações violentas em todo o país e mais de duzentas pessoas mascaradas foram presas pela polícia. Sindicalistas protestavam também contra a proposta de aumento da idade mínima da aposentadoria de 100 para 120 anos.

- Um ataque com armas nanotecnológicas deixou oito mil mortos no Oriente Médio e até agora nenhum grupo terrorista assumiu a autoria do atentado.

- Nos Estados Unidos o governo emitiu alerta máximo contra furacões. É esperada a tempestade mais forte dos últimos dez mil anos.

- O dólar torna a subir e, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a inflação da semana passada foi de 43%.

- É criado o imposto sobre a propriedade de animais domésticos.

- Um avião cai misteriosamente no deserto amazônico sem deixar pistas e a aeronáutica ainda não pôde iniciar as buscas por falta de combustível.

- O advogado do ex-senador Carlos Antonio Tetraneto, acusado de desviar um trilhão de reais novos da Fundação José Sarney, conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal e vai responder ao processo em liberdade.

- Robôs assassinos voltam a assaltar motoristas na Avenida Luís Inácio Lula, em São Paulo.

- Evangélicos fazem show gospel em Belo Horizonte e pastores protestam contra a nova lei que determina a destruição de sêmen e de óvulos nos bancos genéticos de pessoas falecidas.

- A governadora do Rio Mariana Menininha anunciou que vai construir um terceiro Maracanã para a Copa de 2070.

- Meteorologistas estão prevendo calor de 50 graus para este final de semana.

- E assistam ainda os gols do Flamengo pela série B do Brasileirão.

- Tudo isso você vai ver em instantes depois da propaganda eleitoral obrigatória do Partido Zoofilista Islâmico Brasileiro.

Com raiva dos políticos, o homem resolve desligar a TV e, naquele mesmo instante, ocorre mais um apagão de energia. Sem nada para fazer, ele vai dormir.

Equilibrando-se na corda bamba da graça

Fonte http://www.hermesfernandes.com

 



Por Hermes C. Fernandes

Estou ciente de todos os riscos de se viver a graça até às últimas consequências. Não encontro melhor analogia disso do que andar na corda bamba. Não se pode fazer estripulias ali. Há que se tomar os devidos cuidados, vigiando cada passo, sem olhar nem para a direita, nem para esquerda, muito menos para trás ou para baixo. Nossos olhos devem ser mantidos na direção do alvo que se deseja alcançar. Olhar para qualquer outra direção poderá provocar vertigem e, eventualmente, nossa queda.  

Se pendermos para a esquerda, cairemos no fosso do legalismo, onde nossa liberdade é restringida por regras e tradições humanas. Se pendermos para a direita, cairemos no abismo do pecado, onde a liberdade é confundida com licenciosidade e libertinagem.


Geralmente, o equilibrista recorre ao uso de um bastão que o acompanha em sua caminhada sobre a corda bamba. Se quisermos alcançar o equilíbrio em nossa caminhada sob a graça, teremos que recorrer constantemente à cruz. Não é à toa que a cruz tem duas hastes, uma vertical e outra horizontal. Repare que a horizontal, sobre a qual os braços de Jesus foram estendidos, aparece numa posição reta, sem pender para nenhum dos lados.  Uma graça sem cruz não passa de desgraça em potencial.

A corda da graça é suspensa sobre o abismo. Qualquer desequilíbrio pode ser fatal e provocar uma queda livre. Dura coisa é cair da graça! Mas isso só ocorre quando nos separamos de Cristo, apelando à nossa justiça própria. Todos os que recorrem à prática da Lei para serem justificados por Deus acabam separando-se de Cristo e caindo da graça. Veja o que Paulo diz sobre este terrível risco:
“Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.Gálatas 5:4
Não é possível caminhar por esta corda bamba sem depender inteiramente de Cristo. Para tal, nosso ‘eu’
tem que estar crucificado. Em outras palavras, nosso ‘eu’ é alguém com quem não podemos mais contar, pois está definitivamente morto. Paulo percebeu isso e, por isso, já não se atrevia a depender de si mesmo. Ele sabia que se retornasse às obras da Lei, Cristo de nada o aproveitaria (Gl.5:2). Estar firme na liberdade conferida pela graça não é algo facultativo (Gl.5:1). Negligenciar isso é o mesmo que separar-se de Cristo e de Sua cruz, caminhando sobre a corda bamba sem um bastão para dar equilíbrio.

Lembre-se de que não há rede protetora lá embaixo. A queda é livre! Por isso, resta-nos fazer coro com o apóstolo: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu em vão” (Gl. 2:20-21).

Alguém se atreve a dizer que Cristo morreu em vão? Mas é justamente isso que dizemos quando teimamos em depender de nossos próprios esforços para nos manter de pé. Graça sem cruz é corda bamba sem bastão para equilibrar-se. Não arrisque! Fie-se na obra consumada na cruz e não em sua performance religiosa. Não vá meter-se a fazer malabarismo, misturando lei e graça num mesmo combo. Ou vivemos toda a liberdade que a graça dá ou voltamos para debaixo do jugo da Lei.

Pastor adventista lança livro sobre Geração Y

Livro foi embasado em pesquisa de dezenas de autores e é publicação inédita no meio adventista
Livro foi embasado em pesquisa de dezenas de autores e é publicação inédita no meio adventista
Brasília, DF … [ASN] Os norte-americanos têm obsessão pelo estudo de gerações. Em geral, as gerações são identificadas por determinados acontecimentos políticos ou culturais. Com a revolução digital, seria de se esperar que surgisse uma nova geração de pessoas, adeptas da conexão, da interatividade e que aproveitasse os privilégios das últimas tecnologias. Pois essa é a Geração Y, tema de documentários, artigos e reportagens. Nesse contexto, acaba de sair o livro Explosão Y: adventismo, pós-modernidade e gerações emergentes, uma das primeiras obras nesse sentido.
“Por que é importante saber sobre a Geração Y? Jesus afirmou que Seus discípulos teriam o desafio de pregar a todo o mundo, o que significa pregar a mesma verdade, mas não da mesma forma! Aí entra o problema: indivíduos da Geração Y possuem a mentalidade pós-moderna, a qual não admite verdades absolutas e estão abertos ao experimentalismo próprio de uma época em que não faltam opções de crenças para o consumo. Como alcançá-los com o evangelho eterno? Como os cristãos, em geral, e os adventistas, em particular, podem manter sua identidade no mundo contemporâneo? São importantes questões”, comenta o autor, o pastor Douglas Reis.
Normalmente, livros que respondem a esse tipo de pergunta são lançados em inglês e demoram anos até serem traduzidos. O livro Explosão Y: adventismo, pós-modernidade e gerações emergentes acabou de ser lançado pela editora do IAP e tem 272 páginas. O autor já é conhecido por outros trabalhos como Paixão Cega (CPB, 2010) e por ser coautor do estudo bíblico O Resgate da Verdade (DSA, 2012). Aliás, muitos dos temas do estudo escritos por Reis foram ampliados, de maneira que se pode usar Explosão Y como uma espécie de “guia do instrutor”.
Conteúdo
O livro introduz seus principais temas ao dedicar os capítulos iniciais para refletir sobre as tendências dentro do movimento adventista e dar definições e características da Geração Y. A partir daí, surgem assuntos essenciais para o cristianismo (o que torna o livro interessante para outros cristãos fora das fileiras do adventismo). É discutida, também a cosmovisão cristã, pós-modernidade, moralidade pós-moderna e há ainda um capítulo dedicado a falar sobre a noção atual de tolerância. [Equipe ASN, da Redação]

Rumores sobre terceiro templo fazem palestinos declarar guerra a Israel (Jesus está voltando!)

Centenas de palestinos se reuniram este mês para alertar o mundo árabe: Israel quer destruir a mesquita de al Aqsa para construir seu templo.
Enquanto o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas discursa na Assembleia Geral da ONU, vários grupos palestinos estão se preparando para uma terceira intifada contra Israel. Intifada é o termo que significa “revolta”, anunciado toda a vez que os palestinos desejam um ataque mais forte contra os judeus. A primeira foi em 1987 e a segunda em 2000, quando foi provocada pela visita à caminhada de à caminhada de Ariel Sharon pela Esplanada das Mesquitas. Nos meses seguintes os conflitos deixaram muitos mortos e feridos.
A convocação desta vez foi um sinal de protesto contra a visita de grupos judeus ao Monte do Templo e a divulgação recente de que todos os preparativos já foram feitos para reerguê-lo.
Vários grupos de palestinos saíram às ruas após as orações da sexta, seu dia santo, para expressar sua “solidariedade com a Mesquita Al Aksa em face da agressão israelense”. Na semana passada, milhares de árabes israelenses participaram da manifestação “Al-Aksa está em perigo” no estádio de futebol em Umm al-Fahm. O evento teve cobertura da rede Al Jazeera.
O Sheikh Husam Abu Lil declarou diante das câmeras de TV que o governo de Israel está aproveitando que os olhos do mundo árabe estão voltados para situações no Egito e na Síria para tentar destruir o Domo da Rocha. O sheik Katib questionou o governo israelense “Por que vocês estão iniciando uma guerra santa na qual seu povo será o primeiro a ser exterminado?”
Ontem, (27), o grupo terrorista Hamas, ameaçou retomar os atentados suicidas contra Israel. Seu porta-voz Abu Obaida, disse aos jornalistas “Estamos prontos para ensinar uma lição a eles caso ocorram novos ataques contra a Faixa de Gaza”. Aproveitou para anunciar seu desejo de travar uma nova intifada, contra os esforços de Israel para “judaizar Jerusalém”.
O líder do grupo extremista Jihad Islâmica, Ahmed al-Mudallal, também exortou os palestinos “A nova intifada deve entrar em efeito contra o inimigo sionista. Acreditamos que o nosso povo tem a vontade e a capacidade de libertar a Palestina desde o rio até o mar”.
Acusando Israel de fazer novos esforços para retomar o Monte do Templo, destruindo assim os lugares sagrados para os muçulmanos, o líder da Jihad Islâmica pediu à Autoridade Palestina que encerre as atuais conversações de paz.
Um grupo palestino denominado Coalização Jovem também fez coro à Intifada, pedindo que os palestinos demonstrem sua indignação contra as visitas judaicas ao Monte do Templo. Ele diz que tem o apoio do Fatah, Hamas, Jihad Islâmica, Frente Popular para a Libertação da Palestina e da Iniciativa Nacional Palestina.
Os soldados pertencentes às Brigadas dos Mártires de Aksa, apareceram em imagens divulgadas na internet armados e mascarados, ameaçando lançar ataques contra Israel em breve. “O inimigo logo irá pagar um alto preço por seus crimes em Jerusalém”, disse um porta-voz do grupo.
A mídia israelense questiona a falta de divulgação das ameaças contra a paz em Israel, enquanto grande parte da imprensa divulga declarações do governo iraniano e da Autoridade Palestina.


Notícia copiada de: http://www.noticiascristas.com/2013/09/rumores-sobre-terceiro-templo-fazem.html#ixzz2gI3SawBU
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Deus Transtorna a Natureza

Ellen White

Então, derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo: Feito está! E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a Terra; tal foi o terremoto, forte e grande. Apoc.16:17, 18.

Precisamos estudar o derramamento da sétima taça. Os poderes do mal não capitularão no conflito sem uma luta. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 983.
Em meio dos céus agitados, acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vem a voz de Deus como o som de muitas águas, dizendo: "Está feito." Apoc. 16:17.
Essa voz abala os céus e a Terra. Há um grande terremoto "como nunca tinha havido desde que há homens sobre a Terra; tal foi este tão grande terremoto". Apoc. 16:18. O firmamento parece abrir-se e fechar-se. A glória do trono de Deus dir-se-ia atravessar a atmosfera. As montanhas agitam-se como a cana ao vento, e rochas irregulares são espalhadas por todos os lados. Há um estrondo como de uma tempestade a sobrevir. O mar é açoitado com fúria. Ouve-se o sibilar do furacão, semelhante à voz de demônios na missão de destruir. A Terra inteira se levanta, dilatando-se como as ondas do mar. Sua superfície está a quebrar-se. Seu próprio fundamento parece ceder. Cadeias de montanhas estão a revolver-se. Desaparecem ilhas habitadas. Os portos marítimos que, pela iniqüidade, se tornaram como Sodoma, são tragados pelas águas enfurecidas. A grande Babilônia veio em lembrança perante Deus, "para lhe dar o cálice do vinho da indignação da Sua ira". Apoc. 16:19 e 21. Grandes pedras de saraiva, cada uma "do peso de um talento", estão a fazer sua obra de destruição. As mais orgulhosas cidades da Terra são derribadas. Os suntuosos palácios em que os grandes homens do mundo dissiparam suas riquezas com a glorificação própria, desmoronam-se diante de seus olhos. As paredes das prisões fendem-se, e o povo de Deus, que estivera retido em cativeiro por causa de sua fé, é libertado. O Grande Conflito, págs. 636 e 637.

Maranata, O Senhor Vem - MM 1977 Pag 279

sábado, 28 de setembro de 2013

Lição 1 - Jesus Cristo, o mestre da evangelização

Fonte - http://ebditaquerao.blogspot.com.br


"No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus". João 1.1


O maior milagre narrado nas Sagradas Escrituras para mim, infelizmente é um dos que hoje tem sido esquecido em muitos sermões dos pregadores da atualidade. Não são os relatos como da passagem do mar vermelho e da formação do povo de Israel, curas milagrosas e ressurreições de mortos. Nem mesmo o Milagre da profecia bíblica. O maior milagre para mim é o nascimento de Jesus Cristo, o Senhor. As Escrituras afirmam claramente que Jesus Cristo é Deus encarnado. A Palavra encarnação não se encontra na Bíblia, porém esse termo é utilizado para referir-se ao fato de que Jesus era Deus em carne humana. Ou seja: O Deus cuja grandeza é imensurável, que os céus dos céus não podem conter (1 Reis 8.27; Isaías 66.1,2), se fez pequeno, e assumiu a forma humana (Filipenses 2.5-11), de modo milagroso. Falando a respeito disso em seu comentário sobre o prólogo do evangelho de João (1.1-18), D. A. Carson comenta:

“Mas, de forma suprema, o Prólogo resume como a ‘Palavra’, que estava junto com Deus no princípio, entrou na esfera do tempo, da história, da tangibilidade – em outras palavras, como o Filho de Deus foi enviado ao mundo para tornar-se o Jesus da história, de forma que a glória e graça de Deus pudessem ser manifestadas de modo singular e perfeito. O restante do livro não é nada mais que uma ampliação desse tema.”[1]
Esta afirmação de que Jesus Cristo é Deus é importante não apenas na questão da redenção, mas também na própria e maior revelação de Deus para nós, pois como o próprio evangelho de João diz no seu primeiro capítulo, versículo 18: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito que está no seio do Pai, este o fez conhecer”. Em Jesus Cristo, temos a maior revelação da pessoa de Deus para a humanidade. O próprio Jesus afirma: “Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim, vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
Vejamos então o testemunho da Palavra de Deus a respeito da divindade de Jesus:
No novo testamento as afirmações sobre a divindade de Cristo é bem ampla. Existem alegações bíblicas diretas de que Jesus é Deus:
A.      A palavra Deus (theos) é atribuída a Cristo. Essa palavra no Novo Testamento não é só atribuída a Deus Pai, mas também para Jesus, mostrando ele como criador e sustentador de todas as coisas: João 1.1, João 1.18, João 20.28; Romanos 9.5; Tito 2.13; Hebreus 1.8 citando Salmo 45.6 e 2 Pedro 1.1.
B.      A Palavra Senhor (Kyrios) atribuída a Cristo. Apesar desta palavra ser usada também em sentido respeitoso, ou para designar patrão, em relação a Jesus ela é usada para designar Jesus como criador e mantenedor de todas as coisas, pois esta palavra foi usada para traduzir “Javé” (yhwh) para “Senhor” ou “Jeová”, 6.814 vezes no Antigo Testamento grego, a Septuaginta, usada comumente nos dias de Jesus. (Mateus 3.13 citando Isaías 40.3; Mateus 22.44 citando Salmo 110.1; Lucas 1.43, 2.11; Apocalipse 19.16; e outras).
C.      Culto divino prestado a Cristo. (João 5.23; 13.13; 20.28; Mateus 14.33; Lucas 5.8) e orações são dirigidas para ele (1 Coríntios 1.2; 2 Coríntios 12.8,9; Atos 7.59).
O Uso da Palavra “Logos” em João 1.1:
Existem algumas linhas de pensamento que atribuem o uso da palavra “logos” por João como influência da filosofia grega. Entretanto, entendo que não devemos acreditar que seja esse o objetivo de João nesta afirmação pela própria evidência do evangelho, onde vemos que João sempre se refere ao Antigo testamento como referência de suas afirmações. Lá no Antigo testamento, o “Logos” que quer dizer “Verbo” ou “Palavra” está ligada com a poderosa atividade de Deus na criação (Gênesis 1.3ss; Salmo 33.6), revelação (Jeremias 1.4; Isaías 9.8; Ezequiel 33.7; Amós 3.1,8), libertação (Salmo 107.20; Isaías 55.11).
Se Jesus não é Deus, não pode haver salvação e nem cristianismo, pois as Escrituras claramente mostram que nenhum ser criado, finito, poderia salvar o homem, carregar os pesos dos pecados da humanidade, revelar Deus de forma plena e ser mediador entre Deus Pai e a humanidade. Cristo é Deus. Portanto, podemos confiar no testemunho da escritura que diz: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Romanos 10.13; Atos 4.12).
Deus abençoe e bons estudos!

Lição Esc. Sabatina - 4° trimestre - Lição 1 - O santuário celestial

28 de setembro a 5 de outubro






Sábado à tarde

Ano Bíblico: Ageu



VERSO PARA MEMORIZAR:

“Ouve Tu nos Céus, lugar da Tua habitação, a sua prece e a sua súplica e faze-lhes justiça” (1Rs 8:49).



Leituras da Semana:

Jr 23:23, 24; Sl 89:14; Ap 4; 5; Sl 11:4-7; Dt 25:1; Hb 8:1, 2

Pensamento-chave: Mesmo em meio ao adultério espiritual e ao juízo divino, o amor de Deus por Seu povo nunca vacila.
“Onde Deus habita?” A pergunta inocente de uma criança de seis anos pode ser desconcertante. Essa questão pode levar a outras questões mais difíceis, como: “Se Deus vive em um lugar, como é possível que Ele esteja em toda parte?”; “Deus precisa de um lugar de habitação?”; Ou “Se Ele não precisa, por que tem um?”; “Se Ele precisa de um, por que precisa?”

Boas perguntas e, dado o pouco que sabemos (e o muito que não sabemos), elas não são tão fáceis de responder.
No entanto, podemos responder com o que sabemos. A Bíblia diz que Deus habita nos Céus, que Ele atua intensamente em nosso favor “lá em cima” e que o centro de Sua obra está no santuário celestial.

A Bíblia é clara: o santuário celestial é um lugar real e, a partir dele, podemos aprender verdades sobre o caráter e a obra de Deus. Assim, o foco da lição desta semana é o santuário celestial e o que Deus está fazendo ali por nós, porque o que Ele está fazendo no santuário é, de fato, em nosso favor.







Domingo

Ano Bíblico: Zc 1–4



A habitação de Deus


Costumamos dizer que “Deus está em todo lugar”, ou que Ele é “onipresente”, o que significa que Ele está presente em todo o Universo. “Acaso, sou Deus apenas de perto [...] e não também de longe? [...] porventura, não encho Eu os céus e a Terra?” (Jr 23:23, 24). Davi entendia também que ninguém pode fugir de Deus (Sl 139). Como Paulo argumenta, Deus está perto de todos, pelo menos no sentido espiritual (At 17:27, 28).

A existência eterna de Deus é complementada pelo atributo da onipresença. Deus não tem começo nem fim (Sl 90:2). Ele sempre foi e sempre será (Jd 1:25).

1. Leia 1 Reis 8:49 e Salmo 102:19. Onde Deus habita? O que isso significa? É possível entender essa questão?

Muitas vezes as Escrituras declaram que a habitação de Deus está no Céu (1Rs 8:30, 43, 49). Isso significa que Deus está mais presente no Céu do que em outro lugar? Obviamente, de modo especial, Deus habita no Céu, em Sua gloriosa presença e santidade. No Céu, é vista a maior manifestação da presença de Deus.

Há uma diferença, porém, entre a “presença geral” de Deus e Sua “presença especial”. Deus está geralmente presente em todos os lugares. No entanto, escolhe Se revelar de modo especial no Céu e, como veremos, no santuário celestial.

Temos que admitir que somos limitados em nossa compreensão de Sua natureza física. Ele é espírito (Jo 4:24) e, como tal, não pode ser contido em nenhuma estrutura ou dimensão (1Rs 8:27). Mesmo assim, a Bíblia apresenta o Céu (Jo 14:1-3) e o santuário celestial como lugares reais (Hb 8:2), nos quais Ele pode ser visto (At 7:55, 56; Ap 4:2, 3). Temos que concluir que até mesmo o Céu e o santuário celestial são lugares nos quais Deus condescende em Se encontrar com Sua criação.

Há muitas coisas difíceis de imaginar ou entender, tais como a morada de Deus. No entanto, a Bíblia diz que essa morada é real. Como podemos aprender a confiar em tudo o que a Bíblia nos ensina, mesmo que não entendamos? Por que é importante confiar, ainda que não compreendamos?






Segunda

Ano Bíblico: Zc 5–8



Sala do trono


2. O que a Bíblia ensina sobre Deus e Seu trono? Sl 47:6-9; 93:1, 2; 103:19


Na Bíblia, ocorrem várias visões do trono celestial. A maioria delas retrata uma espécie de assembleia celestial, tendo Deus como Rei. Curiosamente, a maior parte delas se relaciona com assuntos humanos, geralmente apresentando Deus agindo ou falando em favor dos justos.

A Bíblia também revela Deus como soberano. Por exemplo, a realeza do Senhor é um tema recorrente nos Salmos. Deus não é somente Rei no Céu, mas também “Rei de toda a Terra” (Sl 47:7), e não apenas no futuro, mas aqui e agora (Sl 93:2).
O fato de que o trono de Deus esteja no Céu tem vários desdobramentos. Um deles é que Ele é independente e superior ao Universo.

3. Quais são as características do caráter e do governo de Deus? Sl 89:14; 97:2

O governo de Deus abrange retidão e justiça, bem como amor e verdade. Essas qualidades morais descrevem Sua maneira de agir no mundo e ressaltam Sua posição em todo o Universo. Deus deseja que essas qualidades, que compõem Seu governo, se manifestem na vida de Seu povo (Mq 6:8; Is 59:14). É nosso sagrado privilégio fazer isso.

“Assim como, em obediência às leis naturais, a Terra deve produzir seus tesouros, da mesma forma, em obediência à Sua lei moral o coração do povo deveria refletir os atributos de Seu caráter” (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 144).

Cristo, sendo Deus, assumiu nossa humanidade e morreu como nosso Substituto, isto é, todos os erros que cometemos e pelos quais deveríamos ser punidos, caíram sobre Ele. O que significa essa verdade? Por que ela deve motivar tudo o que fazemos?






Terça

Ano Bíblico: Zc 9–11



Adoração no Céu


4. Leia Apocalipse 4 e 5. O que esses dois capítulos nos ensinam sobre a morada celestial de Deus? De que maneira o plano da salvação é revelado nesses textos?

A visão da sala do trono celestial é uma visão do santuário celestial. Isso se torna evidente a partir da linguagem relacionada ao sistema religioso hebraico. Por exemplo, as palavras traduzidas como porta e trombeta em Apocalipse 4:1 aparecem muitas vezes na Septuaginta (antiga tradução grega do Antigo Testamento), em referência ao santuário. As três pedras preciosas em Apocalipse 4:3 fazem parte do peitoral do sumo sacerdote. Os sete candeeiros lembram os castiçais do templo de Salomão. Os vinte e quatro anciãos lembram as 24 divisões de serviço para os sacerdotes do templo durante o ano e sua oferta de oração nas taças de ouro cheias de “incenso” (Sl 141:2). Todos esses versos apontam para o serviço de adoração do Antigo Testamento, centralizado no santuário terrestre.

Finalmente, o Cordeiro morto de Apocalipse 5 aponta para a morte sacrifical de Jesus. Cristo, o Cordeiro, é o único mediador da salvação divina e é considerado digno por causa de Seu triunfo (Ap 5:5), Seu sacrifício (Ap 5:9, 12), e Sua divindade (Ap 5:13).
“Cristo tomou sobre Si a natureza humana e depôs Sua vida como sacrifício, para que o homem, tornando-se participante da natureza divina, pudesse ter vida eterna” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 141).

Nesses dois capítulos, centralizados no trono de Deus, vemos uma representação da obra de Deus para a salvação da humanidade. Podemos ver, também, que essa obra foi revelada diante dos outros seres inteligentes do Céu, um tema-chave no assunto do grande conflito.





Quarta

Ano Bíblico: Zc 12–14




Sala do tribunal


5. Leia o Salmo 11:4-7 e Habacuque 2:20. O que mais Deus faz em Seu templo celestial? Por que é importante saber a respeito disso?


Muitos salmos revelam que o Senhor não é indiferente às necessidades dos justos nem às injustiças que eles enfrentam. Ele reage às questões que clamam por reparação, e “[justificará] ao justo e [condenará] ao culpado” (Dt 25:1), à semelhança do que faz todo bom juiz.

Quando Deus julga, a sala do trono se torna uma sala de julgamento, e o trono celestial, um tribunal. Aquele que está entronizado é o juiz (Sl 9:4-8), um conceito conhecido no antigo Oriente Médio, onde os reis muitas vezes atuavam como juízes.

O juízo divino envolve tanto ímpios quanto justos. Enquanto os ímpios receberão punição semelhante à de Sodoma e Gomorra, “os retos Lhe contemplarão a face” (Sl 11:6, 7). A combinação clássica da sala do trono e o juízo aparece em Daniel 7:9-14 (uma passagem significativa que estudaremos posteriormente). Mais uma vez, o juízo consiste em duas vertentes: veredito de justificação dos santos e sentença de condenação para os inimigos de Deus.

Depois que Habacuque perguntou a Deus por que Ele estava em silêncio a respeito da injustiça (Hc 1), Ele respondeu que certamente julgará (Hc 2:1-5). Enquanto os ídolos não têm “fôlego” nem “espírito” (Hc 2:19), o Deus criador está entronizado em Seu templo, o santuário celestial, e está pronto para julgar.

O apelo profético é: “Cale-se diante dEle toda a Terra” (Hc 2:20). A atitude adequada para com o governo e julgamento de Deus é reverência e silêncio respeitoso.

O lugar em que Deus revela Sua presença especial e recebe a adoração dos seres celestiais é o mesmo lugar em que Ele realiza julgamento justo para com todos os seres humanos: o santuário no Céu. Deus é justo, e todas as nossas perguntas sobre justiça serão respondidas no tempo dEle, não no nosso.






Quinta

Ano Bíblico: Malaquias



Lugar de salvação


6. Leia Hebreus 8:1, 2. O que Cristo está fazendo junto ao trono de Deus?

O livro de Hebreus ensina que Cristo está ministrando no santuário celestial como nosso Sumo Sacerdote. Ali, Sua obra está focalizada em nossa salvação, porque Ele “[comparece], agora, por nós, na presença de Deus” (Hb 9:24). Ele simpatiza conosco, dando-nos certeza de que não seremos rejeitados, mas, em vez disso, receberemos misericórdia e graça (Hb 4:15, 16) por causa do que Jesus fez por nós. Como ocorria no santuário terrestre, o santuário celestial é o local em que é feita a “propiciação” (expiação ou reconciliação) pelos pecados dos crentes (Hb 2:17). O Jesus que morreu por nós é o mesmo que ministra no Céu em nosso favor.

7. Leia Apocalipse 1:12-20; 8:2-6; 11:19 e 15:5-8. Que símbolos do santuário aparecem nessas passagens?

Os versos do estudo de hoje são apenas alguns dos textos do Apocalipse em que aparecem símbolos do santuário. Na verdade, a maioria das principais seções do livro contém ou começa com uma cena do santuário.

A primeira cena introdutória mostra Cristo, vestido como Sumo Sacerdote, andando entre os sete candeeiros (Ap 1:12-20). A segunda mostra a sala do trono celestial, e os versos revelam uma grande variedade de imagens do santuário: trono, tochas de fogo, mar, Cordeiro que foi morto, sangue, taças de ouro cheias de incenso (Ap 4; 5). A terceira cena se refere ao serviço contínuo de intercessão no contexto do primeiro compartimento do santuário celestial (Ap 8:2-6). A quarta cena, central, nos dá um vislumbre da arca da aliança no segundo compartimento (Ap 11:19). A quinta cena revela todo o tabernáculo no Céu (Ap 15:5-8). A sexta cena é única, no sentido de que não contém referências explícitas ao santuário, talvez para ilustrar que a obra de Cristo ali está concluída (Ap 19:1-10). A cena final trata da gloriosa cidade santa na Terra, retratada como o tabernáculo que “descia do Céu” (Ap 21:1-8).

Um estudo cuidadoso dessas cenas revela que elas estão interligadas, mostrando uma progressão interna na salvação realizada por Deus: Cristo na Terra, Seu ministério celestial no primeiro e segundo compartimentos, o fim de Seu ministério como Sumo Sacerdote e, finalmente, o tabernáculo da Nova Terra.






Sexta

Ano Bíblico: Vista geral do Antigo Testamento



Estudo adicional


“Paulo teve uma visão do Céu e, ao falar sobre as glórias dali, a melhor coisa que podia fazer era não tentar descrevê-las. Ele nos disse que os olhos não viram e os ouvidos não ouviram, nem penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam. Você pode chegar aos limites da sua imaginação e aplicar suas maiores habilidades para compreender e considerar o peso eterno de glória e, no entanto, seus sentidos finitos, fracos e cansados com o esforço, não podem alcançá-lo, pois há um infinito para além. Será necessária toda a eternidade para desdobrar as glórias e revelar os preciosos tesouros da Palavra de Deus” (Ellen G. White, SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1107).

“A morada do Rei dos reis, em que milhares de milhares O servem, e milhões de milhões estão em pé diante dEle (Dn 7:10), sim, aquele templo, repleto da glória do trono eterno, onde serafins, seus resplandecentes guardas, velam a face em adoração – não poderia encontrar na estrutura mais magnificente que hajam erigido as mãos humanas, senão pálido reflexo de sua imensidade e glória. Contudo, importantes verdades relativas ao santuário celestial e à grande obra ali levada a efeito pela redenção do homem, eram ensinadas pelo santuário terrestre e seu culto” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 414).


Perguntas para reflexão

1. Com base na citação do livro O Grande Conflito (acima), o que Ellen G. White quis dizer quando declarou que muitas “importantes verdades” para nossa salvação eram ensinadas no santuário terrestre e seu culto? Quais são essas verdades, e por que elas são importantes?

2. O que significa dizer que Deus “habita” no Céu? Como você entende esse conceito?

3. A lição desta semana abordou a ideia de que o Universo observa a obra que Deus está fazendo em favor da humanidade. Como esse conceito nos ajuda a entender o tema do grande conflito e o que esse tema significa para o plano da salvação? Deus permite que Suas criaturas examinem Seus caminhos. O que isso nos diz sobre Seu caráter?


Respostas sugestivas: 1. No Céu, um centro de atividades da salvação. 2. Deus é soberano. Ele Se assenta no Seu trono eterno. 3. Justiça, juízo, graça e verdade. 4. O trono de Deus está no santuário celestial. Diante do trono está o Cordeiro que nos salva. 5. Ele observa os seres humanos e governa o mundo com justiça. Ele julga e retribui os atos das pessoas. 6. Atuando como Sumo

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Livramento à Meia-Noite

Ellen White

De repente, [os ímpios] morrem; à meia-noite, os povos são perturbados e passam, e os poderosos são tomados por força invisível. Jó 34:20.

[Deus] sempre tem escolhido extremidades, ocasiões em que parecia não haver possibilidade de libertamento das operações de Satanás, para a manifestação de Seu poder. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 321.
As potestades do céu serão abaladas com a voz de Deus. Então o Sol, a Lua e as estrelas se moverão em seus lugares. Não passarão, mas serão abalados pela voz de Deus.
Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. Primeiros Escritos, pág. 41.
Depois que o povo ouviu a voz de Deus, eles se encontram em desespero e angústia como nunca houve desde que houve nação, e nisto o povo de Deus sofrerá aflição. As nuvens do céu chocar-se-ão, e haverá trevas. Então aquela voz provém do céu e as nuvens começam a enrolar-se como um pergaminho, e ali está o brilhante e claro sinal do Filho do homem. Os filhos de Deus sabem o que significa essa nuvem. Manuscrito 1, 1860.
É à meia-noite que Deus manifesta o Seu poder para o livramento de Seu povo. O Sol aparece resplandecendo em sua força. Sinais e maravilhas se seguem em rápida sucessão. Os ímpios contemplam a cena com terror e espanto, enquanto os justos vêem com solene alegria os sinais de seu livramento. Tudo na Natureza parece desviado de seu curso. As correntes de água deixam de fluir. Nuvens negras e pesadas sobem e chocam-se umas nas outras. Em meio dos céus agitados, acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vem a voz de Deus como o som de muitas águas, dizendo: "Está feito." Apoc. 16:17. O Grande Conflito, pág. 636.
Os cento e quarenta e quatro mil triunfaram. Sua face se iluminou com a glória de Deus. Primeiros Escritos, pág. 37.
Quando a voz de Deus põe fim ao cativeiro de Seu povo, há um terrível despertar daqueles que tudo perderam no grande conflito da vida. O Grande Conflito, pág. 654.

Maranata, O Senhor Vel - MM 1977 Pag.

O Livramento do Povo de Deus

Ellen White

Assim diz o Senhor: Por certo que os presos se tirarão ao valente, e a presa do tirano fugirá, porque Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos. Isa. 49:25.

Quando a proteção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de destruí-los. Aproximando-se o tempo indicado no decreto, o povo conspirará para desarraigar a odiada seita. Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo a voz de dissentimento e reprovação.
O povo de Deus - alguns nas celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas - pleiteia ainda a proteção divina, enquanto por toda parte grupos de homens armados, instigados pelo exército de anjos maus, estão se preparando para a obra de morte. É então, na hora de maior aperto, que o Deus de Israel intervirá para o livramento de Seus escolhidos. ...
Com brados de triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a presa, quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. Então o arco-íris, resplandecendo com a glória do trono de Deus, atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração. As multidões iradas subitamente se detêm. Silenciam seus gritos de zombaria. É esquecido o objeto de sua ira sanguinária. Com terríveis pressentimentos contemplam o símbolo da aliança de Deus, anelando pôr-se ao amparo de seu fulgor insuperável.
É ouvida pelo povo de Deus uma voz clara e melodiosa, dizendo: "Olhai para cima" (Luc. 21:28); e, levantando os olhos para o céu, contemplam o arco da promessa. As nuvens negras, ameaçadoras, que cobriam o firmamento se fendem e, como Estêvão, olham fixamente para o céu, e vêem a glória de Deus, e o Filho do homem sentado sobre o Seu trono. O Grande Conflito, págs. 635 e 636.
Enquanto todo o mundo está imerso em trevas, haverá luz em toda habitação dos santos. Eles surpreenderão a primeira luz de Seu segundo aparecimento. Profetas e Reis, pág. 720.

Maranata, O Senhor Vem - MM 1977 Pag. 276

Não Haverá Mártires Após o Término da Graça

Ellen White

Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei. Sal. 91:15.

O povo de Deus não estará livre de sofrimento; mas conquanto perseguidos e angustiados, conquanto suportem privações, e sofram pela falta de alimento, não serão abandonados a perecer. ...
Aos olhos humanos parecerá, todavia, que o povo de Deus logo deverá selar seu testemunho com seu sangue, assim como fizeram os mártires antes deles. Eles mesmos começam a recear que o Senhor os abandonou para sucumbirem às mãos de seus inimigos. É um tempo de terrível agonia. Dia e noite clamam a Deus rogando livramento. ...
Os olhos de Deus, vendo através dos séculos, fixaram-se na crise que Seu povo deve enfrentar quando os poderes terrestres contra ele se dispuserem. Como o exilado cativo, estarão receosos da morte pela fome, ou pela violência. Mas o Santo, que diante de Israel dividiu o Mar Vermelho, manifestará Seu grande poder, libertando-o do cativeiro. "Eles serão Meus, diz o Senhor dos exércitos, naquele dia que farei serão para Mim particular tesouro; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho, que o serve." Mal. 3:17. Se o sangue das fiéis testemunhas de Cristo fosse derramado nessa ocasião, não seria como o sangue dos mártires, qual semente lançada a fim de produzir uma colheita para Deus. Sua fidelidade não seria testemunho para convencer outros da verdade; pois que o coração endurecido rebateu as ondas de misericórdia até não mais voltarem. Se os justos fossem agora abandonados para caírem como presa de seus inimigos, seria um triunfo para o príncipe das trevas. Diz o salmista: "No dia da adversidade me esconderá no Seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá." Sal. 27:5. Cristo falou: "Vai, pois, povo Meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira. Porque eis que o Senhor sairá do Seu lugar, para castigar os moradores da Terra, por causa da sua iniqüidade." Isa. 26:20 e 21. Glorioso será o livramento dos que pacientemente esperaram pela Sua vinda, e cujos nomes estão escritos no livro da vida. O Grande Conflito, págs. 629, 630 e 634.

Maranata, O Senhor Vem - MM 1977 Pag. 275

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O Culminante Ato de Engano

Ellen White

Porque guardaste a palavra da Minha perseverança, também Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra. Apoc. 3:10.

À medida que se aproxima o segundo aparecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, agentes satânicos são instigados por um poder de baixo. Satanás não somente aparecerá como um ser humano, mas personificará a Jesus Cristo; e o mundo que tem rejeitado a verdade recebê-lo-á como o Senhor dos senhores e o Rei dos reis. Review and Herald, 14 de abril de 1896.
A ira de Satanás aumenta à medida em que o tempo se abrevia, e sua obra de engano e destruição atingirá o auge no tempo de angústia. ...
Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (cap. 1:13-15). A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: "Cristo veio! Cristo veio!" O povo se prostra em adoração diante dele, enquanto este ergue as mãos e sobre eles pronuncia uma bênção, assim como Cristo abençoava Seus discípulos quando aqui na Terra esteve. Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia. Em tom manso e compassivo apresenta algumas das mesmas verdades celestiais e cheias de graça que o Salvador proferia; cura as doenças do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou. Declara que aqueles que persistem em santificar o sétimo dia estão blasfemando de Seu nome, pela recusa de ouvirem Seus anjos à eles enviados com a luz e a verdade. É este o poderoso engano, quase invencível. Semelhantes aos samaritanos que foram enganados por Simão Mago, as multidões, desde o menor até o maior, dão crédito a esses enganos, dizendo: "Esta é a grande virtude de Deus." Atos 8:10. O Grande Conflito, págs. 623-625.

Maranata, O Senhor Vem - MM 1977 Pag 274

Isaías e a ordem de culto

Jael Eneias

Isaías, escritor, estadista, profeta de Deus. No início de seu ministério, ele se encontrava desanimado. Sua missão era anunciar os juízos de Deus para uma Judá em pecado, mergulhada na ostentação e orgia. Ao se sentir sozinho, Isaías foi ao templo buscar a face de Deus. No momento em que meditava, Deus se manifesta de forma poderosa. Surge ante Isaías a visão do “Senhor assentado em Seu alto e sublime trono, enquanto o séquito de Sua glória enchia o templo”. Que visão! Que experiência!
O culto é o lugar onde Deus se conecta com o homem. Embora existam diversas formas de culto, todavia, é neste espaço que Deus fala e o adorador responde. Por esta razão, uma ordem de culto não deve se resumir em partes soltas de uma programação. Nem tampouco se constituir num roteiro formal de levantar, cantar, orar, assentar-se, ofertar e ouvir a Palavra. A liturgia é vida, pois prepara o coração e a mente para a experiência de fé mais indizível. O próprio Isaías no capítulo 6 relata que:
Verso 1: “Eu vi o Senhor”. Aqui está o propósito maior do culto de adoração. O anseio de cada adorador deve ser contemplar o “Senhor na beleza de Sua santidade” (Salmo 96: 9). Por isso, no quesito “adoração”, o planejamento, a organização e a integração das equipes envolvidas precisam ser destaque na agenda dos anciãos e do pastor.
Verso 2: “A reverência como ponto alto da adoração”. A presença de Deus em nossos cultos é tão real hoje, quanto foi na visão de Isaías, onde anjos, criaturas sem pecado, usavam suas próprias asas para cobrir o rosto e os pés. Tudo que desvie atenção de Deus deve ser eliminado.
Verso 3: “Reconhece-se a natureza de Deus”. O louvor através do canto, da oração, do ofertar, do dizimar são formas distintas de exaltar o “principal atributo divino: perfeita santidade de caráter” (Comentário Bíblico Adventista v. 4, p.120). “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos: toda a terra está cheia de sua glória”.
Verso 4: “Tremem os alicerces dos umbrais”. No culto de adoração, tudo impacta. Do louvor congregacional sincero, marcante, intencional, até a resposta de Deus mediante unção do Espírito Santo, constitui-se no preparo para a exposição da Palavra.
Verso 5: “Ai de mim! Estou perdido!” Eis o momento da confissão. A pessoa escolhida para a oração intercessora deve representar a congregação em seus anseios, súplicas, demandas e expectativas. É na aproximação de Deus que reconhecemos nossa imperfeição e debilidades.
Verso 6: “Brasa viva é trazida do altar”. Uma ordem de culto significativa leva o adorador de degrau em degrau até que alcance o êxtase espiritual: sentir-se perdoado e aceito por Deus. Sem isto, tudo o mais é irrelevante. Finalmente, o fogo que purifica, é aquele que vem do altar do Senhor!
Verso 7: “O teu pecado foi perdoado”. O culto de adoração é uma bênção quando há espaço e lugar para se ouvir o perdão de Deus. Às vezes a pressa, a ansiedade, o excesso de programa, tem tirado a quietude e da hora do silêncio. É neste instante que a alma precisa respirar…aliviada!
Verso 8: “Deus pergunta: A quem enviarei? Isaías responde: Eis-me aqui”. No mundo de muitas vozes, o culto de adoração acaba se transformando em oásis da vida, aonde a Palavra de Deus chega a nós com impacto, abrangência, força e sentido. E, neste sentido, a resposta humana só terá valor se a liturgia que lhe serve por eco for com propósito e eminentemente bíblica.

A seguir, considerações adicionais para enriquecer a liturgia na Igreja Adventista do Sétimo Dia:

Doxologia e Invocação
  •  É o momento em que a congregação explode em louvor e reconhecimento. Os hinos cantados nesta hora devem sempre exaltar os atributos divinos.
  •  Depois de um momento de oração, os participantes da plataforma se levantam e se unem à congregação em louvor e adoração.
  •  Na invocação, ora-se pelas ofertas, dízimos e oferendas trazidas pelos adoradores. Portanto, não é uma oração geral de súplica ou intercessão.

Hino de Louvor
  •  Pergunte ao hino: afirma Vida? É teocêntrico? Magnifica a Trindade? Um bom hino é amplo, solene, inexiste pronome pessoal em seu texto e se dirige a Deus, o Ser imarcescível.
  •  Hinos são escadas pelas quais os santos ascendem à presença de Deus. Nesta hora, os anjos se unem aos homens para louvar o Deus Criador.
Oração Pastoral
  • Esta oração deve ser realmente pastoral, ter cunho eminentemente sacerdotal e abranger as necessidades da congregação. Por isso, aquele que ora, deve se preparar com antecedência para este ministério.
  •  São quatro as dimensões importantes: exaltação, confissão, intercessão e unção do Espírito Santo.
Ofertório
  • Deus provedor de todas as coisas. Reconhecer isto torna o homem mais dependente dos favores divinos.
Hino Congregacional
  •  A congregação unida em uma só voz representa a unidade da Igreja, a união do povo de Deus em propósito, fé e esperança.
  • A alternância de hinos solenes e cânticos vibrantes vão preparar o terreno do coração para a exposição da Palavra de Deus.
Sermão
  • O culto atinge a sua culminância quando a Palavra de Deus é aberta. Nesta hora não há fundo musical, recortes de jornais ou qualquer outro material, que não seja a Bíblia, falando por meio do pregador.
  • O pregador deve tornar o “sermão” espiritualmente apetitoso. Primeiro, ele se serve do “pão vivo”, com oração e perseverante preparo; depois, com ajuda do Espírito Santo, ele compartilha os benefícios da comunhão.
Hino de Dedicação
  •  Neste momento a congregação responde ao apelo do Espírito de Deus.
Bênção
  •  A bênção deve ser breve e inspiradora. Os adoradores precisam voltar para casa com os corações cheios de gratidão. Bênção maior é quando homens e mulheres saem com o desejo de testemunhar e serem iguais a Cristo.
Fonte - http://noticias.adventistas.org

Adventistas realizam projeto durante o Rock in Rio


Grupo aproveitou oportunidade para desenvolver projeto evangelístico que explora linguagem do programa
Rio de Janeiro, RJ… [ASN] Com cartaz, adesivos e distribuição de água, jovens adventistas  do Rio de Janeiro se aproximaram das pessoas que saíam do festival Rock in Rio, na Barra da Tijuca, na madrugada do dia 22 de setembro.  A frase “saiba mais sobre o maior show de todos os tempos” e a garrafa com o rótulo “um cara que deu a vida pelos seus fãs” atraiu a atenção de quem passou pelo projeto God in Rio.
O idealizador da iniciativa,o publicitário Agnes de Araújo, de 22 anos, diz que a ideia surgiu após o grupo ter ido às manifestações do mês de julho. Enquanto a maioria pedia a diminuição do valor das tarifas de ônibus, eles entregavam o livro “A Grande Esperança” para quem estava no protesto. “Desde então, juntamos a ideia mais a força de vontade de outros jovens e fundamos este movimento em prol do evangelismo criativo”, explica.
A partir daí, Agnes sentiu que  não poderia deixar o maior festival de música rock passar em branco. “Vendo estes eventos, que para gente é loucura ver as pessoas ficarem dias nas filas esperando para ver seus ídolos que não os conhecem, concluímos que é o amor que motiva esses fãs. Quem dirá a nós, cristãos, que adoramos um Deus que conhece cada detalhe nosso, devemos mais ainda fazer “loucuras” por Ele. Devemos ser mais que fãs, devemos ser discípulos”, complementa. A ação contou com a presença de 16 jovens com idades entre 12 e 25 anos.
Jovens utilizaram mensagens diferenciadas para atrair a atenção daqueles que teriam contato com o material
 A diretora associada de jovens da igreja adventista Freguesia, Thayane Carvalho, de 23 anos, lembra da reação das pessoas ao receber a garrafa de água. “Era muito engraçado quando falávamos que era presente, que não precisava pagar. Alguns não acreditavam, outros agradeciam muito, mas a maioria recusava. Teve uma menina que falou para o amigo cheirar a garrafa porque, com certeza, a água estava batizada”, acrescenta.
O mais novo do grupo, Nathan Amaral, de 12 anos, arrancou risadas do grupo ao distribuir os adesivos porque os chamava de “folhetinho da vida eterna”. “Quando uma pessoa recusou pegar o tal folheto, ele logo respondeu para que tivesse cuidado. A surpresa veio quando a pessoa voltou, pegou o adesivo e pediu desculpas pela atitude”, descreve Thayane.
“Ser louco por Jesus é romper a barreira do comodismo cristão e viver intensamente o cristianismo vivo. Este tipo de atitude nossa é apenas um aperitivo do que ainda podemos fazer em nome de dEle”, identifica Araújo, que já espera pela próxima oportunidade.
“Ver jovens trabalhando assim, fora da “caixinha” da igreja, é sempre muito bonito e inspirador. É um dos sinais da breve  volta de Cristo e isso mexe com qualquer pessoa, seja cristã ou não. De fato, esses jovens causaram um impacto àquelas pessoas que receberam os presentes e se perguntaram o por que de ter ali gente dando água enquanto todos vendiam, indo enquanto todos voltavam, sorrindo animados enquanto todos só queriam dormir”, avalia o publicitário.
Para ele, por mais que alguns estivessem muito bêbados ou cansados para refletir tais atitudes , permanece a certeza de que o Espírito Santo vai relembrá-los e, após uma releitura, terão mais uma chance de conhecer o ídolo que nunca vai desapontá-los. “Jesus quer usar cada um para fazer a diferença, seja em projetos assim ou individualmente. Mas cabe a cada um permitir ser usado por Ele. No início pode até parecer loucura , mas no céu você vai descobrir que foi a loucura mais sensata que já fez.”
“Precisamos ser ousados. Nós não somente temos a mensagem, mas somos a mensagem. O vazio que esses milhares de jovens estão tentando preencher com rock, só será verdadeiramente preenchido por Cristo”, concluiu o líder de jovens da Igreja Adventista do Rio de Janeiro, pastor Max Schuabb.

[Equipe ASN, Dina Karla Miranda e Thaís Carvalho]

Ervas venenosas



Texto:  II Reis 4:38-41   +   6:24-30

Era uma época de grande fome na terra. Não somos informados qual o motivo da fome; se uma seca, ou praga de gafanhotos, ou qualquer outra calamidade natural.
O certo é que as pessoas andavam desesperadas, procurando alimento por toda parte. Comiam qualquer coisa que lhes acalmasse a fome. Até esterco de pombos era vendido para alimento. Um pouco de esterco era vendido por cinco siclos de prata e a cabeça de um jumento era vendida por 80 peças de prata...

Nesse tempo, o profeta Elizeu fez uma visita ao seminário teológico que fica em Gilgal que também era chamado de Escolas de Profetas.
Na hora do almoço, o profeta ordenou que seu secretário colocasse a panela grande ao fogo e fizesse  um cozinhado para os alunos. (Verso 38)
O texto dá a entender que havia alguma reserva de alimento, provavelmente pouca mais o suficiente para fazer um cozinhado.
Um dos alunos, com medo que aquela comida não fosse suficiente para todos ficar saciados, resolveu ajudar à sua maneira.

“Saiu ao campo a apanhar ervas e achou uma trepadeira silvestre; e, colhendo dela, encheu a sua capa de colocíntidas; voltou e cortou-as em pedaços, pondo-os na panela, visto que não as conheciam”  (verso 39)

Percebe-se pelo texto, que aquele moço foi enganado. Ele achava que aquela era uma planta comestível, mas era colocíntida, erva parecida com a que ele conhecia, porém, altamente toxica,

E quando a sopa foi servida soou o grito: “Homem de Deus, há morte na panela!”...

O profeta Elizeu pediu. Trazei farinha. Trouxeram-lhe,  Ele a pós na panela e o veneno perdeu o efeito. Todos puderam comer sem susto.

Vivemos em dias de fome pior do que a fome de Samaria. Enquanto aquela era fome física, a que vivemos hoje, é fome espiritual. E esta fome às vezes esta dentro da igreja.

Esta história nos ensina várias lições para nossa vida e crescimento espiritual

1.      Pode existir fome dentro da própria igreja.

Se não nos cuidarmos, a corrida pela vida pode nos fazer negligenciar tomar o alimento espiritual e passamos a ter fome da palavra de Deus, com ela na mão.

2.      A morte na panela pode existir dentro de uma igreja sólida e organizada.

a) Onde eles estavam, havia ensino religioso sólidoOu seja, lá estavam os estudantes de teologia, no seminário de Eliseu, na Escola de Profetas. Eles estão diante de um grande professor. Um homem de poder. Um santo homem de Deus. Um homem que jamais negociou seus valores absolutos nem mercadejou seu ministério. .... E é exatamente nesse tempo é que houve o dramático clamor:  “Homem de Deus, há morte na panela!”.

b) Também onde eles estavam, havia comunhão religiosa.
A fome, a pobreza, a crise, longe de quebrar a comunhão dos filhos dos profetas, os estreitou ainda mais. Eles estavam juntos na crise. Entretanto, numa comunidade onde reina comunhão religiosa pode também existir  “morte na panela.”

c) Onde eles estavam, havia liderança forte e organizada,
Ou seja, Eliseu era um profeta de grande destaque em Israel. Era um santo homem de Deus, em quem repousava o Espírito do Senhor. Um homem poderoso em obras e instrumento valioso para a realização de estupendos milagres. Mas mesmo assim, neste contexto, a morte estava na panela...

Ou seja, a morte na panela pode existir dentro de uma igreja sólida e organizada...

3.      A morte na panela é uma realidade dolorosa na vida da igreja.

O texto diz que a fome assolava a região e com certeza muitos estavam desesperados à busca de alimentos....    -   E é exatamente isso que estamos vendo hoje no contexto espiritual. Muitos estão buscando alimento. Os homens estão como ovelhas inquietas, famintas à busca de alimento. Alguns estão buscando pastos verdes, diferentes. E quando encontram novidades, logo as abraçam com sofreguidão.
 Diz o texto: “Um deles foi ao campo apanhar legumes e encontrou uma trepadeira...”

A trepadeira é viçosa, é frondosa, deve dar fruto bom. Da mesma maneira encontramos hoje muita coisa frondosa e viçosa em nosso meio, muitos ensinos que são arrojados, desafiadores, bonitos, impactantes, mas não são bíblicos, são venenosos!
O texto diz que os discípulos dos profetas comeram veneno pensando estar se alimentando de coisa boa. Acharam parecidos. Aliás, o joio é parecido com o trigo. Mas um é veneno, e o outro é alimento.

Vemos nesse fato, duas questões importantes:

4.      Devemos ter cuidado com os que correm ser serem enviados.

O profeta encarregou seu secretário para fazer a comida. Disse: “põe a panela no fogo e faça alguma coisa”. ‘“Procure algo para cozinhar para o povo” enquanto o secretário estava providenciando, “Então saiu um ao campo a apanhar ervas achou uma trepadeira silvestre; e, colhendo dela encheu a sua capa de colocíntidas; voltou e cortou-as em pedaços, pondo-os na panela, mas não as conhecia” 4:39.
Veja que alguém bem intencionada, mas sem autorização, e sem conhecimento do que ia fazer, saiu a apanhar ervas, e a primeira que encontrou, trouxe, e sem consultar ninguém, pôs na panela.
A intenção era das melhores, porém fez tudo errado. Saiu sem ser enviado, não sabia o que estava fazendo, colheu ervas desconhecidas, e pós na panela sem consultar ninguém

O mesmo perigo acontece hoje, com os pregadores que correm ser serem enviados.

O perigo de ser enganado pelas aparências.

Às vezes as coisas não são o que parecem ser. Os erros mais perigosos são aqueles que parecem com a verdade. A meia verdade é mais perigosa que a mentira, pois se torna mais sutil, menos perceptível, por isso mais penetrante.

Normalmente, as seitas que permeiam nossa sociedade e os dissidentes que surgem no meio adventista, tem muito ensino bíblico em sua doutrina, têm muita coisa boa, certa, verdadeira.
Mas nem tudo é verdade, há veneno no meio do alimento, há morte na panela. Há negação e distorção de verdades essenciais do cristianismo.

O todo do Evangelho fica comprometido. A sã doutrina é solapada. A pureza do Evangelho é diluída num caldo mortífero de heresias que grassam no conjunto doutrinários dessas seitas e movimentos dissidentes espúrios.
Por isso você precisa exercer discernimento neste tempo de preparo dos seus alvos, dos seus planos e dos seus projetos espirituais...

Não podemos comer todo alimento que se serve em nome de Deus. Existem muitas pregações fantásticas, ensinos arrebatadores que mexem com as emoções e sacodem com as estruturas da vida humana, usam textos bíblicos forjados para sustentar suas ideologias, mas contaminadas por veneno perigoso.

Aliás, o diabo gosta de citar a Bíblia. Ele citou a Bíblia para Jesus no deserto. Mas o diabo usa a Bíblia contra a Bíblia. Ele usa a Bíblia para tentar. Ele cita a Bíblia fora do contexto, por pretexto. Ele cita a Bíblia pelas metades, torcendo o seu sentido. Assim, nem toda pessoa que anda com a Bíblia, prega a Bíblia é de Deus.
A Bíblia na mão do diabo não é Palavra de Deus, é palavra do diabo, é tentação pura...

Quer alguns  exemplos?

1.      A teologia do domínio.

Muitos pregadores estão hoje levando os crentes a afirmarem:

 O Brasil é do Senhor Jesus. Povo de Deus declare isto. 

Ora, não é através de uma declaração ou de uma frase mágica que nós vamos ver a transformação moral e espiritual do nosso país a não ser pela pregação do Evangelho e testemunho dos cristãos!

A verdade hoje está sendo atacada não apenas nas ruas, mas nos púlpitos, nos livros, nas conferências. Muitos pensam que o crescimento numérico das igrejas é o único referencial da bênção de Deus.   Entretanto esse não pode ser o ponto nevrálgico, porque os Muçulmanos, os budistas e os espíritas crescem também.  Ou seja, nem tudo o que cresce é de Deus.  Em João 6, a Bíblia diz que a multidão ao ouvir um duro discurso de Jesus, o deixou e não mais o seguiu.   -  Portanto, NÃO SE ENGANE PELAS APARENCIAS!!!!

E por falar em aparências não podemos deixar de mencionar a       Confissão positiva de Kenneth Hagin ou seja, a

2.      Teologia da Prosperidade.  

Esta teologia diz que todo crente deve viver endinheirado, morar em mansão, desfilar em carrões, jamais ficar doente e possuir a natureza divina. É uma teologia que gera frustração e decepção.

O apóstolo Pedro disse para o paralítico que jazia à porta do templo: “Não tenho ouro e nem prata...”, ou seja, eram pobres também.   Por outro lado a historia nos mostra que homens santos de Deus foram acometidos de graves enfermidades ou sofreram profundamente como João Calvino, Charles Spurgeon, Billy Grham.

E o que estamos vendo hoje é que muitas pessoas enfrentam uma outra decepção: a de ser declarado curado pelos pregadores em nome de Deus e continuarem convivendo com o drama da enfermidade. Pregadores que prometem as pessoas aquilo que Deus não promete. Dizem em nome de Deus o que Deus não está falando.

E quando as pessoas frustradas e decepcionadas se chocam com a dramática realidade de que não estão curadas, recebem ainda um outro fardo: você não foi curado, porque você está em pecado ou porque você não teve fé.    Portanto, avalie muito bem para onde você haverá de direcionar a sua vida e da sua família nesse novo ano na questão da sua devoção com Deus....


3.      Batalha espiritual

Pessoas estão vendo o demônio em tudo. Não chegam em uma casa sem exorcizarem os demônios que estão dentro de casa, na igreja...     Pessoas que confundem demônio com obras da carne: demônio da avareza, da prostituição, da mentira, da morte...

Crentes que vivem amarrando demônios em vez de pregar a Palavra do Evangelho libertador.    -   Crentes que vivem dando nome de demônios que a Bíblia não revela, por revelação do próprio diabo que é o pai da mentira.  -   Crentes expulsando demônios de crentes nascido de novo.

Pessoas pregando sobre espíritos territoriais (descobrir o demônio controlador da cidade). E a partir daí afirmam que o nome da cidade revela sua história espiritual.    E a gente fica pensado que se de fato fosse assim Vitória e Salvador não teriam problemas espirituais, não é mesmo?

4.      Ofertas bíblicas

 As ofertas são bíblicas, mas há igrejas hoje mercadejando o Evangelho. Comercializam a fé. Arrancam o dinheiro do povo sem escrúpulo.
 Elaboram mecanismos de misticismo pagão como o óleo ungido, a rosa ungida, o lenço ungido, água fluidificada, sal grosso, folha de arruda, água santa de Israel, saquitel de mirra, óleo de alabastro, sabão  abençoado, etc.  fazem de tudo para tirar dinheiro do povo simples e místico... 

-  Aliás o desempenho de muitos pastores e igrejas é medido pela quantidade de dinheiro que se arrecada.
           
Parece que estamos vendo novamente a famigerada doutrina da Idade Média das indulgências, só que agora no meio evangélico. A bênção é comprada. Quando mais dá, mais bênção você vai ter...

5.      Cura Divina

 A cura divina é bíblica, mas o que se prega hoje é que toda doença vem do maligno. Prega-se hoje que o crente não pode ficar doente e que se não for curado é falta de fé ou pecado.  E por conta disso, muitas pessoas deixaram de tomar os remédios por causa de uma promessa segura de cura e depois de perceberem que não estavam curadas ficaram decepcionadas com Deus.

6.      Benção e maldição

 Estão tirando o caminho da santificação para o caminho da quebra de maldição.  Ou seja, qualquer desgraça que venha sobre você tais como: doença, desemprego, um filho que caia nas drogas, etc. é tudo maldição herdada, e você precisa quebrar isso em nome de Jesus...

Entretanto a Bíblia fala de homens santos, piedosos e que tiveram filhos rebeldes e maus:  Josafá, Ezequias...  Como também fala de homens ímpios e maus que tiveram filhos santos e piedosos: Abias, Jotao

O profeta Ezequiel no capitulo 18:20 diz que “Aquele que pecar é que morrerá. O filho não levará a culpa do pai, nem o pai levará a culpa do filho. A justiça do justo lhe será creditada, e a impiedade do ímpio lhe será cobrada”.    II Corintios 5:17 fala que “Se alguém esta em Cristo é nova criação. As coisas antigas já passaram, eis que surgiram coisas novas”.

Portanto meu irmão ao arquitetar sua vida espiritual para este ano não se esqueça de identificar a morte na panela, agora em que ainda é um tempo oportuno!

No meio adventista

Tem surgido no meio adventista muitas “colocíntidas”. Muita erva venenosa, que tem matado espiritualmente muita gente.
São os chamados movimentos reformatórios, que pregam doutrinas esdrúxulas, que negam a divindade de Jesus, e renegam o Espírito Santo,
São contra a Trindade divina, e/ou rejeitam a organização da igreja da profecia, e criam novas igrejas e movimentos, fora da profecia, e da orientação divina que deixou bem claro que no final do tempo, “Deus só teria uma igreja que estaria no mundo reparando a brecha da Santa Lei”, e que essa igreja é a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a original, a igreja que foi fundada como resultado do cumprimento da profecia de Daniel, e que surgiu em 1844.
Entre os falsos movimentos, surgidos do adventismo, que são ervas bonitas, e até parecem alimentar bem, mas estão eivados de veneno, eu conheço vários.

1.      Reformistas históricos

Igrejas chamadas de “Movimento de Reforma”, tradicionais, eu conheço oito. Todas dizem ter a pura mensagem do advento. E todas condenam a Igreja Adventista.

Quais são?

·         Igreja Adventista do Sétimo Dia -  Movimento de Reforma, 1914.
                        Editora Missionária “A Verdade Presente

·         .Igreja Adventista do Sétimo Dia - Movimento de Reforma, 1951
            Editora Missionária “Luz Para os Nossos Dias”

As duas tem o mesmo nome. Uma surgiu da outra, depois de uma briga lá, entre eles, mas conservaram o mesmo nome. E, claro, cada uma é mais santa e certa que a outra.

·         Igreja Adventista da Promessa

·         Igreja Adventista - ‘“Última voz de Misericórdia”

·         Igreja Adventista – “ O Remanescente”

·         Igreja Adventista da Completa Reforma.

·         Igreja Adventista da Completa Reforma


Também são duas com o mesmo nome.
Com a morte do Senhor José Gomes de Menezes, fundador da Completa Reforma, dois filhos dele, brigaram pela liderança da igreja, como não chegaram a um acordo, fizeram um racha na igreja e cada um ficou com um pedaço, porém mantém o mesmo nome. Quem não desconfia, acha que é uma igreja só, porém são duas igrejas. Ele tem dois presidentes. E cada presidente ensina que sua igreja é mais certa e santa que a do outro.

·         Igreja Adventista Último Remanescente de Israel

2.      Dissidentes

Quantos aos movimentos dissidentes modernos são vários. Cada um prega uma coisa diferente, e se considera mais santo que o outro.

·         Há os que são contra o judaísmo, e os que são praticamente judeus em sua forma de pensar e prática de vida.
·         Há os que são contra a Trindade, mas batizam invocando o nome da mesma,
·         Há os que também negam a trindade e só batizam em nome de Jesus.
·         Outros afirmam que o Espírito Santo é o anjo Gabriel.
·         Alguns atualmente estão pregando que O Espírito Santo é Satanás. Por este motivo eles não adoram o Espírito Santo, pois quem o adora, está adorando satanás. Dizem
·         Há outro grupo que ensina que pronunciar o nome Jesus é pecado, tem que falar yuoshua
·         Outros ensinam que para ser salvo os homens tem que cobrir a cabeço com o kipar, espécie de boina, também usada pelos cardeais.

Todas essas  doutrinas estapafúrdias, dizem eles, ser encontradas na Bíblia. Mas são enganos. Não passam de “colocíntidas” ou, ervas venenosas, trazidas por quem não as conhece e nem foram enviados.

            Todos esses condenam a igreja adventista.

Dizem que a igreja adventista é apostatada, por que prega as doutrinas dos reformadores do século XVI, entre elas, a doutrina da Trindade, que, segundo eles, é doutrina da igreja católica e das igrejas evangélicas tradicionais.

 A MORTE NA PANELA É CURADA.

v. 40: “Então Eliseu pediu um pouco de farinha, colocou no caldeirão e disse: Sirvam a todos.  E já não havia mais perigo no caldeirão”.

A morte é afastada quando colocamos na Panela a genuína Palavra de Deus. Prega a Palavra, só a Palavra. Toda a Palavra.
Os cristãos hoje não querem doutrina - só querem experiência. Estão jogando suas confissões  de fé no caixote de lixo.

Irmãos, somos filhos da Reforma: SOLA SCRIPTURA.
Nós, os Adventistas do Sétimo Dia, temos como regra de fé e prática a Bíblia.
Como fonte de consulta, temos os livros de Ellen White, não como segunda Bíblia, mas como luz menor que nos guia à luz maior, a palavra de Deus.
Portanto, não precisamos sair por aí, à procura de doutrinas estranhas, de novidades, pois, por muito bonitas que parecem, são ervas desconhecidas, são colocíntidas venenosas.  Podem matar.


Título original - Morte na panela

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