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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Na Encosta da Montanha


Na encosta da montanha Mais de mil e quatrocentos anos antes do nascimento de Jesus em Belém, os filhos de Israel se haviam reunido no belo vale de Siquém e, das montanhas que o ladeavam, ouviu-se a voz dos sacerdotes proclamando as bênçãos e as maldições — “a bênção, quando ouvirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus,... a maldição, se não ouvirdes”. Deuteronômio 11:27, 28. E assim o monte de onde foram proferidas as bênçãos veio a ser conhecido por monte das bem-aventuranças.
Não foi, no entanto, do monte Gerizim que foram proferidas as palavras que vêm como uma bênção ao mundo pecador e aflito. Israel deixou de atingir o elevado ideal que lhe fora proposto. Outro que não Josué devia conduzir Seu povo ao verdadeiro repouso da fé. Não mais é o monte Gerizim conhecido pelo monte das bem-aventuranças, mas aquela anônima montanha ao lado do lago de Genesaré, onde Jesus pronunciou as palavras de bênção dirigidas a Seus discípulos e à multidão. Volvamos, em espírito, àquela cena e, ao sentarmo-nos com os discípulos na encosta do monte, penetremos nos pensamentos e no sentir que lhes enchia o coração.
Compreendendo o que significavam as palavras de Jesus para os que as ouviam, nelas podemos distinguir uma nova vida e beleza, recolhendo para nós mesmos suas mais profundas lições.
Quando o Salvador começou Seu ministério, a concepção popular acerca do Messias e de Sua obra era de molde a incapacitar de todo o povo para O receber. O espírito da verdadeira devoção se havia perdido na tradição e no cerimonialismo, e as profecias eram interpretadas segundo os ditames de corações orgulhosos e amantes do mundo.
Os judeus aguardavam Aquele que havia de vir, não como um Salvador do pecado, mas como um grande príncipe que poria todas as nações sob o domínio do Leão da tribo de Judá.
Debalde João Batista, com o poder de esquadrinhar os corações, próprio dos antigos profetas, chamara ao arrependimento o povo. Em vão havia ele, à margem do Jordão, apontado a Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Deus estava buscando encaminhar-lhes o espírito às profecias de Isaías quanto ao sofrimento do Salvador; mas não queriam ouvir.
Houvessem os mestres e guias de Israel se submetido a Sua graça transformadora, e Jesus deles teria feito embaixadores Seus entre os homens.
Na Judeia fora primeiro proclamada a vinda do reino, e primeiro fora feito o chamado ao arrependimento. No ato de expulsar os profanadores do templo de Jerusalém, Jesus Se anunciara como o Messias — Aquele que devia purificar a alma da contaminação do pecado, e tornar Seu povo um templo santo para o Senhor. Mas os dirigentes judaicos não se quiseram humilhar para receber o humilde Mestre de Nazaré.
Em Sua segunda visita a Jerusalém, foi Ele acusado perante o Sinédrio, e unicamente o temor do povo impedira esses dignitários de tentar tirar-Lhe a vida. Foi então que, deixando a Judéia, iniciou Seu ministério na Galiléia. Sua obra ali prosseguira por alguns meses antes de Ele fazer o Sermão do Monte.
A mensagem que proclamara através da Terra — “É chegado o reino dos Céus” (Mateus 4:17) — atraíra a atenção de todas as classes, ateando-lhes ainda mais a chama de suas ambiciosas esperanças. A fama do novo Mestre estendera-se para além dos limites da Palestina e, não obstante a atitude dos superiores, propagava-se o sentimento de que Este poderia ser o esperado Libertador.
Grandes multidões retardavam os passos de Jesus, e subia de ponto o entusiasmo popular. Chegara o tempo em que os discípulos que mais de perto se haviam ligado a Cristo, se Lhe uniram mais diretamente à obra, a fim de que essas vastas multidões não fossem deixadas sem cuidado, como ovelhas que não tinham pastor. Alguns desses discípulos se haviam unido a Ele no início de Seu ministério, e quase todos os doze tinham vivido juntos, como membros da família de Jesus. Todavia também eles, mal-orientados pelos ensinos dos rabis, partilhavam da expectação popular de um reino terrestre.
Não podiam compreender a maneira de agir de Jesus. Já tinham ficado perplexos e perturbados por Ele não fazer nenhum esforço para fortalecer Sua causa mediante o granjear o apoio dos sacerdotes e rabis, por nada fazer para estabelecer Sua autoridade como rei terrestre.
Grande era a obra ainda a fazer por esses discípulos antes de se acharem preparados para a sagrada missão que lhes seria confiada quando Jesus houvesse de ascender ao Céu. Todavia eles correspondiam ao amor de Cristo e, conquanto tardios de coração para crer, Jesus via neles aqueles a quem podia educar e disciplinar para Sua grande obra.
E agora, que eles haviam estado com Jesus tempo suficiente para, em certa medida, estabelecer sua fé no divino caráter de Sua missão, e o povo também tivera provas de Seu poder, o qual não podiam pôr em dúvida, estava preparado o caminho para uma declaração dos princípios de Seu reino, os quais os ajudariam a compreender sua verdadeira natureza.
Sozinho sobre um monte próximo ao mar da Galiléia, Jesus passara toda a noite em oração por esses escolhidos.
Ao alvorecer, chamara-os a Si e, com palavras de oração e instruções, impôs-lhes as mãos numa bênção, separando-os para a obra do evangelho. Depois, dirigiu-Se com eles à praia onde, bem cedinho, já uma grande multidão começara a ajuntar-se.
Além da massa habitual vinda das cidades da Galiléia, havia grande número de pessoas da Judéia, e da própria Jerusalém; da Peréia e da população meio-pagã de Decápolis; da Iduméia, ao sul da Judéia, e de Tiro e Sidom, cidades fenícias à margem do Mediterrâneo. “Ouvindo quão grandes coisas fazia”, eles “tinham vindo para O ouvir e serem curados das suas enfermidades,... porque saía dEle virtude, e curava a todos.” Marcos 3:8; Lucas 6:17-19.
Depois, como a estreiteza da praia não oferecesse espaço para todos os que O desejavam ouvir ficarem ao alcance de Sua voz, nem mesmo de pé, Jesus abriu o caminho de volta para a encosta da montanha.
Chegando a um lugar plano que proporcionava aprazível espaço para a vasta assembléia, sentou-Se na relva, e Seus discípulos e a multidão seguiram-Lhe o exemplo.
Como pressentindo algo acima do comum a sobrevir, os discípulos se haviam comprimido em torno do Mestre. Em vista dos acontecimentos daquela manhã eles experimentavam como que uma [certeza de que seria anunciada qualquer coisa relativamente ao reino que, segundo ansiosamente esperavam, Ele devia em breve estabelecer.
A multidão estava, também, possuída de um sentimento de expectação, e as faces ansiosas testemunhavam profundo interesse. Enquanto ali estavam sentados na verde encosta, esperando as palavras do divino Mestre, encheu-se-lhes o coração de pensamentos da glória futura. Havia escribas e fariseus que antecipavam o dia em que eles teriam domínio sobre os odiados romanos, e possuiriam as riquezas e o esplendor do maior império do mundo.
Os pobres camponeses e pescadores esperavam ouvir a certeza de que suas arruinadas cabanas, a escassa comida, a vida de labuta e o temor da miséria haviam de ser trocados por mansões de abundância e dias de felicidade.
Em lugar da única e ordinária vestimenta que os cobria de dia e lhes servia de cobertor à noite, esperavam que Cristo lhes daria os ricos e custosos trajes de seus conquistadores.
Todos os corações fremiam com a orgulhosa esperança de que Israel seria em breve honrado diante das nações, como o escolhido do Senhor, e Jerusalém exaltada como cabeça de um reino universal. [

Ellen White.
O maior discurso de Cristo - Capítulo 1 — 

terça-feira, 17 de abril de 2018

PRESENTE DE DEUS PARA OS SALVOS


PRESENTE DE DEUS PARA OS SALVOS

II Pedro 1:1-4

INTRODUÇÃO
Todos nós gostamos de receber presentes.
Presentes de amigos, parentes, e etc. porém melhor presente que recebemos é o que é vindo de Deus. E é isto que o apóstolo Pedro afirma.
Quem era Pedro?
Pedro era um dos doze apóstolos de Jesus, que aceitou o chamado para deixar o seu barco de pesca e tornar-se pescador de homens. Era provavelmente o mais ativo dos discípulos, e o mais sincero, apesar de ter traído o mestre. Após a morte de Cristo, tornou-se um dos maiores evangelistas de todos os tempos.
1. O apóstolo escreveu sua epístola a todos os que alcançaram a fé em Jesus.
            a) Os que viveram no seu tempo
            b) Os que vivem hoje
2. Aos que que recebem a Jesus são multiplicados
            a) Graça, favor, benevolência, perdão.
            b) Paz, tranquilidade, concórdia, descanso, etc.
3. A estes também são dados, pelo divino poder:
            a) Tudo que diz respeito a vida, casa, comida, saúde, companhia, laser, etc.
            b) Tudo que diz respeito a piedade:
                        1. Conhecimento da Bíblia
                        2. Desejo de orar
3. Desejo de frequentar a igreja
4. Desejo de fazer trabalho missionário
5. Desejo de fazer o bem, etc.
            4. São dadas também, a estes, grandiosas promessas
·         Promessa da sua volta
·         Casas de ouro
·         Árvore da vida
·         Espírito Santo
·         Segurança
·         Perdão, etc.

                        a) Para que?
·         Para por ela nos tornarmos participantes da natureza divina.
Sendo bondosos, perdoadores, pacientes, amigáveis.
·         E escaparmos da corrupção que há no mundo
Vícios, jogos, drogas, fraudes, mentira, fuxicos, intrigas, etc.

                        b) Como vem esta corrupção?
·         Pela concupiscência, ou seja, pela cobiça.
·          
5. Para termos tudo isto, ou seja, todas essas promessas,  ha uma condição:
a)      Ter conhecimento:: de Deus
         de Jesus
         do Espírito Santo

CONCLUSÃO
O apóstolo escreveu a todos os que têm fé: aos do seu tempo e aos de hoje. E a estes ele desejou:
·         Graça
·         Paz
·         Tudo que diz respeito à vida, e à piedade
·         Grandiosas promessas
Para assim, nos tornarmos participantes da natureza Divina e escapamos, da corrupção que há no mundo
Para tanto precisamos
Conhecer a Deus,
Conhecer Jesus e
Conhecer o Espírito Santo.

APELO
Que seja esta a nossa experiência.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Deus Liberta os Cativos


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Lições dos primeiros capítulos de Êxodo

Êxodo 1- 6






Lições

Há um paralelismo entre o povo de Israel no passado e o povo de Deus no presente

A) Faraó representa Satanás

1.  Satanás usa de astucia, para que não se multiplique o povo de Deus Cap. 1:10,11
2.  Satanás escraviza
Nos vícios
Nas superstições
No pecado
No medo

Outros tipos de escravidão
       Social – Desemprego, falta de oportunidade
       Ociosidade – Falta de iniciativa
       Ignorância – preguiça de aprender
       Religiosa – falsos conceitos religiosos, e medo dos líderes.

3.  Deus ver o sofrimento do seu povo, deseja libertar-lhes Cap.3:7
Ele enviou Moisés e Arão; envia, os missionários hoje. Envia eu, e você.

      4. Satanás não quer a liberdade dos filhos de Deus Cap. 5: 4.5.

       5, Quando decidimos nos libertar, aumenta.  o sofrimento, 5: 6-12

       6. Deus nos dá a certeza da libertação Cap. 6: 6-8

       7: As coisas devem ser do jeito de Deus e não como pensamos

       Moisés matou o egípcio e só piorou as coisas. Essa obra é de Deus, ele sabe o      tempo certo, e a maneira certa de agir. Cap. 2 12 – 14

       8. Não devemos fugir da responsabilidade. Deus se aborrece quando fugimos ao dever. Cap. 4: 12 -14

        9. Seremos povo de Deus, e levados para a Canaã celestial. Ali nos encontraremos com Abraão, Isaque, Jacó, e todos os salvos.  Cap. 6: 6 - 8

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Conhecendo a Deus

Conhecendo a Deus

Manoel Barbosa da Silva


Oseias 6:3

A grande preocupação do profeta Oseias era que o povo tivesse conhecimento de Deus.
Conhecer a Deus é um dever de todo cristão.
Não conhece-lo constitui-se um pecado.

Ellen White diz:- 

À medida que nossa alma anelar a Deus, mais e mais encontraremos as infinitas riquezas de Sua graça. Ao contemplarmos essas riquezas, passaremos a possuí-las, e revelaremos os méritos do sacrifício do Salvador, a proteção de Sua justiça, a plenitude de Sua sabedoria, e Seu poder de nos apresentar diante do Pai “imaculados e irrepreensíveis”. 2 Pedro 3:14 .Atos dos. Apóstolos. Pag. 318

A- Quem é Deus ?

1- Há muitas teorias a respeito da divindade:

A- Ateísmo:
Doutrina dos ateus, falta de crença em Deus.

B- Teísmo.
Doutrina religiosa que admite a existência de Deus. (antônimo de ateísmo)
O teísmo ou seja; a Crença da existência de Deus, se divide em algumas teorias:

1- Deísmo
         Sistema dos que rejeita toda espécie de revelação divina, acreditam todavia em Deus; considerando apenas como a força infinita, causa de todos os fenômenos do universo. (-Dic.Mec.)

a) Os Deístas não creem:
-Na bíblia, nem na existência do céu.
-Em milagres, nem creem em oração.
-Em revelação nenhuma.
-Nem na personalidade de deus

b) Creem
- Em um Deus impessoal, etéreo.
-Que Deus é uma  força infinita.
-Que esta força foi a causa de todas as coisas no universo (Guilherme Müller foi Deísta)

2- Panteísmo.
Sistema filosófico que identifica a divindade o mundo ( Natureza) e segundo o qual, Deus é o conjunto de tudo que quanto existe. (Dic.Mec).

  Os panteístas creem que Deus é: O Sol, o Ar, os Pássaros, a Grama, a Flor. As Arvores o bem que existe no homem, etc..

O Dr. John kellogs. Pioneiro Médico adventista, era Panteísta

  Ellen White diz acerca destas teorias: (A. A. Pag. 474 T.S. III.269 )

Teorias Panteístas
"Já se estão infiltrando entre nosso povo ensinos espiritistas, que solaparão a fé dos que lhes derem ouvido. A teoria de que Deus é uma essência que penetra toda a Natureza, é um dos mais sutis artifícios de Satanás. Representa falsamente a Deus e é uma desonra para Sua grandeza e majestade.
As teorias panteístas não são sustentadas pela Palavra de Deus. A luz de Sua verdade mostra que essas doutrinas são instrumentalidades destruidoras das almas. As trevas são o seu elemento, a sensualidade, a sua esfera. Satisfazem o coração natural, e favorecem a inclinação. A separação de Deus é o resultado de sua aceitação". TS3 - Pag. 269

3-Teosofia.
Doutrina que ensina, que se pode alcançar o conhecimento de Deus pelo êxtase- meditação profunda –IOGA- 

"A crítica e as especulações concernentes às Escrituras, têm aberto o caminho ao espiritismo, teosofia,essas formas modernas do antigo paganismo - para conseguir firmar-se mesmo nas professas igrejas de nosso Senhor Jesus Cristo.
Lado a lado com a pregação do evangelho, acham-se a operar forças que não são senão médiuns de espíritos de mentira. Muito homem se intromete com elas por mera curiosidade, mas vendo demonstrações de forças sobre-humanas, é fascinado a ir sempre mais adiante, até que fica dominado por uma vontade mais forte que a sua própria. Não lhe pode escapar ao misterioso poder". Ev - Pag. 592

  4- Politeísmo

Crença em vários Deuses.
-Gregos, deusa da beleza, deusa da fertilidade, deus do vinho, da força etc.

-Egípcios, os egípcios criam em vários deuses, entres o boi, ou bezerro era considerado sagrado, por isto obrigaram a Arão, a fazer um bezerro de ouro

-Babilônios, os babilônios eram extremamente politeístas, por esta razão, Daniel e seus companheiros, receberam nomes que lembravam os deuses de Babilônia 

-Palestinos, na Palestina havia, entre outros, Baal, Baalins, Astarotes

- Brasil, no Brasil ha uma variedade enorme de deus, principalmente na 
-Umbanda e Candomblé

5 Monoteísmo
Crença que admite a existência de um só Deus.

6- Gnosticismo-  (Pretensão)

Sistema teológico, cujos adeptos dizem ter conhecimentos sublimes da natureza e dos atributos divinos.

7-Agnosticismo.
   Doutrina que nega o absoluto, inacessível ao homem (contrario de Gnosticismo).

B- Somos Monoteístas.
     Cremos na existência de um só Deus- Podemos conhecê-lo a medida que ele se revela
Porém o nosso Deus tem atributos que fazem dele o verdadeiro Deus.

            Atributos de Deus.
            Deus é Santo. Sl.99.9
            Deus é Todo poderoso.
            Deus é Infinito
            Deus é Eterno- ser –nunca morre nunca acaba
            Deus é Inteligência
            Deus tem Existência própria
            Deus tem independência
            Deus é Unidade Pessoal
            Deus é Imutável Mal.3:6
            Deus é Onipresente Sal.139.7-12
            Deus é Onisciente Sal.139.1-4.
            Deus é Presciente.
            Deus tem absoluto poder
            Deus tem infinita verdade
            Deus tem infinita bondade
            Deus tem infinita longanimidade
            Deus tem infinita benignidade
            Deus é Amor. I  João 4:8
            Deus é luz.I  João 1:5
            Deus é Espirito I João 4:24
            Deus é Pessoal. Heb. 1: 1-3.

Porque Deus é pessoal?

1- Cristo é imagem da sua pessoa Heb.1:3

2-Somos a sua semelhança

3-João o viu Apc.4.e 5 

Deus nunca foi visto por homens em estado pecaminoso e acordado.
Porém Adão o viu e João em visão também o viu Apc.4
Daniel também Dan.7.
Ellen White afirma que Cristo é uma pessoa. (P. Esc. Pag. 54.77,92)

De todas as teorias a respeito de Deus, só uma é verdadeira.
O monoteísmo 
Somos monoteístas porque cremos em um Deus pessoal que se revela. Heb.1: 1-3

Deus se Revela-falou de muitas maneiras é pessoal.
-Cristo é a imagem de Sua pessoa.
Portanto; devemos conhecê-lo, pois quanto mais o conhecemos; mais o amaremos.
 Pois a falta de conhecimento de Deus é a fonte de todo pecado-
 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. I João 4:8

      
            

  

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

NATAL E ANO NOVO SEM PREOCUPAÇÕES


NATAL E ANO NOVO SEM PREOCUPAÇÕES


Mateus 2:1-12

A. Este texto fala da chegada dos magos, sábios que vieram do oriente em busca de Jesus.
Estudaram as profecias.
Viram a estrela e foram procura-lo

B. A notícia trouxe
Alegria – pastores/magos;/outros.
Tristeza/ódio – rei Herodes

C. Tanto os magos como Herodes estavam debaixo de uma preocupação séria

Preocupação
        Tem sido a realidade da vida.
        É o fardo que a maioria carrega

D. Preocupação de Herodes

1.   O menino fosse achado Verso -1-3
a)   Se a criança fosse encontrada as coisas seriam mudadas.
b)  A presença de Jesus no seu reino mudaria tudo.
c)   Ele teria que abrir mão do seu poder, trono, luxo.

E.  O encontro com Jesus requer de nós mudança.
Por isto, muitos preferem olhar de longe.
Ouvir falar .
Não se envolver
Não se comprometer

F.   Preocupação dos magos
a)   Não encontrar Jesus
b)  Investiram muito.
c)   Uma viagem difícil, não queriam voltar frustrados.
d)  O simples fato de encontra-lo, tocá-lo, pagaria todo o sacrifício.

Encontro Transformador
Verso 11
1.      O encontro com a criança mudou tudo na vida daqueles sábios.
2.       
Três coisas importantes
a)     Alegria X preocupação
b)    Adoração X Incerteza
c)     Novos caminhos
Depois que encontraram Jesus voltaram â Terra deles por outra estrada.

Seguiram outro caminho. Não o dá preocupação, mas o caminho da alegria, júbilo, segurança, salvação, tranquilidade.

O natal esta chegando
Você encontrará Jesus?, Ou seu natal será só festas, jantares, presentes?

Como será o seu Ano Novo?

A. Preocupações?, Medo?,  Ódio?

B. Ou alegria? Salvação? Paz?, Amor?


Você que decide. 

REVERÊNCIA na casa de Deus


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REVERÊNCIA

Pr. Manoel Barbosa da Silva






   
I.         INTRODUÇÃO       Ecl. 5:1

A.           Deus fez o homem para adorá-Lo
1.      Contudo não o fez um autômato
2.      Mas um ser livre. Com livre arbítrio.
B.           O homem pecou
1.      Com o pecado, o homem cortou sua comunhão com Deus.
a.       O direito de conversar face-a-face com Deus ele perdeu.
b.      Tornou-se agora um ser subjetivo, egoísta e irreverente.

2.      Deus porém não o abandonou.
a.       Através do tempo Deus usou homens para que servissem de elo entre Ele e a humanidade.

1.      Enoque evangelizou no seu tempo.
2.      Noé – Noé o pregoeiro da justiça.
3.      Abraão. Saiu da sua tenda para pregar.
4.      Moisés – o maior de todos.
5.      Outros: Elias, Eliseu, Isaías, Daniel, etc.
Todos estes eram um mediador entre Deus e o povo.
3.      Porém Deus resolveu morar entre os homens.

A.      Ordenou então, a feitura de um tabernáculo. Êxodo 25:5.
B.       Deu instruções quanto ao mesmo.
C.       O tabernáculo devia ser feito do melhor material.
D.      No tabernáculo devia haver estrita reverência.


II.    DEUS É UM DEUS SANTO.

A.    Devemos, portanto reverenciá-LO. Ele assim o exige.

·      Quando Moisés viu-O na sarça ardente, no monte HOREBE, tirou os sapatos. Êx. 3:2-5.
1. A presença de Deus santificou o local.

·      Quando Deus desceu no monte ao falar com o povo, Êxodo 19:10-18

1.      Deu instruções precisas: 3 dias antes
a.    Lavar toda roupa.
b.         Confessar pecados.
c.         Não deixar os animais chegar ao monte.
Deus desceu. Houve relâmpagos, trovões, tremores e por último se ouviu a voz de Deus.

B.     O Santuário

a.       Mais tarde: ao erigir o santuário também houve instruções quanto ao mesmo.
b.      O povo não devia entrar no interior do tabernáculo. Apenas os sacerdotes.
c.       Os sacerdotes não deviam entrar no lugar santíssimo. Apenas o Sumo sacerdote.
d.      O povo devia ficar no pátio.
e.       Os sacerdotes o deviam fazer com reverência. Caso o contrário, morreriam.

C.     Consequências da irreverência

a.       Nadabe e Abiú  (Filhos de Arão) Lv. 10:1. Talvez pareça que Deus fora demasiado severo, porém era preferível ver que um morresse do que muitos.
b.      Mirian ficou leprosa. Levantou suspeita contra Moisés. ‘Será que Deus falou só por ele?’
c.       Tempos mais tarde Uzã quando transportavam a arca, tocou na mesma e morreu. Pois só aos sacerdotes era permitido tocá-la.


III.    DEUS TEM SEU TABERNÁCULO HOJE.

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A.    O templo Hab. 2:20;

1.      Como no passado Deus habita nele.
2.      É, portanto, tão santo quanto o primeiro.

B.      Como comportar-se na casa de Deus.

1.   Reconhece-la sagrada TS. II pág. 193 – 199.
2.   Antes do culto. Pág. 194.
3.   Durante o culto. Pág. 195.

a)  O ministro deve entrar solene e fazer oração.
b)  A igreja deve orar junto.
c) Após a abertura deve ajoelhar-se
d) Durante a pregação,  Deus está falando.

1.   Ainda que seja o mais simples irmão pregador.

4.   Depois do culto. Pág. 196.

5.   Responsabilidade dos Pais. Pág. 197.

a) Meditar no vosso comportamento para dar exemplo aos filhos.
b)  Orientar os filhos em casa ou no culto doméstico.
c) Se necessário, bater. Prov. 23:13;
d) Sentar com ele ao lado.

6.   Em casa (criticar o sermão) Pág. 199.

a)  Não criticar o pregador.
b)  Nem o sermão.
c)  Se o pregador errou, não se referir ao erro, mas só as coisas boas.

7.   Vestuário

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a)  Trajes devem ser limpos.
b)  Simples sem adornos.
c)  Sem modas extravagantes.


IV.    CONCLUSÃO

A.     Deus é amor. Por amor Ele fez o homem. Porém Ele é santo.

B.      Para se comunicar com o homem Ele mandou fazer o santuário.

C.      Para comunicar-se de uma maneira coletiva com o povo devia ser reverenciado o santuário.

D.    Hoje a igreja representa o santuário. É tão santo quanto o primeiro.

E.      Devemos ter respeito pela casa de Deus.
1.    Não cochilando.
2.    Não entrando e saindo.
3.    Não fazer algazarra em volta.
4.    Desligar o Celular

F. Se não iniciou a programação:

          a.  Ler a Bíblia antes.
          b. Ser atento durante.

Orientar os filhos sobre esses deveres em casa.

E nunca criticar as coisas sagradas.  Apc. 4:11.

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