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segunda-feira, 18 de abril de 2022

DECÁLOGO – A LEI DE DEUS

 DECÁLOGO – A LEI DE DEUS

Encontrei na internet, esse sermão, por achá-lo muito relevante, resolvi publicá-lo em meu Blog, agradeço ao desconhecido autor do mesmo pelo sermão muito bom

 

A LEI DE DEUS  

Sal. 119:18

I – O propósito da Lei.

1. Revelar as coisas de Deus, - Sal. 119:18.

a) Embora cega, Helena Keller, pouco antes de seu sexagésimo aniversário, exprimiu piedade pela verdadeira cegueira dos que têm olhos mas não vêem,

2. Trazer paz e tranqüilidade. - Sal. 119:165; Is. 48:18.

3. Apresentar o plano de Deus para o homem. - Ecl. 12:13, 14.

4. Mostrar o pecado. - I Jo. 3:4.

5. Mostrar o amor de Deus entre os homens, - Jo. 13:34; 15:10.

II – Revelação do caráter de Deus.

1. É santa, justa e boa. - Rom. 7:12.

2. É perfeita. - Sal. 19:7; Mat. 5:48.

3. É imutável. – Sal. 111:7,8; Mat. 5:17-18.

a) Em vigor depois da crucifixão, - Rom. 3:31; 7:12; Tia. 2:10.

III – A atitude do cristão para com a Lei.

1. O exemplo de Cristo. - Isa. 42:21, u.p.; Jo. 15:10.

2. A atitude do salmista. - Sal. 119:6, 47, 69.

3. A atitude da Igreja remanescente. - Apoc. 14:12.


O PRIMEIRO MANDAMENTO

Ex. 20:3

I – Um Deus.

1. A Bíblia reconhece um. - I Cor. 8:5-6.

2. Ele é Criador. - Apoc. 14:7.

a) Nisto difere dos deuses pagãos. - Sal. 96:5.

3. Não é adorado como deveria ser. - Rom. 1:21-23.

a) O resultado: sacrifícios aos demônios. - Rom. 1:25.

II – Outros deuses da antiguidade.

1. Baal. - II Reis 12:26-33,

2. Corpos celestes. - Deut. 4:19.

a) Sol, o principal. - Ez. 8:16 u.p.

b) Histórico da adoração do Sol.

III – A obra dos deuses estranhos.

l. Que dificuldades causou a Israel. - I Reis 12:26-33.

2. Jamais foi desarraigada completamente de Israel. - I Reis 16:29-33.

a) Levou Israel ao cativeiro.

b) Foram consumidos. - Deut. 4:3.

IV – A obra de DeusJeová.

l. Dar-nos vida. - Deut. 4:4, 6-8.

2. Não devemos nos apartar dEle. - Deut. 4:9, 19.

3. Ele é Deus. - Sal. 86:8-10, 15.

 

SEGUNDO MANDAMENTO 

Êx. 20:4

Os ídolos de todos os tempos e lugares.

I – O poder de um ídolo.

l. Nenhum: não passam de mentira. - Heb. 2:18,19.

2. Não falam e não apalpam.

Não vêem e não andam.

Não ouvem e não emitem sons.

Não cheiram. - Sal. lis:4-7.

3. Não são de Deus. - II Cor. 6:16, ú.p.

II – Os ídolos do cristão.

l. Um cristão pode ser idólatra: Efés. 5:5.

a) Sendo fornicário.

b) Sendo impuro.

c) Sendo glutão.

d) Sendo avarento.

e) Amando o presente século.

2. A desobediência e a porfia são idolatria.

a) Porfiar: questionar, resistir. - I Sam. 15:23.

III – O maior ídolo.

1. A Besta. - Apoc. 13:3-4.

2. O que acontecerá com os idólatras. - Isa. 2:18-22.

IV – A mensagem de Deus.

1. "Guardai-vos dos ídolos". - I Jo. 5:21.

2. A recompensa:

a) Desobedecendo - Êx. 20:5.

b) Obedecendo - Êx. 20:6.


O TERCEIRO MANDAMENTO

Êx. 20:7

 

Os títulos de Deus. - I Tim. 1:17; Sal. 111:9.

I – Blasfêmia.

l. Tomar o nome de Deus em vão, - Lev. 24:15-16.

2. Como blasfemamos.

a) Tomando o nome de Deus em vão, descuidadamente ou com ira. - Lev. 24:10-16.

b) Fazendo profissão mas negando-a na vida. - Rom. 2 :21-24.

c) Pretendendo ser Deus. - II Tes. 2:3-4.

II – A nossa atitude.

1. Alguns blasfemam para dizer a verdade. - Heb. 6:16.

2. Como Deus considera tal atitude, - Mat. 5:33-36.

3. Sim, sim; não, não - Tia. 5:12.

4. Perante os tribunais.

a) É lícito jurar? Sim, judicialmente.

III – As nossas palavras.

l. Não devem ser vãs. - Efés. 5:4.

2. Falar verazmente. - Sal. 15:2.

3. O Senhor não terá por inocente. - Êx. 20:7.

IV – O dever do cristão.

l. Não jurar enganosamente, - Sal. 24:4.

2. A recompensa - Sal.15:1.

 

O QUARTO MANDAMENTO

Êx. 20:8-11

I – O desígnio do sábado.

l. Um emblema da criação.

2. Um memorial da salvação.

3. Um sinal do concerto. - Ez. 20 :20.

4. Um antegozo do céu. - Isa. 66:22-23.

II – Sua necessidade.

l. Uma necessidade físico-espiritual. - Gên. 2:2,3; Êx. 20:8-11; Mar. 2 :27-28.

2. Sua influência abençoadora. - Isa. 56:2; 58:13-14.

III – Os deveres.

l. Para com Deus. – exalta-O: Deus criador.

2. Para conosco. – Liberta-nos do materialismo.

3. Para com nossas famílias. – Levantamos o altar do lar.

4. Para com nossos semelhantes. – Testemunho de obediência.

A bênção. - Isa. 56:2,

 

O QUINTO MANDAMENTO

Êx. 20:12

Os nossos pais são o melhor e o mais precioso tesouro que possuímos na Terra. Feliz o filho cujos pais estão vivos! Deve ser grato a Deus!

I – No tempo de Israel.

1. Deus ressaltou a necessidade da observância deste mandamento, com promessa.

2. A violação do mesmo implica uma dura penalidade. - Mar. 7:10-13.

3. A lei que isentava os israelitas dessa penalidade. - Mar. 7:10-13.

II – Nos dias atuais.

1. O Deus a quem servimos é o mesmo e exige a mesma e estrita observância do mandamento.

2. O não cumprimento deste mandamento é um sinal palpável dos últimos dias. - II Tim. 3:2.

a) É um grande pecado dos nossos dias.

3. É um dever recomendado por Deus e altamente aprovado pela boa sociedade,

III – O dever dos filhos.

1 Devem obedecer a seus pais. - Col. 3:20.

a) É agradável a Deus. - Efés. 6:1.

b) Um belo exemplo. - I Sam. 19:1-2; 20:24-42.

2. Respeito além dos pais:

a) Provérbios 1:8; 30:17.

b) Provérbios 23:22; Lev. 19:32; 1 Tim. 5:1-2.

c) I Pedro 2:17.

A recompensa da observância deste mandamento. Êx. 20:12, ú.p.

 

O SEXTO MANDAMENTO

Êx. 20:13

O morticínio atual. As leis dos países. Desde a antiguidade.

- Jo. 8 :44. O primeiro homicida, Caim, influenciado pelo diabo. 

I – No tempo de Israel.

1. Matou, morreu. - Êx. 21:12-14.

2. As cidades de refúgio. - Num. 35:9-34.

a) Eram seis. - três daquém do Jordão, e três em Canaã.

b Serviam de refúgio ao inocente.

3. Matava-se para debelar o mal crescente.

a) Quando o castigo demora, os homens praticam o mal. Ecl. 8:11. 

II – No tempo de Jesus.

1. Uma nova interpretação. - Mat. 5:21-22.

a) A cólera mata.

b) A maldição mata.

c) A injúria mata.

2. O que aborrece a seu irmão mata. - I Jo. 3:15.

3. O que destrói o seu corpo. - I Cor. 3:17.

a) A abreviação da vida.

b) O espírito de ódio e vingança.

c) As paixões ofensivas.

d) A negligência e a condescendência.

e) Trabalho excessivo.

4. O nosso dever como cristãos. - Rom. 12:18-21.

a) Amar a nossos inimigos.

b) Entregar a causa a Deus, o Grande Juiz.

c) Vencer o mal com o bem.

5. A recompensa dos homicidas. - Apoc. 21:8.

 

O SÉTIMO MANDAMENTO

Êx. 20:14

Um dos pecados mais cometidos no mundo.

I – Um estudo à luz da Bíblia.

1. O que é proibido no sétimo mandamento?

2. Como Jesus o interpretou. - Mat. 5:27-28.

a) Atos de impureza.

b) Pensamentos e desejos sensuais.

c) O olhar sensual.

3. A punição em Israel. - Lev. 20:10-14.

a) Havendo insatisfação, repudiavam. - Mat. 19:3-8.

4. O que disse Jesus? - Mat. 19:9.

II – Resultados e bênçãos.

l. Quem pratica tais torpezas?

a) Os que não são santos. - Efés. 5:3.4.

b) Os que são da carne, - Gal, 5:19.

(1) O resultado. - Gal. 5: 7-8.

(2) A nossa atitude. – Efés. 5:11-22.

2. O nosso dever.

a) Pensar nas boas coisas. - Filip. 4:8.

b) Um bom exemplo. – José. - Gên. 39.

3. A bênção e recompensa. - Mat. 5:8.

 

O OITAVO MANDAMENTO

Êx. 20:15

Muito em voga. Sem querer se transgride. A advertência. Êx. 20:15. 

I – O que dizem as escrituras.

1. É ladrão. - Jo. 10:10.

II – A quem podemos roubar.

1. A Deus.

a) O homem pertence a Deus, - I Cor. 6:20; Tito 2:14.

b) Se pertencemos a Deus, o que somos se não nos entregamos a Ele?

c) Roubamos nos dízimos e ofertas. - Mal. 3:8.

2, Aos semelhantes.

a) Somos devedores a todos, - Rom. 1:14-15.

3. Ao Estado.

a) Que devemos ao Estado? - Rom. 13:7.

4. À igreja.

a) Prometemos sustentá-la.

5. A nós mesmos.

a) Escolhendo a morte em vez da vida.

III – O cristão e o oitavo mandamento.

1. A nossa reputação. - Atos 6:3; 1 Ped. 2:12.

2. Devemos cumprir nossas promessas, - Ecl. 5:4-5.

3. Se transgredimos, podemos ser perdoados. Como? Ez. 33:14-16.

O castigo. - Êx. 22:1-4; Lev. 6:1-7.

  

O NONO MANDAMENTO

Ex. 20:16

Um vício mau. No princípio do mundo. Satanás é o pai. Jo. 8:44.

I – A mentira, um pecado.

1. A primeira mentira. - Gên. 3:1-5.

2. Como Deus considera os mentirosos. - Prov. 6:16-19.

3. A punição em Israel. - Deut. 19:16-19.

a) Perante duas ou três testemunhas. - Deut. 19:16-19.

II – O cristão e a mentira.

1.  A nossa atitude. - Êx. 23:1, 7.

a) Um perigo. - Sal. 35:11.

2. O mentiroso é:

a) Martelo.

b) Espada.

c) Flecha aguda. - Prov. 25:18.

3. A mentira condenou.

a) Jesus. - Mar. 14 :55-59.

b) Estêvão. - Atos 6:13-14.

c) Os apóstolos e mártires.

III – A recompensa.

l. Dos mentirosos. – Apoc. 21:8; 22:15.

2. Dos verdadeiros. - Apoc. 21:27.

3. Uma esperança. - Jer. 17:9; Ez. 36:25-26.

 

O DÉCIMO MANDAMENTO

Êx. 20:17

Fere a raiz de todos os males – o egoísmo.

I – A origem.

1. De onde procede? - Mar. 7:21-22.

2. Como Deus considera o cobiçoso? - Sal. 10:3.

3. Como Deus o chama? Idólatra. - Efés. 5:5; Col, 3:5.

II – A sua obra.

1. A que induz? - Miq. 2:2.

2. Produz extremos.

a) Cobiça diária. - Prov. 21:26.

b) Leva ao pecado. - Gên. 6:5.

3. Será a condição dos últimos dias. - II Tim. 3:1-2.

4. O amor do dinheiro é a raiz de todos os males. - I Tim. 6:10.

5. Torcer o juízo. - Deut. 16:19.

III – O nosso dever.

1. Ouvir a admoestação de Cristo. - Luc. 12:15.

2. Como devemos encarar as coisas deste mundo. - I Tim. 6:6-9; Heb, 13:6.

3. O que podemos possuir de melhor?

a) O pouco no Senhor. - Sal. 37:16.

b) O pouco com justiça. - Prov. 16:16; 16:8.

 

AFERIÇÃO MORAL

Dan. 5:27

I – As balanças nas quais os homens se pesam.

1. Em suas próprias opiniões.

2. Em comparação com outros.

3. Na estimação de seus semelhantes.

4. Nas boas obras que fazem.

II – As balanças nas quais Deus pesa os homens.

1. As Escrituras Sagradas.

2. A perfeita norma de moral cristã. - Êx. 20:1-17.

3. A consciência.

III – A aplicação dos pesos.

l . Ao moralista.

2 . Ao formalista.

3 . Ao idólatra.

4. Ao indiferente.

5. Ao cristão mundano.

 

UMA SOLENE ADVERTÊNCIA

Ecl. 12:13, 14

I – "Tudo o que se tem ouvido".

l. Deus sempre fala boas palavras aos Seus filhos.

2. As Suas Palavras são vida. - Jo. 6:63.

3. A Sua Palavra é um farol que ilumina a senda que leva ao Céu. - I Ped. 1:21.

II – "O dever de todo o homem".

1. Temer a Deus.

a) Todos O devem temer. - V. 13; Sal. 33:8.

b) Temer é obedecer. - Núm. 6:2.

c) Ter o temor de Deus no coração é não oprimir também o próximo. - Lev. 26:17.

(1) Sem o Seu temor tudo é em vão. - 39:16.

(2) O Seu povo deve ouvir e temer. - Deut. 13:11.

2. Guardar os Seus mandamentos.

a) Dever de todo homem. - V. 13.

(1) Abraão os guardou. - Gên. 26:6.

(2) Davi observou a Lei de Deus. - I Reis 14:8.

b) Em todos os tempos o povo de Deus observou a Sua Lei.

c) Uma característica do povo do advento. - Apoc. 14:12.

d) Bênção e penalidade.

(1) Bem-aventurado o que neles tem prazer, - Sal. 112:1.

(2) Ele castiga os que os profanam. - Sal. 89:31, 32.

III – Uma solene advertência.

1. Tudo será trazido a juízo, quer seja bom, quer seja mau. Mat. 12:36.

2. Apelo: observemos a Palavra de Deus e guardemos os Seus mandamentos.

 

JUSTIÇA É OBEDIÊNCIA À LEI

I – Definição de pecado.

1. Pecado é a transgressão da lei. - I Jo. 3:4.

2. Conhecer o pecado pela lei. - Rom. 7:7.

3. Toda iniqüidade é pecado. - I Jo. 6:17.

4, Perdão do pecado, purificação de toda a injustiça. - I Jo. 1:8.

6. Desvio da justiça. - Ez. 18:20-27.

II –Definição de justiça.

1. Observância da justiça. - Isa. 26:2.

2. Fazer o bem. - I Ped. 3:14-17.

3. Verdadeira santidade. - Ef. 4:24.

4. Obedecer ao santo mandamento. - II Ped. 2:21; Rom. 6:16.

5. Desfazer os pecados. - Dan. 4:27.

6. Libertação do pecado. - Rom. 6:18.

III – Fonte da justiça.

1. Se provém da lei, Cristo morreu em vão. - Gál. 2:21.

2. Não como os fariseus. - Mat. 6:20.

3. "Não tendo a minha justiça". - Filip. 3:9.

4. "No Senhorjustiça". - Isa. 46 :24.

6. "O Senhor, justiça nossa". - Isa. 23 :6.

6. "A Ti pertence a justiça". - Dan. 9:7.

7. "Pela em Jesus Cristo". - Rom. 3 :22; 6:17, 18.

8. Cristo feito nossa justiça. - I Cor. 1:30.

IV – Promessas.

1. Na vereda da justiça está a vida. - Prov. 12:28; Rom. 6 :23.

2. Justiça e repouso. - Isa. 32:16, 17.

3. Buscar a justiça escondidos no dia da ira do Senhor. - Sof. 2:3.

4. Refulgir como estrelas. - Dan. 12:3.

5. Coroa da Justiça. - II Tim. 4:8.

6. "A nova Terra onde habita a justiça". - II Ped. 3-13.

V – Apelo.

"Fome e sede de justiça". - Mat. 6:6.

OS DEZ MANDAMENTOS DO FALAR CRISTAO

Fílip. 4:8

1. Não atires a flecha do ódio.

2. Não exageres.

3. Não desfaças um compromisso sem o consentimento da pessoa a quem foi feita a promessa.

4. Não calunies.

6. Não sejas mexeriqueiro, indo daqui para ali promovendo intrigas.

6. Não lisonjeies por interesse.

7. Não digas mentiras nos teus negócios.

8. Não fales demasiado.

9. Não faças más insinuações nem sugestões perversas.

10. Aprende a linguagem do Céu enquanto estás aqui na Terra.


(Desconheço  o Autor)

sexta-feira, 15 de abril de 2022

NÃO ENTERRE SEU TALENTO - ALGUÉM PRECISA DELE

 

NÃO ENTERRE SEU TALENTO - ALGUÉM PRECISA DELE

Pr. Aerce Marsola  

S. Mateus 25:14-15


I - Introdução

         Com freqüência ouvimos alguém dizer: “como gostaria de fazer algo em favor do próximo; Como gostaria de pregar, dar estudos bíblicos, mas eu não tenho talento. Como eu admiro o pastor, o ancião... que talento eles têm!

         Graças a Deus, que na realidade todos receberam talentos. Alguns, mais; outros, menos. Todos podem ser úteis. Todos podem trabalhar na causa de Deus.

II - Distribuindo dons

         Jesus disse que um homem, ao ausentar-se do país reuniu os seus servos para repartir seus bens, evidentemente, deviam ser bem administrados.

         Um recebeu cinco, outro, dois, e o último um. Jesus deixou claro que os bens foram distribuídos de acordo com a capacidade de administração que cada um possuía. Assim, não pode haver acusação de protecionismo. Depois de ter distribuído os bens a cada um, esse homem partiu.

III - Usando os dons

         Ao receberem os dons das mãos de seu Senhor, dois tiveram a mesma atitude: saíram para negociar. O resultado foi proporcional aos bens recebidos e ao uso que se fez dos mesmos.

         O que recebera cinco talentos, ganhou mais cinco.

         O que recebera dois, obteve mais dois.

         O que havia recebido apenas um talento agiu de forma diferente. Ficou muito chateado por ter recebido tão pouco - enterrou o talento. Consequentemente, não obteve rendimentos - continuou com o talento recebido.

IV - A volta do Senhor

         Jesus disse que depois de algum tempo - o senhor não havia determinado quanto tempo haveria de ficar fora - ele voltou.

         Chamou os servos para o acerto de contas:

         O que havia recebido cinco, apresentou ao seu senhor mais cinco.

         O que havia recebido dois, apresentou mais dois.

         O que havia recebido apenas um, não apresentou nenhum rendimento, apenas o talento recebido, acompanhado das devidas desculpas.

V - A recompensa

         Aos dois que haviam aplicado bem os talentos oferecidos pelo senhor, houve palavras de louvor e a posse do “gozo do senhor”.

         Ao que não aplicou o talento recebido, repreensão e o respectivo castigo: “lançai-o para fora”.

VI - A explicação da parábola

         “O homem que partiu para longe representa Cristo...”

         “Os servos... representam os seguidores de Cristo...”

         “Cristo confia a Seus servos ‘Seus bens’... Dá ‘a cada um a sua obra’”. Parábolas de Jesus, pág. 326

         A recompensa será dada na Volta de Jesus: ao fiel - vida eterna; ao infiel - morte eterna.

VII - Usando o talento para a glória de Deus

           No lar - “A primeira ocupação de vossa vida é ser missionário no lar...”SC, pág. 206.

         Na Vizinhança - “Na própria família, na vizinhança, na cidade em que residimos, há trabalho para fazermos como missionários de Cristo...” SC, pág. 115, 118.

         No ensino de uma profissão - “...todos quantos tem conhecimento de algum ramo do trabalho útil, devem sentir a responsabilidade de ensinar e ajudar...” SC, pág. 129

         No contato pessoal - “Devemos aproximar-nos dos homens individualmente com simpatia semelhante à de Cristo e procurar despertar-lhes o interesse nas coisas da vida eterna...” SC, pág. 117

         No testemunho - “Os que se revestiram de Cristo relatarão sua experiência... sua sede e fome de conhecimento de Deus e de Jesus... o resultado de esquadrinhar as Escrituras, suas orações, sua agonia de alma, e as palavras de Cristo a eles: ‘Teus pecados te são perdoados’...” SC, pág. 124

         No ministério da música - “...Cantar, orar e ler a bíblia nas casas do povo, é coisa necessária. ...Mediante hinos de louvor, orações humildes e fervorosas, muitos serão alcançados’...” SC, pág. 114

         No estudo da bíblia - “Entre os membros de nossas igrejas deve haver mais trabalho de casa em casa, dando estudos bíblicos e distribuindo literatura.” SC, pág. 113

         Falando de Cristo em qualquer lugar - “Devemos fazer o que Cristo fez. Onde quer que estivesse. ...Falava aos homens das coisas pertinentes à vida mais elevada. ...Onde quer que estejamos, devemos vigiar as oportunidades de falar do Salvador a outros. ...” SC., pág.119   

VIII - Conclusão

         A parábola dos talentos nos traz a verdade de que todos temos um lugar no grande plano de salvação. “Tão certo como nos está preparado um lugar nas mansões celestes, há também um lugar aqui na Terra, onde devemos trabalhar para Deus.” PJ, pág. 236-237

         Deus hoje está distribuindo seus dons de acordo com a capacidade de cada um receber. Que ao recebermos os dons de Deus, ou apenas um, não o enterremos como o fez o mau servo da parábola, para que possamos ouvir o “bem está... entra no gozo do teu Senhor”. Nunca nos esqueçamos: “... É a fidelidade com que se usou o talento que granjeia o louvor do Senhor... Ele recompensará o serviço diligente e honesto. ...” Conselho sobre Mordomia, pág. 116

 

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