Seguidores

domingo, 27 de abril de 2014

Sacerdote gay desafía a Iglesia Anglicana y se casa con pareja


sábado, 26 de abril de 2014 |
Un sacerdote gay se ha convertido en el primero en desafiar a la Iglesia de Inglaterra al casarse con su pareja después que Gran Bretaña legalizara los matrimonios del mismo sexo. Un grupo sacerdotes conservadores han advertido que habrá una "crisis" para la iglesia si no toma las medidas disciplinarias necesarias.

"No hay duda de que hay presión dentro de algunas partes de la iglesia para cambiar sus normas acerca de la homosexualidad", dijo el reverendo Preb Rod Thomas, presidente de Reform Evangelical Group, según publica The Telegraph.

"Si no hay disciplina, entonces será el equivalente a decir 'nosotros realmente no queríamos decir lo que hemos dicho'. Se aproxima una crisis", dijo Rod Thomas.

El capellán del hospital, Canon Jeremy Pemberton de 58 años, se casó con su pareja Laurence Cunnington, de 51 años, en contra de la prohibición de la Iglesia Anglicana, que los sacerdotes gays no pueden contraer matrimonio.

A principios de este año, la Cámara de Obispos de la Iglesia Anglicana reafirmó el matrimonio como una unión de por vida entre un hombre y una mujer, y dijo que no se permitía la bendición de uniones del mismo sexo.

Para el arzobispo de Canterbury,  Justin Welby, la Iglesia de Inglaterra ha aceptado la nueva realidad de la ley de matrimonio entre personas del mismo sexo en Gran Bretaña, que se hizo oficial a finales de marzo.
Él también advirtió de que habría consecuencias si la Iglesia de Inglaterra cambia sus enseñanzas con respecto al matrimonio.

Agregó que si la Iglesia de Inglaterra decide aceptar los matrimonios homosexuales "el impacto en los cristianos que viven lejos de aquí, en el sur de Sudán, Pakistán, Nigeria y otros lugares, sería absolutamente catastrófico. Todo lo que decimos aquí gira alrededor del mundo".

Rev. Rod Thomas, cree que los de la Iglesia de Inglaterra que acaten con entendimiento el matrimonio tradicional, serían incapaces de aceptar un "compromiso desordenado", lo que podría conducir a una división en la iglesia.
Fonte  - AcontecerCristiano.Net

O Dever de Reprovar o Pecado. ( Coisa serissima )

Testemunhos Seletos de Ellen White Pág. 334 /338

Foi-me mostrado que Deus aqui ilustra como Ele considera o pecado entre os que professam ser Seu povo observador dos mandamentos. Aqueles a quem Ele tem honrado especialmente com o testemunhar as assinaladas manifestações de Seu poder, como aconteceu com o antigo Israel, e que ousam mesmo então menosprezar Suas expressas direções, serão sujeitos a Sua ira. Ele quer ensinar a Seu povo que a desobediência e o pecado são excessivamente ofensivos a Seus olhos, e não devem ser levemente considerados. Ele nos mostra que, quando Seu povo se encontra em pecado, devem-se tomar imediatamente medidas positivas para tirar esse pecado do meio deles, a fim de que Seu desagrado não fique sobre todos.
Se, porém, os pecados do povo são passados por alto por aqueles que se acham em posições de responsabilidade, o desagrado de Deus estará sobre eles, e Seu povo, como um corpo, será responsável por esses pecados. No trato do Senhor com Seu povo no passado, Ele mostra a necessidade de purificar a igreja de erros. Um pecador pode difundir trevas que excluam a luz de Deus de toda a congregação. Ao compreender o povo que se estão adensando trevas sobre eles, sem que saibam a causa, devem buscar diligentemente a Deus, em grande humildade e abatimento do próprio eu até que os erros que Lhe ofendem ao Espírito sejam descobertos e afastados.
O preconceito que se levantou contra nós por havermos reprovado as faltas que Deus me mostrara existirem, e o clamor que se ergueu de aspereza e severidade, são injustos. Deus nos manda falar, e não ficaremos silenciosos. Caso haja erros claros entre Seu povo, e os servos de Deus passem adiante, indiferentes a isso, estão por assim dizer apoiando e justificando o pecador, e são igualmente culpados, incorrendo tão certo como ele no desagrado de Deus; pois serão tidos como responsáveis pelos pecados do culpado.
Foram-me mostrados em visão muitos casos em que o desagrado de Deus foi atraído por negligência da parte de Seus servos quanto a tratar dos erros e pecados existentes entre eles. Os que passaram por alto esses erros têm sido considerados pelo povo muito amáveis e de disposição benigna, simplesmente por haverem eles recuado do desempenho de um claro dever escriturístico. Essa tarefa não agradava a seus sentimentos; evitaram-na, portanto.
O espírito de ódio que tem havido por parte de alguns por haverem sido reprovados os erros existentes entre o povo de Deus, tem trazido cegueira e um terrível engano a suas almas, tornando-lhes impossível discernir entre o direito e o erro. Apagaram sua própria visão espiritual. Podem testemunhar erros, mas não sentem como Josué, não se humilham por sentir o perigo das almas.
O verdadeiro povo de Deus, os que possuem o espírito da obra do Senhor, tomam a peito a salvação de almas, verão sempre o pecado em seu caráter real, maligno. Estarão sempre a favor de lidar de maneira fiel e positiva com os pecados que facilmente assaltam o povo de Deus. Em especial na obra final da igreja, no tempo do assinalamento dos cento e quarenta e quatro mil que hão de permanecer irrepreensíveis diante do trono de Deus, sentirão muito profundamente os erros do povo professo de Deus. Isto é fortemente salientado pela ilustração do profeta, da última obra na figura dos homens cada um com armas destruidoras na mão. Um homem entre eles estava vestido de linho, com um tinteiro de escrivão a sua cinta. "E disse-lhe o Senhor: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela." Ezeq. 9:4.
Quem subsiste no conselho de Deus a esse tempo? São aqueles que por assim dizer desculpam os erros entre o professo povo de Deus, e que murmuram no coração, se não abertamente, contra os que reprovam o pecado? São os que tomam atitude contra eles, e se compadecem dos que cometem o erro? Não, absolutamente! A menos que eles se arrependam e deixem a obra de Satanás em oprimir os que têm a responsabilidade da obra, e em suster as mãos dos pecadores de Sião, jamais receberão o aprovador assinalamento de Deus. Cairão na destruição final dos ímpios, representada na obra dos seis homens que tinham as armas destruidoras na mão. Notai cuidadosamente este ponto: Os que receberem o puro sinal da verdade, neles gravado pelo poder do Espírito Santo, representado pelo sinal feito pelo homem vestido de linho, são os que, "suspiram e gemem por todas as abominações que se cometem" (Ezeq. 9:4) na igreja. Seu amor pela pureza e pela honra e glória de Deus é tal, e têm tão clara visão da excessiva malignidade do pecado, que são representados como em agonia, suspirando e gemendo. Lede o nono capítulo de Ezequiel.
A matança geral de todos os que não vêem assim a vasta diferença entre o pecado e a justiça, porém, e não sentem como os que se acham no conselho de Deus e recebem o sinal, é descrita na ordem dada aos cinco homens que tinham as armas destruidoras: "Passai pela cidade após ele, e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, mancebos, e virgens, e meninos, e mulheres, até exterminá-los; mas a todo homem que tiver o sinal não vos chegueis: e começai pelo Meu santuário." Ezeq. 9:5 e 6.

Acã é uma Lição Prática
No caso do pecado de Acã, Deus disse a Josué: "Não serei mais convosco, se não desarraigardes o anátema do meio de vós." Jos. 7:12. Que comparação há entre este caso e a direção seguida pelos que não levantam a voz contra o pecado e o erro, mas cujas simpatias se encontram sempre do lado dos que perturbam o acampamento de Israel com seus pecados? Disse Deus a Josué: "Diante dos teus inimigos não poderás suster-te, até que tires o anátema do meio de vós." Jos. 7:13. Ele pronunciou o castigo que se devia seguir à transgressão de Seu concerto.
Josué começou então diligente averiguação a fim de descobrir o culpado. Tomou Israel por suas tribos, depois pelas famílias, e afinal individualmente; e foi designado Acã como culpado. Para que tudo ficasse claro a todo o Israel, porém, para que não tivessem ocasião de murmurar e dizer que o castigo recaíra sobre um inocente, Josué usou de tática. Sabia que era Acã o transgressor, e que escondera o pecado, provocando assim a Deus contra Seu povo. Com prudência Josué induziu Acã a confessar o seu pecado, de modo que a honra e justiça de Deus fossem vindicadas diante de Israel. "Então disse Josué a Acã: Filho meu, dá, peço-te, glória ao Senhor Deus de Israel, e faze confissão perante Ele; e declara-me agora o que fizeste, não mo ocultes.
"E respondeu Acã a Josué, e disse: Verdadeiramente pequei contra o Senhor Deus de Israel, e fiz assim e assim. Quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata, e uma cunha de ouro do peso de cinqüenta siclos, cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata debaixo dela. Então Josué enviou mensageiros, que foram correndo à tenda; e eis que tudo estava escondido na sua tenda, e a prata debaixo dela. Tomaram, pois, aquelas coisas do meio da tenda, e as trouxeram a Josué e a todos os filhos de Israel; e as deitaram perante o Senhor. Então Josué e todo o Israel com ele tomaram a Acã, filho de Zerá, e a prata, e a capa, e a cunha de ouro, e a seus filhos, e a suas filhas, e a seus bois, e a seus jumentos, e a suas ovelhas, e a sua tenda, e a tudo quanto tinha, e levaram-nos ao vale de Acor. E disse Josué: Por que nos turbaste? o Senhor te turbará a ti este dia. E todo o Israel o apedrejou com pedras; e os queimaram a fogo, e os apedrejaram com pedras." Jos. 7:19-25.
O Senhor disse a Josué que Acã, não somente tirara as coisas que Ele lhes dissera positivamente que não tomassem, para que não fossem amaldiçoados, mas roubara, e também mentira. O Senhor dissera que Jericó e todo o seu despojo deviam ser consumidos, com exceção do ouro e da prata, que deviam ser reservados para o tesouro do Senhor. A vitória obtida na tomada de Jericó não se alcançara por meio de combate, ou de se haver o povo exposto ao perigo. O Capitão das hostes do Senhor conduzira os exércitos celestes. Do Senhor fora a batalha; Ele é que havia combatido. Os filhos de Israel não haviam desferido um só golpe. O triunfo e a glória pertenciam ao Senhor, e Seus eram os despojos. Ele ordenara que tudo fosse consumido, exceto o ouro e a prata, que reservara para Seu tesouro. Acã compreendeu bem a reserva feita, e que os tesouros de ouro e de prata que ele cobiçou eram do Senhor. Furtou para seu próprio proveito dos tesouros de Deus.

Perigos dos Últimos Dias

Ellen white

Vivemos num importante, soleníssimo tempo da história terrestre. Achamo-nos entre os perigos dos últimos dias. Importantes e tremendos acontecimentos se acham diante de nós. Quão necessário é que todos os que temem a Deus e amam Sua lei, se humilhem diante dEle, e se aflijam e pranteiem, e confessem os pecados que têm separado Deus de Seu povo! O que deve suscitar o maior alarme, é que não sentimos nem compreendemos nossa condição, nosso baixo estado, e satisfazemo-nos de permanecer como estamos. 
Devemos refugiar-nos na Palavra de Deus e na oração, buscando individual e fervorosamente ao Senhor, para que O possamos achar. Cumpre-nos fazer disto nossa primeira ocupação. 
Testimonies, vol. 3, pág. 53, 1872.

Um Exemplo aos Irmãos na Fé


Torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza. I Tim. 4:12.

Pela atmosfera que nos envolve, toda pessoa com quem nos comunicamos é consciente ou inconscientemente afetada. ... Nossas palavras, nossos atos, nosso traje, nosso procedimento, até a expressão fisionômica tem sua influência. ... Todo impulso assim comunicado é uma semente que produzirá sua colheita. É um elo na longa cadeia de eventos humanos que se estende não sabemos até aonde. Se por nosso exemplo ajudamos a outros na formação de bons princípios, estamos-lhes dando a capacidade de fazer o bem. Eles, por sua vez, exercem a mesma influência sobre outros, e estes sobre terceiros. Assim, por nossa influência inconsciente, podem ser abençoados milhares.
Atirai uma pedra num lago, e forma-se uma onda, e a ela se seguem outras; e crescendo as mesmas, o círculo amplia-se até atingir a margem. O mesmo se dá com nossa influência. Além do nosso conhecimento e arbítrio ela atua em outros para bênção ou maldição. Parábolas de Jesus, págs. 339 e 340.
Se a juventude se torna num elevado modelo, tendo princípios puros e morais, e se misturado com isto houver afabilidade e cortesia cristã, haverá uma perfeição refinada ao caráter que abrirá caminho em qualquer parte, e poderosa influência será revelada a favor da virtude, da temperança e da justiça. Tais ca serão do mais alto valor para a sociedade, mais preciosos que o ouro. Sua influência será para o presente e para a eternidade. The Pacific Health Journal, julho de 1890.

Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag 121

sábado, 26 de abril de 2014

Sê Forte e Corajoso

Esforça-te e tem mui bom ânimo para teres o cuidado de fazer conforme toda a lei que Meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Jos. 1:7.

Na história de José, de Daniel e seus companheiros, vemos como a áurea cadeia da verdade pode ligar a juventude ao trono de Deus. Não podiam ser tentados a desviar-se de seu procedimento de integridade. Estimavam o favor divino mais que o favor e o louvor de príncipes, e Deus os amava e sobre eles estendia Sua proteção. Devido a sua fiel integridade, a sua resolução de honrar a Deus acima de todo poder humano, o Senhor os honrou notavelmente diante dos homens. Foram exaltados pelo Senhor dos Exércitos, cujo poder está sobre todas as obras de Suas mãos, em cima no Céu e embaixo na Terra. Esses jovens, não se envergonhavam de desfraldar sua bandeira. Mesmo na corte do rei, por suas palavras, hábitos e práticas, confessaram sua fé no Senhor Deus do Céu. Recusaram-se a inclinar-se perante qualquer poder terrestre que diminuísse a honra divina. Tinham força do Céu para confessar sua fidelidade a Deus. ...
Nunca vos envergonheis de vosso estandarte; tomai-o e desfraldai-o à vista dos homens e dos anjos. ... O mundo tem o direito de saber justamente o que se pode esperar de todo ser humano inteligente. Quem for um conjunto vivo de princípios firmes, decididos e justos, será uma influência viva sobre os companheiros; e influenciará os outros pelo seu cristianismo. Muitos não discernem nem apreciam quão grande é a influência de cada um para o bem ou para o mal. Mensagens aos Jovens, págs. 27-29.
Sua felicidade, tanto nesta vida como na futura, depende de que fixem a mente em coisas animadoras. A Ciência do Bom Viver, pág. 248.
Quão importante é que todos considerem para onde está guiando pessoas. Estamos à vista do mundo eterno, e quão diligentemente devemos pesar o custo de nossa influência. The Youth's Instructor, 2 de fevereiro de 1893.

Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag. 120

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O ESTRANHO ENVOLVIMENTO DA TORRE DE VIGIA COM O ESPIRITISMO

O ESTRANHO ENVOLVIMENTO DA TORRE DE VIGIA COM O ESPIRITISMO

Azenilto G. Brito 

A Sociedade Torre de Vigia, organização sediada em Brooklyn, Nova York, que dirige a obra mundial das chamadas testemunhas de Jeová, sempre busca obter respaldo de eruditos para sua teologia peculiar e costuma citar autoridades que dêem apoio a suas teses ou assim pareçam fazê-lo. É uma forma de causar uma impressão de erudição ou autoridade quanto a muitos de seus ensinos, deixando os leitores convencidos do elevado gabarito e profundidade de pesquisa dos que redigem suas publicações. Contudo, muitas vezes isso ocorre distorcendo as palavras e intenções de tais pesquisadores.
Que citações tomando palavras de uma pessoa para dar sentido distorcido e até inteiramente contrário à intenção do autor é prática extremamente condenável eu próprio deixei claro no meu livro O Desafio da Torre de Vigia quando, tendo descoberto uma citação na revista Despertai! de certa autoridade em história e arqueologia cuja obra conhecia (Dr. Edwin R. Thiele), e que parecia chocar-se com as posições conhecidas de tal autor, busquei consultá-lo a respeito, e o que obtive em resposta foi seu protesto contra tal distorção. Eis a transcrição do trecho:
“B) ATENÇÃO: Tendo escrito ao Prof. E. R. Thiele solicitando esclarecimentos ante a forma abusiva pela qual Despertai! valeu-se de suas palavras, recebemos do ilustre mestre (já falecido) carta e artigo em que reafirma sua posição, conforme registrada em The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings. Em sua correspondência, E. R. Thiele protesta pela distorção que as 'testemunhas de Jeová' praticaram com o seu escrito de modo aético. Ele até declara que tais pessoas lhe devem desculpas pela desonestidade de seu ato!
     “Obs.: O artigo do Prof. Thiele com tal protesto apareceu, em português, na revista O Atalaia [atualmente fora de circulação] de agosto de 1975.  Op. Cit., pág. 63”.
Algo assim também se deu com o Dr. Julius R. Mantey, um dos autores do Manual Grammar of the Greek New Testament.  Mantey em várias ocasiões pediu que a Torre de Vigia removesse declarações de sua obra, como apareciam com sentido distorcido, fora de contexto, em publicações da seita. Embora os autores TTJ se utilizassem de trechos da gramática grega de sua autoria na busca de pretextos para negar a divindade de Cristo, esse autor sempre foi um dedicado crente num Deus Triúno.
O que se deu, porém, com a prática de citar eruditos, envolvendo o tradutor de Bíblia Johannes Greber, é um caso à parte. Certamente Greber seria hoje um autor favorito entre as TTJ pois tem uma postura idêntica em muitos de seus ensinos. Por exemplo, num de seus escritos Greber declarou:
Não existe qualquer união de três pessoas em nenhuma Trindade no sentido em que os cristãos em  geral  ensinam. . . . Somente o Pai é Deus. O próprio Cristo não foi Deus, mas somente o primeiro dentre os filhos de Deus.
Devido à necessidade de apoiar suas doutrinas heréticas, Greber igualmente publicou sua própria tradução do Novo Testamento. Tendo inclinações espiritualistas, alegava ter-lhe sido comunicado pelo “mundo dos espíritos” haver lugares no Novo Testamento, das Bíblias modernas, em que uma palavra havia sido mudada a ponto de alterar o sentido do texto. Quando lhe foi solicitado referir algum texto ele citou João 20:28. Um “espírito” teria anunciado a Greber que Tomé não proclamou Jesus como seu Senhor e Deus, mas que teria se referido a Ele como seu Senhor e Mestre.
Greber dedicou-se, então, à tradução completa do Novo Testamento, sempre com o auxílio dos “espíritos” e sem ligação “com dogmas de qualquer igreja”. É digno de nota que a própria Torre de Vigia, em The Watchtower [A Sentinela] de 15/02/1956, condenou Greber denunciando-o como espírita, contudo cita de suas obras como autoridade confiável em publicações lançadas em 1962, 1975, 1976 e 1981!
A tradução de Greber de João 1:1 ajusta-se como uma luva às interpretações jeovaístas: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus; e o Verbo era um deus”. Os livros Aid to Bible Understanding [atualmente Insight on the Scriptures, em português Estudo Perspicaz das Escrituras], Certificai-vos de Todas as Coisas, O Verbo, Quem é Ele? fazem todos uso da tradução de Greber de João 1:1. Greber é citado como um exemplo de uma tradução moderna que emprega “um deus” concordando, assim, com a Tradução do Novo Mundo.
Greber foi um sacerdote católico que morou na Alemanha no princípio do século XX. Em 1923 uma série de experiências o levou a interessar-se pelo espiritismo, ou comunicação com os seres espirituais. Ele recorda essas experiências numa seção autobiográfica de seu livro Comunicação com o Mundo dos Espíritos de Deus. Os seres desse mundo lhe teriam comunicado que muito do que se crê na cristandade é falso porque as traduções bíblicas estavam cheias de imprecisões e traduções falhas. Assim, inspirado por tais espíritos, Greber lançou-se à empresa de preparar sua própria tradução bíblica. Eis como a Fundação Memorial Johannes Greber, que ainda vende seus livros, expõe sua fantástica experiência:
O Novo Testamento, como interpretado pelo erudito Pr. Johannes Greber, tem como fonte os mais antigos manuscritos no mundo, postos em disponibilidade ao Pr. Greber para estudo e tradução mediante a cortesia e cooperação de especialistas teológicos e museus por todo o mundo. Esta é uma tradução absolutamente independente, sem restrição a dogmas de qualquer igreja.
Às vezes ele obtinha as respostas corretas através de grandes letras e palavras  iluminadas  que passavam perante os seus olhos. Outras vezes, obtinha as respostas corretas durante seções de oração. Sua esposa, uma médium do Mundo do Espírito de Deus, era freqüentemente a instrumentalidade para transmitir as respostas corretas dos Mensageiros de Deus ao Pr. Greber. 
    A Bíblia proíbe todo contato com seres do mundo espiritual, e as próprias TTJ aprendem isso. Na obra de 1995, O Conhecimento Que Conduz à Vida Eterna,  todo o capítulo 12 é dedicado a expor tal proibição. Um livro de instrução doutrinária anterior, A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, pág. 61, traz  o  subtítulo  “Mantenha-se  Livre  de  Toda Forma de Espiritismo”. Assim, é paradoxal que para a defesa de sua teoria antibíblica de ser Jesus um ser criado busquem os instrutores da Torre de Vigia respaldo de um autor que tem tais alegações de práticas espíritas.
   Por falar nisso, é interessante acentuar que há algumas coisas um tanto misteriosas em certas publicações jeovaístas, exatamente sobre a questão de consulta aos mortos. No livro de exposição das profecias do Apocalipse intitulado Revelação, Seu Grandioso Clímax Está Próximo, pág. 125, há esta declaração:
Desde o tempo do apóstolo João, e até o dia do Senhor, cristãos ungidos ficaram curiosos quanto à identidade da grande multidão. Portanto, é apropriado que um dos 24 anciãos, representando os ungidos já no céu, estimule o raciocínio de João por fazer uma pergunta pertinente: “E, em resposta, um dos anciãos me disse: ‘Quem são estes que trajam compridas vestes brancas e donde vieram?’ Eu lhe disse assim imediatamente: ‘Meu Senhor, és tu quem sabes’” (Revelação 7:13, 14a) Sim, este ancião podia achar a resposta e dá-la a João. Isto sugere que os ressuscitados do grupo dos 24 anciãos talvez estejam envolvidos em transmitir verdades divinas hoje em dia.  
Logo, a Torre de Vigia está alegando que as “testemunhas de Jeová” ungidas, que morreram e agora estão ressuscitadas como espíritos, habitando no Céu, podem estar “envolvidas em transmitir verdades divinas hoje em dia”!
Mas tal conceito não é tão moderno. O livro O Mistério Consumado, publicado pela Torre de Vigia em 1917, pág. 144, já sugeria que o falecido Russell controlava a obra das TTJ mesmo a partir do Céu, para onde teria partido ao ser ressuscitado espiritualmente. Ao comentar Apo. 8:3, consta do livro (não mais disponível) esta estranha declaração, certamente desconhecida da grande massa de “testemunhas” atuais: 
Este verso mostra que, conquanto o Pr. Russell tenha passado para além do véu [N.A.: o além-túmulo], ele ainda está dirigindo cada aspecto da obra da Ceifa.
É difícil imaginar como Russell estaria dirigindo a obra das “testemunhas de Jeová” a partir do Céu, enquanto o seu sucessor, Joseph F. Rutherford, alterava sobre a Terra muitos dos ensinos que o primeiro estabelecera, como a teoria da pirâmide de Gizé como base de entendimento profético, as mudanças de datas, como a da ressurreição dos ungidos, de 1878 para 1918, a do início da parusia, de 1874 para 1914, a do início do milênio, de 1915 para 1925, além de várias outras práticas e ensinos do tempo daquele.
Confirmando a noção de controle da Obra por Russell após sua morte (que se deu em 1916), é dito na revista Watchtower [A Sentinela] de 1º/11/1917:
Portanto, nosso querido Pr. Russell, sem dúvida, está manifestando um profundo interesse na obra da ceifa, e tem permissão do Senhor para exercer uma forte influência sobre ela.
Rutherford parece ter temido que tal idéia sugerisse uma prática espírita, e décadas depois declara preventivamente no livro Luz, vol. 1, pág. 64: 
O Senhor empregou a Torre de Vigia para anunciar essas verdades. Sem dúvida ele empregou seus representantes invisíveis para realizar muito disso. De modo algum isso se trataria do que alguns poderiam considerar espiritismo. 
   Cria-se então que a ressurreição invisível dos salvos começara em 1878, mas “em 1927 concluiu-se que somente tivera lugar desde 1918” [Cf. as obras da Torre de Vigia Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado, pág. 192 e Los Testigos de Jehová en el Propósito Divino, págs. 63 e 64]. Assim, no ano de 1917, Russell estaria se comunicando com seus irmãos que deixara sobre a Terra para conduzir a “obra da Ceifa”, levando-os a alterar ensinos que ele mesmo defendia. Será que lá nos céus ele teve maior luz a respeito? Mas se for assim, por que os próprios líderes da Torre de Vigia mais tarde alteraram esses mesmos ensinos que o sucessor imediatamente de Russell estabeleceu? Não deixa de ser esse um grande mistério.
[Transcrito e adaptado de pesquisas de M. Kurt Goedelman e David Reed].
Referências à tradução de Greber em obras da Torre de Vigia:
 * Aid to Bible Understanding [Atual Insight on the Scriptures, em português: Estudo Perspicaz das Escrituras], pág. 1669,
  vb. “The Word” [O Verbo], em conexão com João 1:1
* Idem, pág. 1134, vb. “Memorial Tomb” [Túmulo Memorial], em conexão com Mateus 27:52, 53.
* Certificai-vos de Todas as Coisas (edição de 1965, em inglês), pág. 489, em conexão com João 1:1.
* The Watchtower [A Sentinela], 1º de setembro de 1962, pág. 554, em conexão com João 1:1.
* The Watchtower [A Sentinela], 15 de outubro de 1975, pág. 640, em conexão com Mateus 27:52, 53.
* The Watchtower [A Sentinela], 15 de abril de 1976, pág. 231, em conexão com Mateus 27:52, 53.
* The Word-Who Is He, According to John? [O Verbo-Quem é Ele, Segundo João?], em conexão com João 1:1.
* The Watchtower [A Sentinela], 15 de fevereiro de 1956: expõe e condena Greber como um médium espírita!
   

Fonte - O desafio da torre de vigia pags 

Posição dos pioneiros adventistas sobre em quem votar


Página do diário de Ellen G. White em 1859.

Nossos Pioneiros Chegam a Importante Decisão
  "Assisti à reunião ao anoitecer. Tivemos uma reunião franca, interessante: À hora de terminar, a questão de votar foi considerada demoradamente. 
Tiago falou primeiro, depois o irmão Andrews, e foi por eles considerado melhor pôr sua influência a favor do direito e contra o erro. Acham ser justo votar a favor dos homens da temperança que ocupam lugares oficiais em nossa cidade em vez de, por seu silêncio, correrem o risco de verem os intemperantes ocuparem os postos
O irmão Hewett conta sua experiência de alguns dias antes, e acha que é direito dar o seu voto.  
O irmão Hart fala a favor
O irmão Lyon opõe-se. 
Ninguém mais faz objeção, mas o irmão Kellogg começa a achar que é direito. 
Há entre todos os irmãos sentimentos cordiais. Oh! que todos procedam no temor de Deus! 

Visita de alguns políticos
"Homens favoráveis à intemperança estiveram no escritório hoje, exprimindo lisonjeadoramente sua aprovação à atitude de observadores do sábado que não votavam, e exprimiram esperanças de que eles ficassem firmes a sua orientação e, como os quakers, não dessem seu voto. Satanás e seus anjos maus estão atarefados neste tempo, e ele tem obreiros na Terra. Oxalá seja ele decepcionado, é a minha oração." E. G. White em seu diário, no domingo 6 de março de 1859.

ONU alerta que a humanidade está em perigo por causa das mudanças climáticas


Fonte -
AcontecerCristiano.Net 

 Postado quarta-feira, 9 de abril, 2014 | 

A mudança climática poderia causar mais imediata e perigosa do que se pensava, como fome, doenças , secas, inundações e guerras por acesso a recursos problemas globais.
O relatório da Organização Meteorológica Mundial desenvolvida no Japão por mais de 60 especialistas respeitados sobre o aquecimento global. Os autores observam que, em um período de 4-8 décadas , a mudança climática é válido para a humanidade riscos eminentes .
"Claramente, não estamos preparados para os eventos que estamos vendo ", disse Chris Field , o principal autor do Instituto Carnegie para a Ciência , na Califórnia , citado pela Associated Press.
Os riscos para a global Civilization
Desigualdade social : com um relativamente novos cientistas abordagem revelam que existe uma relação entre o aumento da temperatura e da pobreza generalizada. Assim , argumentam eles , o crescimento econômico ea redução da pobreza será lenta e renda total mundial pode diminuir .
O aumento da violência : a falta de recursos naturais como a água potável será um fator desestabilizador nas próximas décadas e , apesar de não ser uma guerra aberta , exacerbam os conflitos existentes.
O aumento da doença : o eram ainda , a falta de alimentos , a pobreza e outros problemas potenciais devido ao aumento das temperaturas e as mudanças climáticas podem acelerar o desenvolvimento ea disseminação de doenças crônicas e infecções , que, juntamente com outros fatores, dar um tom apocalíptico para a civilização moderna .
Fome : 2050 os preços mundiais aumentariam entre 3% e 84% devido a mudanças nos padrões de temperatura e precipitação , que acrescentou de forma significativa para o empobrecimento potencial da população causaria fome em várias regiões do mundo. Note-se que apenas na próxima década , a produção cerealífera mundial seria reduzido em 2% , enquanto a demanda vai crescer.
Menos água disponível : Para cada grau centígrado adicional, o mundo terá menos água disponível. Além disso, a poluição da água corrente pode reduzir , até 2080 , mais acesso à água potável para a população. Estima-se que 7% da população mundial não tem acesso a este recurso vital.
No entanto, a consola de pesquisadores , ainda há tempo para agir e evitar a catástrofe , no entanto, alertar - se o equilíbrio climático frágil é alterado, estes problemas latentes pode ser acentuada de forma dramática.
Note-se que estes resultados são consistentes com os resultados do relatório sobre o colapso irreversível da civilização industrial desenvolvida pelo Goddard Space Flight Center da NASA. Segundo os autores , a mudança climática está intimamente relacionada com o desenvolvimento insustentável , de modo que a civilização industrial global pode entrar em colapso nas próximas décadas , devido à exploração irresponsável dos recursos ea distribuição cada vez mais desigual da riqueza.


Tradução - google tradutor 

Pastores devem ser os Líderes na Reforma de saúde


 Líderes na Reforma

Se bem que não tornemos o uso do alimento cárneo um teste, se bem que não queiramos forçar ninguém a abandonar seu uso, todavia é nosso dever instar para que pastor algum da associação faça pouco da mensagem de reforma nesse ponto, ou a ela se oponha.
Se em face da luz que Deus tem dado acerca do efeito de comer carne sobre o organismo, continuais ainda a fazê-lo, deveis sofrer as conseqüências.
Não tomeis, porém, diante do povo, uma atitude que lhes permita pensar que não é necessário uma reforma quanto ao comer carne. Porque o Senhor está requerendo essa reforma. Ele nos deu a obra de proclamar a mensagem da reforma de saúde, e se não podeis avançar nas fileiras dos que a estão proclamando, não o deveis tornar notório. Neutralizando o trabalho de vossos coobreiros, que estão ensinando a reforma de saúde, estais fora de ordem, trabalhando do lado errado. Carta 48, 1902.
Não daremos, como mensageiros de Deus, decidido testemunho contra a condescendência com o apetite pervertido?... Deus tem provido abundância de frutas e cereais, os quais podem ser preparados de maneira saudável e usados na devida quantidade.
Por que, então, continuam os homens a preferir alimentos cárneos? Poderemos nós, possivelmente, ter confiança em pastores que, às mesas em que é servida a carne, unem-se aos outros em comê-la?...
"Diligentemente guardareis os mandamentos do Senhor, vosso Deus." Deut. 6:17. Todo aquele que transgride as leis da saúde será certamente visitado com o desagrado de Deus. Oh! quanto do Espírito Santo poderíamos ter dia a dia, caso andássemos circunspectamente, renunciando ao próprio eu, e praticando as virtudes do caráter de Cristo! Pacific Union Recorder, 9 de outubro de 1902.


Pastores e Colportores
Andem nossos pastores e colportores sob a bandeira da estrita temperança. Nunca vos envergonheis de dizer: "Não, obrigado; não como carne. Tenho conscienciosos escrúpulos quanto a comer carne de animais mortos."
Caso vos seja oferecido chá, recusai-o, dando a razão de assim procederdes. Explicai que ele é nocivo, e se bem que estimulante por algum tempo, o estímulo logo desaparece, sendo experimentada correspondente depressão. Manuscrito 113, 1901.
Quanto ao alimento cárneo, podemos todos dizer: Deixai-o em paz. E todos devem dar claro testemunho contra o chá e o café, nunca deles se servindo. São narcóticos, de igual forma prejudiciais ao cérebro e a outros órgãos do corpo. Ainda não chegou o tempo em que eu possa dizer que o uso do leite e dos ovos deva ser inteiramente abandonado. Leite e ovos não devem ser classificados entre os alimentos cárneos. Em certas doenças o uso de ovos é muito benéfico.
Renunciem os membros de nossas igrejas a todo apetite egoísta. Todo o dinheiro gasto em chá, café e alimentos cárneos, é mais que desperdiçado; pois essas coisas impedem o melhor desenvolvimento das faculdades físicas, mentais e espirituais. Carta 135, 1902.

Um Resumo
Se pudéssemos auferir qualquer benefício da condescendência com o desejo de alimentos cárneos, eu não vos faria este apelo.
Mas sei que tal não se dá. A alimentação cárnea é prejudicial ao bem-estar físico e devemos aprender a passar sem ela. Os que estão em condições de seguir o regime vegetariano, mas atêm-se às suas preferências, comendo e bebendo o que lhes apraz, a pouco e pouco se tornarão descuidosos das instruções que o Senhor lhes deu no tocante às outras verdades e serão por fim incapazes de discernir a verdade, colhendo o que semearam.
Aos alunos de nossas escolas não se deve servir carne nem quaisquer outros alimentos que se sabe serem prejudiciais. Nada que possa promover o apetite de estimulantes deve ser posto à mesa. Apelo para os idosos, os jovens e os de meia-idade. Negai ao vosso apetite o que vos possa causar dano. Servi ao Senhor com sacrifício.
As próprias crianças devem desempenhar parte inteligente nesta obra. Somos todos membros de uma só família e Deus quer que Seus filhos, tanto jovens como adultos, resolvam a negar-se no apetite e a poupar os meios necessários à construção de casas de culto e ao sustento dos missionários.
Aos alunos de nossas escolas não se deve servir carne nem quaisquer outros alimentos que se sabe serem prejudiciais. Nada que possa promover o apetite de estimulantes deve ser posto à mesa. Apelo para os idosos, os jovens e os de meia-idade. Negai ao vosso apetite o que vos possa causar dano. Servi ao Senhor com sacrifício.
As próprias crianças devem desempenhar parte inteligente nesta obra. Somos todos membros de uma só família e Deus quer que Seus filhos, tanto jovens como adultos, resolvam a negar-se no apetite e a poupar os meios necessários à construção de casas de culto e ao sustento dos missionários.
Fui instruída a dizer aos pais: Colocai-vos nesta questão com alma e espírito ao lado do Senhor. Precisamos lembrar constantemente que estamos em juízo perante o Senhor do Universo nestes dias de graça. Não vos quereis libertar das condescendências que vos estão prejudicando? É fácil fazer uma profissão formal de fé; testifiquem, porém, os vossos atos de renúncia, de vossa obediência aos preceitos que Deus estabelece para Seu povo peculiar. Deponde então na tesouraria da igreja uma parte das economias que realizardes por meio desses atos; e não escassearão os meios para realizar a obra de Deus.
Muitos há que acham que não podem viver sem os  alimentos cárneos; mas se essas pessoas se colocassem do lado do Senhor, absolutamente resolvidas a andar no caminho pelo qual Ele deseja guiá-las, receberiam força e sabedoria, como sucedeu a Daniel e seus companheiros. Veriam como o Senhor lhes pode dar bom discernimento, e se surpreenderiam ao ver quanto pode ser poupado para a obra de Deus pelos atos de renúncia.
As pequenas somas poupadas por atos de sacrifício farão mais para o levantamento da obra de Deus do que os grandes donativos que forem feitos sem renúncia do eu.
Os adventistas do sétimo dia proclamam verdades momentosas. Há mais de quarenta anos o Senhor nos deu luz especial sobre a reforma de saúde, mas de que modo estamos andando nessa luz? Quantos têm recusado viver de acordo com os conselhos de Deus! Como povo, nossos progressos deveriam ser proporcionais à luz que recebemos. Nosso dever é compreender e respeitar os princípios da reforma de saúde. No tocante à temperança, deveríamos haver progredido mais do que qualquer outro povo e, entretanto, há ainda entre nós membros da igreja bem-instruídos e mesmo pastores que têm pouco respeito pela luz que Deus deusobre o assunto. Comem o que lhes apraz e procedem do mesmo modo. ...
Não estabelecemos regra alguma para ser seguida no regime alimentar, mas dizemos que nos países onde são comuns as frutas, cereais e nozes, os alimentos cárneos não constituem alimentação própria para o povo de Deus. Fui instruída que a alimentação de carne tende a embrutecer a natureza e a subtrair os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser.
 Se a alimentação de carne foi saudável algum dia, é perigosa agora. Constitui em grande parte a causa dos cânceres, tumores e doenças dos pulmões.
Não nos compete fazer do uso da alimentação cárnea uma prova de comunhão; devemos, porém, considerar a influência que crentes professos, que fazem uso de carne, têm sobre outras pessoas. Como mensageiros de Deus, não devemos testemunhar ao povo: "Quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus"? I Cor. 10:31. Não devemos dar um testemunho decidido contra a indulgência para com o apetite pervertido? Porventura os pastores, que estão a proclamar a verdade mais solene já enviada aos mortais, devem constituir-se exemplo no regresso às panelas de carne do Egito?
É lícito que os que são sustentados pelos dízimos dos celeiros de Deus se permitam a condescendência que tende a envenenar a corrente vivificadora que lhes flui nas veias? 
Desprezarão a luz que Deus lhes deu e as advertências que lhes faz?
A saúde do corpo deve ser considerada como essencial para o crescimento na graça e para a aquisição de bom temperamento. Se o estômago não for bem cuidado, a formação de caráter moral íntegro será prejudicada. O cérebro e os nervos relacionam-se com o estômago. O comer e o beber impróprios resultam num pensar e agir impróprios também.
Todos estão sendo agora experimentados e provados. Fomos batizados em Cristo, e, se desempenharmos nossa parte em renunciar tudo que nos afeta desfavoravelmente, fazendo de nós o que não devemos ser, ser-nos-á concedida força para o crescimento em Cristo, que é a nossa cabeça viva, e veremos a salvação de Deus. Testimonies, vol. 9, págs. 156-160.

Ellen White

A Afeição e os Impulsos São Talentos

Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Rom. 12:10.

O afeto, os impulsos generosos, e a pronta apreensão das coisas espirituais são talentos preciosos, e colocam o seu possuidor sob pesada responsabilidade. Todos devem ser empregados no serviço de Deus; porém, nisso muitos erram. Satisfeitos com essas qualidades, deixam de introduzi-las no serviço ativo por outros. ... Os que possuem grandes afeições estão sob a obrigação para com Deus de empregá-las não unicamente para com os amigos, mas para com todos os que necessitam de seu auxílio. Vantagens sociais são talentos e devem ser usados para benefício de todos os que estão ao alcance de nossa influência. ...
Talento usado, talento multiplicado. O êxito não é resultado do acaso, nem do destino; é a operação da providência de Deus, a recompensa da fé e discrição, da virtude e do esforço perseverante. O Senhor deseja que utilizemos todos os dons que possuímos; e se assim fizermos teremos maiores dons para empregar. Não nos concede de maneira sobrenatural as qualidades de que carecemos, mas ao utilizarmos a que temos, trabalhará conosco, tonificando e fortalecendo cada faculdade. Por todo sacrifício sincero e cordial no serviço do Mestre, nossas faculdades aumentarão. ... Acariciando as sugestões do Espírito, e a elas obedecendo, nosso coração se dilatará para receber mais e mais de Seu poder, e para fazer maior e melhor obra. Energias adormecidas são despertadas, e faculdades paralisadas recebem nova vida. ...
Se tentarmos ganhar outros para Cristo, manifestando em nossas orações preocupação por eles, nosso coração palpitará pela influência vivificadora da graça de Deus; nossos próprios afetos arderão com mais divino fervor; toda a nossa vida cristã será mais e mais uma realidade, mais sincera e mais devota. Parábolas de Jesus, págs. 352-354.
Ellen White
Minha Consagração Hoje, - mm 1989/1953 Pag. 119

quinta-feira, 24 de abril de 2014

0

Onde está a vossa fé? Superando as decepções e as dificuldades da vidaTexto: Lucas 8:22-25
Introdução: Nesta mensagem de hoje, eu quero falar sobre o tipo de fé necessária para se tornar um vencedor em todas as situações da vida, de maneira que você não se encontre tão cansado que comece a perder o ânimo e a fé que Deus soprou em você.
Ilustração: A chuva cai sobre justos e injustos. Decepções e dificuldades fazem parte da vida.
Lucas 8:22-25 “Ora, aconteceu certo dia que entrou num barco com seus discípulos, e disse-lhes: Passemos à outra margem do lago. E partiram. Enquanto navegavam, ele adormeceu; e desceu uma tempestade de vento sobre o lago; e o barco se enchia de água, de sorte que perigavam. Chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança. Então lhes perguntou: Onde está a vossa fé? Eles, atemorizados, admiraram-se, dizendo uns aos outros: Quem, pois, é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?"
Nesta situação, Jesus estava demonstrando aos Seus discípulos que Ele tinha poder e autoridade sobre todas as situações da vida. Se colocarmos nossa fé e confiança em Jesus, Ele estará atento a nós não importa o quão difícil ou angustiante as situações que enfrentamos parecem ser. Esta é a pergunta que eu quero lhe fazer hoje: "Onde está a sua fé em relação a tudo o que você está passando? Você já atingiu o ponto em que você não aguenta mais?”.

I. Situações da vida que provam a nossa fé.

Que tipo de situações e provações está provando a sua fé e parecem insuperáveis ​​aos seus olhos?
· Relacionamentos quebrados
· Promessas de Deus que ainda não se cumpriram
· Problemas emocionais
· Problemas familiares, filhos, etc.
· Problemas financeiros
· Dureza do caminho - Números 21:4
· Problemas conjugais
· Doença, morte.
Em cada uma dessas áreas somos suscetíveis à decepção, dificuldade e dor de cabeça. Onde está a sua fé em cada uma dessas áreas? Jesus nos deu autoridade e poder sobre todas as questões da vida. Ele quer que sejamos vencedores em tudo o que fazemos e o que vem em nossa direção.
João 16:33 "Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo"
O problema é que temos um inimigo que quer explorar as áreas em nossas vidas que estão nos causando mágoa, decepção e dificuldade. Seu objetivo é nos destruir e nos fazer perder a esperança.

II. O objetivo de Satanás.

Precisamos perceber que temos um inimigo com um objetivo. Sabemos que o objetivo dele é matar, destruir e roubar, mas ele também está tentando nos destruir.
Daniel 7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo”.

1. Objetivo de Satanás é nos destruir.
Esta escritura está falando do anticristo, que se manifestará na terra nos últimos dias antes da vinda de Cristo. Mas é importante saber que o espírito do anticristo já está entre nós e trabalha para esses mesmos objetivos.
O espírito do anticristo que está solto no mundo de hoje está tentando destruir os santos preciosos de Deus com o desânimo na névoa das várias provações e dificuldades da vida. Seu objetivo é começar a plantar as sementes da apostasia para que, quando chegar a hora, não teremos qualquer fé para recorrer. Seu objetivo é levar o maior número de santos possível a perder o coração e a fé, o que vai levar a apostasia. Ele quer arrastar o maior número com ele enquanto ele puder. A Bíblia nos diz que não devemos ser ignorantes aos seus ardis.
2 Coríntios 2:11 “... para que Satanás não leve vantagem sobre nós; porque não ignoramos as suas maquinações”.

2. Satanás se alimenta de nossas vulnerabilidades.
Lucas 4:13 “Assim, tendo o Diabo acabado toda sorte de tentação, retirou-se dele até ocasião oportuna”.
Sabemos que Satanás se alimenta de nossas fraquezas e se delícia em explorar os nossos pontos vulneráveis​​, então vamos olhar mais uma vez para essas áreas que têm o potencial de trazer cansaço para nossas vidas.
· Relacionamentos quebrados
· Promessas de Deus que não se cumpriram
· Problemas emocionais
· Problemas familiares, filhos, etc.
· Problemas financeiros
· Dureza do caminho - Números 21:4
· Problemas conjugais
· Doença, saúde ou morte.
Você se sente em perigo em qualquer uma dessas áreas? Você está prestes a perecer com a água em fúria sobre sua cabeça? Você está prestes a se afogar em suas mágoas por causa do desânimo ou decepção? você está se sentindo em qualquer uma dessas áreas? Você deve identificar a área onde você está vulnerável e usar o escudo da fé e o cinto de verdade contra ela. Satanás está disparando seus dardos inflamados, então é melhor você embraçar o seu escudo para proteger-se.
Efésios 6:13-16 “Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno”.

III. Como aplicar o escudo da fé.

Agora que entendemos que temos um inimigo cruel e implacável que está tentando nos destruir, quais são algumas maneiras práticas em que podemos aplicar o escudo da fé contra ele?
O desejo de Deus para nossas vidas é nos levar da tribulação para a vitória.
1 João 5:4 “porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”.

1. Compreender onde está a fonte de sua fé.
Hebreus 12:2 “fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de Deus”.
A fonte da nossa fé está em Jesus Cristo e no que Ele fez por nós. Ele é o Autor e Consumador de nossa fé e estará sempre do nosso lado, não importa o que aconteça. Muitas vezes, em meio a dificuldades da vida o acusador dos irmãos vem a nós e tenta nos convencer de que somos indignos da ajuda de Deus em nossas vidas. Isto é uma mentira do inimigo para nos impedir de receber a ajuda que realmente precisa. Você tem que saber que, se Deus é por você, quem será contra você. Isto deve estar em seu coração muito fortemente.
Isaías 43:1-2 “Mas agora, assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti”.
Isaías 40:31 “mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão”.
Muitos personagens bíblicos, que por um motivo ou outro se cansaram e desanimaram sobre suas situações na vida, mas no final se tornaram vencedores, porque eles sabiam onde estava a fé deles.
Moisés pediu a Deus para matá-lo em uma ocasião, quando o povo de Israel começou a queixar-se de comer maná o tempo todo. Moisés basicamente disse: "Se é para ser assim, por favor, me mata aqui e agora, porque esse fardo é muito pesado para carregar - Números 11:11-15. A preservação de Moisés estava no fato de que ele estava levando sua carga a fonte de sua fé.
Josué, o grande conquistador estava tão desanimado e deprimido ao ponto de desistir e desejar voltar ao deserto, onde não havia tantos inimigos. Mas ele levou o seu fardo a fonte de sua fé e foi lhe dito o que fazer e como superar - Josué 7:7. Devemos fazer o mesmo.
Não só temos o escudo da fé para nos proteger dos dardos inflamados de Satanás, mas também temos o cinto da verdade e a espada do Espírito, que se aplicam ao nosso arsenal espiritual.
Salmos 119:24-25 “Os teus testemunhos são o meu prazer e os meus conselheiros. A minha alma apega-se ao pó; vivifica-me segundo a tua palavra”.
Todos nós somos suscetíveis a várias situações que tentam nossa fé. Nenhum de nós está isento. Mas podemos estender a miséria da situação em nossas vidas quando não aplicamos a palavra de Deus à situação. Por outro lado, quando a Palavra de Deus é aplicada não só irá reviver o nosso espírito, mas vai começar a tornar os caminhos planos mais uma vez. Devemos tomar a palavra de Deus e aplicá-la à situação que está trazendo sofrimento em nossas vidas, não importa o quão fraco ou apático nos sentimos.
Romanos 10:17 “Assim, pois, a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”.
Jó compreendeu a importância de ser revivido de acordo com a palavra. Ele provavelmente já havia experimentado tanto sofrimento e desilusão como ninguém e seu testemunho foi que ele considerava a palavra de Deus mais valiosa do que a comida.
Jó 23:11-12 “Os meus pés se mantiveram nas suas pisadas; guardei o seu caminho, e não me desviei dele. Nunca me apartei do preceito dos seus lábios, e escondi no meu peito as palavras da sua boca”.

2. Temos de buscar o propósito de Deus e desenvolver o caráter do reino.
Romanos 8:28 “E sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.
Todas as áreas mencionadas nesta mensagem representam oportunidades para o propósito de Deus nascer em nossas vidas, em um grau maior. Elas representam oportunidades para construir o caráter divino em nossas vidas. Quando abordamos essas situações com uma mentalidade do reino e um coração de fé, Deus é capaz de trazer alegria no meio da dificuldade. A alegria do Senhor é a nossa força, que neutraliza a tática de Satanás.
Romanos 5:3-4 “E não somente isso, mas também gloriemo-nos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a perseverança, e a perseverança a experiência, e a experiência a esperança”.
Quais são algumas das virtudes que Deus quer desenvolver em nossas vidas em meio a essas situações difíceis? Por exemplo: Relacionamentos quebrados, perdão, estilo de vida agitado, prioridades, problemas financeiros - princípio de dar e colocar o reino em primeiro lugar, etc.
Tiago 1:2-4 “Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, sabendo que a aprovação da vossa fé produz a perseverança; e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma”.
Salmos 138:7-8 “Embora eu ande no meio da angústia, tu me revivificas; contra a ira dos meus inimigos estendes a tua mão, e a tua destra me salva. O Senhor aperfeiçoará o que me diz respeito. A tua benignidade, ó Senhor, dura para sempre; não abandones as obras das tuas mãos”.

3. Devemos encontrar satisfação na adversidade.
Filipenses 4:11-13 “Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre. Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.
Quando somos capazes de encontrar contentamento; o escudo da fé, não só impede o inimigo de nos destruir, mas ele libera mais da provisão de Deus em meio às provações.
Filipenses 4:19 “Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus”.

Conclusão: Estes são alguns passos básicos para superar as decepções da vida e as dificuldades que você certamente irá experimentar de vez em quando.
Se você permitir que Deus trabalhe um propósito na sua vida, indo a Ele e à Sua palavra durante o tempo da dificuldade; você vai encontrar-se em um lugar de contentamento e como resultado, você vai ser o tipo de vencedor que você está destinado a ser e você vai ter derrotado a tentativa de Satanás de destrui-lo. Então, deixe-me perguntar-lhe mais uma vez: "Onde está a sua fé em relação a todas as dificuldades da vida?”.
Gálatas 6:9 “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido”.
Apocalipse 2:7 "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus”.

Pr. Aldenir Araújo

Fonte - http://www.opregadorfiel.com.br 

A Trindade e a vida cristã

A Trindade, embora uma doutrina cardinal do cristianismo, às vezes não recebe a devida atenção. Isso se dá mesmo por parte daqueles que reconhecem a importância e a necessidade de sermos trinitarianos, de abraçarmos a fé num Deus que é um em substância e essência, mas três em Pessoa: Pai, Filho e Espírito Santo. A experiência de Sam Alberry, infelizmente, não é coisa rara:
Quando jovem cristão, eu tinha um entendimento básico que, oficialmente, Deus era uma Trindade. Mas não oficialmente, isso quase não fazia diferença na minha vida cristã. Eu orava a Deus. Sabia que Jesus tinha morrido por meus pecados. Eu lia a Bíblia e tentava viver a vida de uma maneira que agradasse ao meu Pai celestial. Nunca me ocorreu ir além disso. A doutrina da Trindade estava cuidadosamente arquivada na gaveta de “Coisas que todos os bons cristãos creem” e, então, nunca mais revista.[1]
Gostamos de enfatizar a importância da justificação pela fé. Alegamos, seguindo Lutero e tantos outros, que ela é a doutrina pela qual a Igreja cai ou fica de pé. Embora reconheçamos a importância da bendita verdade de que somos justificados unicamente por causa de Cristo, por termos fé nele, como nosso Salvador e Substituto, há algo ainda mais fundamental. É a doutrina de Deus.
Se não conhecermos o Deus verdadeiro, que se revela na sua Palavra de maneira infalível, qualquer outro conhecimento será deturpado e carente de significado. Antes de conhecermos a obra da salvação, devemos conhecer o Deus que nos salva. Assim, creio que Bavinck coloca a questão de uma forma mais bíblica:
A doutrina da Trindade é de importância incalculável para a religião cristã. Todo o sistema cristão de crença, toda a revelação especial fica de pé ou cai com a confissão da doutrina da Trindade. Ela é o núcleo da fé cristã, a raiz de todos os seus dogmas, o conteúdo básico da nova aliança.[2]
Sim, devemos conhecer o Deus que se revela. E ele, ao se autorrevelar, nos informa que é uma Trindade. A partir do que encontramos na Bíblia, a autorrevelação de Deus, podemos dizer que o ensino bíblico sobre a Trindade abrange quatro afirmações essenciais:
  1. Há um e somente um Deus vivo e verdadeiro;
  2. Este único Deus existe eternamente em três pessoas — Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo;
  3. Essas três pessoas são completamente iguais em atributos, cada uma com a mesma natureza divina;
  4. Embora cada pessoa seja plena e completamente Deus, as pessoas não são idênticas.
As diferenças entre Pai, Filho e Espírito Santo estão fundamentadas na forma como eles se relacionam um com o outro e o papel que cada um desempenha ao realizar o propósito divino.
A unidade da natureza e a distinção de pessoas da Trindade podem ser ilustradas nas seguintes afirmações adicionais:
  • O Pai é Deus;
  • O Pai não é o Filho;
  • O Pai não é o Espírito Santo;
  • O Filho é Deus;
  • O Filho não é o Pai;
  • O Filho não é o Espírito Santo;
  • O Espírito Santo é Deus;
  • O Espírito Santo não é o Pai;
  • O Espírito Santo não é o Filho.
Ao longo da história da Igreja cristã, diversos credos, confissões e catecismos tentaram resumir e apresentar as principais doutrinas do cristianismo. Como era de se esperar, os documentos que se mantiveram fieis à Escritura apresentam a doutrina da Trindade de maneira clara. Aqui, vale citar as três perguntas e respostas do Breve Catecismo de Westminster:
Pergunta 4. O que Deus é?
Resposta: Deus é espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.
Pergunta 5. Há mais de um Deus?
Resposta: Há um só Deus, o Deus vivo e verdadeiro.
Pergunta 6. Quantas pessoas há na Divindade?
Resposta: Há três pessoas na Divindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo, e estas três pessoas são um Deus, da mesma substância, iguais em poder e glória.
Devemos deixar claro que o ensino sobre a Trindade não é uma verdade descoberta pelo homem, mas revelada por Deus. E trata-se de uma revelação especial, disponível apenas na Escritura Sagrada. Deus se revela na criação também, mas inúmeras verdades só são encontradas na Bíblia. A Trindade é uma delas, ao lado das duas naturezas de Cristo e tantas outras doutrinas gloriosas. Contemplar o céu e as demais obras da criação podem me apontar para a existência de um Criador, de um Deus, mas não para a existência de um Deus que subsiste em três Pessoas. É por isso que o Evangelho deve ser pregado, pois somente nele temos a revelação plena e salvífica de Deus. Sim, ninguém será salvo sem conhecer a Trindade.
O objetivo deste artigo é analisar como a doutrina da Trindade se relaciona com a vida cristã. Antes disso, veremos alguns erros a se evitar.

A Trindade e alguns erros comuns

Durante toda a história da Igreja, muitos tentaram simplificar a doutrina da Trindade, torná-la mais “palatável”, mais fácil de crer. Mas ao fazê-lo, eles acabaram não representando o que a Escritura ensina verdadeiramente, e terminaram com uma doutrina da Trindade bem diferente da doutrina bíblica.
Os erros mais comuns, que ainda persistem em nossos dias, são os seguintes: triteísmo, monarquismo e modalismo.
O triteísmo ignora a afirmação bíblica recorrente de que Deus é um. Essa heresia afirma que há três deuses, que são do mesmo tipo e, todavia, distintos e separados um do outro. Devemos cuidar para que não sejamos triteístas quando pensamos sobre Deus, mesmo que não verbalizemos isso. O alerta é oportuno, pois alguns cristãos tendem a pensar em “Deus mais em trindade do que unidade.[3] Eles pensam nele mais facilmente como Três do que como Um-em-Três ou Três-em-Um”.[4] Note que o triteísmo é uma forma de politeísmo.
O monarquismo é o erro daqueles que não reconhecem a igualdade das Pessoas da Trindade. Alguns pensam que o Filho é menos Deus que o Pai, e o Espírito Santo menos Deus que o Filho. Ou pensam que há uma subordinação ontológica das Pessoas. É verdade que na economia da salvação há uma subordinação do Filho ao Pai, e do Espírito ao Filho e ao Pai. Mas isso não está ligado à essência das Pessoas, pois os três são Deus. Trata-se do cumprimento do Pacto, do Acordo feito entre as três Pessoas. O Filho deliberadamente aceitou ser subordinado ao Pai para resgatar o seu povo, e o Espírito aceitou ser subordinado ao Filho e ao Pai para aplicar a salvação adquirida pelo Filho.
Por último, o modalismo é a heresia de que não existem três Pessoas na Trindade. Há um Deus, que é apenas uma Pessoa, mas que se revela de diversos modos (daí o nome modalismo). Portanto, existem vários modos, diversas maneiras de Deus se revelar à humanidade. Em tempos diferentes, ele se revela como Pai, como Filho e então como Espírito Santo.[5]
Tendo visto rapidamente alguns erros comuns sobre a doutrina da Trindade, vejamos a relevância dessa verdade para a vida cristã.

A Trindade e o Fim Principal do Homem

Nenhum cristão verdadeiro ousaria dizer que o ensino sobre Deus é irrelevante, ou de pouca praticidade. Longe disso! Aquele que foi salvo deseja conhecer mais e mais o Deus que o salvou.
Para o cristão reformado[6], a primazia do conhecimento de Deus é ainda mais nítida. Afinal, o Breve Catecismo de Westminster, um dos belos e antigos símbolos de fé da tradição reformada, começa com a seguinte pergunta: Qual é o fim principal do homem?
A resposta, que mesmo as crianças da família da aliança conhecem,[7] não poderia ser mais bela e bíblica:
O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.[8]
Embora a necessidade e obrigação de conhecermos e prosseguirmos em conhecer a Deus (Oseias 6.3) seja uma verdade abraçada e afirmada com vigor pelos cristãos, o mesmo não acontece com a Trindade. Muitos consideram a Trindade uma doutrina obscura, estranha, difícil demais para merecer a nossa atenção. Uma doutrina que não pode ser negada, mas que deve ser deixada de lado; afinal, é mais seguro, a fim de evitarmos alguma heresia ao lidar com tão “perigosa” doutrina.
Além disso, não poucos lutam e não conseguem encontrar alguma praticidade na doutrina de que Deus existe em três Pessoas distintas e igualmente gloriosas.
A ideia subjacente a esse pensamento é que ensinar sobre a Trindade não é diferente de ensinar sobre Deus. Contudo, o Deus que existe é uma Trindade. Se em nosso forço diário para conhecermos a Deus não buscarmos conhecer o Deus que é uma Trindade, estaremos atrás de um falso deus, um deus criado pela nossa imaginação pecaminosa.
Em outras palavras, se haveremos de cumprir o nosso fim principal, devemos necessariamente aprender sobre a Trindade. Nada pode ter mais relevância prática do que a doutrina sobre Deus, e o Deus que existe é uma Trindade.
Conhecer a Deus, conhecer como ele realmente é, conhecê-lo como revelado na Bíblia, é conhecê-lo como o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

A Trindade e a Salvação

Quando as pessoas são salvas, geralmente elas não percebem que algo trinitariano lhes aconteceu. Mas “algo trinitariano” é precisamente o que aconteceu na salvação: todo aquele que é salvo foi trazido pelo Pai (Jo 6.44) e levado pelo Espírito a confessar que Jesus é Senhor (1Co 12.3).
O Evangelho nos dá tremendo discernimento sobre a Trindade, pois no Evangelho vemos o Pai enviando o Filho, revestido de poder pelo Espírito Santo, para receber a ira do Pai e nos colocar em eterna comunhão com Deus.
Voltando à alegação, por parte de alguns, que a Trindade é irrelevante, ou no mínimo uma doutrina “opcional”. Ora, nenhum cristão argumentaria que o Evangelho é opcional. Afinal, o Evangelho é o poder de Deus, para salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). Todavia, o Evangelho é uma realidade trinitariana. O Evangelho torna-se ininteligível sem um conceito das Pessoas distintas de Deus.
Em 1 João 4.14, por exemplo, lemos que “o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo”. Este simples versículo abre os nossos olhos para as pessoas da Trindade trabalhando em prol da nossa salvação.
A Trindade é indispensável para entendermos o Evangelho. Sem ela, “todo o plano da redenção fica em pedaços”[9].

A Trindade e a Oração

A falta do entendimento da Trindade é muitas vezes revelada na forma como oramos. Não poucas vezes as pessoas da Trindade são confundidas nas orações do povo de Deus.
― Ó Pai, Deus de amor, te agradecemos por ter morrido em nosso lugar.
Essa é, infelizmente, uma oração comum, mas revela um erro grosseiro por não distinguir as Pessoas da Trindade. Somente o Filho encarnou e somente o Filho morreu em favor do seu povo. O Pai, nem o Espírito fez isso.[10]
A nossa oração é, ou ao menos deveria ser trinitariana. O nosso Senhor ensinou claramente que devemos orar ao Pai (Lucas 11.2), em nome de Jesus (isto é, por causa dos seus méritos), e no poder do Espírito Santo.
“Orando no Espírito Santo” (Judas 20), é o que devemos fazer. É ele, a Terceira Pessoa da Trindade, quem desperta em nós o desejo de orar, e quem intercede por nós, pois não sabemos orar como convém. É Paulo quem nos ensina isso claramente:
Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. (Romanos 8.26)
Todas as três pessoas da Trindade estão presentes na verdadeira oração. Dirigimo-nos ao Pai, o Filho conseguiu esse livre acesso, e o Espírito nos capacita e nos auxilia neste santo dever.

 A Trindade e a Adoração

O verdadeiro culto cristão é trinitariano. É algo inescapável. Deixe-me explicar.
Gosto como Tim Chester coloca isso:
Nossa adoração é inevitavelmente trinitariana. O Pai e o Filho se deleitam um no outro, na alegria do Espírito e juntos participamos desse deleite (Lucas 10.21-22).[11] Mas frequentemente perdemos a percepção disso quando não é algo explícito na forma como moldamos a nossa adoração. Mas a Trindade impacta nossa adoração (quer percebamos ou não)! Mesmo quando nossa adoração é fraca e desfigurada pelo pecado, o Espírito nos conecta a Cristo nosso Sacerdote, que nos representa diante do Pai na congregação celestial (Hb 2.11-13).[12]
Em outras palavras, a verdade da Trindade deveria estar explícita em nosso culto comunitário: nas orações, nos hinos e, sobretudo, na pregação. Contudo, mesmo quando isso não acontece, o culto ainda é trinitariano. O motivo é belo e enche o coração de alegria: a Trindade está trabalhando para nos perdoar e tornar o nosso culto aceitável.
Todavia, isso não é escusa para não trabalharmos em busca de um culto cada vez mais trinitariano. A nossa liturgia deve ser evidentemente triúna, e não apenas os ministros do Evangelho, mas toda a congregação deve ser capaz de explicar o motivo de ser assim.

A Trindade e “Deus como Amor”

Em 1 João 4.8, lemos que “Deus é amor”. Mesmo crianças podem entender que o amor exige a existência de mais de uma pessoa. Assim, se Deus é amor, entendemos que Deus é tanto o amante como o amado.
Mas se Deus não fosse uma Trindade, ele não poderia ser amor. Ele existiria durante uma eternidade “passada”,[13] isto é, antes de ter criado, sozinho, sem amar e sem ser amado.
A ideia de que Deus precisa de nós, de que ele precisava criar, é uma ideia de quem não entendeu a Trindade. Deus não estava sozinho, não estava em busca de alguém para amar ou por quem ser amado. Ele já amava e era amado antes da fundação do mundo. Vejamos:
Portanto, a criação não é Deus em busca de amor, mas Deus derramando o seu amor, jorrando o seu amor. O fato de ele nos criar, mesmo sem precisar, nos revela o seu amor. Se ele não estava carente de companhia (e de fato não estava!), se não necessitava da criação (longe disso!), e mesmo assim decidiu ir adiante e criar, só podemos exclamar: quão grande é esse amor!

Uma Palavra de Cautela

Não precisamos e não devemos simplificar o conceito da Trindade. Mas permitir que a explicação da Trindade seja complexa não significa entrar em todos os detalhes da Trindade econômica, muito menos nas noções especulativas a partir dos debates acadêmicos.
A Trindade não é um mistério, pois está revelada na Escritura.[14] Trata-se de uma verdade que Deus nos apresentou em sua Palavra inspirada, inerrante e infalível. Por outro lado, ela é um mistério[15] no sentido de não sabermos diversas coisas; na Escritura, não nos foi revelado tudo acerca da existência de Deus como uma Trindade. Não há uma descrição detalhada e exaustiva de como a Trindade “funciona”.
Portanto, devemos lidar apenas com aquilo que a Escritura nos revela acerca do Deus que existe, do Deus que é uma Trindade. Não nos é lícito especular sobre inúmeras verdades, muito menos a verdade sobre Deus. E mais: não apenas não sabemos tudo sobre Deus, mas não podemos, e nunca poderemos saber! Eu explico:
As Pessoas da Trindade são plenamente conhecidas apenas uma pelas outras. Deus é um ser Infinito e nós, seres finitos, não podemos saber tudo o que é possível saber sobre ele. Digo possível, pois, como já dissemos, trata-se de algo possível e factual entre as Pessoas da Trindade. Jesus diz em Mateus 11.27:
Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho…
É verdade que ao final Jesus diz: “e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Mas não se trata de uma revelação completa. Esta não é uma interpretação forçada, pois é corroborada por outras passagens, dentre elas 1 Coríntios 2.11:
Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.
O Pai conhece o Filho, o Filho conhece o Pai e ambos conhecem e são conhecidos pelo Espírito de uma forma que nunca estará acessível a nós, criaturas. A distinção Criador-criatura é instransponível. Alguns reconhecem isso, mas acham que a distinção e a limitação de conhecimento serão eliminadas no céu, após sermos glorificados. É claro que teremos um conhecimento mais claro e abrangente de quem Deus é, mas ainda será um conhecimento muitíssimo limitado. Afinal, seremos glorificados, mas não deixaremos de ser criaturas.
Este é o nosso Deus. Prostremo-nos diante dele.


[1] Sam Allberry, Connected: Living in the light of the Trinity (Nottingham: IVP, 2012), p. 13.
[2] Herman Bavinck, Dogmática Reformada — Deus e a Criação, Volume 2 (São Paulo: Cultura Cristã, 2012), p. 341. Ênfase adicionada.
[3] Ou seja, embora usemos o termo Trindade, devemos pensar em Deus como triunidade, como um Deus triúno. Há unidade na pluralidade!
[4] Stuart Olyott, What the Bible Teaches about The Trinity (Darlington, England: EP Books, 2011), 88.
[5] A tentativa de explicar a Trindade como a água em seus três estados (líquido, gasoso e sólido) é claramente uma visão modalista. Vale lembrar que qualquer analogia para a Trindade é inapropriada, pois não se trata de uma realidade presente e descoberta na criação. Conhecemos a Trindade somente mediante revelação proposicional do Criador, em sua Palavra.
[6] Ou seja, que creem naquilo que é comumente chamado de Teologia Reformada. Para os não familiarizados com a Teologia Reformada, recomendo as seguintes leituras: O que é teologia reformada, de R. C. Sproul; Calvinismo, de Abraham Kuyper; Vivendo para a glória de Deus, de Joel Beeke.
[7] Na verdade, o Breve Catecismo de Westminster, embora usado em nossos dias para instrução de adultos, foi criado para o ensino das crianças.
[8] Ou, como sugerem alguns amigos, “deleitar-se nele para sempre”.
[9] Stuart Olyott, What the Bible Teaches about The Trinity (Darlington, England: EP Books, 2011), 98.
[10] É claro, muitos dos que oram assim o fazem por ignorância, sem perceberem o que estão fazendo. Aliás, não poucos soltam essas “pérolas” devido ao nervosismo quando oram em público. A despeito da não intencionalidade desses cristãos, orar dessa maneira é afirmar a heresia do modalismo.
[11] Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai; e também ninguém sabe quem é o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. (Lucas 10.21-22)
[13] Como Deus criou o próprio tempo, não existe uma eternidade passada.
[14] Diferente do uso popular do termo, mesmo por grandes teólogos, mistério não é algo desconhecido, algo nebuloso, muito menos um conhecimento místico. Antes, é um conhecimento que estava oculto, que era desconhecido, mas foi posteriormente revelado por Deus. O termo é muito usado pelo apóstolo Paulo e pode ser visto em diversas passagens, das quais citamos três: “Mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória” (1 Coríntios 2.7);   “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos” (1 Coríntios 15.51); “O mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos” (Colossenses 1.26).
[15] Não há contradição aqui. Estou simplesmente dizendo que sabemos alguma coisa, mas não tudo (longe disso!).
 
 

Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Obama envia delegação pró-aborto ao Vaticano

 

Obama envia delegação pró-aborto ao Vaticano

Julio Severo
Enquanto o Vaticano está se preparando para as cerimônias de canonização do Papa João Paulo 2º no próximo domingo, há uma questão grave dividindo a Igreja Católica e a Casa Branca: a determinação do presidente Barack Obama de forçar organizações católicas nos EUA a financiar o aborto e a contracepção como parte do serviço de saúde pública.
Papa João Paulo 2º: canonização afrontada por delegação americana pró-aborto
O papado de João Paulo 2º, autor da famosa encíclica Evangelho da Vida, foi marcado por posturas firmes contra o aborto, a contracepção e a Teologia da Libertação. Foi marcado também por intervenções importantes do Vaticano em grandes reuniões da ONU onde o presidente americano Bill Clinton usava a formidável força da máquina governamental americana para avançar o aborto vinte anos atrás.
Apesar disso, o presidente dos EUA está enviando ao Vaticano uma delegação de três indivíduos pró-aborto para representar os Estados Unidos na canonização do grande papa pró-vida. Os membros da delegação são John Podesta, conselheiro de Obama; Xavier Becerra, líder do partido pró-aborto de Obama na Câmara dos Deputados dos EUA; e Katie Beirne Fallon.
De acordo com o site Breitbart, Podesta é o fundador e presidente do Centro do Progresso Americano, uma organização esquerdista financiada por George Soros. Um dos colaboradores da organização é o bispo homossexual Gene Robinson.
Becerra é considerado totalmente pró-aborto e pró-gayzismo.
Fallon não fica atrás.
É uma delegação que, querendo ou não, vai fazer muito mais do que só representar o povo americano: vai afrontar a sólida imagem pró-vida de João Paulo.
Mas essa não é a primeira vez que o governo dos EUA comete afrontas contra quem não se submete às suas imposições pró-aborto e pró-homossexualismo na ONU e no mundo inteiro. Como mencionei recentemente no meu artigo “EUA querem combater movimento anti-homossexualismo no mundo inteiro”:
“Obama não foi às Olímpiadas de Inverno em Sochi, na Rússia, e assegurou-se de que o mundo entendesse sua decisão: ele enviou proeminentes atletas gays para Sochi. Ele não mostrou nenhum interesse nas crianças russas e seu bem-estar e proteção. Sua única preocupação foi mostrar apoio à agenda gay. Aliás, essa é a prioridade máxima de sua política exterior. Primeiro, o homossexualismo, depois as crianças…”
O próprio Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, criticou a atitude de afronta de Obama contra os russos e suas leis que protegem as crianças contra a propaganda gay.
E quem foi que disse que Obama se preocupa com o bem-estar das crianças? Ele não está nem aí para as crianças russas e nem mesmo para as crianças americanas.
Numa conferência da Federação de Planejamento Familiar em Washington, D.C., um ano atrás, Obama fez questão de comparecer e finalizar o evento com a seguinte declaração: “Obrigado, Federação de Planejamento Familiar. Deus abençoe vocês. Deus abençoe os Estados Unidos.” A Federação de Planejamento Familiar é a maior organização de clínicas de aborto dos EUA.
De forma direta ou indireta, o presidente dos EUA nunca perde a oportunidade de demonstrar seu apoio público ao aborto. Sempre e em todos os momentos, Obama é pró-aborto.
O atual papa também é sempre contra o aborto, embora nem sempre expresse suas posturas em palavras — pelo menos, não nos momentos mais necessários.
Em 11 de abril, duas semanas após um encontro com Obama no Vaticano, o Papa Francisco caracterizou o aborto como um “crime revoltante” num discurso para o Movimento pela Vida da Itália.
Por que o papa não quis usar as mesmas palavras diante de Obama é um mistério.
Na sua visita ao Brasil no ano passado, o papa, que vem sendo elogiado de forma sistemática por Leonardo Boff, não quis criticar nem antes, nem durante nem depois uma lei de aborto que Dilma Rousseff estava para sancionar. Debaixo do silêncio papal, Dilma não teve dúvidas: assinou a lei.
Como todos os seres humanos, João Paulo 2º era imperfeito e limitado. Mas lutou contra o aborto e o socialismo. Madre Teresa de Calcutá, uma das marcas católicas mais importantes da geração de João Paulo, não perdeu a oportunidade quando estava numa reunião especial com Bill Clinton, o presidente adúltero e pró-aborto dos EUA: ela falou, diante de todos os convidados presidenciais, a favor da vida e contra o crime do aborto.
Se os presidentes pró-aborto dos EUA não têm vergonha de defender práticas homossexuais, maldades e assassinatos de bebês em gestação e outros vulneráveis seres humanos, por que João Paulo e Madre Teresa deveriam ficar calados? Não, eles não ficaram.
Se o Papa Francisco tivesse essa estatura, não esperaria duas semanas depois de um encontro com Obama para criticar o aborto. Falaria na frente, olho a olho. Reafirmaria, no momento mais crucial, o que João Paulo frequentemente ensinava. Faria muito melhor do que fez Madre Teresa.
Enquanto ele não se decide, o outro lado se sente à vontade para enviar delegações pró-aborto ao Vaticano, afrontando com mentiras e morte diante de quem deveria ser firme na verdade da postura pró-vida — exatamente como Madre Teresa foi.
Com informações do WND e Breitbart.
Fonte: www.juliosevero.com

Postagens de Destaque