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domingo, 11 de novembro de 2012

'Jersey Shore' cast raising money to rebuild Jersey shore Yahoo! TV


Meu amigo João Viana, Correspondente do Blog do Nezin,  nos Estados Unidos, me enviou o link deste site, é muito bom, compensa ver. Por ser dos Estados Unidos, está em ingles, porém você pode usar o tradutor do google.

http://tv.yahoo.com/news/-jersey-shore--cast-raising-money-to-rebuild-jersey-shore.html

Veja Também este link http://www.toyota.com/tundraendeavour/#videos/the-challenge

Mais este Este aqui são links de rádios adventistas

http://www.google.com/search?hl=en&client=ms-android-verizon&tbo=d&source=android-search-app&v=134000000&q=wgts919&oq=&gs_l=mobile-gws-serp.1.0.41l3.126082.127079.0.148384.11.5.0.1.1.2.236.397.1j1j1.3.0.les%3B..0.0...1ac.1.Jmc-Yi5GZek
 

sábado, 10 de novembro de 2012

Armas para a vitória. Lição da Escola sabatina Nº 7

Armas para a vitória


Casa Publicadora Brasileira – Lição 742012



Sábado à tarde
Ano Bíblico: At 13–15

VERSO PARA MEMORIZAR: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef 6:13).

Leituras da semana: Ef 6:14-18; 2Co 6:7; Ef 5:9; Rm 10:15; 1Ts 5:8; Mc 14:38

Pensamento-chave: Cada crente deve estar pessoal e individualmente armado, porque todos nós estamos envolvidos no grande conflito.

O grande objetivo de Satanás é atrair para si a lealdade que os verdadeiros crentes dedicam a Cristo. Antes da conversão, as pessoas pertencem ao reino do diabo e são dominadas por ele. Embora a conversão a Cristo afaste o crente desse domínio, não destrói completamente o poder do inimigo. Na verdade, Satanás aumenta seus esforços para destruir nossa fé e nos levar de volta para ele. É grande sua variedade de manobras enganosas. As Escrituras as chamam de “ciladas do diabo” (Ef 6:11). No entanto, não importam os enganos, manobras e ciladas do inimigo; ele não pode tirar de Cristo nenhuma pessoa determinada a permanecer fiel ao Senhor (ele até pode tornar miserável nossa vida, mas isso é outra questão).

A lição desta semana focaliza a armadura do cristão nessa guerra. Vestir toda a armadura de Deus é nossa única proteção. Portanto, precisamos entender a natureza dessa armadura, porque, sem ela, certamente nos tornaremos presas do inimigo. Com ela, nossa vitória está assegurada.

Domingo
Ano Bíblico: At 16–18

A necessidade de usar a armadura


Em Efésios 6:12, Paulo descreveu a vida cristã como uma luta. Observe que ele usou o plural. A passagem diz, literalmente: “nossa luta não é contra o sangue e a carne”. Todo cristão é retratado nesse quadro. No verso 13, ele exorta seus leitores no sentido de que se revistam de toda a armadura de Deus. É com a armadura de Deus que devemos nos equipar, e ela está disponível para nosso uso. Paulo começou o verso com a palavra “portanto”, sugerindo que, tendo em vista a natureza do conflito, essa armadura é necessária. Paulo descreveu a forma pela qual o cristão deve estar armado usando o exemplo de como um soldado romano se equipava para a batalha.

1. Que parte da armadura mostra que essa luta não apenas envolve cada cristão, mas exige o engajamento pessoal de todos? O que significa o fato de que você deve se empenhar nessa luta? Ef 6:14-17


A palavra traduzida como “luta”, originalmente se referia ao combate corpo a corpo, porém, mais tarde, foi aplicada a outros tipos de luta. Certamente, o apóstolo não tinha em mente uma luta física contra os demônios, mas o uso dessa palavra em Efésios aponta claramente para uma individualização da luta.

Embora num contexto diferente do que está sendo considerado aqui, a parábola das dez virgens, em Mateus 25:1-13, fala da questão do envolvimento pessoal nos assuntos espirituais. Ellen White aplica as condições espirituais das cinco virgens à descrição de Paulo de uma classe de pessoas que, no tempo do fim, têm “aparência de piedade”, mas negam “a eficácia dela” (2Tm 3:1-5, RC). “Essa é a classe que, em tempo de perigo, é encontrada bradando: Paz e segurança! Acalenta seu coração em sossego, e não sonha com o perigo. Quando desperta de sua indiferença, discerne sua pobreza, e roga a outros que lhe supram a falta. Em assuntos espirituais, porém, ninguém pode remediar a deficiência de outros” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 411, 412).

Há muitas coisas que somente você pode fazer por si mesmo (por exemplo, ninguém pode comer por você). Como você pode aplicar esse mesmo princípio à sua preparação para o conflito espiritual em que estamos envolvidos?


Segunda
Ano Bíblico: At 19–21
 

Cinto da verdade, couraça da justiça


“Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça” (Ef 6:14).

Embora seja um pouco difícil saber a natureza exata do cinto, parece que em Efésios 6:14 Paulo podia estar se referindo a um avental de couro que oferecia alguma proteção para a parte inferior do abdômen, mas também tornava possível a liberdade de movimento e facilidade para a ação. Nesse sentido, o cinto era uma parte básica da armadura. Esse acessório, disse Paulo, é a “verdade”. Junto com o cinto da verdade está a couraça da justiça. Assim, nesse verso Paulo ligou os conceitos de verdade e justiça.

2. Qual é a ligação entre verdade e justiça? Por que elas são tão importantes para nossa proteção espiritual no grande conflito? 1Rs 3:6; Sl 15:2; 96:13; Pv 12:17; Is 48:1; 2Co 6:7; Ef 5:9


Quando o apóstolo Paulo falou da justiça como uma couraça, no contexto da guerra espiritual, ele tinha em mente questões morais. Na batalha contra as forças do mal, fazer o que é certo e justo, ou, em outras palavras, viver a “verdade”, é tão importante para os cristãos quanto era a couraça para o soldado no campo de batalha. Quando deixamos de fazer o que é certo, quando viramos as costas ao que sabemos ser a verdade, tornamo-nos presa fácil para os ataques de Satanás, porque estamos deixando um grande buraco em nossa armadura.

Ao mesmo tempo, embora essa “justiça” inclua uma vida justa, devemos sempre nos lembrar de outro aspecto: a justiça de Cristo, que cobre o crente e continua sendo sua única esperança de salvação. Enquanto nos apegarmos à verdade de que nossa salvação repousa em Jesus, estaremos protegidos contra uma das estratégias espirituais mais eficazes de Satanás: o desânimo.

Você já foi tentado a desistir de sua caminhada com Jesus porque se sentiu desencorajado com sua vida, seu caráter e suas ações? Por que entender a verdade sobre a justiça de Cristo é tão importante para uma forte defesa contra os ataques de Satanás?

Terça
Ano Bíblico: At 22, 23

Preparação e escudo da fé


O s soldados romanos se armavam para garantir que seus passos não fossem impedidos em terrenos acidentados. Por isso, normalmente usavam sapatos cravejados com pregos afiados. Esses sapatos asseguravam boa aderência. Paulo os comparou com a “prontidão”, ou “preparação” do evangelho da paz (Ef 6:15).

3. Em que sentido o evangelho da paz provê uma “boa aderência” na guerra espiritual? Is 52:7; Rm 10:15; Ef 6:15


Efésios 6:15 pode ser traduzido de diversas maneiras: “Calçar os pés com a preparação do evangelho da paz”, “equipar os pés com a prontidão do evangelho da paz”, ou “calçar os pés com o equipamento do evangelho da paz”. A chave é uma palavra grega que pode significar “preparação”, como em um fundamento ou base preparados. Assim, o evangelho da paz, como um “fundamento preparado”, é a paz que o cristão experimenta como resultado de ter sido reconciliado com Deus por meio do sangue de Cristo. Essa reconciliação lhe dá uma base firme, a partir da qual ele pode se empenhar na batalha espiritual.

4. A peça seguinte da armadura é o escudo, que Paulo comparou à fé (Ef 6:16). O apóstolo iniciou seu raciocínio com uma expressão que pode ser traduzida como “sobretudo” (RC), “além disso” (NVI) ou “além de tudo”. O que ele quis dizer com essa expressão?


A palavra traduzida como “escudo” vem da palavra para “uma porta”. O escudo, medindo cerca de 1,20 m X 75 cm, e consistindo de duas camadas de madeira coladas, era moldado como uma porta. Visto que as flechas naqueles dias eram mergulhadas em piche e, em seguida, incendiadas, o escudo de madeira era coberto com couro, a fim de apagar as flechas inflamadas e embotar suas pontas. Essa era a arma mais importante entre todas as armas de defesa.

A analogia espiritual é clara: entre os “dardos inflamados” de Satanás estão a lascívia, a dúvida, a ganância, a vaidade, e assim por diante. “Mas a fé em Deus, segurada no alto como um escudo, detém cada um deles, apaga a chama, e faz com que caiam inofensivos ao chão” (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1045). Esse tipo de fé é demonstrado pelas ações. É uma fé que se manifesta na defesa ativa contra os assaltos do inimigo. Nossa batalha diária é escolher o Senhor e Seus caminhos acima de qualquer coisa que o diabo lance diante de nós.

Quarta
Ano Bíblico: At 24–26


Capacete e espada


O capacete da salvação em Efésios 6:17 é provavelmente tomado de Isaías 59:17, embora Paulo o aplique de forma diferente. Em Isaías 59, é Deus quem veste o capacete da salvação. Em Efésios, o cristão é chamado a recebê-lo. Enquanto os itens anteriores possivelmente devessem ser comprados, o capacete era dado aos soldados. Talvez a intenção seja enfatizar o fato de que a salvação é totalmente gratuita.

5. Em 1 Tessalonicenses 5:8, Paulo falou do capacete como a esperança da salvação. Em Efésios 6:17, o capacete é descrito simplesmente como salvação. De que maneira essa mudança na ênfase ajuda a explicar como a salvação pode ser uma arma de defesa?


No Novo Testamento, salvação é uma experiência presente, que culminará na eternidade, por meio da libertação de toda espécie de mal. O capacete vitorioso que Deus usa (Is 59:17) é dado ao crente como uma proteção. Visto que o objetivo principal do ataque do diabo é privar os cristãos da salvação, a presente certeza da salvação que lhes é “dada”, à parte de suas próprias obras, se torna uma arma poderosa para sobreviver ao conflito. Verdadeiramente, em qualquer conflito espiritual o crente pode proclamar com o salmista: “Ó Senhor, força da minha salvação, Tu me protegeste a cabeça no dia da batalha” (Sl 140:7).

6. Depois de ter mencionado o capacete da salvação, Paulo falou sobre “a espada do Espírito”, que é a Palavra de Deus. Quais são as características da Palavra de Deus na batalha contra Satanás? Ef 6:17; Hb 4:12


A tentação de Cristo, registrada em Mateus 4:1-10, é uma bela ilustração de como a Palavra de Deus pode ser uma arma eficaz. A passagem também deve prover um incentivo para que os cristãos se apoiem nas verdades reveladas na Palavra de Deus.

Tantas forças estão em jogo nas tentativas de enfraquecer nossa confiança na Bíblia! Quais são algumas dessas forças em sua própria sociedade, igreja ou cultura? Ainda mais importante, como você pode se defender contra toda e qualquer tentativa de enfraquecer sua confiança na Palavra de Deus (o que às vezes pode ser muito sutil)?

Quinta
Ano Bíblico: At 27, 28

Orando sempre


Efésios 6:18 começa com a expressão “orando em todo o tempo” (RC), o que sugere que a oração está conectada com os versos anteriores. A ideia é a de que, para vestir, pegar e levantar a armadura do Céu, precisamos confiar em Deus. Por isso, “a oração não é outra arma, mas o espírito, a maneira pela qual toda a armadura deve ser usada e a batalha travada. Paulo estava recomendando a oração como um permanente estado mental, uma atitude contínua de comunhão com Deus” (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1046).

7. Que palavras e expressões, associadas com a admoestação de Paulo sobre oração, sugerem vigilância e disciplina? Ef 6:18


A Bíblia frequentemente convida as pessoas a orar sem cessar (Lc 18:1; Rm 12:12; Fp 4:6; Cl 4:2; 1Ts 5:17). Mas, no contexto do combate contra as forças do mal mencionado em Efésios 6, Paulo enfatizou o fato de que cada ocasião na vida deve ser envolvida pela oração. Tal atitude não é uma pequena demanda sobre os cristãos, especialmente porque nosso primeiro instinto nos momentos de dificuldade é consultar amigos e colegas, o que é bom e tem seu lugar. A oração, porém, deve ser sempre a primeira linha de defesa e é algo que devemos estar “sempre fazendo”.

8. Efésios 6:18 começa com a expressão “orando em todo o tempo” e continua com outra sobre estar “vigilante”. A respeito do que devemos vigiar, e por quê?


Quando Jesus esteve no Getsêmani, advertiu que Pedro e os outros discípulos que estavam dormindo vigiassem e orassem (Mc 14:38). Antes que isso acontecesse, Jesus havia passado algum tempo advertindo os discípulos a ser vigilantes (Mc 13:33-37). A partir da perspectiva de Marcos, vigiar está ligado com a oração como uma questão constante que traz força espiritual ao cristão. Em Efésios 6:18, a ênfase está na oração pelos outros. Sem dúvida, ao orarmos pelos outros, somos fortalecidos espiritualmente, e ficamos mais bem armados para o conflito que se segue, não importando a forma que ele assumir.

Por que orar por nós mesmos é mais importante do que pedir que os outros orem por nós (por mais importante que isso seja)? O que a oração pessoal faz por você que as orações dos outros não podem fazer?

Sexta
Ano Bíblico: Rm 1–4

Estudo adicional


Leia de Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 8, p. 312-314: “A Importância do Verdadeiro Conhecimento”; Testemunhos para a Igreja, v. 9; p. 213, 214: “A Questão da Cor da Pele”; Minha Consagração Hoje [Meditações Matinais, 1989/1953], p. 105: “Subir Mais Alto”; Atos dos Apóstolos, p. 311-315: “Chamado a Mais Elevada Norma”.

“Em toda pessoa, dois poderes lutam com veemência em disputa pela vitória. Dirigida por Satanás, a incredulidade arregimenta suas forças a fim de nos separar da Fonte de nossa resistência. A fé ordena suas forças comandadas por Cristo, o autor e consumador de nossa fé” (Filhos e Filhas de Deus [Meditações Matinais 1956], p. 328).

“Devemos vestir cada peça da armadura e então ficar firmes. O Senhor nos honrou ao nos escolher como Seus soldados. Vamos lutar bravamente por Ele, mantendo o direito em cada ação. Retidão em todas as coisas é essencial para o bem-estar do coração. Ao se esforçar para vencer suas próprias inclinações, Ele vai ajudá-lo pelo Seu Espírito Santo a ser prudente em cada procedimento, de modo que você não dê nenhuma ocasião para que o inimigo fale mal da verdade. Coloque como sua couraça aquela justiça divinamente protegida, que todos têm o privilégio de vestir. Isso protegerá sua vida espiritual” (Ellen G. White, The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1119).

Perguntas para reflexão
1. Por mais que a lição desta semana tenha enfatizado o aspecto pessoal da luta espiritual, somos parte de uma comunidade maior. Como a comunidade pode ajudar uns aos outros em seus conflitos? O que podemos fazer para ajudar aqueles que estão em necessidade espiritual?
2. Por que é importante manter diante de nós a realidade desse conflito? Quem poderia imaginar um soldado, no campo de batalha, se esquecendo de que está em uma guerra? Quanto mais importante é que nós não nos esqueçamos disso também?

Respostas sugestivas: 1. Toda a armadura indica a necessidade de envolvimento na luta: cinto (verdade), couraça (justiça), proteção para os pés (esperança do evangelho), escudo (fé), capacete (salvação) e a espada (Bíblia Sagrada). 2. Justiça é a prática da verdade estabelecida por Deus; a obediência à verdade nos traz bênçãos e proteção no conflito contra o mal; Deus julgará o mundo com justiça e verdade; a justiça e a verdade são um dom da graça de Cristo, por meio do Espírito. 3. Temos beleza, paz e firmeza, em meio à guerra, porque aceitamos e anunciamos a vitória alcançada na cruz, e que culminará na segunda vinda de Cristo. 4. Além da couraça, do cinto e do capacete (verdade, justiça e salvação), temos grande necessidade do escudo da fé, a fim de nos protegermos contra os ataques do inimigo e avançarmos para a vitória. 5. O capacete nos fala da salvação realizada na cruz e da esperança de que essa salvação seja consumada na glória. A esperança nos motiva a continuar no caminho da salvação. 6. A Palavra de Deus é viva e eficaz; é mais cortante do que qualquer espada de dois gumes; ela alcança nossa mente de modo profundo; ela discerne os pensamentos e propósitos do coração. 7. Paulo disse que precisamos vigiar “com toda perseverança e súplica por todos os santos”. O inimigo sempre tentará nos desviar da oração; por isso precisamos de disciplina. 8. Precisamos vigiar e ter perseverança para não cair na tentação de parar de orar, por nós e pelos outros.


Postura mundial adventista sobre homossexualidade é ajustada

divulgue esta postagem:


Comissão Diretiva da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul
Silver Spring, EUA ... [ASN] A Igreja Adventista do Sétimo Dia no mundo reafirmou a sua posição contra a atividade homossexual e casamento do mesmo sexo e fez ajustes na declaração da posição denominacional para oferecer compaixão para com os gays. O voto foi confirmado na última Comissão Diretiva da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, ocorrida no final do mês de outubro em Brasília.
A declaração de praxe de meia página sobre homossexualidade foi aprovada pelo voto de levantar a mão por mais de 200 pastores, leigos e outros obreiros denominacionais que participaram da sessão administrativa da Comissão Executiva do Concílio Anual de 2012 na sede da denominação em Silver Spring, Maryland, Estados Unidos, ocorrida em outubro deste ano.
Os dirigentes da Igreja disseram que a declaração original elaborada em 1999 era clara e baseada nos ensinamentos bíblicos. Eles decidiram atualizar o documento para transmitir a mensagem de que a Igreja não aceita a prática homossexual, mas deve reconhecer a necessidade de ministrar aos gays com compaixão, disse o vice-presidente Pardon Mwansa, que presidiu a comissão de praxes que recomendou a mudança.
"Nós sentimos que precisávamos fechar esta declaração com uma frase mostrando que a Igreja está disposta a revelar um espírito de compaixão semelhante ao de Cristo para com aqueles que praticam a homossexualidade", disse Mwansa aos participantes que representavam os líderes da Igreja em seis continentes.
A declaração -- que não define compaixão nem explica como a Igreja deve tratar os homossexuais -- também foi reeditada para mostrar, numa posição mais forte do que antes, que a Igreja permanece fiel às Escrituras.
A última sentença do documento de três parágrafos agora reza: "Como Seus discípulos, os adventistas do sétimo dia se empenham por seguir a instrução e exemplo do Senhor, vivendo uma vida de compaixão e fidelidade, segundo o exemplo de Cristo".
União do mesmo sexo - Os líderes da comissão disseram que decidiram revisar a declaração sobre união do mesmo sexo a fim de refletir as tendências da sociedade, tais como reconhecimento de que alguns governos têm dado legitimidade a uniões do mesmo sexo. "As instituições do casamento e da família estão sob ataque", declarou Willie Oliver, membro da Comissão de Praxes e co-diretor dos Ministérios da Família para a Igreja global, citando uma linha que agora faz parte da nova declaração.
A exemplo da declaração sobre homossexualidade, a declaração sobre o casamento homossexual tenta incluir compaixão. A versão anterior declarava: "Consideramos que todas os indivíduos, não importa qual seja a sua orientação sexual, são filhos de Deus". A nova versão diz: "Acreditamos que todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual, são amadas por Deus".
Ekkehardt Mueller, vice-diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica, elogiou a comissão por ter incluído uma frase na linha proposta para alteração ligando homossexualidade à "entrada do pecado" no mundo.
"Sentimos ser isto necessário, neste contexto, especialmente porque os homossexuais hoje negariam qualquer noção de pecado e diriam, 'isto é como fomos criados, Deus criou-nos desta forma, e, portanto, temos o direito e o dever de manter este estilo de vida', então eu seria oposto à emenda", disse Mueller. 
Portal Adventista

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Posição do Blog do Nezin no Ranking do Brasil

Meu amigo João Viana, Corespondente do Blog do Nezin em Washigton, Estados Unidos, acaba de me enviar a estatística do Blog do Nezin, colhida por lá, na terra do Tio Sam.
Ele que mora ali, onde fica o google, tem acesso a tecnologia que eu nem sonho. foi dalí que ele colheu as estatisticas abaixo que me deixou surpreso
 Vejam

Joao M Viana publicadou em Manoel Barbosa da Silva

Terça via celular
Congratulations caro amigo,

 Pr. Manoel Barbosa da Silva! O "Blog do Nezin", apresenta uma "performance" crescente, e notadamente acima da média em relação as matérias apresentadas. 
Vejamos:
"Total de Visualização de página: 28.160;
 Posição no Ranking do Brasil: 1.069.436"!
 Visite o "Blog do Nezin" (manoelbsilva.blogspot.com).
Nos encotraremos lá!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A LEI DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO

Não é nenhuma novidade encontrar pessoas que não aceitam a Bíblia como um todo, afirmando que o Antigo Testamento foi substituído pelo novo e não tem mais valor, e que portanto a Lei de Deus encontrada no capítulo 20 do livro de Êxodo foi abolida. Alegam que agora vivemos apenas o Novo Testamento, o "tempo da graça" e não necessitamos mais cumprir a lei. São várias as denominações que pregam essa doutrina e até mesmo algumas pessoas que não pertencem a nenhuma religião aceitam tal ensino.

Pois bem... vejamos o que a Bíblia, isto é, o Novo Testamento revela sobre o assunto:

I - Ao SENHOR teu Deus adorarás e só a Ele darás culto (Mateus 4:10)

II - Guardai-vos dos ídolos. Sendo pois geração de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante a ouro, a prata ou a pedra, trabalhados pela arte e imaginação dos homens (Atos 17:29)

III - Para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados (I Timóteo 6:1)

IV - Orai para que vossa fuga não se dê no inverno nem no sábado (Mateus 24:20)
O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado, de sorte que o filho do homem é também SENHOR do sábado (Marcos 2:27-28)
Porque em certo lugar assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus de todas as obras que fizera. Portanto restam repouso para o povo de Deus, porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras como Deus das suas (Hebreus 4:4-10)
Esforcemo-nos por entrar neste descanso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência, pois nEle foram criadas todas as coisas no céu e sobre a Terra" (Colossenses 1:16)

V - Honra teu pai e tua mãe (Mateus 19:19)

VI - Não matarás (Romanos 13:9)

VII - Não adulterarás (Mateus 19:18)

VIII - Não furtarás (Romanos 13:9)

IX - Não dirás falso testemunho (Mateus 19:18)

X - Não cobiçarás (Romanos 7:7)

Por todo o Novo Testamento encontramos passagens que confirmam os mandamentos de Deus, compare os textos acima com o decálogo de Êxodo 20 e não encontrará nenhuma contradição. A Bíblia toda tem o mesmo valor, "Antigo" e "Novo" Testamento são expressões que nós utilizamos apenas para separar os tempos antes e depois de Cristo. Mas um não elimina o outro, porque o próprio Mestre quando esteve aqui na Terra frequentava a sinagoga (igreja) aos sábados e a sua Bíblia era simplesmente os escritos que hoje chamamos de Antigo Testamento. Porque Jesus iria abolir o livro que Ele mesmo utilizava para transmitir seus ensinos? Ore para que Deus lhe mostre a verdade e que você não fique preso às doutrinas dos homens, mas somente a Palavra de Deus.

"E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, a pregar liberdade aos cativos e restauração da vista aos cegos, a por em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor." (Lucas 4:16-19)

"Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra. Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos Céus; mas todo aquele que praticar e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos Céus." (Mateus 5:17-19)

Amém.



Érica Lucile

terça-feira, 6 de novembro de 2012

No Vaticano, líder batista convoca bispos à união

A profetiza da Igreja Adventista, a Sra. Ellen White, escreveu no livro O Grande Conflito, que os poderes religiosos da terra se uniriam e que essa união traria a perseguição religiosas às minorias que a rejeitasse, pois essas minórias seriam tidas como fanáticas, e mais ainda, inimigas da paz.
Ela cita inclusive o nome dos poderes religiosos. Diz assim: Os protestantes estenderam a mão por cima da voragem, e pegarão na mao do catolicismo, e este por sua vez, tomara a mão do espiritismo, formando assim uma tríplice aliança. Protestantismo, Catolicismo Espiritismo.(Leia o livro na íntegra voce o encontrará em qualquer livraria adventista ou aqui mesmo na internet)
 Até a alguns anos, ninguem acreditaria que isso pudesse acontecer. Se a vinte anos atraz, alguem disse a um batista, "tua igreja vai se unir com a igreja católica e com o espiritismo", seria excomugado. Hoje isto é realidade. Veja a matéria que segue..
É por isto, que cada vez mais, eu acredito em Ellen White

No Vaticano, líder batista convoca bispos à união

divulgue esta postagem:
Líder batista e o Papa Bento VI

Fragmentada, a mensagem do Evangelho é inaudível

Timothy George, deão da Beeson Divinity School, da Universidade de Stamford, em Birmingham, estado do Alabama, EUA, e presidente da Comissão de Doutrina e União Cristã da Aliança Batista Mundial participou de um sínodo no Vaticano, e foi recebido pelo Papa Bento XVI.
Durante a “13ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos”, Timothy George, que é considerado um profundo estudioso das religiões, explicou a razão de estar presente no evento: “Batistas e católicos divergem em temas teológicos e eclesiásticos, mas estamos comprometidos em buscar maior entendimento mútuo através de um processo de diálogo amoroso e respeitoso”, observou, ressaltando a “importância histórica” do encontro, de acordo com informações da Associated Baptist Press.
Em sua fala aos bispos católicos, o representante batista revelou ter ficado emocionado ao encontrar, numa visita à Basílica de São Bartolomeu, dois ícones de personagens batistas históricos entre os listados como mártires do evangelho nos séculos 20 e 21: o pastor Martin Luther King Jr., morto em 1968 em meio à sua cruzada contra o racismo nos Estados Unidos, e um crente preso e assassinado pelo regime comunista na Romênia. “Jesus orou ao Pai celestial pedindo que seus discípulos fossem um para que o mundo pudesse crer. No passado o sangue dos mártires era a semente da igreja, e agora o sangue dos mártires de hoje é a semente da unidade da igreja”, afirmou George.
O sínodo dos bispos no Vaticano teve como tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã”. A respeito do assunto, o líder batista afirmou que a união entre cristãos não deve acontecer por acontecer, mas sim para proporcionar maior efeito na mensagem pregada: “[A união] está sempre a serviço da evangelização. Onde o nosso testemunho está fragmentado, a nossa mensagem é incapaz de convencer, isto se não for inaudível”, conceituou Timothy George, que lembrou que todos os batistas confessam uma “fé vigorosa no único Deus trino, que em Sua grande misericórdia e amor nos fez participantes da Sua vida divina através de Jesus Cristo, o grande evangelizador, que nos salvou somente por Sua graça”.
George encerrou pontuando ainda que a questão em torno da liberdade religiosa é algo que urge a todos os cristãos: “Hoje, em muitos lugares, a liberdade religiosa está sob ataque de muitas maneiras, alguns explicitamente e outros de forma mais sutil. Todos os cristãos que levam a sério o chamado de Jesus para evangelizar também deve permanecer e trabalhar em conjunto para a proteção e florescimento da liberdade religiosa universal, tanto para os indivíduos e para as instituições de fé”.

domingo, 4 de novembro de 2012

Aquele programa teria sido perfeito


Manoel Barbosa da Silva

Participei, não faz muito tempo, de um programa religioso muito bom. O conteúdo das mensagens, muito apropriado e atual. O relacionamento entre os organizadores do evento excelente, até a alimentação servida, foi a melhor possível. Algo imprescindível para a vida espiritual do cristão. Só uma coisa me deixou incomodado e muito triste, o nível das músicas tocadas ali.
Por questão de ética, não posso dizer onde, nem quando foi o evento, muito menos, qual denominação religiosa pertence a igreja onde fui participar do tal evento, apenas posso dizer, que, se não fora as músicas cantadas ali, o evento teria sido perfeito.
Pensando neste evento me veio a pergunta: Será que um dia as igrejas adventistas, como um todo, terão este estilo de musicas tocadas e cantadas em todos os seus cultos?. Será que deixaremos de lado nossa música, que ainda é considerada no meio evangélico,  como a melhor música religiosa, será que a trocaremos por essas musiquetas modernas, apenas para satisfazer o meu gosto de uma juventude, na maioria alienada?
Pelo o andar da carruagem, parece que, infelizmente, sim. Cada dia que passa, vejo em nossas igrejas a apresentação de cantores da MPA (música popular adventista) cantando músicas que nada tem de louvor a Deus, músicas de qualidade duvidosa, que só engrandece os cantores e compositores que as produzem, e contribuem para perverter mais ainda o gosto dos jovens e recém-convertidos de nossa igreja.
E o que me deixa mais triste ainda, é ver surgir CDs de promoção de eventos, feitos às pressas, sob encomendas, para servirem de motivação, para um determinado programa a ser apresentado, o que na realidade não motiva nada, e na maioria das vezes, as tais músicas ficam esquecidas tão logo passa o evento.
Enquanto isto, nossa verdadeira música vai sendo esquecida, nossa “música de raiz” de nosso tão precioso Hinário Adventista aos poucos está se tornando obsoleto, e o que prevalece são essas músicas mencionadas acima.
Não sou estúpido de achar que só no passado houve grandes compositores e grande intérpretes.  A inspiração e o talento, não estão presos ao tempo ou espaço, assim como no passado houve grandes compositores, hoje, e em qualquer lugar, poderão surgir músicas tão boas ou melhores que as do hinário.
O que me preocupa é o ruído dos tambores e o ritmo das musicas atuais. Minha preocupação se baseia na advertência que Ellen White faz á igreja, quando o assunto é música. Ela diz taxativamente, que, antes do fim do tempo da graça, haveria na Igreja Adventista, musicas tambores e danças, e as pessoas sem nenhum conhecimento, ficariam empolgadas achando serem aquelas manifestações, operações do Espírito Santo, quando na realidade, seria operação de satanás.
         Por esta razão, toda vez que vejo, em qualquer programa religioso, gente cantando músicas estridentes, com manifestações de palmas, gingado de corpo, sapateado, e dando gritos histéricos de Aleluia! Oh gloria, e etc. fico de cabelo em pé, apavorado, e me pergunto:
              Meu Deus será que já está se cumprindo a profecia?
Quanto ao programa mencionado acima, do qual participei, muitas das musicas apresentadas ali, às vezes são tocadas em eventos de nossa igreja, não com a ênfase que ali foram apresentadas, nem em todos os nossos cultos, mas muitas delas estão se tornando popular em nosso meio.
E se a moda pega? E se viérem a se tornar comum?... Não seria melhor cortar o mal pela raiz, e proibi-las de vez?
Aquele programa teria sido perfeito, se todas as músicas cantadas ali, tivessem sido no mesmo nível das palestras ali apresentadas.

Veja o texto de Ellen White do qual me referi

As coisas que descrevestes, ocorridas em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de acontecer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado operação do Espírito Santo.
O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal confusão e ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo. ... Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das agências satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado operação do Espírito Santo. ... Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento. Não podem dizer o que sabiam anteriormente quanto aos princípios bíblicos”.

Reavivamento e seus resultados. Pag. 51

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Tambores, Danças e Ruídos

Ellen White

Tudo, porém, seja jeito com decência e ordem.  I Cor. 14:40

As coisas que descrevestes... o Senhor revelou-me que haviam de acontecer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado operação do Espírito Santo.
O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal confusão e ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo. ... Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das agências satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado operação do Espírito Santo. ... Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento. Não podem dizer o que sabiam anteriormente quanto aos princípios bíblicos.
Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto. A mesma espécie de influência se introduziu depois da passagem do tempo em 1844. Fizeram-se as mesmas espécies de representações. Os homens ficaram agitados, e eram trabalhados por um poder que pensavam ser o poder de Deus. ...
Homens e mulheres, que supunham ser guiados pelo Espírito Santo, realizavam reuniões em estado de nudez. Falavam acerca de carne santa. Diziam estar para além do poder da tentação, e cantavam, e gritavam, e faziam toda sorte de demonstrações ruidosas. ... Satanás estava moldando a obra, e sensualidade era o resultado. A causa de Deus foi desonrada. A verdade, a sagrada verdade, era nivelada ao pó, por agentes humanos. ...
Apresentei meu testemunho, declarando que esses movimentos fanáticos, essa algazarra e ruído, eram inspirados pelo espírito de Satanás, que operava milagres para enganar se possível os próprios eleitos.
Precisamos estar em guarda, manter íntima ligação com Cristo, para não sermos enganados pelos ardis de Satanás. O Senhor deseja manter em Seu serviço ordem e disciplina, não agitação e confusão. Reavivamento e Seus Resultados, págs. 50-52.

sábado, 3 de novembro de 2012

Lição da Escola. Sabatina N° 6 Vitória sobre as forças do mal

Vitória sobre as forças do mal


Casa Publicadora Brasileira – Lição 642012



Sábado à tarde
Ano Bíblico: Jo 14, 15

VERSO PARA MEMORIZAR: “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio dAquele que nos amou” (Rm 8:37).

Leituras da semana: Ef 1:18-22; Rm 8:26-39; Tg 4:7; 1Pe 5:6-10; Lc 10:1-20; At 5:12-16

Pensamento-chave: Em Cristo, temos a vitória sobre todas as forças que nos oprimem.

Em algumas partes do mundo, a religião é basicamente uma fonte de poder, que pode ser visto como nada mais além de uma forma de ajudar alguém a enfrentar os desafios da vida diária. A noção cristã de salvação do pecado, por exemplo, é estranha para muitas religiões tradicionais. Nesses lugares, o cristianismo corre o risco de ser visto principalmente como um meio de ajudar a resolver os problemas da vida cotidiana.

Embora haja, naturalmente, muitas vantagens práticas em um estilo de vida cristão, devemos sempre lembrar que o cristianismo tem uma perspectiva “espiritual”. O cristianismo percebe outra dimensão da realidade, além do mundo material. Ambos os domínios são importantes, e são habitados por forças opostas. Devemos ser muito gratos pelas promessas de vitória para nós em ambos os reinos.

Lembremos que a narrativa abrangente do grande conflito entre Cristo e Satanás precisa ser o pano de fundo para nossa compreensão do mundo e do nosso lugar nele. Em meio a esse conflito, o cristianismo não abandona seus adeptos à mercê das forças contrárias. Pelo contrário, em Cristo, temos a promessa da vitória sobre essas forças.

Domingo
Ano Bíblico: Jo 16–18


Um cenário para nossa vitória


O cristão não teria esperança de vitória sobre as forças do mal, a menos que fosse preparado um cenário para isso. No estudo da semana passada ficou claro que Cristo, por Sua morte na cruz e ressurreição, venceu todos os tipos de “poderes” malignos e impiedosos. Num sentido muito real, a exposição e o despojamento desses poderes colocaram um limite para eles. O fato de que os “poderes” foram subjugados prepara o cenário para a vitória do cristão.

1. Estude Efésios 1:18-22. Paulo ora pela iluminação dos olhos dos cristãos de Éfeso. De acordo com Paulo, o que Cristo realizou por nós? Como podemos entender essas palavras no contexto do grande conflito? O que nos é prometido ali? Como trazer para a realidade essas promessas?

Paulo orou para que uma nova e profunda iluminação acompanhasse o cristão. Quando isso acontece, sua vida é preenchida com a esperança cristã. O cristão conhecerá seus privilégios como herdeiro de Deus, e experimentará o poder de Deus, tão grande quanto o poder que ressuscitou Jesus.

2. Quais promessas podemos suplicar em nossas lutas contra forças superiores a nós? Ef 1:20-22


Como consequência da crucificação e ressurreição de Cristo, todas as coisas, incluindo os principados e potestades, funcionam em sujeição a Ele. O palco está verdadeiramente preparado para nossas vitórias individuais sobre tudo que nos oprime espiritualmente.


Leia os versos para hoje. O que você pode tirar deles para sua vida, sejam quais forem as lutas que enfrenta? Pense no que é dito ali e o que nos é prometido em Cristo. Como isso pode deixar de ser mera teologia e se tornar realidade para nós?

Segunda
Ano Bíblico: Jo 19–21

Esperança de vitória


Não é apenas o cenário que está pronto para a vitória do cristão sobre as forças do mal: a Bíblia explicitamente nos dá a esperança de vitória sobre elas.

3. Que razões Paulo apresenta para que o cristão olhe confiantemente o futuro? Que promessas e palavras de encorajamento ele menciona? Como podemos levá-las além da teologia, além de algo que parece bom, e viver de acordo com esses ensinamentos da Palavra de Deus? Rm 8:26-39


Romanos 8:29, 30 tem sido um campo de batalha para as discussões sobre predestinação. Mas a passagem realmente ocorre no contexto de uma grande promessa. Paulo dá pelo menos duas razões sólidas para que o cristão confie no Senhor. Em primeiro lugar, o Espírito nos ajuda em nossas aflições e “gemidos”. Em segundo lugar, de acordo com o propósito eterno de Deus, todas as coisas, incluindo as aflições, contribuem para o bem-estar final do cristão (não importando a dificuldade humana para perceber isso no momento). Confiar no Senhor nas dificuldades é, de fato, um componente essencial do que significa viver pela fé e não pela vista.

Os versos 29, 30 são a forma pela qual Paulo justifica a confiança expressa no verso 28. Nesses versos, ele mostra como é desenvolvido o propósito de Deus para aqueles que O amam, um propósito que inclui todos os processos da salvação.

4. Qual é o clímax do argumento de Paulo para impulsionar a confiança do cristão? Rm 8:31-34 (Considere especialmente o verso 31. No contexto do grande conflito, que lição podemos tirar desse verso para nossa experiência?)


Romanos 8:35-39 apresenta uma série de entidades sobre as quais o cristão pode ser vitorioso. Observe que os “principados e potestades” estão incluídos na lista. A total abrangência da lista de Paulo indica que não há nada no Universo que o cristão não possa vencer graças a Jesus.

Terça
Ano Bíblico: At 1–3

Cristãos versus Satanás


5. Que promessa é dada a quem resiste ao diabo? Como podemos resistir a uma força muito mais poderosa do que nós? Tg 4:7; Dt 4:4


O cristão não é uma vítima indefesa, à mercê do diabo (você percebe aqui, também, por que é tão importante compreender a realidade literal de Satanás e dos anjos caídos?). Mas o cristão não é chamado tanto a se levantar em oposição ao diabo quanto a tomar uma posição contra ele. A palavra traduzida como “resisti” é o termo grego anthistemi, que significa “tomar uma posição contra algo”. A atitude que o cristão toma faz com que o diabo fuja. Essa atitude tem que ser de entrega total a Jesus, o único que tem o poder de fazer com que o diabo fuja de nós.

6. Que promessa é dada ao cristão diante de um inimigo descrito como um “leão que ruge procurando alguém para devorar”? Como podemos entender o texto de Tiago? 1Pe 5:6-10; Ef 4:27; 6:11


Pedro escreveu essas palavras para admoestar cristãos que estavam sofrendo perseguição. Obviamente, ele sabia que por trás da perseguição que seus leitores estavam sofrendo estava o inimigo, Satanás. O apóstolo os admoestou a resistir ao diabo. Ali Pedro usa a palavra anthistemi, assim como Tiago, mas acrescenta o modificador stereoi (forte ou firmemente). Assim, ele sugere que o diabo pode fugir daqueles que apresentam uma atitude firme, semelhante a uma rocha, contra seus ataques. Uma atitude covarde não será suficiente. De acordo com Pedro, mesmo que sejamos firmes, o sofrimento ainda pode durar algum tempo. Mas o próprio Deus irá aperfeiçoar (restaurar), firmar, fortificar e fundamentar o cristão (1Pe 5:10).

Mesmo com todas essas promessas, não foi prometido que estaremos livres do sofrimento, não é verdade? Qual cristão não conhece a realidade do sofrimento? Que diferença fundamental deve fazer a fé em meio às tristezas e dor?

Quarta
Ano Bíblico: At 4–6


Exemplos de vitória


Até aqui, temos visto reveladas na Bíblia a esperança e as promessas da vitória que o cristão pode ter. Além disso, também temos registrados exemplos reais de vitórias cristãs sobre as forças do mal. Começamos com o exemplo do ministério dos primeiros discípulos que Jesus enviou.

7. Qual foi a tarefa dada aos discípulos? Qual é a relação entre essa obra e o grande conflito? O que isso diz aos discípulos modernos, chamados a pregar sobre Jesus? Mt 10:1-8; Mc 6:7, 12, 13; Lc 9:1, 2; Lc 10:1-20

É interessante notar que, assim como Jesus enviou os doze discípulos para proclamar o evangelho da vinda do reino de Deus, Ele considerou importante dar a eles poder sobre demônios e espíritos imundos. Isso não é surpreendente, porque a adequada pregação do evangelho envolve necessariamente a exposição de tais poderes. A manifestação desses “poderes” devia ser esperada quando o evangelho fosse proclamado. Por isso, a necessidade de dar aos discípulos poder sobre eles. Certamente, as forças do mal se manifestaram quando os doze pregaram por toda parte; porém, muitos demônios e forças do mal foram expulsos.

Tanto quanto podemos ver pelos registros, Jesus não incumbiu, em termos específicos, os 70 discípulos de expulsar demônios (Lc 10:9). No entanto, esse foi o aspecto da missão que mais parece ter animado os discípulos (Lc 10:17). Com alegria os 70 relataram que, enquanto pregavam o evangelho do reino, os demônios se submetiam a eles. Assim, entenderam que o poder de Jesus, operando por meio deles, havia tornado possível essa vitória sobre o inimigo.

Embora muita coisa possa ser discutida e debatida sobre esses textos e a forma como devem ser compreendidos hoje, o ponto importante é que os cristãos, chamados a proclamar o evangelho ao mundo, precisam do poder de Cristo para realizar essa obra.

Leia Lucas 10:20. Que ponto importante devemos tirar das palavras de Jesus? Como Sua resposta nos mostra o que deve ser importante em nossa vida? Como podemos ter certeza de que mantemos essa ênfase correta?

Quinta
Ano Bíblico: At 7–9

Exemplos de vitória (livro de Atos)


Os exemplos de vitórias sobre as forças demoníacas considerados na lição de ontem aconteceram nos dias em que Jesus estava na Terra. Porém, elas não ficaram restritas a esse período. No livro de Atos, encontramos as vitórias contínuas dos seguidores de Jesus sobre as forças demoníacas.

Evidentemente, isso não deve nos surpreender, pois Jesus prometeu enviar o Espírito Santo para estar com Seus seguidores, quando Ele partisse (por exemplo, João 14:16).

Ao mesmo tempo, também, como bem sabemos, o grande conflito entre Cristo e Satanás, embora resolvido na cruz, ainda deve ser travado até o fim dos tempos. Assim, os seguidores de Cristo, mesmo depois de Sua partida, deviam estar envolvidos no conflito, especialmente quando procurassem cumprir a comissão evangélica.

8. Que exemplos temos de vitórias sobre as forças do mal? Que lição podemos aprender com eles para o nosso contexto de evangelismo e testemunho?


Atos 16:14-18 relata um caso incomum. Quando a jovem escrava mencionou o “Deus Altíssimo”, suas palavras expressaram uma grande verdade. Paulo, porém, não quis aceitar as palavras dela. Ele percebeu o que estava realmente acontecendo. Os poderes sobrenaturais que ela havia manifestado, e que traziam lucro para seus senhores, não eram do Senhor. Quando ela clamou que esses homens eram “servos do Deus Altíssimo”, não estava falando sobre o verdadeiro Deus, mas, provavelmente, acerca de um deus cananeu que também era chamado Elyon (o Altíssimo). Com muita facilidade, por meio do uso de certos termos comuns, o erro poderia ter comprometido grandemente a verdade.

Leia novamente Atos 5:12-16, e a parte impressionante sobre as pessoas esperando “que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse nalguns deles”. Que advertência isso deve trazer aos que trabalham para o Senhor, especialmente quando seu trabalho é considerado “bem-sucedido”?


Sexta
Ano Bíblico: At 10–12
 

Estudo adicional


Leia de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 662-680: “Não se Turbe o Vosso Coração”; Fé e Obras, p. 93: “Apossando-se da Justiça de Cristo”; Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 310: “Ciência e Revelação”.

“Jesus obteve a vitória por meio da submissão e fé em Deus, e mediante o apóstolo, Ele nos diz: ‘Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós’ (Tg 4:7, 8, RC). Não podemos nos salvar do poder do tentador; ele venceu a humanidade, e quando tentamos resistir em nossa própria força, nos tornamos presa de seus ardis; mas ‘torre forte é o nome do Senhor; para ela correrá o justo, e estará em alto retiro’ (Pv 18:10, RC). Satanás treme e foge diante da mais débil alma que se refugia nesse nome poderoso” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 130, 131).

“Há cristãos que pensam e falam demais sobre o poder de Satanás. Pensam em seu adversário, oram a seu respeito, falam nele, e ele avulta mais e mais em sua imaginação. É certo que Satanás é um ser poderoso, mas, graças a Deus, temos um forte Salvador, que expulsou do Céu o maligno. Satanás se regozija quando engrandecemos sua força. Por que não falar em Jesus? Por que não exaltar Seu poder e Seu amor? (Ibid., p. 490, 491).

Perguntas para reflexão
1. Considere alguns dos exemplos desta semana que mostram as vitórias reveladas na Bíblia. Vemos coisas similares acontecendo hoje? Existe algo que podemos fazer para ver mais desses exemplos?
2. O que significa aproximar-se de Deus? Pergunte aos alunos o que significa, como podemos praticar, e o que acontece quando nos aproximamos de Deus.
3. Imagine que você é Pedro, e as pessoas querem apenas se aproximar de sua sombra. Qual seria seu sentimento? Qual seria sua única segurança em uma situação como essa?

Respostas sugestivas: 1. Por Sua morte e ressurreição, Ele conquistou para nós uma herança gloriosa. Jesus venceu o autor da morte, bem como todos os seus poderes, para nos livrar de suas garras; precisamos abrir os olhos para essa esperança. 2. Cristo é o cabeça da igreja, nosso líder; Ele venceu a morte, intercede por nós no Céu e vencerá todos os poderes humanos e sobrenaturais para nos defender. 3. O Espírito intercede por nós, em nossa fraqueza; todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus; o Senhor planejou que fôssemos parecidos com Ele; Deus nos chamou para o perdão, santificação e glorificação; nada nem ninguém poderão impedir nossa vitória ao lado de Cristo. 4. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”; Se Deus nos deu Cristo, por que deixaria de nos dar todas as outras coisas? Se Deus perdoa, quem pode condenar? 5. Ele fugirá de nós; o segredo é se apegar a Deus. 6. Se nos humilharmos e lançarmos sobre o Senhor nossa ansiedade, Ele nos exaltará e cuidará de nós; precisamos ser sóbrios e vigilantes, resistindo ao inimigo com fé firme; quando nos revestimos das armas da luz, as trevas fogem de nós. 7. A tarefa dos discípulos era expulsar demônios, curar doenças, ressuscitar mortos, buscar as ovelhas perdidas de Israel, pregar o evangelho, preparar o caminho de Jesus e orar para que Deus enviasse mais ceifeiros para Sua seara; essa tarefa estava em conflito direto com as forças do mal; essa deve ser a nossa tarefa hoje. 8. At 5:12-16: os apóstolos faziam maravilhas e a igreja crescia; At 3:1-11: a cura do coxo na porta do templo; At 16:14-18: a conversão de Lídia e a libertação da jovem com espírito de adivinhação.

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