O Espírito de Profecia Não é Uma Vara Para Oprimir o Povo de Deus
Testimonies, Vol. 1, pág. 369: Os Testemunhos não devem ser usados como vara de ferro ou cacête.
Testimonies, Vol. 1, pág. 382: Não devemos usar as visões da irmã White como regra para medir tudo.
Aquêles que duvidam do Espírito de Profecia "não deveriam ser destituídos dos benefícios e privilégios da igreja, se sua conduta cristã fôr, no entanto, correta e se têm formado um bom caráter cristão." — Testimonies, Vol. 1, pág. 328.
Devemos trabalhar com nossos irmãos mais fracos, no espírito de amor e mansidão.
"Podemos ser tão severos quanto quisermos ao nos disciplinarmos a nós mesmos, mas devemos ser bastante corteses para não impelirmos as almas ao desespêro." — Testimonies, Vol. 3, pág. 507.
Nunca devemos usar o Espírito de Profecia de maneira dogmática, porque Ellen G. White não era dogmática.
"Não devemos ir mais rápido do que podemos levar conosco aquêles cuja consciência e intelecto está convencido das verdades por nós advogadas. Devemos procurar o povo onde êste se encontra. Alguns de nós temos levado muitos anos para chegar até nossa presente posição na reforma pró-saúde.... Se concedermos ao povo tanto tempo quanto de nós foi requerido para alcançarmos o presente estado avançado na reforma, seríamos muito pacientes com êles e permitiríamos que avançassem degrau após degrau, como nós o fizemos, até que seus passos se estabelecessem firmemente sobre a plataforma da reforma pró-saúde. Mas precisamos ser muito cautelosos para não avançarmos com muita rapidez, não aconteça termos de refazer nossos passos. Em reformas é preferível nos mantermos a um passo aquém do marco do que avançar um passo além. E se houver algum êrro qualquer, que seja para o lado em que estiver o povo." — Testimonies, Vol. 3, págs. 20 e 21.
(Continuará no próximo número)
Revista Adventista - Fevereiro 1970 Pag. 10
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