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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Como ler Ellen White no século 21

Como ler Ellen White no século 21

Como devemos encarar uma escritora que aconselha as mulheres a encurtar os vestidos em vinte centímetros, num mundo em que muitas já os usam curtos demais? Ou que recomenda que as escolas ensinem as meninas a arriar e montar cavalos, quando a maioria delas nunca precisará desse conhecimento? Parte do problema é que o mundo mudou radicalmente desde o tempo em que Ellen White viveu. Esse, porém, não é o único aspecto que os leitores do século 21 precisam levar em consideração quando leem e procuram aplicar os conselhos de um profeta que viveu em tempo e lugar diferentes. Abaixo estão dez orientações que ajudarão nossa leitura dos escritos de Ellen G. White a se tornar mais proveitosa e equilibrada.

1. Concentre-se no tema central
É possível ler os escritos de Ellen White de pelo menos duas maneiras. Uma é buscando o tema central; a outra é procurando coisas que são novas e diferentes, que não são ensinadas na igreja. O primeiro modo nos leva a uma compreensão mais precisa, enquanto o segundo leva a distorções no sentido proposto pelo autor e geralmente leva a extremos, o que Ellen White detestava.

Ela mesma defendia o estudo da Bíblia com o objetivo de “ganhar conhecimento do tema central da Bíblia”. Para ela, esse tema era o plano da redenção e o grande conflito entre o bem e o mal. “Encarado à luz deste conceito”, o grande tema central da Bíblia, “cada tópico tem nova significação” (Educação, p. 190, 125). Em resumo, o conselho dela era ler para se compreender o todo. O quadro geral mostra o contexto para interpretar outros assuntos, tanto em termos de significado como de importância. Esse princípio, além dos escritos de Ellen White, aplica-se igualmente à Bíblia.

2. Enfatize o mais importante
No início do século 20, quando alguns líderes da igreja usavam os escritos de Ellen White para provar certos pontos proféticos que ela cria serem de menor importância, ela escreveu: 
 
"O inimigo de nossa obra se agrada quando um assunto de menor importância pode ser usado para desviar a mente de nossos irmãos das grandes questões que devem constituir a preocupação de nossa mensagem" (Mensagens Escolhidas, v.1, p. 164, 165).
 
3. Estude tudo sobre o assunto
O neto e biógrafo de Ellen White, Arthur White, destacou esse assunto quando escreveu:
 
"Muitos têm errado ao interpretar o significado dos testemunhos tomando declarações isoladas ou fora do contexto como base para crença. Alguns fazem isso, mesmo que existam outras citações que, se consideradas com cuidado, mostram que é insustentável tomar posições baseadas em declarações isoladas" (Ellen G. White: Messenger to the Remnant [Review and Herald, 1969], p. 88).
 
4. Evite interpretações extremistas
Por não seguirem as orientações de Ellen White, alguns recriam essas orientações de uma forma extremista, como eles próprios. Durante toda a sua vida, Ellen White enfatizou o equilíbrio, que, infelizmente, falta em alguns que afirmam seguir suas orientações. Por exemplo: alguns utilizam uma declaração em que Ellen White mostra desagrado com o jogo de bola para condenar todos os tipos de jogos, ao passo que ela mesma escreveu: 
 
“Não condeno o simples exercício de brincar com uma bola; mas isso, mesmo em sua simplicidade, pode ser levado ao excesso” (O Lar Adventista, p. 499).
 
Como nas demais situações, Ellen White foi equilibrada, e não extremista.

5. Leve em conta tempo e lugar
Por causa das mudanças no tempo e no espaço, é importante compreender o contexto histórico de muitos dos conselhos de Ellen White. Só podemos considerar seu conselho de encurtar o vestido em vinte centímetros como algo apropriado para as mulheres do século 19. Nunca poderíamos usar essa citação como se ela tivesse escrito para o tempo da minissaia.

“Quanto aos testemunhos”, Ellen White escreveu, “coisa alguma é ignorada; coisa alguma é rejeitada; o tempo e o lugar, porém, têm que ser considerados” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 57). Muitas vezes ela deu esse conselho ao longo de seu ministério.

6. Leia o contexto literário
Com muita frequência, as pessoas baseiam sua compreensão dos ensinos de Ellen White no fragmento de um parágrafo ou numa afirmação isolada, totalmente fora do contexto. Falando sobre o mau uso que alguns fazem dos seus escritos, ela escreveu que "citam metade de uma frase, e omitem a outra metade, a qual, se fosse citada, mostraria que o raciocínio de quem assim procede é falso” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 82).

7. Reconheça a diferença entre o ideal e o real
Frequentemente, Ellen White dava conselhos sobre o mesmo assunto sob dois pontos de vista. O primeiro pode ser considerado como o ideal. Nesse ponto de vista, as declarações não permitem exceções. Um exemplo é o conselho sobre o ideal de que os pais deveriam ser os “únicos professores de seus filhos até alcançarem a idade de oito a dez anos” (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 137). Por outro lado, quando ela trata com situações do cotidiano, frequentemente seu conselho é ajustar as necessidades reais do povo com suas reais limitações. Embora tenha moderado seu conselho para que os pais sejam os “únicos” professores, ela acrescentou que esse ideal deveria ser mantido “se” tanto o pai como a mãe desejassem fazer esse trabalho. Se não, as crianças deveriam ser enviadas à escola (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 215-217).

Ellen White nunca perdeu seu senso de ideal, mas estava pronta a adaptar seus conselhos para se adequar à realidade do mundo. Um dos aborrecimentos de sua vida foi com aqueles que selecionavam suas afirmações sobre o ideal e queriam impô-las a todos. Ela disse: 
 
"Vemos os que escolhem as expressões mais fortes dos testemunhos e sem fazer uma exposição ou um relato das circunstâncias em que são dados os avisos e advertências, querem impô-los em todos os casos. […] Escolhendo algumas coisas nos testemunhos, impõem-nas a todos, e, em vez de ganhar almas, repelem-nas" (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 285).
 
8. Use o bom senso
As citações de Ellen White não resolvem todos os problemas. Às vezes, elas simplesmente não se encaixam na situação. Certa vez surgiram problemas porque algumas pessoas estavam mencionando suas declarações de que os pais deveriam ser os únicos professores de seus filhos até os 8 ou 10 anos de idade. Ellen White respondeu dizendo que “Deus deseja que lidemos sensatamente com esses problemas” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 215). E continuou: 
 
"Minha mente tem sido muito agitada quanto à ideia: 'Ora, a irmã White disse assim e assim, e a irmã White falou isto ou aquilo; e, portanto, procederemos exatamente de acordo com isso.' Deus quer que todos nós tenhamos bom senso, e deseja que raciocinemos movidos pelo senso comum. As circunstâncias alteram as condições. As circunstâncias modificam a relação das coisas." (p. 217)
 
Os leitores precisam usar bom senso, mesmo quando tem uma citação sobre o tema.

9. Identifique os princípios subjacentes
Na virada do século 19 para o 20, Ellen White escreveu que seria bom que “as moças pudessem aprender a arriar e cavalgar” (Educação, p. 216, 217). Aquela era uma prática em seus dias, mas hoje não é mais. Os princípios implícitos nesse conselho, entretanto, ainda são muito importantes. Ou seja, as mulheres devem ser autossuficientes ao locomover-se. Em nossos dias, poderíamos dizer que devem ser capazes de dirigir um carro e trocar um pneu. A especificação exata do conselho pode mudar, mas o princípio implícito tem valor permanente.

10. Tenha certeza de que a declaração foi dita por Ellen White
Muitas declarações atribuídas a Ellen White nunca foram feitas por ela. O único método seguro é usar declarações que podem ser encontradas em seus trabalhos publicados ou não publicados, mas validados pelo Patrimônio Literário de Ellen G. White. Muitos têm sido desviados por declarações que ela nunca fez, mas que são atribuídas a ela.

Os escritos de Ellen White têm sido uma bênção a leitores em todo o mundo. E serão muito mais eficazes se forem lidos tendo em conta as orientações acima.

George R. Knight (Adaptado de Adventist World - via Missão Pós-Moderna)

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

The Great Reset

Klemens Rabelo


 Nunca acreditei nessa história de almoço grátis. Proposta como essa surge nas seguintes frases: ‘Vamos cuidar de você’. ‘Use máscara’. ‘Não saia de casa’. ‘Agora pode sair, se tomar a vacina’. ‘Apresente seu cartão de vacina para receber seu salário ou para fazer compras no mercado’. Você confia nessa espécie humana que está aí? Os humanos de século XX é o modelo que tem a cara da fotografia descrita em II Timóteo 3:1-4.

Os líderes do Fórum Econômico Mundial estão propondo uma nova ordem para a economia do planeta, aproveitando o pretexto do que se convencionou chamar de pandemia de Covid-19. Sob o argumento de cuidar da vida das pessoas e do meio ambiente, vem aí ‘O Grande Reset’. Reiniciar tudo. Começar de novo do jeito deles. Algumas perguntas surgem naturalmente: A quem interessa esse recomeço? O que está por trás do discurso dos líderes das nações poderosas? Quem de fato acredita nesses governantes e empresários bilionários? Qual é o jogo? Na verdade, querem controlar as pessoas como se elas fossem uma manada de animais.

São poucos os seres humanos que detêm o domínio político-econômico global. Eles são tão vaidosos quanto facilmente manipuláveis por uma mente brilhante não-humana, segundo descreveu o Apóstolo São Paulo (Efésios 6:12). Eles juram que têm o poder. Entretanto, serão instrumentos eficazes para cumprir o que já está escrito na bíblia há dois mil anos.

Esse evento político, que trará consequências econômicas, sociais e religiosas, pode facilmente ser interpretado segundo a cosmovisão bíblica. Como inexiste neutralidade na hora de fazer a leitura dos acontecimentos do mundo, a cosmovisão bíblica é uma lente utilizada para ver os fatos atuais à luz das profecias descritas no livro sagrado de Deus.

Diz a bíblia que haverá um poder político e outro religioso que darão as mãos, cada qual com objetivos distintos. Apresentar-se-ão com um jeito suave como se fossem cordeiros; mas no fundo são dragões. Aqui e acolá se ouvem vozes insinuando a necessidade de um governo global para igualar a todos; todavia, na pobreza; para serem tratados como coisa, consumidores manipuláveis, androides. Vem aí um governo mundial para controlar os zumbis ateus, agnósticos, deístas… um povo que não acredita no Deus da bíblia.

Sei não! Essa tal pandemia tem cara de fabricação caseira, planejada para assustar e depois monitorar pelo medo. Muito parecida com a velha tática de “criar dificuldades para vender facilidades”. Os medrosos, para ter a vida poupada, darão em troca sua liberdade.

The Great Reset acontecerá de um jeito ou de outro. Se não vier por ação humana, chegará pelas mãos divinas. A nota tônica da bíblia para nossos dias é a vinda do Messias para restaurar a ordem deste mundo. Jesus Cristo instalará seu reino universal, conforme descrito no capítulo 2 do livro do profeta Daniel. Esse sim será um governo universal num novo céu e numa nova Terra, “nos quais habita a justiça”, onde o sofrimento e a morte não mais existirão.

Há uma promessa de Deus para os filhos que lhe obedecem aos mandamentos sagrados: “Não fiquem com medo, pois estou com vocês; não se apavorem, pois eu sou o seu Deus. Eu lhes dou forças e os ajudo; eu os protejo com a minha forte mão” (Isaías 41:10). Que venha o Grande Reset!

Matéria postada por Klemens Rabelo, em seu Blog

O Dr. Klemens Rabelo é advogado, jornalista e eventual colaborador desse Blog

Matéria postada por Klemens Rabelo, em seu Blog 

http://www.rabelo.blog.br/2020/11/nunca-acreditei-nessa-historia-de.html?m=1

domingo, 8 de novembro de 2020

A RAZÃO DA PANDEMIA

 

A RAZÃO DA PANDEMIA



A Bíblia explica a pandemia.

O livro de Deuteronômio no capítulo 28 descreve 12 bençãos para aqueles que obedecem a Lei de Deus; e 42 maldições para aqueles que desobedecem a mesma lei.

O verso 21 deste capítulo de maldições diz assim - "O Senhor os afligirá com pragas, até fazê-los desaparecer da terra... O Senhor os ferirá com doenças debilitantes, com febres e inflamações, com calor ardente e secas, com ferrugem e mofo. Essas calamidades os perseguirão até que vocês morram” Dt 28:21,22.

As maldições descritas são consequências. As pestes, pragas, epidemias e pandemias são resultado da transgressão da Lei de Deus. As leis naturais, criadas por Deus, estão sendo transgredidas e o povo está se contaminando.

A Bíblia também explica a Lei de Deus. Ela é composta pelos livros do Pentateuco – Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio – a antiga Torah dos judeus.

Os rabinos judeus afirmavam que na Torah, existiam 613 mandamentos – 245 mandamentos negativos, e 365 mandamentos positivos. As leis não estão sistematizadas nos 5 livros, mas podem ser entendidas como leis morais, de saúde, cerimoniais, civis, criminais etc.

As leis morais e de saúde ainda são válidas. As leis cerimoniais foram cumpridas na primeira vinda de Jesus, como o Cordeiro de Deus [João 1:29]. As leis civis vigoraram enquanto havia a Teocracia.
Mas as leis morais e de saúde são válidas e Jesus as ensinava – Mateus 5:17; 19:5 e 18.

Os Dez Mandamentos são a repetição de vários mandamentos e se constituem o mínimo da lei a ser vivido por um crente. O decálogo também é a constituição da Aliança firmada com Deus – Êxodo 19:5 e 6; 20:3-17.

Quando violamos essa Aliança, sofremos as maldições previstas na Lei.

A pandemias que hoje estamos sofrendo nos 5 continentes é resultado da transgressão da Lei de Deus; mais especificamente dos mandamentos de Levítico 11.

O consumo de carnes imundas, previstas em Levítico 11, trazem consequências, maldição e morte sobre todos.

Deus termina os termos da Aliança dizendo:
“Agora ouçam! Hoje lhes dou a escolha entre a vida e a morte, entre a prosperidade e a calamidade. Pois hoje ordeno que amem o Senhor, seu Deus, e guardem seus mandamentos, decretos e estatutos, andando em seus caminhos. Se o fizerem, viverão e se multiplicarão, e o Senhor, seu Deus, abençoará vocês ... Se, contudo, seu coração se desviar e vocês se recusarem a ouvir... eu os advirto hoje de que certamente serão destruídos. Não terão uma vida longa ... Hoje lhes dei a escolha entre a vida e a morte, entre bênçãos e maldições” Deuteronômio 30:15-19 NVT.

Escolha obedecer e ter vida.


quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Entre o vermelho e o púrpura

 Econtrei essa matéria no blog do Michelson Borges, achei tão relevante para os nosso dias, que resolvi postar na íntegra aqui em meu blog, cujo título é, TEMAS ESPIRITUAIS. Não lhe pedí licensa para fazê-lo, espero que não se aborreça comigo. Quanto a mim, só tenho que agradecer as matérias tão boas que ele, Michelson Borges,  produz. Obrigado Michelson.  E,  se por acaso, encontrar algo no meu humilde Blog, que lhe chame a atenção, e desejar publicar ao todo ou em partes, fique à vontade

Entre o vermelho e o púrpura


MICLELSON BORGES

Necessitamos de um sólido conhecimento das verdades Bíblicas, afinal, nunca antes na História carecemos tanto da “lâmpada para os [nossos] pés”

besta 2

Durante 1.260 anos (de 538 a 1798), a Igreja Romana teve autoridade para perseguir, prender e até matar. Foi um período extremamente difícil para aqueles que desejavam se manter fiéis às verdades bíblicas e longe dos dogmas humanos. Em Daniel capítulos 7 e 8, esse poder perseguidor é descrito como a “ponta (chifre) pequena” que tentou mudar a lei de Deus, deturpou a verdade do santuário e perseguiu os fiéis. Em Apocalipse 13, esse mesmo poder é descrito como uma besta simbólica que emerge do mar (povos), sofre uma ferida mortal, se recupera, conquista admiração e recebe finalmente o apoio da besta da terra (os Estados Unidos). Em Apocalipse 17, o símbolo é uma prostituta vestida de púrpura e escarlate. Aquele tempo de perseguição (também descrito como três anos e meio ou 42 meses, o que equivale aos mesmos 1.260 anos) um dia terá sua “segunda edição”, quando a marca da autoridade dessa besta/ponta pequena for imposta à humanidade (para mais informações, assista aos vídeos desta playlist).

Bestas são instrumentos usados por Satanás para levar avante seus intentos. São suas marionetes no grande conflito. Além das bestas do mar (papado) e da terra (Estados Unidos), o inimigo se valeu também da besta do abismo de Apocalipse 11. Ali é descrito um poder relacionado com ateísmo e sodomia/licenciosidade (veja os vídeos abaixo para entender melhor o assunto). A França revolucionária é identificada por esse símbolo, e o capítulo chega a mencionar o mesmo período de 1.260 anos durante os quais a Bíblia (as duas testemunhas) teve que “profetizar vestida de pano de saco” (luto, humilhação). A relação entre os capítulos 11 e 13 de Apocalipse (além de Daniel 7 e 8) fica muito clara aos olhos do leitor atento.

Política e sociologicamente, a Revolução Francesa trouxe benefícios à humanidade, mas no aspecto religioso (focalizado pela profecia) foi uma tragédia. A partir dessa revolução, o ateísmo ganhou novo fôlego. A Bíblia Sagrada passou a ser questionada. Ideologias naturalistas como o darwinismo e o marxismo conquistaram terreno. Os “ecos” dessa revolução reverberam ainda hoje, com vernizes culturais.

A besta do abismo continua urrando por meio da militância progressista anticultura judaico-cristã. No afã de destruir ou, pelo menos, anular/enfraquecer os valores bíblicos e a boa escatologia (que desmascara Satanás), o progressismo vermelho sequestra pautas e movimentos como o feminismo, o antirracismo, LGBT e outros. Usando essas causas como ponta de lança, a besta do abismo conquista mais e mais terreno, de maneira sub-reptícia, disfarçada. Assim, ela empurra o pêndulo para um extremo; estica a corda do arco até seu limite. E prepara o caminho para o retorno triunfal da besta preferida de Satanás: a do mar. A besta-flecha que causará o estrago final.

Na resistência aos progressismos e ao chamado marxismo cultural, estão pensadores totalmente alinhados com as ideias e os propósitos do catolicismo histórico. Ao reagir contra o poder da besta do abismo, muitos estão caindo no colo da besta do mar, que dentro de pouco tempo terá o apoio da besta da terra. Estão entre a foice e a falsa cruz. Entre o vermelho (ideologias revolucionárias) e o púrpura (romanismo). Para todos os fins, os propósitos do estrategista-mor por trás das bestas acabam sendo cumpridos, de uma forma ou de outra. As bestas de Apocalipse 13 representam um alinhamento político-religioso cada vez mais fortalecido como reação à influência da besta do abismo. Só que, no fim das contas, haverá, nas palavras de Ellen White, um “laço de união universal”. A polarização dará lugar a uma breve concordância geral (ECOmenismo?).

Nesse turbilhão de influências e interesses, como deve se comportar o povo e Deus? Antes de responder, vou resumir tudo para deixar claro:

1. A besta do mar/ponta pequena vem atuando ao longo da História como instrumento de Satanás para distorcer as verdades bíblicas e afastar as pessoas do verdadeiro Salvador e de Sua obra no santuário celestial.

2. Quando a besta do mar foi ferida de morte, Satanás passou a usar a besta do abismo para avançar ainda mais sua agenda destruidora. O que o papado começou, a Revolução Francesa concluiu: o primeiro distorceu a Bíblia e a tornou inacessível; a segunda destruiu a Bíblia e promoveu a descrença.

3. Depois de algum tempo, a ferida mortal da besta do mar começou a ser curada (processo ainda não concluído). Paralelamente, as ideologias nascidas e/ou fortalecidas na França revolucionária continuaram e continuam causando estragos no mundo (teologias políticas/marxistas, evolucionismo teísta, progressismo, revisionismos, relativismo, etc.). E assim Satanás vem atuando em duas frentes, mais ou menos como aquelas empresas donas de duas marcas que promovem uma falsa competição comercial.

4. Indignados com as barbaridades do pensamento esquerdista (aliás, esquerda e direita também são filhas da Revolução), muitos estão correndo para os braços da direita religiosa, com sua religião aparentemente cristã, mas fundada em dogmas como o da pretensa santidade do domingo e da imortalidade da alma, por exemplo (os dois grandes erros: aqui e aqui). Uma religião que desembocará na união das bestas do mar e da terra, com a consequente perseguição dos que não aceitarem as imposições do Estado unido à igreja (sendo o decreto dominical uma dessas imposições). Estão correndo do vermelho para ser abocanhados pelo púrpura.

Nesse turbilhão de influências e interesses, como deve se comportar o povo e Deus? Simples: não se alinhar com poderes nem da direita nem da esquerda, afinal, somos do Alto. Não abraçar ideologias humanas travestidas de cristianismo. Não ceder às pressões sociais nem às religiosas que finalmente os levariam para longe da Palavra de Deus. Precisamos de um sólido conhecimento das profecias a fim de navegar seguros nessas águas agitadas. Necessitamos de um sólido conhecimento das verdades Bíblicas, afinal, nunca antes na História carecemos tanto da “lâmpada para os [nossos] pés” (Salmo 119:105).

(Michelson Borges é pastor e jornalista)

Do Blog     https://michelsonborges.wordpress.com/

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

THE GREAT RESET: O TOTALITARISMO CHEGANDO A BORDO DO COMUNAVÍRUS CHINÊS. OU: A HISTÓRIA QUE A GRANDE MÍDIA NÃO TE CONTOU.

 Sou seguidor a alguns anos, do blog,  do ALUIZIO AMORIM,  que eu acho um dos blogs mais relevantes que eu conheço. Ele postou no blog dele, essa matéria que achei muito interessante. Postei a mesma, na íntegra, em meu blog, sem nem mesmo lhe pedir permissão

Espero que ele não fique aborrecido comigo

sexta-feira, outubro 23, 2020

THE GREAT RESET: O TOTALITARISMO CHEGANDO A BORDO DO COMUNAVÍRUS CHINÊS. OU: A HISTÓRIA QUE A GRANDE MÍDIA NÃO TE CONTOU.

O rastro de destruição ocasionado pela pandemia do comunavírus lançado ao mundo pelo regime comunista chinês é avassalador. Mas não é só isso, ou seja, por trás dessa desgraça estão todos os tipos de oportunismo. Sim, há quem tire enorme proveito dessa desgraça viral fabricada pelo PCChinês como por exemplo o Fórum Econômico Mundial comandado pelo führer Klaus Schwab. 

Como podem perceber os leitores a temática desta postagem jamais será pauta para os grandes veículos midiáticos e, portanto, não é conhecida pela maioria da população do planeta e, quiçá dos próprios jornalistas da mainstream media que normalmente são fantoches dos comunistas. Ou, no máximo, toda essa gentalha das redações é composta por imbecis. Sim basta ligar um canal de TV ou visitar um desses sites dos grande veículos midiáticos para constar que a pauta de destaque passou a ser o terror da peste chinesa. "Fique em casa" insistem esses boçais. E tome matérias fúnebres das vítimas do vírus chinês.

Ora, o sujeito tem de ser muito idiota para concluir que essa pandemia é obra da natureza. Haja vista que laboratórios já teriam vacinas para aplicar. Se têm é porque já sabiam de antemão o lançamento do vírus e começaram seu processo de fabricação há muito tempo. Aliás, como já noticiei aqui no blog em outubro do ano passado - baita coincidência! - foi realizado em New York o "Evento201", dedicado debater e oferecer soluções para eventual pandemia global. E, como já afirmei em outras postagens não seria de uma hora para outra que poderia aparecer toneladas de álcool gel, bilhões de máscaras e artefatos tecnológicos que medem à distância a temperatura corporal das pessoas e ainda arquivam sua foto num computador. Coisa que lembra a engenhoca chinesa que controla todos os cidadãos da China!

Enfim, o que citei nesses três parágrafos acima é um resumo muito resumido de todo esse plano diabólico do vírus chinês. Como banqueiros, grandes empresários, grandes comerciantes e capitalistas variados não emitem um pio sobre tudo isso surge no ar um grande interrogação. Em boa parte a resposta a esse mistério vem do tal Fórum Econômico Mundial que está muito excitado pelo fato do comunavírus ser uma grande oportunidade para mudar o mundo. Esqueceram apenas o principal, ou seja, perguntar se afinal os cidadãos do mundo inteiro estão querendo mesmo mudar o nosso mundo. Quem nunca costuma fazer essa indagação, ou seja, ouvir os cidadãos, são os regimes despóticos como os regimes comunista, nazista e fascista. Aliás, verso e anverso da mesma medalha. Todos eles são regimes totalitários que até hoje perpetuam ditaduras assassinas! Que o digam os escravos chineses, cubanos, venezuelanos e agora, há pouco, os argentinos!

Face a tudo isso passo agora a transcrição de matéria publicada pelo site Epoch Times com base na postagem do site Mundo Revelado que recomendo a leitura. O conteúdo desta matéria explica muito do que está acontecendo e que é criminosamente desprezado pela mainstream media. 

Além disso ilustro esta postagem também com um vídeo excelente do site Mundo Revelado que trata da tecnocracia como embrião da tecnologia no comunismo! Segue o vídeo e o texto que versa sobre o tal "The Great Reset" proposto pelo Fórum Econômico Mundial e que será o mote principal de evento no início de 2021, em Davos, na Suíça, onde está a sede da organização de Herr Claus Schwab. Leiam e vejam o vídeo: 

Em uma reunião virtual do Fórum Econômico Mundial (FEM), líderes globais das Nações Unidas, Reino Unido, Estados Unidos, Fundo Monetário Internacional (FMI) e corporações multinacionais discutirão e anunciarão um plano para reiniciar toda humanidade incluindo a economia mundial. Esse plano é conhecido como “O Grande Reinício” ou, em inglês, The Great Reset.


“TODOS OS PAÍSES, DOS ESTADOS UNIDOS À CHINA, DEVEM PARTICIPAR, E TODOS OS SETORES, BEM COMO TECNOLOGIAS DE PETRÓLEO E GÁS, DEVEM SER TRANSFORMADOS,” ordena o chefete o Fórum Econômico Mundial.


“Temos uma oportunidade de ouro para tirar algo de bom desta crise [COVID-19]. As ondas de choque sem precedentes podem tornar as pessoas mais receptivas a grandes visões de mudança”, disse o Príncipe Charles, um dos líderes do evento.


O objetivo do “O Grande Reinício” é usar a pandemia do coronavírus como uma justificativa – os participantes repetidamente se referiram a ela como uma “oportunidade” – para reformatar completamente toda a economia global, incluindo a dos EUA, para tornar o mundo mais “equalitário” e para combater a mudança climática, que em várias ocasiões foi identificada como a próxima grande “crise” do mundo.


Em um artigo publicado no site do Fórum Econômico Mundial, o fundador e presidente executivo do FEM, Klaus Schwab, disse que “o mundo deve agir conjuntamente e rapidamente para renovar todos os aspectos de nossas sociedades e economias, desde a educação até os contratos sociais e as condições de trabalho”.

“Todos os países, dos Estados Unidos à China, devem participar, e todos os setores, bem como a tecnologia de petróleo e gás, devem ser transformados”, acrescentou Schwab. “Em suma, precisamos fazer ‘O Grande Reinício’ do capitalismo.”


Schwab não foi o único a pedir que o mundo “reinicie” o capitalismo. Incontáveis líderes no evento, muitos dos quais ocupam posições influentes em organizações e governos ao redor do mundo, exigiram mudanças econômicas de longo alcance que soam notavelmente semelhantes ao “Novo Acordo Verde” (Green New Deal) dos socialistas Bernie Sanders e Alexandria Ocasio-Cortez – exceto que em uma escala global.


Sharan Burrow, a secretária geral da Confederação Sindical Internacional, disse que precisamos usar a crise atual para ajudar a “reequilibrar” a economia global.

“Precisamos criar políticas para alinhar o investimento nas pessoas e no meio ambiente”, disse Burrow.


“Mas, acima de tudo, a perspectiva de longo prazo é sobre reequilibrar as economias.”


Burrow acrescentou mais tarde: “Queremos o fim da mentalidade de lucro a todo custo, porque se não construirmos um futuro econômico dentro de uma estrutura sustentável em que respeitemos nossos limites planetários e a necessidade de mudar nossos sistemas de energia e tecnologia, então não teremos um planeta vivo para os seres humanos. ”


Ecoando esses pontos, Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, pediu a construção de “sociedades iguais, inclusivas e sustentáveis, que sejam mais resilientes em face de pandemias e mudanças climáticas”.


Jennifer Morgan, diretora executiva do Greenpeace International, disse que o mundo deveria usar a crise atual para apertar o “botão de reinicialização”, semelhante ao que ocorreu após a Segunda Guerra Mundial, quando Morgan diz que: “Estabelecemos uma nova ordem mundial”.


Morgan acrescenta que: “Estamos agora em um mundo diferente do que éramos então. Precisamos perguntar: o que podemos fazer de maneira diferente? O Fórum Econômico Mundial também tem uma grande responsabilidade nisso, apertando o botão de reinicialização e entendendo como criar bem-estar para as pessoas e para a Terra”.


Outros palestrantes no fórum virtual que pediram pelo “O Grande Reinício” incluíam Ma Jun, presidente do Comitê de Finanças Verdes da Sociedade Chinesa de Finanças e Bancos e membro do Comitê de Política Monetária do Banco Popular da China; Bernard Looney, CEO da BP; Ajay Banga, CEO da Mastercard; Bradford Smith, presidente da Microsoft; e Gina Gopinath, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional.


O evento virtual do FEM anunciou o lançamento do plano para “O Grande Reinício” da economia mundial, mas propostas de políticas mais específicas provavelmente serão deliberadas na reunião do FEM em DavosSuíça, em janeiro de 2021. O evento de Davos está sendo anunciado pelo FEM como uma “cimeira gêmea” que incluirá um encontro pessoal de líderes mundiais e reuniões virtuais “conectando os principais líderes governamentais e empresariais do mundo em Davos com uma rede global em 400 cidades.”


Abaixo segue um resumo dos pontos que devem ser discutidos durante a cimeira do “O Grande Reinício” em Davos.


1. Liderança:
Os economistas Thomas Piketty e Joseph Stigliz (marxistas e keynesianos) estão encabeçando as diretrizes do “O Grande Reinício”.


2. Diretrizes:
• Aquecimento global
• Novo Acordo Verde
• Novo Bretton Woods


3. Problemas:
• Pandemia do COVID-19
• Agitação social
• Crises econômicas


4. Metas:
• Eliminar todo o papel-moeda e utilizar a cripto moeda DES (Direitos Especiais de Saque), que já foi utilizada em 1970, 1979 e 2009 para injetar liquidez no sistema financeiro.


• Reforma tributária global com maiores impostos para fortunas, chegando a 90% para fortunas acima de US$ 2 bilhões.


• Criar dificuldades para as empresas moverem ativos para paraísos fiscais. Remover do mercado qualquer empresa ou organização que não seja “verde”, como a indústria da carne ou do petróleo.


• Estimular o consumo de produtos com o “selo verde”. Os governos devem dar preferência na lista de subsídios e cupons ao consumidor para esses produtos.


• Fomentar títulos verdes tanto quanto possível. Qualquer banco central que esteja considerando o uso de flexibilização quantitativa deve usar títulos verdes.


• Acabar com qualquer tipo de combustíveis fósseis em todo o mundo.


• Vacinação mandatória e passaporte mundial (APP) com rastreamento genético.


Portanto, as mudanças propostas pelo “O Grande Reinício” possuem um viés político e ideológico alinhado com as doutrinas marxistas e socialistas, e visam moldar a humanidade nesses parâmetro, o que é perigoso. De fato, a história tem diversos exemplos de países que adotaram esses regimes e levaram o caos e a destruição social para sua população como a China, Coreia do Norte, Irã, Venezuela, Cuba entre outros. Do site Epoch Times

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Como suportar pessoas insuportáveis na igreja

 

Como suportar pessoas insuportáveis na igreja

Todos nós conhecemos e convivemos com pessoas insuportáveis dentro da igreja. Gente chata, pedante, mentirosa, enganadora, hipócrita, arrogante, sem noção, inconveniente, deselegante, ofensiva, sem limites, abusada, sem amor, irritante, insubmissa, incompatível… Nossa, são tantos os adjetivos que tornam uma pessoa insuportável que fica até difícil listar todos. Mas elas estão aí, fazem parte da nossa vida, a convivência geralmente é compulsória e não tem jeito: somos obrigados a compartilhar ambientes, conversas, tarefas ou simplesmente a presença delas. A pergunta é: como suportar as pessoas insuportáveis que convivem conosco na igreja?

Nessa hora, como em tudo na vida, temos que voltar nossos olhos para as Sagradas Escrituras em busca de respostas. Porque, se formos agir segundo a nossa carne, simplesmente vamos começar a brigar, ofender, cortar relações e a ter outras reações nada espirituais com relação a essas pessoas insuportáveis. Quando, na verdade, Jesus deseja que nós consigamos conviver com o diferente. Porque, se você parar pra pensar, a pessoa nada mais é do que uma “pessoa diferente” de você. Numa família, por exemplo, onde todos falam baixo, o insuportável é aquele primo que fala alto como um italiano. Já num família de italianos, o insuportável pode ser aquele que não participa da bagunça, como aquele primo que se comporta como um inglês.

Então, ser ou não ser insuportável depende de quão diferente alguém é de você. Esse é o parâmetro. Eu já ouvi de certas pessoas “nossa, o fulano é tão caladinho”. Outras vezes, ao final de uma viagem soube que esse mesmo fulano incomodou as pessoas no carro “de tanto que ele falou”. Certamente tal fulano não é calado e tagarela ao mesmo tempo, mas dependendo do contexto em que está se torna mais ou menos insuportável.

E, vou te contar um segredo: a esmagadora maioria das pessoas é diferente de você. Logo, insuportável. Dentro da igreja, então, onde todos deveriam ser um amor e agir segundo o exemplo de Cristo, o coeficiente de insuportabilidade é enorme. Que fazer? Deixar de ir à igreja? Fugir da comunhão?

Paulo toca no assunto em Efésios 4. Ele diz: “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor“. Repare: de todas as atitudes que o apóstolo poderia nos recomendar ter, ele nos manda logo “suportar uns aos outros“. E se você for pensar bem, ele certamente não está mandando suportar quem é gente fina, os carismáticos, os que nos fazem rir e sorrir. Está se referindo aos insuportáveis.

Mas, Zágari, e aí, qual é o segredo para conseguir isso? Como suportar os insuportáveis como a Biblia manda? O segredo é o que Paulo diz logo depois:“suportando-vos uns aos outros em amor“. Amor: essa é a formula mágica.

Isso se confirma quando lemos 1Co 13.7: “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta“. Sim, o amor tudo suporta, inclusive o que é insuportável. Senão não seria “tudo”. “Mas falar de amor é fácil”, alguém poderia argumentar”, “na hora de lidar com a pessoa insuportável quero ver amar de verdade”. Só que esse amor não se restringe a um sentimento fácil. Exige esforço. Exige a consciência de que dele depende a união do Corpo de Cristo. Repare o que o apóstolo Paulo diz em Efésios logo em seguida a “suportando-vos uns aos outros em amor”: “Esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação“.

Amar aqui é uma atitude apresentada como algo que exige esforço. E não um esforço qualquer, mas um esforço “diligente”, ou seja, com zelo, com cuidado, com dedicação. E com qual finalidade? “Preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz“.

Deus deseja paz para sua Igreja. Deseja paz para cada membro de seu Corpo. Para os gente fina, mas também para os insuportáveis. Jesus nunca prometeu que na congregação dos santos todos seriam pessoas fantásticas, nossos melhores amigos. Temos que amar todos os que ali estão, o que significa um grande esforço para aturá-los em suas chatices. Você certamente sabe quem são os insuportáveis da sua igreja. Ame-os. Suporte-os. Despenda esforços nesse sentido. E faça isso com zelo. Pois essa é a única forma possível de haver unidade na Igreja.

Ah, só mais uma coisa: nunca se esqueça de que o insuportável da sua igreja pode ser… você.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Maurício Zágari - Apenas

Do Site. GRUPO VIRTUAL ADVENTISTA

O voto adventista: Trump ou Biden?

 Só para sua informação. 

Como os adventistas dos EUA veem a política atual

Os leitores do Spectrum Magazine e Adventist Today, bem como membros da Adventists for Social Justice and Adventists Vote (uma campanha de engajamento de eleitores), participaram de uma breve pesquisa sobre suas inclinações religiosas e políticas, planos para votar na eleição e posições sobre uma série de questões sociais controversas. 
 
Mais de 1.500 pessoas responderam, com 94% completando a pesquisa inteira (N = 1.467). A maioria dos entrevistados nasceu nos EUA (81%) e mais da metade (56%) era do sexo masculino. A distribuição de idade da amostra tendeu para participantes mais velhos, com 7% com idades entre 18 e 35 anos, 11%  com idades entre 36 e 50 anos, 25% com idades entre 51 e 65 anos e 57% com mais de 65 anos. 
 
Mais de um terço (37%) tinha renda familiar anual total de mais de $ 100.000 por ano, cerca de 16% entre $ 75.000 e $ 100.000, quase 18% entre $ 50.000 e $ 75.000 e 18% com $ 50.000 ou menos. A origem étnica de nossa amostra era de 80% de brancos, seguido por latinos (5%), negros (7%), asiáticos (3%), multirraciais (2%) e outros (3%). 64% da nossa amostra tinha graduação ou pós-graduação, 20% tinha quatro anos de faculdade, com os 15% restantes dos entrevistados tendo algum estudo universitário ou menos. 
 
Finalmente, 57% dos entrevistados não tinham nenhum papel formal na igreja, enquanto 20% se identificaram como ancião da igreja local ou diácono, 18% como líderes da Escola Sabatina e aproximadamente 5% como pastor, professor / equipe de escola adventista local ou corpo docente / equipe universitária adventista.

A amostra teve uma gama equilibrada de inclinações religiosas e políticas. Conforme indicado na Figura 1, quase metade (48%) se considerava moderada em suas orientações religiosas. Cerca de um em cada quatro (24%) se considerava conservador religioso, enquanto um em cada quatro (25%) era liberal em sua orientação religiosa. 3,6% são identificados como fundamentalistas. Dois terços (66%) concordaram ou concordaram fortemente que suas crenças religiosas influenciam seu comportamento eleitoral.
A Figura 2 mostra a orientação política dos entrevistados. A orientação política é geralmente associada à orientação religiosa, com 36% quase igualmente divididos que se identificam como politicamente moderados, 30% se identificam como conservadores ou fortemente conservadores e 32% se consideram liberais / progressistas ou liberais / progressistas fortes. A afiliação partidária segue o mesmo padrão. Havia um pouco mais democratas (34%) do que republicanos (30%) ou independentes (26%). Os restantes não eram registrados (5%) ou eram outros (3%), talvez porque não se tinham inscrito por partido político ou não podiam votar devido à cidadania. Mais de 90% disseram que provavelmente votariam na eleição de novembro.

E agora, os números que todos vocês estavam esperando! A Figura 3 mostra os votos prováveis ​​dos entrevistados para presidente. Quase dois terços (63%) dos entrevistados planejam votar em Joe Biden, cerca de duas vezes o número que planeja votar em Donald Trump (32%). A maioria dos 5% restantes estavam indecisos, não votaram, ou planejavam votar em um candidato libertário.

Usando perguntas de uma enquete do Pew Research Center, foi pedido aos apoiadores de Joe Biden que indicassem o principal motivo para votar nele (apenas uma opção de resposta permitida). A maioria das respostas foram “Ele não é Trump” (29%), seguido por “Outro” (19%), “Posições sobre questões” (15%) e “Ele é para o povo americano” (14%). Quando perguntado aos apoiadores de Donald Trump sua principal razão para votar nele, a maioria das respostas foram "Posição sobre as questões" (33%), "Liderança / desempenho" (26%) e "Ele é para o povo americano" (22%) “Ele não é Biden” foi selecionado por apenas 5%, e “Características Pessoais” ficou com 2%. 
 
Também foi perguntado aos participantes em quem votaram em 2016. Vinte e nove por cento disseram que votaram em Donald Trump. Um percentual ligeiramente superior (32%) continua a apoiar Trump em 2020, mostrando apoio consistente dos eleitores adventistas na amostra. Em 2016, os participantes apoiaram o candidato democrático com 49%. Com 63%, o apoio do democrata Joe Biden é 15% maior em 2020. Em 2016, os 20% restantes desses mesmos eleitores votaram em um candidato de outro partido ou não votaram. No entanto, em 2020, muito desse apoio agora parece ter se aglutinado em torno de Biden.
 
Embora esta amostra possa não representar a população adventista em geral na América do Norte, há uma orientação política e religiosa quase uniformemente dividida em todo o espectro. No entanto, apesar de percentagens quase iguais de participantes que representam democratas, republicanos e independentes, o apoio mais forte parece ser para Biden em 2020. 
 
Dada a natureza altamente polarizadora do processo político deste ano, pode ser difícil entender a verdadeira natureza do pensamento político adventista. A julgar pelas 623 respostas em aberto formuladas vigorosamente à última pergunta da pesquisa, "Há mais alguma coisa que você gostaria de nos dizer sobre política, questões sociais ou as eleições nacionais?", sem dúvida, esta eleição despertou sentimentos poderosos no eleitorado adventista, resultando em maior engajamento dos eleitores. Esperamos compartilhar mais descobertas deste estudo sobre os adventistas - religião, política e questões sociais no futuro.

Leia o artigo na íntegra em Spectrum Magazine

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Deputada comunista quer que sejam presos pais e mães que resistem às leis que forçam a vacinação dos próprios filhos

 Julio Severo

Se depender do comunismo, serão presos pais e mães brasileiros que não concordam com a vacinação forçada de seus filhos.



Projeto de Lei 3842/19, aprovado pela Câmara dos Deputados no final de 2019, estipula pena de detenção de um mês a um ano para pais e mães que não levarem seus filhos pequenos ou adolescentes para serem vacinados à força.

O projeto, cuja autora original é a deputada Alice Portugal (do Partido Comunista do Brasil), também penaliza quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias negativas sobre as vacinas.

No site “Vermelho,” que pertence aos comunistas brasileiros, Alice disse:

“Essa campanha contra a vacinação é algo muito sério. São muitas fake news disseminadas sobre os riscos da vacinação.”

Não é surpresa nenhuma uma comunista declarada estar por trás de uma lei que criminaliza pais e mães que protegem a saúde de seus filhos por meios alternativos e criminaliza também escritores que alertam sobre efeitos ou origens das vacinas.

Na verdade, essa lei não traz uma criminalização pioneira, mas reforça a criminalização que já existe. Antes dessa lei, agentes de saúde já passavam de casa em casa para monitorar lares e denunciar famílias que não vacinam.

O clima de monitoração, registro obrigatório dos dados e denúncia é muito parecido com o clima da repressiva União Soviética. Por isso, uma deputada comunista se sentiu muito à vontade para reforçar uma lei que, no seu espírito, se parece muito com o comunismo.

Se essa lei for aprovada no Senado do Brasil, não somente pais e mães serão criminalmente punidos, mas todo escritor, como eu, que tentar mostrar que as vacinas têm efeitos colaterais e questões éticas poderá ser perseguido.

Se a deputada comunista conseguir o que quer, não poderei, como escritor cristão, continuar alertando que a maioria das vacinas infantis têm células de bebês abortados.

Obrigar vacinação de adultos já é uma atitude ditatorial digna do comunismo. Mas obrigar a vacinação de crianças e adolescentes com todos os tipos de drogas suspeitas é comunismo puro.

O que o projeto da deputada comunista faz é tornar ainda mais draconiano o que já é draconiano. Leis brasileiras que seguem o espírito do comunismo há muito tempo criminalizam pais e mães que buscam meios alternativos e éticos para proteger seus filhos de vacinas em grande parte feitas sem ética.

A aceitação da vacinação obrigatória como normal mostra que muitos brasileiros já se habituaram ao controle socialista. Muitos brasileiros que se consideram cristãos ou conservadores levam nomalmente seus filhos para a vacinação sem questionar a lei que os obriga a isso e sem pensar em defender sua liberdade contra tal imposição. O controle socialista se tornou normal para eles e eles nem perceberam.

Talvez a primeira vez que um presidente brasileiro questionou a obrigatoriedade da vacinação foi quando Jair Bolsonaro teve um embate político com o governador João Doria, que impôs vacinação de COVID-19 no Estado de São Paulo. Bolsonaro se opôs à vacinação forçada de Doria, e todos os conservadores o apoiaram, entendendo que a liberdade de vacinar ou não faz parte de uma sociedade anti-comunista.

Agora, a liberdade que Bolsonaro defendeu para São Paulo precisa e deveria ser estendida ao grave problema de todas as vacinações que são forçadas em crianças e adolescentes do Brasil.

A postura do comunismo é tornar mais draconiano o que já é draconiano, pois os comunistas entendem que a obrigatoriedade aniquila a liberdade dos pais protegerem e cuidarem dos filhos. Tal aniquilação de libertade é tática comunista padrão de controle.

O que os cristãos conservadores farão? Eles se aliarão aos comunistas contra a liberdade dos pais e mães protegerem a saúde de seus filhos ou eles se aliarão aos pais e mães contra o sistema draconiano já existente de destruição de liberdade e contra todas as outras tentativas comunistas de controlar a liberdade de pais e filhos por meios de leis comunistas de obrigatoriedade de vacinação?

Fonte: www.juliosevero.com

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