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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Primeiro Simpósio de Liberdade Religiosa em Guadalupe desperta engajamento cívico

Do site http://news.adventist.org/

Jan. 22, 2013 Pointe-à-Pitre, Guadeloupe
ANN staff
Líderes de relações públicas dos adventistas do sétimo dia proclararam o primeiro simpósio de liberdade religiosa da Igreja em Guadalupe como um modelo de engajamento cívico para regiões ao redor do mundo.

No início deste mês, cerca de 800 pessoas participaram de um simpósio de três dias nessa ilha do Caribe, com os líderes adventistas continuando a exortar os pastores e administradores locais a deliberadamente prosseguirem o diálogo com oficiais do governo e outros grupos religiosos.
Estavam presentes pastores, oficiais de igrejas locais e líderes do governo, incluindo a representante oficial mais graduada da Ilha, Victorin Lurel, presidente do Conselho Regional de Guadalupe. Guadalupe é um departamento da França.
"Cremos que um simpósio como este é um modelo para mais associações e uniões da Igreja Adventista se organizarem localmente", disse Ganoune Diop, diretor-associado do Departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa (PARL) na sede mundial da denominação.
"Queremos que as pessoas conheçam melhor quem são os adventistas do sétimo dia são e estejam cientes de suas contribuições para a comunidade", disse Diop, que também serve como elemento de ligação da Igreja com as Nações Unidas.
Roberto Herrera, diretor do PARL para a Divisão Inter-Americana, da denominação, disse que espera que o evento estimule mais compromisso em favor de todas as congregações para a compreensão da importância de promover a liberdade religiosa. É também uma oportunidade de promover o compromisso da Igreja com a educação, saúde e assistência humanitária, bem como capacitar as mulheres e crianças.
Guadalupe há muito tempo mantem um forte sentimento de liberdade religiosa, disse Max Laurent, presidente da Igreja Adventista da União das Antilhas e Guiana Francesas, que supervisiona Guadalupe. Um desafio, no entanto, é que os estudantes secundários adventistas periodicamente enfrentam problemas com aulas e exames realizados aos sábados, dia que os adventistas observam como dia de respouso bíblico.
Laurent disse que os líderes da Igreja em Guadalupe iriam continuar a dialogar com os líderes do governo e oficiais educacionais em nome de seus alunos.
A Igreja Adventista vai realizar uma celebração de liberdade religiosa no final deste ano na Martinica, de abrangência para toda a União.

Administração Obama: vamos forçar os cristãos a agirem contra a sua fé


Comissão da Teologia da Ordenação conclui primeira sessão

Do site http://news.adventist.org



Jan. 18, 2013 Silver Spring, Maryland, United States
Adventist Review staff

Membros da Comissão de Estudo Sobre a Teologia da Ordenação (TOSC) completaram a sua primeira reunião, que foi realizada num local próximo da sede da Igreja em Silver Spring (Maryland, EUA), com uma nota otimista.



"Temos uma esperança real de que a Igreja seja capaz de encontrar um modo de resolver nossas diferenças sobre a questão da ordenação", disse o presidente da comissão Artur Stele, que é diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica da Associação Geral , ao dirigir-se aos líderes mundiais da Igreja através de uma conferência telefônica no término da  sessão. "Saímos da reunião com um sentimento muito otimista e confiantes de que Deus está nos guiando. Temos muitos motivos para agradecer ao Senhor”.

A Comissão Executiva da Associação Geral organizou a comissão em outubro de 2012 com a finalidade de estudar o conceito de ordenação a partir de uma perspectiva bíblica para determinar se a sua intenção é ser administrada a somente um sexo específico. A comissão de estudo inclui 106 membros, entre os quais se encontram teólogos, leigos, pastores e estudantes da Bíblia de cada uma das 13 divisões mundiais da Igreja. A Associação Geral designou Stele como presidente da comissão, Geoffrey Mbwana como vice-presidente e Karen Porter como secretária. As mulheres representam cerca de 25 por cento dos membros da comissão.

Kendra Haloviak-Valentine, professora-associada de religião da Universidade La Sierra, Mark Finley, assistente do presidente da Associação Geral, e Joel Musvosvi, que recentemente foi nomeado reitor da Universidade de Solusi, estavam encarregados das devoções diárias. Momentos foram dedicados à oração para invocar a presença e a liderança do Espírito Santo, e estes foram seguidos pela apresentação de trabalhos por indivíduos que tinham recebido a tarefa de vários aspectos da questão da ordenação. Estes estudos incluíam temas tais como o que fazer com as questões doutrinárias que surgem na Igreja, um histórico da ordenação, e a hermenêutica.


Após cada apresentação, era concedido tempo para análise do material apresentado a toda a comissão. No segundo dia do encontro, pequenos grupos se reuniam para refletir e elaborar sugestões e recomendações sobre o trabalho. Com base nas sugestões e recomendações dos grupos de trabalho, os apresentadores refinarão o seu trabalho, e em seguida, um segundo esboço será enviado a cada Comissão de Pesquisa Bíblica de cada uma das divisões e aos membros da TOSC para contribuições antes da próxima reunião.

Durante a segunda noite do encontro, foram expressas animadamente diferenças de opinião, segundo contou um dos integranes da comissão numa entrevista, "mas então o Pastor Stele fazia uma pausa e dizia: 'Oremos', e toda a atmosfera mudava. Havia um cálido espírito cristão, e nos sentimos livres para compartilhar nossos pontos de vista abertamente”.

Uma carta à Comissão Executiva da Associação Geral de parte do presidente, vice-presidente e secretário da comissão, em que é sintetizada a reunião, afirma em parte: "Os membros da comissão não podem deixar de expressar sua gratidão a Deus pelo suave espírito que prevaleceu nessas reuniões. Por favor, continuem orando pela comissão enquanto esta continua a trabalhar sob a orientação do Espírito Santo neste estudo".

A segunda das quatro sessões planejadas será realizada em julho de 2013, em Maryland.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ganhar Mesmo que Seja Uma só Alma

Ellen White

Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Luc. 15:4.
Pela conversão de uma alma devemos taxar ao máximo os nossos recursos. Uma alma ganha para Cristo irradiará a luz celeste para tudo o que a rodeia, penetrando a treva moral e salvando outras almas.
Se Cristo deixou as noventa e nove a fim de buscar e salvar uma única ovelha perdida, seremos nós justificados, caso façamos menos? Não é a negligência de trabalhar como Ele trabalhou, de sacrificar-nos como Ele Se sacrificou, uma traição a sagrados legados, um insulto a Deus?
Fazei soar um alarme pela extensão e largura da Terra. Dizei ao povo que o dia do Senhor está perto, e se apressa grandemente. Ninguém fique por advertir. Poderíamos achar-nos no lugar das pobres almas que se encontram em erro. Poderíamos haver sido colocados entre os bárbaros. Segundo a verdade que recebemos mais que os outros, somos nós devedores quanto a comunicar-lha.
Não temos tempo a perder. O fim está próximo. Em breve a passagem de um lugar para outro a fim de transmitir a verdade será cercada de perigos à direita e à esquerda. Far-se-á tudo para obstruir o caminho dos mensageiros do Senhor, de modo que não possam realizar o que lhes é possível executar agora. Cumpre-nos olhar de frente nossa obra, e avançar o mais depressa possível em luta intensa. Segundo a luz que me foi dada por Deus, sei que as potências das trevas estão trabalhando com intensa energia que procede de baixo, e a passos furtivos vai Satanás avançando para se apoderar dos que agora se acham adormecidos, qual lobo que se apodera da presa. Temos agora advertências que nos é possível dar, uma obra que nos é concedida fazer; em breve, porém, será mais difícil do que podemos imaginar. Ajude-nos Deus, a conservar-nos na vereda da luz, trabalhar com os olhos fixos em Jesus, nosso Líder, e, paciente e perseverantemente, avançar para a vitória. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 375 e 376.
Em nossa vida aqui, posto que terrestre e restrita pelo pecado, a maior alegria e mais elevada educação se encontram no serviço em favor de outrem. E no futuro estado, livres das limitações próprias da humanidade pecaminosa, será no serviço que se encontrará a nossa máxima alegria e mais elevada educação Educação, pág. 309.

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977  27

Rio de Janeiro vai ter plano para promoção da diversidade religiosa


Do site http://www.noticiascristas.com

O Rio  de Janeiro será o primeiro estado a ter um Plano Estadual de Políticas de Promoção à Diversidade Religiosa. Previsto para ser lançado em junho, o plano entrará em consulta pública em março.
O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos do estado, Cláudio Nascimento, explicou que o objetivo é criar uma base de políticas públicas para enfrentar a discriminação de crença e religiosidade. “Não basta apenas um posicionamento político do governo. É necessário também um conjunto de ações que possam efetivar essa intenção em ações concretas para assegurar direitos, dar um mínimo de proteção às vítimas. Essa área precisava de algo mais forte, ainda existe uma ausência muito grande de políticas públicas concretas", disse hoje (21) ao participar do seminário Caminhos para a Liberdade Religiosa, em função do Dia Nacional  de Combate à Intolerância Religiosa.
O plano está sendo elaborado por um grupo de trabalho, criado no ano passado, e composto por 32 integrantes, sendo 16 representantes do Poder Público e 16 da sociedade civil organizada. Além disso, instituições e indivíduos discriminados por sua religião ou crença.
podem procurar o Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos, que funciona das 9h às 18h, de segunda-feira a sexta-feira, com advogados, psicólogos e assistentes pelo telefone (21) 2334-9550.
De acordo com o superintendente, dados da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos apontam que as comunidades com religião de matriz africana são as que mais sofrem discriminação. Além de terreiros e centros espíritas invadidos, queimados e depredados, há registros de agressões físicas e morais contra praticantes de cultos, como da umbanda.

 Comentário do Blog do Nezin

Esse programa, a meu ver, tem outro objetivo incluido. Acabar com a liberdade religiosa. No Brasil não ha discriminação religiosa, existe sim, pessoas fanáticas, desequilibradas e criminosas, que não respeitam o direito alheio e usam de violência. Para estes, não há necessidade de "um plano para a promoção da diversidade" basta aplicar a lei já existente. Criminoso tem que ir para a cadeia e pronto. Esse tal plano aí, está me cheirando a censura religiosa. É o estado determinando o que eu deva ou não deva crer e pregar. Liberdade é o que temos agora. Liberdade é eu ter o direito de dizer que determinada crença é errada e eles, os seguidores da tal crença, ter o direito de dizer que errada é a minha religião e niguem ser preso por isto. Quero ter a liberdade de dizer que adorar imagens é pecado, quero ter o direito de dizer que as tais entidades do candoble, macumba, feitiçaria e caterva, é coisa do capiroto, do demo, do coisa ruim.  E quero que eles, o praticantes dessas coisas, tenham o direito de dizer que do capiroto sou eu e minha religião incluso. Quero ter o direito de dizer que muitos dos milagreiros televisivos, são picaretas, exploradores da fé alheia; e quero que eles, os picaretas, tenham o direito de dizer que minha igreja é apenas uma seita judaica, ultra conservadora, legalista e do velho testamento, quase do capeta, e nem por isto, eu quero ter o direito de levá-los às barras da justiça, por isto. Quero ter o direito de todos nós pregar o que acreditamos, Nem por isto vamos nos tornar inimigos, e  até podemos e devemos ser amigos, mesmo sem comugar com as crenças um dos outros.
Esse "plano para promoção da diversidade religiosa" é o embrião de uma tentativa de cercear a liberdade religiosa, no futuro isso pode virar lei, como estão fazendo com a ditadura gay, logo mais voce não poderá dizer que homossexualismo é pecado, pois quem disser vai para a cadeia. Em nome da liberdade, tira-se a liberdade. Em nome dos direitos, tira-se os direitos de expressão. Deus queira que eu esteja errado.

Quem é o Maior?.. Jesus paga o tributo




Mateus 17: 24 - 27


24 Tendo eles chegado a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as didracmas, e lhe perguntaram: O vosso mestre não paga as didracmas?

25 Disse ele: Sim. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, perguntando: Que te parece, Simão? De quem cobram os reis da terra imposto ou tributo? dos seus filhos, ou dos alheios?

26 Quando ele respondeu: Dos alheios, disse-lhe Jesus: Logo, são isentos os filhos.


27 Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir e, abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-lho por mim e por ti.

Voltando a Cafarnaum, Jesus não procurou os bem conhecidos lugares em que havia ensinado o povo, mas, tranquilo, buscou com os discípulos a casa que Lhe devia servir temporariamente de lar. Durante o resto de Sua permanência na Galiléia, era Seu intuito instruir os discípulos de preferência a trabalhar em favor das multidões.

Na viagem pela Galileia, tentara Cristo outra vez preparar o espírito dos discípulos para as cenas que O aguardavam. Disse-lhes que devia ir a Jerusalém para ser morto e ressuscitar. E acrescentou a estranha e solene comunicação de que devia ser entregue nas mãos dos inimigos.

Nem ainda então compreenderam os discípulos as Suas palavras. Embora os envolvesse a sombra de uma grande tristeza, ainda em seu coração encontrou lugar o espírito de rivalidade. Discutiram entre si qual seria considerado maior no reino.

Essa contenda, pensaram eles ocultar de Jesus, e não procuraram, como de costume, achegar-se para mais perto dEle, mas demoraram-se atrás, de modo que Ele lhes ia na dianteira quando entraram em Cafarnaum.

Jesus leu-lhes os pensamentos, e ansiou aconselhá-los e instruí-los. Esperou, porém, para isso, uma hora de sossego quando os corações estivessem abertos para Lhe receber as palavras.

Pouco depois de haverem chegado à cidade, o coletor do tributo do templo foi ter com Pedro, fazendo a pergunta: "O vosso Mestre não paga as didracmas?" Mat. 17:24.

Esse tributo não era uma taxa civil, mas uma contribuição religiosa, exigida de todo judeu, anualmente, para manutenção do templo. A recusa de pagar o tributo seria considerada como deslealdade ao templo - segundo o conceito dos rabis, um gravíssimo pecado.

A atitude do Salvador para com as leis dos rabis, e Suas positivas reprovações aos defensores da tradição, proporcionaram pretexto para a acusação de estar Ele procurando deitar por terra o serviço do templo.

Agora, os inimigos viram um ensejo de lançar descrédito sobre Ele. No coletor dos tributos encontraram um ponto aliado.

Pedro viu na pergunta do dito funcionário uma insinuação quanto à lealdade de Cristo ao templo. Zeloso da honra do Mestre, respondeu precipitadamente, sem O consultar, que Jesus pagaria o tributo.

Mas Pedro não compreendeu senão em parte o intuito do que o interrogava.

Havia algumas classes consideradas isentas do pagamento do tributo.

No tempo de Moisés, quando os levitas foram separados para o serviço do santuário, não lhes foi dada herança entre o povo. O Senhor disse: "Levi com seus irmãos não têm parte na herança; o Senhor é a sua herança." Deut. 10:9.

Nos dias de Cristo, os sacerdotes e levitas eram ainda tidos como especialmente consagrados ao templo, não lhes sendo exigida a contribuição anual para a manutenção do mesmo. Também os profetas estavam isentos desse pagamento. Requerendo tributo de Jesus, os rabis punham à margem Seus direitos como profeta e mestre, e tratavam-nO como uma pessoa comum.

A recusa de Sua parte, de pagar o tributo, seria apresentada como deslealdade ao templo; ao passo que, por outro lado, o pagamento do mesmo seria tomado como justificação de O rejeitarem como profeta.

Havia pouco tempo, apenas, Pedro reconhecera Jesus como o Filho de Deus; mas deixara nesse caso de salientar o caráter divino do Mestre. Por sua resposta ao coletor, de que Jesus havia de pagar o tributo, sancionara, virtualmente, o falso conceito que os sacerdotes e principais estavam procurando generalizar a Seu respeito.

Ao entrar Pedro em casa, o Salvador não fez referência ao que sucedera, mas perguntou: "Que te parece, Simão? de quem cobram os reis da Terra os tributos, ou o censo? Dos seus filhos, ou dos alheios?" Pedro respondeu: "Dos alheios." E Jesus disse: "Logo, estão livres os filhos." Mat. 17:25 e 26.

Ao passo que o povo de um país é obrigado a pagar imposto para manutenção de seu Rei, os filhos do próprio Rei ficam livres. Assim de Israel, o professo povo de Deus, era exigido que mantivesse Seu serviço; mas Jesus, o Filho de Deus, não estava sob tal obrigação. Se os sacerdotes e levitas estavam isentos, em virtude de sua ligação com o templo, quanto mais Aquele para quem o templo era a casa de Seu Pai!

Se Jesus houvesse pagado o tributo sem protestar, teria, virtualmente, reconhecido a justiça da reclamação, tendo assim negado Sua divindade. Mas ao passo que viu ser bom satisfazer à exigência, negou o direito sobre que esta se pretendia basear. Provendo o necessário para pagamento do tributo, deu Ele o testemunho de Seu caráter divino. Foi demonstrado que Ele era um com Deus e, portanto, não Se achava sob tributo, como um simples súdito do reino.

"Vai ao mar", disse Ele a Pedro, "lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e, abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por Mim e por ti." Mat. 17:27.

Conquanto houvesse revestido Sua divindade com a humanidade, revelou, nesse milagre, a Sua glória. Era evidente ser Este Aquele que, por meio de Davi, declara: "Porque Meu é todo animal da selva, e as alimárias sobre milhares de montanhas. Conheço todas as aves dos montes; e Minhas são todas as feras do campo. Se Eu tivesse fome, não to diria, pois Meu é o mundo e a sua plenitude." Sal. 50:10-12.

Conquanto Jesus tornasse claro não Se achar sob obrigação de pagar o tributo, não entrou em discussão com os judeus a respeito do assunto; pois teriam interpretado mal Suas palavras, virando-as contra Ele.

Para não escandalizá-los por não dar o tributo, fez aquilo que não Lhe poderia com justiça ser exigido.

Essa lição deveria ser de grande valor para os discípulos. Notáveis mudanças se haveriam de em breve operar nas relações deles para com o serviço do templo, e Cristo os ensinou a não se colocarem, desnecessariamente, em antagonismo com a ordem estabelecida.

Deveriam, o quanto possível, evitar dar ocasião a que sua fé fosse mal-interpretada. Conquanto os cristãos não devam sacrificar um único princípio da verdade, cumpre-lhes evitar debates sempre que isso seja possível

Quem é o Maior?

Quando Cristo e os discípulos se achavam a sós em casa, enquanto Pedro se dirigira ao mar, Jesus chamou os outros a Si e perguntou: "Que estáveis vós discutindo pelo caminho?" Mar. 9:33. A presença de Jesus e Sua pergunta fizeram a questão aparecer-lhes num aspecto inteiramente diverso daquele em que a tinham considerado quando questionavam pelo caminho. A vergonha e um sentimento de condenação própria fê-los emudecer. Jesus lhes dissera que havia de morrer por amor deles, e sua egoísta ambição achava-se em doloroso contraste com o abnegado amor dEle.

Quando Jesus lhes disse que havia de ser condenado à morte e ressurgir dos mortos, buscava atraí-los a uma conversação a respeito da grande prova de fé por que haviam de passar.

Houvessem os discípulos estado prontos a receber o que Ele lhes desejava comunicar, e ter-se-iam poupado a atroz angústia e desespero. Suas palavras lhes teriam levado consolo na hora de se verem privados dEle, cheios de decepção.

Mas se bem que lhes houvesse falado tão claramente acerca do que O aguardava, a menção de Sua próxima ida a Jerusalém lhes suscitou novamente as esperanças de que o reino estava para ser estabelecido. Isto levara à questão quanto a quem deveria ocupar os mais altos lugares. Voltando Pedro do mar, contaram-lhe os discípulos a pergunta do Salvador, e por fim alguém se animou a perguntar a Jesus: "Quem é o maior no reino dos Céus?"

O Maior

O Salvador reuniu os discípulos em torno de Si, e disse-lhes: "Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos." Mar. 9:35. Havia nestas palavras uma solenidade e impressividade que os discípulos estavam longe de compreender. O que Cristo discernia não podiam ver. Não compreendiam a natureza de Seu reino, e esta ignorância era a causa aparente de sua contenda. A causa real, porém, jazia mais fundo. Explicando a natureza de Seu reino, Cristo acalmaria temporariamente a questão; isto, no entanto, não teria tocado no motivo básico. Mesmo depois de haverem recebido o mais pleno conhecimento, ter-se-ia renovado a dificuldade a qualquer questão de precedência. Assim sobreviria ruína à igreja de Cristo depois de Sua partida.

A luta pelo mais alto lugar era a operação do mesmo espírito que dera origem à grande controvérsia nos mundos de cima, e trouxera a Cristo do Céu para morrer. Diante dEle surgiu a visão de Lúcifer, o "filho da alva", sobrepujando em glória a todos os anjos que rodeavam o trono, e ligado pelos mais íntimos laços ao Filho de Deus. Lúcifer dissera: "Serei semelhante ao Altíssimo" (Isa. 14:12 e 14); e o desejo de exaltação própria levara conflito às cortes celestiais, e banira uma multidão das hostes de Deus.

Houvesse na verdade Lúcifer desejado ser semelhante ao Altíssimo, e nunca teria perdido o lugar que lhe fora designado no Céu; pois o espírito do Altíssimo manifesta-se em abnegado ministério.

Lúcifer desejava o poder de Deus, mas não o Seu caráter. Buscava para si mesmo o mais alto lugar, e toda criatura que é movida por seu espírito fará o mesmo. Assim serão inevitáveis a separação, a discórdia e a contenda.

O domínio torna-se o prêmio do mais forte. O reino de Satanás é um reino de força; cada indivíduo considera todos os outros como obstáculo no caminho de seu próprio progresso, ou um degrau sobre o qual pode subir para chegar a uma posição mais elevada.

Enquanto Lúcifer reputava o ser igual a Deus uma coisa de que se devesse apoderar, Cristo, o Exaltado, "aniquilou-Se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-Se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-Se a Si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz". Filip. 2:7 e 8. Agora a cruz se achava justamente diante dEle; e Seus próprios discípulos estavam tão cheios de interesse egoísta - o próprio princípio do reino de Satanás - que não lhes era possível encher-se de compassivo interesse para com seu Senhor, ou mesmo compreendê-Lo ao falar de Sua humilhação por eles.

Mui ternamente, mas com solene acento, Jesus procurou corrigir o mal. Mostrou qual o princípio que domina no reino do Céu, e em que consiste a verdadeira grandeza, segundo a estimativa das normas do alto. Os que eram atuados por orgulho e amor de distinções, estavam pensando em si mesmos e nas recompensas que deveriam obter, em vez de cuidar em como devolver a Deus os benefícios recebidos. Eles não teriam lugar no reino do Céu, pois achavam-se identificados com as fileiras de Satanás.

"Diante da honra vai a humildade." Prov. 15:33. Para ocupar um elevado cargo diante dos homens, o Céu escolhe o obreiro que, como João Batista, assume posição humilde diante de Deus. O mais infantil dos discípulos é o mais eficiente no trabalho para Deus. Os seres celestes podem cooperar com aquele que procura não se exaltar, mas salvar almas. Aquele que mais profundamente sente sua necessidade de auxílio divino, há de pedi-lo; e o Espírito Santo lhe dará vislumbres de Jesus que lhe fortalecerão e elevarão a alma. Da comunhão com Cristo sairá ele para trabalhar pelos que estão perecendo em seus pecados. Está ungido para sua missão; e é bem- sucedido onde muitos instruídos e intelectualmente sábios fracassariam.

Mas quando os homens se exaltam a si mesmos, sentindo que são uma necessidade para o êxito do grande plano de Deus, o Senhor faz com que sejam postos de lado. Torna-se evidente que o Senhor não depende deles. A obra não se detém por causa de seu afastamento da mesma, mas vai avante com maior poder.

A alma sincera e contrita é preciosa diante de Deus. Ele coloca o Seu sinete sobre os homens, não por posição, não por fortuna, não por sua grandeza intelectual, mas pela sua unidade com Cristo. O Senhor da glória fica satisfeito com aqueles que são mansos e humildes de coração. "Também me deste o escudo da Tua salvação: ... e a Tua mansidão" - como elemento no caráter humano - "me engrandeceu." Sal. 18:35.

"Qualquer que receber um destes meninos em Meu nome", disse Jesus, "a Mim Me recebe; e qualquer que a Mim Me receber, recebe, não a Mim, mas ao que Me enviou." Mar. 9:37. "Assim diz o Senhor: O Céu é o Meu trono, e a Terra o escabelo dos Meus pés:... mas eis para quem olharei: para o pobre e abatido de espírito, e que treme da Minha palavra." Isa. 66:1 e 2.

As palavras do Salvador despertaram nos discípulos um sentimento de desconfiança de si mesmos. Ninguém fora especialmente apontado na resposta; mas João foi levado a duvidar de que em certo caso sua atitude fora correta. Com espírito de criança, expôs a questão a Jesus. "Mestre", disse ele, "vimos um que em Teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue." Luc. 9:49.

Tiago e João pensaram que, opondo-se a esse homem, tinham tido em vista a honra de seu Senhor; começaram a ver que tiveram ciúmes da sua própria. Reconheceram seu erro e aceitaram a reprovação de Jesus: "Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagres em Meu nome e possa logo falar mal de Mim." Mar. 9:39.

Pessoa alguma que se mostrasse de algum modo amiga de Cristo, devia ser repelida. Muitos havia que tinham sido profundamente movidos pelo caráter e a obra de Cristo, e cujo coração se estava abrindo para Ele com fé; e os discípulos, que não podiam ler os motivos, deviam ter cuidado em não desanimar essas almas. Quando Jesus não mais Se achasse pessoalmente com eles, e a obra fosse deixada em suas mãos, não deviam ceder a um espírito estreito, exclusivista, mas manifestar a larga simpatia que tinham visto em seu Mestre.

O fato de uma pessoa não se conformar em tudo com nossas próprias idéias e opiniões, não nos justifica proibir-lhe o trabalhar para Deus. Cristo é o grande Mestre; não nos compete julgar ou ordenar, mas deve cada um sentar-se com humildade aos pés de Jesus e dEle aprender. Toda alma que Deus tornou voluntária, é um instrumento por onde Cristo revelará Seu amor cheio de perdão.

Quão cuidadosos devemos ser para não desanimar um dos que transmitem a luz de Deus, interceptando assim os raios que Ele queria fazer brilhar no mundo!

A aspereza e a frieza manifestadas por um discípulo para com uma pessoa a quem Cristo estava atraindo - um ato como o que João praticara ao proibir alguém de operar milagres em nome de Cristo - poderia dar em resultado o encaminhar aquela criatura para a senda do inimigo, ocasionando a ruína de uma alma. De preferência a fazer alguém isso, disse Jesus: "Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha e se submergisse na profundeza do mar." E acrescentou: "Se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno." Mar. 9:42-44.

Lições

1. - Não devemos ser porta voz dos outros.

Pedro não deveria ter dito que Jesus pagaria o imposto. O certo seria dizer: Perguntem a Ele
Há pessoas que adoram determinar o que os outros devem ou não devem fazer .

2. Não devemos fazer confusão por coisa pouca.

Mesmo que você tenha direitos, é preferível abrir mão desse direito, do que criar uma confusão. Jesus não tinha obrigação de pagar as tais didracmas, mas preferiu pagar.


3. Para trabalhar por e para Jesus, não é necessário ser importante ou ter um cargo de visibilidade
O maior no reino de Deus é aquele que está mais disponível, e é humilde como uma criança

4. Não devemos proibir os outros de fazer a obra de Deus, só por que não faz parte de nosso grupo.
João queria proibir alguns de falar e fazer milagres só por que os mesmos não faziam parte do grupo dos doze. A resposta de Jesus foi: “deixai-os, que não é contra mim é por mim”

























BATISMO... ...Em Nome de Quem?



BATISMO...
...Em Nome de Quem?

“Portanto, ide e fazei discípulos, de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. Mateus 28 19

 Uma resposta à controvérsia do Batismo só em Nome de Jesus



Pr. Manoel Barbosa da Silva
Distrital de Divinópolis - Tocantins




Batismo Em Nome... De Quem?.

Muito se tem falado e escrito sobre a fórmula correta de batizar. Há aqueles que defendem a tríplice forma: “em Nome do Pai, em Nome do Filho e em Nome do Espírito Santo”. E como defesa desta forma, citam a ordem expressa de Jesus no evangelho de Mateus 28: 18 – 21
Outros há, entretanto, que condenam essa fórmula, dizem que batizar em nome da Trindade é uma tradição católica, e quem procede assim está em erro, pois os apóstolos batizavam apenas em O Nome de Jesus; e que a passagem citada em Mateus foi acrescentada à Bíblia, por algum copista através dos tempos e que a mesma não é encontrada nos mais antigos pergaminhos
Procede este argumento? A Bíblia foi adulterada para defender uma prática católica? É correto batizar em nome da Trindade? O batismo só é válido se realizado apenas em O Nome de Jesus?
Nas linhas a seguir, tentaremos tirar estas dúvidas e mostrar pela Bíblia a fórmula correta de batizar.

O Que Significa O Batismo? Para Que A Pessoa É Batizada?
“O ato do batismo é uma expressão externa para mostrar a Deus e ao mundo que, desse dia por diante, estamos resolvidos a deixar que Deus dirija em tudo que temos e somos. Desse dia em diante viveremos para Ele. Para o cristão renascido, esse é o dia no qual se uniu a Cristo. Justamente como, para a noiva, o dia do casamento e o dia em que se une ao esposo. Nessa ocasião toma o nome do marido e promete viver para ele o resto de sua vida. Semelhantemente, o cristão não pode por mais tempo viver para o próprio eu, mas viverá para Cristo daí por diante”. Curso ‘A Bíblia Fala’, estudo 17
“Na verdade o batismo nas águas é um ato simbólico, é uma expressão que externiza o sentimento de repúdio ao pecado, tornando público o arrependimento por meio de uma ação simbólica.” Ultimato 14 de junho 2008
A palavra batismo, etimologicamente, significa mergulho. Não se sabe quando começou esta prática, o que se sabe é que os judeus a mantiveram através dos tempos. E há quem acredite que já nos tempos do profeta Elizeu o batismo era praticado, e por este motivo é que ele, Elizeu, mandou que o leproso Naamã se auto-batizasse no rio Jordão, ou seja, mergulhasse sete vezes.
O batismo moderno teve início com João o Batista.   O chamamos de batismo moderno, porque o próprio Jesus foi batizado, porém era uma prática comum em Israel e tão conhecida, que nenhum sacerdote, escriba, ou mestre da lei contestou o fato de João estar batizando o povo, pelo contrário, muitos fariseus quiseram batizar-se também, João é que se recusou a fazê-lo.  Lucas 3:7
Alguém pode ser batizado apenas em “ Nome de Deus”?  Ou apenas em “Nome do Espírito Santo?”...  Ou só pode ser em “Nome de Jesus?”... É válido você usar só um dos nomes da Trindade na hora do batismo? Se for válido usar só um dos nomes, qual deles?.. 
Se o batismo é o momento áureo na vida do pecador arrependido, se é o momento que ele se entrega de corpo e alma a Deus, não seria justo que nesta hora, fosse invocado o nome mais importante entre os três?...  E quem é o mais importante?...
Dizem, os dissidentes,  que não existe Trindade, ou seja, não há três pessoas no céu, apenas duas:
O Pai, O Criador  e Jesus, a criatura - Sendo Jesus, muito importante, mais importante que todos os anjos, mais importante que todo o universo, porém criado, ou gerado  em um passado remoto, e após a criação, promovido a mais alta hierarquia do céu tornando-se Deus, criado, portanto, inferior ao Deus, criador.
Dizem ainda, que O Espírito Santo não é uma pessoa, é apenas uma energia que procede do Pai, portanto, não existe.
Sendo assim, não seria lógico e razoável que no batismo fosse invocado ‘O Nome do Pai’ O criador,  ao invés de ‘O Nome do Filho’?

O Batismo de Naamã

Qual nome foi invocado no batismo de Naamã?
O batismo de Naamã foi válido? 
Ele se converteu, ou apenas foi curado da lepra?

Que Naamã foi convertido não dúvidas, pois ele mesmo deu testemunho afirmando que nunca mais adoraria outros deuses, senão o Senhor. Pediu até permissão para levar um carregamento de terra de Israel, para com ela fazer um travesseiro onde pudesse ajoelhar-se na hora de fazer suas orações. Oraria ao Deus de Israel, ajoelhado em terra proveniente de Israel.

“E disse Naamã: Se não queres, dê-se a este teu servo uma carga de terra que baste para carregar duas mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao SENHOR.” Bíblia 2. Reis 5: 17.

Afirmou também que, se caso Elizeu ficasse sabendo, que ele, Naamã, ainda estava frequentando o templo de Rimom, não seria por devoção, mas apenas para acompanhar e ajudar o Rei - seu amigo, que já era velho e tinha dificuldades em ajoelhar-se e levantar.

“Nisto perdoe o SENHOR a teu servo; quando meu senhor entrar na casa de Rimom para ali adorar, e ele se encostar na minha mão, e eu também tenha de me encurvar na casa de Rimom; quando assim me encurvar na casa de Rimom, nisto perdoe o SENHOR a teu servo”. 2 Reis 5: 18
“E ele, o profeta, lhe disse: “Vai em paz. E foi dele a uma pequena distância”. VS. 19

Os textos acima deixam claro que Naamã, não foi apenas curado da doença, mas que se converteu. Recebeu a cura física e espiritual.
Ele foi batizado, e  bem batizado. Em nome de quem?
Em nome do Pai?... Pode-se batizar em nome do Pai?
Em nome de Jesus?... Jesus era conhecido naquele tempo?
Em nome do Espírito Santo?... Existe o Espírito Santo?
Ou ele foi batizado em nome do profeta Elizeu?...
Pode-se batizar em nome de um profeta?...
Que ele foi batizado, não resta dúvidas. Ele foi batizado, mergulhado sete vezes. Batismo é imersão, mergulho. Será que ele foi batizado em nome de ninguém?...Pode?
Será que Naamã foi salvo?... Eu creio que sim. E você?... Ele não foi batizado em Nome de Jesus... E agora?

O Batismo de João Batista

E João Batista, batizava em nome de quem? O batismo de João era aceito por Deus?  Claro!... A Bíblia diz: “Houve um homem enviado por Deus, cujo nome era João”. João 1: 1, Ele foi enviado para batizar, sobre isto não resta dúvidas,  o próprio Jesus foi batizado por ele, João.  E no batismo de Jesus, Deus se manifestou ao falar “Este é o meu Filho Amado, em quem me comprazo” e o Espírito Santo, que dizem não existir, também apareceu por lá em forma de pomba e pousou sobre Jesus.
O problema é que hoje, alguns ensinam que o batismo só é válido se for apenas em nome de Jesus. Os que ensinam isto, costumam sair pelas igrejas rebatizando os crentes, fizeram isto em meu distrito. Dizem, que quem foi batizado em nome da Trindade está em pecado e não terá a salvação.
Se o certo é batizar apenas em O nome de Jesus, como fica o próprio Jesus? ... Em que nome ele foi batizado?...  E os que foram batizados antes dele, estão perdidos?
O que significa batizar em nome de Jesus?
         Herbert W. Armstrong em seu livro “Tudo Acerca do Batismo” escreveu o seguinte:

“Em virtude de que hoje em dia muitos são batizados de novo “em nome de Jesus somente” para eliminar o Pai e o Espírito Santo, devemos considerar o porquê desta prática.
Sustentam os que tal fazem que Mateus 28:19 é a única passagem da Bíblia onde se manda nomear o Pai e o Espírito Santo. Acrescentam que, uma coisa tem que ser estabelecida, “ da boca de duas ou mais testemunhas”. E, como, afirmam eles, só há esse testemunho para tal mandato, deve ser rechaçado. Todas as outras passagens mencionam apenas o Nome de Jesus.
O certo é que se requerem dois ou mais testemunhos, unicamente em caso de testemunho humano, quando um acusa o outro. Mas essa instrução não é aplicável ao Testemunho Divino, já que foi inspirado pelo Espírito Santo. Pelo contrário, Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil. ... (2Timoteo 3: 16.) e a escritura não pode ser quebrantada.
Se você pode quebrantar, desaprovar, rechaçar, ou suprimir, ou desprezar  este verso da escritura, pode desprezar o restante.
A palavra “em” que aparece em Mateus 28: 19, propriamente deve traduzir-se “dentro de” o significado é, pois, que os crentes arrependidos são batizados, imergidos, mergulhados , dentro de Deus o Pai, e dentro de Cristo o Filho, e dentro do Espírito Santo.
E o que realiza a imersão, o que imerge o novo crente sob a água, executa o ato em nome de, ou seja, pela autoridade de Jesus Cristo, por sua ordem.
Por que Jesus disse: “toda autoridade me foi dada no céu e na terra” ele tem todo o mando. Assim que, o fazemos por sua autoridade, do contrário, não teríamos nenhum poder para fazê-lo. Herbert W. Armstrong, Tudo acerca do batismo, Pags 13,14. (Tradução livre)

Conforme o texto acima, batizar em nome de Jesus, não é apenas usar as palavras, “ Eu te batizo Em Nome de Jesus”, como se fosse um mantra, uma palavra mágica.
Batizar em nome de Jesus, é batizar por Ele, em lugar dele, substituindo-o, é batizar pela autoridade recebida de Jesus, ter a autoridade para executar o ato, é ter sido investido na função. É ter sido ordenado para realizar o batismo.
Não é qualquer “zé mané”,  que vai sair por aí levantando a mão para o céu, e batizando  qualquer um “em Nome de Jesus” que o batismo será aceito.
A pessoa que batiza deve ser investida na função, deve ser reconhecido pela igreja, deve ser ordenado pastor, ancião, ou mesmo diácono, como era Filipe.  Só assim o batismo terá validade.
Quando o Espírito Santo escolheu a Saulo e Barnabé, para o ministério, não atropelou a igreja. Ele poderia ter enviado os dois sem dar satisfação a ninguém, afinal é o Espírito Santo, Ele é o terceiro poder da Divindade. No entanto, Ele deu a seguinte ordem à igreja:

“ Disse O Espírito Santo: Separai-me,  agora, a Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”. Bíblia, Atos 13:2
“Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram”, Atos 13:3

Veja que o Espírito Santo fez o chamado, e a igreja em oração e jejum confirmou o chamado, os separou e os ordenou pela imposição de mãos (verso 3).  É assim que Deus trabalha. As coisas de Deus são feitas com decência e ordem.
        
         O que torna o Batismo válido

Nesta questão de batismo, é bom que se diga, que três coisas concorrem para que seja válido:
1.     A forma correta de batizar.
Deve ser por imersão, como Jesus foi batizado. Qualquer outra forma de batismo, que não este, não é batismo. Mesmo que o batizando seja sincero e quem o batiza também. Se não for mergulhado na água, como diz o texto bíblico, não está batizado.
2.     A autoridade de quem realiza o ato.
Como já foi dito antes, se alguém deseja ser batizado, e qualquer um que nada tenha a ver com o ministério, não é pastor, não é ancião, nem mesmo diácono, resolve batizá-lo, você acredita neste batismo? Pode qualquer pessoa sair por aí, batizando? Com certeza a resposta é não.
3.     A vontade do batizando
Não importa a fórmula, nem as palavras pronunciadas na hora do batismo se o sujeito não deseja ser batizado, o batismo feito contra a vontade não tem valor. Mesmo que todos os pastores do mundo o mergulhem até sete vezes como Naamã, e digam em uníssimo: “Nós te batizamos em nome de Jesus” ainda assim não está batizado, estará com certeza, bastante molhado.
No entanto, se essa pessoa aceitou a Cristo, mas por algum motivo não foi batizada, se vier a morrer, será salva. Como o ladrão na cruz, que não foi batizado em nome da Trindade, nem em Nome de Jesus, nem no Nome de ninguém e morreu salvo. Aleluia!

A Expressão Em Nome De Jesus

Por que os discípulos usaram muitas vezes a expressão “Em Nome de Jesus”? Não é um indicativo que esta fórmula deve ser sempre usada ao batizar? A resposta é não.
Eles usavam essa frase, como referência à autoridade que estavam investidos. É lógico que eles tinham que se afirmarem perante as autoridades. Eles não haviam estudado teologia, nem mesmo haviam estudado nas escolas dos rabinos, não eram levitas, nem sacerdotes, tampouco eram profetas. Com que autoridade eles ensinavam, pregavam ao povo e os batizavam?  Em nome de quem fazia tudo aquilo? ‘Em nome de Jesus,’ respondiam. (Veja este texto bíblico em Atos 4:1-10)

Pedro e João perante o Sinédrio

1  E, estando eles falando ao povo, sobrevieram os sacerdotes, e o capitão do templo, e os saduceus,

2  Doendo-se muito de que ensinassem o povo, e anunciassem em Jesus a ressurreição dentre os mortos.

3  E lançaram mão deles, e os encerraram na prisão até ao dia seguinte, pois já era tarde.

4  Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.

5  E aconteceu, no dia seguinte, reunirem-se em Jerusalém os seus principais, os anciãos, os escribas,

6  E Anás, o sumo sacerdote, e Caifás, e João, e Alexandre, e todos quantos havia da linhagem do sumo sacerdote.

7  E, pondo-os no meio, perguntaram: Com que poder ou em nome de quem fizestes isto?

8  Então Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Principais do povo, e vós, anciãos de Israel,

9  Visto que hoje somos interrogados acerca do benefício feito a um homem enfermo, e do modo como foi curado,

10  Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós.

A pergunta era: “Com que poder e em nome de quem fizestes isto? Quem vos autorizou?”
 Pedro respondeu: “Jesus. É a ele que temos que prestar contas.”

Autoridade eclesiástica

Para alguém batizar em nome de Jesus, deve ter sido chamado por Deus, e autorizado pela igreja. Precisa de autoridade eclesiástica. Mesmo que não use a frase “Em nome de Jesus” o batismo será válido, pois quem está batizando tem credenciais para fazê-lo.

Ilustração.
Um juiz de paz, quando celebra um casamento, diz: “Eu, juiz de paz desta comarca, pela autoridade que a lei me concede, vos declaro casados, Em nome da lei’”. “E se ele esquecer da frase “Em nome da lei”, E falar apenas, “eu vos declaro casados”.  O casamento deixa de ter valor? Não. Claro que não. Mesmo o Juiz  não pronunciando a tal frase, o casamento é válido por que ele tem autoridade para realizar o ato, ele foi investido da autoridade. Ele o faz em nome da lei.Quem casa é a lei, o juiz apenas a representa.
Assim também é com o batismo, se o celebrante foi autorizado por sua igreja para batizar, e o batizando deu provas que aceitou a Jesus como seu salvador, o batismo será válido, mesmo que ele, o celebrante, deixe de pronunciar a frase em Nome De Jesus, ou, em Nome da Trindade. Ele é o representante de Jesus, quem batiza é Jesus, o pastor apenas age em seu lugar. 
Suponhamos que o pastor, na hora do ato, use apenas o velho e conhecido clichê: 
Prezado irmão em Cristo, renunciaste o mundo com os seus pecaminosos caminhos, e aceitastes a Cristo como teu salvador pessoal, para remissão de teus pecados, e para a gloria de Jesus, eu ministro do evangelho, devidamente chamado por Deus, e autorizado por nossa igreja, e para que tenha uma nova vida, eu te batizo...  Amém!”
Está batizado, ou tem que mergulhar de novo invocando a frase “Em Nome de Jesus”?...Ou, “Em Nome do Pai, Em Nome do Filho, Em Nome do Espírito Santo”?


É Certo Batizar E Só Em Nome De Deus?

Quem está mais preocupado com a salvação do perdido, Jesus, ou Deus?... 
Quem deu mais pelo resgate da humanidade?, Jesus, que deu a sua própria vida, ou Deus, que deu o seu próprio Filho? O que a Bíblia diz?

Sobre Jesus:

"Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,"  (I Coríntios 15 : 3)

"Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios."  (Romanos 5 : 6)

"Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós."  (Romanos 8 : 34)


A lista seria infinita. Não existem palavras que descrever o amor de Jesus. Quando nos batizamos, deixamos de ser inimigos, e recebemos a identidade de filhos.
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;"  (João 1 : 12)

Sobre Deus.

"Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores."  (Romanos 5 : 8)
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."  (João 3 : 16
"Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor  eterno te amei, por isso com benignidade te atraí."  (Jeremias 31 : 3)

O mesmo amor demonstrado por Cristo é o que Deus demonstrou por nós. Fomos criados por Deus, e salvos por ele. Deus e Jesus estavam unidos na salvação da humanidade. Assim como Jesus enviou os  apóstolos para pregar e batizar, Deus enviou João Batista para pregar e batizar.

“Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.”  (João 1 : 6)
"E eu não o conhecia, mas Aquele que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre
Aquele “que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, Esse é o que batiza com o Espírito Santo.”  (João 1 : 33)

Se Jesus deu a própria vida, o Pai deu o seu próprio Filho, quando Jesus agonizava na cruz, o Pai estava ali ao seu lado sofrendo também, a escuridão que envolveu o calvário, foi para que as pessoas ali presentes, não percebessem a presença de Deus ao lado da cruz.
Quem aceita a Jesus, aceita também o Pai, quem é batizado em Nome do filho, deve ser batizado também em nome do Pai.
E o que realiza a cerimônia ,o faz em nome de Jesus, o Filho, e o faz também em nome de Deus o pai. Ele foi enviado por Jesus e também foi enviado pelo Pai, ele é o representante de Jesus e é também o representante do Pai. Por este motivo que o batismo deve ser em Nome do Filho, e em nome do Pai.
Não faz sentido, Deus, o criador do universo, e também o redentor da raça humana, ser excluído na hora do batismo, e o ministrante dizer apenas, “eu te batizo em nome de Jesus”.
 O certo é dizer: “Eu te batizo em nome de Deus o Pai e em nome de Jesus o Filho” por que ambos deram tudo pela salvação daquele pecador.
O batizando é imerso em Deus. Como disse o apóstolo Paulo. “Nele nos movemos e existimos” e ao mesmo tempo, é imerso em Jesus. O batizando passa a fazer parte da família de Deus, e  da família de Jesus, que é a mesma.
E o ministro que realiza a cerimônia o faz em nome de Deus, por que ele é um servo de Deus. Ele foi enviado por Deus, ele é um agente a serviço de Deus o Pai, por isto que ele diz, “Eu te batizo em nome do Pai”. Mesmo que ele não usasse essas palavras, estaria batizando em nome do Pai, por que ninguém batiza em seu próprio nome só se batiza em nome de Deus o Pai, por que foi o Pai  quem o chamou para esse mister.
Ao mesmo tempo o ministro realiza a cerimônia em nome do Filho. Ele é o legítimo representante de Jesus, Foi Jesus quem o comissionou a pregar e batizar. São de Jesus as palavras: “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura, quem crer e for batizado será salvo”... Marcos 16:15,16. “ Assim como tu me enviaste ao mundo, eu os envio ao mundo” João 17: 18. Portanto o ministro realiza a cerimônia a mando de Jesus, pela ordem do filho. Ele batiza Em Nome do Pai, ele o faz também Em Nome do Filho

E Em Nome Do Espírito Santo, Pode-se batizar?

Quem é o Espírito Santo?

Para os  Antitrinitarianos, o Espírito Santo é apenas uma energia, uma força, uma influencia positiva, um conceito, ou uma figura de linguagem, um modo de expressar os atributos e manifestações de Deus na terra e na vida das pessoas. Mas não é uma pessoa, nem é Deus.
Há também quem afirma que é Anjo Gabriel, ou outro anjo qualquer, nunca porém, uma terceira pessoa poderosa fazendo parte da Divindade.
        
Que diz Ellen White?

“Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira PESSOA da Trindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder”. Desejado de todas as nações pag. 671

O Espírito Santo é uma pessoa, não é uma energia modificada.

A Bíblia está cheia de referencias ao Espírito Santo. Não precisa ser teólogo para deduzir que Ele é uma pessoa.

Vejamos.

“E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas."  (Gênesis 1 : 2)

No principio estava com Deus. Não era o mesmo Deus, era outro Ente à parte, fora Dele. Não era Deus o Pai. Estava com, junto, ao lado.
“ E o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”.
 Outra tradução diz, “pairava sobre a face das águas”
No meu velho dicionário, pairar, significa: “Parar acima de; adejar; estar acima, sobrevoar”.  Que se conclui?...

Funções do Espírito Santo

O Espírito Santo encheu de sabedoria a Bezalel e Oliabe, para construírem a Arca. Êxodo. 35: 31. Inspirou a Saul a profetizar, 2 Samuel 10:10. Revestiu a Zacarias de poder para pregar, 2. Crôn. 24:20 Inspirou os profetas a escreverem a Bíblia, 2 Timóteo. 3:16.

O Espírito Santo foi o agente ativo no nascimento de Jesus.

"E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo;" (Mateus 1 : 20)

"E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus." (Lucas 1 : 35)

            O Espírito Santo, também, ungiu Jesus para o ministério e o enviou a pregar e curar. Ele quem o afirmou:

"O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração," (Lucas 4 : 18).

O Espírito Santo é chamado de Outro, não é Deus o Pai, nem o próprio Jesus, mas é outro, outra pessoa, outro ser.

"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;"  (João 14 : 16)

         O Espírito Santo foi enviado pelo Pai.

"Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito."  (João 14 : 26)

Veja bem a expressão: “Em meu nome”.  Significa: Em meu lugar, para me substituir, para agir como se fosse eu mesmo, para falar por mim, para fazer as coisas que eu faço.

Outras Funções Do Espírito Santo.  João. 16: 7-15

7  Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for,o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.
8  E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.
9  Do pecado, porque não crêem em mim;
10  Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;
11  E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado.
12  Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.
13  Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.
14  Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.
15  Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

Mais Funções Do Espírito Santo.

E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.
E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.
E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. E, vindo ter conosco, tomou a cinta de Paulo, e ligando-se os seus próprios pés e mãos, disse: Isto diz o Espírito Santo: Assim ligarão os judeus em Jerusalém o homem de quem é esta cinta, e o entregarão nas mãos dos gentios. Atos 21:11

Estas passagens deixam claro que o Espírito Santo é uma pessoa, e é através Dele que o pecador é convencido do pecado. Sem a atuação do Espírito Santo não haveria salvação, pois o pecador só é convencido da necessidade de aceitar a Jesus, pelo trabalho do Espírito Santo.
Esse mesmo Espírito que convence o pecador a aceitar a salvação, é o que escolhe as pessoas e as  comissiona para o ministério.

“Ele mesmo concedeu, uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres”. Efesios 4:11.

Como se pode ver, o Espírito Santo, foi enviado, convence, guia, fala, diz, anuncia, e recebe, envia as pessoas, impede outras de agir, distribui dons a igreja, e comissiona outras a pregar,  escolhe alguns para ser pastores,  e escolhe outros para serem evangelistas ou mestres, faz as pessoas lembrar do que esqueceu, e fica triste quando alguém peca.
 Se não é uma pessoa, é o que?...Só os de mente obtusa não reconhecem isto
O Espírito Santo é uma pessoa e não é nem um pouco inferior a Deus o Pai, nem a Deus o Filho.

Leias estas palavras de Ellen White

“O mal vinha se acumulando por séculos e só poderia ser contido, pelo inigualável poder do Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade, que viria sem restrições em Sua eficácia, mas em plenitude do divino poder”.  Olhando para o alto pag. 45

“Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa atuação da terceira pessoa da Divindade, a qual não viria com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele, o crente torna-se participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e para gravar Seu próprio caráter em Sua igreja”. Review and Herald, 19 de novembro de 1908.

Sendo que o Espírito Santo é quem salva o pecador, ao convencê-lo “do pecado da Justiça e do juízo”, é Ele quem leva esse pecador aos pés de Cristo, e intercede por esse pecador com gemidos inexprimíveis; ele concede poder para o pecador resistir ao pecado, fica evidente que esse pecador deve ser batizado, também,   em nome desse Espírito. Não faz sentido na hora do batismo, o nome do Espírito Santo não ser invocado
Acredito até, que se o batizando for batizado só em Nome do Espírito Santo, já esta muito bem batizado;  por que ao ser batizado, ele está sendo imerso no Espírito, fica cheio do Espírito,  passa a fazer parte da família espiritual, passa a ser propriedade do Espírito Santo
 Não esquecendo que o ministro que realiza a cerimônia o faz em nome do Espírito, ou seja, pela sua ordem, em seu lugar. Foi para batizar que o ministro foi escolhido e quem fez a escolha foi o Espírito.
 É por isto que quem realiza um batismo o faz em Nome do Espírito Santo

 Conclusão

O Batismo deve ser em Nome do Pai, por que o Pai é o Criador, e Salvador. Entregou seu próprio filho para nos salvar.
E o ministro é um agente do Pai, realiza o batismo em nome do Pai
O Batismo deve  ser em Nome do Filho, por  que o Filho é o Criador, “todas as coisas foram feitas por Ele e sem Ele nada do que foi feito se fez” e é também o Salvador. Deu a sua própria vida para nos salvar
E o ministro é um agente do Filho,  foi enviado pelo Filho,” portanto ide”, disse o Filho, “por todo o mundo e pregai e batizai”
E o Batismo deve ser em Nome do Espírito Santo por que o Espírito Santo é Criador, regenerador, consolador, e conduz o pecador aos pés de Jesus.
E o ministro é um agente do Espírito Santo, foi escolhido e enviado pelo mesmo, o ministro fala, ensina,  age e batiza em Nome do Espírito Santo

Que diz Ellen White?

“Ao se submeterem os cristãos ao solene rito do batismo, Ele registra o voto feito por eles de Lhe serem fiéis. Esse voto é seu compromisso de lealdade. Eles são batizados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Acham-se assim unidos aos três grandes poderes do Céu. Comprometem-se a renunciar ao mundo e a observar as leis do reino de Deus. Devem, portanto, andar em novidade de vida. Não mais devem eles seguir as tradições dos homens. Não mais devem seguir métodos desonestos”. Livro Evangelismo Pág. 308

Mesmo que o ministro, não pronunciasse a formula:  “Em Nome do Pai, Em Nome do Filho e Em nome do Espírito Santo” mesmo assim, o pecador estaria sendo batizado em nome dos três, por que estes, estão unidos pela sua salvação, e o ministro é um representante dos três. Portanto, esse batismo seria válido
Porém, nenhum, Pastor, Evangelista, ou Ministro, em sã consciência, deixaria de usar essas palavras tão poderosas. Nenhum batizando ficaria feliz, se na hora mais solene da sua vida, o pastor deixasse de invocar sobre sua pessoa, e sobre aquele ato, estas tão doces e poderosas palavras. Eu te Batizo: Em Nome do Pai, Em Nome do Filho e Em nome do Espírito Santo.
É por isto que batizamos em Nome da Trindade, e quem foi batizado só em Nome  de Jesus, não recebeu o batismo completo, pois deixou de lado o  Pai, e o Espírito Santo.
 É isto que Satanás deseja;  que os pecadores rejeitem a Deus ou o Espírito Santo. Pois ele sabe que quem rejeita o Pai, rejeita o  Filho. E quem rejeita o Pai e o Filho, também rejeita o Espírito Santo. E quem rejeita o Espírito Santo não tem perdão. Nem neste mundo nem no mundo vindouro.

Apelo

Amigo, se você foi batizado só em Nome de Jesus, ainda é tempo de consertar, procure  ser batizado em nome dos Três, pois os Três estão unidos pela tua salvação
Você deve ser batizado Em Nome do Pai, Em nome do Filho, e Em Nome do Espírito Santo. Só assim o teu batismo terá a plenitude.

Leia mais uma vez.

“É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele, o crente torna-se participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e para gravar Seu próprio caráter em Sua igreja”. Review and Herald, 19 de novembro de 1908.6 de janeiro

Você deseja vencer todas as tendências hereditárias para o mal?... Deseja se tornar participante da natureza divina?... Quer ser vitorioso?... Não rejeite o Espírito Santo de Deus.
Lembre-se. Satanás é astuto, vai querer te convencer, com argumentos irretorquíveis, que o Espírito Santo,...  existe, mas não existe. Que é Ele, mas não é.  Que Ele está lá, mas não está, Que é apenas uma força, uma energia, um anjo, um ato de poder,  e bla, bla, bla,bla, bla ,bla com argumentos assim,  satanás quer fazer contigo o mesmo que fez com os anjos no céu, usou argumentos tão fortes, tão lógicos, tão convincentes,  que convenceu a terça parte do anjos a se afastar de Deus.
Você vai se deixar enganar também?

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Observações

1.     Quanto a alegação de que o verso 19 do capítulo 28 de Mateus, não se encontra nos manuscritos mais antigos, que o mesmo foi acrescentado à Bíblia, por algum copista do passado é pura balela. Todos os manuscritos da Bíblia contém este verso. E a prova, são  as testemunhas de Jeová.
As testemunhas de Jeová são os piores inimigos da Trindade. Se houvesse um só manuscrito da Bíblia, em algum lugar do planeta, que não constasse esse verso, eles, as Testemunhas de Jeová,  já teriam divulgado com muito alarde, teriam feito carreatas, festas, teriam publicado aos milhões e distribuído de porta em porta, para mostrar que a Bíblia foi adulterada. Mas não fizeram. Sabe por quê?
Por que não existe. A própria Bíblia deles, A Bíblia que eles publicam, tem esse verso. É só conferir
2.     Alegam que na Bíblia não há a palavra Trindade. E é verdade. Na Bíblia não existe a palavra, existe as pessoas. E são três.
São três. Tri. Essa palavrinha, Tri, significa três. Daí, Tri Campeão,
Quanto a Deus, É Tri,+ Unidade, por que são três, mas são unidos.
Tri+Unidade = Tri unidade ou Trinidade sem o u ou então, Trindade sem um i  

Está claro, ou precisa desenhar?










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