Um espaço aberto para compartilhar e debater notícias e temas atuais relacionados com a Bíblia e vida espiritual.
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Manoel Barbosa da Silva é pastor jubilado da Igreja Adventista do Sétimo Dia e atualmento reside em Anápolis Goiás
O Senhor novamente Se manifestou a mim. No dia 12 de Junho de 1868, enquanto falando aos irmãos na casa de culto de Battle Creek, Michigan, o Espírito de Deus veio sobre mim e num instante eu estava em visão. Essa visão foi longa. Comecei a escrever o quinto volume de Spiritual Gifts, mas eu tinha de dar-lhes imediatamente testemunhos de natureza prática. Deixei então aquele trabalho para preparar esse folheto.
Nesta última visão foi-me mostrado que é plenamente justificada minha conduta em publicar testemunhos pessoais. Quando o Senhor discrimina casos particulares, especificando os seus erros, outros, que não foram mostrados em visão, freqüentemente os admitem como exatos, ou aproximadamente semelhantes.
Se alguém é repreendido por alguma falta especial, os irmãos e irmãs devem examinar cuidadosamente a si mesmos e indagar em que eles próprios têm falhado, e em que se têm feito culpados de idêntico pecado. Devem manifestar um espírito de humilde confissão. Se alguém supõe estar correto, isto não decide o seu caso. Deus “olha para o coração”. 1 Samuel 16:7. Desse modo, Ele experimenta e prova as pessoas.
Ao repreender os erros de alguém, Ele pretende corrigir a muitos. Se estes, porém, deixam de tomar para si a repreensão, lisonjeando-se de que Deus passa por alto os seus erros porque não os aponta individualmente, enganam a si mesmos e se afundam em trevas, sendo abandonados aos próprios caminhos para seguirem “as imaginações de seu coração”. Salmos 73:7.
Muitos não usam de sinceridade consigo mesmos e estão laborando em grande erro quanto a sua legítima condição diante de Deus. Deus Se serve de caminhos e meios que melhor satisfazem a Seu propósito, para provar o que há no coração de Seus seguidores professos. Ele torna patentes as faltas de uns, para que outros se dêem por avisados e temam, procurando evitá-las. Pelo exame de si mesmos, podem ver que estão fazendo as mesmas coisas que Deuscondena em outros. Se desejam realmente servir a Deus e temem
ofendê-Lo, não hão de esperar que primeiro lhes sejam notificados
os seus pecados antes que os confessem, mas tornar-se-ão ao Senhor humildemente arrependidos, renunciando aquelas coisas que
desagradam a Deus, de conformidade com a luz que outros receberam. Se, pelo contrário, aqueles que estão em faltas, vêem que são
culpados dos mesmos pecados reprovados em outros, mas contudo
continuam a não manifestar nenhum arrependimento, simplesmente
porque esses pecados não lhes foram especialmente notificados,
correm perigo, subjugados por Satanás à vontade dele.
Em sua trajetória, o ministério pastoral é repleto de bênçãos e oportunidades para servir. (Foto: Shutterstock)
Quero compartilhar com você, querido pastor, algumas das preciosas lições que aprendi no ministério pastoral, começando pela convicção do meu chamado. Dois dias antes do meu batismo, ocorrido em 14 de fevereiro de 1982, no Estado do Paraná, Mário Baptista, meu primeiro pastor adventista do sétimo dia, presenteou-me com o livro José Amador dos Reis: pastor e pioneiro.[1] Na dedicação, escreveu: “Wilson, um bom livro pode fazer um homem”. Em outra ocasião, perguntou-me diretamente: “Por que você não faz Teologia para ser um pastor?” Fiquei perturbado, pois quem eu era para tudo isso?
Enquanto eu servia como assistente de Colportagem, área destinada para promoção de literatura sobre saúde e vida cristã, na sede da Igreja Adventista para o sul matogrossense, o pastor Antenor Lino Macedo, sabendo que eu gostava de estudar profecias e a história da nossa Igreja, disparou: “Guilherme Miller, não fuja do chamado de Deus”. Eu orava sobre o assunto. O apelo decisivo ao meu coração veio da Neli, minha amada e querida esposa, a quem, depois de Deus, mais agradeço pelo ministério. Sabendo o que havia em meu coração, ela me perguntou: “Você quer cursar Teologia e ser um pastor?”. Respondi que sim, e perguntei o motivo da indagação. Ela, então, sublinhou: “Porque se você quiser, eu vou lhe apoiar.” Glória a Deus!
Certos de Seu chamado
Oramos ao Senhor por Sua confirmação e direção, mas alguém me disse: “Não vá porque você já é obreiro, e recebe 69% da escala.” Outro disse: “Você vai ‘pastar' lá. Fique aqui, pois está bem.” Passei algum tempo em meio a dúvidas. Entretanto, após uma noite sem dormir pensando no chamado de Deus, tomei a decisão. Fiz a inscrição para o vestibular de Teologia no Instituto Adventista de Ensino, hoje Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), localizado na zona sul da capital paulista. Ao ser aprovado, alugamos um pequeno sobrado no Capão Redondo. Ingressei no curso em 1986. Uma de minhas primeiras férias de Colportagem ocorreu desde o portal de entrada da referida instituição, seguindo pela Estrada de Itapecerica da Serra até a ponte João Dias. Em cerca de 12 quilômetros, o Senhor me deu os recursos necessários para estudar. Somente a Ele toda a glória!
Estudar sob a liderança dos professores Wilson H. Endruveit, Alberto R. Timm, Wilson Paroschi, José Maria Barbosa e Silva, Pedro Apolinário, Rubem Aguilar, Antonio Alberto Nepomuceno, Davi Bravo, e José Iran Miguel foi uma grande e inesquecível inspiração. Muitas vezes, com meus queridos colegas, percebemos que o “céu desceu na sala de aula.” Ao fim de 1989, recebi uma carta do pastor David Moróz, presidente da Associação Sul-Riograndense, à época sede da Igreja para o Rio Grande do Sul, dando-me as boas-vindas ao ministério adventista, e informando que eu serviria como pastor no distrito de Palmeira das Missões. Fui ordenado quatro anos depois. Nunca esqueci o poderoso sermão pregado na ocasião pelo pastor Reginaldo Kafler, evangelista da União Sul-Brasileira, o escritório administrativo responsável pelo desenvolvimento da Igreja Adventista para o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O apoio e participação ativa de minha esposa foi fundamental em meu ministério pastoral. (Foto: Arquivo pessoal)
Os anos passaram e o amor por Jesus e o ministério me acompanharam. Pastoreei distritos, atuei como diretor de departamentos em duas sedes administrativas, servi como professor e diretor do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (Salt) no Equador, e do Salt da Faculdade Adventista da Amazônia (Faama), no Norte do Brasil. Tive a oportunidade de cursar mestrado e doutorado. Sou muito grato ao meu Deus e à minha Igreja. Agora já próximo de minha aposentadoria, eu e Neli sentimos que deveríamos comprar nossa casa e pedir retorno à querida Associação Paulista do Vale, próximo ao litoral paulista. Atualmente pastoreio o abençoado distrito Esperança, na cidade de Jacareí. Em 2021, no período forte da pandemia da coronavírus, visitei 190 famílias. Então, novamente, vivenciei algumas preciosas convicções.
O ministério é maravilhoso porque o Autor e centro dele é Jesus. O que fazemos nesta amada Igreja para Jesus muito nos alegra e satisfaz, porque Ele é a fonte do nosso chamado e ministério (Efésios 4:11). As funções são diversas, desde aquele que está iniciando até o experiente na mais alta instância. Essencialmente, quem nos une é Jesus. Observemos os irmãos que servem voluntariamente com grande amor e alegria na igreja local. Eles assim o fazem porque Jesus é a causa e o centro do sacerdócio de todos os crentes. Por isso, nós também proclamamos com eles “as virtudes dAquele que nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz” (1Pedro 2:9). “Quando o olhar se fixa nEle, a vida encontra o seu centro... O dever torna-se um deleite e o sacrifício, um prazer. Honrar a Cristo, tornar-se semelhante a Ele, trabalhar por Ele, será a mais elevada ambição da vida e sua máxima alegria (2Coríntios 5:14)”.[2]
A verdadeira motivação para o ministério é o amor de Cristo. “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o Seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dEle. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:9, 10). “O amor de Cristo nos constrange", dizia Paulo (2 Coríntios 5:14), tal era a norma que dirigia sua conduta. Se alguma vez seu ardor no caminho do dever enfraquecia por momentos, um olhar para a cruz lhe fazia cingir de novo os rins do seu entendimento (Isaías 11:5), e o impelia no caminho da abnegação. Nos trabalhos pelos irmãos, contava com a manifestação de infinito amor do sacrifício de Cristo, com o seu poder de subjugar e convencer os corações”.[3]
Nós, obreiros mais antigos, temos de ser os mais entusiasmados e repletos de gratidão a Deus por nosso chamado e ministério. A parábola dos trabalhadores, em Mateus capítulo 20, sempre me desafia a reexaminar com temor os motivos do meu coração, e amar supremamente a Jesus, o Senhor da vinha. Paradoxalmente, na referida parábola, alguns dos obreiros “mais antigos da vinha” foram os mais insatisfeitos. Além de envergonhar aos mais novos, parece que ignoravam o caráter daquele que os contratou e enviou à missão, pois, em vez de manifestar sincera gratidão e alegria pelo chamado, consideraram-se injustiçados.
Movidos por avesso espírito de meritocracia, desenvolveram ganância financeira, ao ponto de reivindicar algumas moedas. Ao final da tarefa, em vez de celebrar, eles irritaram-se com a bondade do senhor da vinha, dispensada igualmente aos “derradeiros colegas”. O reino dos céus, porém, não é um pagamento a trabalhadores, e sim uma herança do Pai celestial aos Seus filhos. Como filhos, e bons soldados de Cristo, trabalhamos nas Suas “forças amadas”, não por salário, mas por amor, a fim de satisfazer ao nosso amado general, “que nos arregimentou”, comissionou e enviou ao campo de trabalho (2 Timóteo 3, 4; Mateus 28:18-20).
Pastores amam a Jesus, Sua Palavra, Sua Lei, doutrinas, a Igreja, sua mensagem e missão, porque Cristo vive neles. Aceitamos de coração a Jesus como Senhor e Salvador, e por Sua graça, à semelhança do apóstolo Paulo, afirmamos: “Estou crucificado com Cristo. Logo já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2:19, 20). Os pastores que amam supremamente a Jesus, além de amarem Sua Palavra, Lei, doutrinas, Igreja, ministério, mensagem, os perdidos, e a nobre missão de evangelizá-los, também são aqueles que mais fazem sacrifício voluntário pelo Salvador. Para estes “o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:21). Eles se sentem devedores tanto “a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Romanos 1:16). Geralmente, trabalham animadamente mais que outros, todavia não são eles, mas “a graça de Deus” através deles (1 Coríntios 15:10). Realmente, eles não podem “deixar de falar das coisas que tem visto e ouvido” (Atos 4:20 ).
Somente para pastores que de fato amam a Cristo, o final será verdadeiramente gratificante. Como sabemos, “a vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4:18). Assim como foi para Jesus, nosso grande pastor e exemplo (1 Pedro 5:4), nossa vereda ministerial ocasionalmente poderá passar pelo “deserto da tentação”, e o “vale da sombra da morte” (Mateus 4:1-11; Salmo 23:4). Como ministros enfrentamos lutas, provações, oposições, e até perseguições (João 15:20; Atos 8:1; 2 Timóteo 3:11, 12). Mas sobrepujamos todas estas coisas, pois nada “poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:35).
Assim como Jesus suportou a cruz por causa da “alegria que lhe estava proposta”, nós, que pela graça de Deus olhamos perseverantemente “para o Autor e Consumador da nossa fé” (Hebreus 12:2), temos por Sua Palavra a bendita certeza de que logo nossa alegria será completa em Seu Reino. Embora as alegrias do ministério comecem aqui, elas continuarão pela eternidade. Na época eu não sabia, mas de um ônibus cheio de desbravadores que levei a um acampamento, “saíram” cinco pastores. Com medo das piranhas no Rio Araguaia, fiz um apressado batismo de doze pessoas. Ao batizar um juvenil, eu não poderia imaginar que ele seria um poderoso evangelista. Ao encaminhar um pequeno artigo de um adolescente à Revista Adventista, eu também não sabia que ele seria um grande jornalista na vinha do Senhor. Glórias a Deus. E isso ainda é só o começo!
A primeira turma de pastores adventistas formados no Brasil cantou o hino:
Rumo ao mar, ó companheiros, singrar as águas ligeiros, E anunciar aos brasileiros que Jesus já perto está![4]
Querido pastor, meu irmão em Cristo e intrépido companheiro na jornada ministerial, Jesus em breve voltará, mas o “mar das gentes” ainda nos desafia a uma poderosa missão: a de anunciar o evangelho eterno no Brasil e em outras terras. De todos os lados, ainda podemos ouvir um angustiado grito que se eleva: “Passa à Macedônia e ajuda-nos” (Atos 16:9). Continuemos a servir com mais fervor, “ousadia e exultação da esperança”. Perseveremos no espírito do alto clamor, a proclamar a tríplice mensagem angélica em Cristo, esta “tão grande salvação”, e Seu retorno iminente (Hebreus 2:3; 3:6). Logo receberemos de nosso querido Jesus o “bem está”, e Seu convite para entrarmos “no gozo do Senhor” (Mateus 25:21). “E, quando se manifestar o sumo pastor”, receberemos “a imarcescível coroa da glória” (1 Pedro 5:4). Que nesse Dia do Pastor Adventista, o Espírito Santo renove em nosso coração o amor de Cristo, e tudo o que implica o chamado que Ele nos confiou.
Referências:
[1] SCHMIDT, Ivan. José Amador dos Reis: pastor e pioneiro. Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1980). [2] WHITE, Ellen G. Educação, 9ª Ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 297. [3]_______. Obreiros evangélicos, 5ª Ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 293. [4] BELZ, Rodolpho, W. “Reminiscências”, Revista Adventista, novembro de 1929, 8.
Em Rochester, Nova Iorque, em 25 de Dezembro de 1865, foram-me mostradas muitas coisas relativas ao povo de Deus e sua obra
para estes últimos dias.
Vi que muitos professos observadores do
sábado não alcançarão a vida eterna. Eles não conseguem extrair
lições da conduta seguida pelos filhos de Israel e caem em alguns
dos mesmos males. Se persistirem em seus pecados, arruinar-se-ão
como os israelitas e nunca entrarão na Canaã celestial. “Ora, tudo
isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso,
para quem já são chegados os fins dos séculos.” 1 Coríntios 10:11.
Vi que muitos cairiam deste lado do reino. Deus está testando
e provando Seu povo, e muitos não suportarão o exame de caráter,
a avaliação divina. Muitos terão de empreender uma rigorosa ação
para vencer seus traços peculiares de caráter, e apresentar-se sem
mancha ou ruga ou coisas tais, irrepreensíveis diante de Deus e
dos homens.
Muitos professos observadores do sábado não serão
de especial benefício para a causa de Deus ou a igreja, sem uma
completa reforma de sua parte. Muitos guardadores do sábado não
são justos diante de Deus em seus pontos de vista políticos.Não estão em harmonia com a Palavra de Deus, ou em união com o
corpo de crentes observadores do sábado.Suas perspectivas não
estão de acordo com os princípios de nossa fé.
Luz suficiente foi
dada para corrigir a todos os que desejam ser corrigidos. Todos os
que ainda mantêm sentimentos políticos que não estão em harmonia
com o espírito da verdade, vivem na violação dos princípios do Céu.
Enquanto assim permanecerem, não podem possuir o espírito de
liberdade e santidade.
Seus princípios e posições em assuntos políticos são um tremendo impedimento a seu progresso espiritual. Esses lhes são uma
constante armadilha e uma censura à fé. Os que conservam esses
princípios serão levados justamente onde o inimigo terá prazer em
aprisioná-los, onde serão por fim separados dos cristãos guardadores
do sábado. Esses irmãos não podem receber a aprovação de Deus enquanto lhes faltar simpatia para com os oprimidos negros, e estiverem em discrepância com os puros princípios republicanos de
nosso governo.
Deus não nutre maior simpatia com a rebelião na
Terra do que o fez com a revolta no Céu, quando o grande rebelde
questionou os fundamentos do governo divino, e foi lançado fora
com todos os que simpatizavam com ele em sua rebelião.
Do livro Testemunhos Para a Igreja. Pags 522 - 523
Há uma aparente contradição entre esses dois
temas, e ao mesmo tempo não. Parecem ser a mesma coisa. Um depende do outro.
Sem
evangelismo a igreja não cresce.
Se
há evangelismo, lógico que a igreja vai crescer
Porem
são duas coisas diferentes.
Se focarmos só na estratégia do crescimento da igreja, o evangelismo fica
prejudicado.
No
entanto, se fizermos o evangelismo, por evangelizar, para cumprir a missão a
nós confiada, a igreja vai crescer, mas nem sempre.
1.Evangelismo
e Evangelistas bíblicos
a)Noé
b)Ló
c)Jeremias
d)Jonas
e)Elias
f)Moises
g)Todos
esses foram grandes evangelistas, em lugares diferentes, em épocas diferentes,
mas só um deles viu o resultado do trabalho que fez, e não ficou satisfeito.
Tão
desgostoso ficou, por que o povo se converteu, que chegou a pedir a morte. (Jonas 4. 1 – 5)
Os
demais, aparentemente não tiveram sucesso do ponto de vista de crescimento de
igreja
·Noé,
em 120 anos de evangelismo, só salvou a família
·Ló
só salvou as 2 filhas
·Jeremias – chegou a ser jogado em um poço de
lama, por que tentava converter o povo
·Elias
ficou tão deprimido que chegou a pedir a morte. 1. Reis. 19:4
·Moisés
tirou do Egito, cerca de 2.000.000 milhões de pessoas, batizou a todos no rio
vermelho, e nenhum dos adultos entrou na terra prometida. (1. Cor. 10. 1, 2)
apostasia pior do que os dias de hoje, após a pandemia.
·Só
Jonas foi bem-sucedido no seu evangelismo. Toda a cidade se converteu e ele ficou desgostoso
2.Crescimento
de igreja
a)Proposta
Os teólogos sonham em ter
uma igreja:
·Igreja
relevante
·Alegre
·Moderna
·Agradável
·Que
possa atrair todo o tipo de pessoas, inclusive as classes altas e cultas da
sociedade, para tanto, agem como se a igreja fosse uma empresa comercial,
b)Empresa.
Na intenção de crescer, atraindo
todas as classes de pessoas, muitas vezes a igreja passa a usar estratégias das
grandes empresas
Empresas
As grandes empresas
comerciais, lojas de departamentos, procuram agradar todos os tipos de
fregueses. Daí elas criam vários setores na organização da loja.
- Setor para crianças -
Brinquedos e roupas infantis
- Setor esportivo -material esportivos diversos
- Setor para adultos
- Idosos
- Femininos
- Departamentos exclusivos
para pessoas de alto nível financeiro e intelectual
- Setor popular, com
mercadorias baratas e de fácil aquisição para pessoas pobres. Procuram sempre
agradar a freguesia. Afinal; “o freguês sempre tem razão”. Dizem.
c)Igrejas
Mesmo não afirmando isto,
e às vezes sem se darem conta, muitas igrejas também, para se tornarem uma
igreja relevantes e populares, usam estratégias das grandes empresas, Ou seja;
se tornam uma empresa também.
·Empresa
- Igreja
·Produto
ou mercadoria – Doutrinas
·Clientes
– Membros
·Servidores
e Gerentes – Pastores, Anciãos e Oficiais
d)Métodos
1.Propaganda
e marketing
A
proposta de todas as empresas é agradar e dar o melhor para a freguesia. O
cliente sempre tem razão.
Daí
classificam os fregueses em categorias diferentes e procura dar a cada um o
produto do jeito que ele goste.
Assim fazem algumas igrejas.
2.Tipos
de “fregueses” (membros) das "igrejas-empresas"
Crianças
Jovens
Adultos
Mulheres
Idosos
E estas clases são:
Pré-modernos
Modernos
Pós-modernos
Ultramodernos
Para agradar toda essa
“freguesia’, os líderes se matam tentando criar todo o tipo de eventos,
programas, shows e animação, para agradar seus clientes. Para tanto fazem eventos e mais eventos, usam musicas alegres, com guitarras shows e até danças. Tudo isto para segurar
esses membros, a maioria deles exigentes.
Os líderes não chamam a atenção de
ninguém, não repreendem ninguém, fazem tudo o que a freguesia deseja, e dizem:
“Não pode chamar a atenção, se não eles, os fregueses, não ficam, saem da igreja e irão procurar outras”
3.Problemas
O problema, é que, agindo assim, na esperança de ter uma igreja relevante, a igreja se torna irrelevante. Por que? é que a concorrência é melhor, tem "produtos" (doutrinas) mais agradáveis e por um preço bem mais
barato. por muito que se tente fazer uma igreja elegre e agradável, sempre tem várias igrejas evangélicas mas atrativas e mais alegres e agradáveis do que a nossa.
Missão da igreja.
Nossa missão, como adventistas do sétimo dia. é pregar o evangelho, é avisar o mundo da volta de Jesus. nossa tarefa è fazer evangelismo
4.Evangelismo
O verdadeiro objetivo dos
discípulos de Jesus, é EVANGELIZAR. Foi para isto que fomos chamados.
Evangelismo é cumprir a
ordem divina
“Ide por todo o mundo
pregai o evangelho a todas a criatura”. Marcos 16: 15
Evangelismo tem duas notícias.
Uma muito boa, e a outra
má
1.Boa.
a)Mc.
16;15 – “Quem crer e for batizado será salvo”
b)Mat.
11: - 28. “Vinde a mim todos cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”
c)João
3: 16 – “Para que todo aquele que nele crer não pereça mas terá a vida eterna”
d)1
João 1: 7 -“O sangue do seu filho Jesus
nos purifica de todo o pecado”
e)Isaías
1: 18, 19. “ainda que os vossos pecados sejam vermelhos, eles se tornarão como
a neve”
2.A
notícia Má.
a)O Mundo vai ser destruído
b)Jesus
virá em fogo para destruir os pecadores
- Salmo 50: 3 – 6
- 2 Pedro. 3: 9 – 10
- Joel. 1: 14 – 15
- Joel. 2: 1 – 3
O
que vai acontecer neste período?
- Joel 2. 30 – 32
Mateus 24. 19, 30
O
que precisamos ter para realizar o evangelismo?
Poder do Espírito Santo
- Joel.2.28,
29
- Atos 1. 8
Que
devemos fazer para receber este poder?
- Joel. 2: 15 – 17
- Lucas. 24. 49
Concluindo
Nossa
missão é evangelizar o mundo. O crescimento da igreja é apenas consequência.
Mesmo que ninguém se converta, nossa obrigação é avisar o povo.
Temos
que evangelizar.
Repetindo:
Evangelismo
tem 2 notícias.
A
boa é que Jesus aceita a todos os pecadores que o aceitarem e mudarem de vida
A
notícia má é que esse mundo vai ser destruído
De
que lado você deseja estar naquele dia?
Meu
desejo é que todos nós estejamos entre os salvos
Artigo produzido por Arthur L. White, neto de Ellen White
Os Adventistas do Sétimo Dia e a Votação Nem Ellen G. White no Espírito de Profecia aconselha contra, nem a Associação Geral, pelos seus votos, tem negado aos adventistas do sétimo dia o privilégio de votarem. Porém consistentemente através dos anos, os líderes da igreja e Ellen G. White têm vez após vez apontado o perigo do nosso povo envolver-se na política em si ou em controvérsia política. Guiados e admoestados pelo Espírito de Profecia, nós, adventistas do sétimo dia, encontramos o nosso caminho quando atravessamos os dias tensos das questões de escravidão, as perplexidades relacionadas com a opção local de licenciar a venda de licor, os problemas com relação à professa Emenda Cristã à Constituição Federal e a questão monetária. Isto nos dá o fundo histórico para termos uma imagem clara da nossa atitude denominacional sobre votação. Em 1856 o Pastor Uriah Smith declarou a posição dos adventistas que guardam o sábado como sendo a de "neutralidade em política”, com a recusa por parte do nosso povo "em tomar parte na competição tão excitante como a que está agitando esta nação." Ao concluir o seu editorial ele declara as razões:
"Para a pergunta – por que não usamos nosso voto e influência contra a tendência ao mal de nosso tempo – respondemos que nossa visão da profecia nos leva à conclusão de que as coisas não ficarão melhores. [...] E sentimos a obrigação de empregar nossos esforços para preparar-nos e a outros para o grande e final evento que se aproxima de nós – a revelação do Filho do homem, no Céu, a destruição de todos os governos terrestres, o estabelecimento do glorioso, universal e eternal reino do Rei dos reis, e a redenção e libertação de todos os Seus súditos." (Review and Herald, 11 de setembro de 1856).
De questões nacionais que parecia fútil ajustar, vamos três anos mais tarde a uma situação local em Battle Creek. Então observamos os pioneiros encontrarem o caminho ao serem confrontados com sua responsabilidade como cidadãos da comunidade. Para nossa informação, vamos a um registro feito no diário de Ellen G. White em 1859:
"Assisti à reunião ao anoitecer. Tivemos uma reunião franca, interessante: À hora de terminar, a questão de votar foi considerada demoradamente. Tiago falou primeiro, depois o irmão Andrews, e foi por eles considerado melhor pôr sua influência a favor do direito e contra o erro. Acham ser justo votar a favor dos homens da temperança que ocupam lugares oficiais em nossa cidade em vez de, por seu silêncio, correrem o risco de verem os intemperantes ocuparem os postos. O irmão Hewett conta sua experiência de alguns dias antes, e acha que é direito dar o seu voto. O irmão Hart fala a favor. O irmão Lyon opõe-se. Ninguém mais faz objeção, mas o irmão Kellogg começa a achar que é direito. Há entre todos os irmãos sentimentos cordiais. Oh! que todos procedam no temor de Deus!
"Homens favoráveis à intemperança estiveram no escritório hoje, exprimindo lisonjeadoramente sua aprovação à atitude de observadores do sábado que não votavam, e exprimiram esperanças de que eles ficassem firmes a sua orientação e, como os quakers, não dessem seu voto. Satanás e seus anjos maus estão atarefados neste tempo, e ele tem obreiros na Terra. Oxalá seja ele decepcionado, é a minha oração." (Temperança, pp. 255 e 256). (itálicos acrescentados)
Subseqüentemente, os adventistas do sétimo dia tinham bem claro seu dever de votar a favor da proibição, ou da restrição do tráfico de bebidas alcoólicas. Uma referência sobre esse assunto, porém, foi apresentada em uma reunião campal em Des Moines, Iowa, no início de 1881. Um voto proposto foi apresentado aos delegados, dizendo:
"Resolvido: Que expressemos nosso profundo interesse no movimento de temperança ora em andamento neste Estado; e que instruamos todos os nossos pastores a usarem sua influência entre nossas igrejas e junto ao povo em geral para induzi-los a fazer todo esforço coerente, pelo trabalho individual e na urna eleitoral, em favor da emenda proibitória à Constituição, a qual os amigos da temperança estão procurando conseguir." (Review and Herald, 5 de junho de 1881).
Alguns, porém, objetaram à cláusula que pedia ação à "urna eleitoral" e insistiam em sua supressão. A Sra. White, que assistia à reunião campal, retirara-se, mas foi chamada a dar seu conselho.
Escrevendo sobre isso naquele tempo, diz ela: "Preparei-me e achei que devia falar sobre o assunto se nosso povo devia votar pela proibição. Disse-lhes: ‘Sim’, e falei por vinte minutos." (Carta 6, 1881).
Na Review and Herald de 15 de outubro de 1914, um artigo reproduzido no livro Obreiros Evangélicos, pp. 384-388, Ellen White enfatizou novamente a responsabilidade de cada cidadão exercer toda influência dentro do seu poder para refrear o tráfico de bebidas alcoólicas, incluindo seu voto:
"Mesmo não sendo sábio nos envolvermos em questões políticas, ainda assim é nosso privilégio tomar uma posição decidida sobre todas as questões relacionadas à reforma da temperança. Tenho dado muitas vezes a esse respeito um claro testemunho. Em um artigo publicado na Review de 8 de novembro de 1881, escrevi:
“‘Há uma causa para a paralisia moral da sociedade. Nossas leis apoiam um mal que lhes está destruindo a própria base. Muitos lamentam o mal que sabem existir, mas se consideram livres de qualquer responsabilidade no assunto. Isso não pode ser. Todo indivíduo exerce uma influência na sociedade. Em nossa terra favorecida, todo eleitor tem de certo modo voz em decidir que espécie de leis hão de reger a nação. Não deviam sua influência e voto ser postos do lado da temperança e da virtude?
“Podemos apelar para os amigos da temperança, a fim de que promovam a união para o conflito, e para procurar impedir a onda do mal que está desmoralizando o mundo; mas de que valem todos os nossos esforços, enquanto os negociantes de bebidas alcoólicas forem apoiados por lei? Deverá a maldição da intemperança permanecer para sempre como uma mancha sobre nossa terra? Há de ela assolar todos os anos, qual fogo devorador, milhares de lares felizes?
“Falamos nos resultados, trememos em face deles, e cogitamos no que poderemos fazer com esses terríveis resultados, ao passo que, muitas vezes, toleramos, e até sancionamos a causa dos mesmos. Os defensores da temperança deixam de cumprir todo o seu dever, a menos que exerçam sua influência, pela palavra e pelo exemplo - palavra, pena e voto – em favor da proibição e abstinência total. É escusado pensar que Deus opere um milagre para efetuar essa reforma, afastando assim a necessidade de esforço de nossa parte. Nós mesmos precisamos de agarrar-nos com esse gigante inimigo, tendo como divisa: Não transigir, nem cessar nossos esforços até que a vitória seja alcançada.’” (Review and Herald, 15 de outubro de 1914; citado em Obreiros Evangélicos, pp. 387 e 388 e Temperança, pp. 253 e 254). (itálicos acrescentados)
A Responsabilidade do Cidadão em sua Comunidade
A verdade de Deus faz um homem ou uma mulher um bom cidadão. Em Atos dos Apóstolos, p. 69, lemos: "Cumpre-nos reconhecer o governo humano como uma instituição designada por Deus, e ensinar obediência ao mesmo como um dever sagrado, dentro de sua legítima esfera.”
Em uma afirmação já mencionada, Ellen White reconheceu que: "Todo indivíduo exerce uma influência na sociedade. Em nossa terra favorecida, todo eleitor tem de certo modo voz em decidir que espécie de leis hão de reger a nação.”
Mais algumas breves citações darão maior ênfase à responsabilidade do cidadão como indivíduo:
“Homens intemperantes não devem, por voto do povo, ser colocados em posições de confiança.” (Signs of the Times, 8 de julho de 1880; citado em Temperança, p. 254).
“Quantos desmerecem seu direito como cidadãos de uma república - comprados por um copo de uísque para dar seu voto a algum candidato infame Como classe, os intemperantes não hesitarão em usar de engano, suborno, e mesmo violência contra os que recusam ilimitada licença ao apetite pervertido." (Review and Herald, 8 de novembro de 1881; citado em Temperança, p. 254).
"Muitos emprestam sua influência ao grande destruidor, ajudando-o pela palavra e pelo voto a destruir a imagem moral de Deus no homem, não pensando nas famílias que são degradadas por causa de um apetite pervertido para a bebida.” (Manuscrito 87, 1898; citado em Temperança, pp. 254 e 255).
“E aqueles que, mediante seu voto, sancionam o comércio das bebidas alcoólicas , serão considerados responsáveis pela perversidade praticada pelos que se encontram sob a influência da bebida forte." (Carta 243 a, 1905; citado em Temperança, p. 255.)
Votação em Eleições Nacionais
Por volta de 1860 a Igreja Adventista do Sétimo Dia estava crescendo e a organização tomando forma. Ao se aproximarem as eleições nacionais, Tiago White viu claramente os danos que a disputa política podia causar à obra crescente, e escreveu:
"O excitamento político de 1860 provavelmente continuará tão grande como tem sido por muitos anos e nós devemos advertir nossos irmãos a não serem atraídos para ele. Nós não estamos preparados para provar a partir da Bíblia que seria errado para um crente na terceira mensagem [angélica] a seguir de tal forma a fazer disso sua profissão, e dar seu voto. Nós não recomendamos isso, nem nos opomos. Se um irmão decide votar, nós não o condenamos, e nós queremos a mesma liberdade para não o fazermos. "Mas nós acreditamos que aquele que entra no espírito da futura disputa, perde o espírito da verdade presente e compromete sua própria alma." (Review and Herald, 21 de agosto de 1860).
Fica claro que alguns adventistas do sétimo dia votaram nessa eleição pelo que Tiago White escreveu no artigo intitulado “A Nação” que apareceu na Review and Herald de 12 de agosto de 1862. Tiago White comenta de uma forma que indica que não houve censura contra aqueles que votaram nas eleições de 1860: "Aqueles do nosso povo que votaram na última eleição presidencial, votaram a favor de Abraão Lincoln." Em 1865 a Associação Geral em sua terceira sessão, registrou a questão de adventistas do sétimo dia votarem. Sob o título "Votação" encontramos o seguinte voto: “Resolvido, que em nosso julgamento, o ato de votar quando exercido em favor da justiça, humanidade e do bem, torna-se correto e algumas vezes pode ser muito coerente; pois que a prática do voto que possa reforçar a causa de pecados como a intemperança, a rebelião e a escravidão, são considerados como altamente pecaminosa aos olhos do céu. Mas reprovamos qualquer participação no espírito de disputa partidária." (Review and Herald, 23 de maio de 1865).
Poderíamos relatar aqui afirmações feitas por outros obreiros através dos anos subsequentes, mas todos seguiram a mesma linha, deixando claro que o indivíduo estava livre para seguir o seu julgamento na questão do voto. Entretanto, devia ter em mente ao dar seu voto, que carregaria uma parte da responsabilidade dos atos da pessoa para quem votou, admoestando também contra agitação ou disputa política.
Conselho de Ellen G. White sobre Política
Mais frequentemente usado hoje, ao citar os conselhos de Ellen G. White que têm que ver com política e votação, é a declaração que aparece em Fundamentos da Educação Cristã, pp. 475-484. Esta é somente uma das declarações escritas em meado e fins da década 1890 em um tempo em que alguns obreiros adventistas estavam profundamente preocupados com a questão monetária. Uma delas é encontrada agora no livro Testemunhos para Ministros, pp. 331-340, e esta foi escrita para a “Conferência Geral de 1897.” Nela a agitação dos nossos obreiros sobre a questão política da "mudança da moeda circulante” foi mencionada, e ela aconselhou que “não é empenhando-nos em polêmicas políticas, seja no púlpito ou fora dele” que agradamos a Deus. (Testemunhos para Ministros, p. 331.) "Surpreendi-me," diz ela, "ao ver homens que pretendem crer na verdade para este tempo, todos entusiasmados com algumas questões - questões que se relacionavam com o Senhor Jesus e os interesses eternos? Não; mas pareciam estar maravilhosamente empolgados quanto ao dinheiro. Alguns pastores se distinguiam por entremear estes assuntos em seus discursos. Estavam entusiasticamente se envolvendo, tomando partidos quanto a estas questões, sobre as quais o Senhor não lhes deu a responsabilidade de nelas se empenhar.” (Testemunhos para Ministros, p. 332).
Ela admoestou que, "Há nessa agitação justamente o que separa os que são da mesma fé.” (Testemunhos para Ministros, p. 333.) E depois esclareceu que "os que têm andado humildemente diante de Deus, não se absorverão em advogar tanto um como o outro lado desta questão.” (p. 334).
Nos conselhos escritos durante este período existem três pontos que se destacam:
1. Qualquer agitação política deve ser evitada, pois isto trará diferenças entre os membros da igreja.
2. Nossos ministros e professores devem manter silêncio sobre questões que não têm relação com a mensagem do terceiro anjo, pois a agitação política seria um impedimento para que alguns de nossos obreiros alcançassem algumas pessoas que devem ouvir a mensagem.
3. Se votarmos, “Mantenha sua votação para si. Não sinta como seu dever insistir para que todos façam como você.” (Carta 4, 1898; citado em Mensagens Escolhidas, vol. 2, pp. 336 e 337).
Finalmente chegamos ao estudo de um artigo, como publicado em Fundamentos da Educação Cristã, intitulado "Testemunho Especial Acerca de Política." É uma carta endereçada "aos mestres e diretores de nossas escolas," escrita em 16 de junho de 1899. Recomendamos a leitura cuidadosa deste artigo. Em primeiro lugar, nota-se que não há proibição para o indivíduo que queira votar sem demonstrações públicas de sua opinião. O conselho é dirigido a obreiros adventistas do sétimo dia para que não usem sua influência em promoção de sentimentos políticos.
"O Senhor quer que Seu povo enterre as questões políticas. Sobre esses assuntos, o silêncio é eloquência [...] Não podemos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabemos em quem votamos. Não podemos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político." (Fundamentos da Educação Cristã, p. 475).
"Os que ocupam o lugar de educadores, de pastores, de colaboradores de Deus em qualquer sentido, não têm batalhas a travar no mundo político. Sua cidadania se acha nos Céus. O Senhor pede-lhes que permaneçam como um povo separado e peculiar. Ele não quer que haja cismas no corpo de crentes. Seu povo tem de possuir os elementos de reconciliação. É porventura sua obra fazer inimigos no mundo político? - Não, não! Eles têm de permanecer como súditos do reino de Cristo, levando a bandeira em que se acha inscrito: ‘Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.’" (Fundamentos da Educação Cristã, pp. 478 e 479). Poderíamos resumir as advertências do artigo inteiro como segue:
1. A expressão de sentimentos políticos por parte dos nossos irmãos resultará em divisão na igreja (p. 475).
2. Não podemos, com segurança, votar por partidos políticos desconsiderando os princípios dos homens nestes partidos (p. 475).
3. Deve-se exercer cuidado em escolher o homem para quem damos o nosso voto, pois quem vota torna-se participante com aquele colocado no posto, pelos seus atos enquanto estiver no posto (p. 475).
4. Não devemos usar emblemas políticos (p. 476).
5. O dízimo não deve ser usado para pagar qualquer pessoa para fazer discursos sobre questões políticas (p. 477).
6. Nenhum muro de separação deve ser erigido entre os seres humanos (p. 479).
7. Nossos ministros e professores devem abster-se de trazer para dentro da igreja ou escola idéias que levarão à contenda ou desordem (p. 483).
Podemos muito bem concluir esta apresentação citando uma parte de um editorial que apareceu na Review and Herald de 13 de setembro de 1928. F. M. Wilcox escreveu:
“A Igreja e a Política”
“É o privilégio de cada indivíduo exercer o direito de voto. Ninguém tem autoridade para negar-lhe este privilégio. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não busca sentenciar aos seus membros como eles deveriam votar ou se eles não deveriam votar. Cada um tem a liberdade de ter seu próprio julgamento no temor do Senhor. Nos foi dito pela serva de Senhor que não deveríamos nos associar a partidos políticos, que não deveríamos debater questões políticas em nossas escolas ou instituições. Por outro lado, fomos instruídos pela mesma autoridade que quando certas questões morais, tais como proibições, estiverem envolvidas, os ‘que advogam a temperança fracassariam em cumprir seu papel a menos que exerçam sua influência por preceitos e exemplos – pela voz, pela caneta e pelo voto – em favor da [...] total abstinência”. Essa instrução não é obrigatória, ainda é deixado a cargo de cada um determinar por si mesmo o que deve fazer.
“Enquanto um membro da igreja individualmente tem por direito, se assim o desejar, de dar o seu voto, a igreja como tal deveria se manter inteiramente afastada da política. Uma coisa é que os membros da igreja votem, outra é esses mesmos membros, com suas posições na igreja, se esforçarem para influenciar meio políticos.” Patrimônio Literário Ellen G. White Washington, D. C. 14 de agosto de 1952