sexta-feira, 16 de maio de 2014

Vida Sadia - Desfrutar das Obras Criadas de Deus


E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a Sua obra, que tinha feito. Gên. 2:2.

Deus reservou o sétimo dia como um período de repouso para o homem, para bem do homem mesmo, assim como para glória Sua. Ele viu que as necessidades do homem exigiam um dia de repouso da labuta e do cuidado, que sua saúde e vida seriam postas em perigo, sem um período de abandono do trabalho e da ansiedade dos seis dias. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 175.
O sábado do Senhor deve tornar-se uma bênção para nós e para nossos filhos. ... Podem [os filhos] ser dirigidos para as flores desabrochadas e os botões que se entreabrem, às árvores altaneiras e às belas hastes da grama; e ser ensinados que Deus fez tudo isso em seis dias e no sétimo descansou e o santificou. Assim os pais podem dar suas instrutivas lições aos filhos, para que, quando eles contemplarem as coisas da natureza, se recordem do grande Criador de todas elas. Seus pensamentos serão dirigidos para o Deus da natureza - voltar-se-ão para a criação de nosso mundo, quando se pôs o fundamento do sábado e todos os filhos de Deus rejubilaram. Orientação da Criança, págs. 531 e 533.
Feliz é a família que pode ir ao lugar de culto, aos sábados, como iam Jesus e Seus discípulos à sinagoga, através de campos, ao longo das praias do lago, ou por entre bosques. Educação, pág. 251.
O sábado convida-nos a contemplar, nas obras criadas, a glória do Criador. Por desejar Jesus que assim fizéssemos, foi que envolveu as Suas preciosas lições com a beleza das coisas naturais. Mais do que em qualquer outro dia, devemos, no santo dia de descanso, estudar as mensagens que Deus para nós escreveu na natureza. Devemos estudar as parábolas do Salvador onde Ele as pronunciou, nos campos e prados, sob céu aberto, entre a relva e as flores. À medida que penetramos no seio da natureza, Cristo nos torna real a Sua presença, e nos fala ao coração de Sua paz e amor. Parábolas de Jesus, págs. 25 e 26.

Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989 pag. 140

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