quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Explicações acerca da Trindade


Nós os adventistas do sétimo dia, cremos que a Bíblia é a única e segura palavra de Deus, e única regra de fé e prática. 
Cremos nos dons ministrados pelo Espírito Santo entre eles, o dom de profecia. Temos razões suficiente para crer que Ellen White foi usada por Deus, para orientar a igreja em tempos de crise, e sanar dúvidas em existentes entre irmãos. Não que seus escritos sejam iguais, ou maior que a Bíblia; porem são, como ela mesmo dizia, "uma luz menor para guiar à luz maior" que é a palavra de Deus. A Bíblia

Se você, que está lendo esse texto, se considera um adventista, e crer que Ellen White foi a mensageira de Deus, não tem como não acreditar na Trindade. pois tanto a Bíblia afirma, como Ellen White endossa os ensinos da mesma
Mas se você diz ser adventista e não acredita na Trindade, me desculpe, você é um falso, um enganador, se diz adventista, só para enganar os incautos
Adventista de verdade acredita nos escritos inspirados de Ellen White

Veja o texto abaixo do livro Evangelismo, sobre a Trindade celestial - Livro Evangelismo Pags  614 - 617

Explicações falsas acerca da trindade divina

Fazei o povo conhecer nossa posição 
Nosso método é: Não torneis proeminentes os aspectos objetáveis de nossa fé, que batem mui decididamente contra as práticas e costumes do povo, até que o Senhor lhe dê uma boa oportunidade de conhecer que somos crentes em Cristo, que cremos na divindade de Cristo e em Sua preexistência. Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, 253 (1895).

 Teremos de enfrentar ensinos errôneos 
 Repetidamente seremos chamados a enfrentar a influência de homens que estão estudando ciências de origem satânica, por meio das quais Satanás está operando a fim de fazer parecer que Deus e Cristo não são entidades.

O Pai e o Filho têm ambos personalidade.  
Cristo declarou: “Eu e Meu Pai somos um.” Todavia foi o Filho de Deus que veio ao mundo na forma humana. Pondo de lado Suas vestes e coroa reais, revestiu da humanidade a Sua divindade, a fim de que a raça humana, mediante o infinito sacrifício por Ele feito, pudesse tornar-se participante da natureza divina, e escapar à corrupção que pela concupiscência há no mundo. — Testimonies for the Church 9:68 (1909).

A verdade positiva e as apresentações espíritas 
Fui instruída a dizer: Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas idéias científicas, não são para confiar. Fazem-se definições como essas:
“O Pai é como a luz invisível; o Filho é como a luz corporificada; o Espírito é a luz derramada.” 
“O Pai é como o orvalho, vapor invisível; o Filho é como o orvalho condensado em uma bela forma; o Espírito é como o orvalho caído sobre a sede da vida.”
Outra apresentação:
 “O Pai é como o vapor invisível; o Filho como a nuvem plúmbea; o Espírito é chuva caída e operando em poder refrigerante.”
Todas essas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas. Enfraquecem e diminuem a Majestade a que não pode ser comparada nenhuma semelhança terrena. Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas, sofrendo sob a maldição de Deus por causa dos pecados do homem. 
O Pai não pode ser definido por coisas da Terra. O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais. 
O Filho é toda a plenitude da Divindade manifestada
A Palavra de Deus declara que Ele é “a expressa imagem de Sua pessoa”. 
“Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que toda aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” Aí se manifesta a personalidade do Pai.
O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade,  tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal. 
Há três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste; em nome destes três grandes poderes — o Pai, o Filho e o Espírito Santo — os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo. — Special Testimonies, Série B, 7:62, 63 (1905).


O filho de Deus, preexistente, existente por si mesmo
Cristo é o Filho de Deus, preexistente, existente por Si mesmo.... Falando de Sua preexistência, Cristo reporta a mente através de séculos incontáveis. Afirma-nos que nunca houve tempo em que Ele não estivesse em íntima comunhão com o eterno Deus. Aquele cuja voz os judeus estavam então ouvindo estivera com Deus como Alguém que vivera sempre com Ele. — The Signs of the Times, 29 de Agosto de 1900.
 Ele era igual a Deus, infinito e onipotente. ... É o Filho eterno, existente por Si mesmo. Manuscrito 101, 1897. 

Desde a eternidade 
 Ao passo que a Palavra de Deus fala da humanidade de Cristo quando na Terra, fala também positivamente
de Sua preexistência. A Palavra existia como um ser divino, mesmo como o Eterno Filho de Deus, em união e unidade com Seu Pai. Desde a eternidade fora o Mediador do concerto, Aquele em quem todas as nações da Terra, tanto judeus como gentios, caso O aceitassem, seriam abençoados. “O Verbo estava com Deus, e o Verbo era
Deus.” Antes que os homens ou os anjos fossem criados, o Verbo estava com Deus e era Deus. — The Review and Herald, 5 de Abril de 1906.
Cristo lhes mostra que, embora eles considerassem que Sua vida era de menos de cinqüenta anos, todavia Sua existência divina não podia ser contada pelo cômputo humano. A vida de Cristo antes de Sua encarnação não se calcula por algarismos.The Signs of the Times, 3 de Maio de 1899

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Vida original, não tomada emprestada nem derivada
Jesus declarou: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. “Quem tem o Filho tem a vida.” A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente.
O Desejado de Todas as Nações, 530 (1898). 484

Com o Pai no Sinai 
Quando eles [Israel] chegaram ao Sinai, Ele aproveitou a ocasião para refrigerar-lhes o espírito com relação
a Suas reivindicações. Cristo e o Pai, lado a lado no monte, proclamaram com solene majestade os Dez Mandamentos. Historical Sketches of the Foreign Missions of the Seventh Day Adventist, 231 (1866).

Os eternos dignitários da trindade 
Os eternos dignitários celestes — Deus, Cristo e o Espírito Santo,  munindo-os [aos discípulos] de energia sobre-humana, ... avançariam com eles para a obra e convenceriam o mundo do pecado. — Manuscrito 145, 1901.

Personalidade do Espírito Santo
Precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus, está andando por esses terrenos. — Manuscrito 66, 1899. (De uma palestra para os estudantes na Escola de Avondale.)
O Espírito Santo é uma pessoa, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Uma vez dado esse testemunho, 
O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. “Por que, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do
homem, que nele está? assim também ninguém sabe as coisas de Deus, se não o Espírito de Deus.” — Manuscrito 20, 1906
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O poder de Deus na terceira pessoa 
O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Trindade, o Espírito Santo. — Special Testimonies, Série A, 10:37 (1897)

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Em cooperação com os três poderes mais altos
Cumprenos cooperar com os três poderes mais altos no Céu — o Pai, o Filho e o Espírito Santo — e esses poderes operarão por meio de nós, fazendo-nos coobreiros de Deus. — Special Testimonies, Série B, 7:51 (190

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