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quinta-feira, 2 de maio de 2013



CURANDO A SOGRA
A CURA MILAGROSA DA SOGRA DE PEDRO - Pastor Wanderson Vieira 
A Voz do Profeta Texto: Marcos 1: 29-31
Tema: Sábado
Tese: A cura milagrosa da Sogra de Pedro
Pergunta: Como?
Propósito: Levar os irmãos a compreenderem as diversas atividades de Cristo aos sábados.
 
INTRODUÇÃO:
A.     Nessas férias, tive o privilégio de conhecer pela primeira vez a cidade de Fortaleza-CE. Das muitas coisas curiosas que esta bela cidade pode me proporcionar, o grande repertório de piadas relacionadas à sogra que os cearenses têm me impressionou.
B.    Ilustração: Era tão comum os piadeiros de plantão contarem alguma piada de sogra que, numa certa ocasião, visitando uma feira de artesanatos que ficava no centro da cidade, fui abordado por um vendedor querendo me ofertar um dos seus produtos. Depois de muito insistir, eu simplesmente disse não. E fui me afastando da barraquinha dele. Nesse momento, o vendedor pronunciou a seguinte frase: “Eu vendo três peças por 10 reais e a quarto lhe dou de brinde se você tiver uma foto da sogra na carteira”. Quando ele pronunciou isso, cai na gargalhada apesar de não adquirir o produto, porém a tentação foi grande para comprá-lo mais pela criatividade do vendedor do que mesmo pelo material.
C.    Hoje trouxe uma peça artesanal dessa feira para mostrar para vocês. Gostaria de presentear algum homem ou mulher, nessa ocasião, com essa lembrança se ele tiver uma foto da sogra dentro de sua carteira.
D.    Depois desse momento cômico, quero apresentar a vocês a mensagem dessa manhã. Alguém imagina sobre quem estudaremos, hoje? Isso mesmo, a mensagem está relacionada à sogra de Pedro.
E.     Aliás, um dos piadeiros cearenses chegou até a afirmar que o motivo que levou o apóstolo Pedro a negar Jesus três vezes foi que ele curou a sua sogra. Pode uma coisa dessas!
F.     Deixemos as piadas de lado, e vamos abrir nossas Bíblias e lê-las no evangelho de Marcos capítulo 1: 29-31. A cura da sogra de Pedro.
I – JESUS NA CASA DE PEDRO
A.     Logo que Jesus saiu da Sinagoga, foi convidado à casa de Pedro.
B.    Sabemos que Pedro era casado e mudou-se com seu irmão André de sua casa em Betsaida para Cafarnaum, provavelmente para ficar mais perto de Jesus.
1.  Ao Jesus ser levado para casa de Pedro, nos mostra que eles ficaram tão impressionados com o que presenciaram na sinagoga, que Pedro, um dos ouvintes, resolveu levá-Lo para a sua casa.
2.  O culto tinha sido no sábado, na parte da manhã. Toda a manhã fora passada na presença de Jesus e aprendendo os seus ensinos. Mas para esse discípulo não era suficiente somente o tempo passado na igreja. Pedro passou com Jesus a tarde inteira e até a noite, em sua casa.
3.  A atitude desse fiel discípulo resultou em bênçãos para a família. O que Jesus realizou na sinagoga, também realizou na casa de Pedro. O endemoniado fora liberto e a sogra de Pedro curada.
C.   Jesus precisa está presente em todos os contextos de nossa vida. Cristo não deve ser assunto somente na igreja. Devemos levá-Lo conosco por onde quer que formos.
II - A ENFERMIDADE NA CASA DE PEDRO
A.   Quando Jesus chegou à casa de Pedro, lhe informaram sobre a enfermidade da sogra de seu discípulo. O texto bíblico nos mostra que ela estava com uma febre muito alta.
B.   O interessante é que a febre debilitou a saúde da sogra de um dos discípulos mais destacado do grupo de Jesus. Isso nos revela que a dor, a enfermidade física, emocional e até mesmo mental, não escolhe família ou pessoa ela simplesmente ataca.
C.   Precisamos compreender melhor o que significa o sofrimento que tem assolado vidas, famílias e comunidades inteiras. Três aspectos quero mencionar.
1.    A dor e o sofrimento fazem parte desse mundo contaminado pelo pecado. A aceitação do evangelho não significará ausência de sofrimento em nossas vidas. Em determinadas circunstâncias, os percalços podem até aumentar.
                          i.    Na lição da Escola Sabatina de terça-feira 19 de fevereiro 2013, versão iPad, nos trouxe um texto muito interessante: Em acidentes e calamidades pela terra e pelo mar, em grandes conflagrações, em furiosos tornados e terríveis chuvas de granizo, em tempestades, enchentes, ciclones, tsunamis e terremotos – em todo lugar e em centenas de formas, Satanás está exercendo seu poder. Ele varre a colheita madura, seguindo-se a isso fome e penúria. Infecta o ar com poluição mortal e milhares são vitimados pela pestilência. ...” (Review and Herald, 14 de março de 1912).
                        ii.    A certeza que podemos ter, diante desse quadro sombrio é que, mesmo em meio à dor, ao sofrimento e à enfermidade, teremos sempre a presença de Cristo ao nosso lado. Essa verdade é percebida nesse episodio de cura. A sogra de Pedro estava enferma, mas Jesus estava lá ao seu lado.
                       iii.    Os judeus, treinados nas profecias do Antigo Testamento, tinham um ditado que dizia o seguinte: “Onde está o Messias, ali não há miséria”. Com o sofrimento de Cristo, hoje podemos dizer: “Onde há miséria, ali está o Messias”. Pois ele mesmo disse certa vez: “eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.
2.    A dor, o sofrimento e a enfermidade, em certo sentido, manifestam vida. O sofrimento de Cristo na cruz do calvário e mesmo a Sua morte nos trouxeram vida e esperança.
                         i.    Os sofrimentos de Jesus nos mostram que a dor nos atinge não como um castigo, mas, sim, como um contexto para testar a fé que transcende a dor.
                        ii.    Ilustração: Philip Yancey jornalista e escritor cristão sofreu um grave acidente, no domingo de manhã do mês de fevereiro, em 2007. O acidente ocorreu perto da fronteira do estado americano do Colorado. O seu carro capotou cinco vezes. Ele sofrera ferimentos graves. E o maior deles foi que um osso do pescoço havia fraturado. Ele teve que passar quatro meses com um imobilizador no seu pescoço. Ao refletir sobre esse acidente, ele menciona um fato curioso quando estava deitado na maca do hospital. Os médicos começaram a investiga-lo para detectar qualquer sinal de uma lesão grave na coluna. Para isso, eles moviam os braços e as pernas dele, beliscando-o e cutucando-o com uma agulha, sempre com uma pergunta: “Dói?”, “Você está sentido isto?”. A cada pergunta ele respondia “Sim! Sim!”, e a cada resposta o médico sorria dizendo: “Isso é bom!”. As sensações comprovaram que sua espinha dorsal não fora prejudicada. A dor era uma prova de vida, de união, um sinal vital de que meu corpo continuava inteiro. A medicina se sente impotente ante um corpo incapaz de sentir.
3.    O sofrimento, a dor, as enfermidades, as calamidades podem servir de alerta para nós quanto à aproximação do fim dos tempos e de novos céus e nova terra.
                                   i.    No evangelho de Mateus, mais precisamente, no capítulo 24:32 e 33, Jesus nos adverte dizendo: “Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas.”
                                  ii.    No livro Eventos Finais, a autora inspirada por Deus Ellen G. White nos adverte também dizendo: “Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente, essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas se pode ler o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar homens e mulheres para que sintam o perigo (Eventos Finais, p. 28).
                                   iii.    A dor nos salvaguarda de ver esta terra aqui presente como um lar definitivo. C.S. Lewis
III A INTERCESSÃO EM FAVOR DA SOGRA DE PEDRO
A.   Quando Jesus estava na casa de Pedro, algumas pessoas, segundo a versão do texto de Lucas 4: 38, “rogaram-Lhe por ela”. Elas intercederam diante de Jesus em favor da sogra de Pedro.
B.   Aspectos Importantes da Oração Intercessora:
1.    Através da oração há liberação de poder. Spurgeon disse certa vez: “Quando Deus deseja fazer uma grande obra, Ele primeiro coloca seu povo para orar.”
2.    Devemos orar pela conversão de outras pessoas. Se você não está preocupado com a salvação dos outros, então comece a se preocupar com a sua.
                          i.    “Comecem a orar por pessoas, acheguem-se a Cristo, bem próximo a Seu lado ensanguentado. Seja a sua vida adornada por um espírito manso e quieto, e ascendam a Ele suas ferverosas, contritas e humildes petições em busca de sabedoria a fim de terem êxito em salvar, não somente a si mesmos, mas a outros”. TI Vol. 7, pág. 12.
3.    Devemos orar por nossos filhos.
                          i.    “Deus não deixará de ouvir a sincera oração dos pais, que for secundada por perseverante trabalhando, para que os filhos sejam abençoados por Ele e se tornem fiéis obreiros em Sua causa. Quando os pais cumprem a sua parte em apontar aos filhos o caminho de Deus, podem estar seguros de que seus pedidos de ajuda em seu trabalho no lar serão atendidos”. LA. 94
4.    Devemos crer no poder da oração.
                         i.    Marcos 11:24 – “Tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco”.
                        ii.    João 14:13 e 14 – “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”.
                       iii.    Tiago 5:16 – “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.”
                       iv.    I João 5:14 – “E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve”.
IV – PROCESSO DA CURA DA SOGRA DE PEDRO
A.     A forma como Jesus curou a sogra de Pedro é muito interessante. Juntando os relatos dos três evangelistas: Marcos, Mateus e Lucas, podemos ver um processo de cura e não uma cura instantânea.
1.    Jesus aproxima-se da sogra de Pedro
2.    Jesus se inclina para a sogra de Pedro
3.    Jesus tomou a sogra de Pedro pela mão
4.    Jesus repreendeu a febre da sogra de Pedro
5.    A febre da sogra de Pedro a deixou
6.    A sogra de Pedro se levantou
B.    Diante desse processo, três aspectos se destacam aqui:
1.    Emocional e Físico: a febre que assolava a sogra de Pedro tinha a ver com aspectos emocionais. Jesus, por meio de gestos físicos, curou-a física e emocionalmente.
                          i.    "Muito íntima é a relação que existe entre a mente e o corpo. Quando um é afetado, o outro se ressente. O estado da mente atua muito mais na saúde do que muitos julgam. Muitas das doenças sofridas pelos homens são resultados de depressão mental. Desgosto, ansiedade, descontentamento, remorso, culpa, desconfiança, todos tendem a consumir as forças vitais, e a convidar a decadência e a morte. ...O ânimo, a esperança, a fé, a simpatia e o amor promovem a saúde e prolongam a vida. Um espírito contente, animado, é saúde para o corpo e força para a mente." – Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, pág. 344.
2.    Recriação: Jesus repete o ato criativo de Deus ao criar Adão. Ao formar o homem do pó da terra, nos é revelado que Deus se inclinou, tomou o barro em suas mãos e soprou-lhe nas narinas o fôlego de vida.
V – A SOGRA DE PEDRO PASSA A SERVIR AO SENHOR
A.   Como resultado do processo de cura que sofreu a sogra de Pedro, ela retribuiu o ato de amor de Jesus, passando a servi-Lo. Ela passa a fazê-lo como uma forma de agradecer a Jesus.
B.   O serviço que nós prestamos a Cristo deve ocorrer como resultado do grande amor de Deus em nosso favor. A consciência da graça e misericórdia de Deus por nós é o nosso grande motivador para o serviço em prol do outro.
CONCLUSÃO
A.   Diante da história da cura da sogra de Pedro, Jesus nos convida a levá-Lo para todos os lugares que formos, inclusive os nossos lares.
B.   Essa história revela ainda que as doenças, os problemas, catástrofes, etc. existirão nesse mundo pois Satanás é o príncipe desse mundo.
C.   Nessa cura somos convidados também a desenvolver o habito de orar uns pelos outros.
D.   A cura realizada na vida da sogra de Pedro foi completa: emocional e física.
E.   Como resultado, Deus nos convida a servi-Lo como amor.

Fonte  A voz do Profeta

POSIÇÃO PRA ORAÇÃO! - 2Reis 20-21


Você já fez sua oração hoje? Sim? E como você faz sua oração? Estou perguntando isso porque tem muita gente que escreve para nós, da equipe da Escola Bíblica, para perguntar se a única posição física correta para se fazer uma oração seria de joelhos. Será que só podemos orar se estivermos ajoelhados? E se fizermos uma oração em alguma outra posição corporal que não for de joelhos, será que vai ser respondida?
O que você acha? Devemos orar apenas de joelhos? Você sabe que existem alguns que chegam até o absurdo de dizer que Deus não aprova outra forma de falar com Ele, se não for de joelhos?
É interessante observarmos o seguinte: com respeito à maneira sobre como devemos orar, na Bíblia, não existe um único texto que indique ser “de joelhos” a única maneira correta para orar, mesmo sendo esta a forma padrão de se fazer uma oração. Sabe por quê? Para Deus, o que mais importa não é a posição corporal com a qual oramos; o importante é que tenhamos comunhão com Ele. De uma maneira ou de outra, nossa oração é ouvida pelo Criador quando caminhamos pela rua, nos momentos em que trabalhamos, quando oramos em voz alta, quando você ora só em pensamentos...
Justamente pelo fato de que nossa vida deve ser uma constante oração, e nem sempre vamos estar em locais apropriados para orar de joelhos, quando Jesus ensinou os discípulos a orar, não fez a mínima referência de que devêssemos orar apenas de joelhos. Se este fosse um assunto vital, será que Ele não teria mencionado?
Na leitura de hoje, vemos o exemplo de uma pessoa que não orou de joelhos, e sua oração foi atendida. O rei Ezequias estava deitado (ver também Isaías 38), virou para o canto, fez uma oração a Deus. Essa oração foi historicamente respondida. Até Jesus orou muitas vezes sem ser de joelhos.
A posição corporal ideal para se fazer uma oração é de joelhos. Mas existem momentos em que não será possível orar assim. Apesar disso, Deus ouve todas as preces, independentemente de que posição física o ser humano suplicante esteja.
Isso me leva a pedir duas coisas:
1. Ao fazer sua leitura bíblica de hoje, enquanto estiver lendo, vá orando também para que o Espírito Santo lhe mostre, através desse texto, o que faz uma oração ser realmente respondida. Combinado?
2. Gostaria de orar por você, posso? Então, independentemente de onde você esteja, eleve seu pensamento a Deus através das seguintes palavras: Deus Eterno, abençoe este filho ou filha neste momento, concedendo a Tua paz. Em nome de Jesus, agradeço, amém!
Valdeci Júnior
 Fátima Silva

Fonte - Na sala do Pastor 

Luta Difícil - Meditação 03 de Abril

Ellen White 

Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.  Atos 5:29.

Uma grande crise aguarda ao povo de Deus. Uma crise aguarda ao mundo. A mais momentosa luta de todos os séculos está justamente à nossa frente. ...
A questão de impor a observância do domingo tornou-se de interesse e importância nacionais. Bem sabemos qual será o resultado deste movimento. Mas estaremos prontos para o acontecimento? Temo-nos desincumbido fielmente do dever que Deus nos confiou, de dar ao povo a advertência quanto ao perigo que têm pela frente? ...
Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. Qualquer movimento em favor da legislação religiosa é realmente um ato de concessão ao papado, que por tantos séculos tem constantemente guerreado contra a liberdade de consciência. A observância do domingo deve sua existência como assim chamada instituição cristã, ao "mistério da iniqüidade"; e sua imposição será o virtual reconhecimento dos princípios que são a pedra angular do romanismo. Quando nossa nação renunciar os princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado; isso não será outra coisa senão dar vida à tirania que há muito aguarda ansiosa sua oportunidade de saltar de novo para o despotismo ativo. ...
Se o papado ou seus princípios forem de novo conduzidos ao poder pela lei, os fogos da perseguição de novo se acenderão contra os que não quiserem sacrificar a consciência e a verdade em deferência a erros populares. Este mal está prestes a realizar-se.
Se Deus nos proporcionou luz que mostra os perigos à nossa frente, como poderemos subsistir perante Ele se negligenciarmos fazer todos os esforços que pudermos para apresentá-la ao povo? Poderemos contentar-nos com deixá-los a ir ao encontro desse acontecimento momentoso sem os advertir? ...
Quando as leis dos governadores terrestres são postas em oposição às leis do Governador Supremo do Universo, então os que são leais súditos de Deus ser-Lhe-ão fiéis. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 318-320.

Maranata, O Senhor Vem - MM 1977 Pag 129

Satanás Redobra Seus Esforços - Meditação 02 de maio

Ellen White

O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra. Sal. 34:7.

O grande conflito entre Cristo e Satanás, que tem prosseguido durante quase seis mil anos, logo deve terminar; e o maligno redobra seus esforços para frustrar a obra de Cristo em prol do homem, e prender as almas em suas ciladas. Reter o povo em trevas e impenitência, até que termine a mediação do Salvador e não mais haja sacrifício pelo pecado, é o objetivo que ele procura realizar.
Não se fazendo um esforço especial para resistir ao seu poder, prevalecendo a indiferença na igreja e no mundo, Satanás não se preocupa; pois que não se acha em perigo de perder os que está levando em cativeiro, à sua vontade. Mas ao ser chamada a atenção para as coisas eternas, e almas indagarem: "Que é necessário que eu faça para me salvar?" ele está a postos, procurando opor seu poder ao de Cristo, e neutralizar a influência do Espírito Santo. ...
Ele presente quando os homens se congregam para o culto a Deus. Posto que oculto das vistas, está ele a trabalhar com toda a diligência para dirigir o espírito dos adoradores. O Grande Conflito, pág. 518.
O poder e malignidade de Satanás e seu exército deveriam com razão alarmar-nos, não fosse o caso de podermos encontrar refúgio e livramento no superior poder de nosso Redentor. Pomos cuidadosamente em segurança as nossas casas por meio de ferrolhos e fechaduras, a fim de proteger contra homens maus nossa propriedade e vida; mas raras vezes pensamos nos anjos maus, que constantemente estão a procurar acesso a nós, e contra cujos ataques não temos em nossa própria força método algum de defesa. Se lhes permitirmos, podem transformar-nos o entendimento, perturbar e atormentar-nos o corpo, destruir nossas propriedades e vida. Seu único deleite está na miséria e ruína. Terrível é a condição dos que resistem às reivindicações divinas, cedendo às tentações de Satanás, até que Deus os abandone ao governo dos espíritos maus. Mas os que seguem a Cristo estão sempre seguros sob Sua proteção. Anjos magníficos em poder são enviados do Céu para protegê-los. O maligno não pode romper a guarda que Deus pôs em redor de Seu povo. O Grande Conflito, pág. 517.

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 Pag. 128

Deus Guiará Seu Povo - Meditação -01 de maio

Ellen White

Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Isa. 43:2.

Deus tem na Terra uma igreja que é Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está guiando, não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo. Testemunhos Para Ministros, pág. 61.
Não há necessidade de se ter dúvida, de se estar temeroso de que a tarefa não seja bem-sucedida. Deus está no comando da obra, e Ele porá tudo em ordem. Se as coisas precisam ajustar-se à administração da obra, Deus cuidará disso, e fará que todo mal se torne um bem. Creiamos que Deus está conduzindo o nobre navio que leva Seu povo ao porto seguro.
Quando, há alguns anos, eu viajava de Portland, Maine, para Boston, sobreveio-nos uma tempestade, e enormes ondas se arremessavam de um lado para outro. O candelabro caíra, e as malas rolavam de um lado para outro como bolas. Os passageiros ficaram amedrontados, e alguns gritavam em desespero, aguardando a morte.
Logo o piloto surgiu a bordo. O capitão permanecera ao seu lado, junto ao leme, e expressara receio sobre o rumo que o navio estava seguindo. "Quer tomar o leme?" perguntou-lhe o piloto. O capitão não estava em condições de fazê-lo, pois conhecia sua falta de experiência.
A esta altura alguns passageiros se demonstraram apreensivos, e disseram estar temerosos de que o piloto os arremessasse sobre rochedos. "Quereis tomar o leme?" perguntou o piloto; sabiam, porém, que não seriam capazes de lidar com o leme.
Quando julgais que a obra está em perigo, orai: "Senhor, permanece ao leme. Conduze-nos para além da perplexidade. Leva-nos com segurança ao porto." Não temos motivos para crer que o Senhor nos levará triunfantemente até o fim? ...
Com a mente finita, não podeis entender a atuação de todas as providências de Deus. Deixai que Deus tome conta de Sua própria obra. Review and Herald, 20 de setembro de 1892.

Maranata, O Senhor Vem. - MM 1977 Pag. 127

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Uma Noite no Lago



 Mateus 14: 22-33

Sentados na relva, no final da tarde, milhares de pessoas se alimentam. Fora um dia especial. Um dia em companhia com Jesus.

Naquele dia, aquela multidão presenciou os inúmeros milagres realizados por Jesus. Ouviu seus ensinos e deleitaram-se com as palavras do Divino Mestre. Parecia a própria voz de Deus falando.
Porém, o que mais impressionou aquele povo foi o milagre da multiplicação: todos participaram dos seus benefícios.

Aquele milagre fê-los lembrar-se de Moiseés  Nos seus dias, Israel era alimentado com o maná. Lembraram-se também da profecia que dizia: "Surgirá um profeta semelhante a mim, a Ele ouvireis." (Deut. 18)

Esta lembrança trouxe ao povo uma convicção: Jesus devia ser o Rei de Israel. Esta convicção gerou esperança. E esta esperança fê-los sonhar. Sonhar com uma nação poderosa, livre e independente de Roma. 

E ninguém melhor do que Jesus para ser o Rei. Ele era sábio, simples, amigo e poderoso. Se um soldado fosse ferido na guerra, Ele o curaria. Se faltasse alimento, com pouco Jesus alimentaria um exército inteiro. Se viesse uma calamidade à nação, Ele, com o seu poder, resolveria o problema. Portanto, Jesus era a pessoa certa para governar o país. Era o único com condições de transformar a Judéia em um paraíso. Na terra que “mana leite e mel”.

Porém, havia um problema. Jesus não se candidatava ao posto, nem dava sinais de aceitar tal cargo. Em seu entusiasmo, o povo resolve coroá-lo Rei imediatamente. Entende que Jesus não demonstra interesse pelo trono por ser modesto e tímido. Deveria, portanto, ser coroado, nem que fosse pela força.

Os discípulos se unem à multidão em declarar que o trono de Davi é uma herança legítima de Jesus, pois este é descendente direto daquele Rei. E assim eles tomam as providências para naquele dia declarar a independência de Israel e coroar um novo Rei no lugar de Herodes.

Jesus vê o que está em andamento. Compreende o que eles não podem compreender, que aquele movimento só traria morte e violência caso fosse levado adiante. Que os fariseus, tão inimigos de Jesus, seriam os primeiros a denunciá-los aos romanos. Exércitos invadiriam a Judéia e as consequências seriam trágicas.

Chamando os discípulos, Jesus ordena-lhes que entrem no barco e voltem imediatamente para cafarnaum, enquanto ele fica para despedir a multidão.

Os discípulos não aceitam a ordem do mestre e protestam. Querem continuar com o povo. Porém Jesus fala com tanta autoridade, que eles não ousam desobedecer-lhe. Jesus despede a multidão, e usa mais uma vez sua autoridade para dissuadir alguns mais afoitos que queriam continuar no seu propósito.

Despedida a multidão, o mestre sobe ao monte para orar. Durante horas continuou em súplica perante o Pai. Não ora por si mesmo. Ora pelos homens. Rogava poder para revelar aos mesmos o divino caráter da sua missão. Orava também pelos discípulos, pois sabia que eles seriam duramente provados. Que os sonhos de grandeza alimentados por eles, seriam desfeitos, e que em vez de trono teriam uma cruz. Haveriam de testemunhar-lhe a cruxificção. Jesus pedia para eles o Espírito Santo, pois sem este, na certa fracassariam.

Enquanto isto...

Os discípulos não foram a cafarnaum como foi ordenado. Ficaram no barco aguardando Jesus voltar. E enquanto aguardavam, murmuravam. Murmuravam porque Jesus não lhes permitiu coroá-lo Rei. E se perguntavam:
-Porque ele não quer ser Rei?
-Será que ele é mesmo o Messias?
-Por que os sacerdotes que são tão cultos, e conhecem tão bem as profecias, não o aceitam e nem o reconhecem como o enviado?
-Não será ele um impostor?
-Não estamos perdendo nosso tempo?

Enquanto Jesus orava por eles, eles duvidavam de Jesus. Esqueciam de tudo que já haviam presenciado; e se entregavam a dúvida sem fundamento. Por fim resolveram partir, deixando Jesus. Afinal já escurecia.

Quando estavam em alto mar, violenta tempestade se aproxima deles e não estavam preparados para ela. Subitamente o céu se cobre de nuvens e o vento sopra violentamente. Atemorizados, os discipulos esquecem o aborrecimento, a incredulidade, e impaciência, todos trabalham para impedir que o barco vá a pique.

Com os remos pelejam até a madrugada. Cada vez mais a tempestade fica pior. Chega um momento, em sentem-se totalmente perdidos. Sentem necessidade de Jesus. Anelam sua presença. Sabem que se Jesus ali estivesse, estariam em segurança.

É nesta hora que Jesus aparece. Pelo claro do relâmpago vêem um vulto que caminha por sobre as águas. Ficam com medo pensando ser um fantasma. Mas Jesus lhes diz:- Não temais, Sou Eu.
Pedro num desafio pede: - se és Tu, mandas que eu vá me encontrar contigo por sobre as águas. Jesus diz: 'Vem'. Ele foi.

Com alegria, Pedro caminha por sobre as águas, porém volta-se para os companheiros e perde a Jesus de vista. O vento ruge e uma onda sobe e se interpõe entre ele e o Mestre. Pedro afunda na escuridão das águas. Porém antes de submergir, Ele grita: "Senhor me salva!" Jesus estende a mão, o segura, e diz: “homem de pequena fé, porque duvidaste?”.

De mãos dadas os dois entram no barco e com uma ordem do Mestre o mar serena, a tempestade passa e a aurora brilhante anuncia um novo dia na terra e na vida dos discípulos. O dia já era claro quando eles chegaram a Cafarnaum

Lições

O milagre da multiplicação dos pães foi registrado para nos impressionar na caminhada cristã. Eis algumas lições:

1º - É o poder de Cristo que nos alimenta continuamente. O pão que vai a nossa mesa todo o dia, é ainda uma demonstração do cuidado de Jesus por nós. Ele não fornece somente o alimento físico, mas o alimento espiritual também. Quando nos aproximamos de Jesus através da leitura da Bíblia e pela oração, nossa alma é saciada plenamente.

2º - O mestre fica triste e preocupado quando seus seguidores alimentam dúvidas sem sentido em relação a sua pessoa ou sua igreja, esquecem as muitas bênçãos que recebem diariamente e passam a duvidar do poder e da bondade divina.

Quantos que já trilharam conosco esse caminho, que foram fieis missionários, hoje estão a margem da estrada, fora da igreja, porque à semelhança dos apóstolos, esqueceram essa tão bela mensagem e deram lugar a duvidas em seus corações.

Os apóstolos ainda volveram a tempo e esses que hoje estão longe criticando a igreja, poderão voltar ainda; se derem lugar no barco da vida para que Jesus possa entrar e ali fazer um milagre.

3º - As aflições muitas vezes são permitidas para que possamos sentir nossa dependência de Jesus. Para podermos clamar por ele, desejar a sua companhia, e até esquecer nossas dúvidas sem fundamento que às vezes alimentamos. “Os que deixam de compreender sua contínua dependência de Cristo, serão vencidos pela tentação”. DTN. 382.

4º Vivemos em um mundo em tempestades. Tempestades de doenças, desastres, ódio, vingança, imoralidade, pornografia, incredulidade, misticismo, fanatismo... São ondas de toda sorte cada uma mais ameaçadora que a outra; ondas estas que ameaçam naufragar o barco da nossa fé. Porém lá do alto, Cristo contempla nossa luta e vem em nosso socorro. Ele não permite que seus filhos lutem sozinhos, mas lhes vem ao encontro com palavras de esperança, e diz: ”não temas, sou eu”.

5º - Não devemos deixar de olhar para pára Jesus. Enquanto estivermos com os fitos na sua pessoa, as águas furiosas nos serão como terra firme. Ao seu lado nossa segurança é perfeita.

6º - Depois da tempestade vem a bonança. À noite de trevas é seguida da aurora de luz. Não há tristeza que sempre dure, não há angustia que não se acabe, depois do choro vem o riso, principalmente se temos Jesus.

7º - Cristo não chama seus filhos para deixá-los perecer. Se ele diz vem, pode confiar e se você se sentir um naufrago, clame que ele te responderá. Quantos ainda estão longe de cristo, por medo de sair do barco, enfrentar o mar aberto e ser engolido pelas ondas; esquecem que aquele que o chama, tem poder para acalmar todas as tempestades.
 
Que possamos deixar Cristo guiar o barco da nossa vida. Com ele no leme, estaremos salvos.


Amém

Pastor Manoel Barbosa da Silva

O Uso da Bateria Como Instrumento Musical



Fonte/Autor: Pr. Gilson Medeiros / Advir.com.br
Postado em: 13.11.2006

Devido à polêmica deste assunto, o objetivo deste artigo é responder às seguintes perguntas: a percussão era usada no templo do Antigo Testamento? A Bíblia e o Espírito de Profecia proíbem o uso de percussão? Qual a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito da bateria?
Definição: A bateria pode ser definida como “os instrumentos de percussão de uma banda de música ou de uma orquestra” ( Dicionário Brasileiro Globo, 50ª. ed. ). Em outras palavras, bateria ou percussão se referem aos vários instrumentos que marcam o ritmo ou andamento musical, com timbres, tons e formas variadas. Uma bateria pode ser muito bem ilustrada pelos instrumentos de uma fanfarra. Exemplos de instrumentos de percussão: bumbo, caixa, pratos (címbalo), etc.
A Bateria no Templo do Antigo Testamento
Em II Crônicas 29:25 (ver também I Crônicas 25) temos a seguinte descrição dos instrumentos do templo: “Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo o mandado de Davi...”
Alaúde e harpa são instrumentos de corda, todavia, címbalo é um instrumento de percussão, segundo o Dicionário Bíblico Adventista, pág. 254 . Note a descrição deste instrumento: “Dois tipos de címbalos têm sido achados pelos arqueólogos. Um destes tipos consiste em dois pratos achatados, feitos de metal, que eram batidos um no outro de forma ritmada; o outro tipo consiste em duas espécies de conchas, batida uma na outra” (R. N. Champlin, Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, vol. 4. Pág.426).
Hoje os címbalos são usados na bateria convencional como ximbal (pratos sobrepostos) e pratos de vários timbres e formas.
Em Salmos 150 temos o convite ao louvor e adoração a Deus com vários tipos de instrumentos: “Louvai-O ao som da trombeta; louvai-O com saltério e com harpa. Louvai-O com adufes e danças; louvai-O com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-O com címbalos sonoros; louvai-O com címbalos retumbantes” (versos 3 a 5).
Podemos concluir que havia instrumentos de percussão que eram usados na música do templo, escolhido por orientação divina para o louvor e adoração.
A Bíblia ou Espírito de Profecia Proíbem a Bateria
Como notamos a Bíblia não proíbe o uso de bateria, pois no templo, havia instrumentos de percussão.
Sobre instrumentos musicais, E. G. White, inspirada por Deus, escreveu: “Nas reuniões realizadas, escolha-se um grupo de pessoas para tomar parte no serviço de canto. E seja este acompanhado por instrumentos de música habilmente tocados. Não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra. Esta parte do serviço deve ser cuidadosamente dirigida; pois é o louvor de Deus em cântico” ( Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144; citado no Manual da Igreja, edição revisada em 2000, pág. 72).
Uma vez que não há nenhum texto no Espírito de Profecia que condene o uso de bateria ou percussão como instrumento a ser usado no louvor (ou qualquer outro instrumento) pode-se afirmar o seguinte: a ênfase não é qual o instrumento a ser usado, mas como ele é usado. A recomendação é ser habilmente tocado, e é claro, nos princípios bíblicos.
O Espírito de Profecia nos fornece ampla informação concernente à música de louvor e adoração, com princípios inspirados tanto para o canto como para o tipo de música a ser ouvida e executada, mas não proíbe o uso de percussão.
Posição Oficial da IASD
A Igreja Adventista, para os que consideram a igreja remanescente, é dirigida por Deus, não por homens. É a igreja militante que vai vencer na graça de Jesus.
O Espírito de Profecia nos revela qual deve ser nossa atitude em relação à organização da nossa igreja: “Mas quando numa assembléia geral, é exercido o juízo dos irmãos reunidos de todas as partes do campo, independência e juízo particulares não devem ser mantidos, mas renunciados. Nunca deve um obreiro considerar virtude a persistente conservação de sua atitude de independência, contrariamente à decisão do corpo geral. Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Associação Geral, devam ter autoridade” ( Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 408).
Sendo assim, qual é a posição oficial da igreja resolvida em Associação Geral ? A resposta está em um documento que foi publicado na Revista Adventista, agosto de 2005, págs. 12 a 16. Neste documento temos os princípios bíblicos e do Espírito de Profecia resumidos e bem explicados. Sobre o uso de bateria, depois de estudá-lo, podemos concluir o seguinte: a igreja não proíbe seu uso, mas devemos ter cuidado ao usá-la, para que não tome o lugar da mensagem. A melodia deve estar em maior evidência do que o acompanhamento, para que a letra da música possa ser claramente compreendida e a mensagem propagada. Isso vale para todos os demais instrumentos musicais de acompanhamento.
Cuidado com as Críticas
Deus não nos colocou como juiz dos nossos irmãos, por isso devemos ter cuidado ao condená-los pelo uso de esse ou aquele instrumento.
Não devemos abrir mão dos princípios bíblicos e do Espírito de Profecia a respeito da música, mas devemos respeitar os diferentes gostos e elementos culturais.
Nossa igreja tem órgãos oficiais que divulgam a música, como a Voz da Profecia. Quando criticamos estes órgãos, estamos lutando contra nossa própria obra. Cabe a Deus o direito de julgar, e o nosso de respeitar a igreja e seus líderes.
É muito mais fácil deixar a responsabilidade para a instituição da igreja do que tentar levá-la sobre si. A igreja respeita suas convicções pessoais e gostos, por isso, respeite a igreja de Deus. Naquilo que ela ou seus líderes errarem, Deus fará Seu juízo.
Conclusão
Havia instrumentos de percussão ou bateria entre os instrumentos escolhidos para o templo do Antigo Testamento, mostrando que Deus não se opunha ao seu uso no serviço de adoração e louvor. A Bíblia e o Espírito de Profecia não proíbem o uso de instrumentos de percussão, mas recomenda princípios em que eles devam ser usados e executados. A posição oficial da igreja é o uso equilibrado e cuidadoso de todos os instrumentos (incluindo a bateria), seguindo os princípios inspirados, mas não proíbe o uso de nenhum deles.
Como cristãos devemos ser cuidadosos tanto ao escolher nossa música para louvor, adoração e outros fins, e também para não sermos críticos e emitir condenação deliberadamente, mas respeitar nossa igreja e suas recomendações

Pastor Adventista realiza 1° culto do projeto “Café da Manhã com Deus” na prefeitura de Palmas.



28/04/2013 - Publicado por Jessie Aias da MTo



A Secretaria de Governo e Relações Institucionais de Palmas iniciou nesta quinta-feira, 25 de abril, o projeto “Café da manhã com Deus”. O objetivo é promover um momento de oração e confraternização entre os servidores do Paço Municipal. O pastor adventista Mark Wallace teve a oportunidade de levar a primeira mensagem, na abertura do projeto.

O Pastor Mark Wallacy é departamental de Escola Sabatina da Missão do Tocantins, e no paço municipal, falou sobre o exercício da fé na hora de enfrentar as dificuldades diárias. Haviam aproximadamente 50 servidores públicos presentes no café da manhã.

O secretário de governo, Tiago Andrino, ressaltou a importância da ação: “Nosso objetivo é proporcionar um momento de comunhão entre os servidores, contemplando as diferentes crenças, já que serão convidados dirigentes de diversas denominações para participar“. Andrino, que visitou a Escola Adventista há poucos dias, agradeceu o pastor Mark Wallace pela presença e elogiou o trabalho desenvolvido pela Igreja Adventista no segmento educacional.

Leia mais:
http://portal.palmas.to.gov.br/detalhar/cafe-da-manha-com-deus-reune-servidores-municipais-9476/

A ação será realizada semanalmente às quartas-feiras, a partir das 8h no auditório da prefeitura.








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