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domingo, 7 de julho de 2013

Lição da Esc. Sabatina - Lição 2 - Oração: a força vital do revivamento




6 a 13 de julho






Sábado à tarde

Ano Bíblico: Sl 120–134



VERSO PARA MEMORIZAR:

“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos Céus, dará boas coisas aos que Lhe pedirem?” (Mt 7:11).



Leituras da Semana:

Deus age poderosamente quando Seu povo ora. Alfred Lord Tennyson estava certo quando disse: “Mais coisas são realizadas pela oração do que este mundo imagina.” Ao longo das Escrituras, os grandes reavivamentos foram banhados em oração. O Antigo Testamento registra a intercessão dos patriarcas e profetas, quando eles buscaram o reavivamento. Moisés, Davi e Daniel pediram poder ao Todo-poderoso. O livro de Atos mostra os cristãos do Novo Testamento ajoelhados alcançando o Céu, buscando o derramamento do Espírito Santo.

A vida de oração de Jesus revela uma dependência constante de Seu Pai celestial. Os evangelhos nos dão vislumbres da fonte de Seu poder espiritual. Quando estava ajoelhado, a sós com o Pai, o Salvador recebia maior força.

“Só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121). Na lição desta semana, examinaremos o papel que a oração teve em alguns dos grandes reavivamentos da Bíblia.






Domingo

Ano Bíblico: Sl 135–139



Oração e reavivamento em Atos


Os cristãos primitivos ficaram cheios do poder do alto. O Espírito Santo foi derramado de maneira acentuada. Corações foram tocados, vidas transformadas. O evangelho entrou nos lugares mais difíceis, e milhares foram convertidos. Em Atos 2, três mil foram acrescentados à igreja (At 2:41). Atos 4:4 registra que somente o número de homens que creram subiu “a quase cinco mil”. Mesmo muitos dos líderes religiosos, que se opuseram a Jesus, tornaram-se obedientes à fé (At 6:7).

A história desse crescimento fenomenal continua em Atos 9: “A Igreja [...] por toda a Judeia, Galileia e Samaria [...] crescia em número” (At 9:31). Nos capítulos 10 a 12 de Atos o evangelho havia atravessado as fronteiras culturais e geográficas.

O centurião romano e o tesoureiro da rainha da Etiópia foram batizados. Atos 1 diz que cerca de 120 fiéis se reuniram no cenáculo (At 1:13, 15). As melhores estimativas são de que, no fim do primeiro século, havia pelo menos um milhão de cristãos no Império Romano. Com base em qualquer padrão, esse é um crescimento notável. Qual foi o segredo?

1. Qual foi a principal razão para o crescimento da igreja do Novo Testamento? At 1:4, 8, 14; 2:42; 4:31, 33; 6:3, 4

O Pastor R. A. Torrey foi um poderoso pregador do reavivamento no fim do século dezenove e início do século vinte. Ele conduziu reuniões de reavivamento na Grã-Bretanha de 1903 a 1905 e na América do Norte em 1906 e 1907. Lamentando as muitas atividades dos cristãos, ele declarou: “Estamos ocupados demais para orar. Por isso, estamos muito ocupados para ter poder. Temos grande quantidade de atividades, mas realizamos pouco; muitos serviços, mas poucas conversões, muitos equipamentos, mas poucos resultados.”

Você está muito ocupado para orar? Como pode desacelerar o suficiente para dedicar tempo à oração? Pense nas desculpas que tem para adiar e nas suas razões para fazer outras coisas. No fim, o que está perdendo por não gastar tempo em oração?




Segunda

Ano Bíblico: Sl 140–144



A vida de oração de Jesus


2. Quais são as três coisas específicas reveladas na Bíblia sobre a vida de oração de Jesus? Mc 1:35; Lc 5:16; 9:18

Cristo estava continuamente recebendo do Pai, para que pudesse comunicar a nós. Ele disse: ‘A palavra que estais ouvindo não é Minha, mas do Pai, que Me enviou’ (Jo 14:24). ‘O Filho do Homem [...] não veio para ser servido, mas para servir’ (Mt 20:28). Ele viveu, pensou e orou, não para Si mesmo, mas em favor dos outros. Das horas passadas com Deus Ele saía manhã após manhã, para levar a luz do Céu aos homens. Diariamente Ele recebia um novo batismo do Espírito Santo. Nas primeiras horas do novo dia o Senhor O despertava de Seu sono, e Sua mente e lábios eram ungidos com graça, para que Ele pudesse transmitir aos outros” (Ellen G. White, The Review and Herald, 11 de agosto de 1910).

3. Examine as passagens abaixo. Identifique cada uma das coisas pelas quais Jesus orou. Como as orações de Jesus revelam Suas preocupações mais importantes? Qual é o componente mais característico das orações de Jesus? Jo 17:20-24; Lc 22:31, 32; Mt 26:36-44

A oração era uma parte vital da vida de Jesus. Era a corda que O ligava ao Pai. Diariamente o Salvador renovava Seu relacionamento com o Pai por meio da oração. A vida de oração de Jesus Lhe dava coragem e força para enfrentar as tentações do inimigo. Ele saía desses momentos de oração com mais profundo compromisso de fazer a vontade do Pai. Eles comunicavam poder e renovação espiritual. Descrevendo um desses momentos, Lucas acrescentou: “Estando Ele orando, transfigurou-se a aparência do Seu rosto, e as Suas vestes ficaram brancas e mui resplandecentes” (Lc 9:29, RC). Por Sua vida de oração, Jesus experimentava a cada dia refrigério espiritual e renovada experiência com o Pai.


Gaste alguns momentos refletindo sobre ocasiões específicas em que Deus respondeu poderosamente às suas orações. Lembrar dessas experiências e refletir sobre elas pode aprofundar sua vida de oração?






Terça

Ano Bíblico: Sl 145–150



Orando juntos


Embora Jesus muitas vezes dedicasse tempo orando sozinho, houve várias ocasiões em que Ele encorajou Seus discípulos mais próximos a orar com Ele. Pedro, Tiago e João O acompanharam ao monte da transfiguração (Mt 17:1, 2). Cristo os exortou a Se unir com Ele em oração no Getsêmani (Lc 22:39-46). Há poder incomum quando oramos juntos.

4. Analise atentamente Mateus 18:19, 20. Como você resumiria a declaração de Jesus a respeito da união na oração?

“A promessa é feita na condição de que as orações do povo de Deus sejam unidas e, em resposta a essas orações, pode ser esperado um poder maior do que aquele que vem em resposta à oração individual. O poder dado será proporcional à unidade dos membros e seu amor a Deus e de uns para com os outros” (Ellen G. White, The Central Advance [O Avanço Central], 25 de fevereiro de 1903).

John Bunyan declarou: “Você pode fazer mais do que orar, depois de ter orado, mas não pode fazer mais do que orar até que tenha orado.”

Quando nos envolvemos em fervorosa e sincera intercessão, o Espírito Santo atua poderosamente de maneira miraculosa, por meio das nossas orações unidas.

5. Qual foi a atitude da igreja diante da dificuldade de Pedro? Existe poder na oração que fazemos juntos? At 12:1-16

Sem dúvida, nesse caso, Pedro teve uma libertação miraculosa. Foi tão intensa que Pedro não teve certeza de que era real e de que ele não estava em visão. Somente depois, ele percebeu o que tinha acontecido. É importante notar que essa passagem afirma duas vezes que as pessoas estavam orando juntas. Considerando as circunstâncias difíceis, isso não é de admirar. Não há dúvida de que devemos fazer o mesmo, especialmente quando enfrentamos desafios na comunidade, como aconteceu naquele tempo.






Quarta

Ano Bíblico: Pv 1–3




Nossa liberdade


Você já se perguntou por que a oração é tão vital? Por que temos que pedir o Espírito Santo? Deus não está disposto a nos dar o Espírito Santo?

A resposta a essas perguntas está na compreensão do respeito de Deus pela nossa liberdade de escolha. Ele nos criou com a capacidade de fazer escolhas morais. Deus está fazendo tudo o que pode por nós e através de nós, antes de orarmos, mas Ele respeita nossas escolhas (Sl 78:41, 42).

Na oração, reconhecemos livremente nossa total dependência de Deus e Lhe damos a liberdade de intervir em nossa vida. Quanto mais oramos, mais reconhecemos Sua total suficiência. Quando oramos, Seu Espírito Santo prepara nosso coração para receber mais dEle. Quanto mais oramos, mais permitimos que o Espírito Santo “crucifique” nossos desejos pecaminosos. No grande conflito entre o bem e o mal, a oração permite que Deus opere com mais força em nossa vida.

6. Analise 2 Coríntios 10:3-5. Como você definiria a expressão “as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus”? Quais são essas armas? Que tipo de guerra Paulo estava mencionando, e por que ele usou esse tipo de imagens?

Como adventistas do sétimo dia, entendemos a realidade do grande conflito entre Cristo e Satanás. Sabemos que ele é real e que todos estamos envolvidos. Deixados sozinhos, estaríamos sem esperança contra o inimigo. Nossa única esperança é nossa conexão com Jesus, e no centro dessa conexão está nossa vida de oração – a arma espiritual para a batalha espiritual, uma arma que nenhum de nós pode dispensar. Se Jesus precisava orar, muito mais necessitamos.

“Nós também temos de ter momentos para meditação, oração e para receber conforto espiritual. Não apreciamos como deveríamos o poder e eficácia da oração. A oração e a fé farão o que nenhum poder da Terra conseguirá realizar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 509).


De que forma você experimentou a dura realidade do grande conflito em sua vida? Como a oração ajudou você nessa luta? Sem oração, o que seria de você?






Quinta

Ano Bíblico: Pv 4–7



Oração eficaz


Há muitas maneiras eficazes de orar. Algumas pessoas acham útil ajoelhar-se diante de Deus com a Bíblia aberta. Em seguida, leem alguns versos e conversam com Deus sobre o que estão lendo.

Os Salmos são especialmente inspiradores como assunto para oração. Tente meditar sobre um determinado salmo durante seus momentos de comunhão. Tome um verso de cada vez. Leia em voz alta, depois fale com Deus sobre o que o texto está dizendo a você.

Outros descobriram que os mais significativos momentos de oração foram passados a sós com Deus, em ambiente natural, tranquilo. Ainda outros têm utilizado música durante a oração.

7. O que aprendemos sobre a oração eficaz nos seguintes versos? Sl 34:1; 50:23; 67:3; 71:6

8. Leia Daniel 9:8-13. Qual é a ênfase do profeta nessa oração?

9. Qual característica Paulo acrescenta a uma vida de oração eficaz? Ef 5:20

10. Qual é o significado de “súplica” em Efésios 6:18 e Filipenses 4:6? Por que isso é um componente importante da oração?

Embora não queiramos dar uma fórmula para a oração, em linhas gerais poderia ser assim: Começamos com louvor e adoração, agradecendo a Deus por Sua bondade para conosco. Em seguida, confessamos nossos pecados e defeitos e, em seguida, agradecemos a Deus pelo Seu perdão. Concluímos com súplicas, levando a Ele nossos pedidos, sempre buscando uma atitude de submissão e confiança no poder divino.

Sua vida de oração não tem sido o que deveria ou poderia ser? O que você precisa mudar? Por que não fazer um esforço mais concentrado para dedicar mais tempo à oração? Isso pode mudar sua vida!




Sexta

Ano Bíblico: Pv 8–11



Estudo adicional


“Apresentemos continuamente ao Senhor nossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não O podemos sobrecarregar; não O podemos fatigar. Aquele que conta os cabelos de nossa cabeça, não é indiferente às necessidades de Seus filhos. ‘Porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso’ (Tg 5:11, RC). Seu coração amorável se comove ante as nossas tristezas, ante nossa expressão delas. Levemos-Lhe tudo quanto nos causa perplexidade. Coisa alguma é demasiado grande para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada do que de algum modo se relacione com nossa paz é tão insignificante que Ele não observe. Não há em nossa vida um capítulo demasiado obscuro que Ele não o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada que não a possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde de Seus filhos, ansiedade alguma lhe atormentar a alma, nenhuma alegria possuí-lo, nenhuma prece sincera escapar-lhe dos lábios, sem que seja observada por nosso Pai celeste, ou sem que Lhe atraia o imediato interesse. Ele “sara os quebrantados de coração e liga-lhes as feridas” (Sl 147:3, RC). O relacionamento entre Deus e cada pessoa é tão particular e pleno, como se não existisse ninguém mais por quem Ele houvesse dado Seu bem-amado Filho” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 100).


Perguntas para reflexão

1. Por que precisamos orar se Deus conhece tudo? Talvez a resposta mais importante é que, repetidamente, a Bíblia nos diz que devemos orar. Mesmo que não entendamos como a oração funciona, os que oram sabem que ela funciona. Você toma um medicamento que ajuda a trazer cura ao seu corpo, mesmo sem saber como essa medicação funciona. É o mesmo com a oração. Que outras razões você pode dar para a importância da oração?

2. Considere a citação de Ellen G. White, acima, especialmente as três últimas linhas. Que escolhas você pode fazer para entrar em íntima comunhão com o Senhor?

3. Comente sobre a realidade do grande conflito e como ele está sendo manifestado em sua igreja. Orar unidos pode ajudá-los a resolver seus desafios?


Respostas sugestivas: 1. Esperaram a promessa do Espírito Santo em oração; testemunharam e pregaram a Palavra pelo poder obtido em oração; a comunhão os levou à fraternidade e perseverança na doutrina apostólica. 2. Jesus orava de madrugada, em lugares solitários e com frequência. 3. Jo 17:20-24: Unidade dos cristãos para que o mundo acreditasse no Salvador do mundo e fosse salvo. Lc 22:31, 32: Conversão de Pedro após o profetizado fracasso espiritual. Mt 26:36-44: Que o cálice do sofrimento fosse retirado dEle, mas que fosse feita a vontade do Pai, ou seja, o sacrifício de Seu Filho para nos Salvar. As orações de Jesus sempre demonstraram preocupação com a felicidade das pessoas. 4. Deus atende às nossas orações quando elas refletem a unidade da igreja e quando buscamos o bem de todos. Só assim podemos dizer que estamos reunidos em nome de Jesus. 5. Enquanto Pedro esteve preso a igreja orou sem cessar. No momento em ele foi libertado pelo anjo, a igreja estava orando. 6. Estamos envolvidos numa guerra espiritual. Por isso, precisamos usar as armas espirituais da comunhão com Deus: oração e estudo da Bíblia. 7. Os fiéis estão sempre em comunhão com Deus. Os que sempre louvam a Deus por Sua proteção, continuam vendo a Sua salvação. 8. Confissão de pecados, reconhecimento de que o sofrimento da nação era resultado da transgressão da lei de Deus e súplica por misericórdia. 9. Ação de graças. 10. Pedido insistente e humilde, demonstrando dependência e confiança em Deus.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Satanás e a Tríplice União - Meditação 02 de Julho

E adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta. Apoc. 13:4.

"Tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão." Apoc. 13:11. Embora professem ser seguidores do Cordeiro de Deus, os homens se tornam imbuídos do espírito do dragão. Eles professam ser mansos e humildes, mas falam e legislam no espírito de Satanás, mostrando por suas ações que são o posto do que professam ser. Esse poder semelhante a um cordeiro se une com o dragão para fazer guerra aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo. E Satanás une-se com protestantes e católicos, agindo de parceria com eles como o deus deste mundo, dando ordens aos homens como se fossem os súditos de seu reino, para serem manejados, governados e controlados segundo lhe apraz. Se os homens não concordarem em calcar aos pés os mandamentos de Deus, é revelado o espírito do dragão. Eles são presos, levados perante conselhos e multados. "A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita, ou sobre a fronte." Apoc. 13:16 e 17. "E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que, não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta". Apoc. 13:15. Satanás usurpa, assim, as prerrogativas de Jeová. O homem do pecado assenta-se no templo de Deus, ostentando-se como se fosse Deus e agindo acima de Deus.
Há acentuado contraste entre os que têm o selo de Deus e os que adoram a besta e sua imagem. Os fiéis servos do Senhor depararão com a mais severa perseguição de falsos mestres, que não darão ouvido à Palavra de Deus e prepararão pedras de tropeço a serem colocadas no caminho dos que querem ouvir. Mas o povo de Deus não deve temer. Satanás não pode ir além de seu limite. O Senhor será a defesa de Seu povo. Ele considera o agravo feito a Seus servos por causa da verdade como sendo praticado contra a Sua Pessoa. Quando houver sido feita a última decisão, quando todos houverem tomado partido, ou em favor Cristo e dos mandamentos, ou em favor do grande apóstata, Deus levantar-Se-á em Seu poder, e para sempre será tapada a boca aos que blasfemaram contra Ele. Todo poder oponente receberá a sua punição. Carta P-28, 1900. 189

Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 Pag.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Um intenso final de semana.


Foi um final de semana inesquecível, no distrito de Divinópolis Tocantins. Cansativo, porém ótimo. coordenadas pelas equipes da Escola Sabatina, Diaconisas e Ministério da Mulher e sob e supervisão da professora Lucilia Rosa, esposa do pastor e Rosa Bandeira Gomes, uma programação sucedia a outra, todas organizadas e bem coordenadas, para que uma, não atrapalhar o bom andamento da outra. E deu tudo certo.

Grupo de líderes
Começou dia 28, sexta feira à noite, com a reunião do grupo de líderes “Arvore da vida” (protótipo) que se reúnem a cada quinze dias na casa do pastor, ocasião em que foi comemorado o aniversário dos componentes do grupo que aniversariavam no mês .
   
  

Batismo
Enquanto isto, na igreja era realizado o batismo do casal de jovens; Raimundo e Sarita. Foi feito o batismo e em seguida  foi realizado o noivado do mesmo casal, ali ,no hall da igreja, com direito a comes e bebes


Classe de professores
Sábado de manhã foi uma classe de professores especial. Nela foi lançado, aos professores, o desafio do projeto 197, que consiste em motivar os membros para que cada um ganhe  1 amigo para cristo. O 9, é o desafio para que cada membro da igreja esteja no templo pontualmente às nove horas, ou um pouco antes, para que a escola sabatina não comece atrasada. E o 7, é o desafio para cada membro da escola sabatina 
tenha sua lição e a estude sete vezes na semana. Daí ser o projeto 197
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Escola sabatina
Na hora da escola sabatina foi lançado aos membros, o projeto que  havia sido lançado aos professores. Ocasião em que cada professor, recebeu balões em forma de coração, para distribuir aos seus alunos, e desafiá-los a viver o projeto 197. O coração em forma de balão, era para lembrá-los que a escola sabatina é o coração da igreja. 
       

Culto

Apresentação de crianças
Na hora do culto foi feita duas cerimônias muito tocante, a primeira foi a apresentação de duas crianças, o Bernardo, filho do casal Marcelo e Vivianne, e o Miguel filho do casal Humberto e Emile.
O destaque ficou por conta da entrega de uma Bíblia personalizada a cada casal.  Bíblia já “assinada” pelos bebes que estavam sendo apresentados. A “assinatura” consistia na digital do pezinho de cada um deles, que foi tirado ali, na hora, em uma almofada de carimbo e gravado na primeira página da Bíblia abaixo de uma declaração de amor.
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Dedicação dos utensilios
A segunda cerimônia foi a dedicação de todos os utensílios novos que foram adquiridos para a igreja. Aparelhagem de som, dois aparelhos de TV, mesas para as salas; pastoral, secretaria e tesouraria como também todos os utensílios da Santa Ceia. Toalhas, bacias, cálices de vidro e baixelas em inox. Tudo do mais puro bom gosto.
 
Santa ceia


A tarde do mesmo dia, foi realizado a Santa Ceia, ocasião em que a igreja estava repleta de membros. Foi a Santa Ceia mais concorrida de todos os tempos.
       
  

Café da manhã
Domingo ainda de madrugada, foi realizado o café da manhã com Deus. Ocasião em que todas as mulheres da igreja, e muitas visitas se reunirão, às cinco horas da manhã, para orar, ler a Bíblia e tomarem o desjejum juntas.  Coordenado pela irmã Queila, diaconisa chefe, foi um sucesso total.
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Reencontro
Para encerrar a maratona de programação, domingo a noite foi o reencontro do final da jornada de oração das 40 noites. Os irmãos compareceram levando as pessoas por quem estiveram orando neste período. O pastor pregou sobre os sinais da volta de Jesus, e a necessidade de preparo para encontrá-lo

Lição 1 3° Trimestre 2013. - Reavivamento: nossa grande necessidade


29 de junho a 6 de julho






Sábado à tarde

Ano Bíblico: Sl 81–85



VERSO PARA MEMORIZAR:

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” (Ap 3:20).



Leituras da Semana:

Laodiceia é a última na sequência das sete igrejas do Apocalipse. O nome significa “povo julgado”. É também um símbolo apropriado para o povo de Deus nos últimos dias.

Laodiceia estava localizada em um vale aberto, no sudoeste da Turquia. Era uma importante capital financeira, um centro da moda, educação e medicina. Seus habitantes eram independentes, autoconfiantes e ricos.

Entretanto, na cidade havia falta de água, um recurso natural vital. A água era canalizada através de aquedutos romanos, a partir de uma fonte localizada oito quilômetros ao sul da cidade. No momento em que a água chegava a Laodiceia, estava morna. Jesus usou esse simbolismo para representar a condição de Sua igreja nos últimos dias, descrita como autoconfiante, complacente, apática e indiferente espiritualmente. Uma igreja que perdeu sua paixão e que precisa de um reavivamento espiritual.

Apesar disso, a mensagem de Laodiceia está cheia de esperança. Cristo fala ao Seu povo com amor, oferecendo-Se para satisfazer as necessidades dele e reavivar seus mais profundos anseios espirituais.






Domingo

Ano Bíblico: Sl 86–89



Esperança para Laodiceia


Jesus Se dirigiu a cada uma das sete igrejas de Apocalipse 2 e 3 com um título para Si mesmo apropriado à condição espiritual delas. Os títulos usados em Sua mensagem à igreja de Laodiceia ressoam com a certeza de renovação espiritual para todos os que atenderem ao Seu chamado.

1. Por que Jesus usou os títulos “o Amém”, “a Testemunha fiel e verdadeira” e “o princípio da criação de Deus”? Ap 3:14, 15; 2Co 1:20; Jo 3:10, 11; Cl 1:13-17

Em Apocalipse 3:14, a palavra grega para “princípio” é archê. Pode significar “princípio” no sentido de que a pessoa a quem ela se refere é o iniciador do evento ou ação. Nesse contexto, archê se refere a Jesus como Aquele que dá início, ou é a causa primeira de toda a criação. Em outras palavras, Ele é o Criador (Jo 1:1-3;
Ef 3:8, 9).

Isso é extremamente significativo. Jesus, que por Sua Palavra trouxe os mundos à existência, que criou a Terra, Aquele cuja palavra fez com que existisse vida, esse mesmo Jesus falou de esperança para Laodiceia. O Criador Todo-poderoso pode criar nova vida. Pode criar novos anseios espirituais em nosso coração. Ele pode transformar nossa vida espiritual.

2. Leia 2 Coríntios 5:17 e Gálatas 6:14, 15. O que esses textos significam para você?

Que esperança existe na mensagem à Laodiceia? Que encorajamento obtemos na introdução a essa mensagem de forte repreensão? Com qual dos três títulos de Jesus você mais se identifica, e por quê?




Segunda

Ano Bíblico: Sl 90–99



Uma repreensão amorosa


3. Por que Jesus repreendeu de modo severo a igreja de Laodiceia? O que significa ser morno? Que outras palavras Jesus poderia ter usado em lugar de “morno”? Ap 3:15, 16

Comentando Apocalipse 3:15, 16, Ellen G. White afirma: “A mensagem à igreja de Laodiceia se aplica mais claramente àqueles cuja experiência religiosa é insípida, que não dão decidido testemunho em favor da verdade” (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 7, p. 962). Essa é uma afirmação fascinante. Uma experiência religiosa insípida é destituída de vida. Ela tem a “casca” de cristianismo, mas não tem a substância. Tem a forma externa, mas não tem o poder vivo. Os laodiceanos não são hereges nem fanáticos inflamados. Eles são, simplesmente, indiferentes. Parecem ser moralmente bons. Têm o que Paulo chama de “forma de piedade”, mas negam seu poder (2Tm 3:5). Jesus falou de pessoas religiosas em Seu tempo que O “[honravam] com os lábios, mas o seu coração [estava] longe [dEle]” (Mt 15:8).

4. Qual é o propósito da repreensão divina? Hb 12:7-11; Jó 5:17-19; Sl 94:12; Pv 29:15, 17

Nosso Senhor ama tanto Seu povo que não quer permitir a perdição dele. Deus fará o que for preciso para reacender a chama espiritual no coração desse povo. Sua forte repreensão é motivada por um amor ainda mais forte. O castigo revela Seu desejo de nos curar. O profeta Oseias ecoa esse sentimento com este chamado ao arrependimento: “Vinde, e tornemos para o Senhor, porque Ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará” (Os 6:1).

Será que Deus já usou experiências dolorosas, e até mesmo embaraçosas, para humilhar você e atraí-lo para perto dEle? As lições aprendidas nessas experiências garantem que você não terá que passar por elas novamente?






Terça

Ano Bíblico: Sl 100–105



Percepção e realidade


Existe um abismo entre o que Laodiceia diz e faz. Há um abismo ainda maior entre a experiência espiritual que ela acha que tem e o que ela tem realmente.

5. Como Laodiceia avalia a si mesma? Como Deus a avalia? Por que o povo estava cego acerca de sua verdadeira condição espiritual? Estamos cegos em relação à nossa condição espiritual? Ap 3:17

Um dos enganos fatais de Satanás é cegar-nos para a realidade de nossas necessidades espirituais. Alguns dos líderes religiosos do tempo de Jesus eram cegos para a própria pobreza espiritual. Eles eram membros da “igreja” que, enquanto esperavam a vinda do Messias, liam a Bíblia, guardavam o sábado e devolviam o dízimo. No entanto, muitos estavam em trevas quanto ao tipo de reino espiritual que o Messias anunciaria. Jesus os chamou de “guias cegos” (Mt 23:24). Paulo escreveu à igreja de Corinto sobre os incrédulos “nos quais o deus deste século cegou o entendimento” (2Co 4:4). Por isso, Jesus disse que veio para proclamar a “restauração da vista aos cegos” (Lc 4:18). Se permitirmos, Ele vai restaurar nossa visão espiritual perdida. No Novo Testamento, toda vez que Jesus abria os olhos dos cegos, estava revelando Seu desejo de abrir os olhos da nossa mente, a fim de nos habilitar a vê-Lo claramente.

6. Quais são as semelhanças entre as virgens insensatas e os membros da igreja em Laodiceia? Mt 25:1-13

De que maneiras você pode se manter espiritualmente alerta? Por que é tão fácil se tornar espiritualmente indiferente? Como podemos neutralizar a apatia religiosa?





Quarta

Ano Bíblico: Sl 106–110




O remédio divino


Há esperança para Laodiceia e para todos os que sofrem apatia espiritual e indiferença. Nosso Senhor tem o remédio divino. O fato de que o Senhor fala com a igreja mostra que existe esperança para ela, se Seu povo aceitar e seguir Seu conselho.

7. O que Jesus quis dizer quando falou de “ouro refinado pelo fogo”, “vestiduras brancas”, e “colírio”? Ap 3:18, 19; 1Pe 1:7; Zc 3:1-5; Ap 19:7-9; Ef 4:30

“Jesus vai de porta em porta e Se coloca diante do templo de cada coração, proclamando: ‘Eis que estou à porta e bato’ (Ap 3:20). Como celeste negociante, Ele abre Seus tesouros e clama: ‘Compre de Mim ouro refinado no fogo, e você se tornará rico; compre roupas brancas e vista-se para cobrir a sua vergonhosa nudez’ (Ap 3:18, NVI). O ouro que Ele oferece é sem mistura, mais precioso do que o ouro de Ofir, pois consiste em fé e amor.

“As vestiduras brancas que Ele convida a pessoa a vestir são Suas próprias vestes de justiça, e o colírio para a unção é Sua graça, que dá visão espiritual para a pessoa em cegueira e escuridão, para que ela perceba a diferença entre as obras do Espírito de Deus e as do espírito do inimigo. O grande Negociante, possuidor de riquezas espirituais, diz: ‘Abra a porta, e negocie comigo. Sou Eu, seu Redentor que aconselha você a comprar de Mim’” (Ellen G. White, The Advent Review and Sabbath Herald [Revista Adventista e Arauto do Sábado], 7 de agosto de 1894).

Ellen G. White cita Apocalipse 3:20, mencionando que Jesus está à porta e bate. Jesus bate. Ele não derruba a porta para forçar a entrada. Isso significa que, no fim, independentemente do que Deus esteja disposto a fazer por nós, temos que fazer a escolha de deixá-Lo entrar.

Somos resistentes em abrir a porta para Jesus? Por quê? Qual é sua dificuldade? Que pecado ou prazer você não quer abandonar? O que é tão difícil renunciar?






Quinta

Ano Bíblico: Sl 111–118



Amor incansável


8. Compare Apocalipse 3:20 com Cantares 5:2-5. Que semelhanças você encontra nos dois exemplos? O que essas passagens revelam sobre o amor de Deus?

O jantar no Oriente Médio era e ainda é extremamente importante. Quando terminava o trabalho do dia e os homens voltavam dos campos para a refeição da noite, toda a família se reunia em torno da mesa. Na maioria dos casos, uma família vivia junto com outros parentes. Geralmente o número de pessoas no jantar era muito grande. Avô e avó, irmãos e irmãs, tias e tios, sobrinhos e primos, adultos e crianças podiam estar presentes. Nessa grande reunião, depois de um árduo dia de trabalho, histórias eram contadas, experiências compartilhadas e conselhos dados. Era um momento de comunhão, calor e intimidade familiar. Jesus deseja ter esse tipo de comunhão conosco.

9. Qual é o grande desejo de Cristo para cada um de nós? O que Ele prometeu? Ap 3:21

O Apocalipse menciona o trono de Deus 37 vezes. Isso é mais do que o número de ocorrências de qualquer outro livro da Bíblia. Diante do trono de Deus, vamos nos unir ao coro celestial e alegremente proclamaremos: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap 5:12). Ele prometeu que, quando a longa saga do pecado chegar ao fim, poderemos participar dessa grande cena de festa e alegria.

Cristo usa a maior motivação para Seu povo indiferente no tempo do fim. Seu amor proveu a eternidade para nós. Temos sangue real correndo em nossas veias. Somos filhos e filhas do Rei do Universo. Podemos reinar para sempre com Ele, sentados no Seu trono. A maior motivação para nos acordar do sono espiritual é o infinito amor de Jesus, pois Ele deseja passar toda a eternidade conosco. Se isso não é suficiente para nos tirar da apatia espiritual, o que será? Se isso não é suficiente para nos colocar de joelhos dobrados, buscando o reavivamento, o que será?




Sexta

Ano Bíblico: Sl 78–80



Estudo adicional


“Reavivamento e reforma são duas coisas diferentes. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, vivificação das faculdades da mente e do coração, ressurgimento da morte espiritual. Reforma significa reorganização, mudança de ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não produzirá os bons frutos da justiça a menos que esteja ligada a um reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem fazer a obra que lhes é designada e, ao fazerem essa obra, têm de se unir” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 42).

“As igrejas ainda podem obter o ouro da verdade, fé e amor, e ser ricas do tesouro celestial. ‘Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez’ (Ap 3:18). As vestiduras brancas são a justiça de Cristo, que pode ser introduzida no caráter. Pureza de coração e de motivo caracterizarão os que estão lavando suas vestiduras e tornando-as brancas no sangue do Cordeiro” (Ellen G. White, The Advent Review e Sabbath Herald [A Revista do Advento e Arauto do Sábado], 24 de julho de 1888)..


Perguntas para reflexão

1. Qual é o perigo da mornidão? Ela pode nos levar ao autoengano espiritual?

2. Por que alguns cristãos são tão radiantes e outros são tão indiferentes? Será isso apenas uma questão de personalidade, ou há algo mais profundo?

3. Como podemos manter a vibração e o crescimento espiritual? Como podemos nos proteger da mornidão?

4. Por que Deus preferiria que fôssemos “frios” em vez de “mornos”? Por que ser morno não é melhor do que ser totalmente frio? Dica: o que é mais confortável, ser morno ou frio?


Respostas sugestivas: 1. Porque Sua mensagem é verdadeira e Seu testemunho é fiel. Ele é o princípio porque é o Criador e Redentor, a causa básica de todas as coisas. Jesus cumprirá Suas promessas. 2. Estar em Cristo significa ser recriado. A criação destruída pelo pecado é renovada pela presença de Cristo. O passado de pecado se torna um presente vitorioso em Cristo. A mudança mais importante em nossa vida é operada pelo poder da cruz de Cristo. 3. Porque Deus ama a igreja e deseja resolver os sérios problemas espirituais representados por sua mornidão: indiferença, indecisão, orgulho e hipocrisia. 4. A nossa felicidade, justificação e santificação. Deus quer nos tornar sábios e obedientes. 5. Laodiceia se considera rica e sem necessidade de coisa alguma; Deus a considera infeliz, miserável, cega e nua; a igreja não consegue ver sua verdadeira condição espiritual porque olha para si mesma e deixa Jesus do lado de fora do coração. Perto de Jesus, a igreja perceberia sua miséria espiritual. 6. As virgens insensatas eram mornas porque não se preparam totalmente para o encontro com o noivo; não tinham o azeite, assim como Laodiceia não tem o colírio do Espírito Santo; as lâmpadas estavam vazias, sem óleo; Laodiceia é rica, mas não tem o ouro, vestes brancas e colírio; as virgens insensatas, assim como Laodiceia, não conheciam a Jesus. 7. Ouro: fé que atua por amor. Vestes brancas: justiça obtida pelo perdão e purificação concedidos por Cristo que nos leva a praticar atos de justiça. Colírio: o Espírito Santo, que nos convence da nossa necessidade e produz arrependimento em nosso coração. 8. Jesus bate à porta do coração de Seu povo e deseja comunhão plena com ele. Para isso, precisamos ouvir Sua voz, acordar, abrir a porta e ficar com Ele, dar atenção ao nosso Amado. A Sulamita ouve a voz do Seu amado, que bate na porta, pedindo permissão para entrar, mas não queria sair do conforto do seu sono para abrir a porta ao amado. 9. Que sejamos vencedores para que nos sentemos com Ele em Seu trono.

A Tríplice União Religiosa - Meditação 01 de Julho

Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande dia do Deus todo-poderoso. Apoc. 16:13 e 14.
Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à lei de Deus, a nação americana se divorciará por completo dos princípios da justiça. Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem  induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotarem medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs.150 e 151.
Mediante os dois grandes erros - a imortalidade da alma e a santidade do domingo - Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência. ...
Católicos, protestantes e mundanos juntamente aceitarão a forma de piedade, destituída de sua eficácia, e verão nesta aliança um grandioso movimento para a conversão do mundo, e o começo do milênio há tanto esperado. O Grande Conflito, págs. 588 e 589.
Quando nossa nação [os Estados Unidos] renunciar os princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado; isso não será outra coisa senão dar vida à tirania que há muito aguarda ansiosa sua oportunidade de saltar de novo para o despotismo ativo. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 318 e 319.

Ellen White

Meditações Matinais 1997 Pag. 188

Os grandes "erros" de Fernando Henrique Cardoso



Os grandes "erros" de Fernando Henrique Cardoso

O presidente Fernando Henrique Cardoso foi um presidente fraco. Pergunte a qualquer petista honesto (todos são honestos) que ele confirma.
A começar pela bagagem cultural, que nem se compara ao grande mestre Lula. FHC estudou nessas patifarias chamadas de universidades, foi até professor de muitas delas, até de uma tal de Sorbonne. Imagina, se um presidente, precisa disto!...
Lula não.  Lula não perdeu tempo com livros, lápis, cadernos, escolas, isto é coisa de quem não tem o que fazer.  Lula tem inteligência suficiente para, roubar, ops, vencer na vida, sem precisar dessas coisas.
Fernando Henrique, quando presidente, fez uma série de trapalhadas, que só trouxe atraso e mal estar para o nosso país. Uma delas foi criar um tal de Plano Real.
O Lula que é um homem sábio, percebendo que esse tal plano real  seria péssimo para o país, convocou toda a bancada petista para votar contra. A bancada petista perdeu, e o tal plano real foi aprovado. Uma desgraça, seu moço. Uma desgraça.
Antes desse plano a gente tinha o prazer de no final do mês, correr ao supermercado e comprar todo o salário em comida, antes que os preços aumentassem. A gente corria de mercado em mercado, procurando artigos que ainda não tivessem sido aumentados. Muitas vezes, a gente partia pra cima do funcionário da maquininha e tomava da mão dele o produto antes que ele colocasse um preço novo. Era muito divertido. O plano real acabou com essa brincadeira. Perdeu a graça.
Naquele tempo, a gente depositava um dinheirinho da poupança, e ficava feliz, por que depositava uma quantia, e no fim do mês a quantia havia aumentado 60%, ás vezes mais. É certo que os preços também tinham aumentado em 80% mais isso é apenas detalhe. FHC nos tirou essa alegria.
Outra trapalhada do FHC foi as privatizações. Principalmente a privatização da EMBRATEL. Moço, isto não se faz. A privatização da EMBRATEL acabou com a alegria do povo, e atrapalhou a vida de muitos prefeitos. Um horror!
Antes da privatização, era muito bom. Nas grandes cidades, tinha os orelhões. Lembram-se deles?.. E os aparelhos funcionavam com fichas. Quem se lembra?.. A gente tirava o fone do gancho, colocava a ficha, e ficava torcendo para ela cair, se entalava, a gente dava uns murros no aparelho até ela cair.
Foi por isto que se criou a expressão “cair a ficha” ou, “a ficha caiu” para descrever que um retardado demorou a entender o que você está falando.
Nas pequenas cidades a telefonia era até mais romântica. Não havia orelhão, havia apenas o posto telefônico. O posto telefônico era um lugar público, geralmente muito limpinho, funcionárias bem vestidas que atendia com um sorriso de satisfação ( Ás Vezes) e no dia da inauguração do posto, havia festa na cidade. Banda de música, palanque na praça, o deputado que havia conseguido a verba para instalar o posto, se fazia presente, o prefeito e os vereadores faziam discursos e o povo aplaudia, e lógico, votavam outra vez naquele prefeito que havia trazido tão grande progresso para a cidade.
Funcionava assim.
A gente chegava ao posto, entrava na fila, esperava a vez de falar com a telefonista, que te atendia, tão logo terminava de ler a página da revista “capricho” ou “grande hotel” que tinha na mão. Ela, telefonista, te dava uma cabine, onde você entrava e ligava para o posto telefônico da cidade onde você queria falar. A telefonista daquela cidade te atendia e você pedia para ela te dar um recado para a pessoa com quem você desejava falar e dizia que duas horas depois você voltaria para falar com a tal pessoa ou ficava esperando, (fora da cabine, lógico, para que outro a usasse enquanto isto) a telefonista daquela cidade, enviava um mensageiro à casa da pessoa com o recado, para que aquela pessoa comparecesse ao posto telefônico, pois alguém iria ligar para ela.
Não era legal?... Pois o Fernando Henrique acabou com isso. Privatizou a telefonia e hoje se criaram essa droga de celular. Todo o mundo tem um, até as crianças.
Se fosse o PT no governo, as privatizações não teriam acontecido, e até hoje teríamos nossos postos telefônicos e nossos orelhões com fichas.






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