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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Salmos da Bíblia - SALMO 62


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A minha alma espera somente em Deus; dele vem a minha salvação.
Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei grandemente abalado.
Até quando maquinareis o mal contra um homem? Sereis mortos todos vós, sereis como uma parede encurvada e uma sebe prestes a cair.
Eles somente consultam como o hão de derrubar da sua excelência; deleitam-se em mentiras; com a boca bendizem, mas nas suas entranhas maldizem. (Selá.)
Ó minha alma, espera somente em Deus, porque dele vem a minha esperança.
Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado.
Em Deus está a minha salvação e a minha glória; a rocha da minha fortaleza, e o meu refúgio estão em Deus.
Confiai nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração. Deus é o nosso refúgio. (Selá.)
Certamente que os homens de classe baixa são vaidade, e os homens de ordem elevada são mentira; pesados em balanças, eles juntos são mais leves do que a vaidade.
Não confieis na opressão, nem vos ensoberbeçais na rapina; se as vossas riquezas aumentam, não ponhais nelas o coração.
Deus falou uma vez; duas vezes ouvi isto: que o poder pertence a Deus.
A ti também, Senhor, pertence a misericórdia; pois retribuirás a cada um segundo a sua obra.
Salmos 62:1-12

Holanda: legalizar maconha e prostituição foi um erro

Fonte - http://www.criacionismo.com.br/

Holanda: legalizar maconha e prostituição foi um erro

                                                                                                          A Holanda constatou ter sido um grande erro legalizar a maconha e a prostituição e iniciou ações de reparação dos danos. E aqui no Brasil tem gente fazendo passeata pela legalização dessa droga. A seguir, uma matéria da revista Veja (2008), escrita por Thomas Favaro, detalha esse engano: “A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses. Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranquilo e apinhado de curiosos. Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.

Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.

De Wallen é um centro de bordéis desde o século 17, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é consequência do excesso de liberalidade.

Prostitutas se exibem em vitrines
O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como África, América Latina e o Leste Europeu.

A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada mil holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca. O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.

“Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a Veja (2008) o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado.

A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.


Nota: Não existe jeito certo de fazer a coisa errada. E o pior é querer imitar aquilo que já se provou um erro. [MB]

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Líder adventista pede equilíbrio na divulgação da mensagem bíblica em artigo

Líder adventista pede equilíbrio na divulgação da mensagem bíblica em artigo

Pastor Erton Köhler, no artigo: "vejo com tristeza a maneira como essas pessoas perdem a capacidade de enxergar a realidade e ouvir conselhos".
Pastor Erton Köhler, no artigo: “vejo com tristeza a maneira como essas pessoas perdem a capacidade de enxergar a realidade e ouvir conselhos”.
Brasília, DF … [ASN] O pastor Erton Köhler, presidente da Igreja Adventista para oito países sul-americanos, publicou um artigo na edição de outubro da Revista Adventista, com um apelo específico para o equilíbrio na divulgação da mensagem bíblica. Mensalmente o líder adventista escreve para a revista, mas nessa edição a abordagem foi a respeito da necessidade de um cuidado com visões extremistas, movimentos dissidentes e a falta de unidade.
Leia também:
Em determinado trecho Köhler assinala que “o inimigo sabe que, nestes últimos dias, precisamos de uma igreja forte, sólida e integrada para cumprir a missão e preparar um povo para o encontro com o Senhor. Quanto mais nos dividimos, mais nos distraímos e enfraquecemos”.
Leia abaixo o artigo na íntegra intitulado Respeito, Tristeza e Esperança.
RESPEITO, TRISTEZA E ESPERANÇA
CRIAR PEQUENOS GRUPOS INDEPENDENTES NÃO É UMA ESTRATÉGIA DE DEUS
“Não sei mais o que fazer para ajudá-los”. Esse foi o clamor de um pastor ao falar sobre jovens que haviam formado um grupo oração. Eles começaram com boas intenções, mas perderam o equilíbrio, tornando-se místicos e críticos, achando-se superiores ao restante da igreja. “Tentei aconselhá-los, mas fui ridicularizado, tratado como liberal e chamado de representante de Laodiceia”, o pastor concluiu.
Em geral, esses grupos surgem com boas intenções, mas infelizmente perdem o rumo, adotando interpretações independentes ou sendo dirigidos por líderes que misturam carisma e falta de equilíbrio. Por fim, afastam-se do corpo da igreja. Quando isso acontece, o que poderia ser uma bênção acaba gerando divisão, discórdia e fanatismo. Deus não trabalha dessa maneira.
O inimigo sabe que, nestes últimos dias, precisamos de uma igreja forte, sólida e integrada para cumprir a missão e preparar um povo para o encontro com o Senhor. Quanto mais nos dividimos, mais nos distraímos e enfraquecemos. Estamos atuando para fortalecer nossa teologia, buscar um reavivamento espiritual e manter a unidade de uma igreja tão diversa. É mais fácil identificar as falhas nesse processo e criticá-lo do que liderá-lo. A dissidência ou independência consome as energias da igreja, tira seu foco da missão e acaba nos distanciando da grande esperança que deveríamos anunciar. Quando isso acontece, tenho três fortes sentimentos: respeito, tristeza e esperança.
Respeito os envolvidos com esses grupos, pois não há outra atitude cristã para tratar divergências. Minha visão é redentiva, sempre esperando que voltem ao caminho original, como tem acontecido com outros grupos semelhantes. O respeito também me ajuda a lembrar que descer ao mesmo nível do erro para tentar corrigi-lo é repeti-lo.
Vejo com tristeza a maneira como essas pessoas perdem a capacidade de enxergar a realidade e ouvir conselhos. Alguns estão sempre envolvidos em grupos extremistas. Porém, há gente sincera sendo manipulada por líderes carismáticos, criticos e independentes. Minha tristeza aumenta ao ver que muitos desses grupos ficam apenas girando ao redor da igreja, sem nenhum compromisso com a missão e esgotando as forças de seus líderes e pastores.
A maioria tem visão estreita, falando de um tema só. Ou insistem apenas na aparência pessoal, ou música, ou alimentação, ou eventos finais, ou Trindade, ou perfeccionismo, ou dinheiro (e a lista poderia ser longa). Não entendem que a vida cristã é ampla e resultado da integração de muitos temas, fundamentados na graça de Deus.
Também sinto tristeza ao ver como atacam os demais para defender o que creem. Essa atitude revela suas verdadeiras intenções e mostra que não têm amor nem o espírito de Cristo. Não podemos nos esquecer de que “os que não aprendem a viver em harmonia neste mundo nunca estarão unidos no Céu” (Ellen G. White, Exaltai-o!, p. 357).
Tal cenário difícil, porém, me traz esperança, pois fortalece a percepção de que o momento difícil causado por esses grupos não vai fragilizar ou dividir a “menina dos olhos de Deus”. Grupos assim, na verdade, não se levantam contra a igreja e seus líderes, nem apenas seduzem pessoas inocentes, mas agem contra o próprio Deus ao criar confusão e discórdia, destruir a unidade, enfraquecer a missão e distrair líderes e pastores de seu foco principal. Deus permite que surjam, atuem e revelem suas verdadeiras intenções, e então ele resolve a situação. Não precisamos temer, pois “as provações da vida são obreiras de Deus, para remover de nosso caráter impurezas e arestas” (Ellen G. White, Beneficência Social, p. 20).
Temos muitas limitações, mas não estamos acomodados. Trabalhamos para crescer em todas as áreas pelo poder de Deus, apoiados pela intercessão e dedicação de membros fiéis e pastores comprometidos. Porém, os desafios são muito maiores do que a simplicidade de alguns possa imaginar. Nossos olhos não estão concentrados nos problemas, e sim nas oportunidades que Deus nos dá.
Não é sábio gastar energias, tempo ou recursos para combater esses grupos. Isso só produz distração. Nosso foco precisa estar na missão e em levar a igreja de volta à Palavra. Em meio a tudo isso, precisamos ter em mente estas palavras de Ellen White em Atos dos Apóstolos (p. 12): “Fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial sua suprema atenção. É o cenário de sua graça, na qual se deleita em revelar seu poder de transformar corações”. [Equipe ASN, da redação]

Salmos da Bíblia - Salmo 61


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Ouve, ó Deus, o meu clamor; atende à minha oração.
Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu.
Pois tens sido um refúgio para mim, e uma torre forte contra o inimigo.
Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas. (Selá.)
Pois tu, ó Deus, ouviste os meus votos; deste-me a herança dos que temem o teu nome.
Prolongarás os dias do rei; e os seus anos serão como muitas gerações.
Ele permanecerá diante de Deus para sempre; prepara-lhe misericórdia e verdade que o preservem.
Assim cantarei louvores ao teu nome perpetuamente, para pagar os meus votos de dia em dia.
Salmos 61:1-8

sábado, 3 de outubro de 2015

A ORIGEM DA TRAIÇÃO

A ORIGEM DA TRAIÇÃO

Nesses cinco anos trabalhando com aconselhamento, já recebi centenas de pedidos de socorro e, dentre todos os assuntos e desabafos, sem sombra de dúvidas o tema mais recorrente é a traição: “Eu traí, fui traído ou estou prestes a trair”. Acho que recebo pelo menos dois ou três desses por semana. Antes de continuar, gostaria apenas de esclarecer que não sou pastora ou psicóloga. Apenas amo escutar e entender a mente do ser humano, por isso me joguei na área do aconselhamento e decidi também estudar a psicanálise (que é diferente da psicologia). Leio, estudo muito e amo escrever, mas confesso que apesar de ter ciência da importância da teoria, aprendi muito mais escutando e me relacionando com pessoas. Essa é a melhor das escolas!

Decidi escrever esse artigo com a intenção de auxiliar as dezenas de vidas que me procuraram em busca de ajuda. Meu objetivo não é trazer respostas prontas, apenas apontar um caminho. Entendo que cada um deve olhar para dentro de si e encontrar o seu. E para te ajudar nessa tarefa, coloco hoje “sobre a mesa” um bocado de informações. Sugiro que leia atentamente, absorva com carinho e busque em Deus a melhor saída para a sua difícil situação.

Como disse anteriormente, percebo que a maior dificuldade na relação a dois é manter a fidelidade. Os homens produzem espermas diariamente, enquanto que as mulheres, produzem óvulos mensalmente. Pensando nessa proporção e também pela lógica, deveríamos imaginar que homens tem um desejo maior do que as mulheres, portanto, traem mais. Mas observando os depoimentos que recebi nos últimos cinco anos, não tenho como apoiar essa teoria. Se fizesse um balanço de traições, penso que os pesos estariam praticamente igualados. E não, não sei explicar o porquê, rs.

A maioria das pessoas que me procuram são cristãs, talvez 97% delas, ou seja, é certo que essa realidade também está presente dentro das igrejas, talvez até de forma mais doentia, pois a “proibição” que encontram em sua fé faz da culpa um fardo gigantesco, que acaba estourando em forma de doenças psicossomáticas, ou seja, as dores da alma dando sinais no corpo.

Cheguei a conclusão de que praticamente todo o ser humano sente uma hora ou outra o desejo de trair, ou seja, de possuir outro parceiro. Para a ciência isso é visto como algo muito comum e, inclusive, esperado. A psicanálise, através da teoria de Freud, explica esse desejo da seguinte forma:

A mente humana está dividida em três partes: ID, ego e superego.



O ID é irracional e impulsivo, busca o prazer sem se preocupar com a realidade e a moral;
O Superego anseia pela perfeição moral e tenta reprimir de forma severa todas as ações que vão de encontro a imoralidade;
O Ego procura satisfazer os impulsos do ID e também cumprir as exigências morais do Superego.
Observando dessa forma, podemos notar então que num cenário de adultério o que acontece em nossa mente é que o ID, o “bebê chorão”, vai espernear, gritar e bater o pé até conseguir o que deseja, nesse caso, o(a) possível amante. Já o superego colocará em cheque todos os riscos: o sofrimento, a destruição da família, as consequências do divórcio, as qualidades do cônjuge e etc. Enquanto que o Ego, que é o seu “eu”, fará o papel de ‘meio de campo’, tentando administrar e satisfazer os dois lados.

A fé cristã provavelmente esboçaria o desenho acima da seguinte forma:



Mas é certo que, sendo cristãos ou não, se fôssemos satisfazer todas as vontades e impulsos do ID, a humanidade se extinguiria. O superego desempenha um papel importantíssimo, que a minha fé explica como sendo o próprio Espírito Santo de Deus nos orientando e dizendo o melhor caminho a seguir. Aos meus olhos, essa é a explicação para a sobrevivência da raça humana. O ID (ou o mal) é um carrinho sem freios numa grande ladeira. Deus é o que segura esse carrinho. Sem ele nos devoraríamos!

Todo, absolutamente todo o ser humano passará pela experiência da tentação, ou seja, de ouvir o seu “bebê chorão” gritando e esperneando por aquilo que causa destruição de vidas e relacionamentos. Veja que interessante Paulo (que nasceu bem antes de Freud) descrevendo a briga entre o ID e o Superego:

“Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.” Romanos 7:18,19

Perceba que ele não diz “o mal que não quero eu quaaaase faço”, pelo contrário, Paulo afirma categoricamente que o mal que não quer ele continua fazendo, ou seja, seu ID chora e ele insiste em atender seus desejos, mesmo diante dos alertas do superego.

Pois bem, diante desse fato, podemos concluir que aqueles que traíram são os que cederam as vontades do ID; os que estão prestes a trair, decidiram não dar ouvidos ao superego e, os que foram traídos, agora conseguem entender um pouquinho melhor o que aconteceu com a mente de seu cônjuge. Mas por que alguns conseguem resistir mais aos “gritos” do ID do que outros? Penso que alguns resistam fisicamente, mas a grande maioria cede às suas vontades em pensamentos. O que quero dizer? Talvez você não traia seu cônjuge fisicamente, mas é bem provável que já tenha estado com alguns (ou muitos) amantes imaginários, o que, aos meus olhos, representa o mesmo estrago moral. Adultério do mesmo jeito: “Mas eu lhes digo: qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.” Mt 5:28. A diferença aqui é que, como o seu cônjuge não lê a sua mente, não sofre.

Por isso insisto em dizer que numa relação a dois é saudável a transparência e falta de hipocrisia. Mentiras e máscaras infantilizam pessoas e adoecem relacionamentos. Se fôssemos trazer a fala de Paulo para o nosso contexto, teríamos:

“Querido(a), tenho o desejo de nunca te trair, nem em pensamento! Sei o quanto isso é ruim, mas não consigo… O que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse continuo fazendo. Foge ao meu controle…”

Um casal muitíssimo sincero, conseguiria olhar um nos olhos do outro e dizer a frase acima sem julgamentos, apenas com coração amoroso e compreensivo: “Somos dois seres humanos falhos, tentando fazer o que é certo. Vamos continuar caminhando, tentando e nos ajudando”. Parece surreal? Sim, parece. Realmente não conheço um casal sequer que aja dessa forma, mas sigo acreditando que a transparência será sempre o melhor caminho.

Trair é errado? Prefiro acreditar que não existe certo ou errado, mas sim escolhas e suas consequências. Somos livres para fazer escolhas, mas é importante lembrar que sempre seremos escravos das consequências e não é segredo para ninguém que as consequências de um adultério são sempre devastadoras.

Como disse anteriormente, não quero com esse artigo trazer respostas. Creio que o caminho para o amadurecimento passa pelo autoconhecimento e, isso é algo muito particular, por isso aconselho que pegue todas as informações colocadas acima e olhe para dentro de si. Na caminhada da vida passe a observar seus impulsos e desejos, note a briga constante entre o seu ID e o superego e, assim como Paulo, grite: “Miserável homem que sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?”

Para nós, cristãos, fica o consolo da resposta: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor!”

Fonte - Genizah

Salmos da Bíblia - SALMO 60


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Ó Deus, tu nos rejeitaste, tu nos espalhaste, tu te indignaste; oh, volta-te para nós.
Abalaste a terra, e a fendeste; sara as suas fendas, pois ela treme.
Fizeste ver ao teu povo coisas árduas; fizeste-nos beber o vinho do atordoamento.
Deste um estandarte aos que te temem, para o arvorarem no alto, por causa da verdade. (Selá.)
Para que os teus amados sejam livres, salva-nos com a tua destra, e ouve-nos;
Deus falou na sua santidade; eu me regozijarei, repartirei a Siquém e medirei o vale de Sucote.
Meu é Gileade, e meu é Manassés; Efraim é a força da minha cabeça; Judá é o meu legislador.
Moabe é a minha bacia de lavar; sobre Edom lançarei o meu sapato; alegra-te, ó Filístia, por minha causa.
Quem me conduzirá à cidade forte? Quem me guiará até Edom?.
Não serás tu, ó Deus, que nos tinhas rejeitado? tu, ó Deus, que não saíste com os nossos exércitos?
Dá-nos auxílio na angústia, porque vão é o socorro do homem.
Em Deus faremos proezas; porque ele é que pisará os nossos inimigos.
Salmos 60:1-12

O Deus De Gideão É O Nosso Deus

O Deus De Gideão É O Nosso Deus
Texto: Juízes 7:1-8 

Introdução: Muitas vezes o trabalhar, os métodos e os caminhos de Deus parecem não fazer absolutamente nenhum sentido. Parece não haver nenhum sentido ou razão de por que Deus faz as coisas da maneira que Ele faz. Vemos isso em Sua escolha de Israel para ser seu povo e a nação através de quem o Messias viria - Ele disse que não era por causa de sua grande força ou números que Ele escolheu Israel, mas por causa de sua pequenez e fraqueza. 
  
Por causa do Seu amor e da aliança - Deuteronômio 4:37 “E, porquanto amou a teus pais, não somente escolheu a sua descendência depois deles, mas também te tirou do Egito com a sua presença e com a sua grande força”. 
  
Ele escolheu Davi, com uma funda e uma pedra para salvar o seu povo do gigante Golias - 1 Samuel 17:40 “Então tomou na mão o seu cajado, escolheu do ribeiro cinco seixos lisos e pô-los no alforje de pastor que trazia, a saber, no surrão, e, tomando na mão a sua funda, foi-se chegando ao filisteu”. 
  
O apóstolo Paulo foi o menor dos apóstolos e santos, contudo o mais poderoso dos pecadores - 1 Coríntios 6:4 “Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, constituís como juízes deles os que são de menos estima na igreja? ” 
  
Efésios 3:8 “A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar aos gentios as riquezas inescrutáveis de Cristo”. 
  
Gideão era o mais fraco dos fracos e mais pobres dos pobres - Juízes 6:15 “Replicou-lhe Gideão: Ai, senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai”. 
  
Muitas vezes, Deus espera até que cheguemos aos "300 de Gideão" para responder às nossas orações – fazer uma obra poderosa. 


I. A Posição De Gideão. (v.1)


1. Acamparam junto a fonte de Harode. Eles estavam com muito medo porque eram superados em número pelos midianitas - 32.000 para uma "multidão numerosíssima". V. 12 

2. Harode em hebraico significa; fonte de tremor, aflição. 


3. Você está acampado junto à fonte do tremor e aflição hoje à noite? Esgotaram os seus recursos? 


4. Esse é o tipo de lugar que Deus trabalha melhor - Isaías 59:19 “Quando o inimigo vier como uma inundação, o Espírito do Senhor levantará um estandarte contra ele” 


5. O arraial de Midiã estava acampado perto do outeiro de Moré. Em hebraico Moré significa, chuva antecipada! 


a. Ilustrar: Elias e a nuvem do tamanho da mão de um homem em 1 Reis 18:41-45.

 
6. Deus estava prestes a trazer a vitória - a chuva antecipada ia cair outra vez! Deus ia destruir os midianitas e mais uma vez derramar uma chuva que se transformaria em uma colheita. 


7. Hoje temos a chuva serôdia - o poder do Espírito Santo! 

II. O Poder De Gideão. (v.2)


1. O povo é muito. Gideão precisava encontrar Deus como sua fonte de poder e força. 32.000 era demais. 

2. Não que Gideão não poderia derrotar os midianitas com esse número. É evidente que ele poderia. 


3. Mas, Gideão, teria recebido a glória e não Deus (v.2). 


4. A vida de fé não é para os fracos de coração (v.3). 


5. 22.000 ainda era demais. 10.000 ainda era demais.

 
6. Deus então fez o incrível e provou a fé de Gideão (vv.4-7). Uma das lições mais difíceis que o povo de Deus parece ter dificuldade de aprender é que nós não podemos nunca fazer na carne o que Deus quer fazer no Espírito. Gideão teria usado seus 32.000, 22.000, 10.000 ou que teria sido uma vitória pela carne. 


7. Seria preciso um milagre para derrotar aquele poderoso exército com apenas 300. Zacarias 4:6 – “Ele me respondeu, dizendo: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos”. 


8. O poder de Gideão não estava em si mesmo. Sua Fonte de poder era Deus. A sua fonte de poder e força veio daquele que chamou o mundo à existência e pelo poder de Sua palavra sustenta todas as coisas.

 
9. O povo é muito. É você já chegou aos seus 300? Deus suprirá o que quer que seja sua necessidade pelo Seu grande poder! 


III. A Promessa de Deus a Gideão. (vv.7,8)


1. Deus fez uma dupla promessa maravilhosa a Gideão: 
a. "Eu vos livrarei" 


b. "Eu vou entregar os midianitas na tua mão" 


2. Eu acredito que há alguém aqui nesta noite que Deus não só irá livra-lo da sua situação, mas vai entregar o inimigo em suas mãos – Ele tomará o que os "midianitas" fizeram para fazer-te mal, e transformará em bênção para sua vida. 


a. Ilustrar: Êxodo 12:34-36 “Ao que o povo tomou a massa, antes que ela levedasse, e as amassadeiras atadas e em seus vestidos, sobre os ombros. Fizeram, pois, os filhos de Israel conforme a palavra de Moisés, e pediram aos egípcios jóias de prata, e jóias de ouro, e vestidos. E o Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios, de modo que estes lhe davam o que pedia; e despojaram aos egípcios”. 


3. Deus vai lhe dar de volta o que o inimigo roubou com juros e correção. 
  
Conclusão: Agora note no versículo 8 que o arraial de Midiã estava agora embaixo no vale. Os dias do povo de Deus sendo "habitantes de cavernas e covas" estava no fim. Deus estava mudando o cativeiro do seu povo! 
  
Pr. Aldenir Araújo


http://www.opregadorfiel.com.br/2015/09

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