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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Papa fala sobre a volta de Jesus

Fonte - Criacionismo

[Na] quarta-feira, o papa Francisco, em sua habitual catequese semanal, continuou aprofundando no Símbolo da fé: o Credo. Com uma praça de São Pedro, mais uma vez, cheia de jovens e peregrinos, o papa dirigiu-lhes estas palavras:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
No Credo, professamos que Jesus “virá novamente na glória para julgar os vivos e os mortos”. A história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de Cristo. Muitas vezes esquecemos esses dois polos da história e, sobretudo, a fé no retorno de Cristo e no juízo final, às vezes não é assim tão clara e forte no coração dos cristãos. Jesus, durante Sua vida pública, refletiu muitas vezes na realidade da Sua última vinda. Hoje eu gostaria de refletir sobre três textos evangélicos que nos ajudam a entrar neste mistério: o das dez virgens, o dos talentos e o do juízo final. Todos os três fazem parte do discurso de Jesus sobre o fim dos tempos, no Evangelho de São Mateus.
Em primeiro lugar lembremos que, com a Ascensão, o Filho de Deus levou para junto do Pai a nossa humanidade assumida por Ele e quer atrair todos a si, chamar todo o mundo para ser acolhido nos braços abertos de Deus, para que, no fim da história, toda a realidade seja entregue ao Pai. Há, no entanto, este “tempo imediato” entre a primeira vinda de Cristo e a última, que é precisamente o momento que estamos vivendo. Neste contexto do “tempo imediato”, coloca-se a parábola das dez virgens (cf. Mt 25,1-13). São dez jovens que  esperam a chegada do esposo, mas ele atrasa e elas caem no sono. Ao anúncio repentino de que esposo está chegando, todas se preparam para acolhê-lo, mas enquanto cinco dessas, sábias, têm óleo para alimentar as próprias lâmpadas, as outras, tolas, ficam com as lâmpadas apagadas porque não o têm; e enquanto procuram chega o esposo e as virgens tolas encontram fechada a porta que leva à festa nupcial. Batem com insistência, mas agora é tarde, o esposo responde: Não vos conheço.
O Esposo é o Senhor, e o tempo de espera da Sua chegada é o tempo que Ele nos presenteia, a todos nós, com misericórdia e paciência, antes da Sua vinda final; é um tempo de vigilância; tempo em que devemos ter acesas as lâmpadas da fé, da esperança e da caridade, de ter aberto o coração para o bem, para a beleza e para a verdade; tempo de viver segundo Deus, porque não conhecemos nem o dia, nem a hora da volta de Cristo. O único que nos é pedido é estarmos preparados para o encontro – preparados para um encontro, para um lindo encontro, o encontro com Jesus –, que significa saber ver os sinais da sua presença, ter viva a nossa fé, com a oração, com os Sacramentos, ser vigilantes para não dormirmos, para não nos esquecermos de Deus. A vida dos cristãos adormecidos é uma vida triste, não é uma vida feliz. O cristão deve ser feliz, a alegria de Jesus. Não durmamos!
A segunda parábola, a dos talentos, nos faz refletir sobre a relação entre como empregamos os dons recebidos por Deus e o Seu retorno, quando nos pedirá contas de como os temos utilizado (cf. Mt 25, 14-30). [...] A espera da volta do Senhor é o tempo da ação – nós estamos no tempo da ação –, o tempo de frutificar os dons de Deus não para nós mesmos, mas para Ele, para a Igreja, para os outros, o tempo de fazer sempre crescer o bem no mundo. E especialmente neste tempo de crise, hoje, é importante não fechar-se em si mesmo. [...]
Finalmente, uma palavra sobre o juízo final, no qual se descreve a segunda vinda do Senhor, quando Ele julgará todos os seres humanos, vivos e mortos (cf. Mt 25, 31-46). A imagem usada pelo evangelista é a do pastor que separa as ovelhas dos cabritos. À direita são colocados aqueles que agiram de acordo com a vontade de Deus, socorrendo o próximo faminto, com sede, estrangeiro, nu, doente, preso – disse “estrangeiro”: penso em tantos estrangeiros que estão aqui na diocese de Roma: o que fazemos por eles? – enquanto à esquerda vão aqueles que não socorreram o próximo. Isso nos diz que seremos julgados por Deus sobre a caridade, sobre como O amamos nos nossos irmãos, especialmente nos mais frágeis e necessitados. É claro, devemos sempre ter em mente que somos justificados, somos salvos pela graça, por um ato de amor gratuito de Deus que sempre nos precede; sozinhos, não podemos fazer nada. A fé é principalmente um dom que nós recebemos. Mas para dar frutos, a graça de Deus requer sempre a nossa abertura a Ele, a nossa resposta livre e concreta. Cristo vem para levar-nos à misericórdia de Deus que salva. O único que nos é pedido é confiar nEle, corresponder ao dom do Seu amor com uma vida boa, feita de ações animadas pela fé e pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, que olhar para o juízo final nunca nos dê medo; mas nos leve a viver melhor o presente. Deus nos oferece com misericórdia e paciência este tempo para que aprendamos a reconhecê-Lo a cada dia nos pobres e nos pequenos, nos comprometamos pelo bem e sejamos vigilantes na oração e no amor. O Senhor, no fim da nossa existência e da história, possa reconhecer-nos como servos bons e fieis. Obrigado.
Nota: Lembro-me de que, quando era católico (antes dos anos 1990), eu nunca tinha ouvido falar na segunda vinda literal de Jesus, até porque a teologia dominante aqui na América do Sul era a da Libertação, com sua pregação em torno de um “reino” de conquistas sociais. Ao mesmo tempo em que o papa fala sobre o retorno de Jesus, ele (assim como seus dois antecessores) dá grande ênfase à observância do domingo. Resta saber como ele vai orientar seu rebanho com respeito à maneira como o verdadeiro Cristo virá e que está claramente descrita na Bíblia. E se esse Cristo vindouro reafirmar a crença no domingo como dia sagrado, em franca oposição à Palavra? E se ele “descer” à Terra e começar a proclamar a paz incentivando a união de todos sob a liderança de um (nos moldes do movimento ecumênico defendido pelo papa)? É interessante a menção do papa à salvação pela graça, o que certamente agrada aos ouvidos protestantes, e há uma curiosa contradição nestas palavras de Francisco: “A história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de Cristo.” Os dois papas anteriores afirmaram que a evolução é um fato e que, portanto, a história de Adão e Eva seria mítica. Se a história das origens (e da queda) é mitológica, por que deveríamos acreditar que o juízo final é fato, uma vez que ambos os eventos estão relacionados (como bem destacou o papa)? Sem dúvida, essa pregação do papa sobre a volta de Jesus é realmente importante e até surpreendente, mas é preciso acompanhar atentamente os desdobramentos disso.[MB]

PALESTRA CONTRA AS DROGAS, A CRIMINALIDADE E O ALCOLISMO EM DIVINÓPOLIS - TO

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Prefeito de Divinópolis – TO declara apoio a instituição de combate ao uso e ao tráfego drogas
O pastor Leo Jandison com a sua equipe de líderes religiosos, ministraram palestra para a comunidade Divinópolis – TO, na noite desta quinta feira [26], no plenário da câmara de vereadores. Os temas abordado foram prevenção ao uso e ao trafico do drogas, recuperação de usuários de substancia entorpecente e prostituição infantil, alcoolismo e do aumento no índice de criminalidade em Divinópolis - TO.
O pastor e palestrante, falou do trabalho que a igreja desenvolve na recuperação de pessoas usuárias de drogas, afirmando que apesar das dificuldades encontradas e a falta de apoio por parte do poder publico, a instituição tem conseguido resultados animadores. Em suas colocações o líder religioso falou da importância da família, do poder publico, da sociedade e das praticas esportivas no fortalecimento do combate ao uso e ao tráfico de drogas.
  A iniciativa do evento foi da vereadora professora Joelma Dias [DEM], a democrata reafirmou o seu compromisso com as causas sociais do município, disse também da importância da igreja, família, da escola, das instituições de segurança pública, das autoridades políticas e da imprensa na proteção da sociedade dos em relação os problemas sociais, a vereadora disse que será implantado em Divinópolis – TO o conselho antidrogas.
 Outro vereador a declarar apoio ao projeto foi o presidente da câmara vereador professor Osias Teles [PMDB], que afirmou apoio a instituição liderada pelo pastor Leo Jandison, “nós do poder público vamos trabalhar a questão  da segurança, o processo educativo, para que mais pessoas não enverede para esse mundo que não tem volta, que é o mundo das drogas. Nós não podemos nos calar diante da situação que estamos vivendo em Divinópolis – TO”. Salientou o presidente.
O prefeito Padre Florisvane Mauricio da Glória [PRP], participou do evento e declarou apoio ao projeto da vereadora Joelma Dias [DEM],  de criar o conselho antidrogas em Divinópolis – TO, o prefeito parabenizou o pastor Leo Jandison, pelo trabalho desenvolvido tanto na área social como política, e agradeceu a presença das autoridades tanto religiosas e políticas, que esteve na sede do poder legislativo do município, pelo trabalho desenvolvido. Ao final de sua explanações, o prefeito falou do compromisso social que a sua administração tem com a comunidade sobretudo em relação a proteção dos jovens do mundo das drogas, da prostituição infantil e do alcoolismo, incentivando as praticas esportivas e culturais, entre outras atividades.   


FOTO: Edsom Gilmar  FONE: 84432492  Divinópolis – TO  FONTE: 84432492  FONTE: ASCOM/prefeitura de Divinópolis - TO
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A Aritmética de Felipe


João 6: 1-15 Mateus 14: 13-21

Dois fatos precederam este milagre
O primeiro em relação aos apóstolos, o segundo de alcance nacional.
O primeiro foi o regresso dos apóstolos de sua primeira viagem missionária sem a presença de Jesus.
Em dado momento do aprendizado dos apóstolos, Cristo os enviou em missão de treinamento, espécie de estagio, e os recomendou que não levassem nem comida, nem dinheiro; que anunciassem o evangelho e sobrevivessem à custa da caridade dos ouvintes.
Orientou-os que na cidade que não fossem recebidos, que batessem a poeira dos sapatos e procurassem outra cidade.
Eles foram. Fizeram tudo como lhes fora ordenado. Agora estavam de volta, cheios de novidades e ansiosos para contar a Jesus, as experiências da viagem. Marcos 6: 7-13
Na semana em que os discípulos regressaram da viagem, aconteceu algo que abalou o país. João batista foi assassinado.
João batista era a pessoa mais respeitada da palestina, tanto pelo povo como pelos líderes religiosos e políticos do país. O povo que via em João a esperança de libertação da opressão política de Roma ficou desapontado, sem ter para quem apelar, ficou como ovelhas sem pastor, pois a morte deste, era o fim de suas esperanças.
Agora restava Jesus. Onde encontra-lo? Jesus estava sempre viajando por alguma cidade do interior, era difícil encontrá-lo. Porem, naquela semana correu a notícia, que ele acabara de chegar de viagem e havia saído para um retiro com seus discípulos, foram de barco lá para bandas das montanhas de Betsáida.
Uma grande multidão saiu em busca de Jesus. Foram a pé. E quando Jesus chegou ou luar do retiro, muitas pessoas já o aguardava, gente de todas as cidades da vizinhança.Marcos 6:33.
Jesus ficou com dó daquele povo, pois era como ovelhas sem pastor, curou todas as enfermidades deles e em seguida passou a ensiná-los.

Ao aproximar-se o meio dia, os discípulos que estavam cansados e vendo que o culto estava demorando muito, chamou a atenção de Jesus para o avançar da hora, lembrou-lhe que o povo estava com fome e que nas imediações não havia onde comprar alimentos, portanto devia ele encerrar a reunião e liberar o povo para voltar para casa.
Jesus respondeu. Dai-lhes vós mesmos de comer. Mc 6:37.
Filipe argumentou ainda que se comprassem duzentos denários de pão não seria suficiente para cada um ganhar um pedaço. Porem Jesus não mais lhe deu atenção e continuou o seu trabalho.
João informa que Jesus queria apenas o experimentar, pois bem sabia o que estava para fazer. Jô. 6:6.
É possível que Felipe tenha saído da presença de Jesus, reunidos alguns dos companheiros e lhes deu o recado.
       O mestre ordenou-nos que alimentemos o povo
       Como? – alguém deve ter perguntado – onde vamos conseguir alimento para tanto gente?
       Não sei – respondeu Felipe – já argumentei com ele que duzentos denários, não seriam suficientes para comprar pão para cada um ganhar um pedaço.  Ele não me deu mais atenção e agora temos que fazer alguma coisa, pois vocês sabem que quando ele dá uma ordem tem que ser obedecida.
       São quantos? Quantas pessoas?- Outro perguntou.
       Não sei. Temos que contar.
Para facilitar resolveram contar apenas os homens, depois faria um calculo estimativo das mulheres e crianças,
         Terminada a contagem encontraram quatro mil novecentos e alguma coisa, quase cinco mil. Se fosse no nordeste do Brasil seriam cinqüenta mil pessoas, porque ali cada homem é pai de pelo menos dez.
Suponhamos que, em média, cada homem tenha comparecido ali levando apenas a mulher e um filho, teríamos aproximadamente quinze mil pessoas.
-         Quanto dinheiro tem? -Alguém deve ter perguntado.
-         Não sabemos. Vamos perguntar ao tesoureiro.
Dos milagres que Jesus fazia, ele não cobrava nada, porem o povo agradecido, trazia ofertas voluntárias, que eram usadas na alimentação do grupo, e Judas era quem estava encarregado de guardar a bolsa do dinheiro. Foram perguntar a ele.
       Judas o mestre nos ordenou comprar alimento para o povo e queremos saber quanto dinheiro tem em caixa.
       Não tem dinheiro nenhum. -Respondeu ele.
E não tinha mesmo, pois naquela bolsa não parava nenhum dinheiro; e João que o conhecia bem, diz ate o motivo.
Ele era ladrão e roubava o dinheiro que o povo doava. João 12:6.
Felipe deve ter dito ao secretário da reunião que fazia o relatório. Anota aí.
1.    Não tem dinheiro
2.    É gente demais.
3.    Estar muito tarde para irmos a cidade comprar e voltarmos trazendo os pães
4.    Não encontraremos nenhuma padaria com tanto pão disponível para vendermos. Qualquer padaria levaria pelo menos um mês para fabricar tanto pão
5.    Mesmo que tivéssemos dinheiro e encontrássemos os pães para comprar, não teríamos como trazer. Portanto só há uma saída. Terminar a reunião e dispensar o povo para que cada um saia pelas aldeias e comprem eles mesmos o que comer. Mc. 6:36.
Enquanto discutiam a impossibilidade de cumprir a ordem de Jesus, André resolveu, ele mesmo, resolver o problema. Saiu entre a multidão procurando saber se alguém ali havia trazido algum lanche.
Encontrou um menino que trouxe de casa um lanche, cinco pães e dois peixinhos e tão absorto estava em ouvir Jesus pregar que até se esqueceu de comer. Ao ser perguntado por André se daria aquele lanche a Jesus, e o fez de boa vontade.
Então André se aproxima de Jesus e diz.
“Esta aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas, isto que é para tanta gente? Jô. 6:9”.
Disse Jesus. Fazei o povo assentar-se; pois havia naquele lugar muita relva. Assentaram-se, pois os homens em numero de quase cinco mil. Então tomou Jesus os pães e, tendo dado graças, distribuí-os entre eles e também igualmente os peixes, quanto queriam. E quando já estavam fartos, disse Jesus aos seus discípulos: recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca. Assim, pois, o fizeram e encherem doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que haviam comido. Jô 6:10-13.

Lições
Deste episódio aprendemos algumas preciosas lições espirituais

Aritmética
O homem soma. Deus multiplica.
O que o homem soma nunca dá.
O que Deus soma dá e sobra.
A aritmética do homem diz. 2+2 = 4
A aritmética de Divina é: 2 x 2 = 4 Ou igual ao que for necessário

Dar. 
Quando doamos para Jesus todos são beneficiados. O garoto bem poderia ter ficado com o lanche, afinal, era dele mesmo. Porém não foi egoísta. Doou e todos foram alimentados, inclusive ele. Muitos há que deixam de devolver a Deus, os dízimos e ofertas, com medo de que isto venha lhes faltar; porem esquecem que quando nós doamos a Deus, ele nos devolve o que doamos multiplicados.

Obedecer
Deus ordena nosso dever é obedecer sem discutir, mesmo que nos pareça difícil ou sem lógica. Pois há nas ordens de Cristo algumas exigências, que ao homem carnal, parece sem sentido. Alimentar uma multidão com apenas cinco pães e dois peixes é uma delas. Felipe discutiu ficou envergonhado. André obedeceu ficou satisfeito.

Simplicidade
Cristo poderia ter proporcionado ao povo uma rica refeição. Um variado cardápio com as mais finas iguarias. Mas comida preparada meramente para satisfação do apetite, não lhes teria trazido nenhuma lição. Por meio deste milagre cristo desejava lhes ensinar a lição da simplicidade.
Se os homens de hoje fossem de hábitos simples, vivendo de acordo com as leis da natureza, haveria abundante provisão de alimentos para todas as famílias da terra. É o egoísmo e a extravagância de uns que traz escassez e miséria para outros. Enquanto uns acumulam bens e alimentos além do necessário, falta estes mesmos bens e alimentos, para outros.
Cristo também desejava ensinar aos seus seguidores que a vida cristã não é uma vida de luxos. Ao proporcionar uma simples refeição desejava ensinar-nos a viver uma vida simples, sem excessos ou extravagâncias.

Desperdício

     Depois de a multidão ser alimentada restou ainda abundancia de comida. Jesus ordenou: “Recolhei os pedaços que sobraram para que nada se perca”.Jô. 6:12.
Estas palavras queriam dizer muito mais que por o alimento nos cestos. Estas palavras queriam nos ensinar que coisa alguma deve ser desperdiçada.
O Brasil é considerado o país do desperdício. Em uma construção, por exemplo, perde-se ate vinte por cento do material usado. Os seja, em um gasto de cinqüenta mil reais, dez mil vira entulho. Famílias há, muitas delas pobres, que cozinham alem do que necessitam e jogam no lixo o que sobra. Quando a obra de Deus necessita de auxilio, nunca podem ajudar por que não aprenderam a economizar.
Para que nada se perca. Significa isto, que não devemos desperdiçar o tempo. Precisamos aproveitar os retalhos do tempo. Com eles, poderemos aprender uma língua nova, uma nova profissão, fazer um curso, ler um bom livro, etc. Poderemos também visitar um amigo, um doente no hospital, ou dar um estudo. Com os retalhos do tempo poderemos fazer mais do que assistir televisão.

Confiança

O milagre dos pães nos ensina confiar em Deus. Quando Jesus alimentou a multidão a comida não estava ali, à mão. Ele nem sabia de onde tirar. Mas confiou em Deus e o milagre aconteceu.
Assim acontece ainda. Muitas vezes nos achamos em uma situação que parece não haver saída, às vezes falta o dinheiro, o próprio alimento, e a saúde, porém Deus intervem e o milagre acontece. Quando somos levados a situações críticas devemos confiar em Deus. Em toda emergência, devemos buscar auxilio Daquele que tem à sua disposição recursos ilimitados.

Repartir

Neste milagre Cristo recebeu do garoto os pães e do Pai o poder de multiplica-los. Transmitia aos discípulos, os discípulos ao povo, e o povo uns aos outros. Assim todos que se acham unidos com Cristo receberão dele o pão da vida e o transmitirão a outros.

Pequenas coisas

Quando os discípulos ouvirão a ordem ‘dai-lhes de comer “toda sorte de dificuldades lhes surgiram na mente. Perguntaram: Aonde iremos e compraremos pães?”.
Mas que disse Jesus? “Dai-lhes de comer”. Eles levaram o pouco que tinham a Jesus, Jesus abençoou e todos comeram ate sobrar.
Assim acontece hoje. Você ver uma necessidade e se pergunta: que eu posso fazer? Como resolver? Jesus deixa bem claro que o seu pequeno esforço será multiplicado, pois Deus fará o milagre.
Lembrem disto: quem planta pouco colhe pouco; quem planta muito colhe muito”.
 Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.
  E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo tipo de boas obras.
 Como dizem as Escrituras Sagradas: “Ele dá generosamente aos pobres, e a sua bondade dura para sempre”.
 E Deus, que dá a semente para semear e o pão para comer, também dará a vocês todas as sementes que vocês precisam. Ele fará com que elas cresçam e dêem uma grande colheita, como resultado da generosidade de vocês.
 Ele fará com que vocês sejam sempre ricos para que possam dar com generosidade. E assim muitos agradecerão a Deus a oferta que vocês estão mandando por meio de nós.

 “Porque isso que vocês fazem não somente ajuda o povo de Deus que está necessitado, mas também faz com que eles façam muitas orações de gratidão a Deus “. 2. Cor. 9: 6-12.

Algumas igrejas evangélicas passarão a reconhecer o batismo católico

Fonte - Site Na Contramão


Uma decisão histórica da Igreja Católica Romana e um grupo de denominações protestantes dos Estados Unidos deve causar surpresa para religiosos do mundo todo. Na primeira semana de fevereiro deve ser assinado um documento que formaliza a decisão das igrejas reconhecerem o batismo umas das outras. O anúncio vem quase 500 anos depois que a Reforma Protestante dividiu a igreja no mundo todo.
Isso significa que os líderes da Igreja Católica, da Igreja Presbiteriana (EUA), Igreja Cristã Reformada da América do Norte, Igreja Reformada da América e a Igreja Unida de Cristo, selarão o “Acordo Comum de Reconhecimento Mútuo do Batismo”.
A cerimônia ecumênica em Austin, Texas, marca o fim de quase sete anos de debate onde as igrejas evangélicas mencionadas reconhecerão o batismo católico e vice-versa.  Esse acordo mútuo sobre batismos quebra uma tradição secular de católicos sendo rebatizados ao ingressar nas igrejas evangélicas.
O bispo católico Joe Vasquez, da Diocese de Austin declarou em uma entrevista que esse esforço “é parte de nossa resposta à oração onde Jesus pede que sejamos todos um”.
De acordo com uma declaração da Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, publicada em 2010, os cristãos das tradições católica e evangélica sustentam que o batismo é o vínculo sacramental da unidade do Corpo de Cristo, deve ser realizada uma única vez, por um ministro autorizado, com água e usando-se a fórmula trinitária bíblica de invocação “Pai, Filho e Espírito Santo.” O acordo encoraja todas as comunidades cristãs locais a manterem registros de batismo.
Desde 2002, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos mostrou preocupação com certas práticas batismais distintas e fórmulas verbais (em nome do Criador, Redentor e Santificador) usado por alguns segmentos cristãos. Isso levou os bispos americanos a estudar com outros cristãos a compreensão mútua do batismo. As questões foram analisadas e resolvidas na Reunião Para o Diálogo, promovida pela Igreja Católica Romana dos EUA, que elaborou a primeira versão do acordo.
O documento foi aprovado em 2008 pela Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana (EUA) e em 2010, aceito pelos órgãos diretivos da Igreja Cristã Reformada da América do Norte, da Igreja Reformada da América e da Igreja Unida de Cristo. Com informações Huffington Post.
[HR] Claramente esse é um grande exemplo do ecumenismo. Com a intenção de atrair mais pessoas para determinada denominação, princípios bíblicos são ignorados. E esse é o grande problema.
Seria muito bom se todos os religiosos se unissem. Mas bom seria mesmo se o objetivo da união fosse servir a um só Deus. Porém isso só ocorreria se todas as denominações deixassem suas tradições que não têm fundamento bíblico e se sujeitassem aos ensinos da Palavra de Deus de maneira totalitária. Mas não é esse o caso da matéria em questão. E vou expor os motivos:
1. A forma de batismo.
Só existe um batismo na Bíblia (Efésios 4:5). E a forma de batismo segundo a Bíblia, é por imersão (mergulho) e não por aspersão. Afinal, quando Jesus, o nosso maior exemplo, foi batizado, ele foi para um lugar em que havia "muitas águas" (João 3:23), e saiu de dentro da água (Mateus 3:16, Marcos 1:10) após seu batismo. Se o batismo fosse por aspersão, isso não teria ocorrido. Ele poderia ter sido batizado com qualquer vasilha de água e não precisaria entrar na água para isso.
Outro exemplo está quando Filipe batizou o eunuco. Em Atos 8:36-39, Filipe e o eunuco entraram na água. 
2. Quem pode/deve ser batizado
Mais uma vez, seguindo o exemplo do Mestre, apenas aquele que têm a capacidade de entender o que é o batismo e de aceitá-lo é que devem ser batizados. Jesus foi batizado quando já era adulto (Lucas 3:21-23). Além disso, apenas os que exercessem fé é que deveriam ser batizados (Marcos 16:16). E segundo Atos 2:38; 8:36, 37; 16:30-33 a pessoa precisa arrepender-se antes de ser batizada. 
Podemos concluir, segundo a Bíblia, que crianças não estão preparadas para o batismo e que este deve ser feito em forma de submersão e não por aspersão. Qualquer cerimônia ou ritual que seja diferente a tais características pode até ser tradição de homens, pode até ser bonita, mas não está em conformidade com a Palavra de Deus e jamais uma religião deveria utilizá-la, muito menos adaptar-se à ela, seja qual for a intenção.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Senado deve votar em maio projeto da Lei Geral das Religiões


AGÊNCIA SENADO
Paola Lima


As lideranças partidárias decidiram nesta quarta-feira (17) votar o projeto da Lei Geral das Religiões em, no máximo, 30 dias. A proposta (PLC 160/2009) foi apresentada na Câmara para tratar de forma isonômica as diferentes religiões. A iniciativa surgiu depois que o governo brasileiro assinou, em 2008, um acordo com o Vaticano, criando o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no país.

O texto estabelece normas sobre ensino religioso, casamento, imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, entre outros temas. Também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes.

Na avaliação de religiosos de denominações protestantes, o Estatuto da Igreja Católica gerou desequilíbrio no tratamento das religiões por parte do Estado. Foi acordado então que, tão logo o estatuto fosse aprovado no Senado, seria aprovada também a Lei Geral das Religiões. A lei garante, da mesma forma que foi feito com a Igreja Católica, direitos às demais religiões constituídas no país.

Segundo o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), no entanto, o acordo para votação da Lei Geral das Religiões não foi cumprido. Ele disse que o projeto está no Senado desde 2009 e duas audiências públicas já foram realizadas, mas a proposta não sai das comissões.

Lopes recolheu assinaturas para um requerimento de urgência que levaria a proposta de imediato para votação em Plenário. O pedido foi discutido nesta quarta-feira, mas os senadores decidiram dar mais um mês para a análise da matéria nas comissões, sem votar o requerimento.

Debates

Atualmente, a proposta tem de receber parecer das comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Assuntos Econômicos (CAE), de Assuntos Sociais (CAS) e de Educação, Cultura e Esporte (CE), sendo que apenas nesta última já conta com relatório, favorável à aprovação. Na CAS, o relator é o senador Eduardo Suplicy (PT-SP). que pediu mais tempo para realizar uma terceira audiência, a fim de ouvir representantes do maior número possível de religiões e elaborar um relatório consistente.
O adiamento da urgência também foi defendido pelo senador José Pimentel (PT-CE), para quem uma discussão mais aprofundada do assunto daria aos senadores uma posição mais “madura” em relação à proposta. Assim, a decisão foi acertar a votação do texto em Plenário em meados de maio.

Eduardo Lopes cobrou uma definição rápida para a proposta.

- A questão toda é essa. Se há compromisso do governo, se há compromisso do PT em dar celeridade ao processo, em um mês, pode acontecer a audiência pública que está marcada, não há problema. Mas o que não pode é um assunto como esse, fruto de um acordo, permanecer parado. Vamos aprovar isso, por uma questão de isonomia. Não é divisão, não é discussão religiosa, é apenas isonomia. O mesmo que está no tratado Brasil-Igreja Católica, é o mesmo que está na Lei Geral das Religiões - argumentou Eduardo Lopes.

Benefícios fiscais

A previsão de exame do projeto pela CAE foi questionada pelo líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), que disse não ver necessidade de uma comissão de assuntos econômicos analisar proposta sobre religiões. O senador Jorge Viana (PT-AC), 1º vice-presidente da Casa, explicou que o projeto foi encaminhado a CAE, entre outras razões, conceder benefícios fiscais às entidades religiosas.
Genizah

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Presidents converge to salute 1 of their own

Do corespondente do Blog do Nezin em washington, João Mascarenhas Viana

DALLAS (AP) — In a rare reunion, the five living American presidents gathered in Dallas Thursday to honor one of their own at the dedication of the George W. Bush Presidential Center.
The presidents — Bush, Barack Obama, Bill Clinton, George H.W. Bush and Jimmy Carter — were cheered by a crowd of former White House officials and world leaders as they took the stage together to open the dedication. They were joined on stage by their wives — the nation's current and former first ladies — for the outdoor ceremony on a sun-splashed Texas morning.
The leaders were putting aside the profound ideological differences that have divided them for years for a day of pomp and pleasantries. For Bush, 66, the ceremony also marked his unofficial return to the public eye four years after the end of his deeply polarizing presidency.
Each of the presidents was to make brief remarks at the ceremony.
In a reminder of his duties as the current Oval Office inhabitant, Obama planned to travel to Waco in the afternoon for a memorial for victims of last week's deadly fertilizer plant explosion.
Presidential politics also hung over the event. Ahead of the ceremony, former first lady Barbara Bush made waves by brushing aside talk of her son, former Florida Gov. Jeb Bush, running for the White House in 2016.
"We've had enough Bushes," said Mrs. Bush, the wife of George H.W. Bush and mother of George W. Bush. She spoke in an interview with NBC's "Today" show.
Yet George W. Bush talked up the presidential prospects of his brother in an interview that aired Wednesday on ABC.
"He doesn't need my counsel, because he knows what it is, which is, 'Run,'" Bush said.
Key moments and themes from George W. Bush's presidency — the harrowing, the controversial and the inspiring — would not be far removed from the minds of the presidents and guests assembled to dedicate the center, where interactive exhibits invite scrutiny of Bush's major choices as president, such as the financial bailout, the Iraq War and the international focus on HIV and AIDS.
On display is the bullhorn that Bush, near the start of his presidency, used to punctuate the chaos at ground zero three days after 9/11. Addressing a crowd of rescue workers amid the ruins of the World Trade Center, Bush said: "I can hear you. The rest of the world hears you. And the people who knocked these buildings down will hear all of us soon."
"Memories are fading rapidly, and the profound impact of that attack is becoming dim with time," Bush told The Associated Press earlier this month. "We want to make sure people remember not only the lives lost and the courage shown, but the lesson that the human condition overseas matters to the national security of our country."
More than 70 million pages of paper records. Two hundred million emails. Four million digital photos. About 43,000 artifacts. Bush's library will feature the largest digital holdings of any of the 13 presidential libraries under the auspices of the National Archives and Records Administration, officials said. Situated in a 15-acre urban park at Southern Methodist University, the center includes 226,000 square feet of indoor space.
A full-scale replica of the Oval Office as it looked during Bush's tenure sits on the campus, as does a piece of steel from the World Trade Center. In the museum, visitors can gaze at a container of chads — the remnants of the famous Florida punch card ballots that played a pivotal role in the contested 2000 election that sent Bush to Washington.
Former first lady Laura Bush led the design committee, officials said, with a keen eye toward ensuring that her family's Texas roots were conspicuously reflected. Architects used local materials, including Texas Cordova cream limestone and trees from the central part of the state, in its construction.
From El Salvador to Ghana, Bush contemporaries and former heads of state made their way to Texas to lionize the American leader they served alongside on the world stage. Among the foreign leaders set to attend were former British Prime Minister Tony Blair, former Israeli Prime Minister Ehud Olmert and former Italian Prime Minister Silvio Berlusconi.
The public look back on the tenure of the nation's 43rd president comes as Bush is undergoing a coming-out of sorts after years spent in relative seclusion, away from the prying eyes of cameras and reporters that characterized his two terms in the White House and his years in the Texas governor's mansion before that. As the library's opening approached, Bush and his wife embarked on a round-robin of interviews with all the major television networks, likely aware that history's appraisal of his legacy and years in office will soon be solidifying.
An erroneous conclusion that Iraq had weapons of mass destruction, a bungling of the federal government's response to Hurricane Katrina and a national debt that grew much larger under his watch stain the memory of his presidency for many, including Obama, who won two terms in the White House after lambasting the choices of its previous resident. But on Wednesday, Obama staunchly defended Bush's commitment to America's well-being while addressing Democratic donors.
"Whatever our political differences, President Bush loves this country and loves his people and shared that same concern, and is concerned about all people in America," Obama said. "Not just some. Not just those who voted Republican."
There's at least some evidence that Americans are warming to Bush four years after he returned to his ranch in Crawford, even if they still question his judgment on Iraq and other issues. While Bush left office with an approval rating of 33 percent, that figure has climbed to 47 percent — about equal to Obama's own approval rating, according to a Washington Post-ABC News poll released ahead of the library opening.
Bush pushed forcefully but unsuccessfully for the type of sweeping immigration overhaul that Congress, with Obama's blessing, is now pursuing. And his aggressive approach to counterterrorism may be viewed with different eyes as the U.S. continues to be touched by acts of terrorism.
Although museums and libraries, by their nature, look back on history, the dedication of Bush's library also offers a few hints about the future, with much of the nation's top political brass gathered in the same state.
Clinton's wife, Hillary Rodham Clinton, stoked speculation about her own political future Wednesday in a Dallas suburb when she delivered her first paid speech since stepping down as secretary of state earlier this year. Republican Gov. Chris Christie of New Jersey, another potential 2016 contender, flew to Texas to take part in the library dedication.
Obama, too, may have his own legacy in mind. He's just a few years out from making his own decision about where to house his presidential library and the monument to his legacy.
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Associated Press writer Nomaan Merchant contributed to this report.
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