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quarta-feira, 29 de maio de 2013

O Sábado Entre os Adventistas do Sétimo Dia: uma breve história

Fonte - Claudio Sampaio 

A célebre "visão do milharal" de Hiran Edson, 
em 23 de outubro de 1844, que conduziu 
os desapontados mileritas a olharem com atenção 
o livro de Hebreus e descobrirem a doutrina do santuário e do sábado bíblico.
editado por
Claudio Sampaio
pr. em São Francisco, MG

Era uma manhã fria de inverno. Hans, jovem soldado alemão, avançava com sua divisão em direção a Moscou. Durante a longa marcha através de caminhos cobertos de neve, seus pensamentos se concentraram em seu lar, sua igreja e seus irmãos na esperança. As gratas recordações do espírito fraternal que caracterizava a congregação da qual era membro, encheram o coração do jovem soldado de um sentimento de profunda nostalgia.

Hans alimentava a esperança de encontrar na Rússia – território inimigo – um irmão na jornada adventista, com quem pudesse partilhar o gozo de uma fé comum. Este desejo, entretanto, parecia demasiado remoto. Entre outros obstáculos que militavam contra as aspirações do soldado, estava a barreira do idioma.

Porém, um dia, ao entrarem em uma pequena vila, descobriram que os habitantes se preparavam para abandoná-la. Naquela área, era evidente, travar-se-iam encarniçados combates. Hans foi encarregado por seu superior de inspecionar as casas abandonadas. Em uma delas encontrou um alquebrado ancião, reunindo os últimos pertences que o acompanhariam em seu êxodo para um lugar mais seguro. A última coisa que colocou cuidadosamente em uma bolsa de couro foi um velho livro. Hans não ocultou o desejo de conhecer a espécie de livro que o velho camponês incluía em sua bagagem.

Ao descobrir que o livro era um exemplar das Escrituras, o soldado, com o indicador, apontou para a Bíblia e depois com gestos amistosos esforçou-se por comunicar seu profundo apreço pelo Sagrado Livro. O velho agricultor pareceu entender e ofereceu ao soldado a oportunidade de folhear o livro que ele tanto amava.

Seria aquele encanecido lavrador um adventista? Como poderia o soldado descobrir a filiação religiosa daquele homem? A barreira do idioma parecia intransponível. Uma idéia, entretanto, assaltou a mente do jovem militar. Abriu a Bíblia no livro de Apocalipse, cap. 14:6-12, e encontrou este texto sublinhado com tinta vermelha. Hans com o indicador apontou para o texto e sorriu. O velho homem entendeu. Buscou depois o texto de Mateus 24:14, versículo familiar aos adventistas. Esta porção também estava sublinhada. O velho homem valeu-se da oportunidade, apontou para o texto em referência e com a cabeça anuiu.

Dominado por uma crescente excitação, Hans abriu a Bíblia no livro de Êxodo e encontrou o versículo 8, do capítulo 20, também sublinhado. Outra vez o soldado apontou para o texto e emocionado sorriu. Finalmente Hans buscou o texto de Daniel 8:14, e o camponês em demonstração de gozo, com a linguagem silenciosa dos gestos procurou expressar sua identificação com o texto.

As dúvidas se dissiparam. Hans, o soldado alemão, fechou reverentemente a velha Bíblia, estendeu os braços e o seu gesto foi correspondido fraternalmente pelo lavrador russo; num abraço afetuoso expressaram o júbilo resultante de uma identificação comum com os ideais da fé adventista. Ajoelharam-se no interior da humilde habitação. Hans orou em alemão, e o agricultor russo em seu idioma; depois de um emocionante aperto de mãos, se separaram para enfrentar as vicissitudes e incertezas ditadas pela guerra.

Do Milerismo para o Adventismo Sabatista

Um dos textos sublinhados na Bíblia do camponês russo inspirou uma plêiade extraordinária de pregadores a unir-se ao movimento milerita na proclamação da volta de Cristo. As palavras do profeta Daniel "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado'', tinham para eles um profundo sentido de urgência. Ao fim deste período anunciado pela profecia – eles assim interpretaram – Jesus Se manifestaria com poder e fulgurante glória. Os estudos exegéticos que os levaram a esta conclusão pareciam inequívocos. Mas, consoante vimos em capítulo anterior, em lugar da gloriosa aparição de Cristo (epifania), sofreram uma amarga desilusão. Muitos, entretanto, estavam convictos de que a Palavra de Deus não podia falhar. Impunha-se descobrir onde se haviam equivocado.

Depois da frustrada experiência de 1844, o milerismo, perturbado pela confusão e opróbrio, se fragmentou em forma inapelável. Alguns abandonaram completamente a esperança adventista. Outros, incluindo Guilherme Miller, concluíram existir algum equívoco em seus cálculos no tocante aos 2.300 dias; estes continuaram afirmando que a vinda de Cristo haveria de ocorrer a qualquer momento. 

Guilherme Miller
Um terceiro grupo, reafirmando suas convicções na correção dos cálculos e sua interpretação, afirmava que Cristo havia regressado no dia 22 de outubro – não literalmente, consoante haviam pregado, mas espiritualmente – começando então o período dos mil anos anunciado na profecia.

Um quarto grupo, em meio às perplexidades e angústias então vividas, num espírito de súplica e fervorosa investigação das Escrituras, viu a luz da verdade romper irradiante como o esplendor de uma alegre alvorada, inaugurando um novo dia pleno de esperanças.

Após a amarga noite de 22 de outubro, a mente de Hiram Edson foi iluminada com a convicção de que o santuário a ser purificado ao fim dos 2.300 anos era o santuário celestial. Sem vacilações levou a outros esta nova luz, suscitando no coração de muitos o ardente desejo de melhor compreensão das profecias e seu significado.* 
Hiran Edson: o "Cléopas do
milharal"
 Uma reunião memorável foi celebrada em sua casa, com o propósito de estudar com mais diligência este grande tema profético. Tiago White não pôde assisti-la. José Bates e outros piedosos remanescentes do naufrágio milerita, depois de uma minuciosa investigação das Escrituras, concluíram afirmando, sem sombra de dúvida, que o santuário mencionado em Daniel 8:14, estava no Céu.

Comparando os livros de Êxodo e Levítico, no Velho Testamento, com a epístola de Hebreus, no Novo Testamento, entenderam que Jesus após a ressurreição, ao retomar à destra do Pai, como Sumo Sacerdote, havia ministrado no primeiro compartimento, e que, em 1844, ao fim dos 2.300 anos, entrou no santíssimo para realizar a obra da purificação.

Com as luzes da inspiração, Ellen G. White mais tarde endossou estas conclusões, dizendo:
"Destarte, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo à Terra, ao terminarem em 1844 os 2.300 dias, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à Sua vinda."1
"O assunto do santuário foi a chave que desvendou o mistério do desapontamento de 1844. Revelou um conjunto completo de verdades, ligadas harmoniosamente entre si e mostrando que a mão de Deus dirigira o grande movimento do advento e apontara novos deveres ao trazer a lume a posição e obra de Seu povo."2
A compreensão desta importante verdade bíblica renovou a fé e fortaleceu a confiança daqueles que, depois da experiência de 22 de outubro de 1844, uniram-se na vibrante proclamação da tríplice mensagem angélica.

Além da doutrina do santuário, havia outras preciosas verdades que Deus, em Seus insondáveis desígnios, haveria de revelar àquele grupo de fiéis investigadores da verdade. Ao vislumbrarem a obra solene realizada por Cristo no santuário celeste, foram levados a refletir sobre o significado da lei de Deus, padrão pelo qual seremos aferidos no tribunal divino. De joelhos, pediram uma revelação mais clara sobre este assunto, e a luz que eles ansiosamente buscavam lhes foi comunicada em forma tangível e inequívoca.

Em 1844, a Sra. Raquel Oakes, decidiu mudar-se para Washington, no Estado de New Hampshire, para viver com a filha que era professora naquela localidade. Como membro da Igreja Batista do Sétimo Dia, a Sra. Oakes não ocultava suas firmes convicções sobre a importância do quarto mandamento. Em contato com a comunidade adventista em Washington, converteu-se ao adventismo, mas com argumentos convincentes persuadiu a maioria dos membros daquela pequena igreja a observar o sábado como dia de repouso.

Foi provavelmente na primavera daquele mesmo ano que Frederick Wheeler, um ministro metodista itinerante, começou a guardar o sábado como dia do Senhor. Esta decisão resultou de um diálogo à porta da igreja de Washington, no Estado de New Hampshire, com a Sra. Oakes. Ao ministrar a ceia do Senhor àquele pequeno grupo de adventistas, Wheeler destacou a importância da obediência a Deus. Terminado o culto, a Sra. Oakes dirigiu-se respeitosamente ao ministro visitante, e salientou que a verdadeira obediência ao Senhor implicava a observância de todos os mandamentos, inclusive o preceito que ordena a santificação do sábado. Este comentário sucinto repercutiu em forma frutífera no coração de Wheeler, levando-o a aceitar o dever de observar o sábado consoante o mandamento. 

Posteriormente, outros ministros se identificaram com Wheeler na proclamação do sábado como memorial perpétuo da criação. T. M. Preble, entretanto, foi o primeiro, naqueles idos, a valer-se dos recursos da imprensa para divulgar a luz relacionada com este tema. Suas convicções sobre a santidade do sábado foram publicadas nas colunas do periódico Hope of Israel (Esperança de Israel), em sua edição de 28 de fevereiro de 1845.

Lendo o artigo em referência, José Bates aceitou a mensagem do sábado, tornando-se um dos seus mais ardorosos defensores. Deslumbrado com a "nova luz'', regressando a sua casa, teve um encontro fortuito com o Sr. Hall.

– Como vai, irmão Bates? O que há de novo? – interrogou o Sr. Hall de maneira informal.

– O sétimo dia é o sábado! – respondeu Bates, manifestando irradiante euforia, fruto de um feliz descobrimento.

Após este memorável encontro, Hall e a esposa, estudando diligentemente as Escrituras, também aceitaram a verdade do sábado.

Bates foi o poderoso instrumento usado por Deus como resposta à oração daquele grupo de sinceros esquadrinhadores da Palavra. Tiago e Ellen White, Hiram Edson e muitos outros foram também persuadidos a aceitar o quarto mandamento, memorial divino, eclipsado por tantos séculos e profanado como uma instituição comum.

Nas seguintes palavras a Sra. White descreve a visão que Deus lhe concedeu, sete meses após sua decisão de observar o dia do Senhor.

"O Senhor, porém, me deu uma visão do santuário celestial. O templo de Deus foi aberro no Céu, e foi-me mostrada a arca de Deus coberta com o propicia tório. . . .

"Jesus levantou a cobertura da arca, e contemplei as tábuas de pedra em que os Dez Mandamentos estavam escritos. Fiquei aterrada quando vi o quarto mandamento mesmo no centro dos dez preceitos, com uma suave auréola de luz rodeando-o. Disse o anjo: 'É o único dos dez que define o Deus vivo que criou os céus, e a terra e todas as coisas que neles há.' "3
A visão da Lei
Os adventistas então perceberam a importância da instituição do sábado. Compreenderam que não se tratava meramente de um dia, mas de um memorial; não era apenas um preceito, mas uma bandeira milenária simbolizando a lealdade que devemos ao Criador e Mantenedor do Universo.

Após a restauração desta importante verdade – a observância do quarto mandamento – os pioneiros adventistas perceberam que careciam de uma compreensão mais clara no tocante às fronteiras do santo sábado. A ausência de unidade na definição dos limites demarcatórios do tempo, quando se inicia e termina o dia do Senhor, militava contra a uniformidade de procedimentos. Um grupo entre eles observava o sábado da meia-noite à meia-noite. Outros estabeleciam as 18:00 horas como o limite para a observância do quarto mandamento. Alguns, no Estado do Maine, tomando o texto de Mateus 28:1, concluíram que o sábado começava e terminava com o "alvorecer" do dia.

José Bates, conhecido por todos como o veículo usado pela Providência para introduzir entre os "remanescentes" adventistas a doutrina do sábado, defendia com eloqüência e vigor a teoria "das 18:00 às 18:00 horas".4 Sobre o assunto o Pastor White escreveu, dizendo: "Deus suscitou o irmão Bates para nos dar esta verdade (o sábado). Devemos confiar mais em sua opinião que na de outras pessoas."5

E assim, durante aproximadamente dez anos, os adventistas, em sua maioria, celebraram o dia do Senhor das 18:00 horas de sexta-feira às 18:00 horas de sábado. Tiago White, entretanto, declarou posteriormente: "Jamais nos sentimos plenamente satisfeitos com os argumentos apresentados em favor das 18:00 horas.... Este assunto nos tem perturbado, mas ainda não temos encontrado tempo para investigá-lo mais profundamente."6

Os novos adventistas, procedentes da Igreja Batista do Sétimo Dia, fiéis e zelosos observadores do sábado, do pôr-do-sol ao pôr-do-sol, questionavam com freqüência a validade bíblica do princípio advogado por Bates, conhecido como "das 18:00 às 18:00 horas''. Impunha-se como imperativa uma clara definição, com sólida sustentação bíblica, tendo em vista produzir na Igreja a indispensável unidade na maneira de observar o mandamento.

A Sra. White, em visão, ouviu a voz de um anjo repetindo o texto inspirado: "Duma tarde a outra, celebrareis o vosso sábado."7 Esta visão foi suficiente para indicar a falácia da teoria do início do sábado ao "amanhecer''. Entretanto, muitos continuaram interpretando a palavra "tarde" como significando "18:00 horas''.

Pouco depois, Tiago White solicitou a J. N. Andrews que fizesse um estudo mais exaustivo sobre o assunto. As conclusões às quais chegou foram lidas numa assembléia geral celebrada no mês de novembro de 1855, num sábado pela manhã. Andrews, baseando-se em nove textos no Velho Testamento e dois no Novo Testamento, concluiu afirmando que a palavra "tarde" nestes textos significava "pôr-do-sol".8


As conclusões então apresentadas por Andrews convenceram a maioria dos presentes. Entretanto, o casal White, José Bates e outros mostraram-se recalcitrantes em aceitar a nova luz.

Após a assembléia, os pastores e vários irmãos permaneceram reunidos em um período especial de oração, rogando ao Senhor pela prosperidade de Sua igreja. E enquanto oravam, a Sra. White foi arrebatada em visão e a luz relacionada com os limites do sábado (de pôr-do-sol a pôr-do-sol) lhe foi dada e todas as dúvidas no tocante a este assunto se dissiparam. Os textos bíblicos foram plenamente entendidos e a unidade da Igreja, no tocante a este assunto, foi consolidada.

E agora, como parte das nossas Crenças Fundamentais, no artigo 19, lemos os seguintes parágrafos:
"Assim como a trajetória do Sol através do céu assinala os dias da semana e designa cada sétimo dia como o sábado, o dia designado por Deus para repouso e adoração, também o pôr-do-sol marca os limites do sábado: 'Duma tarde a entra tarde, celebrareis os vossos sábados' " (Lev. 23:32; ver também Mar. 1:32).
''Por ocasião da Criação Deus pôs de parte o sábado e o abençoou (Gên. 2:1-3). Agora Ele nos põe de parte como Seu povo – e nos abençoa (I Pedro 2:9, 10). Semana após semana, ao celebrarmos o sábado, somos assegurados de que o santo dia é um sinal entre Ele e nós, para que possamos saber que Ele é o Senhor que nos santifica (Êxodo 31:13)."9
Quando Hans, o jovem soldado alemão, folheando a Bíblia do velho agricultor russo descobriu, entre outros preciosos versículos, sublinhado também o quarto mandamento, concluiu acertadamente estar diante de um irmão na fé adventista.

À medida que os adventistas aceitaram a luz que procedia de Deus – o santuário, o sábado e outras verdades adicionais – mais e mais perceberam que, depois da escura noite do desapontamento, uma mão invisível e poderosa os guiava no cumprimento de Seus eternos propósitos. Cumpriam-se as palavras do profeta: "Então romperá a tua luz como a alva."10 Com efeito, os próceres do adventismo viram nas palavras de Davi, uma consoladora promessa: "Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os Meus olhos."11

Duas Colunas Inamovíveis

Certa vez um insano entrou em um templo e se deteve firmemente entre duas colunas. Envolvendo-as com os braços, gritou histérico: "Derrubarei estas colunas, destruirei este edifício e os matarei como Sansão o fez com os filisteus." Observando uma ameaça de pânico, o ministro exclamou: "Deixemos que ele intente derrubá-las." O pobre insano experimentou, mas logo percebeu que seus esforços eram inúteis e o pânico que parecia iminente, cessou.

Ao longo de nossa história denominacional surgiram indivíduos que, no afã por demolir o edifício da fé adventista, intentaram abalar estas duas colunas – a doutrina do santuário e a santidade do sábado. Porém, malgrado todos os esforços despendidos, "estes esteios da verdade permanecem tão incólumes quanto os montes eternos, impassíveis ante todos os esforços combinados dos homens e de Satanás e suas hostes".12

Testemunhamos em nossos dias o esforço iconoclasta empreendido por dois indivíduos – Desmond Ford e Robert D. Brinsmead** – tendo em vista convencer a igreja de que a doutrina do santuário, como a interpretamos, carece de fundamento bíblico e de que a observância do sábado, como dia de repouso, constitui a demonstração inequívoca de um mero legalismo religioso.

Mui apropriadas são as palavras da inspiração:
"Agora a igreja está comprometida em uma guerra que aumentará em intensidade.... Nenhuma coluna de nossa fé deve ser eliminada. Nenhuma linha da verdade revelada deve ser substituída por teorias novas e fantásticas."13
As verdades reveladas pelo Espírito Santo, após o grande desapontamento, devem continuar como fundamento firme da "fé que uma vez foi dada aos santos''.
Referências:

1. Ellen G. White, O Grande Conflito, pág. 422.
2. Idem, pág. 423.
3. Ellen G. White, Vida e Ensinos, págs. 84, 85.
4. Review and Herald, 21 de abril de 1851, pág. 71.
5. J. S. White, Carta, 2 de julho de 1848; Record Book, I, págs. 116, 117.
6. Review and Herald, 4 de dezembro de 1855, pág. 78.
7. Levítico 23.32
8. Review and Herald, 4 de dezembro de 1855, págs. 76-78.
9. Revista Adventista, setembro de 1982, pág. 12.
10. Isaías 58:8
11. Salmo32:8.
12. Ellen G. White, Evangelismo, pág. 223.
13. Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, pág. 96

fonte: Capítulo 4: "Romperá a Tua Luz Como a Alva" de
OLIVEIRA, Enoch. A mão de Deus ao leme. Santo André, SP. Casa, 1985.

terça-feira, 28 de maio de 2013

SHOW GOSPEL NA PECUÁRIA DE DIVINÓPOLIS - TO

En

Ascom Prefeitura de Divinópolis do Tocantins .
10:49 (7 horas atrás)


Evento gospel emociona público na exposição agropecuária de Divinópolis – TO e prefeito reafirma apoio e compromisso com a classe  
A noite desta quarta feira [27] o sindicato rural de Divinópolis – TO presidido pelo senhor Claudio Brito, abriu espaço para a classe evangélica promover um mega show de louvores e adoração a Deus.
O evento foi iniciado por cantores que concorreram a prêmios concedidos aos melhores interpretadores das canções gospel. Após as apresentações, foi a vês dos jurados decidirem quem teve as melhores atuações. O corpo de jurados decidiu que o terceiro lugar ficou com a adolescente Carla Vitória, em segundo lugar o Jovem Lucas e em primeiro lugar a dupla Yago e Tiago. Os vencedores receberam premiações em dinheiro.
Após as premiações, aos vencedores do festival, foi a vês dos pastores Jaldevam Ribeiro e Silvano Dias, ao lado do presidente do sindicato rural Claudio Brito, do presidente do poder legislativo de Divinópolis – TO, Osias Teles [PMDB] e do prefeito e padre licenciado da igreja católica, Florisvane Mauricio [PRP], fazerem uma oração. Foi durante o momento de oração,  que o aconteceu o ápice da emoção que tomou conta do público que prestigiava o evento.
Ao fazer as suas explanações, Padre Florisvane, por várias vezes citou passagens bíblicas, e relembrou dos momentos de sua memorável campanha política em que alguns diziam que pelo fato de ser um líder católico, não iria dar o devido apoio a classe evangélica, e reafirmou o compromisso feito com toda a classe religiosa, “eu me licenciei do meu ministério católico, mas eu sou um prefeito de todos os evangélicos”, garantiu. O pastor Jaldevam Ribeiro, afirmou que o evento foi um sucesso, “foi muito satisfatório, dentro de nossas expectativas”, frisou o líder religioso. A noite teve ainda um show com o grupo gospel “nascidos para adorar”.

FOTOS: Edsom Gilmar  FONE: 84432492  FONTE: ASCOM/ Prefeitura de Divinópolis - TO
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Mentira. A tática infernal dos dissidentes


Os dissidentes, de todos os naipes, cores e credos, são movimentos criados pelo diabo, para enganar e desviar da fé, os incautos. 
Como Satanás é "mentiroso e pai da mentira" ele faz com que os seguidores dos tais movimentos dissidentes, se tornem mentirosos também.
E a principal mentira deles é sair dizendo que são adventistas do sétimo dia. 
Quem não conhece a história deles, nem as doutrinas falsas que pregam os abraçam como se fossem irmãos.
Essa é a grande mentira. 

Dissidente não é adventista do sétimo dia.
Mesmo que acreditem no advento de Cristo, e guardem o sábado, eles não são membros de nossa igreja, como deixam as pessoas simples acreditar, para poder enganá-los.

Dissidente de qualquer espécie, e credo; pois são vários movimentos diferentes, são inimigos dos adventistas. Eles tem tanto ódio dos adventistas quando o chefe deles, o diabo.

Outra mentira deles, é sobre Ellen White.

Quando se aproximam de um fiel e simples adventista, para confirmar a mentira, de que são adventistas do sétimo dia, eles usam os livros de Ellen White e os citam exaustivamente. é claro, que  usam de maneira distorcida, citando texto fora do contexto, para criar o pretexto que desejam no momento. 
E quem não tem conhecimento aprofundado dos escritos de Ellen White fica impressionado e passa acreditar neles. 
Fazem como alguns evangélicos, que citam os textos da bíblia fora do contexto, para criar as muitas doutrinas, erradas que existem, e fundar essa enxurrada de igrejas que estão por aí.

Porem quando alguém mostra, dentro dos escritos de Ellen White, que não há razão  para se criar novas ramificações adventistas, e que quem acusa a igreja adventistas de babilônia, está fazendo o trabalho do diabo, eles, os dissidentes, passam a desprezar os livros que antes citavam. 

Deixam de acreditar em Ellen white, e passam a dizer que creem só na Bíblia.
Para enganar os trouxas, chegam com os livros de Ellen White na mão. Como os próprios livros os condenam, jogam os mesmos fora.

Assim também, fazem com a Bíblia. 

Quando um verso da Bíblia vai contra os argumentos deles, dizem que aquele texto não vale, e que o mesmo foi acrescentado ao cânon sagrado, em algum tempo remoto do passado. Só que não dizem quem foi que acrescentou, nem quando, nem onde, nem mostram a prova do que afirmam. Ou seja, Uma Bíblia original, sem os tais textos acrescentados. 
Quem é idiota, fica impressionado com a lenga lenga deles, e cai da fé
É assim que age os inimigos mortais da igreja.

Outra tática infernal deles, dissidentes, é espalhar falsos boatos, contra a igreja adventista, tais como: "A igreja adventista está unida com os jesuítas", "a igreja adventista assinou acordo com o papa", "a igreja  adventista faz parte do ecumenismo" e outras mentiras deslavadas. Coisa do demo, do capiroto, do líder maior deles, Satanás. 
É assim que age essa classe. Com mentiras e mais mentiras.
Quando nesse blog, aparece um comentário, discordando de Ellen White, eu penso: Este aí, ou é um evangélico que nada sabe da vida e obra de Ellen White, portanto digno de pena, ou é um dissidente, mostrando as garras.









Falsificações

Ellen White

À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva. Isa. 8:20.

O povo de Deus é encaminhado às Santas Escrituras como a salvaguarda contra a influência dos falsos ensinadores e poder ilusório dos espíritos das trevas. Satanás emprega todo artifício possível para impedir os homens de obter conhecimento da Bíblia; pois os claros ensinos desta põem a descoberto os seus enganos. Em todo avivamento da obra de Deus o príncipe do mal está desperto para atividade mais intensa; aplica atualmente todos os seus esforços em preparar-se para a luta final contra Cristo e Seus seguidores. O último grande engano deve logo patentear-se diante de nós. O anticristo vai operar suas obras maravilhosas à nossa vista. Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas. Pelo testemunho destas toda declaração e todo prodígio deverão ser provados. ...
O homem que torna a operação de milagres a prova de sua fé verificará que Satanás pode, por meio de uma variedade de enganos, efetuar prodígios que parecerão genuínos milagres.
Satanás é um astuto obreiro, e introduzirá falsidades sutis para obscurecer e confundir a mente e extirpar as doutrinas da salvação. Os que não aceitam a Palavra de Deus tal qual reza, serão apanhados em sua armadilha
Os anjos maus estão em nossos calcanhares a cada momento. ... Eles ocupam novo território, e operam maravilhas e milagres a nossa vista. ...
Alguns serão tentados a aceitar essas maravilhas como sendo de Deus. Enfermos serão curados à nossa vista. Milagres se efetuarão aos nossos olhos. Estamos nós apercebidos para a prova que nos aguarda quando as mentirosas maravilhas de Satanás forem mais amplamente exibidas? Não serão muitas pessoas enredadas e arrebatadas? Separando-se dos positivos preceitos e mandamentos de Deus, e dando ouvido às fábulas, o espírito de muitos se está preparando para receber esses milagres de mentira. Cumpre buscarmos todos armar-nos para o combate em que nos havemos de em breve empenhar. A fé na Palavra de Deus, o estudo apoiado pela oração e aplicado praticamente, será nossa proteção contra o poder de Satanás, levando-nos à vitória pelo sangue de Cristo. Reavivamento e Seus Resultados, págs. 47 e 48.

Maranata, O Senhor Vem - MM 1977 Pag. 154

“Marriage Equality” and other Terms in the “Newspeak” Lexicon

Fonte - http://spectrummagazine.org

4 April 2013 | Keith Augustus Burton
George Orwell’s Nineteen Eighty-Four encompasses powerful social commentary that eerily portrays the reality of contemporary American society. The invisible Big Brother makes his presence felt through the totalitarian Party that is committed to the enforcement of mind control and is quick to criminalize independent thinkers for their thoughtcrimes. In the modern American context, Big Brother’s Party enjoys the support of both donkey and elephant and feels equally at home in a red or blue environment.
The Party has a broad tent strategy and is masterful in depoliticizing moral issues that were once kept vibrant through partisan support. This is achieved through the powerful tool of newspeak. As the term implies, newspeak involves the intentional reassignment of meaning to language. For instance, in the previous administration, the term “patriotic” led closet pacifists to calm their cognitive dissonance by chanting the questionable mantra: “I’m against the war, but I support our troops.” Further, the “hero” accolade is now assigned to anyone who dons a military uniform, and if you refrain from joining in the “spontaneous” applause for the troops in airports and public spaces you are immediately suspected of sympathizing with the “terrorists.”
Having successfully experimented with newspeak and proving that language has the power to mold attitudes, Big Brother has moved on to the next agenda item with this new administration. His successful implementation of the previous agenda item is evidenced by the fact that few are concerned about the “collateral damage” being caused by President Obama’s destructive drone program. Now, people’s brains are being reprogrammed to think differently about homosexual behavior. After decades of careful planning, several phrases from the newspeak lexicon have been embedded in our culture. Let’s examine three.
1.      Homophobia. Typically viewed as a dysfunction, a phobia is defined as “an exaggerated usually inexplicable and illogical fear of a particular object, class of objects, or situation.” Based on this definition, a phobic person exhibits an irrational fear that is rooted in ignorance and affects their ability to reason. When homosexual activists coined this term, they were fully aware of the impact it would have on people. Who really wants to believe that a moral position she holds is a symptom of a reasoning deficiency? By changing the conversation, the gay lobby has effectively halted the discussion about the psychological abnormality of same gender sexual attraction. In their estimation, gender identity has been successfully neutered. In fact, this is the very premise upon which the second phrase from the newspeak lexicon is built.
2.      Marriage Equality. Laden with meaning drawn from the Civil Rights movement, equality in a social sense refers to “the quality or state of being equal.” Indeed, in a genderless society where everyone possesses the spirit of the androgyne, there would be no boundaries about who can marry whom. If gender does not matter, why should there be? However, in promoting the term “Marriage Equality,” Big Brother’s agents have been successful in turning independent thinkers into bigoted associates of the Ku Klux Klan. Why would anybody want to deny marriage to two consenting adults? Since there are no longer prohibitions against Whites marrying Blacks, why should the wedding chapel be closed to gays? Could it be that until recent years, most societies assumed that a binding long-term male-female(s) partnership was the very definition of marriage? But that's just a minor detail for the advocates of “equality.” Why place the emphasis on “marriage” and force people to question why that discussion has never taken place? Especially if they love each other; which leads us to the third term from the newspeak lexicon.
3.      Love. A popular definition of love is “attraction based on sexual desire.” Indeed, this is obviously what the President and First Lady attempt to portray in their tried and tested line that marriage should be available to all, regardless of who a person “chooses to love.” Unfortunately, it is this very woodstockian definition of love that has fueled the amorous anarchy in our fractured society. A married man chooses to “love” his secretary and divorces his wife. A teenage girl chooses to “love” her boyfriend and ends up with an unwanted pregnancy or sexually transmitted disease. An adolescent chooses to “love” the Playboy centerfold he will never meet and is crippled by a debilitating addiction to pornography. Hollywood and the media can call this “love” as much as they want, but it doesn’t change the fact that this wonderful term has been hijacked by the reckless villain—also known as—lust. When all aspects of marriage are considered, true marital love can only be experienced by two people who God created to complement each other in every way. Same gender couples, can never experience that same love, no matter how proud they are of their success in changing societal opinion.
As the Supreme Court deliberates two high-profile cases relating to homosexual marriage, I have no doubt that the decision of the justices will either enforce or delay the inevitable. It is only a matter of time before entries from the newspeak lexicon are used to prosecute and persecute those guilty of thoughtcrimes. We have already witnessed the prosecution of Swedish pastor Åke Green who dared to preach about the biblical position on homosexual activity. And let’s not forget the prejudiced statements from the Presidential Inauguration Committee after socially active Pastor Louis Giglio withdrew his name from the Inaugural order of service. Big Brother has his people in positions of power, and he has vested them with authority to act.
Even as I pen this essay, I am saddened by the reality that many who read it have already chosen to embrace the revisionist propaganda originating from the spiritual counterpart of Orwell’s Ministry of Truth. They are the enlightened ones who have determined that the biblical teaching on sexuality needs to be aligned to those promoted by Big Brother. However, in my heart of hearts, I know there are some “Winston Smiths” among them (the character in Orwell’s novel who worked for the system, but was bothered by that still small voice in his conscience). As you consider the implications of newspeak, I pray that you will join me in asking the Spirit to speak to each of us in clear tones, as we never forget that “a tree is known by its fruit.”

Keith Augustus Burton has served as a pastor, teacher, evangelist and plumber. He writes from Harvest, Alabama.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A Bíblia

Ellen White

Acima de tudo, tomai tempo para ler a Bíblia - o Livro dos livros. O estudo diário das Escrituras tem influência santificadora, enobrecedora, sobre o espírito. Ligai o volume sagrado ao vosso coração. Ele se vos mostrará amigo e guia na perplexidade.
Tanto adultos como jovens negligenciam a Bíblia. Não fazem dela seu estudo, a regra de sua vida. Os jovens, especialmente, são culpados dessa negligência. A maioria deles encontra tempo para ler outros livros, mas aquele que indica o caminho da vida eterna não é diariamente estudado. Histórias ociosas são lidas atentamente, ao passo que a Bíblia é negligenciada. Esse Livro é nosso guia para uma vida mais elevada e santa. Os jovens o declarariam o mais interessante livro que já leram, não estivesse sua imaginação pervertida pela leitura de histórias fictícias.
As mentes juvenis deixam de atingir seu mais nobre desenvolvimento quando negligenciam a mais alta fonte de sabedoria - a Palavra de Deus. O fato de nos acharmos no mundo de Deus, em presença do Criador; o fato de sermos feitos à Sua imagem; de que Ele olha por nós, nos ama e cuida de nós - eis maravilhosos temas para o pensamento, e que levam a mente a amplos e exaltados campos de meditação. Aquele que abre a mente e o coração a temas como esses, jamais ficará satisfeito com assuntos triviais, de sensação.
A importância de buscar um completo conhecimento das Escrituras dificilmente pode ser avaliada. "Divinamente inspirada", capaz de nos fazer sábios "para a salvação", tornando o homem de Deus "perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra" (II Tim. 3:15-17), a Bíblia tem o mais sagrado direito à nossa reverente atenção. Não nos devemos satisfazer com um conhecimento superficial, antes devemos procurar aprender o verdadeiro significado das palavras de verdade e beber com muito interesse da sabedoria das Sagradas Escrituras.

Do livro Conselhos aos pais, estudantes e professores Pag.138

‘Apertem os cintos, o piloto sumiu. E a presidente assumiu’

Essa eu não poderia deixar de publicar em meu Blog.
Como sempre, Celso Arnaldo se supera ao escrever esta matéria, na página do grande Augusto Nunes, colunista da Revista Veja.
A matéria trata a arrogância, da presidente que o povo escolheu para desgovernar o Brasil.
Ela chega a dar bronca no comandante do avião se não pilota do jeito que ela imagina que deveria.
ela não sabe pilotar um fogão e se mete a dar pitaco no que não é da conta dela.
Veja a matéria.
Fonte - Revista Veja http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes

Celso Arnaldo vai às nuvens com a comandante Dilma: ‘Apertem os cintos, o piloto sumiu. E a presidente assumiu’

CELSO ARNALDO ARAÚJO
Quando viaja em seu avião oficial, um Airbus 319 CJ ,comandado pelo brigadeiro Joseli Parente Camelo, a presidente proíbe terminantemente turbulências na rota. Para garantir que a determinação seja cumprida à risca e o piloto não tente engambelá-la, atribuindo solavancos a incontornáveis intempéries de percurso, ela adicionou mais uma expertise à sua longa lista de competências técnicas: embora ainda leve um baile das chuvas que todo verão castigam a região serrana do Rio, aprendeu a interpretar cartas meteorológicas aeronáuticas altamente complexas. Com os dados em mãos, altera rotas oficiais, refaz planos de voo, alonga viagens ─ aliás, não está nem aí para o consumo de combustível. Tudo porque ela detesta avião que balança ─ mas não cai. Dilma revogou a lendária expressão céu de brigadeiro. O céu dela é sempre melhor.
A lenda da supergerente sem cabeça, que continua a ser alardeada com medo e reverência por seus áulicos e por boa parte da mídia, ganhou neste domingo, na página A8 da Folha (Dilma invade a cabine do piloto e vira corneteira dos voos oficiais), seu lance mais surreal: é Dilma quem pilota o Airbus da Presidência ─ sem encostar no manche de comando, só com broncas e interpelações. A se acreditar na matéria, Dilma se tornou uma controladora de tráfego aéreo mais eficiente que os engenheiros da Nasa em Houston que conseguiram trazer de volta à terra a errante Apolo 13. Ela inventou um jeito de evitar as inevitáveis turbulências aéreas: é só voar do jeito que ela quer.
A matéria ocupa apenas um quarto inferior de página, mas, por seu inacreditável viés de mistificação, é um retrato aberrante deste governo ─ ao mesmo tempo absurdo e prepotente ─ e renderia várias anotações no impagável “Diário de Dilma” na revista Piauí.
Na matéria da jornalista Natuza Nery, o Airbus 319 que foi a Roma lotado de aspones, para a posse do Papa Francisco, e voou batendo lata para a Etiópia, esta semana, quase se transforma num cenário do Zorra Total. “Ela detesta quando o avião presidencial sacode em pleno ar”, escreve a jornalista, num simulacro do idioma da personagem, sem explicar se seria possível o Airbus sacudir em pleno chão. Se foi por medo de avião que Belchior pegou pela primeira vez na sua mão, o medo da turbulência faz Dilma pegar no pé do pobre brigadeiro Joseli, que nesses momentos preferiria estar bombardeando Pearl Harbor a bordo de um caça Zero.
Essa fábula da superpiloto de controle remoto comprada pela Folha coloca Dilma analisando complicadíssimas cartas meteorológicas para alterar o plano de voo do avião presidencial se detectar que o Aerobus vai enfrentar turbulência. Claro, ela conhece os 39 tipos de cumulus nimbus ─ pileus, velum, incus, etc ─ melhor do que conhece seus 39 ministros. O brigadeiro Joseli já sabe que não deve duvidar nunca dessa expertise da patroa. Ou ela irá, lá na frente, verificar se as alterações de rota foram acatadas. Para isso, segundo a matéria, “fez questão de aprender a ler os enigmáticos dados do painel da cabine do piloto”. Quando sente que o chão parece faltar sob o Airbus a 30 mil pés de altura, costuma perguntar ao oficial, no tom que fez Sergio Gabrieli chorar: “Joseli, por que o avião está sacudindo? Que curva é essa?”.
Se o avião estiver balançando muito, ela permanece em seu lugar, com os cintos atados, que não é doida: nessas situações, segundo a Folha, Dilma interpela o oficial quatro estrelas por um botão ao lado da poltrona. “Quando o Airbus sacode, é fatal”, diz a repórter, sem perceber o perigo de associar a palavra “fatal” a um avião que sacode. Ela se referia a Dilma, a femme fatale a bordo. “A campainha toca. E, dependendo da trepidação, toca com muito vigor”.
Ou seja: balançou, lá vem bronca. Segundo a matéria, o brigadeiro faz sempre o que a presidente manda, até mesmo uma viagem em zigue-zague de Brasília a Porto Alegre, “para fugir do agito”, queimando querosene, é claro. Certa vez, relata a Folha, o desvio foi tão grande que o Aerodilma fez a curva em Mato Grosso antes de aterrissar em Brasilia, por causa das nuvens carregadas e ameaça de balanço.
Outro dia, dois pilotos da TAM foram demitidos por justa causa ao permitirem que o cantor Latino se sentasse à cadeira do comandante, durante o voo, para fazer uma foto. A matéria de domingo da Folha revela que Dilma chega a mudar o plano de voo do avião presidencial quando poderia, quem sabe, tomar um Engov.
Não é o cumulus?

Oito alimentos que parecem saudáveis, mas não são

Fonte - http://veja.abril.com.br/noticia/saude

Nem todos os alimentos tidos como saudáveis são uma boa opção para emagrecer ou evitar doenças relacionadas à alimentação

Juliana Santos
Barrinhas de cereal
Barrinhas de cereais estão entre os alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem (Thinkstock)
"Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote" — Luciano Giacaglia, endocrinologista
Trocar uma lata de refrigerante por uma de chá é mais saudável? Depende. Ao contrário do que pode parecer, os chás de lata podem ter tanto açúcar quanto refrigerantes. Esse é apenas um exemplo de como alguns produtos "enganam". Muitos deles, associados não só à perda de peso, mas a uma alimentação saudável, possuem diversas substâncias que podem causar doenças, como açúcar, gordura ou sal em excesso.
A principal culpada pela presença de substâncias "indesejáveis" em alimentos supostamente saudáveis é a industrialização dos alimentos. "Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote", é o que costuma dizer a seus pacientes o endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).
No processo de industrialização, além de sal, açúcar e gordura, são adicionadas diversas substâncias químicas para realçar sabor e fazer o produto durar mais tempo, muitas das quais ainda não se sabe bem que efeito podem ter a longo prazo no organismo. "Todo alimento industrializado, por mais que pareça natural, sofreu processos que promovem modificações e acarretam perda de nutrientes", explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein.
Não é necessário, porém, ser radical e retirar da dieta todos os alimentos industrializados. "O problema é tornar isso um hábito e substituir todos os produtos naturais por industrializados", explica Cláudia Cozer, endocrinologista e coordenadora do Núcleo Avançado de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês. Conheça alguns desses alimentos que parecem saudáveis, mas não são as melhores opções para perder peso ou mesmo cuidar da saúde.
Leia também: Nove alimentos que não deveriam estar na sua geladeira
8 de 8

Chocolate diet

Assim como todos os produtos diet, ele é recomendado para pessoas que têm diabetes. Isso significa que ele tem menos açúcar, mas o problema é que o chocolate diet pode ser mais calórico do que o chocolate normal, porque para manter o sabor e a consistência, a falta de açúcar é compensada com adição de gordura. "Quem não é diabético não deve consumir chocolate diet, mas dar preferência ao chocolate meio amargo, ou com 70% de cacau. Quanto mais cacau melhor", diz a nutróloga Maysa Guimarães.
Fontes: Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein; Claudia Cozer, endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês; Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), e Maysa Guimarães, nutróloga dos Hospitais São Luiz, Leforte e Albert Einstein.
 

Padres fieis na igreja católica

Veja este vídeo. É muito revelador. Vale a pena ver, e divulgar. é a comprovação do que Ellen White falou sobre os fieis que há em todas as igrejas, inclusive na igreja católica.
Você clica na figura abaixo que vai abrir o site "Decidi Ser Fiel" nele você procura o vídeo - O Padre fã de Ellen White - você verá que mensagem interessante



“Teoria do sexto rei contra-ataca”


Fonte - http://redeadventista.com.br
publicado em: 20/03/2013  |   18:23
Em 12 de fevereiro (2013), postei no blog o terceiro post sobre os “sete reis” de Apocalipse 17, para auxiliar o leitor a se familiarizar um pouquinho com a interpretação historicista seguida pelos adventistas do sétimo dia no estudo do Apocalipse.
No post recomendei a leitura da resposta de José Carlos Ramos sobre esse tema, disponibilizada na Revista Adventista de junho de 2005, página 10, na seção intitulada “Consultoria Doutrinária”.
Todavia, sendo que com o anúncio do novo papa – o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio (Papa Francisco) – as especulações alarmistas e sem fundamentação bíblica (ou histórica) se acentuam nas “mentes irrequietas”, decidi disponibilizar, na íntegra, a resposta do então diretor de pós-graduação do curso de teologia no Centro Universitário Adventista (Unasp) em Engenheiro Coelho, SP.
Vale à pena conferir essa breve resposta, para que não se deixe levar por especulações que em nada contribuirão para o crescimento espiritual, e muito menos para o avanço da obra de Deus.
Antes, relembro que há uma terceira interpretação no meio adventista, que não rejeita o método historicista. Essa metodologia de interpretação (historicismo) é caracterizada por compreender as profecias bíblicas de uma perspectiva histórica, considerando o passado, presente e futuro. Tal sugestão interpretativa foi apresentada por Ekkehardt Mueller, diretor associado do Biblical Research Institute da Associação Geral da IASD em Silver Spring, Maryland, EUA.
Seu estudo exegético de Apocalipse 17 foi publicado em língua portuguesa na revista teológica “Parousia”, e pode ser lido clicando aqui.
As duas interpretações destacadas por José Carlos Ramos, e a sugestão interpretativa de Ekkehardt Mueller são embasadas e livres de qualquer interpretação fantasiosa que aparece em artigos e em livros de “profetas de plantão”. Há um desses “profetas” por aí dizendo que o Papa Francisco é o “último papa” a assumir o trono do Vaticano antes de Jesus voltar. Infelizmente, ele também irá se decepcionar com o passar do tempo, do mesmo modo que muitos outros. Desejo sinceramente que Deus conforte tais irmãos em tal momento de angústia.
Todavia, reconheço que Jesus pode voltar a qualquer instante (Mt 24:42, 44), porém, especular sobre Sua volta tendo como “base” a ascensão de um “papa”, a meu ver, é muito perigoso, além de fictícia. Essa teoria contradiz de maneira “mascarada” o texto de Mateus 24:36, que afirma não ser possível saber o dia e a hora da volta do Salvador (leia também Atos 1:7).
A teoria de que Francisco é o “último papa antes de Cristo voltar” leva a uma agitação prejudicial e que desvia a atenção do verdadeiro centro das profecias apocalípticas, Jesus Cristo, e da nossa real missão: pregar o “evangelho eterno” (Ap 14:6), contextualizado nas Três Mensagens de Apocalipse 14:6-12.
Por isso, sugiro que leia com atenção o artigo a seguir, da autoria de José Carlos Ramos, e que atente para seu conselho final nos últimos dois parágrafos. Além disso, recomendo que assista a palestra de Alberto Timm, intitulada “Papado: Declínio ou Ascenção?”, ministrada no programa “Conection”, na Washington Brazilian SDA Church em 9 de março de 2013.
Ela pode ser assistida ao clicar aqui. Nessa palestra, você verá (entre outras coisas) que a profecia enfatiza o papado como um todo – ao invés de “papas isolados” – como o poder mencionado tanto em Daniel 7:25, 8:9-12 e Apocalipse 13.
Em breve postarei uma resposta a algumas alegações de um sensacionalista. Em uma delas ele afirmou que minha explicação sobre Apocalipse 17, dada no programa “Na Mira da Verdade”, não possui embasamento histórico. Porém, ao analisar os pressupostos dele, poderemos desmentir vários sensacionalistas de uma só vez – o que será bastante útil para os sinceros estudantes das profecias.
A seguir, a resposta de José Carlos Ramos. Ótima leitura!
[http://leandroquadros.com.br/livros/]
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“Teoria do sexto rei contra-ataca”
Com a morte do papa, reascendeu aqui em nossa congregação a teoria dos sete reis. Poderia comentar alguma coisa sobre essa teoria? Qual, por exemplo, seria sua principal fragilidade? E. K.
A posição da IASD com respeito a Apocalipse 17:9 e 10 continua sendo a mesma de antes da morte de João Paulo II. Respeitando o sistema de interpretação profética que ela assume, o historicismo, interpretamos de duas maneiras os “sete reis” relacionados nesse texto:
Primeira: Eles representam sete formas de governo romano desde a fundação de Roma, as quais são: realeza, consulado, decenvirato, ditadura, triunvirato, império e papado.
Quando o Apocalipse foi escrito – as cinco primeiras formas haviam passado – a História registrava o domínio da sexta, e o domínio da sétima (o papado) ainda viria; ou
Segunda: Os “sete reis” representam sete reinos ou impérios que perseguiram e maltrataram o povo de Deus no transcurso da História, começando com o Egito, e prosseguindo com a Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma Imperial e Roma Papal. Da mesma forma, no tempo do apóstolo João, os cinco primeiros desses reinos, ou poderes, haviam passado, o sexto dominava e o sétimo ainda viria. O verso 11 também fala do “oitavo rei”, que “procede dos sete”. O único dos sete, que de fato retornará, é o papado, que, quando plenamente curado de sua ferida mortal, exercerá a supremacia em todo o mundo (Apoc. 13:3).
Contrariando a posição historicista da Igreja, ultimamente tem sido ventilada uma forma de interpretação distinta, conhecida como teoria do sexto rei, e que lamentavelmente tem sido apresentada como verdade em alguns círculos adventistas: “Os sete reis de Apocalipse 17:9 e 10 são os sete papas que assumem a direção do Romanismo desde 1929.”
Por que desde 1929? Porque nesse ano o Cardeal Gasparri e Benito Mussolini, premier italiano entre 1922 e 1943, assinaram o Tratado de Latrão estabelecendo o Estado do Vaticano e assegurando à Santa Sé independência absoluta e soberania de caráter civil e político. Supõe-se que aí tenha ocorrido a cura da ferida mortal infligida à besta (Apoc.13:3, primeira parte). Mas, se realmente a cura ocorreu em 1929, porque o papado até hoje não logrou um domínio mundial?
Pois a profecia afirma que, uma vez efetivada a cura, “toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (v. 3, u.p.). Segundo a teoria, o sexto rei é João Paulo II, e seu sucessor, Joseph Ratzinger, o sétimo. O “oitavo” virá em seguida, como o último a exercer o primado; isto é, ele avançará até a volta de Jesus. Mas, segundo a profecia, o oitavo e último será um dos sete anteriores. Pergunto: Se os seis primeiros papas já morreram (e, segundo a própria teoria, não será o “sétimo” que retornará), como então um deles será o “oitavo”? Como se cumprirá a profecia que afirma que o “oitavo procede dos sete”?
A “fragilidade principal” dessa teoria é precisamente seu erro fundamental: o ter ela se desviado do pensamento profético interpretativo da Igreja, o historicismo, e descambado para um dispensacionalismo, ou futurismo disfarçado (o dispensacionalismo interpreta as profecias jogando a maior parte de seu cumprimento para o futuro). Toda vez que isso ocorrer, estaremos subestimando a luz que Deus, desde o princípio, fez incidir sobre nós, e o resultado não será bom. Jamais deveríamos esquecer que o historicismo transparece na forma como nosso Salvador tratou as profecias de Daniel (ver o discurso escatológico registrado em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21), e na forma com que o apóstolo Paulo se referiu à vinda do anticristo em II Tessalonicenses 2. E, claro, Ellen G. White, como mensageira do Senhor, não poderia adotar outro sistema. É suficiente uma olhadela no livro O Grande Conflito para se constatar que ela, de fato, foi historicista em sua abordagem profética.
Faz algum tempo, estive em Curitiba dialogando com um dos defensores da teoria; alguém que, anos antes, havia lançado um livro a respeito desse assunto. Nessa obra, ele afirmara que João Paulo II iria renunciar e seria sucedido por um papa que governaria por pouco tempo (pois seria um desastre para a Igreja) e, então, o mesmo João Paulo II retornaria ao poder como o “oitavo”, cumprindo assim o detalhe profético da procedência dentre os sete.
Na oportunidade, afirmou-me o autor estar consciente de que, se o papa viesse a morrer, sua teoria se mostraria um equívoco. E não deu outra coisa. Agora existem aqueles que, não reconhecendo o fracasso da teoria, querem coser um tampão na “brecha”, tentando, face ao falecimento do papa, adaptá-la ao novo contexto; andam afirmando que o recém-falecido papa será clonado, ou que o diabo irá contrafazer uma ressurreição dele, ou, ainda, que esse papa, uma vez canonizado, “aparecerá” (naturalmente por imitação maligna) para, novamente, assumir o trono do Vaticano! É assim que “um abismo chama outro abismo” (Sal.42:7). Mas, como geralmente acontece em artimanhas do tipo, é muito provável que o remendo aqui, como diz o ditado, venha a ser “pior que o soneto”. Essas e outras fantasias afins são ótimas para Hollywood (e seus filmes de ficção), mas não para o povo de Deus.
Por que esses “adventistas”, amantes do ineditismo e do sensacionalismo, não vão pregar aos perdidos que anseiam pelo Evangelho puro, límpido, fundamentado num insofismável “assim diz o Senhor”, e não rompem, de vez, com ideias especulativas que só geram confusão? Quando vão acordar para o fato de que devem construir e não demolir?
Comissionado pelo grande Mestre, o povo de Deus tem uma missão a cumprir em todo o mundo. Não trabalhamos com meras conjecturas. Há uma verdade clara e objetiva para ser proclamada ao mundo, uma verdade incorporada na tríplice mensagem angélica de Apocalipse 14.
Não é hora de nos aventurarmos com fantasias inconsequentes, de gastarmos o precioso tempo que nos resta com produtos secundários, oriundos de mentes irrequietas.
José Carlos Ramos, diretor de pós-graduação do Salt, campus Engenheiro Coelho, SP.

Lição da Esc. Sabatina 2° Trim. 2013 - Lição 9 - O Dia do Senhor (Sofonias e Naum)




Lição 9 - O Dia do Senhor

(Sofonias e Naum)

25 de maio a 1 de junho






Sábado à tardeAno Bíblico: Ne 1–4




VERSO PARA MEMORIZAR:

“O Senhor será terrível contra eles, porque aniquilará todos os deuses da Terra; todas as ilhas das nações, cada uma do seu lugar, O adorarão” (Sf 2:11).



Leituras da Semana:

Pensamento-chave: O juízo está vindo, mas a graça e a misericórdia ainda estão disponíveis aos que as buscam fervorosamente.

Se os livros dos profetas fossem colocados em ordem cronológica, Sofonias estaria entre Isaías e Jeremias. Durante o reinado de Manassés, o mais perverso rei de Judá, a pregação de Sofonias deu apoio a Jeremias e, juntos, eles ajudaram a desencadear um reavivamento durante o reinado de Josias, neto de Manassés.

A pregação de Sofonias condenou a extrema corrupção encontrada na sociedade judaica. Ele apontou para a necessidade de arrependimento com base no fato de que o amor de Deus ainda estava chamando Seu povo à humildade e fidelidade. Sua mensagem foi dupla: há uma ameaça de um juízo iminente e universal, que incluirá até mesmo o povo de Deus. No entanto, também há a promessa de que os salvos de todas as nações se unirão ao remanescente de Israel em servir a Deus e desfrutar de Suas bênçãos. A lição desta semana mostra que a mensagem de Sofonias ainda é importante para os que proclamam a divina mensagem de esperança para o mundo caído.






DomingoAno Bíblico: Ne 5–8




Dia de trevas


O ponto central da mensagem de Sofonias é o “Dia do Senhor” (Sf 1:7). Para os profetas bíblicos, o Dia do Senhor se refere a um período específico de tempo em que Deus intervém nos assuntos humanos, para salvar e julgar. A maioria das pessoas do antigo Israel acreditava que nesse dia o Senhor salvaria e exaltaria Israel, enquanto as nações inimigas seriam destruídas para sempre. Para grande surpresa dos que o ouviam, o profeta declarou que o Dia do Senhor seria de condenação até mesmo para o povo de Deus (Sf 1:1-5), porque as pessoas haviam pecado contra Ele (Sf 1:17).

1. Compare Sofonias 1:14-18 com Joel 2:1-11 e Amós 5:18-20. Como eles descrevem “o Dia do Senhor?”

Sofonias comparou o iminente juízo à destruição de toda forma de vida nos dias do grande dilúvio (Gn 6–8). A lista da destruição em Sofonias 1:2, 3 foi organizada até certo ponto em ordem inversa em relação à criação original de Deus: humanidade, animais terrestres, aves do céu e peixes do mar (compare com Gn 1:20-27).

O profeta advertiu as pessoas de que elas não poderiam pagar para se livrarem do juízo (Sf 1:18). Nem prata nem ouro os protegeriam da ira do Senhor. As pessoas complacentes em Jerusalém afirmavam que Deus não fazia bem, nem mal. Elas simplesmente não esperavam que o Senhor fizesse alguma coisa (Sf 1:12). Mas os juízos divinos revelam quanto Deus trabalha ativamente para assegurar que haja um futuro para Seu povo fiel.

Sofonias deixa claro que o juízo divino não é apenas punitivo, mas também corretivo. O Senhor estende uma promessa de abrigo aos que O buscam (Sf 2:3). O Dia do Senhor é mais do que o fim do mundo. É o começo do futuro estabelecimento do governo de Deus, que durará para sempre.


Leia Sofonias 1:18. Que tipo de situações temos enfrentado nas quais todo o dinheiro do mundo não poderia nos salvar?





SegundaAno Bíblico: Ne 9–11




Os humildes da Terra


Em Sofonias 2:1-3, vemos o chamado do profeta ao arrependimento. Embora a destruição fosse iminente, ainda havia tempo para se proteger da calamidade, mas somente se a nação se arrependesse. Os ímpios que se recusassem a se arrepender, no dia do juízo seriam consumidos como a palha. No Salmo 1:4 os ímpios também são comparados à palha e, no fim, eles perecem.

Com as palavras “Buscai ao Senhor”, Sofonias estava encorajando os que se humilhavam diante de Deus a se manterem firmes na fé. O profeta ensinou que buscar ao Senhor é o mesmo que procurar justiça e humildade. Essa atitude de arrependimento era essencial a fim de escapar do juízo vindouro.

2. Sofonias chama o povo arrependido de “mansos da Terra” (Sf 2:3). Como as seguintes passagens lançam luz sobre essa expressão, que também é traduzida como “humildes da Terra”? Mt 5:3; Sl 76:9; Is 11:4; Am 8:4

Os mansos são os que se mantêm fiéis a Deus e que são guiados e ensinados por Ele. O salmista diz: “Bom e reto é o Senhor, por isso, aponta o caminho aos pecadores. Guia os humildes na justiça e ensina aos mansos o Seu caminho” (Sl 25: 8, 9).
Os humildes são chamados a se prepararem para o juízo iminente, buscando a Deus, a justiça e a humildade.

A possibilidade de sobrevivência para os mansos que são fiéis é expressa pela palavra porventura. Sobrevivência dependia unicamente da graça divina, e a graça nunca deve ser desprezada. Diante da destruição iminente, havia esperança para o futuro em Deus, que é misericordioso. O Senhor havia prometido proteger todos que confiassem nEle (Jl 3:16; Na 1:7). Esse tipo de confiança expulsa a autossuficiência, a astúcia e o engano.

“Ninguém é aparentemente mais desamparado, e na realidade mais invencível, do que a pessoa que sente sua nulidade e confia inteiramente nos méritos do Salvador. Pela oração, pelo estudo de Sua Palavra, pela fé em Sua constante presença, a mais fraca das criaturas humanas pode viver em contato com o Cristo vivo, e Ele a segurará com mão que nunca a soltará” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 182). Qual tem sido sua experiência com essas promessas maravilhosas? Como você pode aprender a ter esse tipo de comunhão profunda com o Senhor?





TerçaAno Bíblico: Ne 12, 13




Cidade corrupta


Um provérbio chinês diz que a mancha mais escura no quarto está localizada logo abaixo da vela. Esse provérbio pode ser aplicado à condição moral de Jerusalém no tempo de Sofonias. O profeta havia acabado de fazer o pronunciamento dos juízos divinos sobre os países vizinhos de Judá (Sf 2), como a Filístia, no oeste, Moabe e Amom, no leste, Etiópia, no sul e Assíria, no leste. No entanto, ele não parou por aí e passou a expor os pecados dos que habitavam na própria cidade de Deus na Terra, Jerusalém.

3. Leia Sofonias 3:1-5. Quem está sendo condenado, e por quê? Como o povo de Deus, tendo recebido tanta luz e verdade, pôde se tornar tão corrompido? Como podemos evitar que a mesma coisa aconteça conosco?

A capital de Judá estava no centro das preocupações de Sofonias. Ele acusou seus líderes a respeito da degradação moral da cidade. A corrupção surgiu diretamente do fracasso de seus líderes em viver de acordo com as funções e responsabilidades que lhes haviam sido designadas (compare com Jr 18:18; Ez 22:23-30).

O tribunal corrupto dirigido pelos príncipes foi comparado a “leões rugidores” e os juízes foram caracterizados como “lobos do cair da noite.” O templo não estava em uma situação melhor porque os sacerdotes não ensinavam a Palavra de Deus, e os profetas não falavam a verdade.

“Durante o reinado de Josias, a palavra do Senhor veio a Sofonias, especificando claramente os resultados da continuada apostasia e chamando a atenção da verdadeira igreja para a gloriosa perspectiva de além. Suas profecias de juízo impendente sobre Judá se aplicam com igual força aos juízos que devem cair sobre um mundo impenitente por ocasião da segunda vinda de Cristo” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 389).

Olhe ao seu redor. Por mais atraente que seja, o mundo está condenado à destruição final. Não é preciso acreditar na Bíblia para ver como essa destruição pode acontecer facilmente. Por que o Senhor é a nossa única esperança, e como podemos aprender a confiar nEle mais e mais e não confiar nas coisas vãs e vazias deste mundo?






QuartaAno Bíblico: Et 1–4





O maior deleite de Deus


“O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-Se-á em ti com júbilo” (Sf 3:17).

Na seção final de seu livro (Sf 3:9-20), Sofonias passa do tema da ira para o da restauração. Além do juízo, chegamos aos objetivos finais de Deus. Quando as nações forem disciplinadas, todas elas invocarão o Senhor e O servirão de todo o coração. Os lábios do povo serão purificados para que todos adorem e louvem ao Senhor, servindo-O. Um remanescente pequeno, e também humilde e fiel, sobreviverá em Judá e tomará o lugar dos líderes orgulhosos.

Ainda mais importante, Deus habitará com Seu povo e corrigirá os erros do passado. Os fiéis não mais precisarão viver com medo, porque o Senhor estará com Seu povo, habitando no meio deles. Ele será seu Libertador e Salvador. “Serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante” (Sf 3:13).

Tais bênçãos normalmente fariam com que o povo de Deus se alegrasse nEle, mas o profeta declarou que será Deus que Se regozijará neles. Seu amor e alegria em relação ao Seu povo serão tão grandes que Ele exclamará com júbilo por causa deles.

4. Como o profeta Isaías descreve a alegria de Deus em Seu povo redimido? Is 62:5; 65:19

O grande Rei, o Guerreiro divino, protegerá e reivindicará Seu povo. Ele nos concederá todos os benefícios de Sua vitória conquistada para nós na cruz. Ele exaltará o humilde e transformará a vergonha, sofrimento e alienação em uma experiência de honra, bênçãos e de Sua própria presença. O coxo e o rejeitado seriam destacados, um tema que está no centro da mensagem proclamada por Jesus Cristo.

Mesmo em meio a essas advertências terríveis, o Senhor ofereceu esperança ao Seu povo. Como podemos aprender a ter confiança na promessa da segunda vinda de Cristo? Como podemos aprender a manter viva essa esperança, especialmente em momentos de dificuldade, quando o mundo não nos oferece nada além de tristeza?






QuAno Bíblico: Et 5–7



 

Deus é nossa força


5. Leia Naum 1–3. O que esses capítulos nos ensinam sobre o caráter de Deus? Como podemos aplicar o que é visto ali à nossa compreensão dos eventos dos últimos dias?

A profecia de Naum é a Palavra de Deus contra os reinos deste mundo representados por Nínive. Quando o profeta observou o mundo, viu a mão de Deus se movendo contra o Império Assírio. Ele anunciou que sua capital, Nínive, em breve cairia, para nunca mais se levantar novamente. Naum falou com absoluta confiança porque conhecia o caráter de Deus e, pelo dom da profecia (Na 1:1), o Senhor lhe havia mostrado o que aconteceria. O Senhor não deixará impune o culpado (Na 1:3; Êx 34:6, 7).

Os assírios tinham saqueado muitas nações e tinham desejo insaciável de poder. Sua crueldade era notória. Como “navalha” de Deus (Is 7:20), eles haviam tosquiado avidamente seus vizinhos. Então, chegou o momento de quebrar a navalha. Instrumentos do juízo divino não estão isentos do julgamento. Nínive não mais existe, mas o testemunho profético permanece vivo. Isso nos faz lembrar que, embora a justiça de Deus pareça lenta, no fim das contas, nada pode impedi-la.

Como vimos em uma lição anterior, anos antes do tempo de Naum, os ninivitas, tendo ouvido a pregação de Jonas, se arrependeram e Deus poupou a cidade. Mas o arrependimento não durou. O povo voltou aos seus velhos caminhos. Muitos países que haviam sofrido sob seu jugo opressivo teriam recebido a notícia da queda de Nínive com estrondosa aclamação. Um mensageiro viria para trazer as boas notícias (Is 52:7) de que o poder da Assíria estava quebrado e seus deuses haviam sido derrotados. O povo de Deus poderia novamente adorar em paz (Na 1:15).

Ainda que a ira divina seja grande, maior é a ternura de Sua misericórdia. Ele protege os que esperam a plenitude da Sua bondade. Naum ensina que Deus cuida dos que nEle confiam, mas mostra que, com um dilúvio avassalador Ele perseguirá Seus inimigos com trevas (Na 1:8). Deus estava por trás de tudo, pois Ele havia determinado que o dia do juízo de Nínive havia chegado.

O profeta mostra que Deus tem grande poder. Diante dEle, toda a criação treme. Ele não tolera o pecado para sempre. Ao mesmo tempo, Ele é o Salvador dos que confiam nEle. Não há meio termo. Estamos de um lado ou do outro. Jesus disse: “Quem não é por Mim é contra Mim” (Mt 12:30).




SeAno Bíblico: Et 8–10




Estudo adicional


Com infalível exatidão, o Infinito ainda ajusta conta com as nações. Enquanto Sua misericórdia é oferecida, com chamados para o arrependimento, essa conta permanece aberta; mas quando as cifras alcançam certo montante estabelecido por Deus, começa o ministério de Sua ira. A conta é encerrada. Cessa a divina paciência. A misericórdia não mais pleiteia em seu benefício” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 364).

“Perante os mundos não caídos e o Universo celeste, o mundo terá de dar contas ao Juiz de toda a Terra, o mesmo que eles condenaram e crucificaram. Que dia de acerto de contas será esse! O grande dia da vingança de Deus! Cristo não estará então no tribunal de Pilatos. Pilatos, Herodes e todos os que dEle zombaram, O açoitaram, rejeitaram e crucificaram, então compreenderão o que significa sentir a ira do Cordeiro. Seus atos aparecerão diante deles em seu verdadeiro caráter” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros, p. 132).


Perguntas para reflexão

1. Algumas pessoas do tempo de Sofonias faziam coisas terríveis contra o Senhor e contra seus compatriotas, enquanto outras eram complacentes quando tais males ocorriam. Qual desses dois pecados é pior aos olhos de Deus?

2. Leia novamente o texto de Ellen G. White do livro A Ciência do Bom Viver, p. 182, citado na lição de segunda-feira. O que significa confiar “inteiramente nos méritos do Salvador”? Como essas palavras nos revelam a grande verdade da salvação pela fé unicamente em Cristo, e por que essa verdade é tão central para nossas crenças?

3. Por que é tão fácil, especialmente para os que vivem na riqueza e conforto, esquecer sua completa dependência de Deus? Como podemos nos proteger dessa ilusão fatal?

4. Pense mais sobre o Senhor Se alegrando e Se regozijando em Seu povo com brados de alegria. Costumamos pensar em nós mesmos cantando e nos alegrando em Deus e no que Ele fez por nós. O que significa que Ele Se alegra e Se regozija em nós com brados de alegria? Como pode ser isso, considerando o estado patético em que nos encontramos?


Respostas sugestivas: 1. Será um dia de juízo, destruição, amargura e aflição; no dia do Senhor, a Terra seria assolada por um exército de guerreiros poderosos, símbolo do exército do Senhor; o dia do Senhor seria como fugir de um leão e encontrar um urso. 2. Somente os humildes serão salvos da ira divina e herdarão o reino de Deus; eles suportarão perseguição com paciência; Deus dará a recompensa justa aos mansos e aos seus inimigos. 3. A cidade de Jerusalém, o povo judeu e seus líderes, porque se afastaram de Deus e de Sua lei, e passaram a oprimir as pessoas. Eles preferiram o pecado em lugar da santidade. 4. Como o noivo se alegra em sua noiva, assim Deus Se alegrará em Seu povo; em Jerusalém não se ouvirá mais a voz de choro nem de clamor. 5. Deus é zeloso e vingador sobre a maldade das nações; é tardio em irar-Se e grande em poder; é justo e bom, uma fortaleza no dia da angústia e conhece os que nEle se refugiam. O Senhor condenará os incrédulos e perversos e resgatará os fiéis.

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