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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Quando você planeja pecar novamente



Não existem muitos livros que respondem essa pergunta: o que você deve fazer quando estiver planejando pecar novamente? Toda a Escritura, é claro, trata dessa questão, porque todos nós sabemos que pecaremos novamente, mas há dois padrões que são especialmente precários:

1. Confesse – então, ignore. Um casal acaba de fazer sexo antes do casamento e se sente culpado. Eles confessam isso ao Senhor e prometem a Deus e a si mesmos nunca fazer isso novamente. Mas isso acontece de novo e de novo e de novo. Pela terceira vez, eles já não sabem bem como proceder. Eles podem ainda se sentir um pouco horríveis, mas por que se incomodar em confessar algo que você sabe que fará novamente? Eles sabem que fazer promessas com sentimento de culpa não funciona e, a essa altura, eles admitem que, de qualquer forma, essas promessas são todas mentiras. Eles anseiam pecar de novo. Melhor apenas deixar essa fase correr o seu curso no fim das contas. O casamento deve vir em breve ou talvez o pecado gradualmente desapareça. Então, eles poderão fazer as pazes com Deus.

2. Confesse – tente – sinta-se verdadeiramente mal – perca as esperanças – tente ignorar. Essa é uma pequena variação da primeira forma e demanda um pouco mais de tempo para colocar espiritualmente em quarentena o pecado recorrente para que ninguém mexa mais nele. Por exemplo, alguém pode não estar planejando sua próxima recaída na pornografia, mas tem feito pouco para interromper essa decaída (compartilhando sua atividade na internet com um amigo a quem prestar contas, por exemplo). Ele confessa suas próximas nove quedas (escapadas?) para a pornografia, mas, quando alcança a casa dos dois dígitos, ele começará a se perguntar: pra que? Então, esse setor na sua vida gradualmente se fechará para a atividade divina embora esses sentimentos maus nunca vão embora.
De todas as formas, Deus é marginalizado; o pecado ganha através da nossa negação e complacência.

Peça ajuda
Esses padrões demandam ação. Eles matam nossas almas e nossas almas não se curarão com o tempo. Pelo contrário, precisamos de intervenção espiritual. A mais obvia intervenção é vir a público. O pecado é como cogumelos e outras coisas que crescem na escuridão. Então, traga-o à luz e confesse-o a outra pessoa. Se podemos confessar nosso pecado para Deus mas não para outra pessoa, nossa confissão é suspeita. Vá a público.
Há riscos. Talvez a pessoa vá contar para outros que contarão para outros ou, pior do que isso, não fará nada. Mas não devemos tirar-nos de um caminho de ação sábio porque podem haver consequências
indesejadas.

Duas abordagens: graça ou lei
Quando pedimos ajuda para lidar com esses padrões, geralmente, escutamos uma de duas abordagens: graça ou lei. Um pastor confiável me disse para pregar a graça até uma pessoa tratar o pecado levianamente e, então, pregar a lei.
A graça proclama a bondade, perdão e tolerância do Senhor. Ela convida e aceita. Ela pergunta: “como você pode continuar pecando à luz do amor de Deus agora revelado em Cristo Jesus? Você deve saber que ele te ama. Como você pode estar desesperançoso ou comprometido com o pecado quando o Espírito Santo foi dado a você?”
A graça de Deus nos atrai. É o amor de Cristo que nos compele à ação piedosa. (2 Co 5.14). É a sua graça que nos ensina a dizer não para a impiedade (Tito 2.12).
A lei pega muitos pedaços do caráter de Deus e os reúne na forma de mandamentos: “Faça isso” ou “Não faça aquilo”. Sem eles, não temos ideia de como devemos imitá-lo. Sem eles, nos esquecemos de que todos os dias da vida são vividos perante Deus e de que nossos instintos são traiçoeiros.
A lei tem urgência: “hoje” (Hebreus 3.15). Ela avisa. Ela pergunta: “não há temor do Senhor? Seguir a Jesus é algo reservado apenas para aqueles momentos quando ocorre um encontro oportuno entre seus desejos e os dele?” É o temor do Senhor que nos compele a viver retamente. Pertencemos a ele. Ele tem toda autoridade.

Em que lado você se apóia?
Por termos a oportunidade de aplicar essas duas abordagens à nossa própria relutância e oferecê-la aos outros, em quê nos apoiamos? Em direção à graça ou à lei?
Palavras e significados são importantes para essa questão. Há muitos usos diferentes para a lei: a lei revela o caráter de Deus, restringe o pecado, expõe o pecado – nos mostrando nossa necessidade de Jesus – e nos ensina a viver. Nenhuma dessas coisas é oposta à graça, mas são expressões dela. Um outro uso para a lei é encontrado em Romanos e em Gálatas, onde a lei é um atalho para um sistema à parte do Espírito que olha para nossas próprias ações em busca de retidão pessoal. Esse uso da lei – chamado de justiça por obras ou legalismo ­- é oposto à graça e ao evangelho.
Em um uso, graça e lei são companheiras. No outro, são inimigas. Estou usando a lei como companheira da graça. Ao invés de optar pela graça ou pela lei, podemos dizer que a lei está enraizada na ampla graça de Deus.
Então, o que realmente estamos perguntando é isso: como um resultado da múltipla graça de Deus por nós, somos atraídos ou prevenidos? A questão do pecado planejado e intencional não nos faz escolher entre graça ou lei. Em vez disso, tanto a graça quanto a lei revelam o caráter de Deus e nós desejamos expor o máximo do caráter de Deus ao sermos atraídos ou prevenidos. Com todo o amor persuasivo que podemos oferecer, com súplicas, consideramos tanto a bondade quanto a severidade de Deus (Rm 11.22).
Todos nós pecaremos novamente, podemos estar seguros disso. Ao fazermos isso, pedimos perdão à Deus e a quem nós ofendemos. Então, o combate armado contra o pecado provavelmente será necessário, além de algum planejamento público para ou se manter firme ou fugir quando surgir uma nova oportunidade de queda. Tudo isso é tanto precedido quanto sucedido pelo nosso descanso no perdão dos pecados assegurado por Jesus. O descanso é espiritual; a complacência, pecaminosa.

Traduzido por Kimberly Anastacio | Reforma21.org | Original aqui
Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

8 mulheres com quem um homem cristão não deve casar-se

Fonte - http://reforma21.org/artigos

8 mulheres com quem um homem cristão não deve casar-se

O artigo da semana passada, “10 homens com quem uma mulher cristã não deve casar-se” viralizou. Mais de 1,2 milhões de pessoas compartilharam o link [N.T.: o link original] até agora – muito provavelmente porque muitos homens e mulheres solteiros estão procurando seriamente por indicações para encontrarem um bom companheiro.

Uma das respostas que obtive foram inúmeros pedidos de indicações semelhantes para os homens que estão procurando uma esposa. Como estou aconselhando vários rapazes atualmente e tenho visto alguns deles se casarem nos últimos anos, não foi difícil esboçar essa lista. Aqui estão algumas mulheres que eu digo a meus filhos espirituais evitarem
:
1. A incrédula. No último artigo, eu lembrei as mulheres de que a Bíblia é absolutamente clara nesse ponto: Cristãos não devem se casar com incrédulos. 2 Coríntios 6.14 diz: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?”. Fora a decisão de seguir a Cristo, o casamento é a decisão mais importante que você tomará. Não estrague tudo por ignorar o que é óbvio. Você precisa de uma esposa que ame Jesus mais do que te ama. Coloque maturidade espiritual no topo de sua lista de qualidades que deseja em uma esposa.

2. A mimadinha. Um amigo meu estava namorando uma garota de uma família muito rica. Ele economizou algum dinheiro por meses para comprar um anel, mas quando a pediu em casamento, ela disse que ele precisava voltar à joalheria e comprar um diamante maior. Ela forçou seu noivo a se endividar por conta de um anel que alcançasse suas expectativas. Ela desejava um estilo de vida Tiffany com um orçamento de C&A. Eu alertei meu amigo de que eles estava caminhando rumo a problemas muito sérios. A não ser que você queira viver endividado pelo resto de sua vida, não se case com uma garota que tenha cifrões em seus olhos e oito cartões de crédito em sua bolsa da Gucci.

3. A diva. Alguns rapazes machões gostam de se achar e agirem como se fossem superiores às mulheres. Divas são a versão feminina desse pesadelo. Elas pensam que o mundo gira ao seu redor e não pensam duas vezes antes de machucar alguém para provarem seu argumento. Suas palavras são duras e seus estalos nos dedos para exigirem todo tipo de coisas são irracionais. Algumas dessas mulheres podem acabar assumindo posições de liderança na igreja, mas não se engane com seu papo de supercrente.  Verdadeiros líderes são humildes. Se você não enxerga humildade piedosa na mulher que está namorando, se afaste e continue buscando.

4. A Dalila. Lembra-se de Sansão? Ele foi ungido por Deus com força sobre-humana, mas perdeu seus poderes quando uma mulher sedutora descobriu seu segredo e deu a seu homem o corte de cabelo mais famoso da história. Como Dalila, uma mulher que não submete sua sexualidade a Deus irá cegá-lo com seu charme, partir seu coração e te tirar do rumo. Se a mulher “cristã” que você conheceu na igreja se veste de forma provocativa, flerta com outros rapazes, posta comentários sexualmente inapropriados no Facebook ou te diz que não vê problemas no sexo antes do casamento, saia desse relacionamento antes que você caia em sua armadilha.

5. A mulher rixosa. Um jovem rapaz me disse recentemente que namorava uma garota que tinha sérios problemas de ressentimento em seu coração por conta de feridas passadas. “Antes de pedi-la em casamento, disse a minha noiva que ela precisava lidar com isso”, ele me disse. “Era pegar ou largar, mas houve avanços notáveis e agora vamos nos casar”. Esse rapaz percebeu que amargura não resolvida pode arruinar um casamento. Provérbios 21.9 diz que “Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa”. Se a mulher que você está namorando está afundada em raiva e falta de perdão, a vida de vocês será arruinada por brigas, batidas de portas e drama sem fim. Insista em orarem juntos e buscarem aconselhamento com pessoas mais experientes na fé.

6. A controladora. O casamento é uma parceria meio a meio, e a única forma de funcionar é quando tanto o marido quanto a mulher se submete um ao outro nos termos de Efésios 5.21. Assim como alguns rapazes pensam que podem levar o casamento como se fosse uma ditadura, algumas mulheres tentam manipular as decisões para realizarem suas vontades. É por isso que o aconselhamento pré-marital é tão importante! Você não quer esperar até estarem casados por duas semanas para descobrir que sua esposa não confia em você e quer tomar todas as decisões sozinha. [N.doE.: Não sabemos o que o autor quis dizer com marido e mulher submeterem-se um ao outro. Se for a doutrina da submissão mútua que propõe papéis iguais para homens e mulheres no casamento, discordamos. Porém, pela fidelidade à tradução, mantivemos a frase]
7. A filhinha da mamãe. É normal que uma mulher recém-casada ligue para sua mãe em busca de aconselhamento e suporte. Não é normal que ela fale com a mãe cinco vezes por dia sobre cada detalhe do casamento, inclusive sobre a vida sexual. Isso é bizarro. Entretanto, tenho aconselhado rapazes cujas esposas permitem que suas mães (ou pais) tenham total controle de suas vidas. Gênesis 2.24 diz que o homem deve deixar seus pais e viver com sua esposa. Os pais devem observar de longe o casamento de seus filhos. Se sua namorada não busca cortar o cordão umbilical, prossiga com cautela.

8. A viciada. Muitas pessoas na igreja hoje em dia não foram discipuladas apropriadamente. Muitos ainda lutam contra todo tipo de vícios – álcool, drogas ilícitas, remédios controlados ou pornografia – seja porque não confrontamos esses pecados do púlpito ou porque oferecemos apoio compassivo o suficiente para quem passa por isso. Jesus pode libertar completamente alguém desses hábitos, mas você não quer esperar até estar casado para descobrir que sua esposa não consegue ficar sóbria. Vocês podem até se casar futuramente, mas não é sábio juntarem as trouxas até que tenham enfrentado de forma séria esse tipo de problema.
A melhor regra a seguir ao escolher uma esposa está em Provérbios 31.30: “Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada”. Olhe além das qualidades exteriores que o mundo diz serem importantes, e olhe para o coração.
Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

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Favela e pobreza ao lado do estádio Maracanã. É justo?.

Veja a matéria

Rio de Paz lança campanha #Éjusto? para cobrar serviços públicos e criticar o uso de dinheiro público na Copa


GLOBO
COLUNA ANCELMO


Com o objetivo de chamar a atenção dos governantes, a ONG Rio de Paz está lançando hoje nas redes sociais a campanha "É Justo?", na qual vai divulgar fotos de locais marcados pela desigualdade social e por deficiências nos serviços públicos nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Esta foto aí de cima é do lixo acumulado na Favela do Jacarezinho, comunidade pobre a menos de três quilômetros do Maracanã, onde será realizada a final da Copa. As imagens terão em comum bolas com cruz vermelha pintada.


-- Nosso pedido é que os governos façam investimentos também em educação, saúde e segurança. Queremos que haja responsabilidade social com Padrão Fifa por parte dos governantes e da Fifa -- diz o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa.

A ONG -- que luta pela redução de homicídios -- abraçou também causas sociais e observa que o protesto não tem objetivo de boicotar ou ser simplesmente contra a Copa do Mundo. "Só acreditamos que a Copa seria melhor se não tivesse sido feita com dinheiro público", diz Costa.

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz2xpjiNGMa
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Liberdade para Acreditar

A Igreja Adventista do Sétimo Dia acredita firmemente na liberdade religiosa para todos. O que deve ditar a escolha religiosa de alguém é a sua consciência, e não o governo.

Nós defendemos esses objetivos há mais de cem anos, pelo departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa (RPLR), para governos e organizações internacionais e religiosas.
Essa defesa toma forma de várias maneiras: na luta contra as leis que inibem a liberdade religiosa de um indivíduo; no trabalho para que aqueles que foram presos por motivos religiosos sejam libertos e apoiando os direitos daqueles que foram demitidos de seus empregos por seguirem suas convicções. 
O departamento de RPLR é a voz oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia para assuntos de liberdade religiosa e direitos humanos e mantém seus escritórios em Washington DC, a fim de facilitar o acesso ao Congresso Americano, para manter contato com as Nações Unidas, em Nova Iorque, e a sede da Igreja Adventista em Silver Spring, MD (E.U.A.). O RPLR  também patrocina a Associação Internacional de Liberdade Religiosa (AILR) em nome da Igreja Adventista. A AILR é uma organização não sectária que apoia a liberdade religiosa no mundo. 
A AILR é a primeira organização dessa natureza, e reúne representantes de várias religiões, como católicos, batistas, muçulmanos, judeus, mórmons, budistas e outros, a fim de apoiar a liberdade religiosa. O departamento de RPLR e a AILR promovem essa parceria por meio de conferências, festivais de liberdade religiosa e outros eventos, elevando a consciência coletiva e educando líderes de governo em todo o mundo. 
Essa prioridade é essencial para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Embora seja uma denominação que cresce rapidamente no mundo, por vezes a igreja integra a minoria religiosa, e consequentemente, entende a importância de garantir que todos possam expressar seu pensamento. 
A Igreja Adventista do Sétimo Dia acredita que a luta contra a opressão religiosa e a defesa dos direitos pela liberdade religiosa é do interesse de todos. 

Vida Progressiva - A Paciência Desenvolve a Perfeição

Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Tia. 1:4.

"E à ciência, a temperança." II Ped. 1:6. Este é o terceiro passo no caminho para a perfeição do caráter. Em toda parte há condescendência e dissipação, e o resultado é degeneração e corrupção. Os habitantes de nossa Terra estão decaindo em força moral, mental e física, por causa dos hábitos intemperantes da sociedade. Apetite, paixão, e amor aos prazeres estão levando multidões para os maiores excessos em extravagâncias. ... O povo de Deus deve tomar direção oposta. Deve bater-se contra estas práticas pecaminosas, negar o apetite, e manter os desejos naturais da carne em sujeição. ... Devemos buscar as Escrituras, e trazer nossos hábitos em harmonia com as instruções da Bíblia. ...
"E à temperança, a paciência." II Ped. 1:6. A necessidade de tornar-nos temperantes é manifestada quando tentamos dar este passo. É quase impossível a um intemperante ser paciente. Review and Herald, 21 de fevereiro de 1888.
Alguns de nós somos de temperamento nervoso, e somos naturalmente quase como um relâmpago para pensar e agir; mas não permitamos a alguém pensar que não podemos aprender a paciência. A paciência é uma planta que fará rápido crescimento se cuidadosamente cultivada. Tornando-nos inteiramente familiarizados conosco mesmos, e então combinando com a graça de Deus uma firme determinação de nossa parte, podemos tornar-nos vencedores, e tornar-nos perfeitos em todas as coisas, de nada necessitados. Historical Sketches of SDA Missions, pág. 134.
A paciência flui um bálsamo de paz e amor à vida do lar. ... A paciência produzirá unidade na igreja, na família, e na sociedade. Esta graça deve ser estampada em nossa vida. Review and Herald, 21 de fevereiro de 1888.
Ellen White
Minha Consagração Hoje - __ 1989/1953 Pag. 97

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Lei de Deus

Os Dez Mandamentos nos mostram a vontade e o amor de Deus por nós. Suas diretrizes dizem como devemos nos relacionar com Ele e com os outros. Jesus viveu a lei tanto como nosso exemplo como perfeito substituto.

Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.

(Êxo. 20:1-17; Sal. 40:7 e 8; Mat. 22:36-40; Deut. 28:1-14; Mat. 5:17-20; Heb. 8:8-10; João 15:7-10; Efés. 2:8-10; 1 João 5:3; Rom. 8:3 e 4; Sal. 19:7-14.)

CRIADOS PARA UMA VIDA ABUNDANTE

A lei de Deus, nos Dez Mandamentos, mostra-nos como viver e deixa clara a nossa necessidade de Jesus. Embora a lei nos mostre o caminho a seguir e nos convença do pecado, segui-la é muito mais do que apenas obedecer a normas. Os princípios dos mandamentos traçam uma relação integral com Deus, conosco e com o próximo.

Jesus veio como um exemplo vivo da lei de Deus, porque Ele prefere demonstrar em lugar de apenas nos dizer como devemos viver. Jesus enfatizou que o sábado é tanto um dia de descanso como de restauração, em contraste com a observância do sábado de sua época. Observamos o sábado semanalmente, fazendo uma pausa em nossos afazeres e negócios do dia a dia ao buscar fazer o bem, servindo e abençoando os outros. O sábado é um presente de liberdade para nós. Isso nos dá tempo para que a nossa família, nosso relacionamento com Deus e nossa própria vida seja restaurada.
Deus nos chama para sermos Seus mordomos encarregados com responsabilidades. Deus confiou a terra, seus recursos e seus filhos à nossa gerência. Em breve Ele voltará. Devemos ser bons administradores do nosso tempo, energia, corpo, meio ambiente, recursos materiais e uns dos outros. Como cristãos, não basta olhar apenas para os nossos próprios interesses, mas precisamos enxergar o cenário completo, pesando nossas ações à luz dos planos de Deus, sabendo que Ele vai nos abençoar.
Deus deseja que vivamos em plenitude e equilíbrio, cuidando do nosso corpo, refinando nossa mente e nutrindo nosso espírito. Sabendo do alto preço que Jesus pagou para nos redimir, queremos glorificar a Deus em cada aspecto de nossa vida. Quanto mais o Espírito habita em nós, mais buscamos personificar a graça de Deus em nossas ações e interações. Na qualidade de cuidadosas testemunhas para Deus, nós cumprimos Suas tarefas no uso do tempo, consumindo somente aquilo que alimenta nosso corpo e mente, e compreendendo o impacto que causamos sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre a sociedade.
Deus nos criou homens e mulheres à Sua imagem. O compromisso de vida do casamento é o plano de Deus para o Seu povo, a fim de que desfrutem da união e do companheirismo, apoiando e edificando um ao outro. Deus planejou que as crianças crescessem em um ambiente de amor e disciplina. Embora algumas famílias estejam desfeitas, todos somos parte da família de Deus. 

Como se Preparar para Pregar

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Como se Preparar para PregarComo pastor, ou pregador, é fácil negligenciar o componente mais importante do sermão e da preparação da mensagem - seu próprio coração.
Com as obrigações familiares, reuniões, e outros compromissos concorrendo pelo seu tempo você pode encontrar-se tentando encontrar algo para dizer, sem ter algo importante a dizer.
Como você pode evitar isso?
Aqui estão algumas maneiras principais que você pode se basear para se preparar e para preparar as suas mensagens.
Como preparar-se:
Pode parecer óbvio, mas o componente mais importante da preparação de sua mensagem é preparar o seu próprio coração em primeiro lugar. Veja como:
Seja disciplinado. A coisa mais importante na preparação do sermão é o seu relacionamento pessoal com o próprio Cristo. Se isso não estiver bem, nada mais estará. Um homem que prega, não é melhor do que um homem que ora.
Tenha um coração puro e uma mente clara. Se você não tem um coração puro, você não vai ter uma mente clara.
Mantenha uma programação equilibrada. Se você não tem uma programação equilibrada, suas prioridades ficarão fora de ordem.
Mantenha um corpo saudável. Se você se sentir terrível, você não vai se sentir como se preparando.
Ter relacionamentos saudáveis. Certifique-se de ter pessoas em sua vida que pode ama-lo e incentivá-lo e mantê-lo responsável.
Tenha a coragem de ser obediente a Deus, tudo o que Ele requer de você.
Quando essas coisas estão bem, você pode fazer tudo o que Deus te chamou para fazer.
Como Preparar Sua Mensagem:
Tenha um peso para a mensagem. Quando você sentir o peso, você está compelido pelo Espírito Santo para ensinar e pregar essa mensagem específica.
Pregar para impactar, e não para impressionar.
Abordar a necessidade. Pergunte a si mesmo, e ore sobre quais são as necessidades das pessoas em sua congregação.
Peça a Deus para levá-lo para as escrituras que melhor atendam a essas necessidades.
Comece nas Escrituras. Eu não sou um bom contador de histórias, então eu começo a mensagem com as Escrituras. Algumas pessoas são dotadas com ilustrações, então elas as utilizam para começar seus sermões, mas eu prefiro começar com o verso que eu estarei ensinando.
Estudo e pesquisa do texto.
Criar um tema baseado nas escrituras. Este tema, muitas vezes torna-se o título da minha mensagem.
Criar um esboço. Eu busco clareza e um senso de direção quando eu preparo a mensagem.
É preciso que haja uma sensação de movimento na mensagem. Lembre-se que você estará pregando para causar um impacto. Pense no que você quer que as pessoas se lembrem. Além disso, você não pode estar pensando em si mesmo, e impactar a vida de outra pessoa.
Torne a introdução e a conclusão muito clara. Uma coisa a fazer é recapitular como as pessoas podem aplicar algo em suas vidas no final do sermão.
Lembre-se que não é quem você é, mas sobre o que Deus está fazendo através de você. 

Pr. Aldenir Araújo

Fonte - http://www.opregadorfiel.com.br 

Quem é o Espirito Santo?

Fonte - http://temasbblicos.blogspot.com.br

Quem é o Espirito Santo?
Cristãos de algumas confissões religiosas têm dificuldades em aceitar a personalidade do Espírito Santo; e, em consequência disso, também ignoram a Sua Divindade. Para a maioria dos cristãos o tema é claro, mas para alguns não está tão evidente assim. Lembremos que uma pessoa é composta de mente; emoções, inteligência e habilidades como: Ouvir, falar, interceder, alegrar-se e chatear-se. A Bíblia é clara em afirmar que o Espírito Santo é uma pessoa Divina; isto é, o Espírito Santo, assim como o Pai e o Filho, é um dos personagens da trindade Divina. O Espírito Santo manifesta sintomas pessoais no Seu trato com a humanidade. Se fosse uma energia, como poderia manifestar sentimentos? Vento, energia elétrica e átomos não manifestam emoções.

No Antigo Testamento – O termo Elohim, no original hebraico, está sempre no plural. Sempre quando aparece Elohim refere-se a pluralidade da Divindade. Deus, Jesus e o Espírito Santo estiveram na criação; logo, pertencem a Divindade. O primeiro verso da Bíblia, ao descrever a obra da criação de Deus, diz assim: "No princípio criou Deus os céus e a terra”. Gen 1:1. A palavra “Deus” aqui, vem do hebraico Elohim e esta palavra é a forma plural de Elohá. Assim sendo, aqui está a primeira evidência bíblica de pluralidade Divina.


Matthew Henry, especialista no Antigo Testamento, diz: "A pluralidade de pessoas na Deidade: Pai, Filho e Espírito Santo. Este nome de Deus no plural...confirma nossa fé na doutrina da trindade, que é claramente revelada no Novo Testamento, apesar de só levemente sugerida no Antigo" “Commentary on the Whole Bible, Vol. 1 Old Tappan, N. J.: Fleming H. Revell , 2
Outro exemplo está em Gênesis 1:26 onde lemos: "E disse Deus, façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança”. No verso 27 lemos: "E criou Deus o homem à Sua imagem”. Moisés ao escrever este relato intercalou plural com singular. Mostrando que há um só Deus, que se manifesta em três pessoas. Logo após a entrada do pecado, continua a descrição: "Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós..." Gênesis 3:22. Perceba novamente que o verbo “disse o Senhor” no singular é como “um de nós” no plural.

No Novo Testamento - As três pessoas da Divindade aparecem com mais clareza no Novo Testamento. Após Sua ressurreição, Jesus disse aos Seus discípulos: "Fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século." Mateus 28:19 e 20. Observe que o substantivo “nome” aparece no singular. Em “nome” do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas menciona-se três pessoas. Esta similaridade com os textos do Antigo Testamento onde o verbo aparece no singular e os nomes no plural, indica que há um só Deus, para fazer diferença entre os deuses pagãos, mas três pessoas Co-Eternas. Quando o nascimento de Cristo foi anunciado pelo anjo, este declarou: "Descerá sobre ti o Espírito Santo e o poder do Altíssimo te envolverá com a Sua sombra; por isso também o ente Santo que há-de nascer, será chamado Filho de Deus". Lucas 1:35. Aqui aparecem as três pessoas da Divindade. O apóstolo Paulo ao terminar a Segunda Carta aos Coríntios declara: "A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós". II Cor. 13:13. Quando pensamos neste texto como um desafio para termos comunhão com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo, entendemos que somente podemos ter comunhão com uma pessoa e não com um poder ou com uma força ativa. Então, se somos chamados para ter comunhão com o Espírito Santo, fica claro que Ele é uma pessoa. No batismo de Jesus também encontramos os três membros da Divindade em acção, ao mesmo tempo. Veja este texto: “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mat. 3.16-17. O relato do batismo de Jesus é uma notável manifestação da doutrina das três pessoas da Divindade. Ali estava Jesus, em forma humana, visível a todos; o Espírito Santo descendo sobre Cristo em forma corpórea, como uma pomba e a voz do Pai falou do céu: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. Em João 10:30 Cristo reclama igualdade com o Pai. Ele diz assim: “Eu e o Pai somos um”. E em Atos 5:3 o Espírito Santo é identificado como Deus. Portanto, é difícil, se não impossível, explicar a cena do batismo de Cristo de qualquer outra forma a não ser admitir que há três pessoas na natureza ou essência Divina

Personalidade do Espirito Santo - “E eu rogarei ao pai, e ele vos dará outro consolador, para que fique convosco para sempre.” João 14:16. Neste verso, Jesus trata Seu Pai como igual e solicita O Espírito Santo para Seus seguidores. No grego, a palavra traduzida aqui como "outro" é allos e significa "outro do mesmo tipo", ao contrário de héteros, que significa "outro de outro tipo". Jesus tinha a intenção de enviar alguém para os discípulos, e para as gerações sucessivas de Seus seguidores, que fosse semelhante a Ele mesmo, isto é; Divino e capaz de salvar. Anteriormente, Jesus relacionou-Se com o Pai. Agora, Ele relacionou-Se também com o Espírito Santo. Encontramos outros atributos de uma pessoa no Espírito Santo. Encontramos na Bíblia o relato de que o Espírito Santo tem uma mente. Somente quem tem inteligência é capaz de tomar decisões e levar avante ações independentes. Uma influência ou força ativa, semelhante à eletricidade, não tem uma mente. “E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que Ele intercede pelos santos”. Romanos 8:27. O Espirito Santo tem pensamentos e ações inteligentes: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” João 14:26. O Espírito tem sentimentos. A Bíblia menciona: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção”. Efésios 4:30. O Espírito Santo também mantém conversação. Cito quatro versos que não deixam dúvidas a esse respeito: “Quando, porém, vier o Consolador, que Eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dEle procede, esse dará testemunho de Mim; e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio”. João 15:26, 27. “Então disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro, e acompanha-o”. Atos 8:29. “Disse o Espírito Santo: Apartai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.” Atos 13:2. “E, pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o Espírito: Eis que três varões te buscam.” Atos 10.19.

Divindade do Espírito Santo – A Bíblia menciona que Deus Pai, Filho e Espirito Santo são a própria essência da verdade. Veja estes textos: “Mas o Senhor Deus é a verdade; ele mesmo é o Deus vivo e o Rei eterno; ao seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação.” Jeremias 10:10. “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6. A respeito do Espírito Santo não é diferente quando a Bíblia menciona que o Ele é a verdade: "Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade”. I João 5:6. “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há-de vir. João 16:13. Outro importantíssimo atributo Divino do Espírito Santo é que Ele não só promove como também realiza a salvação. Cito apenas dois versos da Palavra: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há-de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” Atos 1:8.“E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.” João 16:8. O Espírito Santo também detém a omnisciência Divina; “Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” I Coríntios 2:10-11
A irmã Ellen White também refere-se ao Espírito Santo como uma pessoa Divina quando diz: "O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. Por que qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus." Evangelismo, 617.
"Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa atuação da terceira pessoa da Divindade a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do Divino poder”. O Desejado de Todas as Nações, 671
"Há três pessoas vivas pertencentes à Divindade celeste; em nome destes três grandes poderes; o Pai, o Filho e o Espírito Santo; os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo.” Evangelismo, 616.
Para si quem é o Espírito Santo? Para Pedro era Deus quando ele disse à Ananias: “Ananias por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? … Não mentiste aos homens, mas a Deus. Atos dos Apóstolos 5:3-4 Saber muito sobre Deus é algo impossível para nós. A verdade é que o homem é tão pequeno, e Deus é tão grande que não conseguimos conhecer muito bem as coisas sobre a Divindade. Sabemos apenas aquilo que nos foi revelado na Palavra. “Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória. A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória. Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” I Coríntios 2:7-9 Compete-nos desenvolver a humildade diante da revelação maravilhosa que temos e dos ricos recursos de salvação que nos estão disponíveis. Hoje o Espirito Santo trabalha conosco para a nossa renovação espiritual e faz-nos o convite: “E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.” Apocalipse 22:17.

Luís Carlos Fonseca

O escândalo de uma graça radical




Por Hermes C. Fernandes
A graça é um insulto ao nosso senso de justiça própria. Ela subverte completamente nossa lógica fundamentada na performance e no mérito. Como entender que o Deus santo e justo poderia se relacionar com gente de nossa laia sem impor qualquer condição? E como admitir Sua disposição em aceitar em Sua companhia gente que consideramos ainda pior do que nós?

Ultrajados em nossa presunção religiosa, estabelecemos condições sine qua non que devem ser preenchidas para que pecadores iguais ou piores do que nós sejam aceitos por Deus. Em nossa mentalidade medíocre Deus faria certa concessão aos pecadores "desde que..."

Ora, se houver qualquer condição preliminar, logo, a graça é invalidada. Todas as razões para que Deus nos acolha devem estar exclusivamente n'Ele, não em nós. Portanto, o conceito de graça e o conceito de condições preliminares são mutuamente excludentes.

A lógica paulina é implacável:
"Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra." Romanos 11:6 
O problema é que quando pensamos em obras, somos remetidos às exigências da Lei. Porém, o conceito encerrado no termo "obras" é muito mais abrangente.

Sutilmente, afirmamos a graça ao mesmo tempo em que dizemos que Deus salva o pecador desde que este creia, se arrependa e obedeça aos mandamentos. Tudo isso soa tão piedoso que não percebemos sua contradição lógica.

O que é o arrependimento, senão uma obra? O mesmo pode-se dizer tanto do crer, quanto do obedecer. Se estas são condições que devem ser cumpridas para que sejamos salvos, logo, a graça se torna inútil e teremos do que nos gloriar diante de Deus. Ao chegarmos à glória derradeira poderemos dizer: "Aqui cheguei graças a algo que fiz. Fui salvo porque cri, me arrependi e obedeci."

Então, tais coisas não são importantes? Sim, são importantes, porém, não são condições preliminares para que se alcance a salvação.

Paulo põe uma pá de cau sobre qualquer pretensão humana de fazer da salvação uma conquista meritória:
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas." Efésios 2:8-10
 Alguns dirão que a graça é parte que compete a Deus, porém, a fé é a parte que nos cabe. Porém, Paulo afirma que mesmo a fé mediante a qual temos acesso à graça nada mais é do que manifestação desta própria graça. "Isto não vem de vós", brada o apóstolo. É um dom que recebemos ao ouvirmos a Palavra. Em Filipenses 129-30, o mesmo apóstolo diz que o crer em Cristo é uma concessão celestial.
"Pois vos foi concedido, por amor de Cristo, não somente o crer nele, mas também o padecer por ele." 
Repare nisso: até mesmo o padecer por amor a Ele não nos serve como razão para nos gloriarmos, pois também é uma concessão da graça. Portanto, deveríamos crer piamente em nossa incapacidade de crer sem uma intervenção da graça.

 Então, não é necessário que nos arrependamos ou que renunciemos às paixões pecaminosas?

Sim. Mas não são condições, e sim, consequências da ação da graça em nós. Lembre-se que, apesar de não sermos salvos pelas obras, somos salvos para as boas obras, "as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas". 

Não se tratam de exigências para que sejamos salvos. Quem pensa assim não leva em conta o estado espiritual lastimável no qual nos encontrávamos. Paulo diz que estávamos mortos em nossos delitos e pecados.
"Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo {pela graça sois salvos}." Efésios 2:4-5
Como exigir que um morto creia, se arrependa, renuncie a si mesmo e obedeça? Quando Cristo faz tais exigências, estava revelando a inabilidade humana em cumpri-las à parte da graça. Ele exige de nós o que não podemos pagar para depois revelar Sua misericórdia ao quitar nossa dívida. Isso fica claro na parábola do credor incompassivo.

Precisamos nos arrepender de atribuir ao nosso arrependimento um poder salvífico que ele não tem. É a graça divina que nos conduz ao arrependimento:
"Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento?" Romanos 2:4 
Devemos renunciar nossa pretensão em achar que somos salvos pelas renúncias que fizermos. Qualquer renúncia verdadeira é patrocinada pela graça:
"Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos, para que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente." Tito 2:11-12
À luz disso tudo, podemos afirmar sem medo de errar que o "negar a si mesmo" exigido por Jesus a Seus discípulos nada mais é do que admitir nossa incompetência em atender quaisquer condições. Só nos resta apelar à graça, e aceitar que esta é a única maneira para que a glória se mantenha intacta e seja inteiramente atribuída a Deus. Simplesmente, não há no que nos gloriar diante de Deus.

Disputamos com Paulo o título de "Principal dos pecadores". Se a graça foi capaz de nos alcançar a despeito de nossa miserável condição, que outro pecador ela também não alcançaria? Considerar-se o "principal" não é condição para sermos salvos, mas, definitivamente, é condição para que olhemos os demais com compaixão.

Como sugerido pela parábola do credor incompassivo, uma vez perdoados, devemos estender este perdão aos demais sem impor-lhes qualquer condição.  Não imponhamos aos outros condições que não nos foram impostas. Creiamos que Aquele que em nós começou a boa obra, igualmente a começou nos demais, e a completará no prazo determinado pelo Pai (Fp.1:6).


Fonte - http://www.hermesfernandes.com

Vida Progressive - Deus Dá Conhecimento e Virtude

Como, pelo Seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude. II Ped. 1:3.

Depois de recebermos a fé do evangelho, nosso primeiro dever é buscar acrescentar princípios virtuosos e puros, e assim limpar a mente e o coração para a recepção do verdadeiro conhecimento. Testimonies, vol. 1, pág. 552.
O apóstolo nos tem apresentado a importância de fazer contínuo progresso na vida cristã. Não há desculpas para nossa falta de entendimento espiritual. ...
A fé é o primeiro degrau na escala do progresso. Sem fé é impossível agradar a Deus. Mas muitos param neste degrau e nunca sobem mais. Parecem pensar que quando já professaram a Cristo, quando seus nomes já foram escritos nos livros da igreja, sua obra está terminada. A fé é essencial; mas a Palavra Inspirada diz: "Acrescentai à vossa fé a virtude." II Ped. 1:5. Os que estão buscando a vida eterna e um lar no reino de Deus devem estabelecer para a edificação do caráter o fundamento da virtude. Jesus deve ser a principal pedra de esquina. As coisas que corrompem o caráter devem ser banidas da mente e da vida. Quando as tentações se apresentam devem ser resistidas na força de Cristo. A virtude do imaculado Cordeiro de Deus deve ser estampada no caráter até que a alma apareça em sua integridade. ... José é um exemplo de como a juventude pode permanecer imaculada, em meio à maldade do mundo, e acrescentar à sua fé, virtude. ...
Todo momento de nossa vida é intensamente real, e investido de solenes responsabilidades. A ignorância não será desculpa. ... Os incultos pescadores tornaram-se homens refinados e habilidosos; e as lições que tiveram o privilégio de aprender estão escritas para nossa admoestação e instrução. Somos convidados a nos tornarmos estudantes na escola de Cristo. Necessitamos adquirir todo o conhecimento possível. Review and Herald, 21 de fevereiro de 1888.
Como, pelo Seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude. II Ped. 1:3.

Depois de recebermos a fé do evangelho, nosso primeiro dever é buscar acrescentar princípios virtuosos e puros, e assim limpar a mente e o coração para a recepção do verdadeiro conhecimento. Testimonies, vol. 1, pág. 552.
O apóstolo nos tem apresentado a importância de fazer contínuo progresso na vida cristã. Não há desculpas para nossa falta de entendimento espiritual. ...
A fé é o primeiro degrau na escala do progresso. Sem fé é impossível agradar a Deus. Mas muitos param neste degrau e nunca sobem mais. Parecem pensar que quando já professaram a Cristo, quando seus nomes já foram escritos nos livros da igreja, sua obra está terminada. A fé é essencial; mas a Palavra Inspirada diz: "Acrescentai à vossa fé a virtude." II Ped. 1:5. Os que estão buscando a vida eterna e um lar no reino de Deus devem estabelecer para a edificação do caráter o fundamento da virtude. Jesus deve ser a principal pedra de esquina. As coisas que corrompem o caráter devem ser banidas da mente e da vida. Quando as tentações se apresentam devem ser resistidas na força de Cristo. A virtude do imaculado Cordeiro de Deus deve ser estampada no caráter até que a alma apareça em sua integridade. ... José é um exemplo de como a juventude pode permanecer imaculada, em meio à maldade do mundo, e acrescentar à sua fé, virtude. ...
Todo momento de nossa vida é intensamente real, e investido de solenes responsabilidades. A ignorância não será desculpa. ... Os incultos pescadores tornaram-se homens refinados e habilidosos; e as lições que tiveram o privilégio de aprender estão escritas para nossa admoestação e instrução. Somos convidados a nos tornarmos estudantes na escola de Cristo. Necessitamos adquirir todo o conhecimento possível. Review and Herald, 21 de fevereiro de 1888.
Ellen White
Minha Consagração Hoje - MM 1989/1953 Pag. 96

Vida Progressiva - Subindo a Escada Cristã

E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude, a ciência, e à ciência, a temperança, e à temperança, a paciência, e à paciência, a piedade, e à piedade, o amor fraternal, e ao amor fraternal, a caridade. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. II Ped. 1:5-8.

Essas palavras são plenas de instrução e ferem a nota tônica da vitória. O apóstolo apresenta perante os crentes a escada do progresso cristão, cujos degraus representam cada qual um acréscimo no conhecimento de Deus e em cuja ascensão não deve haver parada. Fé, virtude, ciência, temperança, paciência, piedade, amor fraternal e caridade são os degraus da escada. Somos salvos pelo subir degrau a degrau, passo após passo, para o alto ideal de Cristo para nós. Assim é Ele feito para nós sabedoria, e justiça, e santificação e redenção. Atos dos Apóstolos, pág. 530.
Todos estes sucessivos passos não serão apenas mantidos diante dos olhos da mente, e contados ao iniciardes; mas olhando para Jesus, com um olhar singelo para a glória de Deus, avançareis. The Youth's Instructor, 5 de janeiro de 1893.
Dando um passo após outro, pode-se escalar a mais alta encosta e alcançar afinal o cume do monte. Não vos torneis opressos pela grande soma de trabalho que tendes de realizar durante a vossa vida, pois não se requer de vós que o façais todo de uma vez. Levai para o trabalho de cada dia toda faculdade de vosso ser, aproveitai cada oportunidade preciosa, apreciai o auxílio que Deus dá e avançai degrau a degrau na escada do progresso. Lembrai-vos de que deveis viver apenas um dia de cada vez, de que Deus vos deu um dia e de que os registros celestiais mostrarão como avaliastes seus privilégios e oportunidades. Possais vós aproveitar cada dia que Deus vos concede, de maneira a poderdes afinal ouvir o Mestre dizer: "Bem está, servo bom e fiel." Mat. 25:21. Mensagens aos Jovens, pág. 46.

Minha Consagração Hoje - MM 1989 Pag. 95

terça-feira, 1 de abril de 2014

Para ser salva, a mulher tem que parecer um espantalho?


Publiquei uma matéria, na realidade, uma página de Ellen White, onde ela fala que as roupas das mulheres não precisa ser desalinhadas e feia.
Um anônimo, tomou as dores, e postou um comentário para defender que as moças da Igreja da Reforma e dizer que as mesmas são lindas e se vestem lindamente. Eu não havia dito o contrário, nem sequer havia tocado no nome de qualquer igreja. Estava apenas publicando uma página de Ellen White que orienta quanto ao modo de vestir. Porém, como aquele irmão anônimo se doeu, eu de propósito, volto a publicar uma matéria, que no ano passado eu publiquei aqui. Nesta matéria, eu informo que penso totalmente diferente do nosso irmão citado. 
Concordo com ele, que as moças da reforma são lindas sim, não restam dúvidas, mas se vestem horrorosas. Muito  feio e desajeitado as roupas que vestem. Podem e devem ser longas, mas bem cortadas, pois vestidos longos é bonito e chic, é roupa de festa. Mas tem que ser  bem ajustadas ao corpo, As reformistas que conheço, parecem estar em uma competição para ver que anda mais feia.

Veja a matéria que postei no ano passado e volto a publicar

Para ser salva, a mulher tem que parecer um espantalho?  

Os vários Movimentos de Reformas, grupos dissidentes que surgiram dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia,  no início do século passado, até hoje defendem uma roupagem feia e exagerada para as mulheres, e dizem que foi Ellen White que ensinou as mulheres a se vestirem daquele modo horroroso.
Não defendemos que as mulheres devam andar de modo indecente, porém usar as roupas daquela época, e afirmar que só será salvo quem se vestir assim, é puro fanatismo.
Até por que o ônus é sempre para as mulheres. elas é sempre quem tem que pagar o preço do exagero imposto pelos líderes, pois eles mesmos, andam bem vestidos, em trajes modernos e, elas, é quem tem que parecer espantalhos, vestindo-se de modo ridículo, parecendo bruxas, algumas delas, só falta a vassoura para voar, de tão feias que ficam vestidas nas mortalhas impostas pelos pastores
Os pastores, para ser coerentes, deveriam usar fraque, cartola,  bengala, e cavanhaque, que era a roupa usada naquela época para os homens. O tempo mudou, a moda mudou,  agora é bem diferente, eles acompanharam a moda,  ao se vestires em ternos bem cortados, e obrigam as mulheres a se vestirem de modo horrível.
Não há necessidade das mulheres andar semi nuas, mas não vejo sentido em seguir as normas de pastores fanáticos.

Silvana Abreu, estudiosa das doutrinas dos tais movimentos de reforma, inclusive, foi membro atuante de um dos movimentos, o maior deles, pois são vários, com o mesmo nome. Ela, Silvana Abreu, pesquisou nos ensinos de Ellen White e não ver razão para as mulheres se vestirem daquele modo exagerado.

 

Veja a matéria da Silvana

Terça-feira, 21 de maio de 2013


O Vestido da Reforma Segundo Ellen G. White

O vestido da reforma 

Nas Reformas de 1914 é estabelecido como prova de comunhão que os vestidos ou saias das irmãs tenham comprimento que fique no mínimo a 9 polegadas ou 23 centímetros do chão. Isto com base em um testemunho dado em 1867, ou antes. (Ver Testemunhos para a Igreja, vol. 1, pág. 521 - edição recente)...

Quando foi dado esse Testemunho, a moda era que as vestes femininas chegassem ao chão. Em 1868, escreveu Ellen White um folheto intitulado A Reforma do Vestuário, em que disse:

“Se ela vai para o jardim a passear ou trabalhar entre as flores, para aproveitar o refrigerante ar matutino, a menos
que as segure com ambas as mãos, suas saias arrastam pela lama e o orvalho, até que ficam úmidas e enlameadas. A moda se apega a essa roupa, que passa a ser usada nesse caso como uma espécie de esfregão. Isto é excessivamente inconveniente. Mas por amor da moda precisa ser suportado.” Folheto “A Reforma do Vestuário”, pág. 4, citado em Crede em seus Profetas, pág. 200.

"Quando foi estabelecido o Instituto da Reforma da Saúde, os médicos acharam que era desejável para as mulheres um estilo de vestido melhor que as saias longas, arrastando...." (Destaque acrescentado).. 
Crede em seus Profetas, pág. 199.

Neste tópico, respondemos às perguntas: Foi a igreja orientada a fazer prova de comunhão quanto àquela medida dos vestidos e saias para todos os tempos, ou tal estabelecimento de prova pela Reforma contraria a orientação da profetisa? Houve alguma outra orientação posterior?

Estudando a questão da medida do vestido acima referida nos testemunhos, conclui-se que o problema estava mais relacionado com a saúde, a conveniência e a modéstia, do que com a decência.

Não dado como regra absoluta
ou prova de comunhão 


Cremos que se em 1925 os reformistas conhecessem bem os Testemunhos, não teriam estabelecido esse "princípio de fé". Nos escritos de Ellen White é bem claro que o testemunho não foi dado para estabelecer uma regra absoluta para a Igreja. Note estas citações:

"Não fiz do vestido uma pedra de toque." - 4T, 637, em 
Crede em seus Profetas, pág. 205.

"Da parte dos extremistas, esta reforma parecia constituir a suma e substância de sua religião. Era o assunto de conversa e a preocupação da sua alma, e a mente foi assim desviada de Deus e da verdade....". - 4T, 636,637, em 
Crede em seus Profetas,  idem.

"Elas procuravam controlar a consciência das outras pela sua própria. Se a usavam, as outras precisavam fazê-lo. Esqueciam que ninguém devia ser obrigado a usar o vestido da reforma". -
4T, 636 em 
Crede em seus Profetas, pág. 205.

"Algumas ficavam muito perturbadas por eu não tornar o vestuário uma questão de prova, e ainda outras, porque eu aconselhava as que tinham maridos ou filhos descrentes a não adotar o vestido da reforma, visto poder tal ato levar a infortúnio que contrabalançasse todo o bem a ser derivado de seu uso". - 4T, 637 em 
Crede em seus Profetas, págs. 205,206 (Destaques acrescentados).

Ellen White deixa de falar
sobre a reforma do vestuário  

"Foi em princípios e meados da década dos sessenta que se viu em nossas fileiras a maior agitação por causa da questão da reforma do vestuário feminino. Em razão dos extremistas e dos oponentes das mudanças no modo de vestir, a Sra. White deixou cair o assunto por vários anos. Bem pouco mais se ouviu sobre a questão entre nossos escritos até por volta de 1897, quando alguns indagaram por que a reforma específica do vestuário não estava sendo usada, e desejaram reviver o assunto." - (
Crede em seus Profetas , pág. 206; Destaque nosso) . 

A Sra. White escreveu o que damos a seguir:

Ellen White explica por que deixou
de falar sobre o assunto 

"Em resposta às perguntas que me têm chegado recentemente com respeito a reencetar a reforma do vestuário, desejaria dizer que aqueles que têm estado a agitar esta questão podem ficar certos de que não têm sido inspirados pelo Espírito de Deus. O Senhor não indicou que seja dever de nossas irmãs voltarem à reforma nesse sentido. As dificuldades que uma vez tivemos de enfrentar não devem ser suscitadas outra vez. Não precisa haver agora ramificações em formas singulares de vestido. Surgirão continuamente coisas novas e estranhas para levar o povo de Deus a falsas excitações, reavivamentos religiosos e curiosas expansões; NOSSO POVO, PORÉM, NÃO DEVE SER SUJEITO A QUAISQUER PROVAS DE INVENÇÃO HUMANA que venham criar conflitos em nenhum sentido.

"A defesa da velha reforma do vestuário demonstrou-se a cada passo uma batalha. Não havia da parte de alguns uniformidade nem gosto no arranjo do costume, e os que se recusaram a aceitá-lo causaram dissensão e discórdia. Assim foi a causa desonrada. Porque aquilo que foi dado como uma bênção tornou-se em maldição, foi removido o encargo de defender a reforma do vestuário.


"Havia certas coisas que tornavam a reforma do vestuário decidida bênção. Com ela, as anquinhas ridículas, então em moda, não podiam ser usadas; nem a saia longa, arrastando, varrendo a sujeira das ruas...." Manuscrito 167, 1897, citado 
Crede em seus Profetas, págs. 206, 207. (Destaques acrescentados) 

Moda aceitável antes da declaração acima

Em continuação ao que E. G. White vinha dizendo acima, escreveu:

"Nos últimos anos, porém, foi adotada pelo mundo uma moda mais sensata de vestir, que não envolve esses aspectos objetáveis; e se nossas irmãs desejarem fazer seus vestidos segundo esses modelos, simples e singelos, o Senhor não será desonrado por assim fazerem." - Idem, idem.  
(Negrito acrescentado) 

Não era a verdade presente

"A questão do vestuário não tem de ser nossa verdade presente". Criar um caso a esse respeito agora, seria agradar ao inimigo. Ele se deleitaria em ver as mentes desviadas para qualquer assunto pelo qual pudesse criar divisão de sentimentos, e levar nosso povo à contenda. - Ms. 167, 1897, em 
Crede em seus Profetas, pág. 207. 

"Rogo a nosso povo que ande cuidadosa e circunspectamente diante de Deus. Na questão do vestuário, sigam os usos até ao ponto em que eles estejam de acordo com os princípios de saúde. Trajem-se nossas irmãs com simplicidade, como fazem muitas, fazendo seus vestidos de fazenda boa e durável, apropriados para esta época, e não encha a mente a questão do vestuário. Nossas irmãs devem vestir-se de modo simples. Devem trajar-se com roupas modestas, com pudor e sobriedade...." - Idem, idem. (Destaque acrescentado).

É correto o procedimento das reformas de 1914?

Oito anos antes, a Sra. White escrevera:

"Muitos há cuja religião consiste em criticar os hábitos de vestuário e as maneiras. Querem levar todos á sua própria medida. Desejam alongar os que parecem demasiado curtos para sua norma, e cortar outros que parecem por demais compridos. Eles perderam o amor de Deus do coração; porém, julgam possuir espírito de discernimento. Acham que é prerrogativa sua criticar, julgar, devem, porém, arrepender-se de seu erro, e desviar-se de seus pecados.... Amemo-nos uns aos outros. Tenhamos união em nossas fileiras. Tenhamos santificado o coração para com Deus. Olhemos a luz que para nós reside em Jesus. Lembremo-nos de quão paciente e sofredor Ele foi para com os errantes filhos dos homens. Estaríamos em um estado miserável se o Deus do Céu fosse como um de nós, e nos tratasse como somos inclinados a tratar-nos uns aos outros". - R&H, 27/8/1889, citado em "Ellen White - Mensageira da Igreja Remanescente", pág. 201. (Destaque acrescentado).

"Vi que toda a religião de algumas pobres almas, consiste em observar a roupa e os atos dos outros e em os criticar. A menos que se reformem, não haverá no Céu lugar para elas, pois achariam defeitos no próprio Senhor". - 1TS, pág. 44 (Negrito acrescentado).

Não tornar o vestuário
ponto principal da religião 

"Não incentiveis uma classe que centraliza sua religião no vestuário. Cada um estude os claros ensinos das Escrituras quanto à simplicidade e singeleza do vestuário e, pela fiel obediência a esses ensinos, se esforce para dar digno exemplo ao mundo e aos novos na fé". - Orientação da Criança, pág. 429.

"Não há necessidade de tornar a questão do vestuário o ponto principal da vossa religião". - Idem, pág. 428. (Destaques acrescentados)

O vestido da reforma caiu de foco

Em 1883, George I. Butler escreveu:

"Chegou-se a um ponto em que se tornou evidente que o vestido curto, destinado a ser um benefício para nosso povo, veio a ser real entrave à causa, devido à orientação irrazoável de muitos entre nós a esse respeito. A irmã White deixou de falar em seu favor, nem o usou mais ela própria, e dentro em pouco ele deixou de ser geralmente usado". - Suplemento da R&H de 14/8/1883. (Destaque acrescentado).

Note como o vestido das 9 polegadas acima do chão era chamado de vestido curto. A irmã White, ao deixar de usá-lo passou por certo a usar um pouco mais comprido, mas, de qualquer forma, foi retirada a questão da medida, porque estava trazendo confusão na igreja.

Modéstia fictícia e discussões

"Digo portanto às minhas irmãs: Não entreis em discussões quanto ao traje exterior, mas estai certas de possuir o adorno interior de um espírito manso e quieto....

"A falsa prudência, a modéstia fictícia, podem manifestar-se pelo traje exterior, ao passo que o coração se acha em necessidade de adorno interior. Permanecei sempre entregues ao direito".
- Ms. 167, 1897, citado em 
Crede em seus Profetas, págs. 207, 208 (Destaque acrescentado). 

O fator "época"

"Quanto aos testemunhos... o tempo e o lugar, porém, têm que ser considerados". - 1ME, pág. 57.

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Resumo do que aprendemos acima:

1 - Foi dado um testemunho sobre comprimento do vestido: 9 polegadas ou 23 cm acima do chão, porque os vestidos da moda eram compridos demais. Chegavam ao chão.
2 - Foi recomendação e não estabelecimento de princípio. Não foi dado como prova de comunhão.
3 - O assunto criou confusão na Igreja.
4 - Ellen White deixou de falar na "reforma do vestido".
5 - O "vestido da reforma" caiu de foco. Ellen White deixou de usá-lo.
6 - Interrogada sobre o porquê de seu silêncio, respondeu que o Senhor não indicou que era dever de nossas irmãs voltarem à reforma nesse sentido. O que foi dado como bênção tornou-se em maldição. Foi removido o encargo de defender a reforma do vestuário.
7 - O mundo lançou uma moda mais sensata de vestir com modelos simples e singelos que não envolviam "esses aspectos objetáveis". O Senhor não seria desonrado se as nossas irmãs os aceitassem.
8 - Ellen White escreveu que a questão do vestuário não tinha de ser nossa verdade presente.
9 - Recomendou que não entrassem em discussões "sobre o traje exterior."

Meditemos nos testemunhos que citamos a seguir:

Evitar o fanatismo

"Há uma consciência que tudo leva a extremos, tornando os deveres cristãos tão molestos como os judeus tornavam a observância do Sábado.... Um só fanático, de espírito forte e idéias radicais, que oprima a consciência dos que querem proceder direito, fará grande dano. A igreja precisa ser purificada de todas essas influências." - 2ME, pág. 319.

"Alguns tinham introduzido falsos testes e feito de suas próprias idéias e noções o critério, exagerando questões de pouca importância e tornando-as o teste da comunhão cristã, e atando sobre outros fardos pesados. Assim se insinuara um espírito de crítica, censura e dissensão, o que se tornou grande dano para a igreja. E foi dada aos descrentes a impressão de que os adventistas, observadores do sábado, eram um grupo de fanáticos e extremistas, e que sua fé singular se tornava descortês e mesmo de caráter não cristão. Assim, o procedimento de uns poucos extremistas impediu que a influência da verdade alcançasse o povo. 2ME, pág. 318, 319.

"À medida que o fim se aproxima, o inimigo há de trabalhar com todas as suas forças para introduzir entre nós o fanatismo. Ele se regozijaria em ver adventistas do sétimo dia indo a tais extremos que fossem considerados pelo mundo como um bando de fanáticos. Contra esse perigo é-me ordenado advertir ministros e membros leigos. Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma base verdadeira, e firmar os pés num CLARO 'assim diz o Senhor'.

"Os que seguem o exemplo de Cristo não serão extremistas..." - Obreiros Evangélicos, pág. 316 (Destaques acrescentados).

Não é fácil traçar uma linha entre o zelo e o fanatismo. Cada pessoa deve, com ardor e com oração, buscar o "zelo com entendimento", cuidando para não se tornar fanática. "Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio, porque te destruirias a ti mesmo". (Ecl. 7:16).

Um equívoco sobre adoção do
"vestido da reforma" como “norma” 

Uma senhora de outra reforma, certa vez, mostrou-nos no livro “Crede em Seus Profetas”, pág. 204, uma citação de "The Health Reformer" de março de 1868 (O Reformador da Saúde), onde diz:

"A meu pedido, os médicos do Instituto citaram uma porção de doentes internadas.... Medi a altura de doze delas com a distância de seus vestidos até o chão.... A distância dos vestidos era de 8 a 10,5 polegadas. A média, nove polegadas, foi resolvido que fosse a distância justa E ESTÁ ADOTADA COMO NORMA". (Destaques acrescentados)

“Crede em Seus Profetas” diz que "alguém escreveu". Mandamos buscar do White Estate cópia do documento que é citado: "The Health Reformer" (O Reformador da Saúde). O autor do artigo é J.H.Waggoner, pai de Ellet Waggoner. O comprimento do vestido foi adotado como norma NO INSTITUTO DE REFORMA DA SAÚDE (HEALTH REFORM INSTITUTE), E NÃO PELA SRA. WHITE OU PELA IGREJA ADVENTISTA.

Reflexão sobre o problema do vestuário

Ponderemos agora, irmãos reformistas: Se o "vestido da reforma", assim chamado nos escritos de Ellen White, não foi imposto à igreja no século atrasado quando sugerido, por que impô-lo hoje, quando o seu uso (quando a moda não é vestido comprido) serve de escândalo? Como se vê pelos testemunhos citados, a sugestão para o nosso tempo, quanto ao comprimento, seria certamente diferente. Lembremo-nos do fator "época" e usem as nossas irmãs o que "não envolver aspectos objetáveis".

Quanto a todos os outros inconvenientes da roupa moderna, os nossos irmãos devem ser seriamente orientados. Quanto saibamos, naqueles tempos não eram comuns as modas indecentes da atualidade, como, por exemplo, as mini-saias, roupas transparentes, sem mangas, muito decotadas, etc.. Se as houvesse, Ellen White certamente as condenaria energicamente. A Igreja não pode acompanhar o mundo na indecência da moda. A decência é para todas as épocas. Em Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 600, está escrito:

“A moda está deteriorando o intelecto e carcomendo a espiritualidade de nosso povo. A obediência à moda está penetrando nossas igrejas adventistas do sétimo dia, e fazendo mais que qualquer outro poder para separar nosso povo de Deus. Foi-me mostrado que as regras de nossa igreja são muito deficientes. Todas as manifestações de orgulho no vestuário, proibidas na Palavra de Deus, devem ser motivo suficiente para disciplina na igreja. Caso haja continuação em face de advertências, apelos e ameaças, perseverando a pessoa em seguir sua vontade perversa, isto poderá ser considerado como prova de que o coração não foi absolutamente levado à semelhança com Cristo. O eu, e unicamente o eu, é objeto de adoração, e um professo cristão assim induzirá muitos a se afastarem de Deus. . (Ler o capítulo "A simplicidade no Vestuário" em Testemunho Seleto, págs. 592 a 600).



Fonte: Retirado do livro OS ADVENTISTAS E O REFORMISMO DE 1914 de Antônio Ramos Dourado



Fotos de Ellen White jovem e já de idade junto com seus filhos e netos. Lembrando que não há nenhuma foto de EGW com o vestido da reforma, provando que nem ela usava o vestido que a igreja da reforma professa obedecer e exigir dos membros.










Lançado projeto 'Grande Como Davi' em Palmas.

por Heloísa Kayser


“...com Deus eu sou tão grande como Davi...”, dizia o refrão cantado por 500 vozes na igreja adventista do sétimo dia central de Palmas no sábado, 29 de março. Crianças e Juvenis da capital e de cidades circunvizinhas se reuniram para aprender o segredo de Davi para derrubar os gigantes da vida.

O projeto “Grande como Davi” é uma estratégia do Ministério da Criança para fortalecer a fé e o envolvimento das mesmas com a Igreja antes dos anos da adolescência. Como descreve Débora..., coordenadora do Ministério da Criança para a Região Centro-Oeste, esse “é um projeto maravilhoso, onde as crianças podem aprender a evangelizar, onde as crianças aprendem a ser mais obedientes, de acordo com o exemplo de Davi na Bíblia”.

O evento, que reuniu aproximadamente 300 crianças e 200 professores e coordenadores de Escola Sabatina, encenou a história do personagem bíblico, enfatizando o momento em que heroicamente mata o gigante Golias, guerreiro do exército filisteu. O relato bíblico conta que Davi se muniu com cinco seixos e uma funda para o confronto.

Utilizando a história como metáfora para a vida espiritual, as organizadoras do evento relacionaram as pedras de Davi a cinco pilares da vida do cristão: oração, fé, coragem, perseverança e testemunho. Os participantes também foram encorajados a praticar a devoção pessoal, oração intercessora, o serviço cristão aos sábados, a participar de pequenos grupos, pregar, e acima de tudo, a levarem sempre consigo a certeza do amor de Deus.

Durante a programação, o pregador-mirim Jandir Cardoso Neto resumiu a essência do programa: “Todos tinham seus olhos voltados para Golias, menos Davi. Ele via o gigante, mas via a Deus com mais nitidez. Assim, a batalha deixou de ser Golias versus Davi, e passou a ser Davi versus Deus”, relatou o juvenil.

O pastor Eronildo Silva também falou aos juvenis, enfatizando que, com Deus, eles podem enfrentar gigantes como a baixa autoestima, desejos indevidos, impulsos errados. Lembrou-os de que mesmo que eles errem, Deus os perdoa e os levará para o céu. E o ponto alto do programa foi o compromisso de várias crianças de contar a um amigo sobre o evangelho, o arrependimento e a salvação.

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