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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Orlando Adventist Forum Report: Florida Hospital and the Challenge to the 1863 Health Vision

Veja a fonte aqui

15 February 2013 | André Reis

Lars Houmann, President and CEO of the Florida Division at Adventist Health System (AHS) was the speaker for the Orlando chapter of the Adventist Forum on Feb 9, 2013. The topic: "Florida Hospital and the Challenge to the 1863 Health Vision". The meeting was held at the Florida Hospital Seventh-day Adventist church on the campus of the Adventist College of Health Sciences. Houmann's profile was featured in the February 2013 men's health issue of the Lake Mary Healthy Living magazine.
In a typically subdued, european-style presentation, Houmann (born in Ethiopia to Dannish parents and raised in the US) started his talk with a brief overview of the presence of AHS in Florida. In the last couple of decades, Florida Hospital has become an ubiquitous, well-oiled machine and a force to be reckoned with in Central Florida. Several recent acquisitions have increased to 23 the number of hospitals being managed by AHS in the State. With 17,600 employees and a $4.5 billion dollar annual revenue, Florida Hospital has over 2,600 beds, performs approximately 72,000 surgeries and sees about 500,000 outpatients a year.
Mr. Houmann went on to explain how medicine and health care have changed drastically from the 1800's to today; from the trial and error techniques that bled people to death in some cases, to semi-esterile surgeries of the early 1900's and today's vast technological advances. Times have changed the face of Adventist approach to health, which went from the spa-style Western Health Reform Institute opened in 1866 (which later became Battle Creek Sanitarium) to the mostly "acute care" approach to hospital management and cutting edge technology used daily at Florida Hospital and other Adventist hospital across the world. According to Houmann, this was brought on by societal and economic pressures which at times proved a challenge to the vision Ellen White had for Adventist health centers as places where people would be treated solely with nature's remedies, such as pure air, water, sunshine, exercise, wholesome food and a healthy dose of spirituality. Despite the radical changes, Houmann was quick to add that he believes fully in the health message, which he summarized as an "Indivisible unity of body, mind and spirit". Florida Hospital exists to support this vision, he argued.

Despite the fact that Florida Hospital is far from the beginnings of the Adventist health centers of the 1800's, Houmann pointed out that probably no other hospital system in the world offers patients a more holistic approach to health. For example, a major initiative in the system is "Creation Health" an upgraded version of Ellen White's eight natural remedies whose acronym stands for choice, rest, environment, activity, trust, interpersonal relationships, outlook and nutrition. The program is vigorously promoted in all Florida Hospitals and extends throughout local Adventist churches and schools in Florida.
How does a healthcare institution managed by a religious organization in modern day America reach a balance between its convictions and the demands of the marketplace? Houmann suggested this is reached by the statement of purpose of SDA healthcare:
1. Provide quality medical care
2. Educate people of healthful living practices
3. Create a Christian witness
Notoriously absent is Adventist proselytism, a position Houmann justified by quoting a surprising testimony by Ellen White (Test. 3, 166-7).
Houmann entertained several questions at the end of his talk, at least two dealing with the "pipe dream" that Florida Hospital could one day move from the status of non-profit organization to a full blown charitable institution. Houmann answered that he'd rather see Florida Hospital make an impact from inside the system rather than branching out ahead of the times and end up bankrupt like other charitable health institutions in Florida. Point taken.

On the question of how the Affordable Health Care Act will impact Florida Hospital, Houmann said he was optimistic that healthcare will improve in the State and that the institution is working vigorously to implement changes that will allow it to thrive in such increasingly changing environment. One striking feature of the long term plan for Florida Hospital is the three-pronged approach: (1) reduce costs; (2) improve the community's health and (3) improve the patient's experience. In other words, a hospital that intends to survive longterm needs fewer beds occupied and more outreach.
The talk was refreshing and the mid-size audience was engaged. I was impressed with Houmann's achievements, his commitment to the best of Adventist health concepts and his success in managing such a massive organization. Under his direction, there's little doubt that Florida Hospital will enjoy a healthy, long life.
—André Reis has a B.A. in Theology from the Adventist University in São Paulo, Brazil, an M.A. in Music from Longy School of Music and is currently pursuing a Ph.D. in New Testament. He is a member of the Florida Hospital SDA Church where he is active in the music ministry.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Gigantes ou Anões Espirituais?

Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.  II Cor. 7:1.
O Senhor reprova e corrige o povo que professa guardar Sua lei. Aponta-lhes os pecados e manifesta-lhes a iniqüidade, porque deles deseja separar todo pecado e impiedade, a fim de que aperfeiçoem a santidade em Seu temor, e estejam preparados a morrer no Senhor, ou serem trasladados para o Céu. Deus os repreende, reprova e castiga, de modo a serem purificados, santificados, elevados, sendo afinal exaltados a Seu próprio trono. ...
Deus não aceitará coisa alguma a não ser pureza e santidade; uma mancha, uma ruga, um defeito de caráter, para sempre excluirão [a pessoa] do Céu, com todas as suas glórias e tesouros. Testimonies, vol. 2, pág. 453.
A maioria dos professos cristãos não possuem o senso do vigor espiritual que poderiam obter, fossem eles tão ambiciosos, zelosos e perseverantes para adquirirem conhecimento das coisas divinas como são para alcançar as mesquinhas e perecíveis coisas desta vida. As massas que professam ser cristãs, têm-se contentado com ser anões espirituais. Não têm nenhuma disposição de tornarem seu primeiro objetivo buscar primeiro o reino de Deus e Sua justiça; assim, a piedade é para eles um oculto mistério, não a podem entender. Não conhecem a Cristo por um conhecimento experimental. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 244.
Amplas providências foram tomadas para todos os que sincera, fervorosa e ponderadamente se dedicam à obra de aperfeiçoar a santidade no temor de Deus. Força, graça e glória foram providas por meio de Cristo, para serem levadas por anjos ministradores aos herdeiros da salvação. Ninguém é tão baixo, tão corrupto e vil, que não possa encontrar em Jesus, que morreu por ele, força, pureza e justiça, se abandonar seus pecados, deixar sua conduta de iniqüidade, e volver-se de todo o coração para o Deus vivo. Ele está a espera de todos para tirar-lhes a vestimenta manchada e poluída pelo pecado e cobri-los com o branco e resplandecente manto da justiça; e ordena que vivam, e não pereçam. Nele podem prosperar. ... Se permanecerem nEle, dEle poderão extrair vitalidade e nutrição, ser imbuídos de Seu Espírito, andar assim como Ele andou, vencer assim como Ele venceu e ser exaltados à Sua destra. Testimonies, vol. 2, págs. 453 e 454.

15 de fevereiro

Ellen White - Maranata, O Senhor Vem MM Pag 51

Afastar Toda Dúvida

Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. ... Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma. Heb. 10:35-39.
Vi que estamos agora no tempo da sacudidura. Satanás está trabalhando com todo o seu poder para arrebatar pessoas da mão de Cristo e fazer com que calquem aos pés o Filho de Deus. ... O caráter está sendo desenvolvido. Anjos de Deus estão avaliando o valor moral. Deus está provando Seu povo. Estas palavras foram-me apresentadas pelo anjo: "Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado. Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se de fato guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos". Heb. 3:12-14.
Deus Se desagrada de que alguns de Seu povo que conheceram o poder de Sua graça falem de suas dúvidas, tornando-se assim um conduto para Satanás transmitir suas sugestões a outras mentes. Uma semente de descrença e maldade, depois de semeada, não é desarraigada com facilidade. Satanás a alimenta a cada momento, e ela viceja e se torna vigorosa. Uma boa semente lançada precisa ser nutrida, regada e ternamente cuidada, pois é lançada ao seu redor toda influência perniciosa para impedir-lhe o crescimento e causar-lhe a morte. Os esforços de Satanás são agora mais poderosos do que jamais no passado, pois sabe que seu tempo para enganar é curto. ...
O povo de Deus será joeirado assim como é peneirado o trigo, até que toda palha se separe dos puros grãos de cereal. Devemos olhar a Cristo como exemplo e imitar o humilde Modelo. ...
Foi-me mostrada a recompensa dos santos, a herança imortal. Foi-me revelado então o quanto o povo de Deus sofreu por causa da verdade, e que considerariam o Céu como lhes tendo sido barato demais. Deduziram que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória que neles haveria de ser revelada. O povo de Deus nestes últimos dias será provado. Mas logo chegará sua provação final, e receberão então a dádiva da vida eterna. Testimonies, vol. 1, págs. 429-432.

14 de fevereiro

Ellen White  - Maranata, O Senhor Vem. MM 1977 pag 50

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quarta-feira de cinzas - Um conto adventista

Simplesmente lindo.  Uma história tocante que com certeza reflete a história de muitos jovens adventistas. história esta que um dia foi minha, quando tive a infelicidade de, quando adolescente,  ficar afastado da igreja. Felismente voltei a tempo.

Leia este conto. do site http://megaphoneadv.blogspot.com.br/

Quarta-feira de cinzas - Um conto adventista


Rodrigo vinha andando pela calçada. Sem camisa, o sol refletia na pele suada, cintilando em alguns confetes e purpurina. Quarta-feira de cinzas, sol a pino, e ele alegre, pois tinha passado o feriadão com colegas, festando até o limite da exaustão.

Pulou carnaval, embriagou-se. Drogas não, pois recusou as incontáveis vezes que lhe ofereceram pelo menos três tipos de entorpecente, com um educado: “Deixa para a próxima!” Sim, quem sabe outra vez.

Ficou com quase uma dezena de garotas nos dias da festa, sequer lembrava-se do nome delas e trazia no bolso números de telefone e contatos de e-mail de outras tantas. Preocupou-se por um momento, pois não se lembrava de ter se prevenido nas relações sexuais que, embriagado, manteve.
Ainda divagando nessas lembranças de euforia passageira, foi arrebatado por assovios de uma turma nas janelas de um ônibus: “Ei Rodrigo!”, “Saudades, maninho!”, “Visita a gente no sábado!”
Da calçada, Rodrigo retribui o aceno e seu estômago revirou quando viu Camila descendo do coletivo; feliz, radiante, mochila de tralhas e barraca nas costas.
- Oi Rô! – disse ela, com aquele sorriso apaixonante de sempre. – Como foi o feriadão?
- Foi bom – ele respondeu e começaram a caminhar juntos. A verdade é que sentia vergonha de contar qualquer detalhe para a amiga... Aliás, Camila não era apenas amiga da época de igreja. Eles foram namorados.
- O meu foi maravilhoso – disse ela e começou a contar detalhes do retiro espiritual com a galera da igreja. – Perfeito, Rô, simplesmente perfeito. Vou guardar aquilo tudo, cada momento, para o resto da minha vida.
Rodrigo sabia do que ela estava falando. Felicidade. Já tinha sentido aquilo, de forma tão intensa, no passado. Muitos desses momentos foram compartilhados com Camila, sua namorada na época. Mas ele quis “conhecer mais do mundo”, “viver intensamente”. Deixou a igreja; deixou Camila.
- Nós oramos por você – disse ela de forma franca. – Você faz falta para o grupo.
“Para o grupo?”, pensou Rodrigo, “E para você?”. A resposta era um tanto óbvia. Camila já tinha superado. Ele não tinha noção de quanto a jovem sofreu com a separação. Chegou até a culpar-se pelo rompimento, pois era convicta em preservar sua castidade no namoro. Até mesmo esta convicção foi abalada e pensou em tentar segurar o namorado cedendo às suas exigências. Bem... o tempo passou. Camila se recuperou, pois se firmou na Rocha que é Cristo.
Rodrigo, por seu turno, sabia que sua alegria era passageira. Uma máscara, como a de carnaval. Sentia alegria frívola, mas não felicidade verdadeira. Incomodava-se depois das baladas. A saudade dos amigos e da igreja era uma constante. O vazio que antes era preenchido por Jesus agora ecoava com os choros da alma.
- Ainda dá tempo para eu voltar? – ele parou e perguntou. Camila deu mais dois passos, também parou e virou-se. O sol do meio dia prateando seus cabelos claros.
- Para Jesus? Sempre. Ele te espera e de braços bem abertos.
- Eu quero voltar – disse com sinceridade e, depois de uma pausa, fez nova pergunta: - E para você, ainda há tempo?
- Rô, você quis conhecer mais do mundo e perdeu o universo que eu tinha reservado para nosso amor. Tudo seria no tempo certo, no tempo de Deus.
Camila virou-se e, enquanto caminhava, gritou:
- Te vejo na igreja, meu irmão. 

Tem cheiro de podre na renúncia do Papa

No dia 10 de fevereiro 2012, o jornal Folha de São Paulo, publicou materia informando sobre um complô para matar o Atual Papa Bento XVI.  Não foi declinado o motivo, nem quem era o lider do tal complô, mas as fontes citadas diziam que o mesmo só teria 12 meses de vida. 
Muito achavam ser apenas especulação e sensacionalismo da imprensa, porém, o certo é que os 12 meses, terminariam agora, final de fevereiro, data em que o Papa renuncia. 
Pelo que se ver hoje, parece  as notícias não eram sem fundamento, nem a renúncia do Papa é motivada por problemas de saúde, tampouco, pelo bem da igreja, como ele afirma em suas declarações.
O motivo deve ser bem diverso, acredito que nobres não são. Tem cheiro de podre nessa renúncia

Veja a matéria da folha, publicada dia 10 de fevereiro de 2012, seguir

Jornal italiano cita complô para matar papa Bento 16

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DA EFE, EM ROMA
O cardeal colombiano Dario Castrillón Hoyos entregou ao papa Bento 16 um documento no qual informava sobre a existência de um complô para matá-lo dentro de 12 meses, afirma nesta sexta-feira o jornal italiano "Il Fatto Quotidiano".
O jornal, especializado em jornalismo político e de investigação, informa que Castrillón entregou à Secretaria de Estado do Vaticano um documento para Bento 16, escrito em alemão, no qual informava sobre o que disse o cardeal e arcebispo de Palermo, Paolo Romeo, durante algumas conversas na China em novembro.
"Vaticano, tramas e venenos. O papa morrerá dentro de 12 meses", escreve a capa do jornal, que nas páginas internas publica uma parte do documento e a tradução ao italiano de toda a mensagem.
Este texto, que é considerado "estritamente confidencial", cita declarações "de uma pessoa bem informada" sobre as conversas mantidas durante uma viagem do cardeal Romeo à China em novembro.
"Seguro de si mesmo, como se soubesse com precisão, o cardeal Romeo anunciou que ao Santo Padre restam apenas 12 meses de vida", diz a tradução do documento.

Alberto Pizzoli/France Presse
Jornal "Il Fatto Quotidiano" revela complô contra papa Bento 16
Jornal italiano "Il Fatto Quotidiano" revela complô contra papa Bento 16. Ao fundo basílica de São Pedro, em Roma
SUCESSÃO
Durante estas conversas, Romeo assegurou que Bento 16 estava também preparando sua sucessão e que tinha indicado o nome do cardeal e arcebispo de Milão, Angelo Scola.
"O cardeal Romeo se sentia seguro e não podia imaginar que estas conversas realizadas nas reuniões secretas fossem depois informadas por terceiras pessoas ao Vaticano", continua a mensagem.
Castrillón se inteirou destas conversas e decidiu escrever ao papa no dia 30 de dezembro do ano passado e Bento 16 recebeu a mensagem alguns dias depois, acrescenta a publicação.
"ABSURDO"
O porta-voz do escritório de imprensa do Vaticano, o jesuíta Federico Lombardi, perguntado pelo jornal afirmou que a informação estava "tão fora da realidade e tão pouco séria que não podia ser levada em consideração".
"Eu não nego a existência deste documento, mas é claro que isso é um absurdo que não pode ser levado a sério", disse lombardi ao canal de notícias "Skytg24".

Lição Da esc. Sabatina Nº 7 - Vendo por espelho, obscuramente

 

Casa Publicadora Brasileira – Lição 712013



Sábado à tarde
Ano Bíblico: Lv 23–25

VERSO PARA MEMORIZAR: “A sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles” (1Co 3:19).

Leituras da semana: Jó 12:10; 1Co 6:19, 20; Gn 3:17; Jo 12:31; 1Co 1:18-21

Em 1802, o teólogo William Paley escreveu um livro intitulado Natural Theology [Teologia Natural], no qual argumentou que se pode observar a natureza a fim de desenvolver uma compreensão do caráter de Deus. Ele escreveu extensivamente sobre as maneiras pelas quais as características dos animais revelam o cuidado e a habilidade do Criador. No entanto, Paley pode ter exagerado algumas características, porque ele não reconheceu os efeitos que o pecado e a queda exerceram sobre a natureza. Apesar disso, seu argumento geral nunca foi refutado, embora tenham ocorrido numerosas e clamorosas alegações ao contrário!

Charles Darwin, por outro lado, argumentou que um Deus que projetasse todas as características da natureza não seria bom. Como prova, ele se referiu a um parasita que se alimenta nos corpos vivos de lagartas e a forma cruel pela qual um gato brinca com um rato. Para ele, esses exemplos eram evidências contra a existência de um amoroso Deus Criador.

Compreendemos que Paley estava, obviamente, mais perto da verdade do que Darwin. Mas a lição desta semana examinará o que a Bíblia tem a dizer sobre a questão do que a natureza revela e daquilo que ela não revela, sobre Deus.

Domingo
Ano Bíblico: Lv 26, 27

A Terra é do Senhor


Um cientista, certa vez, fez um desafio a Deus. Argumentou que ele poderia criar a humanidade tão bem quanto qualquer deus. O Senhor disse: “Ok, vá em frente e faça isso.” O cientista começou a juntar algum pó, mas Deus disse: “Espere um minuto. Faça seu próprio pó!”

Embora essa história seja apenas uma fábula, a lição é clara: Deus é o único que pode criar do nada. Deus fez todo o material do Universo, incluindo nosso mundo, nossas posses e nosso corpo. Ele é o dono legítimo de todas as coisas.

1. Qual é a mensagem básica dos textos a seguir? O que essa mensagem nos diz sobre a maneira pela qual devemos nos relacionar com o mundo, com os outros e com Deus? Sl 24:1, 2; Jó 41:11; Sl 50:10; Is 43:1, 2; 1Co 6:19, 20


Um hino cristão muito apreciado começa com as palavras: “O mundo é de meu Deus” (Hinário Adventista, 36). Este é verdadeiramente o mundo de nosso Pai, porque Ele o criou. Não há reivindicação de propriedade mais legítima do que Sua capacidade de criação. Deus criou e, portanto, possui todo o Universo, os céus, a Terra e tudo o que neles há.

Não apenas o mundo pertence a Deus, mas Ele também reivindica a propriedade de todas as criaturas da Terra. Nenhum outro ser tem o poder de criar vida. Deus é o único Criador e, como tal, o proprietário final de cada criatura. Dependemos totalmente dEle para nossa existência. Nada podemos dar a Deus, exceto nossa lealdade. Todas as outras coisas na Terra já pertencem a Ele.

Além disso, pertencemos a Deus, não apenas pela criação, porém, mais importante ainda, pela redenção. Embora seja um dom maravilhoso de Deus, a vida humana foi muito prejudicada pelo pecado e termina com a morte, uma perspectiva que despoja a vida de todo significado e propósito. A vida, como agora existe para nós, não é tão fantástica. Nossa única esperança é a maravilhosa promessa da redenção, a única coisa que pode restaurar tudo novamente. Assim, somos de Cristo pela criação e pela redenção.

Segunda
Ano Bíblico: Nm 1–3


Um mundo caído


Uma coisa é certa: o mundo em que vivemos hoje está muito diferente daquele que surgiu do Senhor no fim da semana da criação. Certamente, uma poderosa evidência de beleza e planejamento existe em quase toda parte. No entanto, somos seres afetados pelo pecado, vivendo neste mundo de pecado e tentando entendê-lo. Mesmo antes do Dilúvio, o planeta havia sido impactado negativamente pelo pecado. “Nos dias de Noé uma dupla maldição repousava sobre a Terra, em consequência da transgressão de Adão e do homicídio cometido por Caim” (Ellen G. White, Vidas Que Falam [Meditações Matinais 1971], p. 32).

2. Como o mundo foi “amaldiçoado”, e quais foram os resultados dessas maldições? Gn 3:17; 4:11, 12; 5:29


A maldição sobre a terra por causa de Adão deve ter envolvido o reino vegetal, porque seus resultados incluíram a produção de espinhos e cardos. A implicação é que toda a criação foi afetada pelas maldições resultantes do pecado. A citação acima afirma muito claramente que a maldição sobre Caim não se limitou apenas a ele, mas repousou sobre o mundo inteiro.

Infelizmente, as maldições em virtude do pecado não terminaram ali, porque o mundo enfrentou outra maldição que o afetou em grande medida. Essa, é claro, foi o Dilúvio mundial. “O Senhor aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a Terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz” (Gn 8:21).

O Dilúvio desorganizou o sistema de irrigação estabelecido por Deus na criação, despojando o solo de porções de terra e depositando-as em outros lugares. Mesmo agora, a chuva continua a dissolver o solo, roubando-lhe sua fertilidade e reduzindo o rendimento da colheita. Deus prometeu graciosamente não amaldiçoar a Terra novamente, mas o solo que herdamos está muito longe do solo rico e produtivo que Ele criou originalmente.

Leia Romanos 8:19-22. Embora esses versos sejam difíceis de aceitar, como eles se relacionam com o que estudamos hoje? Que esperança podemos encontrar neles?

Terça
Ano Bíblico: Nm 4–6

O príncipe deste mundo


Então, perguntou o Senhor a Satanás: Donde vens? Satanás respondeu ao Senhor e disse: De rodear a Terra e passear por ela” (Jó 1:7); “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe 5:8).

Como vimos, o mundo pertence a Deus, tanto pela criação quanto pela redenção. Mas não devemos esquecer, também, a realidade de Satanás, a realidade do grande conflito e a realidade da tentativa do inimigo de tomar o controle de tudo o que puder. Embora, depois da cruz, sua derrota tenha sido assegurada, ele não se retirará silenciosa ou suavemente. Sua ira e seu poder destrutivo, embora limitados por Deus a um certo grau, de uma forma que certamente não entendemos agora, nunca devem ser subestimados. Não devemos esquecer também que, embora muitas vezes as questões possam parecer obscuras, a batalha final se resume apenas a duas forças: Cristo e Satanás. Não há meio termo. E, como sabemos, grande parte deste mundo está sob a bandeira do lado errado. É de admirar que o mundo esteja tão degenerado?

3. Que importante verdade sobre a realidade e o poder do maligno é encontrada na Bíblia? Jo 12:31; 14:30; 16:11; Ef 2:2; 6:12


No livro de Jó é afastada uma parte do véu que esconde a realidade do grande conflito, e podemos ver que Satanás tem a capacidade de causar grande destruição no mundo natural. Sejam quais forem as implicações da expressão “o príncipe deste mundo”, uma coisa fica clara: Nesse papel, Satanás ainda exerce uma influência poderosa e destrutiva sobre a Terra. Essa verdade nos dá uma razão a mais para perceber que o mundo natural tem sido muito danificado. Precisamos ter muito cuidado com as lições que tiramos dele a respeito de Deus. Afinal, considere os grandes erros de interpretação de Darwin a respeito da condição do mundo.

De que forma você pode ver, nitidamente, a influência destrutiva de Satanás em sua vida? Por que a cruz e as promessas nela encontradas são sua única esperança?

Quarta
Ano Bíblico: Nm 7, 8

A “sabedoria” do mundo


Alcançamos uma quantidade incrível de conhecimento e informação, sobretudo nos últimos duzentos anos. Conhecimento e informação, no entanto, não são necessariamente a mesma coisa que “sabedoria”. Obtemos também uma compreensão do mundo natural muito maior que a dos nossos antepassados. Todavia, uma “compreensão maior” também não é a mesma coisa que sabedoria.

4. De que maneira Deus avalia a suposta “sabedoria” do mundo? Em nossos dias ainda podemos comprovar a tolice dessa “sabedoria”? 1Co 1:18-21; 3:18-21


Há muita coisa no pensamento humano que desafia a Palavra de Deus. Seja a questão da ressurreição de Jesus, da criação ou de qualquer milagre, a “sabedoria humana” (mesmo quando apoiada pelos “fatos” da ciência) deve ser considerada “loucura” quando contradiz a Palavra do Senhor.

Além disso, como afirmado anteriormente, grande parte do conhecimento científico de hoje, especialmente no contexto das origens humanas, começa com uma perspectiva puramente naturalista. Mesmo que muitos dos maiores gênios da história científica – Newton, Kepler, Galileu – tenham sido crentes em Deus e visto seu trabalho como um auxílio para explicar a obra de Deus na criação (Kepler escreveu: “Ó Deus, eu penso os Teus pensamentos depois de Ti ...”), tais sentimentos hoje são muitas vezes ridicularizados por segmentos da comunidade científica.

Alguns até procuram negar as histórias miraculosas da Bíblia, argumentando que elas realmente foram fenômenos que ocorriam naturalmente e que os antigos, ignorantes das leis da natureza, interpretaram erroneamente como ação divina. Há, por exemplo, muitos tipos de teorias naturalistas que procuram explicar a divisão do Mar Vermelho como algo diferente de um milagre de Deus. Alguns anos atrás, um cientista sugeriu que Moisés estava drogado, e então ele ficou alucinado com a ideia de que Deus lhe deu os Dez Mandamentos em tábuas de pedra!

Por mais tolas que algumas dessas explicações possam parecer, uma vez que você rejeite a ideia de Deus e do sobrenatural, você precisa inventar alguma outra explicação para essas coisas. Por isso, a “loucura” sobre a qual Paulo escreveu de modo tão claro e profético.

Quinta
Ano Bíblico: Nm 9–11

Pelos olhos da fé


O Salmo 8 é um dos mais amados. Para Davi, como crente em Deus, a criação falava da majestade e amor do Senhor.

5. Que lições específicas Davi contemplava na criação? Além disso, comparando o que sabemos sobre a criação hoje com o que era conhecido naquele tempo, por que as palavras de Davi parecem ainda mais notáveis? Sl 8


Somente nos últimos cem anos realmente começamos a compreender a vastidão do cosmos e, em comparação com isso, a nossa pequenez. Não se pode sequer imaginar que alguém como Davi, exceto pela revelação divina, pudesse ter alguma ideia da grandeza dos “céus”. Se ele ficou admirado naquela época, quanto mais admirados nós devemos ficar, sabendo que, apesar do tamanho do Universo, Deus nos ama com um amor que não podemos nem mesmo começar a entender?

6. O que Davi percebia nos céus? Sl 19:1-4


Muitos já olharam para as estrelas à noite e reconheceram a grandeza de Deus e a pequenez da humanidade, e louvaram a Deus por Seu cuidado. Outros se concentraram no problema do mal na natureza e culparam Deus pelos problemas que, na verdade, são o resultado de suas próprias escolhas ou das atividades do diabo.

Para o cristão, a criação fala verdadeiramente do cuidado de Deus, mesmo em meio ao mal introduzido por Satanás. No entanto, por mais poderosos que sejam o testemunho e a evidência do mundo criado, a revelação é incompleta, principalmente devido aos resultados da queda e às maldições que ela trouxe.

Leia João 14:9 e pense em Jesus na cruz. Por que a cruz deve ser sempre a principal revelação sobre a natureza e o caráter de Deus?

Sexta
Ano Bíblico: Nm 12–14

Estudo adicional


Fui advertida (1890) de que futuramente teremos uma luta constante. A chamada ciência e a religião serão postas em oposição uma à outra, pois os homens finitos não compreendem o poder nem a grandeza de Deus. Foram-me apresentadas estas palavras das Escrituras Sagradas: “Dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (At 20:30; Ellen G. White, Medicina e Salvação, p. 98).

Perguntas para reflexão
1. Pense na “tríplice maldição” (Ellen G. White, Spiritual Gifts [Dons Espirituais], v. 3, p. 88) sobre a Terra (a maldição da queda de Adão, do pecado de Caim e do Dilúvio). O efeito cumulativo dessas maldições, acrescido por milhares de anos, significa que nosso mundo atual é muito diferente da sua forma quando Deus o criou. Por que, então, devemos ser cuidadosos quanto às conclusões que tiramos, a partir do mundo atual, sobre o mundo no princípio?
2. A ciência é limitada em seu alcance, sendo propensa a resistir à autoridade divina. Além disso, a influência de Satanás é fortemente sentida na natureza, de modo que muito do que vemos é incompatível com a revelação de Deus na Bíblia. Por que é tão importante confiarmos mais nas Escrituras do que na ciência?
3. Por que não devemos nos surpreender ao encontrar alguma tensão entre os eventos sobrenaturais registrados na Bíblia e a abordagem materialista da ciência?
4. Examine a citação acima. Estamos vendo isso se cumprindo em nossa igreja? Como podemos lidar com esses desafios perigosos à nossa missão e mensagem, de uma forma que, embora não comprometa nossa posição sobre a criação e a Palavra de Deus, ainda conserve a igreja como um “lugar seguro” para os que lutam com essas questões difíceis?
5. Leia Romanos 11:33-36 e Jó 40:1, 2, 7, 8. Qual deve ser nossa atitude para com as dificuldades que encontramos ao procurar harmonizar a ciência e as Escrituras?

Respostas sugestivas: 1. A Terra e seus habitantes pertencem ao Senhor, porque Ele nos criou e salvou. Devemos amar a Deus e aos Seus filhos, nossos irmãos. 2. A maldição sobre a Terra tornou mais difícil a obtenção do alimento. A violência trouxe maldição sobre a Terra e sobre os relacionamentos sociais. 3. O diabo é o príncipe do mundo, o príncipe da potestade do ar, o espírito que atua nos filhos da desobediência. As forças das trevas lutam contra nós. 4. Para Deus, a sabedoria do mundo é loucura. 5. A majestade da criação desperta o louvor ao Criador; apesar da grandeza do Universo, Deus valoriza e honra os seres humanos, criados à Sua imagem. O conhecimento da ciência nos deixa ainda mais impressionados com as maravilhas da criação. 6. A glória de Deus e a obra de Suas mãos. Os dias e as noites proclamam o conhecimento de que existe um Criador por trás das obras do Universo.

Benedito XVI é o Sétimo Rei de Apoc 17?

Por André Reis http://www.adventismohoje.com

Com o anúncio da renúncia de Benedito XVI o interesse das pessoas no fim do mundo se intensifica. Qual a importância desse evento para a escatologia adventista?

Esse artigo foi originalmente publicado no Advir em 2009.

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Apocalipse 17:7-11 é uma das passagens mais difíceis de toda a Bíblia. Muitas interpretações drasticamente divergentes têm sido propostas para esta passagem, não só por Adventistas mas por outras denominações também. Este artigo propõe uma das interpretações mais aceitas na IASD atualmente e suas implicações para a interpretação de que os sete reis representam sete papas recentes, o que faria de Bento 16 o "sétimo rei" (v. 10). O artigo também expõe alguns problemas com outras interpretações historicistas adventistas atuais. Aqui vai a passagem na versão Almeida Atualizada:

"7Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres. 8A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir. 9Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; 10são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. 11A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição."
A pergunta crucial para o entendimento correto da passagem é: A que tempo o anjo se refere ao dizer das cabeças da besta no verso 10 que "cinco já caíram, um é, outro ainda não é vindo"?

Essa pergunta pode ser respondida por dois princípios interpretativos[1] que regem a interpretação de profecias tanto do Antigo quanto do Novo Testamento:

1. A profecia é relevante ao tempo do profeta. Em outras palavras, a profecia não é simplesmente para saciar a curiosidade do profeta sobre um futuro distante, mas sim para revelar a ação constante de Deus na história do Seu povo, inclusive no momento em que o profeta vive, no seu contexto e circumstâncias imediatas. Embora as profecias transcendam muitas vezes esse contexto, elas se fundamentam no tempo do profeta, usam elementos com os quais ele está familiarizado e se entendem a partir desse tempo e contexto. Exemplos disso são o ídolo de Nabucodonosor em Daniel 2 e os gafanhotos, os selos, as trombetas e as taças do Apocalipse. Deus não mostrou a Daniel e João e outros profetas elementos desconhecidos como bombas nucleares, aviões, helicópteros, computadores, internet, automóveis, etc.

Ellen White articula esse ponto dizendo que "[Deus] vai ao encontro dos caídos seres humanos onde eles se acham. Perfeita como é, em toda a sua simplicidade, a Bíblia não corresponde às grandes idéias de Deus; pois idéias infinitas não se podem corporificar perfeitamente em finitos veículos de pensamento." (ME 1: 22). O Dr. Jon Paulien, atual reitor da Universidade Adventista de Teologia de Loma Linda e autoridade em Novo Testamento e profecia concorda que "A abordagem adventista crê que Deus coloca nas visões apocalípticas informações precisas sobre o futuro distante, mas este futuro é descrito na linguagem do tempo e lugar do profeta."[2]

2. Deve haver distinção entre o tempo da visão e o tempo da interpretação da visão. Na visão propriamente dita, o profeta viaja a tempos e lugares diferentes (tempo transcendente; cf. Apo. 17:3). A explicação da visão, por sua vez, deve ser para benefício do profeta e tem como ponto de referência o tempo do profeta (tempo local). Na explicação da visão, passado, presente e futuro não se referem ao tempo que passa na visão e sim ao momento histórico do profeta para que haja referencial. E os elementos e símbolos da visão também, embora seu significado transponha a barreira de tempo, estão baseados no tempo do profeta. Usando ainda a estátua de Nabucodonosor como exemplo, ela tinha implicações para o tempo do fim mas está firmada no tempo do rei: na visão, Deus revelou um ídolo que era comum ao rei. Deus poderia ter usado outros símbolos mas usou algo que Nabucodonosor entenderia imediatamente. A estátua que ele mandou construir e adorar refletia o entendimento da visão que ele tivera para o seu tempo. Já para Daniel, a mesma visão foi dada usando a temática da Criação.[3]

Aplicando agora esses dois princípios a Apocalipse 17:7-11, podemos criar o seguinte cenário:

Cena 1: Discurso angélico: Anúncio do início da visão (tempo local): "Vem, mostrar-te-ei..." (v. 1-2)

Cena 2: Visão propriamente dita (tempo transcendente): "Então me levou em espírito a um deserto ..." (3-6)

Cena 3: Fim da visão (tempo local): "Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste?" (7a)

Cena 4: Discurso angélico: Explicação da Visão (tempo local): "Eu te direi o mistério da mulher e da besta" (7b)

Note que a explicação não inclui outra visão, como se João fosse transportado novamente a outro período da história durante a explicação. A explicação é baseada na visão da besta e da meretriz ("a besta que viste") e baseia-se no tempo local de João. O texto não permite concluir que João foi levado a um tempo futuro durante a explicação, supostamente o tempo do cumprimento da visão.

Esta distinção é importante, pois segundo o Dr. Ekkehardt Müller do Biblical Research Institute da Conferência Geral: "Durante a visão o profeta se move livremente em tempo e lugar . ... A interpretação da visão, no entanto, tem que se relacionar com o tempo e o lugar do profeta para que faça sentido e para que saibam em que tempo localizar os eventos preditos."[4] Paulien adiciona que "Se queremos entender o que Deus está dizendo a João sobre o futuro, precisamos primeiramente entender o que João entendeu. "[5]

Note também que o anjo explicou para que João pudesse entender a visão e não continuasse "maravilhado" que no original grego é "admiração com medo, estarrecimento" (cf. Daniel 8:27).[6] Lembre-se também que Jesus profere uma bênção sobre aqueles que "ouvem e guardam as palavras desta profecia" (Apo. 1:3). No original esse ouvir (akou­o) é "ouvir com entendimento", o que pressupõe que o autor e os leitores entenderam a mensagem do Apocalipse como relevante aos seus dias e não exclusivamente a um futuro distante.

A opinião de que "um é" se refere ao tempo de João tem apoio de estudiosos adventistas e eruditos evangélicos. O primeiro a propô-la foi Urias Smith [7] e mais recentemente ela teve o apoio dos Dr. Kenneth Strand[8], Dr. Jon Paulien [9], Dr. Ranko Stefanovic [10] e Dr. Ekkehardt Müller.

Portanto, há fortes evidências que a explicação da visão de Apocalipse 17 deve se fundamentar no tempo de João. Sendo assim, os "cinco" (v.10) já haviam passado no tempo de João e o sexto estava presente no tempo dele (c. 70-95 A.D); o sétimo estava por vir no futuro, ficaria "pouco tempo" e o oitavo seria da mesma natureza dos outros ("é dos sete") e iria "para a destruição" ou seja, surgiria imediatamente antes do juízo. A idéia aqui é sequência histórica. Considerando então que "reis" e "montes" (v. 9, 10) em profecia representam reinos e impérios (Daniel 2; Jeremias 51), e não indivíduos (Papas),[11] essas cinco cabeças da besta ou reis significariam cinco impérios opressores do povo de Deus que já haviam passado ou "caído" no tempo de João.

A seguinte lista dos impérios que "caíram" tem apoio de vários eruditos adventistas:[12] Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia.[13] O fato de que os "montes" são "reis" consecutivos ("caíram, é, virá"), ou seja, em sequência histórica, descarta a interpretação de que esses "montes" se referem aos sete montes literais de Roma, pois montes não tem sentido de sequência ou sucessão histórica. A linguagem aqui é claramente simbólica.

O Dr. Paulien conclui sobre as cabeças de Apocalipse 17 que "... há evidências no livro do Apocalipse de que as três bestas podem representar a sexta cabeça (Apocalipse 12 - Roma pagã do tempo de João), a sétima cabeça (Apocalipse 13 - Roma Papal que sucedeu a pagã) e a oitava cabeça (a besta de Apocalipse 17 - a unidade política mundial.)"[14] Ele propõe que "o dragão do capítulo 12, a besta do mar do capítulo 13 e a besta escarlata do capítulo 17 são três diferentes estágios da mesma besta"[15] o que é pode ser visto nas características compartilhadas pelas três bestas. 

A sugestão acima é compatível com os princípios de interpretação de visões proféticas delineados anteriormente e apresenta a leitura mais natural do texto, principalmente no que tange a distinguir entre o referencial de tempo que ocorre na visão (tempo transcendente) com o referencial de tempo da explicação (tempo local). Note também que essa interpretação em nada desmerece a parte que o Papado terá nos eventos finais; segundo o entendimento adventista, a sua atuação está claramente estabelecida na em Apocalipse 13 e 18.

Essa interpretação também enfraquece outras interpretações adventistas historicistas atuais que, embora não considerem os Papas como reis, ignoram a importante distinção entre visão e acabam propondo que João foi levado a outro tempo durante a explicação (o que não tem base no texto) considerando assim que os "cinco caíram" no momento da ferida mortal (1798 A.D.).[17] Outras mostram inconsistência ao interpretar "um é" no tempo de João (Roma Pagã) enquanto transpõem a besta que "não é" a um tempo futuro (Papado ferido).

Finalmente, apesar de a interpretação proposta aqui ser a mais plausível, Apocalipse 17 provavelmente continuará sendo um texto "difícil" para estudantes das profecias.

Conclusão: Os "cinco caíram, um é e outro ainda não é vindo" de Apocalipse 17:10-11 são melhor entendidos na perspectiva do tempo de João no primeiro século A.D. Essa interpretação descarta por completo a hipótese de que os seis reis são Papas do século XX e que o sétimo seja Bento XVI.[18] Ela também questiona a opinião de que João foi transportado a outro tempo durante a explicação removendo assim o referencial de tempo dos vários períodos delineados pelo anjo.

Certamente todos anseiamos pelo retorno de Jesus. Porém, tentar decifrar "tempos ou épocas" (Atos 1:6-7) através de especulações e sensacionalismo por uma leitura distorcida dos eventos atuais leva a falsas esperanças e desvia a atenção dos verdadeiros sinais do fim. Acima de tudo, nossa confiança na Segunda Vinda deve estar firmemente embasada na promessa de Jesus:

"Eis que cedo venho; bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro. Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (Apo. 22; João 14:1-3)

"Por isso, confortai-vos uns aos outros com essas palavras." (1 Tess. 5:11).


Maranata~

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E a Besta de Apocalipse 17?
A interpretação dos oito reis de Apo. 17 na perspectiva do tempo de João nos leva a perguntar: Como então entender as fases da besta de Apocalipse 17:8 que 'era, não é e subirá do abismo (tornará a vir)' usando o mesmo critério? 


Aqui vai o verso completo:

"A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir."


Lembra-se do que o Dr. Jon Paulien falou acima que "o dragão do capítulo 12, a besta do mar do capítulo 13 e a besta escarlata do capítulo 17 são três diferentes estágios da mesma besta"? Então note como o texto traz um paralelo entre a besta que "era, não é, e que tornará a vir" (Apo. 17:10) e Deus "que era, que é, e que há de vir" (Apo. 1:4). Isso parece indicar que a besta do capítulo 17 representa aspectos da trajetória do próprio Satanás, o dragão do capítulo 12 e que desde o início quis ser igual a Deus (Isa. 14:12). Embora ele sobreviva através dos reis ("um é, outro virá, o oitavo é a besta"), seu reino está tecnicamente derrotado a partir da cruz em 31A.D. (Apo. 12:12, Luc. 10:18). Algumas evidências textuais parecem favorecer esta interpretação:

"Vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata". Essa é a mesma cor do dragão de Apo 12:3 que é um dos símbolos de Satanás: "um grande dragão vermelho".

"Subirá do abismo". A besta está no abismo que é símbolo da morada de demônios cujo rei é o anjo Abadom ou Apoliom, que simboliza Satanás (Apo. 9:2-11, cf. Mat. 12:24). Veja também Apo. 20:1; Isa. 24:21; Lucas 8:31; 2 Ped. 2:4; Jud. 6. A besta sobe do abismo para travar a última batalha contra Deus, com a ajuda dos dez reis e da meretriz.

"Vai-se para a perdição". A destruição do poder e influência de Satanás sobre a humanidade na Segunda Vinda (Apo. 20:1-3) que culmina com sua destruição definitiva no fim do milênio (Apo. 20:10).

Assim, levando em conta a perspectiva do tempo de João, é possível sugerir a seguinte sequência histórica da besta do abismo de Apocalipse 17 como sendo um símbolo do próprio Satanás: (O diagrama abaixo é uma sugestão baseada em parte nos estudos do Dr. Jon Paulien, Seminário Adventista de Loma Linda e Dr. Ekkehardt Müller do Biblical Research Institute):


-->
A Besta de Apo. 17
    Éden - Cruz (34 a.d.)                   34a.d.    ---     c. 95a.d.                 Ressurgimento final
"era"
"não é"
(está no abismo)
"todavia está para subir do abismo e vai-se para a perdição"
Reinado Satânico do
Éden até a Cruz
Tempo de João e além
Satanás Derrotado desde 34 A.D.

(Apo. 12:12;  cf. Lucas 10:18;
 Ellen White: "Quando Cristo abaixou sua cabeça e morreu, ele derrubou os pilares do reino de Satanás consigo ao chão." YI, 25/04/1901).
Batalha Satânica imediatamante antes da Segunda Vinda que culmina com o aprisionamento de Satanás durante o Milênio e sua posterior destruição no lago de fogo
 

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[1] Veja Jon Paulien, Revelation 17 and the Papacy (Berrien Springs: Endtime Issues; 2002), 30.
[2] Ibid., 32.
[3] Ibid., 31.
[4] Ekkehardt Müller, Revelation 17: A Suggestion. (Monografia não publicada divulgada pela Adventist Theological Society), 8.
[5] Paulien, 32.
[6] Paulien sugere que o estarrecimento de João se deve ao fato de que na visão de Apo. 12 ele havia visto a mulher no deserto (Igreja pura) sendo atacada pelo dragão mas em Apocalipse 17 uma mulher (meretriz) está intimamente relacionada à besta. João pode ter entendido que a mulher pura e fiel estava agora "prostituída".
[7] Urias Smith, Daniel and the Revelation, Edição revisada (Nashville: Southern Publishing Association, 1944), 711.
[8] Kenneth A. Strand, “The Seven Heads: Do They Represent Roman Emperors?” em Symposium on Revelation— Book II, editado por Frank B. Holbrook, Daniel and Revelation Committee Series, vol. 7 (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute, 1992), 191.
[9] Paulien, 37.
[10] Veja Ranko Stefanovic, Revelation of Jesus Christ. (Berrien Springs: Andrews University Press: 2002), 512.
[11] Poderia também se argumentar que o Vaticano é um império cujo rei é o Papa mas a linha de tempo no século XX não coincide com "cinco já caíram" no tempo de João.
[12] Stefanovic, 512; Paulien 23, 37.
[13] Algumas interpretações rejeitam esta lista porque o Egito e Assíria não estão entre os reinos de Daniel 7 e não poderiam estar no Apocalipse. No entanto, há fortes alusões à experiência de Israel no Egito nas sete pragas em Apo. 16 que coincidem com as sete trombetas de Apo. 8-11. Segundo Jon Paulien, há também uma alusão clara à Assíria em Apo. 8:7 baseada em Isa. 10:16-19. Além disso, o Apocalipse não se limita ao que Daniel revelou necessariamente mas desenvolve seus temas de maneira mais ampla. Ellen White diz que: "No Apocalipse todos os livros da Bíblia se encontram e se cumprem. Ali está o complemento do livro de Daniel. " (AA, 585).
[14] Paulien, 34.
[15] Ibid., 27.
[16] Veja Müller, 38.
[17] A besta e a meretriz devem ser mantidas como entidades distintas; a besta representa a ação Satânica através de poderes políticos e a meretriz, poderes religiosos apostatados; veja que em Apo. 17:16, a besta e os dez chifres se voltam contra a meretriz e a destroem. Veja o Apêndice sobre a besta do abismo.
[18] Uma interpretação ainda mais radical dos reis como Papas é a de que o oitavo rei seria a reencarnação de João Paulo II.
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Connecticut Couple Honored as 'Longest Married' in U.S.

ABC News Blogs

A Connecticut couple who tied the knot over 80 years ago will be named the longest married couple in the U.S.
John and Ann Betar of Fairfield, Conn., said "I do" on Nov. 25, 1932, and have been happily married for 80 years. Together they have five children, 14 grandchildren and 16 great-grandchildren.
The couple was selected for the 2013 award by Worldwide Marriage Encounter, a Christian marriage enrichment group based in San Bernardino, Calif., that organizes a search each year to promote the virtues of lasting marriages and inspire young couples.
"What an inspiration Mr. and Mrs. Betar are to all of us. They made a commitment to each other 80-plus years ago and they have kept that commitment over these many years. They truly are a sign of hope to us all," Worldwide Marriage Encounter's Ron and Judy Pekny said in a statement.
An award ceremony will take place on Saturday at the Fairfield, Conn., home of one of the Betars' granddaughters, Heather Mitchell.
Before their 80th wedding anniversary in November, John and Ann Betar told ABC News that they considered themselves "blessed."
"We are very fortunate. It can be repeated and repeated," Ann, 97, said at the time. "It is unconditional love and understanding. We have had that. We consider it a blessing."
Though the couple is hesitant to give out marriage advice, their secret to so many happy years together is simple: compromise and don't hold a grudge.
John, 101, met Ann, now 97, while growing up in the same Syrian community in Bridgeport, Conn. Breaking with tradition, Ann defied her parents when they set up an arranged marriage for her. She ran off to Harrison, N.Y. to elope with John. Now, she says she knows she made the right choice.
The Betars said they delight in the newer generations of their family, and their descendants return the compliment.
"I'm always blown away by their incredible optimism, deep sense of compassion and modesty," granddaughter Heather Mitchell said before their anniversary. "They are true beacons - inspirational people who emit such joy without even knowing it."
The Betars were chosen out of hundreds of couples nominated during the project's submission period, which ran from October of last year to January. There may be other couples who have been married longer in the U.S., but none was formally nominated, according to the group.
RELATED: College Sweethearts Marry Nearly 50 Years After Breakup

Falece o Pastor Morris Venden

O Pastor Morris Venden faleceu no dia 10 de fevereiro de 2013 aos 80 anos. 

O Pastor Venden é conhecido no Brasil pelo seu livro "95 Teses Sobre a Justificação Pela Fé", "Como Conhecer a Vontade de Deus", "Como Jesus Tratava as Pessoas" e outros.

O livro "95 Teses" foi duramente criticado por haver proposto que a salvação é o resultado do trabalho conjunto de Deus e o homem, uma posição mais próxima à posição católica do que à doutrina da salvação esposada por Lutero, no qual, ironicamente, Venden baseou o título do seu livro. Para Lutero, a salvação é uma declaração forênsica de absolução de pecado e culpa. Para ele, o crente é simul justus et pecator, simultaneamente justo e pecador. Isso não significa graça barata, uma licença para pecar. Lutero simplesmente reconheceu o estado caído do homem que em sua natureza continua sendo pecador mesmo após ter sido absolvido e andar em obediência. Pecado para Lutero não são "atos" senão "natureza".


A parte dessas questões, Venden era conhecido por ser um pregador Cristocêntrico, que amava profundamente a Jesus.

A União de Columbia do Norte publicou o seguinte comunicado:

"Durante sua vida, Venden pastoreou várias igrejas grandes incluindo a Igreja da Universidade de La Sierra e a Igreja do Colégio Pacific Union na Califórnia e a igreja do colégio Union en Lincoln Nebraska. Posteriormente, ele pastoreou a igreja de Azure Hills próximo à Universidade de Loma Linda de onde se aposentou em 1998. Venden se uniu à Voz da Profecia como orador associado.

Além de escrever mais de 30 livros sobre Jesus, Venden era intensamente procurado como orador e era considerado um mestre na arte de pregar.

Seu filho Lee disse: "O papai vai ser lembrado por tocar um violino de uma nota só: Jesus, e o privilégio disponível a todos para ter relacionamento com Ele. Nesse momento, parece claro que o papai vai dormir durante essa doença; um longo sono na nossa perspectiva, mas curto para ele."


Um culto memorial* será realizado no dia 3 de março na igreja de Loma Linda.
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* A prática de realizar um "culto memorial" para falecidos é comum nos EUA. O culto memorial é independente do funeral propriamente dito e ocorre tipicamente posterior ao sepultamento. Ele é uma ocasião para relembrar a pessoal de forma positiva, com dados biográficos, música etc. O funeral tende a ser um evento mais íntimo, para a família e amigos mais chegados enquanto o memorial é aberto a todos os que de alguma forma querem relembrar a pessoa em qualquer lugar do mundo.
 
 
Comentário do Blog do Nezin.
 
O livro "Como Jesus tratava as pessoas" de Morris Venden  era um dos meus preferidos. O mesmo me lembrava um outro livro do Padre João Mohana, "Os melhores encontros de Jesus" ambos apresentavam uma visão maravilhosa do amor de Jesus para com os pecadores, e o plano da salvação de maneira fácil e atraente. É uma grande perda para a igreja a morte desse grande homem de Deus 

Qual a origem do "Êxtase" Pentecostal?

Qual a origem do "Êxtase" Pentecostal?

A temática pentecostal, em especial as manifestações do dom de línguas, estão cada vez mais presentes nos programas televisivos e nas igrejas.

É comum vermos programas em canais evangélicos (e até católicos) onde os pregadores começam a falar em "línguas estranhas" no meio da oração, além das demonstrações exaustivas de curas e "milagres" fantásticos.

Como Adventistas, não cremos que estas manifestações sejam totalmente dirigidas pelo Espírito de Deus, uma vez que a Bíblia é muito clara em mostrar que estas curas, milagres, exorcismos, línguas, etc., podem muito bem ser uma manifestação falsa, dirigida pelo inimigo de Deus (cf. Mateus 7:21-23).

Para os que desejam se aprofundar no tema, sugiro o excelente livro do prof. Vanderlei Dorneles, "Cristãos em Busca do Êxtase", no qual ele faz um profundo estudo sobre as "raízes" do movimento pentecostal e suas ramificações em nossos dias.

Os interessados podem adquirir o livro facilmente através do site da Imprensa Universitária Adventistas, do UNASP.

Clique aqui.

"antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (1Ped. 3:15).

Veja a lista de todos os Papas da história


do site http://g1.globo.com      11/02/2013 16h19 - Atualizado em 11/02/2013 23h45

Veja a lista de todos os Papas da história

São Pedro é considerado o primeiro Papa da história.
Bento XVI foi o 265º pontífice da Igreja Católica.

Do G1, em São Paulo
30 comentários
O Papa Bento XVI anunciou nesta segunda-feira (11) que vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro. O Vaticano confirmou a notícia e afirmou que o papado vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido. Bento XVI é o 265º Papa da linha sucessória iniciada por São Pedro. Veja abaixo a lista de todos os Papas e seus anos de pontificado.
VEJA OS NOMES E O PERÍODO DE PONTIFICADO DE TODOS OS PAPAS DA HISTÓRIA
1) São Pedro (33 a 67)
2) São Lino (67 a 76)
3) Santo Anacleto (76 a 88)
4) São Clemente I (88 a 97)
5) Santo Evaristo (97 a 105)
6) Santo Alexandre I (105 a 115)
7) São Sisto I (115 a 125)
8) São Telésforo (125 a 136)
9) Santo Higino (136 a 140)
10) São Pio I (140 a 154)
11) Santo Aniceto (155 a 166)
12) São Sotero (166 a 174)
13) Santo Eleutério (174 a 189)
14) São Vitor I (189 a 199)
15) São Zeferino (199 a 217)
16) São Calisto I (217 a 222)
17) Santo Urbano I (222 a 230)
18) São Ponciano (230 a 235)
19) Santo Antero (235 a 236)
20) São Fabiano (236 a 250)
21) São Cornélio (251 a 253)
22) São Lúcio I (253 a 254)
23) Santo Estevão I (254 a 257)
24) São Sisto II (257 a 258)
25) São Dionísio (259 a 268)
26) São Félix I (269 a 274)
27) Santo Eutiquiano (275 a 283)
28) São Caio (283 a 296)
29) São Marcelino (296 a 304)
30) São Marcelo I (308 a 309)
31) Santo Eusébio (309 a 310)
32) São Melquíades (311 a 314)
33) São Silvestre I (314 a 335)
34) São Marcos (336)
35) São Júlio I (337 a 352)
36) Libério (352 a 366)
37) São Dâmaso I (366 a 384)
38) São Sirício (384 a 399)
39) Santo Anastácio I (399 a 401)
40) Santo Inocêncio I (401 a 417)
41) São Zósimo (417 a 418)
42) São Bonifácio I (418 a 422)
43) São Celestino I (422 a 432)
44) São Sisto III (432 a 440)
45) São Leão Magno (440 a 461)
46) Santo Hilário (461 a 468)
47) São Simplício (468 a 483)
48) São Félix III (II) (493 a 492)
49) São Galásio I (492 a 496)
50) Anastácio II (496 a 498)
51) São Símaco (498 a 514)
52) São Hormisdas (514 a 523)
53) São João I (523 a 526)
54) São Félix IV (III) (526 a 530)
55) Bonifácio II (530 a 532)
56) João II (533 a 535)
57) Santo Agapito I (535 a 536)
58) São Silvério (536 a 537)
59) Vigílio (537 a 555)
60) Pelágio I (556 a 561)
61) João III (561 a 574)
62) Bento I (575 a 579)
63) Pelágio II (579 a 590)
64) São Gregório I (590 a 604)
65) Sabiniano (604 a 607)
66) Bonifácio III (607 a 608)
67) São Bonifácio IV (608 a 615)
68) São Adeodato I (615 a 618)
69) Bonifácio V (619 a 625)
70) Honório I (625 a 638)
71) Severino (640)
72) João IV (640 a 642)
73) Teodoro I (642 a 649)
74) São Martinho I (649 a 655)
75) Santo Eugênio I (655 a 657)
76) São Vitaliano (657 a 672)
77) Adeodato II (672 a 676)
78) Dono (676 a 678)
79) Santo Ágato (678 a 681)
80) São Leão II (682 a 683)
81) São Bento II (684 a 685)
82) João V (685 a 686)
83) Cônon (686 a 687)
84) São Sérgio I (687 a 701)
85) João VI (701 a 705)
86) João VII (705 a 707)
87) Sisínio (707 a 708)
88) Constantino I (708 a 715)
89) São Gregório II (715 a 731)
90) São Gregório III (731 a 741)
91) São Zacarias (741 a 752)
92) Estevão II (752 a 757)
93) São Paulo I (757 a 767)
94) Estevão III (768 a 772)
95) Adriano I (772 a 795)
96) São Leão III (795 a 816)
97) Estevão IV (816 a 817)
98) São Pascoal I (817 a 824)
99) Eugênio II (824 a 827)
100 ) Valentim I (827)
101) Gregório IV (827 a 844)
102) Sério II (844 a 847)
103) São Leão IV (847 a 855)
104) Bento III (855 a 858)
105) São Nicolau I (858 a 867)
106) Adriano II (867 a 872)
107) João VIII (872 a 882)
108) Mariano I (882 a 884)
109) Santo Adriano III (884 a 885)
110) Estevão V (885 a 891)
111) Formoso (891 a 896)
112) Bonifácio VI (896)
113) Estêvão VI (896 a 897)
114) Romano (897)
115) Teodoro II (897)
116) João IX (898 a 900)
117) Bento IV (900 a 903)
118) Leão V (903)
119) Sérgio III (904 a 911)
120) Anastácio III (911 a 913)
121) Lando (913 a 914)
122) João X (914 a 928)
123) Leão VI (928)
124) Estevão VII (929 a 931)
125) João XI (931 a 935)
126) Leão VII (936 a 939)
127) Estêvão VIII (939 a 942)
128) Marino II (942 a 946)
129) Agapito II (946 a 955)
130) João XII (955 a 964)
131) Leão VIII (964 a 965)
132) Bento V (965)
133) João XIII (965 a 972)

134) Bento VI (973 a 974)
135) Bento VII (974 a 983)
136) João XIV (983 a 984)
137) João XV (984 a 996)
138) Gregório V (996 a 999)
139) Silvestre II (999 a 1003)
140) João XVII (1003)
141) João XVIII (1003 a 1009)
142) Sérgio IV (1009 a 1012)
143) Bento VIII (1012 a 1024)
144) João XIX (1024 a 1032)
145) Bento IX (1032 a 1044)
146) Silvestre III (1044)
147) Bento IX (2ª vez) (1045)
148) Gregório VI (1045 a 1046)
149) Clemente II (1046 a 1047)
150) Bento IX (3ª vez) (1047 a 1048)
151) Dâmaso II (1048)
152) São Leão IX (1049 a 1054)
153) Vitor II (1055 a 1057)
154) Estêvão X (1057 a 1059)
155) Nicolau II (1059 a 1061)
156) Alexandre II (1061 a 1073)
157) São Gregório VII (1073 a 1085)
158) Beato Vitor III (1086 a 1087)
159) Beato Urbano II (1088 a 1099)
160) Pascoal II (1099 a 1118)
161) Gelásio II (1118 a 1119)
162) Calisto II (1119 a 1124)
163) Honório II 91124 a 1130)
164) Inocêncio II (1130 a 1143)
165) Celestino II (1143 a 1144)
166) Lúcio II (1144 a 1145)
167) Beato Eugênio III (1145 a 1153)
168) Anastácio IV (1153 a 1154)
169) Adriano IV (1154 a 1159)
170) Alexandre III (1159 a 1181)
171) Lúcio III (1181 a 1185)
172) Urbano III (1185 a 1187)
173) Gregório VIII (1187)
174) Clemente III (1187 a 1191)
175) Celestino III (1191 a 1198)
176) Inocêncio III (1198 a 1216)
177) Honório III (1216 a 1227)
178) Gregório IX (1227 a 1241)
179) Celestino IV (1241)
180) Inocêncio IV (1243 a 1254)
181) Alexandre IV (1254 a 1261)
182) Urbano IV (1261 a 1264)
183) Clemente IV (1265 a 1268)
184) Beato Gregório X (1271 a 1276)
185) Beato Inocêncio V (1276)
186) Adriano V (1276)
187) João XXI (1276 a 1277)
188) Nicolau III (1277 a 1280)
189) Matinho IV (1281 a 1285)
190) Honório IV (1286 a 1287)
191) Nicolau IV (1288 a 1292)
192) São Celestino V (1293 a 1294)
193) Bonifácio VIII (1294 a 1303)
194) Beato Bento XI (1303 a 1304)
195) Clemente V (1305 a 1314)
196) João XXII (1316 a 1334)
197) Bento XII (1334 a 1342)
198) Clemente VI (1342 a 1352)
199) Inocêncio VI (1352 a 1362)
200) Bento Urbano V (1362 a 1370)
201) Gregório XI (1370 a 1378)
202) Urbano VI (1378 a 1389)
203) Bonifácio IX (1389 a 1404)
204) Inocêncio VII (1404 a 1406)
205) Gregório XII (1406 a 1415)
206) Martinho V (1417 a 1431)
207) Eugênio IV (1431 a 1447)
208) Nicolau V (1447 a 1455)
209) Calisto III (1455 a 1458)
210) Pio II (1458 a 1464)
211) Paulo II (1464 a 1471)
212) Sisto IV (1471 a 1484)
213) Inocêncio VIII (1484 a 1492)
214) Alexandre VI (1492 a 1503)
215) Pio III (1503)
216) Júlio II (1503 a 1513)
217) Leão X (1513 a 1521)
218) Adriano VI (1522 a 1523)
219) Clemente VII (1523 a 1534)
220) Paulo III (1534 a 1549)
221) Júlio III (1550 a 1555)
222) Marcelo II (1555)
223) Paulo IV (1555 a 1559)
224) Pio IV (1559 a 1565)
225) São Pio V (1566 a 1572)
226) Gregório XIII (1572 a 1585)
227) Sisto V (1585 a 1590)
228) Urbano VII (1590)
229) Gregório XIV (1590 a 1591)
230) Inocêncio IX (1591)
231) Clemente VIII (1592 a 1605)
232) Leão XI (1605)
233) Paulo V (1605 a 1621)
234) Gregório XV (1621 a 1623)
235) Urbano VIII (1623 a 1644)
236) Inocêncio X (1644 a 1655)
237) Alexandre VII (1655 a 1667)
238) Clemente IX (1667 a 1669)
239) Clemente X (1670 a 1676)
240) Beato Inocêncio XI (1676 a 1689)
241) Alexandre VIII (1689 a 1691)
242) Inocêncio XII (1691 a 1700)
243) Clemente XI (1700 a 1721)
244) Inocêncio XIII (1721 a 1724)
245) Bento XIII (1724 a 1730)
246) Clemente XII (1730 a 1740)
247) Bento XIV (1740 a 1758)
248) Clemente XIII (1758 a 1769)
249) Clemente XIV (1769 a 1774)
250) Pio VI (1775 a 1799)
251) Pio VII (1800 a 1823)
252) Leão XII (1823 a 1829)
253) Pio VIII (1829 a 1830)
254) Gregório XVI (1831 a 1846)
255) Pio IX (1846 a 1878)
256) Leão XIII (1878 a 1903)
257) São Pio X (1903 a 1914)
258) Bento XV (1914 a 1922)
259) Pio XI (1922 a 1939)
260) Pio XII (1939 a 1958)
261) João XXIII (1958 a 1963)
262) Paulo VI (1963 a 1978)
263) João Paulo I (1978)
264) João Paulo II (1978 a 2005)
265) Bento XVI (desde 2005)
A Igreja Católica deve ter um novo Papa até a Páscoa, no próximo dia 31 de março, disse nesta segunda-feira (11) o porta-voz do Vaticano, após o Papa Bento XVI ter anunciado que vai renunciar em 28 de fevereiro.
"Temos de ter um novo Papa na Páscoa", afirmou o padre Federico Lombardi em entrevista.
Segundo o porta-voz, será realizado um conclave (reunião de cardeais para escolher o novo Papa) em 15 a 20 dias após a renúncia.
A renúncia de um papa está prevista no Código de Direito Canônico, no artigo 332.2, que estabelece que, para ter validade, é preciso que seja de livre e espontânea vontade e não precisa ser aceita por ninguém. Segundo o código, uma vez tendo renunciado, o papa não pode mais voltar atrás.
A Sé Vacante (tempo que transcorre entre o momento em que um papa morre ou renuncia até a escolha do sucessor) começará em 28 de fevereiro, às 20h de Roma (17h de Brasília), segundo anunciou o próprio pontífice em sua carta de renúncia.
Para ler mais notícias sobre a renúncia de Bento XVI, clique em g1.globo.com/mundo/renuncia-sucessao-papa-bento-xvi. Siga também a editoria de Mundo no Twitter.

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