domingo, 15 de dezembro de 2013

Fugir dos Indiferentes à Religião

Ellen White

Se as crianças convivem com aqueles cuja conversação é sobre coisas terrestres sem importância, seu espírito alcançará o mesmo nível. Se ouvem como são os princípios da religião depreciados e nossa fé humilhada; se maliciosas objeções à verdade lhes chegam aos ouvidos, isto se lhes firmará na mente e lhes modelará o caráter. Testimonies, vol. 5, pág. 545.
Nada consegue com mais eficiência impedir ou banir impressões sérias e bons desejos do que associação com pessoas de mente vã, descuidada e corrupta. Sejam quais forem os atrativos que tais pessoas possam ter por seu espírito, sarcasmo ou humor, o fato de que ameaçam a religião com leviandade e indiferença é razão suficiente para que se não associe com eles. Por mais atraentes que sejam em outros aspectos, mais deve sua influência ser temida como amizade, porque eles cercam a vida irreligiosa com muitas atrações perigosas. Testimonies, vol. 3, pág. 126.
Associações mundanas atraem e deslumbram os sentidos, de maneira que a piedade, o temor de Deus, a fidelidade e a lealdade não têm poder de conservar firmes os homens. A vida de Cristo, humilde e despretensiosa, parece toda ela destituída de atrativos. Para muitos que presumem ser filhos e filhas de Deus, Jesus, a Majestade do Céu, é como "raiz de uma terra seca", não tem "parecer nem formosura". Isa. 53:2. Manuscrito 6, 1892.
Pág. 462

Não Centralizar as Afeições em Parentes Incrédulos
Não podemos servir a Deus e ao mundo ao mesmo tempo. Não devemos centralizar nossas afeições em parentes mundanos, que não desejam conhecer a verdade. Devemos procurar, por todas as formas, enquanto associados com eles, que nossa luz brilhe; mas nossas palavras, nosso comportamento, nossos hábitos e práticas, não devem de maneira nenhuma ser moldados por suas idéias e costumes. Em todo nosso trato com eles devemos mostrar-lhes a verdade. Se assim não podemos fazer, então quanto menos nos associarmos com eles tanto melhor para nossa espiritualidade. Testimonies, vol. 5, pág. 543.

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