segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Lição da Esc. Sabatina Jovem - Lição 2 - “Céu” na Terra




5 a 11 de outubro






Sábado à tarde





“Se Ele estivesse na Terra, nem seria sumo sacerdote, visto que já existem aqueles que apresentam as ofertas prescritas pela Lei. Eles servem num santuário que é cópia e sombra daquele que está nos Céus, já que Moisés foi avisado quando estava para construir o tabernáculo: ‘Tenha o cuidado de fazer tudo segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte’” (Hb 8:4, 5).



Prévia da semana: A tipologia do santuário é um poderoso auxílio na compreensão dos principais aspectos do evangelho.
Leitura adicional: O Desejado de Todas as Nações, cap. 17






Domingo

6 de outubro



Uma olhada para o futuro

CPB - Introducao

Fico imaginando como seria estar com Jesus, andando ao lado dEle sem as preocupações deste mundo, apenas deleitando-me em Sua presença. Fico também animado com a ideia de que Deus trará Seu lar aqui para a Terra, para que possamos viver com Ele. Isso me dá esperança ao olhar para o futuro.

Mas, ao voltar os pensamentos para minha vida aqui na Terra, lembro-me de que essa esperança teve um preço muito alto – o sangue do Filho de Deus, o Cordeiro imaculado. É fácil nos esquecermos do que Cristo fez por nós e que Ele continua a trabalhar no Céu por aqueles que O aceitam como Salvador.

Nos antigos rituais de sacrifício, realizados no santuário terrestre, os israelitas entenderam como a culpa dos seus pecados seria paga por Alguém especial. O santuário era um telescópio que permitia ver o futuro, um tempo em que todas as nossas transgressões seriam carregadas por Jesus.

Por meio do santuário e seus serviços, os israelitas experimentaram a presença de Deus no meio deles. Para onde quer que se mudassem, Deus estava ali. Que maravilhoso devia ser para os filhos de Israel saber que o Senhor estaria com eles aonde quer que os enviasse! E assim como o sumo sacerdote intercedia pelo povo, Jesus intercede por nós, agora, no santuário celeste.

Em João 14:2, 3, Jesus diz: “Na casa de Meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, Eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se Eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para Mim, para que vocês estejam onde Eu estiver.”

Ao estudar sobre o santuário nesta semana, espero que você também seja preenchido com a certeza de que Jesus está intercedendo em nosso favor no santuário do Céu e que Ele em breve voltará. Então, poderemos habitar com Ele para sempre.



Mãos à Bíblia

1. Estude os paralelos a seguir entre o Éden e o santuário e faça uma tabela ou diagrama usando estas informações:

a. No fim do relato da criação e da narrativa sobre a construção do tabernáculo no deserto, os mesmos três elementos – aprovação, conclusão e bênção – são expressos com as mesmas palavras-­chave (compare Gênesis 1:31–2:3 com Êxodo 39:32, 43; 40:33).

b. Assim como Deus “andava no jardim” (Gn 3:8), também estava no meio de Seu povo no santuário (2Sm 7:6, 7).

c. Adão devia “cultivar” e “guardar” o jardim (Gn 2:15). Em hebraico, os mesmos dois verbos são usados em relação ao serviço dos levitas no tabernáculo (Nm 3:7, 8).

d. Figuras relacionadas a um jardim aparecem por todo o santuário (Êx 25:31-36; 1Rs 6:18).

e. Querubins guardavam o jardim (Gn 3:24); dois querubins foram colocados no Lugar Santíssimo (Êx 25:18-22).

f. A criação durou seis dias, sendo cada dia introduzido pela expressão “Disse Deus” (ou “Disse também Deus”), e os seis dias foram sucedidos pelo sábado. Assim também existem seis seções introduzidas com as palavras “Disse o Senhor a Moisés” (“Disse mais o Senhor a Moisés”), relacionadas ao tabernáculo (Êx 25:1; 30:11, 17, 22, 34; 31:1), seguidas por uma sétima seção sobre o sábado (Êx 31:12-17).

g. O santuário foi levantado no primeiro dia do primeiro mês (Êx 40:17), o dia do Ano Novo hebraico, que recorda o fim da criação do mundo.



Clarence Cheong | Cingapura




Segunda

7 de outubro



Recursos visuais de Deus

CPB - Evidencia

No princípio, o Jardim do Éden não era simplesmente um lar para Adão e Eva. Era um lugar em que eles podiam desenvolver um relacionamento pessoal com Deus. Expulsos do Jardim, após desobedecer-Lhe, nossos primeiros pais e seus descendentes foram forçados a viver separados da presença física de Deus.

Mas nem tudo estava perdido. Deus não nos criou para nos abandonar ao primeiro sinal de pecado humano. Ele amava demais a humanidade para não ter elaborado um “plano B”. Então, Deus disse à serpente (Satanás): “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o Descendente dela; Este lhe ferirá a cabeça, e você Lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3:15).

Para relembrar aos israelitas Seu amor e graça e Sua constante presença, Deus instruiu Moisés a fazer um “tabernáculo de acordo com o modelo que [lhe] foi mostrado no monte” (Êx 26:30). O tabernáculo terrestre e a ampla estrutura do templo de Jerusalém eram uma representação do santuário celestial. Eram recursos visuais e pedagógicos, pelos quais Deus ensinava ao povo o plano da salvação. Cada detalhe do santuário terrestre foi construído de acordo com as instruções específicas de Deus (Êx 25-30).

Os serviços do santuário continham a promessa da redenção por meio do sacrifício de Cristo e de Sua mediação diante do Pai em nosso favor. Essa promessa foi cumprida no cimo do Gólgota, séculos atrás, e continua hoje no santuário do Céu.

Aceite o maravilhoso sacrifício de Cristo e Sua intercessão, e desenvolva hoje mesmo um relacionamento pessoal com Deus, nosso Pai.



Mãos à Bíblia

2. Qual é a relação entre os santuários terrestre e celestial? Êx 25:9, 40; Hb 8:5; 9:23, 24


As Escrituras ensinam claramente que Moisés não inventou o tabernáculo, mas o construiu de acordo com a instrução divina que havia recebido no monte (Êx 26:30; 27:8; Nm 8:4). O santuário terrestre devia ser construído segundo o “modelo” (Êx 25:9, 40). Moisés viu um modelo em miniatura, que representava o santuário celestial. Esse modelo serviu de padrão para o santuário terrestre. Portanto, o templo celestial é o original, o modelo para os santuários israelitas.


Pense Nisto

- Por que Deus instruiu os israelitas a construir um santuário para revelar a verdade, em vez de simplesmente ter escrito ou ensinado oralmente?

- Se Cristo não tivesse morrido na cruz, onde estaríamos hoje? Particularmente, onde você estaria?

- Que recursos visuais temos hoje que nos ajudam a compreender a salvação de Cristo?



Melody Tan | Wahroonga, Nova Gales do Sul, Austrália




Terça

8 de outubro



O melhor dos santuários

CPB - Exposicao

Os símbolos são parte diária de nossa vida. Mesmo as letras usadas para escrever esta lição são símbolos. São elementos ou imagens que não têm significado de modo inerente. O significado é atribuído por uma fonte externa. Paramos nosso carro no semáforo, por exemplo, quando a luz fica vermelha, porque a ordem para parar foi associada a essa cor. Um dos primeiros símbolos que os seres humanos receberam de Deus foi o Jardim do Éden.

No Éden (Gn 2:8, 9; 3:24; 2Cr 7:1-3, 11-16). Em Gênesis 2 é dito que Deus plantou o Jardim do Éden para o benefício da humanidade.
O jardim devia ser um lugar em que Ele pudesse Se comunicar com Adão, Eva e sua descendência. O Éden era também destinado a ser um lugar de prazer. “O Senhor Deus fez nascer então do solo todo tipo de árvores agradáveis aos olhos e boas para alimento” (Gn 2:9). Desse modo, Deus estava tentando comunicar a Adão e Eva que os amava e que Ele queria construir um relacionamento com eles.
Deus também deu ao primeiro casal a liberdade de escolha. Ele queria que eles O amassem por escolha própria, pois o verdadeiro amor jamais pode ser forçado. É por isso que “no meio do jardim estavam a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn 2:9). Adão e Eva podiam escolher se permaneceriam no lindo santuário do Éden – lugar da habitação de Deus com eles – ou se partiriam dali. Sabemos que, infelizmente, eles escolheram partir.

Na antiga cópia (Gn 3:8; Êx 25-30; Hb 8:4, 5). Após Adão e Eva terem pecado, os seres humanos mantiveram em mente, por um tempo, a visão do Jardim do Éden – o lindo santuário de Deus. Ali, Deus havia habitado com o primeiro casal. Ali Adão e Eva tiveram acesso à árvore da vida. O Éden era um verdadeiro Céu na Terra. Mas eles escolheram comer da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Não demorou muito para que Adão, Eva e seus descendentes perdessem de vista a imagem do Éden, de maneira física e espiritual. Então, Deus precisou dar à humanidade outro santuário. Este era para ensinar Seu povo sobre a maneira pela qual Ele planejou salvá-lo do pecado. Lemos sobre esse santuário em Êxodo 25-30. Seu design seguiu o modelo do santuário celestial (Hb 8:5). O que Moisés construiu foi, na verdade, uma “cópia e sombra daquele que está nos Céus”. O plano de Deus para Se relacionar com os humanos foi feito no Céu muito antes de o santuário terrestre ter sido construído. O tabernáculo que Ele deu aos israelitas durante o Êxodo, assim como o Éden, era um pequeno pedaço do Céu na Terra. Uma vez mais, Deus habitou com Seu povo.

Em pessoa (Jo 1:14, 29; 2:19-21; 6:35; 8:12). No modelo dado a Moisés, havia alguns itens-chave: o pão sagrado, o candelabro e o cordeiro sacrifical, por exemplo. Todos eram símbolos de realidades futuras. Infelizmente, o simbolismo por trás de cada item logo foi esquecido, e os objetos em si passaram a ser o foco. Uma vez mais, Deus precisou trazer à memória de Seu povo o plano da salvação. Mas, dessa vez, Ele enviou Seu Filho, que era representado pelo pão, pela luz do candelabro e pelo cordeiro inocente. Sim, o Céu desceu à Terra mais uma vez, e de forma muito mais intensa do que nas outras vezes. Deus habitou com os humanos. Cristo era Emanuel – Deus conosco (Is 7:14; Mt 1:23).

O santuário terrestre apontava para Jesus, o santuário por excelência. João escreveu que “a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós” (Jo 1:14). A frase “viveu entre nós” é uma referência clara à palavra hebraica para “tabernáculo” que significa “lugar de habitação”.* João Batista informou seus discípulos de que Jesus era o “Cordeiro de Deus”. O próprio Jesus alegaria mais tarde ser o Pão da Vida, uma alusão aos pães da Presença ou “pães da proposição” (Êx 25:30), encontrados no Lugar Santo do santuário. Ele também iria Se referir a Si mesmo como “a Luz”, relembrando assim aos israelitas o que simbolizava o candelabro de sete braços, também chamado Menorá.

O objetivo de Jesus, no entanto, não era simplesmente andar com a humanidade por um curto período de tempo na Terra. Em vez disso, Seu propósito maior é nos salvar do pecado e restabelecer nossa ligação com Deus. Por meio dos símbolos que Ele nos deu, Seus próprios ensinos, Sua vida e Seu sacrifício, Ele trouxe o Céu para a Terra, a fim de que fôssemos capazes de ir da Terra para Céu. Ele Se tornou a ponte, a escada.

Jesus preparou um lindo lugar para nós. E Ele está nesse lugar, esperando você. E aí, já “arrumou as malas”?

* SDA Bible Dictionary, “tabernacle”.





Mãos à Bíblia

3. Por que o corpo de Jesus é comparado ao templo? Jo 2:19-21; Jo 1:14

Um dos temas do evangelho de João é que, com Jesus, o melhor “templo” havia chegado. A imagem do tabernáculo já é usada em João 1:14. Jesus é o Verbo que “habitou” entre os homens, e eles viram a Sua glória. A palavra grega usada para “habitar” (skenoo) é a forma verbal do substantivo grego para “tabernáculo” (skene). Por isso, o verso 14 poderia ser traduzido como “o Verbo Se fez carne e ‘tabernaculou’ entre nós”. Nesse contexto, a palavra glória relembra a glória divina, que encheu tanto o tabernáculo no deserto (Êx 40:34, 35) quanto o templo de Salomão em sua inauguração (2Cr 7:1-3). Assim como Deus prometeu, quando Cristo veio à Terra como ser humano, cumpriu a divina promessa relacionada ao templo, de habitar entre Seu povo.


Pense Nisto

- Que outros símbolos fazem você relembrar que este mundo não é nosso lar?

- O que existe em sua vida que está impedindo você de ter um relacionamento cada vez mais intenso com Deus?





James Tham | Cingapura





Quarta

9 de outubro



A casa de Deus na Terra

CPB - Testemunho

“A pergunta ‘O que é o santuário?’ é claramente respondida nas Escrituras. O termo ‘santuário’, conforme é empregado na Bíblia, se refere primeiramente, ao tabernáculo construído por Moisés, como figura das coisas celestiais; e, em segundo lugar, ao ‘verdadeiro tabernáculo’, no Céu, para o qual o santuário terrestre apontava” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 417).

“O santuário do Céu, no qual Jesus ministra em nosso favor, é o grande original, de que o santuário construído por Moisés foi uma cópia. Deus pôs Seu Espírito sobre os construtores do santuário terrestre. A habilidade artística patenteada no trabalho era uma manifestação da sabedoria divina” (Ibidem, p. 414).

“Para a edificação do santuário, grandes e dispendiosos preparativos eram necessários; grande quantidade dos materiais mais preciosos e caros era exigida; todavia, o Senhor apenas aceitava ofertas voluntárias. ‘De todo homem cujo coração o mover para isso, dele recebereis a Minha oferta’ (Êx 25:2), foi a ordem divina repetida por Moisés à congregação. A devoção a Deus e o espírito de sacrifício eram os primeiros requisitos ao preparar-se uma morada para o Altíssimo” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 343).

“Da santidade atribuída ao santuário terrestre, os cristãos devem aprender como considerar o lugar em que o Senhor deseja Se encontrar com Seu povo. [...]

“A casa é o santuário da família, e o aposento particular ou o bosque o lugar mais recôndito para o culto individual; mas a igreja é o santuário da congregação. [...]

“Nada do que é sagrado, nada do que está ligado à adoração a Deus deve ser tratado com negligência ou indiferença. Para que os homens possam verdadeiramente glorificar a Deus, é necessário que em suas relações pessoais façam distinção entre o que é sagrado e o que é profano. Os que têm ideias amplas, nobres pensamentos e aspirações são os que têm relações que fortalecem todos os pensamentos sobre as coisas divinas. Felizes os que possuem um santuário, seja ele luxuoso ou modesto, no meio de uma cidade ou entre as cavernas das montanhas, no humilde aposento particular ou em algum deserto” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 491).



Mãos à Bíblia

4. Leia 1 Coríntios 3:16, 17; 6:19, 20; 2 Coríntios 6:16; Efésios 2:19-22. Observe o simbolismo do santuário nesses textos. Que verdade é neles ensinada?

A igreja é não apenas o templo de Deus, mas também um sacerdócio santo (1Pe 2:5, 9). Sem dúvida, com um privilégio como esse, vêm importantes responsabilidades. É muito importante que entreguemos nossa vida em fé e obediência ao Senhor que nos deu tanto e que, em resposta, pede muito de nós.

Pense Nisto

Por que você frequenta a igreja? O que você pode fazer para tornar essa experiência mais valiosa?




Jimmy Quek | Cingapura




Quinta

10 de outubro


 

O que fazer quando pecamos

CPB - Aplicacao

O santuário terrestre era um símbolo do santuário celestial. Quando os israelitas pecavam, deviam trazer uma oferta ao sacerdote, que, por sua vez, apresentava o sacrifício a Deus para o perdão dos pecados. Apesar de o santuário terrestre não ter mais validade para nós, os conceitos ali ensinados ecoam agora no santuário celestial. Então, como podemos aplicar a mensagem do santuário à nossa vida? Como podemos alcançar perdão e salvação?

Confesse seus pecados. Quando um israelita pecava, ele precisava levar para o santuário uma oferta pela transgressão e confessar seu pecado ao sacerdote. Alguns pecados podem ser difíceis de ser confessados, mas a única maneira de eles serem perdoados é se você admitir que pecou e confessar seus erros a Jesus, seu Sumo Sacerdote celestial (1Jo 1:9).

Lembre-se do sacrifício de Jesus. Não foi a morte de animais que nos trouxe perdão – foi o sacrifício de Cristo na cruz. O animal inocente e sem mancha representava o Salvador que, sem ter pecado, morreu pelos pecadores. Hoje, você não precisa trazer sacrifícios de animais para o sacerdote. Em vez disso, sempre que confessar seus pecados, você deve se lembrar do amor de Jesus por você e de Seu sacrifício, que pagou a dívida em seu lugar (Jo 3:16, 17).

Arrependa-se e mude. Após você ter confessado seus pecados, peça que Deus coloque o arrependimento sincero em seu coração. Depois de ter sido perdoado por Deus, você deve, com a ajuda dEle, também evitar o pecado. Não abuse da boa vontade divina nem do sacrifício de Cristo, continuando a pecar. Em vez disso, lembre-se da dor física, mental e espiritual que Ele sofreu em seu favor, e determine-se, com o auxílio do Espírito Santo, a não mais viver em pecado (At 3:19).


Mãos à Bíblia

5. Leia Apocalipse 7:15-17. Onde estão os redimidos, e como essa passagem os retrata?

6. Leia Apocalipse 21:1-22. Como a Nova Jerusalém é descrita? Nesse texto, que paralelos você encontra entre a cidade santa e o santuário?

Vários elementos do santuário são atribuídos à Nova Jerusalém: ela é “santa” e de origem celestial (Ap 21:2, 10); ela tem a mesma forma cúbica do Santo dos Santos (Ap 21:16; 1Rs 6:20); a exemplo dos recintos do templo, “coisa alguma contaminada” é permitida na cidade (Ap 21:27); e, acima de tudo, Deus está presente. No santuário de Deus, podemos viver com Ele no relacionamento mais íntimo possível (Ap 21:3, 7). Esse é o objetivo da salvação.


Pense Nisto

- Que pecados você gostaria de confessar a Deus, exatamente agora, e por quê?

- Por que algumas vezes é tão difícil confessar nossos pecados?



Christon Choo | Cingapura




Sexta

11 de outubro



Um santuário sagrado e seguro

CPB - Opiniao

A palavra “santuário” evoca, basicamente, suas ideias: um lugar sagrado e seguro. Sabemos que a igreja como um santuário é um lugar de adoração e, por isso, deve ser considerada com respeito e reverência.

Mas, o que dizer quanto aos membros da igreja? Como parte do corpo de Cristo (1Co 12:27), será que somos, cada um de nós, um refúgio em que pessoas feridas podem encontrar cura? Somos um “lugar seguro”? É vital que, quando pessoas feridas vêm à igreja, sejamos capazes de recebê-las de forma adequada, dando-lhes o apoio de que necessitam.

Sua igreja é um lugar seguro, um santuário de amor, graça e cura?

Ou as pessoas acabam tendo mais dor do que alívio quando visitam vocês? As angústias delas são agravadas em vez de amenizadas?
O que sua igreja faz quando um líder cai, por exemplo? Existe um plano para disciplina que inclua um processo de restauração marcado pelo amor? Ou vocês “atiram” em seus líderes feridos?

Sua igreja é um lugar a que as pessoas podem vir como estão, e ainda assim se sentirem amadas e acolhidas, independentemente de qualquer coisa? Ou é um lugar em que elas sentem que devem se adequar ou agir de certo modo antes de serem aceitas?
Nenhuma igreja deveria ser apenas um lugar em que as pessoas aprendam sobre a maneira de respeitar e reverenciar a Deus, ou sobre profundas verdades teológicas (embora tudo isso seja importante). Uma igreja também deve ser um ambiente edificante, um lugar seguro, em que possamos ser honestos com os defeitos uns dos outros e receber ajuda. Uma igreja assim é um verdadeiro santuário – um refúgio.

“Ah, mas minha igreja não é assim! Aliás, é bem pior!” Quer uma dica? Comece por você. Faça a diferença, e faça discípulos. Em vez de criticar e apontar defeitos, dê o exemplo. Com certeza, outros farão o mesmo, e logo sua igreja será um pedacinho do Céu.



Mãos à obra

- Leia Apocalipse, capítulos 1-11, e registre todos os simbolismos do santuário que você encontrar.

- Busque na internet uma cópia da pintura Agnus Dei (“Cordeiro de Deus”), de 1636, feita por Francisco de Zurbarán, uma descrição artística do sacrifício de um cordeiro. Como você se sente ao ver a imagem? O que ela o leva a pensar?

- Medite na história da serpente de bronze em Números 21:4-9. Como essa história o ajuda a compreender seu relacionamento pessoal com o Salvador?

- Liste lugares ou momentos em sua vida que proporcionaram um santuário espiritual, físico e emocional para você. Que pessoas em sua vida também têm sido um “santuário”?

- Escreva uma canção ou poesia inspirada nos símbolos da Bíblia relacionados a Cristo como nosso Salvador.

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