domingo, 22 de novembro de 2015

Os perigos dos conceitos “politicamente corretos”

Manoel Barbosa da Silva

Os perigos dos conceitos “politicamente corretos”


Vivemos em um mundo de muitas filosofias, credos, conceitos e religiões.

Essa multicidade de conceitos deixa as pessoas confusas, sem saber que destino tomar, em se tratando de religião. E o pior conceito para a alma, é o conceito moderno chamado de “Politicamente Correto” 


O que é ser politicamente correto?










      Entrevista de Vladimir Volkoff a Marc Vitellio.

      Vladimir Volkoff é doutor em filosofia, professor de inglês, militar durante a guerra da Argélia, funcionário do Ministério da Defesa e, mais tarde, professor de línguas e literatura francesa e russa nos Estados Unidos. Foi o primeiro escritor que dedicou seriamente seus estudos na França à manipulação informativa. Parente de Tchaikovsky, é um dos escritores melhor situados na hora de explicar o conceito que conhecemos como “politicamente correto”, tema de seu último livro publicado pela Editions du Rocher: “La désinformation par l’image”. Nos encontramos com este autor que transpira humor e cultura por todos os seus poros e que nos prodigalizou alguns conselhos para combater esse veneno que ataca nossa sociedade.
      Marc Vitellio – Qual é a sua definição do “politicamente correto”?
      Vladimir Volkoff – O politicamente correto tal como o conhecemos hoje, representa a entropia do pensamento político. Como tal, é impossível defini-lo, pois carece de um verdadeiro conteúdo. Seu fundamento básico é aquele do “vale tudo”. Nele encontramos restos de um cristianismo degradado, de um socialismo reivindicativo, de um economicismo marxista e de um freudismo em permanente rebelião contra a moral do ego. Se compararmos a demolição do comunismo com uma explosão atômica, diríamos que o politicamente correto constitui a nuvem radioativa que acompanha a hecatombe.
      Marc Vitellio – Em que consiste o “politicamente correto”?
     Vladimir Volkoff – O politicamente correto consiste na observação da sociedade e da história em termos maniqueístas. O politicamente correto representa o bem e o politicamente incorreto representa o mal. O sumo bem consiste em buscar as opções e a tolerância nos demais, a menos que as opções do outro não sejam politicamente incorretas; o sumo mal encontra-se nos dados que precederiam à opção, quer sejam estes de caráter étnico, histórico, social, moral ou mesmo sexual, e inclusive nos avatares humanos. O politicamente correto não atende à igualdade de oportunidade alguma no ponto de partida, mas ao igualitarismo nos resultados no ponto de chegada.
     Marc Vitelilo – Quem o inventou?
     Vladimir Volkoff – Ninguém inventou o politicamente correto: ele nasceu como conseqüência da decadência do espírito crítico da identidade coletiva, quer seja esta social, nacional, religiosa ou étnica.
     Marc Vitellio – Quem o pratica?
     Vladimir Volkoff – O politicamente correto é de uso comum entre os intelectuais sem raízes, porém como é contagioso, é normal que outras pessoas estejam contaminadas sem que estejam conscientes disso.
     Marc Vitellio – Como podemos nos desintoxicar?
     Vladimir Volkoff – A desintoxicação é difícil, na medida em que vivemos em um mundo onde a mídia (e a palavra mídia é, em si mesma, um barbarismo politicamente correto) adquiriu uma importância desmesurada e são precisamente os responsáveis por essa infecção coletiva. O primeiro remédio consiste em tomar consciência de que o politicamente correto existe e que circula sobretudo através de nosso vocabulário. O segundo, seria tomar consciência de que o “eu” forma parte de um “nós”  e de que este “nós” deve proteger o “eu” contra o que “se diz…” politicamente correto. O terceiro remédio consiste em pôr em prática a consciência de renúncia à toda terminologia politicamente correta e às ideologias sobre às quais se apoia. Por exemplo, devemos dizer “aborto” em vez de “interrupção da gravidez”, “surdo” em vez de “deficiente auditivo”, “velhice” em vez de “terceira idade”, “bandido” em vez de “inadaptado”. Nem todo “professor” é um “mestre”.
     Marc Vitellio – Quais são os estragos produzidos pelo “politicamente correto”?
     Vladimir Volkoff Consistem fundamentalmente em confundir o bem e o mal, sob o pretexto de que tudo é matéria opinativa.
     Marc Vitellio – À parte a nação, quais são os alvos do “politicamente correto”?
     Vladimir Volkoff – Os alvos prediletos são a família, as tradições e, sobretudo, a crença nisto, posto que para o politicamente correto só há uma verdade e o resto é falso.
     Marc Vitellio – O senhor tem a impressão de que a França é um dos países mais atingidos pelo “politicamente correto”?
     Vladimir Volkoff – O politicamente correto é supranacional como todas as enfermidades. Se estamos em condições de afirmar que nasceu em determinadas universidades americanas, a verdade é que expandiu-se rapidamente por todo o mundo. Talvez nos países de tradição cristã-ortodoxa se resista mais e melhor a esta epidemia, provavelmente devido à propaganda comunista, talvez à própria fé religiosa. Vimos recentemente com os casos da Sérvia e da Rússia.
     Marc Vitellio – Como identificar uma pessoa “politicamente correta”?
    Vladimir Volkoff – Geralmente é uma pessoa que se considera tolerante, mas jamais pratica a tolerância.
    Marc Vitellio – Como evitar a contaminação?
     Vladimir Volkoff – É verdade que o politicamente correto nos espreita e se apresenta sempre com argumentos inocentes e de fácil assimilação. Trata-se de rechaçar sua inocência e repudiar essa facilidade de assimilação. É necessário, do mesmo modo, prevenir-se contra o mimetismo de falar como os demais. Novamente sob o risco de parecer enfadonho, o vocabulário politicamente correto é o principal veículo de contágio. Em qualquer caso, devemos afirmar que o politicamente correto é uma fé débil e, como tal, não resiste a uma enérgica aplicação do espírito crítico. Não devemos ser submissos aos sentimentos e opiniões generalizadas: o espírito contraditório mais obtuso vale sempre mais do que a livre aceitação do pasto midiático.
     Marc Vitellio – Segundo o sr., quais podem ser as conseqüências a curto e médio prazo do triunfo do “politicamente correto”?
     Vladimir Volkoff – O politicamente correto prepara o terreno de forma ideal para as operações de desinformação e para a expansão da globalização. Quando todo o mundo acreditar que as verdades podem ser objetos de truque, de que não existem nem verdades nem mentiras, o mundo estará preparado para receber a mesma propaganda, de participar da mesma pseudo-opinião pública fabricada para consumo universal. E esta pseudo-opinião pública aceitará qualquer ação, inclusive as mais brutais que indefectivelmente irão em benefício dos manipuladores.

     Notas
     1. Obras de Vladimir Volkoff sobre a manipulação da informação: “Le montage” (ganhador do Grand Prix du Roman da Academia Francesa, 1982), “La désinformation, arme de guerre”, “Petite histoire de la désinformation”, “Désinformation, flagrant délit”, “Manuel du politiquement correct” e “La désinformation par l’image”.
     2. Tradução de Graça Salgueiro
     Fonte
     1. Harry Magazine

    2. Foster 20

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Na prática, o que ensina o conceito politicamente correto?

1.    Tolerância
2.    Respeito às opiniões e religiões dos outros
3.    Não discriminar ninguém
4.   Aceitar as opções dos outros. Que sejam: vestuários, alimentação, opção sexual, partido político, etc
Ser politicamente correto, é dizer que tudo o que a pessoa faz ou acredita é certo, desde que aquela pessoa não esteja prejudicando ninguém.
Mesmo que aquela pessoa esteja prejudicando a si mesma, é problema dela, ninguém tem nada com isso. Dizem.
Qual é o erro desse conceito?
Para o observador descuidado, não há nada de errado nisso, “pelo contrário, está muito certo, pois se prega o respeito e a tolerância, temos mesmo é que aceitar”, é o que dizem.
Continuamos afirmando que esse conceito é errado e também perigoso, para a família e, principalmente, para a vida espiritual.

Para a família, por que os conceitos errados se entranham no seio das famílias, destruindo-as. Conceitos como adultério, fornicação, aborto união estável, (no nordeste, quem vive junto, sem casamento, não é chamado de união estável, mas de amigado, ou amancebado) sem contar que os defensores do tal “politicamente correto” querem empurrar goela abaixo da sociedade, que o estilo gay é certo e deve ser aceito a qualquer custo.

Para a vida espiritual, por que esse conceito passa a régua em tudo e iguala todas as religiões, afirmando que:

1.  Toda religião é boa,
2.  Que toda igreja é certa,
3.  O importante é ser bom
4.  Deus quer é o coração
5.   Cada um tem sua forma de adorar
6.   Todos, adoramos o mesmo Deus.
7.    Deus não castiga ninguém
Quem não gosta de pensar, acredita nisto, e passa a praticar esses conceitos e terminam se perdendo.

Qual é o erro desses conceitos?

1.  Toda religião não é boa, nem certa. A história bíblica, do começo ao fim, é a luta do povo de Deus contra as falsas religiões. Os profetas lutaram muito contra os falsos ensinadores, os falsos profetas, que corrompiam o povo, com falsos conceitos sobre Deus e a maneira de adorá-lo.
A) O exemplo maior que nem toda religião é certa, estamos vendo com o grupo religioso Estado Islâmico, degolando cristãos e os expulsando do seu país. Fazem em nome do deus que eles chamam de Alá.
B) Na índia, faz pouco tempo, 20 igrejas foram queimadas por um grupo religioso, e 200 missionários estão escondidos, pois foram condenados a morte. Portanto, não acreditem nessa bobagem que toda religião é boa.
2. Nem toda igreja é certa. Há muitas igrejas que pregam o erro e seguram em suas malhas os incautos com promessas de curas e prosperidade, mas não ensinam o plano da salvação, e o estilo de vida daqueles que são salvos. 


3. É importante ser bom, porem é importante também ser obedientes aos ensinos da palavra de Deus.
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. João 14:15
"Aquele que diz, eu O conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade". 
1. João 2:4 
4. Deus quer é o coração Sim. Mas um coração transformado pelo poder da palavra, um coração humilde que aceita a verdade da palavra de Deus e a põe em prática. O coração que Deus quer, é aquele que está disposto a fazer o que Deus determina, e não aquilo que acha ser certo.
5. Cada um tem a sua forma de adorar. Esse conceito parece ser certo, mas não é o que a Bíblia recomenda. A adoração deve ser como Deus determina e está na bíblia, e não como eu acho que devo.

Exemplos:
Caim acreditava nesse conceito, achava que deveria adorar a Deus do seu jeito, e se deu mal. Gen. 4: 1-7
Nadabe e Abiú, filhos de Arão, também acreditavam que cada um deve adorar a Deus do seu jeito, por isto, levaram fogo estranho ao santuário. Morreram perante o senhor.  Lev. 10: 1-7
Corá, Natã e Abirão, queriam mudar a forma de adoração, se auto promoverem a sacerdotes, e tentaram mudar o que Deus havia estabelecido, conseguiram muitos adeptos a esse conceito; resultado? A terra se abriu e foram tragados vivos, com todos os seus familiares. Num. 16
O bem intencionado Uzá, foi segurar a arca da aliança, para que não caísse, quando os bois tropeçaram, e morreu na hora. Ainda que a intenção fosse boa, não era função dele. Se a arca caísse e quebrasse, quem pagaria o preço, seria os sacerdotes displicentes. Ele não deveria se meter no que não era da conta dele, e mudar o que Deus havia determinado. Se Deus determinou que só os sacerdotes, deveriam pegar na arca, era assim que devia ser. Ninguém pode mudar o que Deus determinou, ainda que a intenção seja das melhores
Portanto, ninguém deve adorar a Deus, cada um do seu jeito, mas todos devem adorar a Deus do jeito, na forma, e no dia que ele determinou.
6. Todos adoramos o mesmo Deus. Não. Nem todos adoram o mesmo Deus. Aliás, são poucos, ultimamente, que adoram o verdadeiro Deus. Muitos adoram ídolos, outros adoram pastores, outros ainda, seus próprios conceitos, sua “sabedoria” seus talentos, tem aqueles que adoram cantores, pregadores, professores... Adoradores de Deus mesmo, são muito poucos.
7.  Deus não castiga ninguém Falso. Deus castiga sim. 
A Bíblia fala exaustivamente, dos castigos de Deus, às pessoas, lugares, nações, a todo o mundo antidiluviano, e o mundo atual será destruído com fogo e enxofre, e o que diz a Bíblia, e todos os ímpios serão destruídos.
Portanto, não se embale com o conceito de que pode fazer o que quiser, que Deus não irá castigá-lo, que você pode se dar mal
Pelo que foi exposto acima, esse é o perigo do conceito moderno, “politicamente correto” porque leva as pessoas a aceitar todo o erro como se verdade fosse, e se acomodar ao mesmo, achando que mesmo errado será salvo, pois Deus é muito bonzinho e irá salvá-lo de qualquer forma. 
Por isto, um dia vão em uma igreja, amanha em outra, ou então, não vão a igreja nenhuma. Acreditam que sendo "politicamente corretos" respeitando os outros e crendo em Deus, e não fazendo mal e ninguém,  estão salvos. 
É assim que muitos irão se perder....  Cuidado!




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