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terça-feira, 17 de março de 2015

Curando emoções danificadas (Parte 6) - Vitória sobre a falta de perdão

Curando emoções danificadas (Parte 6) - Vitória sobre a falta de perdãoTema: Cura interior

Texto: Efésios 4:26-27, 29-32

Introdução: A falta de perdão é uma atitude ímpia que não se encaixa na vida dos crentes. Cristo deu a Sua vida para que aqueles que creem nEle possam ser perdoados. Como Seus seguidores, somos ordenados a perdoar como Ele perdoou (Efésios 4:32). Quando nos recusamos, Satanás ganha uma posição em nossas vidas e nos impede de tornar-se o povo que Deus deseja.

I. Principais termos definidos:

A. O perdão é "desistir de ressentimento contra alguém, renunciando o direito de retaliação, não importa o que outra pessoa fez”.
B. A falta de perdão é "uma deliberada recusa voluntária de abandonar o ressentimento ou a insistência de que alguém deve pagar por um erro que foi cometido"
C. Nós lutamos com o perdão, porque parece deixar malfeitores fugir com seus crimes. No entanto, temos de perceber que, quando aceitamos Cristo como nosso Salvador, renunciamos o nosso direito de retaliar.

II. Existem muitas razões pelas quais não devemos nos submeter a essa emoção negativa:

A. Não se ajusta a nossa identidade em Cristo. Desde que fomos perdoados de todos os nossos pecados, não devemos guardar rancor contra aqueles que nos ofendem.
B. Uma semente de amargura. A recusa a perdoar é como uma semente plantada no coração, que cresce em uma raiz de amargura (Hebreus 12:15).
C. Ela se torna em uma escravidão auto imposta. Transportar uma carga de ressentimento é um fardo que não fomos feitos para suportar. Quando nos rendemos a Cristo, Ele nos dá descanso (Mateus 11:28).
D. É rebelião contra Deus. A falta de perdão é pecado, porque é uma recusa a fazer o Senhor manda.
E. Ele quebra a nossa comunhão com o Senhor. Jesus disse: "Se você não perdoar os outros, então o vosso Pai não perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:15). Isso não significa que perdemos a nossa salvação, mas não podemos estar bem com Deus, guardando ressentimento.
F. Ela provoca sofrimento auto infligido. Guardar um rancor causa mais dor para nós do que para os ofensores.
G. Ela se torna uma barreira. Aqueles que culpam os outros e se recusam a renunciar a amargura não pode alcançar a prosperidade e as bênçãos que Deus tem reservado.

III. Quando Pedro perguntou quantas vezes ele deveria perdoar, Jesus lhe disse: "setenta vezes sete" (Mateus 18:21-22).

Se colocarmos limites, as consequências negativas da falta de perdão começam.
A. A raiz de amargura brotará. Abrigar o ressentimento não é uma atitude secreta. Ele transborda de nossos corações (Hebreus 12:15).
B. Nossa vida de oração sofre. Nossas orações serão ineficazes até que lidamos com a nossa amargura.
C. Nossa adoração é dificultada. O ressentimento nos impede de louvar ao Senhor e interagir com seu povo.
D. O nosso testemunho é danificado. Nós não podemos contar aos outros sobre o perdão de Cristo, quando nós guardamos rancores.
E. Ela cria conflito não resolvido. Se quisermos ter a paz e a alegria de Cristo, temos de resolver os conflitos com os outros.
F. Ela bloqueia o crescimento espiritual. Toda vez que toleramos o pecado, nós paramos de amadurecer.
G. Ela impede as pessoas ao nosso redor. Um espírito amargo pode ser transmitido para outras pessoas, especialmente nossos filhos.
H. Ela nos afeta fisicamente. A falta de perdão pode afetar drasticamente nossos corpos.

IV. A fim de superar a amargura, devemos:

A. Reconhecer que é um assunto sério. Nós não podemos conformar com o rancor. Ela afeta a nossa relação com Deus, bem como nossos planos futuros.
B. Assumir a responsabilidade por isso. Precisamos olhar para além da dor e se concentrar em nossa própria falta de perdão.
C. Confessar ao Senhor. Devemos admitir a Deus que nós somos culpados de explorar o ressentimento.
D. Reconhecer que é uma violação da Palavra de Deus. Até que o vejamos na perspectiva de Deus, não vamos entender que é um ato de rebelião contra ele.
E. Pedir ao Senhor para nos perdoar. Devemos admitir nossa desobediência e buscar o Seu perdão.
F. Pedir a Deus para nos capacitar a perdoar. Renunciar o nosso direito de retaliar não é fácil, mas o Espírito Santo vai nos capacitar para colocá-lo para baixo.
G. Começar a orar por aqueles que nos magoam. Quando a ofensa não é mais fundamental, somos livres para pedir ao Senhor para trabalhar nas vidas daqueles que nos prejudicaram.
H. Fazer algo pelos outros. Fazer algo bom para aqueles que nos feriram é uma poderosa expressão do perdão.
I. Ir aos que nos ofenderam. O Senhor pode nos levar a buscar o perdão dos outros por nossas atitudes e ações erradas.
J. Expressar o perdão, mesmo que o ofensor morreu. Podemos vocalizar nosso perdão ao imaginar a pessoa sentada em uma cadeira. Isso funciona porque Deus ouve a conversa e resolve o assunto em nossos corações.

V. Saberemos que perdoamos os outros completamente, quando:

A. Nós não vemos os infratores da mesma forma.
B. Os sentimentos agressivos são substituídos por uma atitude diferente para com as pessoas.
C. Estamos dispostos a aceitar os ofensores, assim como eles são.
D. Tentamos entender por que eles agiram de determinada maneira.
E. Não vamos tentar evitá-los, se acontecer de encontra-los de forma inesperada.

Conclusão: Se ignorarmos o pecado da falta de perdão, ele continuará a nos manter em cativeiro. Jesus Cristo nos libertou (João 8:36). Ele nos perdoou todos os nossos pecados e nos dá a graça e a força para renunciar nossas mágoas e confiar nele para lidar com nossas situações. Quando o fizermos, podemos mostrar os frutos do Espírito (Gálatas 5:22-23) e obter a verdadeira liberdade dessa emoção negativa; a falta de perdão. 

Veja também:
Pr. Aldenir Araújo

Fonte - http://www.opregadorfiel.com.br/

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